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GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 5a série – Volume 2

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1
O MUNDO E SUAS REPRESENTAÇÕES
Para começo de conversa
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1. Resposta pessoal. Porém, é preciso uma ação do professor para um aproveitamento
interessante. Ocorre que é incomum em nossas cidades o uso de mapas. É muito
provável que muitas pessoas passem a vida inteira numa cidade sem conhecer o
mapa desse espaço. Além disso, não há mapas nos espaços públicos nem nos
sistemas de transportes para orientar os percursos, tampouco para localizar pontos
importantes. Sendo assim, dependendo do que acontecer com a proposição inicial,
talvez seja necessário o professor pensar em formas de apresentação desse mapa da
cidade e propor alguns exercícios de localização para que os estudantes se
familiarizem com ele.
2. O interessante nesse exercício que o aluno vai realizar (desenhar um mapa, na
verdade um croqui, pois não é necessário fazer escala, que mostre o percurso da
escola até sua residência) é o professor examinar se o mapa desenhado indica alguma
familiaridade com o mapa da cidade ou se ele é alheio a isso, logo uma criação total
do aluno; verificar também a noção de escala (se ele não dá distâncias maiores para
percursos mais curtos, e distâncias menores no mapa para ruas e avenidas mais
longas); averiguar que referências ele indica para facilitar a locomoção (se são
edifícios marcantes para todos, avenidas importantes ou, então, referências muito
subjetivas, somente perceptíveis para o autor do mapa). Tudo isso são elementos
reveladores da percepção de espaço do estudante, que terminam sendo referências
para a continuidade do trabalho do professor.
3. Aeroportos, estações de trem e estações rodoviárias costumam exibir mapas de suas
localidades. Nesses locais há mesmo balcões de informações turísticas que fornecem
mapas e outros materiais informativos sobre o lugar onde estão situados. Isso porque
quem chega pode estar vindo pela primeira vez e precisa saber o mais rapidamente
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possível se locomover. Os mapas são compreensíveis por todos, mais do que textos,
e é uma obrigação das cidades orientar e receber bem seus visitantes.
4. Um dos elementos importantes da qualidade de uma residência é sua localização.
Bairros bons valorizam as moradias. Os vendedores de imóveis fazem mapas nas
propagandas para valorizar as localizações dos bens que estão vendendo. Por outro
lado, é preciso que o interessado saiba chegar ao imóvel.
5. Resposta pessoal, mas aqui se aplica também o mesmo procedimento do mapa. É
provável que muitos alunos não tenham informações sobre o que é um GPS e o
aparelho deve ser apresentado. Trata-se de um pequeno aparelho que está conectado
a uma rede de satélites e nos dá em qualquer ponto que estivermos qual é a latitude e
a longitude. No aparelho (semelhante a um telefone celular grande) há a
possibilidade de acoplar à sua memória eletrônica mapas de cidades. Assim, quando
acionar o GPS numa cidade é possível ver o ponto em que se está sobre um mapa e,
desse modo, orientar a locomoção.
PESQUISA EM GRUPO
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Após mostrar um exemplo de mapa de um grupo social distante, muito diferente dos
mapas que nos são familiares, pede-se para que os alunos, em grupo, façam mapas
usando recursos semelhantes. Esse exercício não é para se aprender mapas formais e
sim para se vivenciar a experiência da representação, da representação livre sem
exigências formais. É um trabalho criativo e nele os estudantes vão representar
realidades geográficas com materiais inusitados, mas terão de se empenhar na
comunicabilidade dessa representação. É interessante ressaltar que foi improvisando e
usando o que era possível que ao longo da história o ser humano foi registrando e
controlando suas realidades espaciais. No exemplo do mapa de moradores das Ilhas
Marshall é importante destacar que esse mapa ajudava-os na navegação, por mais que
atualmente olhemos e digamos que não é um “mapa bom” ou um “mapa correto”.
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Os mapas estão na moda e há muitas publicações a respeito. Mesmo os livros
didáticos de Geografia que já traziam mapas, multiplicam em suas páginas a presença
de mapas. Não é incomum, inclusive, apresentar a história da Cartografia, mostrando
mapas de povos antigos, de culturas isoladas etc. Por isso, usar livros didáticos é uma
boa medida para fazer a breve pesquisa proposta. Se o acesso à internet for possível, aí
então as referências vão se multiplicar muito. A internet está inundada de mapas, há
sites e sites especializados desde em mapas atuais até em mapas antigos e exóticos.
Leitura e Análise de Imagem
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1. Representam a mesma área com recursos diferentes. Inclusive a escala de ambas as
representações é a mesma.
2. São visíveis as cidades representadas por diversos símbolos conforme seu tamanho.
As menores são bolinhas pretas, as maiores, duas grandes metrópoles, são quadrados
pretos. Também são visíveis as redes de transportes, em especial rodovias. Isso é o
principal.
3. São bem visíveis, estão representadas por quadrados pretos e é possível notar como
as redes de transportes convergem para elas. Trata-se de São Paulo e do Rio de
Janeiro.
4. Na imagem de satélite as duas metrópoles aparecem em áreas bem marcadas por uma
tonalidade do roxo. São Paulo é maior que o Rio de Janeiro, segundo a imagem. Dá
para notar, além das metrópoles, um rio (Rio Paraíba) e diferentes situações
espaciais, ora alternando formações e modificações feitas pelo ser humano.
5. São representações diferentes da mesma área. No mapa, estão selecionados alguns
elementos que se quer mostrar: cidades segundo seus diversos tamanhos, as rodovias
etc. São símbolos, mas esses fenômenos não são assim na vida, mas como símbolos
são mais visíveis no mapa. A imagem de satélite não tem símbolos, é uma fotografia
da terra, é mais difícil interpretar, mas a dimensão dos fenômenos é mais real.
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LIÇÃO DE CASA
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1. O estudante deve fazer uma lista dos mapas encontrados e descrever que função o
mapa exercia na publicação em que ele foi encontrado. O contexto em que o mapa
estava exposto vai ajudar a definir que funções ele possuía. Ele pode, por exemplo,
estar apenas localizando um lugar mencionado numa reportagem; mas ele pode
também estar mostrando quantidades de população de um lugar etc.
2. Essa afirmação faz sentido e para demonstrar vale a pena voltar ao exemplo de
comparação da imagem de satélite com o mapa da região metropolitana de São
Paulo. No mapa escolheu-se representar as estradas, mas decidiu-se não representar,
por exemplo, as redes de fios de eletricidade nem o volume de população que habita
essa localidade coberta pelo mapa. Todo mapa é assim. Sempre uma seleção de
fenômenos. Mesmo aqueles mapas que comumente se pensa que está representando
tudo não conseguem essa façanha. Esse é o caso da denominada carta topográfica.
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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2
ORIENTAÇÃO RELATIVA: A ROSA DOS VENTOS
Para começo de conversa
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1. De fato, a impressão que temos em função das grandezas envolvidas, o tamanho do
planeta e o nosso tamanho (e o tamanho do que é produto da ação humana), parece
realmente que a Terra está parada, que ela é estática. Ela não dá solavancos nem nós
vemos coisas passando em seu movimento. Por isso, aquele arco que vemos do Sol
no Leste, depois sobre nossas cabeças e depois desaparecendo a Oeste nos dá a
impressão do movimento do Sol, quando na verdade é a Terra que está se
movimentando.
2. O movimento aparente do Sol é uma referência que permite identificarmos os pontos
cardeais. Se a janela do lado direito da classe, na posição do aluno, estiver voltada
para onde nasce o Sol esse lado será o Leste; o lado contrário o Oeste; à frente o
Norte; e atrás o Sul.
3. A resposta deve estar vinculada à localidade da escola. O preferível é que haja
referência às cidades próximas, pois é lógico que Manaus está ao Norte de qualquer
cidade do Estado de São Paulo, assim como Porto Alegre está ao Sul. Não há
problema que os alunos consultem mapas. Esse pode parecer um exercício muito
fácil, mas surpresas podem aparecer. Ele serve para sedimentar a familiaridade com
os pontos cardeais, para que o aluno não leve para frente nenhum desconhecimento a
respeito.
Leitura e Análise de Imagem
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1. Esse movimento é aparente, como sabemos. Mas neste momento não importa essa
questão. E sim que o Sol fica em diversas posições durante o dia. Não é possível
permitir que o aluno fique sem essa percepção, que nem sempre é óbvia e precisa ser
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estimulada. Por vezes não se insiste com isso, porque se entende que
espontaneamente todos têm essa percepção. Isso é um engano.
2. É interessante que o professor estimule essa observação e que o aluno, ao notar onde
o Sol nasce, indique uma referência que possa ser reconhecida por todos. Por
exemplo: o Sol nasce do lado direito da escola, na direção do “Morro tal”. Isso vai
permitir verificar se todos da classe estão percebendo da mesma maneira. Do mesmo
modo, com o ponto onde o Sol se põe.
3. É uma aparência. Isso deve ser demonstrado ao estudante. Mas, não é possível
demonstrar se ele não perceber que o Sol muda de posição. A discussão sobre o que
se movimenta para essa mudança de posição vem em segundo lugar. É
impressionante o número de estudantes que chegam ao ensino superior (em especial
no sistema privado) sem as noções dos movimentos do planeta Terra.
Leitura e Análise de Imagem
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1. Trata-se do movimento da Terra em torno de seu próprio eixo. O movimento de
rotação.
2. Sem dúvida há uma relação direta. A Terra girando sobre seu próprio eixo fica numa
parte das 24 horas que dura essa rotação de frente para o Sol e noutra parte de costas,
e aí será noite. Quando começar a ficar de frente para o Sol (a visão que temos do Sol
nascendo) estará começando o dia.
3. Os polos Sul e Norte e as posições Leste e Oeste.
4. Trata-se do movimento da Terra em torno do Sol. O movimento de translação que
leva 365 dias e algumas horas.
5. Trata-se de um movimento anti-horário (ao contrário do movimento dos ponteiros de
um relógio), o que é perceptível pelas setinhas desenhadas no percurso da Terra.
Mostra também que a Terra se movimenta em torno do Sol, com seu eixo inclinado.
Assim, nas diversas posições num momento o Hemisfério Sul é que está mais
exposto ao Sol e noutro é o Hemisfério Norte.
6. Essas diversas posições durante o ano da Terra em relação ao Sol explicam as
diferentes intensidades da chegada de energia calorífera nos dois hemisférios
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latitudinais da Terra (o Sul e o Norte). A distribuição diferenciada dessa energia
implicará no que chamamos estações do ano. Note na figura que na posição do dia 21
de junho a Terra está com o Hemisfério Norte projetado em direção ao Sol, o que vai
fazer com que os ângulos dos raios solares estejam mais próximos de 90º, e isso
significa mais energia calorífera. Por isso é verão naquele hemisfério e inverno no
Hemisfério Sul, que nesse momento está menos projetado em relação ao Sol e os
raios solares chegam num ângulo mais inclinado. Isso vai significar menos energia
calorífera. Com essa mesma lógica explica-se as outras estações do ano.
7. Esse exercício do presente para o passado é muito interessante. Na verdade, é um
exercício de reconhecimento do outro que contribui para o desenvolvimento de uma
competência muito importante: o compreender. Compreender é colocar-se no lugar
do outro e tentar pensar como o outro pensa, ou como o outro pode pensar. Nesse
caso vale alertar os estudantes sobre o que as crianças no mundo antigo podiam
saber. Ninguém havia visto o globo terrestre, não havia computador, nem televisão,
nem imprensa com fotos e ilustrações. O que se sabia, o que se interpretava dependia
de observação direta, de olhar a natureza ao vivo. É essa criança que receberá a carta.
Logo, para convencê-la sobre o fato que o movimento do Sol é apenas aparente é
preciso empregar estratégias próprias. Somente o fato de o estudante ter isso em
mente, e se obrigar a fazer raciocínios específicos para a situação, já é de extrema
valia e justifica o exercício.
Leitura e Análise de Imagem
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Um bom nome para a Figura que representa os pontos colaterais é Rosa dos Ventos,
como tradicionalmente é conhecida essa figura. Nela se representam os pontos cardeais
e os pontos colaterais (intermediários entre os cardeais, que quer dizer: principais).
1. Com o braço direito estendido em direção à nascente do Sol chega-se ao Leste, logo o
braço esquerdo indica o Oeste.
2. Na frente o Norte e atrás o Sul se na direita estiver o Leste e na esquerda o Oeste.
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3.
Entre o Norte (N) e o Leste (E Nordeste (NE)
Entre o Sul (S) e o Oeste (O) Sudoeste (SO)
Entre o Norte (N) e o Oeste (O) Noroeste (NO)
Entre o Sul (S) e o Leste (E) Sudeste (SE)
4. Esse aparelho é a bússola. Ele está para o espaço assim como o relógio está para o
tempo.
LIÇÃO DE CASA
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É relativamente simples construir uma bússola em casa. A maior dificuldade está em
encontrar um ímã. São pequenos objetos naturais ou artificiais que têm a propriedade de
magnetismo, quer dizer: de atrair materiais ferrosos. O professor de Ciências pode
ajudar a localizar, pois é comum nessa disciplina se propor experiências com o
magnetismo.
O interessante é que ao esfregar uma agulha no ímã, as propriedades magnéticas
passarão para a agulha e é a isto que se quer chegar. Uma agulha imantada, elementochave
para a construção da bússola.
Ocorre que na Terra há um acúmulo de materiais magnéticos mais ou menos no
Norte (Norte magnético) e uma agulha imantada sempre se dirigirá sozinha para essa
direção, desde que ela não esteja presa, e sim livre como está proposto no exercício. Ela
está flutuando sobre uma rolha bem leve.
Esse tipo de experiência é relevante para o estudante, pois concretiza uma
explicação, não lhe deixa dúvida, o que nem sempre é possível com os outros
conteúdos.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 5a série – Volume 2
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5. Até agora os pontos cardeais foram encontrados, nas proposições anteriores,
utilizando a posição onde o Sol nasce (Leste) e daí deduziu-se o Oeste, o Norte e o
Sul. Agora essa localização será feita com um aparelho. Ela poderá ser feita à noite,
por exemplo. Este momento aplicativo é chave para a concretização dessa parte do
conteúdo.
VOCÊ APRENDEU?
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1. Alternativa d. De fato a Terra está em movimento, são vários tipos, sendo os
principais o de Rotação (em torno de seu próprio eixo, com duração de 24 horas) e o
de Translação, que se dá em torno do Sol. Devido ao tamanho da Terra e nossa
proporção em relação a ela não há como sentirmos esses movimentos. A nossa
impressão é a de que a Terra está parada.
2. Rotação: duração 24 horas, se dá em torno de seu próprio eixo e é responsável pelos
dias e pelas noites. Todos os outros planetas do Sistema Solar estão em rotação, as
velocidades são diferentes, mas é esse movimento o responsável pela forma
arredondada dos planetas, inclusive da Terra. Translação: duração 365 dias. É uma
trajetória da Terra em torno do Sol, e nesse percurso a Terra expõe diferentemente
seus hemisférios em relação ao Sol, o que resulta nas diferentes estações do ano.
Aprendendo a Aprender
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1. Iguape está ao NORTE de Cananeia e a(o) SUL de Registro
2. Marília está a(o) NORTE de Assis e ao SUL de São José do Rio Preto.
3. São José dos Campos está a NORDESTE de São Paulo e a SUDESTE de Moji-
Mirim.
4. Fernandópolis e Ituverava estão situadas ao NORTE do Estado de São Paulo
5. Teodoro Sampaio situa-se a OESTE do Estado de São Paulo.
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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3
AS COORDENADAS GEOGRÁFICAS
PESQUISA EM GRUPO
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1. Não, essa informação não é suficiente porque quando se indica um ponto cardeal ou
um colateral é preciso dar uma referência. Norte em relação a que ponto, a que
cidade? Uma mesma cidade pode estar ao Norte de uma cidade qualquer e ao Sul de
outra.
2. Norte em relação ao quê?
3. É sempre necessário usar outros pontos de referência para melhor localizar um ponto
num espaço. Nenhum ponto é o Norte absoluto (a não ser o núcleo do Polo Norte).
Todo Norte será Norte em relação a outro ponto que estará ao Sul.
Leitura e Análise de Imagem
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1. A Figura é clara. A Terra é esférica e o navio no horizonte de um oceano vai
desaparecer de nossas vistas, mesmo que estejamos usando binóculos, em razão da
curvatura do Planeta. Aliás, essa é uma das formas indiretas que nos faz perceber a
curvatura da Terra.
2. Sem dúvida. O que pode ser observado na Figura indica que a Terra é redonda.
Leitura e Análise de Imagem
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1. Essa linha é o Equador. A palavra vem de equalis, que quer dizer igual. O Equador
corta a Terra em duas metades iguais.
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2. A metade “de cima” é o Hemisfério Norte, e a metade “de baixo” é o Hemisfério Sul.
3. Temos dois tipos de coordenadas geográficas: meridianos, perpendiculares ao
Equador, e paralelos (que como o nome diz, estão paralelas ao Equador)
4. O exercício de colorir deve ser rápido. Trata-se de um recurso a ser usado só uma
vez. O objetivo é a familiarização com o hemisfério Norte e com o hemisfério Sul.
5. Nesse último globo não estão todas as coordenadas geográficas. Estão apenas os
paralelos. O Equador é um dos paralelos.
6. Esses números indicam a posição do paralelo no interior da circunferência que
representa a Terra. Uma circunferência possui 180º (esse o pequeno representa a
medida em grau). Com a linha do Equador dividindo a circunferência em duas
metades iguais temos 90º Sul e 90º Norte.
7. Para posicionar corretamente os paralelos indicados será útil o estudante usar um
objeto que faz parte do material escolar e que serve para medir os graus: o
transferidor.
8. Em relação à primeira figura a diferença está no fato de que a grade de coordenadas
não está completa. Faltam os paralelos, logo só estão representados os meridianos. A
segunda figura representava apenas os paralelos e a terceira representa apenas os
meridianos.
9. Os meridianos são assinalados na esfera que representa o globo terrestre também com
graus. Diferentemente da marcação dos paralelos, que se dá na circunferência que
tem no total 180º, os meridianos são marcados numa esfera que tem 360º. Há
também um meridiano escolhido na circunferência que a dividirá em duas metades.
Trata-se do Meridiano de Greenwich, que é o meridiano 0o. Ao Leste (à direita) tem
180º e à esquerda (a Oeste) tem mais 180º. Isso explica os números e o uso das
iniciais dos pontos cardeais.
10. Para acrescentar mais duas linhas de meridiano na posição correta pode-se usar
também o transferidor.
11. Essa área é chamada de Hemisfério Oeste ou Ocidental (tecnicamente), e
popularmente de Ocidente.
12. Preenchendo os vazios do quadro:
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Direção no globo terrestre Coordenada
geográfica
localiza
Na metade – leste a oeste Greenwich Hemisférios Oriental e
Ocidental
Na metade – norte sul Equador Hemisférios Sul e Norte
Paralelos ao Equador Paralelos Latitudes
Perpendiculares ao Equador Meridianos Longitudes
PESQUISA EM GRUPO
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1. Nesse ponto localiza-se o município Delmiro Gouvêa, no Estado de Alagoas.
2. Macapá, capital do Estado do Amapá.
3. A cidade de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, está relativamente próxima
desse ponto.
Leitura e Análise de Imagem
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1. A Latitude é uma medida em graus obtida por paralelos traçados numa circunferência
que representa a Terra. Os paralelos vão de 0o a 90º em direção ao Sul e de 0o a 90º
em direção ao Norte. Cada paralelo é uma Latitude Sul ou Norte.
2. O movimento de rotação permite determinar as longitudes. E isso não é difícil
explicar.
3. Para que a Terra complete o movimento de rotação partindo do ponto A e retornando
até ele, são necessárias 24 horas (duração do dia).
4. Para girar 15º a Terra leva uma hora em seu movimento de rotação, a 15º de um
ponto qualquer a Leste será uma hora mais. Por exemplo, se for 8 horas nesse ponto,
15º a Leste já será 9 horas. E 15º a Oeste será 7 horas.
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5. Decidiu-se por um ponto para ser a referência para a medição das diversas horas da
Terra num mesmo momento e também para a medida das longitudes. Esse ponto de
referência é o Meridiano de Greenwich na Inglaterra. O meridiano 0o, a longitude 0o.
A partir desse ponto se estabelece os fusos horários.
LIÇÃO DE CASA
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1. Em direção ao Leste as horas estão adiantadas em relação a Greenwich.
2. Em direção ao Oeste as horas estão atrasadas em relação a Greenwich.
3. Se a diferença em relação a Greenwich for de uma hora, isso corresponde a 15º de
diferença de longitude.
4. Cálculo das horas da Copa do Mundo.
a) Em Londres, na Inglaterra o jogo será assistido às 17 horas.
b) Em Nairobi, no Quênia, às 19 horas.
c) Na Cidade do México será às 10 horas da manhã.
d) Em Sidney, na Austrália, será às 4 horas da manhã.
e) Em Los Angeles, nos EUA, será às 9 horas da manhã.
Observação: De acordo com a Lei nº 11.662, de 24 de abril de 2008, a partir da zero
hora de 24 de junho de 2008 vigoram no Brasil três fusos horários. Assim, estamos
providenciando a substituição do mapa desta atividade que ainda apresenta o Brasil
com quatro fusos horários, a fim de garantir informação atualizada aos alunos da
rede pública de ensino.
No entanto, ainda não dispomos, para publicação, de um mapa-múndi com os fusos
horários brasileiros atualizados. Assim que obtivermos o mapa atualizado, ele será
publicado na Arquivoteca.
5. Definir qual a Longitude desse ponto, mas também a sua Latitude. Cruzando esses
dois elementos chega-se à posição exata de um ponto qualquer.
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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4
OS ATRIBUTOS DOS MAPAS
Aprendendo a Aprender
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1. Não é sempre assim. Essas cores (o azul e o verde) são usadas em mapas para várias
finalidades. Não são exclusivas para representar as águas e a vegetação.
2. Os denominados mapas políticos representam, especialmente, fenômenos humanos
como cidades, estradas etc. Enquanto isso, os mapas físicos representam fenômenos
naturais como rede de rios, altitudes dos terrenos, distribuição das formações
vegetais etc.
3. Com uma escala de cores. Cada cor representa uma altitude e isso pode ser
consultado na legenda.
4. Um mapa de São Paulo dentro do mapa do Brasil pode possuir menos detalhes que
um mapa isolado de São Paulo. Existem mapas maiores e mapas menores de um
mesmo local, e essa variação chama-se escala cartográfica.
Leitura e Análise de Imagem
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1. Estão representados os Estados brasileiros. Isso é perceptível porque para cada
Estado há uma cor e pelos traços que delimitam um Estado do outro. Essa
delimitação e o fato de existirem Estados é um fenômeno humano.
2. Por intermédio de cores. Fica nítido neste caso não somente a posição diferente
desses dois Estados no mapa do Brasil, mas também a diferença de tamanho entre
eles.
3. Por exemplo: aparece a malha constituída pelos principais rios do Brasil.
4. Os principais elementos representados são fenômenos humanos: divisão dos Estados
e das principais cidades do Brasil.
5. Mapa Político do Brasil
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 5a série – Volume 2
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6. Não há mais divisão marcando a existência de Estados nem indicação de cidades. As
cores assinalam os terrenos segundo as altitudes, o que pode ser observado na
legenda. É importante notar que as zonas verdes correspondem a certa altitude (entre
as mais baixas) e não a zonas de florestas. Do amarelo para o marrom são terrenos
altos e não terras sem vegetação. Aparece também uma densa malha de rios: a rede
hidrográfica.
7. Por cores diferentes se destacaram os terrenos de diversas altitudes médias. Mas só é
possível identificar quais as áreas mais altas e as mais baixas observando a legenda, o
que é um problema nesse mapa.
8. A cor verde não representa florestas e sim uma determinada altitude (que está entre
as mais baixas). Isso demonstra que nos mapas existentes as cores têm um uso
diverso e nenhuma cor tem um uso exclusivo. Nem mesmo o azul para a água.
9. São elementos da natureza: altitude e malha de rios. Logo, nesse mapa predominam
fenômenos naturais.
10. Mapa Físico do Brasil.
11. No primeiro mapa foram utilizados símbolos para representar as cidades. Na
legenda é possível ver que a bolinha com um ponto preto e um círculo representa as
capitais e a bolinha preta outras cidades.
12. A capital ,que é Rio Branco, e as cidades de Cruzeiro do Sul e de Assis Brasil.
13. Foram utilizados os recursos da cor. A escala de cor empregada vai de um verde
escuro (altitude mais baixa) até um marrom escuro (a altitude mais elevada). Essa
escala compõe a linguagem do mapa.
14. Com esse recurso ficamos sabendo onde as terras são mais altas (altitude média).
Elas ficam em todas as áreas assinaladas com marrom escuro. Mas o mapa faz uso
também de pequenos símbolos que não aparecem na legenda que indicam os picos
mais altos: o mais alto fica ao Norte do Brasil e é conhecido como Pico da Neblina,
com 3 014 metros.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 5a série – Volume 2
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Leitura e Análise de Imagens
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1. Sim, a região metropolitana de São Paulo está representada nos dois mapas, mas
apenas no segundo (Região Metropolitana de São Paulo) constam os municípios que
a compõem.
2. O segundo mapa, Região Metropolitana de São Paulo, pois nesse o território da área
em questão foi menos reduzido.
3. O primeiro mapa seria o mais adequado (Brasil: regiões metropolitanas). Ele possui
escala menor, quer dizer foi mais reduzido, mas com isso permite visualizar as
regiões metropolitanas na extensão do Brasil.
4. Não, não seria possível. A escala do mapa Brasil: regiões metropolitanas é pequena
demais para representar esse tipo de detalhe.
5. Porque somente num mapa dessa escala é possível registrar detalhes dessa extensão.
LIÇÃO DE CASA
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1. A resposta vai depender da escala gráfica do mapa escolhido.
2. Alternativa e. 6 centímetros x 50 quilômetros, que é o valor de cada intervalo da
escala gráfica.
3. O título nos indica o tema que será tratado no mapa. Por exemplo: Distribuição da
População do Brasil; Rede Hidrográfica do Brasil etc. A legenda apoia a linguagem
do mapa. Ela traduz o que os símbolos e as cores utilizados significam. Embora
necessários, não são os elementos mais importantes dos mapas. O mais importante é
o mapa em si, que é o visual propriamente dito.
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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 5
A CARTOGRAFIA TEMÁTICA
Aprendendo a Aprender
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1. A resposta é pessoal e depende do material pesquisado. Porém, é provável que se
encontrem mapas nas duas situações.
2. Os mapas que pretendem representar tudo o que existe na superfície terrestre (o que
não se consegue) são as cartas topográficas.
3. Os que representam apenas 1 ou 2 fenômenos são os temáticos. Cada fenômeno é um
tema.
4. Atualmente, é cada vez mais comum mapas que mostrem fluxos. Por exemplo, onde
se produz petróleo e para onde ele vai ser processado e consumido (e também em que
quantidade vai). Esse é um tipo de mapa temático e a representação é chamada
representação dinâmica (mostra movimentos).
5. Depende dos mapas encontrados. Em geral se representa os locais de produção com
símbolos que remetem a fábricas, usinas, centros de extração etc. A legenda nesse
caso indica e traduz a simbologia.
PESQUISA EM GRUPO
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1. É provável que a esta altura os estudantes não tenham dificuldades para identificar e
selecionar esses mapas temáticos e classificá-los segundo os grupos de fenômenos
naturais e humanos.
2.
a) Em geral, os mapas têm indicação da escala cartográfica. Mas, nem sempre é
necessário isso em função de uma série de detalhes técnicos da cartografia, área que
estuda e produz mapas.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 5a série – Volume 2
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b) Depende dos mapas pesquisados.
c) Depende do que foi pesquisado, mas de um modo geral os mapas são muito
reduzidos, visto que predominam mapas do mundo, mapas do Brasil e dos Estados
em nossa cultura escolar. E para representar vastos territórios os mapas devem ser
muito reduzidos.
d) Depende do material pesquisado. É importante exercitar esse olhar para a
qualidade das representações e isso deve começar cedo.
e) Encontrados os mapas que representam fenômenos naturais é importante o aluno
listar os recursos de linguagem que foram empregados para a representação: cores,
símbolos etc. Mas é melhor fazer a observação antes de olhar as legendas.
f) Depende dos mapas pesquisados. No mais, os mesmos comentários da proposta
anterior se aplicam aqui.
Leitura e Análise de Imagem
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1. Representa quais os países que fabricam e compram armas de destruição massiva,
como armamentos nucleares e armas químicas. Nota-se que apenas alguns países
possuem armamentos nucleares. Algo que também chama a atenção é o número de
países africanos que compram essas armas, o que indica a gravidade das relações
naquele continente.
2. Sim, esse é um mapa qualitativo, pois sua intenção é mostrar diversos tipos de armas
(e o faz utilizando cores e símbolos) e como eles estão proliferando geograficamente.
Diferencia as coisas, mostra qualidades diferentes de ocorrência.
3. Trata-se um mapa-múndi sobre o qual foram aplicados círculos de diversos
tamanhos. Nota-se uma maior concentração desses círculos em certas áreas,
enquanto em outras há maior dispersão, por exemplo, na América do Sul. Fica muito
evidente onde se compra mais armas. Os círculos maiores representam compradores
maiores de armas. A relação é direta.
4. Sem dúvida, esse é um mapa quantitativo, visto que mostra por intermédio dos
círculos proporcionais (que podem ser quantificados exatamente recorrendo-se ao
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 5a série – Volume 2
19
ábaco – legenda de mapa quantitativo) as quantidades de armas que estão sendo
compradas, e onde estão sendo adquiridas.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 6a série – Volume 2
1
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1
AGRUPAMENTO REGIONAL DAS UNIDADES FEDERADAS
Leitura e Análise de Mapa
Página 3
1. A escala monocromática é aquela que apresenta diferentes tons de uma mesma cor.
Na imagem, são apresentados, por exemplo, sete tons de uma única cor, organizados
em uma gradação, do mais escuro (esquerda) ao mais claro (direita).
No caso específico do mapa, a escala monocromática foi escolhida porque se trata da
representação de uma única variável: o IDH. Neste caso, as tonalidades mais claras
estão associadas aos menores índices, e as mais escuras aos maiores.
Como já apontado no Caderno do Professor, a escolha intencional da escala
monocromática em tons de azul para a elaboração dos mapas pode ser aproveitada
para salientar junto aos alunos o fato de que nem sempre, na cartografia, essa cor é
utilizada para a representação de superfícies aquáticas. No entanto, em função de
variações na impressão, é possível que alguns dos mapas do Caderno do Aluno não
saiam exatamente em tons de azul. Assim, professor, esteja atento à escala cromática
dos mapas presentes nos Cadernos da sua turma para fazer a exploração adequada a
respeito do papel da cor na cartografia.
2. Com exceção do Distrito Federal, os melhores índices estão concentrados no Sul e
Sudeste; os piores índices estão no Nordeste, especialmente no Maranhão, no Piauí,
na Paraíba, em Sergipe e em Alagoas.
3. Com base no mapa, podemos agrupar os Estados brasileiros em quatro grandes
grupos contíguos. O primeiro é composto por Rio Grande do Sul, Santa Catarina,
Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. No segundo entram Mato Grosso, Mato Grosso
do Sul, Goiás, Minas Gerais e Espírito Santo. No terceiro, Amazonas, Roraima,
Rondônia, Pará e Tocantins. Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará
também podem ser agrupados. Dessa forma, ficariam isolados o Acre, o Amapá, o
Distrito Federal e os Estados com pior índice de IDH: Maranhão e Piauí, Paraíba,
Sergipe e Alagoas.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 6a série – Volume 2
2
4. Espera-se que os alunos percebam o contraste existente em Minas Gerais. Enquanto
os municípios do Triângulo Mineiro estão mais próximos da realidade paulista em
termos de desenvolvimento humano, os municípios do norte estão mais próximos da
realidade nordestina.
LIÇÃO DE CASA
Página 3
1. Em relação aos municípios de Pernambuco, os municípios de Minas Gerais, em
especial aqueles localizados na porção central e sul, apresentam índices mais
elevados de IDH.
2. No mapa de Pernambuco, a situação do Recife é uma das melhores do Estado.
Porém, no mapa do Recife, observa-se que a desigualdade em termos de
desenvolvimento humano também ocorre no interior do município.
3. De acordo com a escala utilizada na representação cartográfica, podemos visualizar
aspectos diferentes de um mesmo fenômeno. No mapa de Brasil, Pernambuco figura
no grupo dos Estados que apresentam níveis relativamente baixos de IDH. No mapa
de Pernambuco, Recife integra o grupo de municípios de maior IDH. Finalmente, no
mapa do Recife, percebe-se que existem um forte contraste de intraurbano em termos
de desenvolvimento humano.
ROTEIRO DE EXPERIMENTAÇÃO
Página 7
Espera-se que os alunos, ao formarem os agrupamentos das unidades federadas,
percebam a existência de intervalos entre os dados. Os mapas temáticos elaborados
pelos alunos devem conter os elementos cartográficos básicos: escala, legenda, título e
fonte.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 6a série – Volume 2
3
Desafio!
Página 15
Resposta pessoal, que deverá ser debatida com os colegas. O mais importante
neste momento é que os alunos se sintam motivados para apresentar seus próprios
procedimentos de agrupamento, exercitando seu poder de argumentação. Sugerimos que
o agrupamento seja feito entre os Estados vizinhos, formando um espaço regional
contíguo, tal como ocorre na proposta de regionalização apresentada no Caderno do
Professor.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 6a série – Volume 2
4
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2
REGIONALIZAÇÃO NO TEMPO E NO ESPAÇO
Leitura e Análise de Mapa
Página 17
Modelo do quadro comparativo com possíveis respostas dos alunos
Divisão regional Semelhanças com a
atual
Diferenças em relação à atual
Élisée Reclus (1893) Estabelece como limite das
regiões as fronteiras dos
Estados.
Apresenta um número maior de
regiões.
Insere São Paulo na região Sul.
Critério de divisão com base na
geografia física.
Delgado de
Carvalho (1913)
Estabelece como limite das
regiões as fronteiras dos
Estados.
Mesmo número de regiões.
Critério de divisão com base na
geografia física.
Insere São Paulo na região Sul e
cria a região Leste com Rio de
Janeiro, Espírito Santo, Minas
Gerais, Bahia e Sergipe.
Conselho Técnico de
Economia e
Finanças (1939)
Estabelece como limite das
regiões as fronteiras dos
Estados.
Mesmo número de regiões.
Critério de divisão com
base na geografia humana.
Estabelece uma região
Sudeste e uma região Sul
iguais aos limites atuais.
Insere Maranhão e Piauí na região
Norte.
Conselho Nacional
de Geografia (1941)
Estabelece como limite das
regiões as fronteiras dos
Estados.
Mesmo número de regiões.
São Paulo faz parte da região Sul.
Estabelece uma região Leste com
Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Rio de
Janeiro e Espírito Santo.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 6a série – Volume 2
5
Desafio!
Página 21
• Espera-se que os alunos identifiquem alguns aspectos ambientais semelhantes
entre São Paulo e as unidades federadas do sul, como uma faixa do território com
clima subtropical, predomínio do planalto ocidental e da bacia hidrográfica do Rio
Paraná.
• A formação da região Leste com Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo,
Bahia e Sergipe, com base no conceito de região natural, poderá ser relacionada com
as bacias de drenagem secundárias do litoral brasileiro e com a bacia do São
Francisco.
LIÇÃO DE CASA
Página 21
1. Do ponto de vista das características da vegetação e da hidrografia, o Tocantins é
mais semelhante a Goiás do que ao Pará.
2. Tocantins está conectado por meio de rodovias a Goiás e ao Pará, embora o acesso
mais fácil seja a partir de Goiás.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 6a série – Volume 2
6
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3
OUTRAS FORMAS DE REGIONALIZAÇÃO
PESQUISA INDIVIDUAL
Página 23
Com base nos dados levantados nas entrevistas, os alunos poderiam apresentar os
resultados em sala de aula. A discussão sobre esses relatos pretende chamar a atenção
dos estudantes para as causas e as consequências dos fluxos migratórios para São Paulo
que ocorreram nas últimas décadas.
LIÇÃO DE CASA
Página 24
Para se imaginar na posição de um migrante, os alunos deverão se inspirar nas
entrevistas e aprofundar suas reflexões sobre o significado social, econômico e afetivo
das migrações internas.
PESQUISA EM GRUPO
Página 25
Os alunos devem ser orientados sobre os sistemas de transportes utilizados nos
percursos indicados. Em todos os casos, o grande destaque é o transporte rodoviário,
mas espera-se que os alunos identifiquem as diferenças entre os meios utilizados para o
transporte de mercadorias (soja e madeira) e de trabalhadores.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 6a série – Volume 2
7
PESQUISA INDIVIDUAL
Página 26
• Os dois portos marítimos mais importantes para exportações de mercadorias do
Brasil são os portos de Santos (SP) e de Tubarão (ES), localizados na chamada
Região Concentrada.
• Os dois maiores aeroportos do país são o Aeroporto André Franco Montoro, em
Guarulhos (SP), e Antonio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro (RJ), localizados na
chamada Região Concentrada.
• São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais são os três Estados brasileiros que
apresentam maior concentração industrial. Eles estão localizados na chamada Região
Concentrada.
• São Paulo e Rio de Janeiro são as cidades brasileiras que possuem como área de
atração todo o território nacional. Ambas estão localizadas na chamada Região
Concentrada.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 6a série – Volume 2
8
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4
VISÃO REGIONAL
Leitura e Análise de Texto
Página 28
1. Porque o autor acredita no valor do caráter e da sabedoria deste povo, muitas vezes
desconsiderado pelos governantes.
2. Para ele, o Brasil não é apenas o que acontece no litoral e nos Estados do Sul e
Sudeste do país. É preciso valorizar os brasileiros de todas as regiões, inclusive
aqueles que vivem em áreas economicamente menos prósperas. Espera-se que os
alunos interpretem a letra considerando seus conhecimentos a respeito da formação
territorial do país, organizado para atender os interesses da metrópole portuguesa e,
por isso, concentrando as atividades econômicas na zona litorânea, “de costas” para o
interior. Alguns alunos poderão fazer referência a isso a partir da metáfora utilizada
pelo autor do encontro das águas do rio com o mar.
3. Os alunos deverão identificar as regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul e pintar os
Estados do Pará, do Amazonas, da Paraíba, do Piauí e de Minas Gerais.
LIÇÃO DE CASA
Página 30
1. A cidade de Sobral está localizada no noroeste do Estado do Ceará.
2. Sobral está relativamente próxima às cidades de Tianguá e Acaraú, e nas margens da
rodovia liga a capital do Estado, Fortaleza, com a capital do Piauí, Teresina.
3. Em Sobral, a pecuária extensiva e as práticas extrativistas destacam-se como
atividades predominantes.
4. Resposta Pessoal. Mas seria interessante que os alunos abordassem as possíveis
diferenças entre o seu cotidiano e o cotidiano dos estudantes de sobral.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 6a série – Volume 2
9
VOCÊ APRENDEU?
Página 31
1.
a) Maranhão.
b) Tocantins.
c) Minas Gerais.
d) Goiás.
2. Porque nesta região estão concentradas as atividades produtivas mais dinâmicas, os
principais aeroportos e as cidades que exercem influência no conjunto do território
nacional.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 7a série – Volume 2
1
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1
AS FONTES E AS FORMAS DE ENERGIA: A FONTE
ENERGÉTICA DA VIDA
Para começo de conversa
Página 3
• Os alunos deverão observar que, a partir de determinado momento, apareceram
bolhas de ar dentro do funil.
• Como a formação de bolhas ocorreu após o contato da planta com a luz da
lâmpada, espera-se que os alunos associem este fenômeno com o processo de
fotossíntese, que resulta na liberação de oxigênio.
• O bicarbonato de sódio é usado como fonte de gás carbônico.
• No caso de uma mudança da posição da luz que implicasse em diminuição da
iluminação, espera-se que ocorra menor formação de bolhas, ou seja, de oxigênio.
• O “sequestro” de carbono é a diminuição da concentração deste gás na
atmosfera, que ocorre quando ele é consumido pelas formações vegetais em
crescimento. No experimento, a Elodea sp “sequestrou” gás carbônico do
bicarbonato de sódio.
• A fotossíntese fornece as substâncias e a energia que as plantas precisam para
crescer. Porém, as diferenças de iluminação que ocorrem na superfície da Terra
interferem na fotossíntese. As formações vegetais mais produtivas em termos de
biomassa são aquelas mais iluminadas, tais como os mangues tropicais e as florestas
equatoriais.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 7a série – Volume 2
2
Leitura e Análise de Gráfico
Página 5
1. De maneira geral, as zonas mais iluminadas (tropicais) são mais produtivas em
termos de biomassa, enquanto as zonas menos iluminadas apresentam menos
produtividade. Porém, para o desenvolvimento das plantas também é fundamental a
disponibilidade de água. Dessa forma, um ambiente poderá estar localizado na zona
tropical, mas não ser muito produtivo em termos de desenvolvimento de biomassa,
como se verifica nos desertos e nas savanas.
2. Os ambientes costeiros (recifes, camadas de algas e estuários) são bem mais
produtivos que os oceanos abertos, sendo portanto fundamentais para a sobrevivência
das cadeias alimentares que vivem nos oceanos.
Leitura e Análise de Diagrama
Página 7
Resposta aberta. Porém, é esperado que os alunos percebam que a intervenção
humana no ciclo do nitrogênio, principalmente com a introdução de fertilizantes
artificiais, provoca profundas alterações no ambiente, tais como a poluição do solo, do
ar e dos recursos hídricos.
LIÇÃO DE CASA
Página 8
Resposta aberta. Porém, é esperado que os alunos indiquem os elementos carbono,
terra, seres vivos, ar, água, rochas e os processos fotossíntese, queimadas de florestas,
erupção vulcânica, respiração dos seres vivos.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 7a série – Volume 2
3
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2
MATRIZES ENERGÉTICAS: DA LENHA AO ÁTOMO
Leitura e Análise de Gráfico
Página 9
1. No decorrer da história humana, observa-se um crescimento acelerado do consumo
diário por habitante.
2. Em relação à sociedade industrial, a sociedade tecnológica consome relativamente
menos energia em moradias e no comércio e mais energia na indústria, na agricultura
e nos transportes.
LIÇÃO DE CASA
Página 10
1. Resposta aberta. O professor poderá comparar com os alunos o resultado do
mapeamento. Em primeiro lugar, poderá verificar quais alunos tiveram dificuldade
em desenhar o mapa, especialmente para estabelecer as fronteiras solicitadas. Em
seguida, poderá ser discutido o agrupamento efetuado pelos alunos. É importante que
os alunos tenham identificado a América do Norte e a África como situações
extremas e opostas. É razoável supor que a América Central e a do Sul tenham sido
colocadas com a Ásia e a Oceania. Assim como o Oriente Médio pode ser agrupado
com os países europeus e a Rússia.
2. Resposta aberta. Para a elaboração da redação, os alunos podem partir da descrição
dos países que consomem mais energia ou vice-versa. O importante é que a turma
perceba a possibilidade de utilizar diferentes linguagens no estudo da Geografia.
Com o objetivo de valorizar essa produção, o professor poderia sugerir que alguns
alunos lessem em voz alta o trabalho realizado.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 7a série – Volume 2
4
Leitura e Análise de Gráfico
Página 12
1. Os combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás), cerca de 80% da produção mundial
de energia.
2. Esses combustíveis são altamente poluentes e contribuem para a emissão de gases
que provocam o efeito estufa na atmosfera. Além disso, eles são recursos não
renováveis, ou seja, o estoque é limitado.
Desafio!
Página 14
1. Os principais países produtores de petróleo do mundo estão localizados no Oriente
Médio, cuja produção é da ordem de 23 milhões de barris por dia. Além dessa região,
destacam-se a América do Norte e o Leste Europeu (incluindo a ex-URSS), ambos
com uma produção superior a 10 milhões de barris por dia.
2. De acordo com o mapa, a produção é menor que o consumo na América do Norte, na
Europa Ocidental e na Ásia e Oceania. Por isso, essas regiões são grandes
importadoras de petróleo.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 7a série – Volume 2
5
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3
PERSPECTIVAS ENERGÉTICAS: POTENCIAL E LIMITAÇÕES DE
ENERGIAS RENOVÁVEIS
Leitura e Análise de Imagem
Página 16
1. As duas fontes de energia utilizadas na proposta de “Construção verde” são a eólica e
a solar. Juntas, elas produzem 20 kwh por dia.
2. Em uma casa de força, um conversor alimenta quatro baterias movidas a energia
elétrica, utilizadas no abastecimento da casa e na manutenção da piscina.
Leitura e Análise de Gráfico e Mapa
Página 18
1. Os países que mais investem em energias renováveis estão localizados na Europa.
2. Sim, pois o uso de fontes tradicionais ainda é largamente dominante em todas as
regiões do mundo, exceto na América do Sul.
3. O uso intensivo da hidroeletricidade e da biomassa para a geração de energia elétrica
no Brasil certamente contribui para o predomínio das fontes renováveis na América
do Sul.
LIÇÃO DE CASA
Página 20
1. Resposta aberta. Mas é esperado que os alunos mencionem que a maior parte dos
reatores nucleares foi construída na década de 1970, que a energia nuclear tem uma
participação relativamente reduzida na matriz energética dos Estados Unidos, da
Alemanha e do Japão e que os países mais ricos são os principais produtores de
energia nuclear.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 7a série – Volume 2
6
2. Resposta aberta. Mas é esperado que os alunos mencionem que nas últimas décadas
foram construídos relativamente poucos reatores, e que se trata de uma tecnologia
bastante custosa para a maior parte dos países.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 7a série – Volume 2
7
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4
A MATRIZ ENERGÉTICA BRASILEIRA
Para começo de conversa
Página 23
1. O petróleo e gás natural, que são fontes não renováveis.
2. Naquela época, havia o predomínio do uso de fontes renováveis, principalmente a
queima da lenha. O desenvolvimento do setor energético alterou completamente essa
situação.
3. A hidroeletricidade e os produtos derivados da cana de açúcar são as fontes de
energia renováveis mais importantes para o crescimento da produção primária de
energia no Brasil. Ainda que se reconheça o papel essencial do governo na ampliação
da oferta dessas fontes, ele não é exclusivo, tampouco resultado de políticas isoladas
ou esparsas. Antes, deve-se a um conjunto de políticas e medidas públicas e privadas
que direta ou indiretamente acabaram refletindo no investimento em pesquisa e na
produção (por exemplo, os investimentos na construção de usinas hidrelétricas e no
Programa Pró-Álcool e a produção privada de motores movidos a álcool), como
também ao impacto no consumo da população (como o preço do álcool em relação
ao da gasolina).
Leitura e Análise de Texto
Página 24
1. Para explorar petróleo em água profundas, a Petrobras desenvolveu uma tecnologia
com tubulações flexíveis conectadas a plataformas flutuantes. Desta forma, é
possível alcançar os poços submarinos e explorar as reservas petrolíferas.
2. Essa tecnologia foi essencial para o crescimento da produção brasileira de petróleo,
já que a maior parte do petróleo é extraída do fundo do mar.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 7a série – Volume 2
8
LIÇÃO DE CASA
Página 27
1. O biodiesel é um combustível biodegradável, produzido a partir de inúmeras fontes
de energia renováveis.
2. A principal vantagem é que dezenas de espécies vegetais abundantes no Brasil podem
ser utilizadas na produção do biodiesel, tais como a mamona, o girassol, o babaçu, a
soja, o amendoim e o dendê.
3. O biodiesel pode substituir parcial ou totalmente o óleo diesel (um derivado do
petróleo) em motores de combustão interna.
VOCÊ APRENDEU?
Página 29
1. Alternativa d.
2. Alternativa b.
3. Alternativa a.
4. Não. De acordo com ele, a matriz energética brasileira apresenta expressiva
participação de fontes renováveis, além do incentivo ao uso de energias alternativas,
como o biodiesel. A maior parte das emissões de carbono do país é proveniente do
desmatamento da Amazônia, e é isso que precisa ser controlado.
5.
a) Na década de 1970, a produção nacional manteve-se estável, apesar de ter
ocorrido crescimento acelerado no consumo de petróleo. Em 1973 e 1979, ocorreram
fortes elevações no preço do barril do petróleo, o que provocou uma inversão da
curva de consumo no período seguinte. Somente a partir da segunda metade da
década de 1990 foi que o consumo tornou a subir, só que dessa vez acompanhado
pelo crescimento da produção nacional do óleo.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 7a série – Volume 2
9
b) O crescimento da produção nacional está associado ao desenvolvimento
tecnológico da Petrobras para explorar reservas até então inacessíveis em águas
profundas do oceano. Essas bacias petrolíferas têm se mostrado bastante produtivas.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 8a série – Volume 2
1
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1
A DECLARAÇÃO DOS DIREITOS UNIVERSAIS DO HOMEM
Para começo de conversa
Página 3
Sugerimos que o professor anote na lousa a lista dos direitos humanos considerados
fundamentais pelos alunos. Saúde, educação, moradia e alimentação provavelmente
constarão na lista, mas é importante que eles sejam estimulados a pensar também em
direitos essenciais no contexto contemporâneo, tais como o direito à informação e ao
ambiente saudável. O debate proposto visa propiciar uma reflexão sobre os valores
fundamentais da dignidade humana, que parecem perdidos em meio ao cotidiano
violento de grande parte dos jovens brasileiros.
PESQUISA EM GRUPO
Página 3
Infelizmente, não faltam exemplos de desrespeito aos direitos humanos em todas as
formas de mídia. Cabe ao professor, portanto, avaliar se as imagens selecionadas
ilustram o debate realizado em classe e contemplam temas tais como insalubridade
ambiental, trabalho infantil, moradias precárias etc. Também é importante atentar para a
forma como os alunos descrevem e explicam as imagens que selecionaram.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 8a série – Volume 2
2
Leitura e Análise de Texto
Página 9
Espera-se que a produção dos grupos ilustre os direitos fundamentais da pessoa
humana, na forma como eles foram definidos em convenção internacional. Seria
interessante também que os alunos estabelecessem relações entre a lista de direitos
humanos resultante do debate em classe e os direitos humanos considerados essenciais
pela ONU.
VOCÊ APRENDEU?
Página 10
1. Alternativa b.
LIÇÃO DE CASA
Página 10
1. Sim, esses objetivos seguem os mesmos princípios daqueles expressos na Declaração
Universal dos Direitos Humanos, ainda que sejam voltados exclusivamente aos
direitos das crianças e dos adolescentes. De acordo com ambos os documentos, todos
os seres humanos nascem livres e iguais e as crianças têm direito a proteção social.
Entretanto, “Um mundo para a criança” explicita as formas pelas quais deve ocorrer
esta proteção e introduz temas novos, ligados, por exemplo, à defesa dos ambientes
naturais e da biodiversidade.
2. A realização desses objetivos certamente melhoraria a vida de uma parcela
importante das crianças e dos adolescentes brasileiros, que não tem assegurados
direitos básicos de saúde, educação e proteção social. Espera-se que os alunos
dimensionem o esforço que o país precisa fazer para garantir que esses objetivos
sejam de fato cumpridos.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 8a série – Volume 2
3
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2
A ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU)
Leitura e Análise de Imagem
Página 13
1. Os Estados Unidos, os países da União Europeia e o Japão são os principais
financiadores dos programas e agências da ONU. Isso se deve ao fato de esses serem
algumas das maiores economias do mundo.
2. Isso ocorre porque a economia brasileira ocupa o primeiro lugar no contexto da
América do Sul.
3. No continente africano, apenas a África do Sul, a Argélia, a Líbia e a Nigéria
contribuem com somas anuais superiores a 1 milhão de dólares. Isso ocorre porque a
esmagadora maioria dos países africanos vive em condições de extrema pobreza.
4. Sim, os Estados Unidos são responsáveis por sucessivos e significativos atrasos de
suas contribuições para a ONU. Desde 1986, a dívida dos Estados Unidos tem sido
superior à dívida somada de todos os países-membros.
5. Os Estados Unidos são a maior economia do mundo e um dos principais
financiadores da ONU. Os atrasos sucessivos que o país acumula com a organização
resultam em escassez de recursos materiais para investimento em programas
essenciais para a comunidade internacional, tais como os de auxílio ao
desenvolvimento (PNUD) e de proteção ao meio ambiente (PNUMA).
Desafio!
Página 15
Sim, pois a operação ocorreu à revelia do Conselho de Segurança da ONU, já que
três de seus membros permanentes (China, França e Federação Russa) se manifestaram
contrários à sua realização. É importante lembrar que todos os membros permanentes
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 8a série – Volume 2
4
têm direito ao veto: portanto, a operação só teria o aval do Conselho se aprovada por
todos eles.
Leitura e Análise de Texto
Página 16
1. O Brasil defende que o Conselho seja ampliado, e que, além do Brasil, o Japão, a
Alemanha, a Índia e dois países africanos ganhem assento permanente no Conselho.
2. A Argentina e o Paquistão não aceitam que seus vizinhos (respectivamente, Brasil e
Índia) assumam o papel de líderes regionais.
Leitura e Análise de Imagem
Página 16
1. O Sudeste da Ásia e a Ásia Oriental.
2. Nos Estados do Golfo Pérsico, no Oriente Médio e na África Subsaariana.
3. Na América Latina e no Caribe, na África Subsaariana, no sudeste da Ásia e na
Oceania.
4. América Latina e Caribe, África do Norte, Ásia Central e Ásia Oriental.
5. Na África Subsaariana, onde nenhum objetivo foi alcançado ou está em vias de ser.
LIÇÃO DE CASA
Página 19
1. Os dados da tabela contestam esta tese, pois demonstram que a persistência de
parcelas da população mundial que não são atendidas em suas necessidades básicas
não é consequência de problemas econômicos ou da falta de recursos, mas das
decisões tomadas pelos países ricos sobre como despendê-los. Afinal, os gastos com
armamentos, publicidade, cosméticos e guerras são muitas vezes superiores aos
gastos necessários para melhorar a qualidade de vida das populações mais pobres do
mundo
2. Alternativa a.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 8a série – Volume 2
5
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3
A ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO COMÉRCIO
Para começo de conversa
Página 20
1. Espera-se que os alunos estabeleçam associações entre o controle que os países ricos
exercem sobre as tecnologias avançadas, que garantem maior produtividade às
economias, e o controle que têm sobre os mercados mundiais.
2. Espera-se que os alunos entendam o significado das barreiras protecionistas, na
forma de tarifas e regras específicas que incidem sobre as mercadorias importadas,
que buscam dificultar a entrada dessas mercadorias. Seria interessante que o
professor solicitasse aos alunos que pesquisassem exemplos deste procedimento,
verificando a diferença de preço de um produto importado aqui e no país de origem.
Videogames importados dos Estados Unidos, por exemplo, custam bem mais caro no
mercado brasileiro. Em parte, essa diferença pode ser explicada pelas tarifas
impostas pelo governo brasileiro para os importadores que desejam comercializar
essas mercadorias no país.
Leitura e Análise de Imagem
Página 21
1. O comércio mundial está estruturado em torno de três polos: Europa , América do
Norte e Ásia/Oceania.
2. As Américas do Sul e Central e a África ocupam posições marginais, com um fluxo
relativamente reduzido de importações e de exportações.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 8a série – Volume 2
6
Leitura e Análise de Texto
Página 22
1. O algodão é responsável por uma parte significativa das receitas de exportação
desses dois países, além de gerar emprego e renda nas áreas rurais.
2. Isso significa que o dinheiro que o governo dos Estados Unidos repassa aos
produtores de algodão seria suficiente para comprar todo o algodão comercializado
no mercado mundial.
3. O algodão africano tem mais qualidade e seu custo de produção é cerca de 50% mais
baixo do que nos países desenvolvidos. Por isso, o cultivo de algodão nesses países
depende de subsídios. Caso não existissem subsídios, os produtores passariam a
cultivar produtos mais rentáveis nos países ricos, e a África ganharia com o
incremento de suas exportações.
LIÇÃO DE CASA
Página 24
1. Os subsídios agrícolas concedidos aos produtores dos países ricos limitam a
participação dos países pobres no mercado internacional na medida em que permitem
que os alimentos e as matérias-primas de origem agrícola sejam comercializados por
preços inferiores ao custo de produção. Dessa forma, os preços agrícolas são em
parte determinados pelos subsídios, e a concorrência se torna desleal.
2. Alternativa a.
GABARITO Caderno do Aluno Geografia – 8a série – Volume 2
7
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4
O FÓRUM SOCIAL MUNDIAL
Para começo de conversa
Página 25
1. Resposta pessoal.
2. Resposta pessoal. Entretanto, para estimular a discussão, sugerimos que o professor
leve à sala de aula algum material sobre o evento (tal como uma manchete de jornal
ou imagens da edição 2009 do Fórum Social Mundial) e analise com os alunos as
imagens das edições anteriores, disponíveis no caderno. A partir desses materiais, é
possível se aproximar do universo temático do FSM, que inclui, por exemplo, a luta
antiglobalização, a valorização da diversidade cultural, a defesa da democracia e o
direito à saúde.
Leitura e Análise de Texto
Página 28
1. Resposta aberta. Mas espera-se que o aluno identifique no texto a ideia de que o
futuro pode e deve ser construído coletivamente, de forma a garantir a que todos
tenham acesso a uma vida digna e à liberdade de expressar suas ideias e opiniões.
Assim, o futuro é visto como pleno de novas possibilidades, e não como um destino
já traçado pelas forças do mercado.
2. Resposta aberta. Entretanto, o material contido neste caderno dimensiona a
importância da indústria de armamentos e dos gastos com segurança nos países ricos.
Além disso, oferece um exemplo concreto: a ofensiva norte-americana no Iraque em
2003, que ocorreu à revelia do Conselho de Segurança da ONU.
3. Todos os participantes, já que a organização não tem o poder de decidir quais
assuntos são prioritários. Por isso, os mais diversos temas são debatidos no FSM.
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4. A luta pela consagração da água como um bem público e as redes de comércio justo
podem ser citadas como exemplos.
PESQUISA EM GRUPO
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1. A democratização da informação, o combate à pobreza e à exclusão social e a busca
por um modelo de desenvolvimento socialmente justo e ambientalmente responsável
estiveram na pauta do último FSM. Entretanto, as estratégias de preservação dos
ecossistemas amazônicos e do modo de vida das populações tradicionais da floresta
ocuparam lugar de destaque, já que a edição 2009 ocorreu em Belém, no Pará.
2. Resposta aberta. Entretanto, sugerimos que os alunos sejam incentivados a refletir
sobre a importância de cada um desses temas na construção de um futuro
socialmente justo e ambientalmente sustentável.
3. Resposta aberta. Entretanto, é importante que os alunos sejam estimulados a
estabelecerem relações entre os temas discutidos no evento e as situações que
enfrentam em seu dia a dia, de forma a dimensionar a importância da organização da
sociedade civil para o enfrentamento de problemas cotidianos, tais como a violência,
a intolerância e a degradação do patrimônio ambiental.
4. Resposta aberta. Contudo, os grupos devem ser estimulados a listar questões que os
afetem cotidianamente. Formas de democratizar o acesso à informação, assim como
a de participação mais ativa dos jovens nos destinos da comunidade, por exemplo,
poderão figurar na lista elaborada pelos alunos.
LIÇÃO DE CASA
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Essa proposta de redação tem como objetivo incentivar os alunos a recuperar e
sintetizar os diversos aspectos do FSM que foram abordados nesta Situação de
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Aprendizagem. Além disso, esperamos que a proposta estimule os alunos a refletir
sobre os valores que pautam a sua própria atuação na sociedade.