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SONETO Um mancebo no jogo se descora, Outro bbado passa noite e dia, Um tolo pela valsa viveria Um passeia a cavalo,

outro namora, Um outro que uma sina m devora Faz das vidas alheias zombaria, Outro toma rap, um outro espia.... Quantos moos perdidos vejo agora! Oh! no probam pois ao meu retiro Do pensamento ao merencrio luto A fumaa gentil por que suspiro. Numa fumaa o canto d'alma escuto. . . Um aroma balsmico respiro, Oh! deixai-me fumar o meu charuto!