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As diferenças entre os Sofistas e Sócrates

Os sofistas usavam o poder da retórica, não importando qual o meio para o


convencimento, não visavam o bem ou o mal. Eram chamados de advogados
profissionais da época. Eles foram os primeiros filósofos do período socrático, eles
mostravam as pessoas a defenderem seu interesse particular, e cobravam pelos
seus trabalhos. Os sofistas eram grupos de filósofos que viajavam pelas polis onde
discursavam ao público e ensinavam suas artes.
Os sofistas foram mestres da oratória, que vendiam para os cidadão suas
habilidades com o discurso, fundamental para a política. Assim, defendiam a
opinião de quem lhes pagasse bem. Acreditavam que a verdade vinha do consenso
entre os homens. Os principais foram Górgias, Protágoras e Hipías. Para eles a
realidade sensível não era inteligível, a linguagem era arbitrária, as palavras traíam
os pensamentos. O frio era frio apenas para quem o sentia. Os sofistas destruíram
a fé que a juventude tinha nos deuses do Olimpo e no código moral que se baseava
no medo da divindade.
Sócrates investiga a natureza, investiga a constituição das coisas, o ser com seu
conhecimento, faz muitas criticas políticas e sociais e desenvolve os filósofos ou
pensadores. Ele visava o bem, virtudes e verdades, junto ao bom e o justo.
Sócrates duvidava da idéia sofista que a virtude poderia ser ensinada, acreditava
que moral era uma questão de inspiração não de parentesco, pois nem sempre os
filhos poderiam ser parecidos com os pais. Ele acreditava que ao se relacionar com
os membros do parlamento a própria pessoa estaria fazendo de hipócrita. Sócrates,
com o seu ideal moral e a sua exigência fundamental da verdade, se distinguia dos
sofistas.