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NASCI PARA SER REI

Há muitos anos, ouvi a historia do filho do rei Luis XVI, da França. O rei Luis
havia sido destronado e levado à Bastilha. Os revolucionários pegaram o
príncipe, seu filho e o levaram para outro lugar. Eles pensavam que, embora o
jovem fosse o herdeiro do trono, se pudessem destruí-lo moralmente, ele
jamais conheceria o grandioso e notável destino que a vida lhe preparara.
E assim, carregaram-no para uma cidade distante, onde deixaram o rapaz
exposto às coisas mais sórdidas que o mundo podia oferecer. Fizeram com que
desfrutasse de iguarias cujo requinte em pouco tempo o tornaria escravo do
apetite. Os que viviam a seu redor usavam da linguagem mais baixa possível.
Forçaram-no a conviver com mulheres obscenas e depravadas. Expuseram o
rapaz à desonra e desonestidade. Dia e noite ele ficou cercado pelas mais
terríveis circunstâncias, que poderiam arrastar a alma do homem ao pior nível
de degradação possível. O príncipe recebeu este tratamento por mais de seis
meses – mas nem uma só vez cedeu à pressão que lhe impunham. Finalmente,
depois de expô-lo a todo tipo de tentação, seus captores e inquiriram. Por que
se recusara a ceder aos apetites – e não participara de nada que lhe
ofereceram? Eram coisas que lhe dariam prazer, satisfar-lhe-iam os desejos e
estavam todas a seu alcance. O jovem respondeu: ‘Não posso fazer o que me
pedem, pois nasci para ser rei’.
Todos nós nascemos para ser reis no reino de Deus.
Nosso Pai é um rei, e assim como filho do rei esteve exposto às coisas vis e
corruptas desta vida, também nós temos que conviver com a imundície e
degeneração de nossa época. Mas os portadores do Sacerdócio Aarônico e as
moças nasceram para ser reis e rainhas, sacerdotes e sacerdotisas.
(“The King`s Son”, New Era, November de 1975, p. 35)