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Rompendo Amarras

MARCOS SERGIO T. LOPES - 18/02/2007

Mozarms
Inexato e loquaz
Tudo se faz dilacerante
Incessantemente...
Corrosivo!

Nesse revés intrépido


Me humilha e consome
Me seduz com esmero
Para me levar ao desespero depois.
Faz de mim um brinquedo
Prisioneiro sem amarras
E cala meus gritos
E ri na minha cara.

Afasta de mim, ò noite escura


Para que eu não enlouqueça
Para que eu tenha tempo
De curar as feridas
E não tenha que morrer por todos
os dias.
Vá embora e me esqueça
Mas antes, me faça com que te
esqueça!
E aí, somente aí
Eu renasça
Tão frio e loquaz
Como você me faz...
Terei então um "nada" de emoção
Um tudo de um vazio contumaz
Sem ter que guardar no fundo da
garganta
Um resquício sequer de gemido.

Vá embora!
Me deixa em paz!
Para que eu vomite todos os gritos
E cuspa todas as dores afogadas.
Quero deixar de ser eu
Para não ter que me esconder de você
Para cessar todo e qualquer martírio.
Para que eu não enlouqueça
Nessa vontade infinita
Nessa obsessão profunda
Imunda forma de querer!

Música: Evanescense - Bring to my life.