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porque temiam. O seu livro fala do forte Filho de Deus, que era inteiramente su- jeito à vontade do Pai, que terminou a obra do Pai e que virá com as nuvens do céu. A última cláusula deixa muita coisa sem afirmação, inacabada.

17. Epílogo Extenso: As Aparições Pós- Ressurreição e a Ascenção (16:9-20)

(9 Ora, havendo

Jesus

ressurgido

cedo no

primeiro

dia da semana,

apareceu

primei-

ramente

a Maria

Madalena,

da qual tinha

expulsado sete demônios. 10 Foi ela anun- ciá-lo aos que haviam andado com ele, os

quais estavam tristes e chorando; 11 e ou- vindo eles que vivia, e que tinha sido visto por ela, não o creram. 12 Depois disso mani-

que iam de caminho para o campo, 13 os quais foram anunciá·lo aos outros; mas nem a estes deram crédito.

festou-se sob outra

forma

a dois deles

14 Por último, então, estando eles reclinados

apareceu

à mesa,

aos onze,

e lançou-

lhes em rosto a sua incredulidade e dureza

de coração, por não haverem dado crédito aos que o tinham visto já ressurgido. 15 E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai evangelho a toda criatura. 16 Quem crer

o

e

for batizado será salvo; mas quem não crer

será condenado.

nharão aos que crerem: em meu nome ex- pulsarão demônios; falarão novas línguas; 18 pegarão em serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e estes serão curados. 19Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à direita de Deus. 20 Eles, pois, saindo, pregaram por toda parte, cooperando com eles o Se- nhor, e confirmando a palavra com os sinais que os acompanhavam.)

17 E estes

sinais

acompa-

A respeito

do problema

textual,

veja

a Introdução.

Estes versículos têm gran-

de afinidade

com as outras narrativas

canônicas, especialmente com Lucas. Porque a sua composição é posterior e foi escrita por mão diferente que a de Mar- cos, o estudante das aparições pós-res- surreição desejará normalmente concen- trar-se nos finais registrados nos outros Evangelhos. Os versículos 9-11 têm um paralelo bem próximo em Lucas 24: 10 e s. Al- guém desejará comparar também Ma- teus 28:8-10 e João 20:14-18. Os versí-

culos 12 e s. resumem a notável história da aparição de Jesus aos dois descoro- çoados discípulos que caminhavam pe- nosamente para Emaús; porém aqui te- mos apenas uma afirmação prosaica; na- da da vívida narrativa de Lucas (24:13-

35).

O versículo 14 (apareceu aos onze)

está, talvez, mais próximo de Lucas do que dos outros Evangelhos, embora to- dos eles (e também I Coríntios 15) falem das manifestações aos discípulos origi- nais. Nenhuma nota cronológica é apre-

sentada, nem os lugares são menciona- dos. A incredulidade e dureza de coração mencionadas são temas apropriados a Marcos (d. 3:5; 6:6; 10:5).

O elemento

de narração

no apareci-

mento aos onze é muito esparso. Mais atenção é dedicada às injunções do Se- nhor a eles. Nos versículos 15 e s., temos palavras paralelas à Grande Comissão de Mateus 28:19 e s. Marcos, porém, apre- senta pregai (isto é, "proclamai") o evan- gelho, enquanto Mateus usa um verbo que significa "fazer discípulos"; também Mateus grafa "todas as nações", ou "to- dos os gentios", enquanto Marcos diz a toda criatura. Os fatos de chegar a crer e ser bati- zado eram regularmente ligados, no pen- samento dos cristãos, desde o começo. Veja, por exemplo, Atos 2:38-41 e 8:36- 38, inclusive a confissão adicional no

v. 37; e 16:31-33. Isto não significava que

o ato da imersão era considerado como

essencial para a salvação; mas o teste- munho e confissão que o batismo expres- savam eram (e são) parte da própria essência da fé cristã. Para comentários

acerca da tragédia da incredulidade, d. João 3:18,36 e 20:22-31.

a

Cria-se

que

sinais

acompanhavam

obra de Deus no mundo,

dos apóstolos (At. 4: 16,

30; 5:12; Rom. 15:18 e s.; 11Cor. 12:12).

Veja João 14:12: "

do que estas; porque eu vou para o Pai." O sinal de falar em línguas era freqüen- temente evidência da vinda do Espírito,

te

particularmen-

a feita através

.fará (obras) maiores

483

conforme a narrativa

também I Coríntios 14:22. Expulsar mônios já fazia parte da experiência discípulos (6:13).

coisa

característica dos cristãos primitivos, pe- lo menos tanto quanto sabemos. Não

obstante, o apóstolo Paulo, de acordo com Atos 28:2-6, foi picado por uma ví- bora; e, como ele não sofreu nada, o incidente foi considerado pelo povo de Malta como um sinal de divindade. Lu-

dos

em Atos; compare

não

era

de-

Pegarão

em

serpentes

cas 10:19 pode ter sido considerado figu- radamente, mas pelo compilador de Marcos 16:9-20 aquele versículo deve ter sido lido de maneira bem literal. O ato de beber venenos mortais sem efeitos ne-

gativos não

é mencionado

em

o Novo

Testamento.

Eusébio (lH,

39) atribui

a

Papias (segundo século) a história de que Justo Barsabás bebeu veneno, e este não

co- mo Tiago também prevêem milagres de

cura (Tiago 5:14 e s.), e os doze já haviam experimentado a alegria deste ministério (Mar. 6:13).

lhe causou nenhum

dano. Escritores

Com o versículo

19, compare

Lucas

24:50 e s., inclusive as palavras

acres-

centadas

"e foi elevado

ao céu".

Atos

1:9-11 também apresenta um relato da ascenção. O fato de que Jesus estava à

484

direita de Deus foi confirmado por Estê- vão, o mártir (At. 7:56). Veja também Salmos 110:1 e as suas citações pelos es- critores do Novo Testamento (Mat. 22:

44; Mar. 12:36; Luc. 20:42 e s.; Heb.

1:13).

Eles, pois, saindo, provavelmente o fi- zeram de Jerusalém, pois o autor não

atenção a 16:1- de 95

d.C., diz que os apóstolos "pregaram por todas as partes", depois de receberem segurança, mediante a ressurreição de Jesus e a vinda do Espírito Santo (Carta

aos Coríntios. 42). O fato de que o Senhor

com eles (o tempo do verbo é linear) fazia parte da fé do autor desta reverente adição ao Evangelho. Um término mais curto, que ocorre em alguns poucos manuscritos, é também registrado à margem da edição RSV, in- glesa. Ele é igualmente reverente, e igualmente reflete a fé dos cristãos que compartilhavam da dedicação de Marcos a Jesus Cristo, nosso Senhor. S6

continuamente

prestou quase nenhuma

8. Clemente

de Roma,

em cerca

estava

trabalhando

S6 Tradução desse término mais curto. incluído na versão RSV. em inglês: "Mas eles relataram brevemente

lhes

tinha sido dito. E depois disto, Jesus mesmo enviou,

do leste ao oeste, a sagrada e impe-

a Pedro e aos que estavam

por meio deles,

com ele tudo

o que

recível proclamação da salvação eterna."

10, e não por se terem meramente subme- tido ao batismo cristão.

ausente do

convite de Pedro o apelo para se con- fessar Jesus Cristo como Senhor. Isto

podia ser inferido da declaração do ver-

Encontra-se estranhamente

so

36. E, também, o batismo em nome

de

Jesus Cristo sugere uma fórmula anti-

ga, usada no batismo, que significava

que a pessoa que se submetia ao ritual

havia crido em Cristo.

sante notar que mais tarde Lucas escreve acerca dos que foram batizados em nome do Senhor Jesus (8:16; 19:5). Pedro asseverou, aos seus ouvintes,

que o dom do Espírito, dado por Deus, estava disponível para eles, para os seus filhos e para os que estão longe (dando

a entender futuros descendentes). Ele

continuou o seu testemunho e suas exor-

tações, e concluiu com um apelo, aos

Ê também interes-

judeus,

para

se dissociarem

dos judeus

incrédulos, que eram uma fonte de ma- lignidade. O sermão de Pedro foi muito eficiente. Três mil pessoas foram batiza- das e passaram a fazer parte da comu- nidade. Muitos judeus, de todas as par- tes do mundo, se contavam nesse núme-

ro. Depois da Festa de Pentecostes, eles puderam ir para casa e narrar as boas- notícias que haviam ouvido. Isto pode

explicar a introdução precoce do cristia- nismo em lugares como Roma e o norte

da Âfrica.

Aqueles que cre- não se encami-

nharam para direções diferentes. Sen- tiam a necessidade de mais instrução. Os apóstolos eram capazes de lhes narrar tudo o que sabiam a respeito da vida, atos e ensinos de Jesus. Eles também

continuaram na comunhão. Isto não sig- nificava simples associação com os após- tolos e outros discípulos. Esta palavra tinha um significado peculiar na cristan- dade primitiva. Incluía o fato de terem bens em comum (koina, d. 2:44; 4:32). Comunhão (koinõnia) mais tarde foi en-

tendida, pelos crentes,

do a destruição

- ram e foram batizados

E perseveravam

como significan-

entre ju-

das barreiras

deus e gentios, pois, aos olhos de/I:Jêus, nenhuma pessoa era comum (koinon).

4) Primeiro Relato SumíUio (2:43-47)

43 Em cada alma havia temor, e muitos

prodígios e sinais eram

los. 44 Todos os que criam estavam

tinham tudo em comum. 45 E vendiam

propriedades e bens e os repartiam por to· dos, segundo a necessidade de cada um.

46 E, perseverando unânimes todos os dias

no templo, e partindo o pâo em casa, co-

miam com alegria e singeleza de coração,

47 louvando a Deus, e caindo na graça de

todo o povo. E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos.

Ê característico de Lucas resumir, oca- sionalmente, a situação, da comunidade, em vários estágios de desenvolvimento. Nos versículos 43-47, nos defrontamos com o primeiro desses nove relatos su- mários. O quadro que Lucas pinta a respeito da comunidade judaica cristã, depois dos dias do Pentecostes, é algo idí- lico. Temos o vislumbre de um grupo de pessoas praticando um modo de vida comunitário, realizando sinais e prodí- gios, e se dedicando a adorar a Deus. Todavia, não se passa muito tempo antes que orgulho e preconceitos consigam pe- netrar sorrateiramente nos relaciona- mentos interpessoais da comunidade, descolorindo o retrato de paz e contenta- mento. Prodígios e sinais - Desde o verso 22, deste capítulo, até 15:12, é notório men- cionar-se que prodígios e sinais ocorrem nove vezes. O uso destas duas palavras, feito por Lucas, parece sugerir que ele queria mostrar a semelhança solene entre o início do antigo Israel e a origem do novo Israel. Da mesma forma como pro- dígios e sinais haviam formado parte es- sencial do antigo pacto, também aconte- ceu com a nova aliança de Deus em Cristo. A era messiânica já estava irrom- pendo no presente. O novo dia havia raiado. Prodígios e sinais eram as mani- festações válidas de Deus na inauguração do movimento. Tudo em comum - A comunidade cristã judaica possuía um forte sentimen-

feitos pelos apósto-

unidos e

suas

to de companheirismo.

Estavam ligados

a um Senhor comum. Participavam de uma experiência comum. Levados pela comunhão desse relacionamento íntimo, eles compartilhavam o que tinham. Os crentes vendiam as suas propriedades e contribuíam com o seu resultado para um fundo comum. A distribuição para os necessitados era administrada, a princí- pio, pelos apóstolos, porém, mais tarde, o foi pelos sete (6:1 e ss.). Nos anos recentes, certos eruditos têm tentado mostrar uma semelhança entre os cristãos judeus primitivos e a comuni- dade de Qumran, em sua prática de uma forma comunitãria de vida. Contudo,

devemos nos apressar em indicar que se encontram mais diferenças do que seme- lhanças entre elas. Nos Rolos de Qum- ran, e especialmente no Manual de Dis- ciplina, encontramos que os que se jun- tavam à comunidade eram obrigados a entregar-lhe os seus bens (1QS 1:11-13 e 6:9). O ato de se juntar ao grupo de ascetas era uma questão voluntária, mas a entrega das possessbes era obrigatória. 5 No verso 45, o uso do tempo imperfeito em três verbos nos força a concluir que a venda de propriedades na igreja primiti- va não foi uma ação compulsória, mas, pelo contrário, um ato voluntário, por parte dos membros do grupo. De tempos em tempos eles faziam contribuições, à medida que se apresentava a necessida- de. A repreensão que Ananias mereceu de Pedro, no capítulo 5, confirma ainda mais a voluntariedade do espírito de compartilhamen to. A prática de compartilhar as posses- sões foi muito importante para a vida da comunidade judaico-cristã. Sem uma ex-

pressão dessa natureza,

difícil o movimento sobreviver. Eles re-

partiam

se-

da

gurança econômica -

teria sido muito

a fim

mais

de

ter

o fato

os seus bens

5 Para

das semelhanças

entre Atos e a comunidade

A.

01 the Qumran Scrolls", em Studies lu Luke-Acts, por KeckeMartyn. p. 233-57.

uma

Fitzmyer:

discussão mais profunda

"Jewish

de Qumran,

in

veja Joseph

Acts

in

Light

Christianity

46

necessidade imediata de comida por par- te de alguns. Uma das armas mais im- portantes contra qualquer indivíduo, raça ou nação é o boicote econômico. Os cristãos primitivos sabiam muito bem qual o poder dessa ameaça, e tomaram

precauções contra ela. Sabiam que os seus líderes judeus iriam se opor às suas crenças, e isto podia resultar em toda sorte de pressões econômicas, para fazê- los voltar atrás.

A posse comunitãria

da propriedade

não foi uma prática permanente entre os cristãos primitivos. O engano relativo à

quantidade de propriedade vendida, e a discriminação na distribuição de fundos gradualmente encorajaram a desconti- nuação dessa forma ideal de vida comu-

nal. Mais tarde,

cristãos em Antioquia e através de uma coleta que Paulo levantou entre várias igrejas, como forma de cimentar as rela- ções entre os convertidos judeus e cris- tãos, levantou-se sustento para os neces- sitados em Jerusalém e na Judéia.

no templo, e partindo

o pão - Os cristãos judeus não inter-

romperam as suas ligações com o Tem- plo. Continuaram a observar as horas costumeiras de oração entre os judeus (2:42; 3:1). Eles eram uma comunida-

de que praticava a adoração. Os mem- bros da nova sociedade partilhavam de uma refeição comum. Partindo o pão

é considerado,

como a observância

Questionamos o fato de esta interpreta-

ção ser correta, porque não parece pro- vável que a prática desse ritual fosse diária. Se todos os dias se incluísse no versículo anterior, como no texto Oci- dental, o problema de associar partindo

o pão com a Ceia do Senhor seria mi-

norado. Todas as refeições tinham um signifi- cado sagrado para os judeus. Podemos dizer, com segurança, que todas as refei- ções possuíam um profundo significado religioso para o cristão judeu. Sempre que comiam juntos, as suas refeições,

ouvimos falar que, dos

Perseverando

por alguns comentaristas,

da Ceia do Senhor.

certamente recordavam aquela noite quando Jesus comera a sua última ceia com os discípulos. Os que iam sendo salvos - É possível que Lucas tivesse em mente Jool 2:32 ao encerrar o seu sumário acerca dos acon-

tecimentos do capitulo 2. Os que iam sendo salvos representavam o remanes- cente de Israel que sobreviveria ao fim dos tempos, quando Deus viesse julgar as nações. O poder salvador do Cristo vivo estava se tornando operante, nos corações que criam, pela atividade do Espirito Santo. Lucas considera que, com a adição de mais pessoas à comuni-

dade, gradualmente

nescen te se tornou maior.

o número do rema-

3. Testemunhando

(3:1-4:37)

na Ârea do Templo

Começando no capitulo 3 e indo até o capítulo 5, as nuvens escuras da oposição vão gradualmente se acumulando, e se movem rapidamente contra os cristãos de Jerusalém. Os saduceus tomam a inicia- tiva do movimento de perseguição. A sua

reação antagônica

João

e dos apóstolos,

As curas pelo poder do nome de Je- sus eram evidência clara, para os sadu-

ceus, de que eles não estavam livres de

à

morte. O local de pregação dos apóstolos era desfavorável para os saduceus. Como re- presentantes da classe sacerdotal, a área do Templo era o seu campo de opera- ções, e eles não estavam dispostos a tole- rar a espécie de ensinamentos e prega- ção que eram feitos pelos cristãos judeus.

Jesus, embora

se origina do ministé-

rio de cura

e de ensino de Pedro,

na área do Templo.

o tivessem condenado

1) Pedro Cura um Coxo (3:1-10)

1 Pedro

e João subiam

ao templo

à hora

da oração, a nona. 2 E era carregado um homem, coxo de nascença, o qual oodos os dias punham à porta do templo, chamada Formosa, para pedir esmola aos que entra-

e João, que

iam entrando

nós.

5 E

Pe-

dro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho, isso te dou; em nome de Jesus Crisoo,

o nazareno,

mão direita,

seus pés e artelhos se firmaram

ele um salto, pôs·se em pé. Começou a andar

sal-

tando

ao vê-Io andar e louvar a Deus, 10 reconhe·

cia·o como o mesmo que estivera sentado a pedir esmola à porta Formosa do templo;

e todos ficaram

e entrou

9 Todo o povo,

7 Nisso, oomando-o pela

os 8 e, dando

vamo 3 Ora, vendo ele a Pedro

no templo, pediu que lhe des·

• E Pedro, com João,

Olha para

esperando

sem uma

esmola

fitando os olhos nele, disse:

ele

os olhava

atentamente,

receber deles alguma coisa. 6 Disse-lhe

anda.

o levantou;

imediatamente

com eles no templo,

e louvando

a Deus.

andando,

cheios de pasmo

e assom-

bro, pelo que lhe acontecera.

O capitulo

3 começa

abruptamente,

sem nos dar nenhuma idéia do tempo que se passou entre o incidente do dia de Pentecostes e os eventos subseqüentes.

Repentinamente, Lucas apresenta diante de nós Pedra e João indo ao Templo na hora da oração. Aqui e no capitulo 8, esses dois após-

ser os

Possivel-

mente, João é o filho de Zebedeu, que, juntamente com seu irmão Tiago e Pe- dro, formavam o circulo intimo dos dis- cípulos de Jesus nos Evangelhos. Os três haviam estado com Jesus no monte da

transfiguração e no jardim do Getsêma- ne. No incidente que está diante de nós e em Atos 8:14, João parece desempenhar um papel passivo e subalterno.

da oração - Os judeus nor-

malmente observavam dois períodos, du- rante o dia, para a oração. Os dois eram associados com o sacrifício diário, cha- mado Tamid. De manhã cedo e às 3 horas da tarde, em todos os dias do ano, os sacerdotes sacrificavam um cordeiro como oferta a Deus. Enquanto a car- cassa do animal estava sobre o altar, eles se retiravam para a câmara de pedras lavradas, para a oferta de incenso e a recitação das bênçãos, dos Dez Manda- mentos e da Shema.

Era a essa espécie de ritual que Pedra e João estavam indo ao Templo para

tolos aparecem juntos,

e parecem

líderes oficiais da comunidade.

A hora

47