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A MAGIA DO ENCONTRO

Lê Mc 2, 13-17:
Jesus saiu de novo para a beira-mar. Toda a multidão ia ao
seu encontro, e Ele ensinava-os. Ao passar, viu Levi, filho de
Alfeu, sentado no posto de cobrança, e disse-lhe: «Segue-
me». E, levantando-se, ele seguiu Jesus. Depois, quando se
encontrava à mesa em casa dele, muitos publicanos e
pecadores também se puseram à mesma mesa com Jesus e
os seus discípulos, pois eram muitos os que O seguiam.
Mas os doutores da Lei do partido dos fariseus, vendo-o
comer com pecadores e cobradores de impostos, disseram
aos discípulos: «Porque é que Ele come com cobradores de
impostos e pecadores?» Jesus ouviu isto e respondeu: «Não
são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os
enfermos. Eu não vim chamar os justos, mas os
pecadores.»

Estamos aqui porque Jesus também passou pela nossa vida e nos cativou.
És capaz de te recordar como sentiste que Jesus te chama para o seguires de uma
maneira especial?
Quem é que te ajudou a descobrir a Voz?
Porquê disseste sim?
Deste-te conta que por Levi ter dito sim, os seus amigos também conheceram a Jesus?
O que é que isto significa para ti?

Agora lê Mc 3, 13-19
Sentes-te querido por Jesus? Ele escolhe aqueles que quer.
Repete dez vezes, baixinho e ao ritmo da respiração: Jesus ama-me!
Sabes que a felicidade de muita gente depende do teu sim a Jesus?
Achas que é importante trabalharmos juntos, ou preferes o individualismo?

A palavra de Comboni:
Fazer memória da tomada de consciência da vocação é fundamental. Comboni recorda-
o quase no fim da vida:
Em 1886: Vendo-me assim abandonado e desolado, tive cem vezes a
mais forte tentação (e também a incitação de homens pios,
respeitáveis, mas sem coragem e confiança em Deus) de abandonar
tudo, entregar a Obra e, como humilde servo, pôr-me à disposição da
Santa Sé, do Cardeal Prefeito ou de qualquer bispo. Pois bem, o que
me fez não deixar de ser sempre fiel à minha vocação (mesmo
quando era acusado pela mais alta autoridade, por assim dizer, de
vinte pecados capitais, embora sejam só sete! E mesmo quando tinha
70.000 francos de dívidas, os Institutos de Verona, desorganizados, e
na África central muitos mortos e nenhuma perspectiva de luz, mas
só trevas e, por cima, eu estava com febre em Cartum), o que me
manteve a coragem de seguir firme no meu posto até à morte ou até
diferentes decisões da Santa Sé, foi a convicção da certeza da minha
Vocação; e isto semper e toties quoties, porque o P. Marani me disse a
9 de agosto de 1857, depois de maduro exame: «a sua vocação para
as missões da África é uma das mais claras que já vi».(16/7/1881)

24 anos depois Comboni recorda-se do dia em que a sua vocação se tornou clara. Foi
essa certeza que o levou a aguentar uma vida bem dura.