Anda di halaman 1dari 2

This is a free version,please upgrade and register it,after registration,you can get

more advantages. www.word-pdf-convert.com

Construção de uma Catedral Gótica

A catedral era, seguindo uma visão


hierárquica das igrejas, meramente
uma moradia para bispos e sua
assembleia religiosa. Porém, com o
clima de grande disputa no início do
período gótico, essas catedrais
assumiram grandes proporções se
tornando verdadeiros monumentos.

A construção de uma catedral


gótica formigava com dúzias de
trabalhadores dispostos em turnos de
trabalho e que recebiam por aquilo
que faziam.

Cada construção era


supervisionada por um mestre
construtor e por volta de 30 artesãos
especialistas. Esses especialistas e
alguns de seus mais habilidosos
trabalhadores moviam-se de função
em função aplicando lições
aprendidas e passadas de um a um.

O mestre construtor actuava como


um projectista, um artista e ainda
como um artesão. Com o auxílio de
Construção das abóbadas réguas, compassos, esquadros e
outras poucas ferramentas
geométricas, ele faziam as plantas da
catedral.
A planta básica da catedral gótica pouco
diferia das encontradas em catedrais de
períodos anteriores. Sob a forma de uma
cruz, a catedral se dividia basicamente
em: nave, transeptos, e coro. Na parte
inferior da cruz se situava a nave central
circundada por naves laterais; na faixa
horizontal existiam os transeptos e o
cruzeiro, e na base da nave tinha-se a
fachada principal; existiam ainda torres,
porém de localização variada.

Legenda:

1. Capela Radial
2. Deambulatório
3. Altar
4. Coro
5. Corredores laterais do coro
6. Cruzeiro
7. Transepto
8. Contraforte
9. Nave
10. Nave lateral
11. Fachada, portal.

A fundação das catedrais tinha por volta de 9 metros de profundidade e era


formada por camadas de pedras (blocos de calcário) assentadas com argamassa
cuidadosamente dosada de areia, cal e água sobre a terra argilosa no fundo da
escavação.

Fundação da Catedral
Macaulay, David. Construção de uma Catedral. Martins Fontes, São Paulo, 1988.