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UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC – CCNH

FELIPE SILVA DE ALCÂNTARA


FERNANDO HENRIQUE GOMES ZUCATELLI
GUSTAVO PASSOS MEDROS
LEANDRO PEREIRA DOS SANTOS
THIAGO RODRIGUES BRITO

RELATÓRIO DE TRANSFORMAÇÕES BIOQUÍMICAS – TURMA A1


EXPERIÊNCIA 5 – CARACTERIZAÇÃO DO AMIDO

SANTO ANDRÉ
ABRIL / 2010
Sumário

1. INTRODUÇÃO..................................................................................................................2
2. OBJETIVOS.......................................................................................................................4
3. METODOLOGIA...............................................................................................................4
3.1. Materiais .....................................................................................................................4
3.2. Reagentes....................................................................................................................4
3.3. Métodos ......................................................................................................................5
3.3.1. Parte 1: Extração do amido da batata. ................................................................5
3.3.2. Parte 2: Preparo da suspensão de amido.............................................................5
3.3.3. Parte 3: Exame microscópico dos grânulos de amido. .......................................6
3.3.4. Parte 4: Reação de caracterização com iodo. .....................................................6
3.3.5. Parte 5: Pesquisa do poder redutor. ....................................................................6
4. RESULTADOS ..................................................................................................................7
5. DISCUSSÃO ......................................................................................................................9
6. CONCLUSÃO..................................................................................................................12
7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .............................................................................12
8. ANEXOS ..........................................................................................................................13
8.1. Anexo 1 – Outros testes com Benedict.....................................................................13
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1. INTRODUÇÃO

Muitos produtos utilizados pelo mundo têm como fonte a flora brasileira, tendo
como exemplos: medicamentos, alimentos e seus aditivos, fibras, óleos naturais e
essenciais, cosméticos, produtos químicos, bio-combustível. Diversas são as classes
de compostos químicos que podem ser extraídos das nossas espécies vegetais,
sendo uma delas representada pelos polissacarídeos.
Os polissacarídeos pertencem ao grupo dos carboidratos e são formados por
polímeros naturais, constituídos de um único ou de diferentes tipos de
monossacarídeos podendo formar cadeias lineares como na celulose ou ramificadas
como no amido e no glicogênio. Possuem aplicações industriais diversas, sendo
extraídos de plantas (incluindo as algas), animais e fungos ou são obtidos via
fermentação microbiológica.
O amido é um composto que apresenta duas frações principais: a amilose e a
amilopectina, que correspondem respectivamente a cerca de 20% e 80% do amido
na maioria das plantas podendo ser encontrado em grande quantidade em certas
raízes (mandioca, batata doce), caules (batatinha) e sementes (trigo, arroz, milho) e
como todos os açucares possui papel energético no metabolismo destas [1, 2].
A amilose é composta por cadeias laterais de resíduos de glicose unidos pelo
carbono 1 (com configuração α) e 4, ligações α-1,4. A amilopectina, a fração
principal, contém cadeias lineares semelhantes à amilose, mas mais curtas (24-30
unidades de glicose) e contendo ramificações formadas por ligações entre carbono 1
e 6 (ligação α-1,6) [1].
As cadeias de amilopectina organizam-se em estruturas de complexidade
crescente, formando uma matriz semicristalina à qual se associam as cadeias
amilose, e que resultam na construção de grânulos de amido [1].
Na Figura 1 pode-se ver as ligações entre os monômeros de glicose para
formar a amilose.
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Figura 1 – Pequeno segmento de amilose, composto por unidades de D-glicose com lig. α-1,4. Uma
única cadeia pode conter milhares de unidades. Destaca-se que apenas uma extremidade terá
capacidade redutora, (grupo aldeído) [3].

A Figura 2 mostra a ramificação na amilopectina e como ela e a amilose se


ligam para formar o grão de amido.

Figura 2 – À esq. ponto de ramificação da amilopectina (lig. α-1,6). À dir. agregado de amilose e
amilopectina, a amilopectina forma duplas hélices com outras e com a amilose [3].

O uso do amido é muito diversificado, ocorrendo principalmente em indústrias


alimentícias, além de metalúrgica, mineração, construção, cosmética, farmacêutica,
papel e papelão, têxtil, entre outras.
Experimentalmente existem formas de identificar o amido que originalmente
possui uma coloração branca adicionando ao amido algumas gotas de solução de
Iodo (ou Lugol - Solução com 0,75 g de iodo, 3,75g de iodeto de potássio,
dissolvidos em 250 ml de água destilada) no qual produz uma coloração preto-
azulada (arroxeada) [2,4].
Uma forma de identificar açúcares redutores é através do reagente de Benedict
composto por uma solução a base de sulfato de cobre (CuSO4).
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2. OBJETIVOS
Os objetivos deste experimento são extrair amido da batata e purificá-lo;
caracterizar morfologicamente o amido por meio de microscópio óptico, analisando-o
antes de fervido e após ferver com e sem reagente Lugol e verificar qualitativamente
os açúcares redutores com uso de Benedict.

3. METODOLOGIA
3.1. Materiais
• Liquidificador.
• Béquer 200 ml.
• Gaze.
• Estufa de secagem.
• Papel de filtro.
• Funil de Büchner.
• Balança analítica.
• Papel de pesagem (ou vidro de relógio) e espátulas.
• Proveta 50 ml.
• Tubos de ensaio e estante.
• Banho de aquecimento fervente (~ 100ºC).
• Pipetas.
• Conta-gotas.
• Pinça de madeira.
• Microscópio Óptico Primo Star Zeiss, (n° de série 3124000417).
• Lâminas de microscopia.

3.2. Reagentes
• Batatas in natura.
• Água destilada.
• Lugol.
• Reagente de Benedict.
• Solução de glicose 1,0 % (m/v).
• Solução de sacarose 1,0 % (m/v).
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• Suspensão de amido 1,0 % (m/v).

3.3. Métodos
3.3.1. Parte 1: Extração do amido da batata.
Antes do inicio desta etapa era preciso coletar 50 g de batata descascada
utilizando a balança analítica para mensurar a massa obtida. No nosso caso, foi
obtida uma massa final de 50.614g com a utilização de uma batata e meia.
Feita, a coleta da amostra esta foi homogeneizada em um liquidificador com
200 ml de água destilada por 2 minutos obtendo uma solução viscosa de coloração
marrom. Feito isso, a solução resultante foi filtrada para separação entre a parte
sólida (restos de batata não homogeneizados) e liquida da solução deixando a parte
liquida em repouso por aproximadamente 5 minutos para que todo amido presente
na solução depositar-se no fundo do béquer.
Com o amido depositado no fundo do béquer a solução obtida na
homogeneização foi descartada deixando só o amido no fundo do béquer
inicialmente desprezando o sobrenadante.
Para a lavagem do amido, foram adicionados 100 mL de água ao amido
depositado no fundo do béquer seguido de agitação para que o amido se misturasse
á água e depois deixar a solução em repouso por 5 minutos para que o amido
voltasse a se depositar no fundo do béquer removendo completamente o
sobrenadante deixando só o amido no béquer. Repita esse procedimento por 5
vezes para lavagem completa do amido.
Por fim foi adicionado 200 mL de água ao amido purificado (após as 5 etapas
de lavagem), e deixado na bancada para que um técnico responsável o levasse para
ser filtrado em um funil de Büchner e conseqüente secagem na estufa.

3.3.2. Parte 2: Preparo da suspensão de amido.


Adicionou-se aproximadamente 0,5g do amido seco em um béquer, medindo a
massa em balança analítica. Em seguida foram adicionados 50 mL de água
destilada, formando uma suspensão de amido 1% (m/v).
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3.3.3. Parte 3: Exame microscópico dos grânulos de amido.


Em 2 tubos de ensaio foram adicionadas 2mL da solução de amido 1% (m/v)
obtida na seção 3.3.2, sendo o tubo 1 levado para o banho-maria até ficar
opalescente.
Foram analisadas 4 combinações ao microscópio óptico, 2 do tubo 2 (sem
ferver) e 2 do tubo 1 (fervido), sendo que cada tubo foi analisado com e sem a
adição de lugol.
Para a análise adicionou-se 1 gota da respectiva substância na lâmina de
microscopia e com uma lamínula sobre, a amostra foi levada ao microscópio óptico.

3.3.4. Parte 4: Reação de caracterização com iodo.


Foram adicionados 3 soluções em 3 tubos de ensaios, uma em cada, sendo as
soluções todas de 1 % (m/v) de amido (Tubo 1), água destilada (Tubo 2) e glicose
(Tubo 3).
Em cada tubo foram adicionadas 3 gotas de solução de lugol e observado o
resultado.

3.3.5. Parte 5: Pesquisa do poder redutor.


Em 4 tubos de ensaio foram preparadas as soluções conforme Tabela 1.

Tabela 1 – Preparação de tubos de ensaio para análise de poder redutor com Benedict.
Tubos Amostra (mL) H2O (mL) Benedict (mL)
B – 1,5 1,0
1 1,0 0,5 1,0
2 1,0 0,5 1,0
3 1,0 0,5 1,0

O tubo B (de Branco) serve como referência para o caso do Benedict não
realizar nenhuma reação com alguma das amostras. Os tubos foram fervidos em
banho-maria por 5 minutos e observadas as suas respectivas alterações. Sabe-se
de antemão que as amostras 1, 2 e 3 são de glicose, amido e sacarose, sendo que a
sua correta identificação dar-se-á após ferver as amostras, ou seja, após o Benedict
reagir com as amostras.
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4. RESULTADOS
Tendo em vista a massa de batata empregada e a baixa quantidade de amido
obtida no processo, percebeu-se que o procedimento é inviável uma vez que o
rendimento da reação é muito baixo o que geraria a perda de muita matéria prima
(no caso a batata) na obtenção de uma quantidade baixíssima do produto (amido).
A Figura 3 consiste de um esboço da visualização feita no microscópio óptico
dos grãos sem adição de lugol. Antes de aquecer o grão tem aparência compacta,
só se vê o contorno bem definido. Após aquecer o grão parece maior e rompido,
como se tivesse estourado, isso se explica pois as cadeias da amilase e da
amilopectina são unidas por ligações de hidrogênio que são desfeitas no
aquecimento, apresentou coloração esverdeada.

Figura 3 – Esboço em AutoCad 2004 da visão em microscópio para o amido sem lugol, antes e
depois de ferver. A cor verde é uma forma de retratar os limites vistos ao microscópio..

A Figura 4 consiste de um esboço da visualização feita no microscópio óptico


dos grãos com adição de lugol. Antes de aquecer há poucas partículas por área,
com coloração roxa dentro e fora delas, predominantemente dentro.
Após o aquecimento, visualiza-se muitas partículas por área de forma bem
definida e coloração roxa intensa que parece até de “derramado” para fora das
partículas
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Figura 4 – Esboço em AutoCad 2004 da visão do microscópio para o amido com lugol, antes e
depois de ferver. O Roxo simboliza o lugol, antes de ferver ele se encontrar bem acomodado no
amido, após ferver, é como se vazasse lugol para fora da molécula.

A Figura 5 mostra as alterações de cores após a colocação de 3 gotas de lugol


nos tubos com amido (Tubo 1), água destilada (Tubo 2) e glicose (Tubo 3), assim
pode-se caracterizar o amido pela adição de iodo.
Percebe-se que a mistura em todos os casos ficou amarelada, no entanto,
nota-se o tom mais escuro do tubo que continha amido.

Figura 5 – Tubos após adição de lugol. Da esquerda para direita: Tubo 1, 2 e 3.

Para a análise do poder redutor foram montados 4 tubos de ensaio conforme


Tabela 1, na Figura 6 é vista a coloração azul clara característica do Benedict.

Figura 6 – Tubos após da adição de Benedict e antes de ferver. Todos os tubos encontram-se azuis
claro devido ao Benedict. A partir da esquerda: Tubo Branco, 1, 2 e 3.
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Após levá-los para o aquecimento, nota-se claramente a mudança de


coloração em alguns tubos (Figura 7).

Figura 7 – Tubos após adição de Benedict e ferver. O tubo Branco (extrema esquerda) permaneceu
sem alteração. O tubo 1 apresentou coloração amarela no fundo (sacarose). O tubo 2 ficou marrom
(glicose) e o tubo 3 (extrema direita) assim como o Branco permaneceu inalterado (amido).

Como o fundo do tubo 1 apresentou coloração amarela, optou por agitá-lo,


obtendo uma mistura verde-musgo (Figura 8).

Figura 8 – Tubo 1 após ser agitado, verificou-se a coloração verde, mistura entre a cor amarela e a
cor azul.

5. DISCUSSÃO
A coloração roxa ocorre pois o amido se conforma espacialmente numa
estrutura capaz de aprisionar em seu interior o Iodo do lugol formando este
composto mais roxo.
Isto ocorreu devido ao amido ser constituído por amilose e amilopectina estas
são moléculas de alto peso molecular e podem sofrer complexação com iodo
formando complexos coloridos, sendo que a amilose forma um complexo azul com o
iodo e a amilopectina forma um complexo vermelho, a Figura 9 esquematiza a
formação do complexo amido-iodo [5].
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Figura 9 – Complexo Amido-Iodo.


No caso dos tubos com água e glicose, o iodo não teve com o que se
complexar originando a cor amarela clara. No tubo com amido a coloração deveria
ter sido um pouco mais escura, para o lado do azul, entretanto é suficientemente
diferente das demais, talvez a adição de mais uma gota poderia ter dado a
tonalidade ideal, mas isso não foi pensado no momento.

Sobre o teste com Benedict, o Tubo 3 que permaneceu inalterado como o


branco deve conter a amostra de amido pois este, de acordo com [5], não reage com
o Benedict devido a fato de ser um polímero.
O Tubo 2 trata-se da amostra de glicose (Figura 10), açúcar redutor de acordo
com [1,4], a coloração marrom (avermelhado) é característica dos óxido de cobre I
(cuproso – Cu2O) formados pelo íons Cu+ reduzidos dos íons Cu2+ da solução com
Benedict (a base de CuSO4).
A Reação de redução do Cu2+ para o Cu2O que caracteriza a cor marrom é
dada por (1).
Cu 2 + (aq ) + 4OH − (aq ) + RCHO(aq ) 

→ RCCOH (aq ) + Cu2O( s ) + 2 H 2O(l ) (1)

O Tubo 1 possui a amostra de sacarose (Figura 11), a sacarose não é um


açúcar redutor [3]. Conforme [3], a “propriedade não redutora (da sacarose) a
protege do ataque oxidativo ou hidrolítico por parte de enzimas vegetais até que ela
atinja seu destino no interior da planta”, no entanto, o resultado positivo neste teste
decorre da pequena presença de glicose e frutose no produto comercial [5]. A
sacarose pode ainda ser sido hidrolisada no meio alcalino, produzindo assim a
glicose [5], mas esse não é o caso do experimento.
O poder redutor de um açúcar vem da oxidação de seu carbono anomérico,
onde seu grupo carbonila é oxidado a carboxila. No caso da glicose (e também da
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frutose) por ser um monossacarídeo seu carbono anomérico está disponível para a
redução.

Figura 10 – Cadeias da glicose (Estruturas α e β)[3].

A sacarose (glicose + frutose) é um dissacarídeo que se caracteriza por ser


não redutor, justamente por seu carbono anomérico está comprometido na ligação
glicosídica entre os anéis da glicose e da frutose. Dessa forma não se espera que
ela reduza o Benedict tal como feito pela glicose.

Figura 11 – Cadeia da sacarose [3].

No Anexo 8.1 encontram-se imagens de outros testes de açúcares com o


reagente Benedict, que servem para ilustrar e corroborar com os resultados obtidos
neste experimento.
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6. CONCLUSÃO
O amido é uma cadeia de carboidratos utilizada pelos vegetais como reserva
energética por ser constituído de diversos monômeros de glicose.
Como o amido forma uma estrutura espacial de hélice, ele é capaz de
aprisionar iodo em sua cadeia formando o composto amido-iodo, dessa forma é
possível verificar a presença de amido numa solução com a adição de lugol (a base
de iodo), pela coloração adquirida pelo complexo, como foi confirmado na
visualização ao microscópio óptico.
O teste do Benedict mostra-se como uma ferramenta interessante para a
identificação de açúcares redutores devido à capacidade destes açúcares de reduzir
os íons de cobre advindos do Benedict e formar compostos com cores como
vermelho e marrom que são bem distintas do azul claro inicial do reagente. De
acordo com os testes, as amostras desconhecidas 1, 2 e 3 são respectivamente:
sacarose, glicose e amido.
De onde se conclui que a glicose possui poder redutor notável, a sacarose
pode conter vestígios de glicose e frutose em sua solução, além destes compostos
também poderem ser obtidos a partir da sacarose por hidrólise e, o amido apesar de
possuir uma extremidade redutora, não é capaz de formar o óxido de cobre I de cor
marrom avermelhada quando na presença do Benedict.

7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

[1] MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo B. Bioquímica Básica. 3.ed. Rio de


Janeiro, Guanabara Koogan, 2007. p.89;165.
[2] FONSECA, Albino. Biologia. 1.ed. Editora IBEP p17-18.
[3] LEHNINGER, A. L.; NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de Bioquímica, 4.
ed. New York: Worth Publishers, 2006, p.236-248.

[4] PDAMED- Dicionário Digital de Termos Médicos 2007. Disponivel em:


<(http://www.pdamed.com.br/diciomed/pdamed_0001_10781.php) > >. Acesso em
21 de abr. 2010.
[5]DE FREITAS, J. C. R (FAFIRE); MATOS, A, A (UFRPE); DA SILVA, M. C
(FAFIRE); FREITAS FILHO, J. R (UFRPE). Identificando Açúcares em Alimentos:
Aula Experimental Como Ferramenta Facilitadora Para o Processo Ensino-
Aprendizagem. Disponível em: <http://www.abq.org.br/cbq/2009/trabalhos/6/6-271-
437.htm>. Acesso em 22 de abr. 2010.
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8. ANEXOS
8.1. Anexo 1 – Outros testes com Benedict.
As Figura 12 e Figura 13 ilustram resultados do teste do Benedict para
açúcares redutores.

Figura 12 – Resultados do teste com Benedict para glicose, sacarose e frutose. Glicose e frutose são
redutores, perceba a cor marrom-avermelhada como a obtida no neste experimento. Fonte da
imagem:
http://jchemed.chem.wisc.edu/JCeSoft/CCA/CCA5/MAIN/1ORGANIC/ORG18/TRAM18/B/0591308/M
OVIE.HTM.

Figura 13 – Água. Glicose. Cebola. Batata. Amido.


Água e Amido não sofrerão anteração de cor. A Glicose se tornou vermelha, parecida com o marrom
deste experimento. A Cebola e a Batata também mudarão de cor, a cor é relativa à quantidade e tipo
de açúcar presente. Fonte da imagem:
http://faculty.clintoncc.suny.edu/faculty/michael.gregory/files/bio%20101/bio%20101%20laboratory/ch
emical%20composition%20of%20cells/chemical%20composition%20of%20cells.htm