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Alunos: Pedro Hugo de Andrade Silva

Luiz Ayrton

A cronologia das conferências ambientas

1972: Estocolmo (Suécia), PNUMA

Conhecida como a Primeira Conferência da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre o Meio Ambiente [ou
Ambiente Humano], elaborou 26 princípios "para guiar os povos do mundo na preservação e melhoria do meio
ambiente". É o marco para o início das discussões em nível mundial sobre questões ambientais.

No mesmo ano, foi criado o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), que tem sede no
Quênia.

1988: Toronto (Canadá), IPCC

Primeira Conferência Mundial sobre o Clima, que reuniu cientistas e alertou para a necessidade de reduzir os
gases do efeito estufa. A ONU cria o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), para avaliar
o risco da mudança climática devido à atividade humana.

1990: Genebra (Suíça), 1º relatório do IPCC

Estabeleceu a necessidade de um tal tratado internacional climático, que acabaria sendo produzido em 1992. As
negociações para ele começaram no mesmo ano, com a criação de um comitê para produzi-lo: o Comitê
Intergovernamental de Negociação para uma Convenção-Quadro sobre Mudanças Climáticas.

O IPCC divulga seu primeiro relatório de avaliação, que mostrava que a temperatura do planeta estaria
aumentando. A projeção era de cerca de 0,15 ºC e 0,3 ºC para a década seguinte.

1992: Rio de Janeiro (Brasil), Eco-92 e criação da UNFCC

A Conferência das Nações Unidas Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (CNUMAD ou Rio-92)
resulta nos tratados internacionais Agenda 21, Convenção da Biodiversidade e Convenção-Quadro das Nações
Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCC, na sigla em inglês). O objetivo da UNFCC é de estabilizar a
concentração de gases do efeito estufa na atmosfera.

1995: Berlim (Alemanha), COP-1

Na primeira Conferência das Partes (COP-1), foram definidos os compromissos legais de redução de emissões,
que fariam parte do Protocolo de Kyoto. No mesmo ano, é divulgado o segundo relatório do IPCC.

1996: Genebra (Suíça)

Na COP-2, fica definido que os relatórios do IPCC nortearão as decisões futuras.

1997: Kyoto (Japão), Protocolo de Kyoto

A COP-3 passa para a história como a convenção em que a comunidade internacional firmou um amplo acordo
de caráter ambiental, apesar das divergências entre Estados Unidos e União Europeia: o Protocolo de Kyoto.

Ele é um instrumento legal que sugere a redução de emissões de gases do efeito estufa nos países signatários
e, no caso dos grandes poluidores do mundo desenvolvido, impõe metas variadas de redução, sendo 5,2% em
média, tomando como parâmetro as emissões de 1990. Para que tivesse efeito, teria que ser ratificado pelos
países desenvolvidos, cuja soma de emissões de CO2 representava 55% do total. São criados o MDL
(Mecanismo de Desenvolvimento Limpo), a partir de uma proposta brasileira, e os certificados de carbono.
1998: Buenos Aires (Argentina)

Na COP-4, começam as discussões sobre um cronograma para implementar o Protocolo de Kyoto. No ano
seguinte, durante a COP-5, em Bonn (Alemanha), as discussões de implementação continuam.

2000: Haia (Bélgica), EUA abandonam Kyoto

A tensão entre a União Europeia e o grupo liderado pelos Estados Unidos aumenta na COP-6, levando ao
impasse as negociações. No ano seguinte, o presidente George W. Bush declara que os Estados Unidos não
ratificarão o Protocolo de Kyoto, um entrave para a continuidade das negociações. Com a saída do maior
poluidor do mundo, o protocolo corre o risco de perder seu efeito.

2001: Bonn (Alemanha) e Marrakesh (Marrocos)

O IPCC convoca uma COP extraordinária para divulgar o terceiro relatório, em que fica cada vez mais evidente
a interferência do homem nas mudanças climáticas. A tensão entre os países industrializados diminui na COP-7,
em Marrakesh.

2002: Nova Déli (Índia)

A COP-8 pede ações mais objetivas para a redução das emissões. Os países entram em acordo sobre as regras
do MDL. A questão do desenvolvimento sustentável entra em foco.

2003: Milão (Itália)

Na COP-9, aprofundam-se as diferenças entre os países industrializados e o resto do mundo. Fica clara a falta
de lideranças comprometidas para costurar acordos, o que é cobrado por ONGs. O assunto "florestas" entra em
pauta.

2004: Buenos Aires (Argentina)

Iniciam-se, durante a COP-10, discussões informais sobre novos compromissos de longo prazo a partir de
2012, quando vence o primeiro período do Protocolo de Kyoto.

2005: Montreal (Canadá)

Fica clara a necessidade de um amplo acordo internacional, ajustado à nova realidade mundial: Brasil, China e
Índia tornaram-se emissores importantes. Na COP-11, é proposta pelo Brasil a negociação em dois trilhos: o
pós-Kyoto e outra paralela entre os grandes emissores, o que inclui os Estados Unidos.

2006: Nairóbi (Quênia), Redd

Na COP-12, a vulnerabilidade dos países mais pobres fica evidente. Ainda repercute o Relatório Stern, lançado
na Inglaterra no mesmo ano e considerado o estudo econômico mais complexo e abrangente sobre os prejuízos
do aquecimento global. Em Nairóbi, o Brasil apresenta a proposta de um mecanismo de incentivos financeiros
para a manutenção das florestas, o Redd (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação).

2007: Bali (Indonésia), Mapa do Caminho

É criado o Mapa do Caminho, com cinco pilares de discussão para facilitar a assinatura de um compromisso
internacional em Copenhague: visão compartilhada, mitigação, adaptação, transferência de tecnologia e
suporte financeiro.

Na COP-13 ficou acertado que seriam criados um fundo de recursos para os países em desenvolvimento e as
Namas (Ações de Mitigação Nacionalmente Adequadas), modelo ideal para os países em desenvolvimento que,
mesmo sem obrigação legal, concordem em diminuir suas emissões.

2008: Poznan (Polônia)

Continuam as costuras para um acordo amplo em Compenhague, sem muitos avanços. O Brasil lança o Plano
Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), incluindo metas para a redução do desmatamento. Apresenta ainda
o Fundo Amazônia, iniciativa para captar recursos para projetos de combate ao desmatamento e de promoção
da conservação e uso sustentável na região.

2009: COP15(Dinamarca)

A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2009, também chamada Conferência de
Copenhague ou Cimeira de Copenhaga (oficialmente United Nations Climate Change Conference ou COP15) foi
realizada entre os dias 7 e 18 de dezembro de 2009, em Copenhague, Dinamarca. Esta cimeira, organizada
pelas Nações Unidas, reuniu os líderes mundiais para discutir como reagir às mudanças climáticas
(aquecimento global) actuais. Foi a 15ª conferência realizada pela UNCCC (Convenção-Quadro das Nações
Unidas sobre Mudança do Clima).

A conferência foi precedida por um congresso científico organizado pela Universidade de Copenhaga intitulado
Climate Change: Global Risks, Challenges and Decisions, realizado em Março de 2009. Cento e noventa e duas
nações foram representadas na conferência, tornando-a na maior conferência da ONU sobre mudanças
climáticas.

A reunião foi presidida por Connie Hedegaard até ao dia 16 de Dezembro, quando resignou ao cargo, sendo
substituída pelo primeiro ministro dinamarquês Lars Loekke Rasmussen.[3] Foi considerada pela imprensa
mundial como uma conferência um tanto polêmica e que não atingiu os planos de discussão almejados. O
presidente Lula da Silva foi um dos destaques da conferência, sendo aplaudido quatro vezes durante seu longo
discurso. Além disso o presidente brasileiro assumiu uma posição crítica na reunião e confessou sua irritação
perante os temas debatidos.