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Atividade de EAD UNISO

07/05/09
Arquivo de texto utilizando o
Google docts. e Slide show

Profa. Sueli Sales Almeida


Diarista que trabalha até 3 vezes na semana não
tem direitos, entende TST

Do G1, em São Paulo


Notícia extraída do site G1 da Globo.com
07/05/09 - 11h43 - Atualizado em 07/05/09 - 11h48
Decisão publicada no "Diário da
Justiça" na última segunda-feira (4),
ocorreu em 22 de abril
Ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST),
instância máxima da Justiça do trabalho, entendeu
que não há vínculo trabalhista no caso de
diaristas que trabalham até três vezes por
semana. 

  
Diarista era do Paraná

O entendimento ocorreu no julgamento do processo de


uma diarista do Paraná que teria trabalhado 18 anos na
mesma casa, sendo que nos oito primeiros anos três
vezes por semana e nos dez anos seguintes, duas
vezes por semana. 

Dos textos legais em exame, percebe-se que o


reconhecimento do vínculo empregatício do doméstico está
condicionado à continuidade na prestação dos serviços, o que
não se aplica quando o trabalho é realizado durante alguns
dias da semana", afirmou o ministro relator do processo,
Pedro Paulo Manus. 
Direitos

Pela legislação, deve ser considerado empregado doméstico aquele que tem
trabalho de "natureza contínua". 

Enquanto que o doméstico tem uma remuneração mensal, de, pelo menos, um
salário mínimo regional, o diarista deve receber o pagamento após o dia de
trabalho.

Segundo o Ministério do Trabalho, os empregados domésticos têm direitos


diferenciados dos demais empregados com carteira assinada. Confira abaixo.
DIREITOS DO EMPREGADO DOMÉSTICO

- Ter a Carteira de Trabalho e Previdência Social anotada desde o


primeiro dia de trabalho
- Receber pelo menos salário-mínimo
- Folgar em feriados civis e religiosos - se trabalhar, recebe o dia em
dobro ou uma folga compensatória na semana
- Não ter o salário reduzido pelo mesmo empregador
- Receber 13º salário
- Ter repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos
- Tirar férias de 30 dias e receber mais 1/3 do salário a partir de 12
meses de trabalho
- Estabilidade de cinco meses após o parto no caso de gravidez
- Licença-maternidade de 120 dias paga pela Previdência Social com
qualquer tempo de serviço ou licença-paternidade de cinco dias
corridos a partir da data do nascimento do filho
- Recolhimento do INSS
- Aviso prévio no caso de rescisão
- Seguro-desemprego de três meses, no valor de um salário mínimo,
para quem trabalhou por 15 meses nos últimos dois anos
- Recolhimento do FGTS é opção do empregador, mas se recolher, deve
pagar 40% sobre o FGTS na rescisão