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A NOITE DO POETA E noite, noite muito sombria, estou ouvindo o barulho do trovo e entre os sussuros da ventania, ouo o uivo

de um triste co. E aqui dentro da minha morada estou tentando fu ir da madru ada escondendo da solido... !ento elado que o cor"o corta, vento forte que insiste em entrar, mas no "assar# "ela minha "orta est# bem "ro ido o meu lar. Na $nica casinha da localidade s% quem entra aqui e uma saudade que nunca conse u& evitar... Amanhceu.'anh tranquila e quieta, a ora e tudo calma, e voltou o calor, da noite, s% lembrana "ara o "oeta "assou o vento, como "assa uma dor. A ora, com c(u a)ul e sol brilhante nem mais sinal, daquele vento uivante que tanto "ertuba, o sono do trovador.