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O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares 1

Metodologias de operacionalização (Parte II)

Acções Futuras: D.1


Tendo por base a sua prática empírica de acompanhamento às BES e/ou o conhecimento
directo da/s BE da Escola/Agrupamento de que é Professor-bibliotecário, e tendo por objectivo
a melhoria dessa/s BE/s, sugira acerca do Subdomínio por que optou, justificando as suas
sugestões:

Duas Coisas que considere que a/s BE/s devessem deixar de fazer;

 Colaborar/participar em acções sem que fique registado.

Com alguma frequência a BE trabalha em colaboração com um departamento/


grupo disciplinar/ docente mas não regista essa colaboração – nem a BE nem o
departamento/grupo/docente o fazem. Isto terá que ser revisto deve desde já e
tornar-se rotineiro o registo de toda e qualquer acção. Para uma correcta e
fundamentada avaliação, como tem sido destacado em toda a bibliografia sobre o
assunto ao longo desta formação, deve, urgentemente, modificar-se esta atitude.

 O PB fazer-se representar em Conselho Pedagógico.

O elemento do CP que tem por função representar a BE, nem sempre estará em
condições de responder plenamente a dúvidas, dar o devido relevo a aspectos
fundamentais, nem defender os interesses da BE com tanta legitimidade e a
devida /correcta fundamentação pois não domina os assuntos com a profundidade
do PB.

Duas Coisas que considere que a/s BE/s devessem continuar a fazer;

 Reforçar a articulação de objectivos e de trabalho com departamentos e


docentes.

Este é um aspecto fundamental do trabalho da BE: a articulação. Só assim se


efectivará um trabalho realmente útil e em proveito da melhoria das
aprendizagens dos alunos.

 Manter um diálogo constante com o director, partilhando dificuldades e


sucessos.

Só com o órgão de gestão plenamente envolvido e informado acerca de tudo que à


BE diz respeito se poderá efectivar um trabalho frutífero. Dar conta das
dificuldades poderá trazer uma ajuda para as ultrapassar. Partilhar os sucessos,
poderá estabelecer /reforçar a confiança no trabalho que está a ser desenvolvido.
Para além de que, este diálogo implicará mais directamente a direcção que se
sentirá também responsável quer pelos sucessos, quer pelas dificuldades sendo
mais solícita aos pedidos do PB, tornando-se numa “aliada”.

5ª Sessão A Formanda: Dina Goreti Jorge Gomes


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Metodologias de operacionalização (Parte II)

Duas Coisas que considere que a/s BE/s devessem começar a fazer.

 Elaborar um plano de marketing que acentue e reforce o valor da BE e as


possibilidades e as mais-valias que faculta.

Só dando visibilidade à BE, às acções por ela desenvolvidas e aos seus


contributos se poderá fomentar nos diversos utilizadores um sentimento de
necessidade. Porque valorizamos mais aquilo que nos faz falta, é de todo
conveniente à BE difundir esse conceito de que ajuda, agiliza, facilita nos
vários domínios de intervenção. Ajuda os alunos nas suas tarefas, facilita-lhes
o acesso a informação, proporciona-lhes momentos de lazer…. Ajuda os
professores em actividades no seu espaço, facilita-lhes, organiza materiais
para sala de aula… Estas acções são apenas exemplos mas que devem ser
devidamente publicitados para que a BE se torne essencial no dia à dia de
alunos e professores.

 Recorrer a diferentes meios e ambientes incluindo aqueles que faculta a WEB


2.0 para promover os recursos da BE e as actividades que realiza (fóruns de
discussão, newsletter, blog, wiki colaborativo, outros).

Este aspecto é essencial e vem reforçar o que foi mencionado no ponto


anterior. É através destes meios que a BE pode lançar a sua “campanha/plano
de marketing”. A divulgação das acções da BE nos vários domínios de
intervenção pode e deve ser feita recorrendo aos mais variados suportes:
jornal da escola, boletim informativo (suportes mais tradicionais) blogue,
animação da disciplina da BE na plataforma moodle do Agrupamento … todos
eles podem e devem coexistir de forma a chegarem a todos os públicos.

5ª Sessão A Formanda: Dina Goreti Jorge Gomes