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Comunicações Sem Fio

Parte B - Wireless LANs (WLAN)


Prof. Dr. Taufik Abrão
Prof. Adjunto do Dpto Eng. Elétrica da UEL
Programa de Mestrado em Eng. Elétrica da UEL
taufik@uel.br

29 e 30 de Setembro, 2006

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1. Objetivos e Bibliografia

1. Explorar conceitos, princípios e aplicações de tecnologias emergentes em


redes sem fio de alta capacidade, entre as quais:

• Canal Indoor
• Padrão IEEE 802.11x
• Bluetooth
• WiMax
• HiperLAN
• UWB (Ultra-Wide Band)
• RFID (Radio Frequency ID)

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Bibliografia

[1] M. D. Yacoub, P. Cardieri, E. J. Leonardo, A. A. M. Medeiros, D. M. Gal-


lego, “Ad Hoc Networks - An Overview,”Revista da Sociedade Brasilieria de
Telecomunicações, vol. 19, no. 3, Dez. 2004, pp. 1-16.
M  C  UWB

[2] A. Saleh and R. Valenzuela, “A statistical model for indoor multipath prop-
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[3] J. Foerster; “Channel Modeling Sub-committee Report Final,” http:


//grouper.ieee.org/groups/802/15/pub/2003/Mar03/02490r1P802-15_
SG3a-Channel-Modeling-Subcommittee-Report-/Final.zip

[4] A. Batra, J. Balakrishnan, G.R. Aiello, J.R. Foerster, A. Dabak; “Design of a


Multiband OFDM System for Realistic UWB Channel Environments,” IEEE
Transactions on Microwave Theory and Techniques, vol. 52, no. 9, Sept. 2004, pp.
2123-2138.
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A C  A   ISM

[5] S.H. Hwang; J.I. Moon, W.I. Kwak; S.O. Park, Printed compact dual band an-
tenna for 2.4 and 5 GHz ISM band applications. Electronics Letters 9th December
2004 Vol. 40 No. 25.

[6] T. Marshall 802.11b WLAN Waveguide Antennas: Unidirectional and Om-


nidirectional, High gain, Simple construction disponível em http://www.
trevormarshall.com/waveguides.htm.
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[7] Bernal, P. S. M., Comunicações Móveis: Tecnologias e Aplicações. Editora Érica,


São Paulo, 2002.

[8] Matos, L., Guia Profissional de Redes Wireless. Digerati Books, São Paulo, 2005.

[9] Rufino, N. M. de O., Segurança em Redes Sem Fio. Novatec, São Paulo, 2005.

[10] Ross, J., Wi-Fi: Instale, Configure e Use Redes Wireless. Alta Books, Rio de
Janeiro, 2003.
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[11] Engst, V.; Fleishman, G. Kit do Iniciante em Redes Sem Fio: O Guia Prático sobre
Redes Wi-Fi para Windows e Macintosh. Pearson & Makron Books, São Paulo,
2a. edição 2005.

[12] Fiorese, V. Wireless: Introdução às Redes de Telecomunicações Móveis Celulares.


Brasport, Rio de Janeiro, 2005.
B

[13] Haartsen, J. C., The Bluetooth Radio System, IEEE Personal Communications,
vol. 7, no. 1, pp. 28-36, fevereiro de 2000.
P̃  R S F

[14] IEEE Std 802.11-1999. IEEE, 1999.

[15] IEEE Std 802.11b-1999. Higher-speed physical layer implementation in the


2.4GHz band. IEEE, 1999.

[16] IEEE Std 802.11a-1999. Higher-speed physical layer implementation in the


5GHz band. IEEE, 2003.
5/129
[17] IEEE Std 802.11g-2003. Amendment 4: Further higher data rate extesion in
the 2.4GHz band. IEEE, 2003.
OFDM  A̧̃ M́

[18] VAN NEE, R.; PRASAD, Ramjee. OFDM for Wireless Multimedia Communi-
cations. Artech House, 2000.

[19] SCHULZE, H., CHRISTIAN, L. Theory and Applications of OFDM and CDMA
Wideband Wireless Communications. John Wiley & Sons, 2005.
N  A

[20] Abrão, T. Notas de aula de Princípios de Comunicação. Graduação, Dpto Eng.


Elétrica da Univ. Estadual de Londrina, 2006.

[21] Abrão, T. Notas de aula de Tópicos Especiais em Comunicações Digitais. Mestrado,


Dpto Eng. Elétrica da Univ. Estadual de Londrina, 2006.
R̂ G - A WWW

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[22] OFDM. Wikipédia, disponível em http://en.wikipedia.org/wiki/OFDM
(em inglês).

[23] Rayleigh Distribution. Wikipédia, disponível em http://en.wikipedia.org/


wiki/Rayleigh_distribution (em inglês).

[24] Davi Castro. Espalhamento Espectral. Disponível em


http://www.davi.ws/davi/ss/ss_principal.htm.

[25] Convolutional code. Wikipédia, disponível em


http://en.wikipedia.org/wiki/Convolutional_code (em inglês).
S UWB

[26] Heringer, L., Angélico, B. A.; Abrão, T.; Jeszensky, P. J. E. Sistemas de Co-
municação de Banda Ultralarga. Revista Telecomunicações - Inatel, 2006 (em
processo de publicação).

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2. Introdução às Redes sem Fio

2.1. Aparecimento e Evolução das Redes sem Fio

• No final da década de 1960 entrou em funcionamento uma rede wireless


chamada ALOHA, desenvolvida por Normam Abramson da Universidade
do Hawaii, que utilizava o primeiro algoritmo que permitia a comunicação
entre estações utilizando um canal único.

• Uso comercial das redes sem fio deu-se apenas em meados da década de 80,
quando o FCC (Federal Communications Commission), instituição reguladora
das telecomunicações nos EUA, autorizou o uso de três faixas de radiofre-
qüência para finalidades industriais, científicas e médicas, as chamadas ban-
das ISM (Industrial, Scientific and Medical) sem a necessidade de concessão.

• As redes sem fio se tornaram objeto de estudo mais profundo por parte
de organismos internacionais, como ITU (International Telecommunication
Union), ISSO (International Organization for Standardization), IEEE (Institute
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of Electrical and Electronics Engineers) durante a década de 1980.

• O IEEE, por exemplo, começou a trabalhar com wireless LAN em 1987, com
a criação do grupo IEEE 802.4

– objetivo: projetar as especificações para as camadas inferiores de uma


WLAN usando as bandas não licenciadas recém liberadas pelo governo.

• Com o fracasso deste primeiro grupo, o IEEE cria um outro grupo, o IEEE
802.11, especificamente voltado para wireless LAN.

– O IEEE 802.11 se desenvolveu e hoje é o padrão mais popular para WLAN.

Com o crescimento das redes sem fio na década de 1990, empresas como
3Com, Apple, Compaq, Dell, IBM, se juntaram para formar a WECA (Wireless
Ethernet Compatibility Alliance), que busca a promover a interoperabilidade
com as redes Ethernet.

• A década de 1990 também foi marcada pelo surgimento de outros padrões


de redes sem fio, como:
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– Bluetooth, HomeRF, HiperLAN, cada qual com suas peculiaridades, car-
acterísticas e aplicações.
– Os primeiros produtos para WLAN somente saíram no mercado também
na década de 1990.

• Hoje, através da elaboração de normas mundiais, tem-se buscado constante-


mente a interoperabilidade dos sistemas de comunicação móvel, de modo a
impulsionar cada vez mais o crescimento da tecnologia wireless bem como
sua aceitação no mercado e satisfação do cliente.

• Fatos marcantes para o desenvolvimento das redes sem fio.

– 1839 - 1a mensagem telegráfica em código morse - o 1a SMS!


– 1866 - 1a cabo transatlântico telegráfico a entrar em operação.
– 1867 - Fundação da indústria telefônica Bell, percursor da AT&T.
– 1900 - 1a Transmissão Wireless - MARCONI, ondas rádio.
– 1915 - Serviço transatlântico de telefone generalizado.
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– 1920 - Expansão de estações de rádio.
– 1941 - Expansão de estações de televisão.
– 1950 - Estudo protocolos comunicação TDM.
– 1957 - 1a Transmissão extraterrestre - SPUTNIK.
– 1966 - Começo da ARPANET - predecessora da actual INTERNET.
– 1972 - 1a Demonstração de telefonia celular - MOTOROLA.
– 1973 - Protocolo Ethernet, predecessor de WCDMA.
– 1980 - Internet alto débito - anel de fibra óptica.
– 1995 - WWW - Netscape, IE, etc...
– 2000 - Revolução: voz e dados na telefonia celular.
– 2002 - Revolução: banda larga - CableModem, xDSL, VoiceIP...
– 2004 - Entrada serviços 3G disponíveis ao público.

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2.1.1. O Padrão 802

• Os padrões IEEE 802 foram adotados pelo ANSI como padrões nacionais
americanos e pelo NIST como padrões governamentais e pela ISO como
padrões internacionais (ISSO 8802).

• O padrão 802.1 oferece uma introdução ao conjunto de padrões e define as


primitivas da interface.

• Já o padrão 802.2 descreve a parte superior da camada de enlace de dados,


na qual utiliza o protocolo LLC(Logical Link Control).

• Os padrões 802.3 a 802.5 descrevem o CSMA/CD, token bus e token ring, e a


sub camada MAC.

• A definição do termo rede metropolitana surgiu com o aparecimento do


padrão IEEE 802.6.

• Normas do IEEE para o padrão 802 são:

– 802.1 - Gestão.
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– 802.2 - Ligação entre redes.
– 802.3 - Ethernet.
– 802.4 - Token Bus.
– 802.5 - Token Ring.
– 802.6 - Especificações Redes MAN...
– 802.10 - Segurança entre redes (nível aplicacional).
– 802.11 - Redes sem fios - WiFi (b,g,a,h,i,e,x...).
– 802.14 - Redes coaxiais - CableModem.
– 802.15 - Redes Pessoais sem fios - Bluetooth, UWB.
– 802.16 - Redes sem fios metropolitanas - WiMax.

• Tipos de rede: WPAN, WLAN e WMAN.

– Uma possível visualização da integração entre os diferentes tipos de redes,


em relação à distância de ação é apresentada na figura 1.
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Figure 1: Integração entre as redes.

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2.1.2. WPAN

• redes WPAN estão definidas pelo padrão 802.15 (e suas variações) do IEEE.

• WPANs endereçam redes sem fio para dispositivos portáteis ou móveis tais
como:

– PCs, PDAs (Personal Digital Assistant), periféricos, fones celulares, pagers


e eletrodomésticos.

• topologia típica para WPAN, figura 2

• Variantes do padrão IEEE 802.15:

– 802.15.1: Bluetooth, muito utilizado em dispositivos portáteis e móveis;


– 802.15.2: WPAN de alta taxa de transmissão de dados, denominado UWB
(Ultra Wide Band) liberado recentemente pelo governo americano para
utilização comercial;
– 802.15.4: WPAN de baixa taxa de transmissão de dados, denominado
ZigBee.
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Figure 2: Exemplo de ambiente WPAN.
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2.2. Características das Redes sem Fio

1. Vantagens

• Flexibilidade dentro da área de cobertura


• Possibilidade de implementação de redes Ad-hoc sem planejamento prévio
• Não há necessidade de permissão ou licença para utilizar redes sem fio
indoor (espectro "livre")
• Facilidade de implementação (ausência de fios de interconexão)
• Relativa robustez e segurança operacional

2. Desvantagens

• Taxa baixas/médias (1 a 10 Mbits/s ou até 50 Mbits/s) comparadas as das


redes cabeadas;
• Freqüente soluções proprietárias, principalmente em taxas mais altas de
operação;
• Compatibilidade em termos de faixa de freqs ao redor do mundo
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– algum atraso para se chegar a soluções globais padronizadas, ex. IMT
2000

1. Redes sem Fio por RF - Requisitos de Projeto:

• Mobilidade total do terminal dentro da área de cobertura


• Baixas potências: ↑ autonomia de baterias
• Não há necessidade de permissões ou licença para utilizar redes se fio
indoor (por enquanto !!!)
• Tecnologia de Tx relativamente robusta
• Facilidade de interligação de terminais
• Relativa Privacidade e Segurança: há problemas de vulnerabilidade
• EMI: baixíssimas potências
• Transparência com as camadas mais altas do protocolo
• Possibilidade de localização do terminal (posição)

2. Redes sem Fio por Infravermelho (IR) - Requisitos de Projeto:


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• Uso diodos PIN infravermelhos;
• A luz ser propaga de maneira difusa (não coerente) propiciando múltiplas
reflexões (paredes, mobília etc, veja canal indoor, adiante.)
• Vantagens:
– operação sem necessidade de licença ou permissão de uso do espectro
IR
– Facilidade de interligação de terminais
– Maior facilidade de blindagem do sinal IR que o RF
• Desvantagens
– Interferências: luz solar, fontes de calor, etc.
– canal IR: reflexão e absorção da luz infravermelha
• Organização: IrDA (Infrared Data Association)
– http://www.irda.org/
– Fundada em 1994, a IrDA é uma organização sem fins lucrativos com
objetivos de desenvolver especificações e aplicações globais para co-
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municações sem fio por IR.
1/2

2.3. Alocação de Bandas ISM e UWB


802.11 - ISM
1. bandas ISM (Industrial, Scientific, Medical Band), figuras 3 e 4

• 900 MHz ISM band – telefones sem fio, algumas WAN, LAN proprietária,
equipamentos industriais (controles
Figure remotos,
3: Alocação de freqüênciainstrumentação
na banda ISM e telemetria)
• 2.4 GHz – telefones sem fio, Bluetooth, 802.11b (Wi-Fi), Home RF, fornos
• microondas
de 900 MHz ISM band (902 MHz - 928 MHz):
• 5 GHz – satélite
– BW móvel, 802.11a, HiperLAN/2, HiperPAN, 802.15.3
≈ 26 MHz
(proposta) fornos de microondas (futuro), sistemas sem fio fixos
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– telefones sem fio, algumas WAN, LAN proprietária, equipamentos
industriais (controles remotos, instrumentação e telemetria)

• 2.4 GHz ISM band (2,4 GHz - 2,4835 GHz)


– BW ≈ 79 MHz
– Única banda ISM não licenciada e aprovada mundialmente
– telefones sem fio, Bluetooth, 802.11b (Wi-Fi), Home RF, fornos de mi-
croondas
– Fig. 5 indica designação de canais para a banda ISM 2,4GHz. Disponi-
bilidade dos canais para uso com os padrões IEEE 802.11b/g ao redor
do mundo:
∗ Canais 1 a 11: América Norte (USA e Canada)
∗ Canais 1 a 13: Austria, Belgium, Denmark, Finland, France, Ger-
many, Greece, Iceland, Ireland, Italy, Liechtenstein, Luxembourg,
Netherlands, Norway, Portugal, Spain, Sweden, Switzerland, United
Kingdom.
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2.4 GHz ISM band

900 MHz ISM band


2.4 GHz ISM band
5 GHz ISM band
Figure 4: Alocação de freqüência na banda ISM ao redor do mundo

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∗ Canais 1 a 14: Japan, China, Hong Kong, Philippines, Taiwan, Thai-
land, Singapore, South Korea

• 5 GHz ISM band (5,725 GHz - 5,875 GHz)


– BW ≈ 150 MHz
– satélite móvel, 802.11a, HiperLAN/2, HiperPAN, 802.15.3 (proposta),
fornos de microondas (futuro), sistemas sem fio fixos
• Open standards (24 GHz band e 60 GHz band)
– Bandas ISM pouco exploradas: custo implementação ↑

2. Espectro e limites de Irradiação para UWB (Ultra Wide Band)

• Definição da FCC, sinais de UWB devem ter:


– BW > 500 MHz ou
– largura de banda fracionária B f > 20%.
∗ B f é um fator usado para classificar sinais de banda estreita, banda

23/129
Figure 5: Designação de Canais para a banda ISM 2,4GHz:

24/129
larga, ou banda ultralarga (UWB):
BW fhi − flow
Bf = =2 (1)
fcentral ( fhi + flow)
fhi e flow: maior e a menor freqüências de corte (nos pontos de −10
dB em relação à freqüência central do espectro UWB.
– Sistemas classificados em função da banda fracionária:

Banda estreita: B f < 1%;


Banda larga: 1% < B f < 20%;
Banda ultralarga: B f > 20%

• Máscara Espectral: Limites de radiação para aplicações internas e exter-


nas, segundo normas norte-americana e européia.

• EIRP apresentada na forma de densidade espectral de potência (PSD) com


resolução de banda de 1 MHz, figura 6:
– definida pela norma FCC Part 15.517 (Technical requirements for indoor
UWB systems)
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– Esta máscara permite que sistemas UWB coexistam com outras tecnolo-
gias (ex: GPS - Global Positioning System), sem provocar interferências
consideráveis:
∗ PSDUWB < 29, 5 pW/MHz ≈ −75, 3 dBm/MHz na faixa de 0,96-1,61
GHz
∗ PSDUWB < 75 nW/MHz ≈ −41, 25 dBm/MHz na faixa de 3,1-10,6
GHz
∗ Equivalendo a 1
– caso a banda total UWB de 7, 5 GHz seja otimamente ocupada, a
PTx(max) ≈ 500 µW.
– A Tabela a seguir compara os limites de radiação para aplicações inter-
nas (indoor) e externas (outdoor) permitidos para o sistema UWB norte
americano e europeu2.
1
29, 5 pW/MHz ≡ 29, 5 × 10−18 W e 75 nW/MHz ≡ 75 × 10−15 W, respectivamente.
2
Definido em 2002 pelo grupo de trabalho CEPT European Conference of Postal and Telecommunications da União de Telecomunicações
Internacional (ITU - International Telecommunication Union).

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Máxima Potência Efetiva Isotrópica Irradiada (EIRPmax ) [dBm/MHz]
Padrão Aplicação Faixa de Freqüências [MHz]
960-1610 1610-1990 1990-3100 3100-10600 >10600
Norte-Americano interna −75, 3 −53, 3 −51, 3 −41, 3 −51, 3
(FCC) externa −75, 3 −63, 3 −61, 3 −41, 3 −61, 3
f
Europeu interna −51, 3 + 87 log 3100
−41, 3 −51, 3 + 87 log 10600
f
f
(ITU) externa −61, 3 + 87 log 3100
−41, 3 −61, 3 + 87 log 10600
f

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−40
Potência Isotrópica Irradiada em [dBm/MHz]
−45

−50
3,1 10,6
−55 1,99

−60

−65

Banda
−70 GPS

Limite Indoor
−75
0,96 1,61 Limite Part 15
0 1
10 10
Freqüência em [GHz]

Figure 6: Máscara espectral definida para o sistema UWB norte-americano (Part 15 da FCC).
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3. Canal Indoor

3.1. Perdas no Canal Indoor: Percurso, Sombreamento e Multipercurso

1. Modelo Perda de Percurso, figura 7

L ∝ d2 f 2 ⇒ L = 32, 4 + 20 log dKm + 20 log fMHz

Tipo Obstrução (@ fc = 2, 4 GHz) Aten [dB]


parede de tijolo com janela 2
parede de tijolo próx. à porta de metal 3
parede de bloco 4
parede escritório 6
quadro de metal com vidro interno 6
porta de metal em parede escritório 6
porta de metal em parede de tijolo 12,4

2. Modelo Desvanecimento Multipercurso e Sombreamento para UWB [26]


29/129
d1

d2
Espalha- d
mento

Difração

Reflexão

(espalhamento temporal)
Sinal Tx Sinal Rx

τm
Figure 7: Modelo para perdas de percurso, sombreamento e desvanecimento multipercurso em canais indoor
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• apropriado modelo que capture as características da chegada aleatória
das medidas observadas.
• modelo escolhido pelo corpo de padronização IEEE 802.15.3a foi o Saleh-
Valenzuela (SV) [2]:
– usa processo estatístico para modelar de forma discreta a chegada dos
componentes multipercursos:
∗ componentes chegam em grupos (cluster),
∗ e também raios dentro de um cluster, fig. 8
∗ pois fenômeno de agrupamento (clustering) foi observado em medições
de canal UWB fechado.
– Existem “taxas de chegada do cluster” e “taxas de chegada de um raio
dentro de um cluster”.
– potência dos raios decresce exponencialmente ao longo do tempo em
relação ao primeiro raio.
– Tanto o tempo de chegada do cluster quanto o do raio são determinados
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estatística e independentemente através de um processo de Poisson3

Figure 8: Exemplo de decaimento exponencial da amplitude dos percursos no modelo de canal considerado.

3
Um processo de Poisson é caracterizado por variáveis aleatórias independentes com mesma distribuição exponencial, representando
os intervalos de tempo entre ocorrências de certos eventos.

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• Grupo IEEE 802.15.3a desenvolveu 4 classes de canais baseados no mod-
elo SV modificado
– CM-1: 0 a 4 metros, com linha de visada (LOS, Line-of-sight)
– CM-2: 0 a 4 metros, sem linha de visada (NLOS, Non-LOS)
– CM-3: 4 a 10 metros, NLOS
– CM-4: Extremo NLOS
• Este modelo considera conjuntamente os efeitos da perda de percurso e
multipercursos em:

– Variedade de ambientes (escritório e residencial e também LOS e NLOS


em função da distância).
– Termo de sombreamento é caracterizado por:

20log10(Xi) ∝ N(0, σ2x) (2)

• O modelo SV para UWB é caracterizado pelos seguintes parâmetros:


– atraso de espalhamento médio e RMS (root mean square);
33/129
– perfil de decaimento da potência;
– número de componentes multipercurso com valor médio quadrático
(potência média) dentro da faixa de [−10; 0] dB em relação ao raio de
maior potência, NP10dB.
• 4 modelos de canal e seus parâmetros listados na Tabela 1 [3].
• Figura 9: exemplo de 100 realizações sobrepostas baseadas no modelo SV
CM-3, resultando em uma quantidade de energia significativa espalhada
no intervalo de ≈ 50 ns.
• Figura 10: diferença entre os modelos SV no domínio do tempo.
– perfis médios são calculados a partir de 100 realizações de canal inde-
pendentes
– A resolução do atraso nos modelos é de 167 ps, que corresponde a uma
resolução espacial de 5 cm.

• Figura 11: número de percursos de propagação discerníveis dentro de


uma escala dinâmica de 10 dB, NP10dB, considerando 100 realizações.
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Table 1: Diferentes modelos SV e seus principais parâmetros, conforme proposta IEEE 802.15.3
Características do Canal4 CM-1 CM-2 CM-3 CM-4
Atraso médio, τm [ns] 5,05 10,38 14,18
Atraso RMS, τrms [ns] 5,28 8,03 14,28 25
NP10dB 5 35
NP85% 6 24 36,1 61,54
Parâmetros do modelo
Λ(1/ns) 0,0233 0,4 0,0667 0,0667
λ(1/ns) 2,5 0,5 2,1 2,1
Γ 7,1 5,5 14,00 24,00
γ 4,3 6,7 7,9 12
σ1 (dB) 3,39 3,39 3,39 3,39
σ2 (dB) 3,39 3,39 3,39 3,39
σx (dB) 3 3 3 3
Características do modelo4
Atraso médio, τm [ns] 5,0 9,9 15,9 30,1
Atraso RMS, τrms [ns] 5 8 15 25
NP10dB 5 12,5 15,3 24,9 41,2
NP85% 6 20,8 33,9 64,7 123,3
Média da energia do canal [dB] -0,4 -0,5 0,0 0,3
Padrão da energia do canal [dB] 2,9 3,1 3,1 2,7
4
Estas características foram obtidas com período de amostragem de 167 ps.
5
Número de percursos dentro da faixa de potência de 10dB. 35/129
1

0.8

0.6

0.4

0.2

−0.2

−0.4

−0.6

−0.8

−1
0 50 100 150 200 250
Tempo (ns)

Figure 9: Perfil do atraso para o modelo de canal Saleh-Valenzuela modificado 3.


36/129
0.02
CM−1
0

−0.02
0 50 100 150 200 250

0.02
CM−2
0

−0.02
0 50 100 150 200 250

0.02
CM−3
0

−0.02
0 50 100 150 200 250

0.02
CM−4
0

−0.02
0 50 100 150 200 250
Tempo (ns)

Figure 10: Perfil do atraso médio para os modelos SV-1 a SV-4.


37/129
20
10
0
0 20 40 60 80 100
40

20

0
0 20 40 60 80 100
Channel number
50

0
0 20 40 60 80 100
100

50

0
0 20 40 60 80 100
Número de canais

Figure 11: Número de percursos significativos dentro da escala dinâmica NP10dB para diferentes modelos SV.
38/129
• Figura 12: grande quantidade de percursos necessária à obtenção de 85%
da energia total, NP85%
– receptor com hardware complexo proveito da diversidade Rake: pro-
cessar uma grande quantidade de percursos.

3.2. Antenas

1. Ganhos das Antenas

• a maioria dos rádios 802.11b (2.4GHz) oferecem


– Ptx = 15 a 18 dBm de potência de saída (entre 30 a 50 mW).
• A medida mais comum para expressar o ganho de uma antena na fre-
qüencia encima de 1GHz é o dBi (dB isotrópico)
– Duas antenas com ganho de 15 dB ou de 15 dBi apresentam desem-
penho completamente diferentes;
– quando o ganho de uma antena estiver indicada somente com dB: esta
informação é relativa a alguma referência.
39/129
40
30 CM−1
20
10
0 20 40 60 80 100

50

CM−2
0
0 20 40 60 80 100
150
100
CM−3
50
0 20 40 60 80 100

150
100 CM−4

50
0 20 40 60 80 100
Número de Canais

Figure 12: Número de percursos significativos necessário à obtenção de 85% da energia total para os quatro modelos
SV.
40/129
• EIRP: Potência Efetiva Isotropicamente Irradiada
– é uma medida da potência irradiada pelo transmissor assumindo-se
que o sinal é igualmente irradiado (intensidade) em todas as direções,
tal como uma onda esférica irradiada de um fonte pontual:
∗ potência RF entregue a uma antena (no Tx) multiplicado pelo ganho
da antena, assumindo ganho constante em todas as direções (omni-
direcional).
– Figura 13: Dipolo para um D-Link DI-714 802.11b Wireless Router,
DSL Firewall e Bridge
∗ Ganho isotrópico: aproximadamente igual à razão inversa das áreas
definidas pela região de covertura e pela área da suerfície total da
esfera isotrópica
(Acobertura)−1
Gi ≈ ; Gi[dB] = 10 log10 Gi [dB]
(Asph isotr)−1
dip
∗ O ganho do dipolo é Gi ≈ 2, 1 dBi.
41/129
Figure 13: Diagrama de irradiação para uma antena Dipolo
42/129
– ERP: Effective Radiated Power: potência efetivamente irradiada pelo
Tx em uma deteminada direção
∗ potência RF entregue a uma antena (no Tx) multiplicada pelo ganho
da antena em uma determinada direção
∗ caso a direção não seja especificada, → assume-se direção de máx-
imo ganho
∗ alternativamente: ERP = Ptx × Gr, onde Gr = ganho da antena na
direção desejada relativo ao ganho do dipolo 21 λ
– para calcular on-line a relação entre EIRP e ERP (quando se tem antena,
com ganho em relação ao caso de irradiação isotrópico), acesse:, figura
14
http://www.csgnetwork.com/antennaecalc.html
• Antenas com Ganhos (direcionais ou não)
– Pode-se reduzir a quantidade de energia irradiada para as regiões
acima e abaixo da área de localização do receptor:
43/129
Figure 14: Aplicativo on-line para cálculo da EIRP e ERP
44/129
∗ simplesmente modificando (ou achatando) o diagrama de irradiação
da antena:
(a) "Slotted Waveguide" ou "Co-linear" (omnidirecional):
· composto por um número de dipolos alinhados irradiando sinais
em fase
· energia é concentrada ao longo do eixo dos dipolos
· diagrama de irradiação de uma antena Co-linear com 6 dipolos
para a faixa de 2,4GHz, figura 15
(b) Antenas Direcionais
· antena dipolo é omnidirecional: irradia energia igualmente em
todas as direções de Azimute
· Antenas Direcionais: concentrate energia em uma determinada
direção (cone), denominado feixe (beam), figura 16.
· Antena padrão irradiação Biquad: instalada no canto superior
(teto) em um ambiente indoor
45/129
Figure 15: Diagrama de irradiação para uma antena Colinear composta por 6 dipolos
46/129
· irradia energia desprezível fora da área de cobertura (atrás e
lados da antena)
· Diretividade → aumento ganho: Gi = 11, 3 dBi
· lóbulos laterais são de baixa intensidade: Fig. 16, lób. laterais
20dB abaixo do principal
· projeto de antenas de elevado ganho: difícil a obtenção de ante-
nas omnidirecionais com ↑ Gi

2. Polarização de Antenas

• Dipolo transmite sinal polarizado verticalmente:


– campo elétrica (E-field): paralelo ao elemento dipolo e e perpendular
ao chão.
– deslocando o dipolo da figura 13 de 90o: radiação sinal com polarização
horizontal (E-field é paralelo ao solo)
• Antenas com polarização horizontal: geralmente resultam melhor pro-
pogação indoor de sinais de microondas
47/129
Figure 16: Diagrama de irradiação (apenas azimutal) para uma antena diretiva Biquad, Gi ≈ 11, 3 dBi. Ganho idêntico
para a direção de elevação

48/129
– devido múltiplas reflexões no solo e teto
– Quando um sinal WLAN atinge a superfície de um objeto (cabine de
metal, poste etc), sofre:
∗ reflexão com espalhamento da polarização
∗ ∴ ambiente indoor: recepção é uma composição de sinais com po-
larização horizontal e vertical

3. Antenas Impressas para Bandas ISM, ref. [5]

• Projeto e implementação de uma antena dipolo compacta para banda ISM


dual ((2,44 and 5 GHz);
• volume ocupado: 15 × 40 × 1 mm3, figura 17
• faixas de operação da antena:
– 2170 a 2570 MHz (BW = 400 MHz)
– 4690 a 7000 MHz (BW = 2300 MHz)
• Ganho de irradiação medido: from at
49/129
– Gi[dB] = 1, 20 a 1, 41 dBi (@ banda 2,4 GHz)
– Gi[dB] = 2, 25 a 3, 44 dBi (@ banda 5 GHz)

4. Detalhes construtivos de antenas diretivas para bandas ISM, [6]:


T. Marshall 802.11b WLAN Waveguide Antennas: Unidirectional and Omnidi-
rectional, High gain, Simple construction
http://www.trevormarshall.com/waveguides.htm.

50/129
Padrões de Irradiação
@ 2440 MHz

(++++) medidas
(-------) simulação

plano x-y

plano x-z

51/129
Figure 17: Antena Compacta ISM dual, faixas 2,4 e 5 GHz. a) protótipo; b) Perda de retorno da antena; c) diagrama
3.3. Modulações e/ou tipos de Acesso empregados em Redes sem Fio

1. FH-SS (Frequency Hopping Spread Spectrum)

2. DS-SS (Direct Sequency Spread Spectrum)

3. MR DS-SS (MultiRate Direct Sequency Spread Spectrum)

4. OFDM (Orthogonal Frequency Division Multiplex)

5. Híbrida: OFDM + SS

52/129
3.4. Regulamentação para Sistemas sem Fio com Radiação Restrita

• No Brasil, existe Resolução específica (2004 em diante) para Sistemas de


Comunicação/Acesso Sem Fio Não Licenciados (ISM Band)

• Para regulamentação específica de limites de irradiação de redes sem fio, veja


documento baseado em resolução da Anatel:
R̧̃ R - R̧̃ A  S N̃ L-
  A S F
www.abranet.com.br/WirelessBrasil_Regulamentacao_%20Anatel.ppt

53/129
Wireless Brasil - Regulamentação

RADIAÇÃO RESTRITA

Regulamentação Aplicada a
Sistemas Não Licenciados de
Acesso Sem Fio
Eng.º Eliézer Alves Teixeira, M.Sc.
Agência Nacional de Telecomunicações
São Paulo, maio de 2004

Wireless Brasil - Regulamentação 54/129


Sumário

Regulamentação aplicável
Características/Evolução dos padrões
Resultados da WRC – 2003
Alterações da regulamentação
Comentários finais

Wireless Brasil - Regulamentação 55/129


Regulamentação aplicável

Lei nº 9.472 - Lei Geral das Telecomunicações


(LGT):
- Art.163, § 2º, inciso I: Estabelece que os
equipamentos de radiação restrita definidos pela
Agência, independerão de outorga de uso de
radiofreqüência.

Res. nº 365, de 10/05/2004, da Anatel:


- Regulamento sobre Equipamentos de
Radiocomunicação de Radiação Restrita.

Wireless Brasil - Regulamentação 56/129


Conceito

Radiação Restrita

- Termo genérico aplicado a equipamento que utilize


radiofreqüência em que a emissão produza campo
eletromagnético com intensidade dentro de limites
estabelecidos na Regulamentação específica
(Resolução nº 365).

Wireless Brasil - Regulamentação Resoluç nº57/129


Resolução nº 365
Principais características

Estações isentas de licença para instalação e


funcionamento;
Não necessitam de autorização para uso de
radiofreqüências;
Operam em caráter secundário;
Devem ter certificado homologado pela Anatel;
Caso sejam utilizados p/ prestação de serviço:
- Resolução nº 73, de 25/11/1998.

Wireless Brasil - Regulamentação Resoluç nº58/129


Resolução nº 365
Visão geral

Limites Gerais – Independe da aplicação.

Limites Específicos – Varia de acordo c/ a


aplicação:
Regulamento
Exemplos:
Anexo à
aDispositivos de operação periódica,
Resolução
aTelemedição, aTelecomando,
nº 365
aµfone sem fio aTelefone sem cordão
aRamal sem fio de CPCT
aEspalhamento espectral
aIdentificação de veículos aBSR.

Wireless Brasil - Regulamentação Resoluç nº59/129


Resolução nº 365
Proposta aprovada pelo CD

Resolução nº 365, de 10/05/2004


publicada no D.O.U., de 13/05/2004

2.4 GHz (OFDM e Espalhamento Espectral);

Faixa de 5 GHz – Incluir faixas p/ RLAN:


- DFS;
- TPC.

Alterações válidas para as três faixas: 900 MHz,


2,4 GHz e 5,7 GHz.

Wireless Brasil - Regulamentação Resoluç nº60/129


Resolução nº 365
SEÇÃO IX do Regulamento

Tecnologias de Modulação:
) Espalhamento Espectral:
- Seqüência Direta (SD);
- Salto em Freqüências (SF);
- Sistemas Híbridos – Combinação de SD & SF;
) OFDM;
) Outras Modulações Digitais.

Faixas de freqüências:
- 902-907,5 MHz (4 W e.i.r.p.);
- 915-928 MHz (4 W e.i.r.p.);
- 2400-2483,5 MHz (400 mW e.i.r.p. ou 4 W e.i.r.p.);
- 5725-5850 MHz (4 W e.i.r.p.).

Wireless Brasil - Regulamentação Resoluç nº61/129


Resolução nº 365
SEÇÃO IX do Regulamento

Características – 900 MHz, 2,4 GHz e 5,7 GHz:


Caso seja utilizada antena com ganho
Ptx ≤ 1W direcional superior a 6 dBi, a potência do
≤ 4 W e.i.r.p. transmissor deve ser reduzida da mesma
G antena ≤ 6 dBi quantidade em dB que o ganho direcional da
antena exceder a 6 dBi.

Condições Específicas
2400-2483,5 MHz
Ponto-a-Ponto Reduzir 1 dB no Tx para cada 3 dB que o Ganho da antena exceder a 6 dBi.

5725-5850 MHz
Ponto-a-Ponto Ganho da antena pode ser > 6 dBi, sem necessidade de reduzir a Ptx.

Wireless Brasil - Regulamentação Resoluç nº62/129


Resolução nº 365
SEÇÃO IX do Regulamento

Características – 2,4 GHz:

Regulamento Aplicável E.I.R.P. População


Regulamento Específico p/ a > 400 mW ≥ 500 Mil Habitantes
Faixa de 2400-2483,5 MHz
RERRR ≤ 400 mW ≥ 500 Mil Habitantes
RERRR > 400 mW < 500 Mil Habitantes
RERRR < 400 mW < 500 Mil Habitantes

RERRR: Regulamento sobre Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita.

Wireless Brasil - Regulamentação Resoluç nº63/129


Resolução nº 365
SEÇÃO X do Regulamento

Sistema de Acesso sem Fio em Banda Larga


para Redes Locais
Características:
EXIGÊNCIA Potência e.i.r.p. Densidade Espectral de
Faixas de
Potência e.i.r.p.
Radiofreqüências DFS TPC Com TPC Sem TPC

5150-5250 MHz Não Sim 200 mW 100 mW 10 mW/MHz

5250-5350 MHz Sim Sim 200 mW 100 mW 10 mW/MHz

5470-5725 MHz Sim Sim 1W 500 mW 50 mW/MHz

Wireless Brasil - Regulamentação Resoluç nº64/129


Resolução nº 365
Evolução dos padrões

2,4 GHz 802.11B 802.11G

BLUETOOTH 802.15

FHSS E DSSS OFDM

5 GHz 802.11A 802.11H

HIPERLAN 2 – DFS E TPC

1 A 11 Mbit/s 6 A 54 Mbit/s

Wireless Brasil - Regulamentação Resoluç nº65/129


Resolução nº 365
Resultados da WRC – 03

FAIXA DE 5GHZ, ATRIBUIÇÃO (REGIÕES 1, 2 E 3)

5
50
50

535

546

547

557

565

572
52
51

RADIOLOC SEC
SITUAÇÃO RLS
ARNS EESS, ARNS MRNVS
ANTERIOR EESS, RLS, SRS RADAMADOR
FSS RADIOLOC (SEC) RADIOLOC (SEC)
(SEC)

SRS
FWA EESS/SRS
ATRIBUIÇÃO
FIXO REGIÃO 3 ATRIBUIÇÃO PRIMÁRIA
PRIMÁRIA

WRC–03
MÓVEL MÓVEL
WAS INCLUI RLAN WAS INCLUINDO RLAN

RADIOLOCALIZAÇÃO
CARÁTER PRIMÁRIO

EESS > Serviço de Exploração da Terra por Satélite SRS > Serviço de Pesquisa Espacial
RLS > Serviço de Radiolocalização ARNS > Serviço de Radionavegação Aeronáutica
FSS > Serviço Fixo por Satélite MRNVS > Serviço de Radionavegação Marítima

Wireless Brasil - Regulamentação Resoluç nº66/129


Resolução nº 365
Visão do Espectro
FAIXA DE 5 GHz

25
50
25
50

50

50

70

58
58
200 mW 1W 1W 4W

57
51

52

53

54
(E.I.R.P.) (E.I.R.P.) (E.I.R.P.) (E.I.R.P.)
EUA U-NII INDOOR INDOOR
INDOOR OUTDOOR
INDOOR / OUTDOOR OUTDOOR

200 mW(E.I.R.P.) 1 W (E.I.R.P.)


EUROPA
HIPERLAN 2 INDOOR INDOOR / OUTDOOR
4W
200 mW(E.I.R.P.) 1 W (E.I.R.P.) (E.I.R.P.)
BRASIL INDOOR
(Res. nº 365) INDOOR INDOOR / OUTDOOR
OUTDOOR

WRC-03
WAS INCLUI RLAN (MS) WAS INCLUI RLAN (MS)

U-NII

RADIAÇÃO RESTRITA

Wireless Brasil - Regulamentação Resoluç nº67/129


Resolução nº 365
Proposta de Alteração
FAIXA DE 2 GHz

3,5
0

2490
0
230

MHz

248
0

245
240
Radioamador - Secundário
SITUAÇÃO
ANTERIOR Radiação Restrita

SARC - Fixo / Móvel SARC - Fixo / Móvel

Região de Interferência

Novo Regulamento – 4W E.I.R.P.


FIXO/LICENCIADO (EM CARÁTER SECUNDÁRIO)
PROPOSTA
RADIAÇÃO RESTRITA – 400 mW E.I.R.P.
NÃO LICENCIADO
SARC - FIXO / MÓVEL SARC - FIXO / MÓVEL
(USO PREFERENCIAL-MÓVEL) (USO PREFERENCIAL-FIXO)

Wireless Brasil - Regulamentação Resoluç nº68/129


Resolução nº 365
Proposta Encaminhada ao CD para Consulta Pública

Novo Regulamento para 2,4 GHz:


- Acima de 400 mW EIRP;
- População acima de 500.000 habitantes;
- OFDM e Espalhamento Espectral.
- Fixo
- Licenciado
- Caráter Secundário

Wireless Brasil - Regulamentação 69/129


Comentários Finais
Uso da tecnologia tem sido voltado para “hot-spots”
– locais de grande concentração de laptops e PDAS:
• Hotéis e cafés;
• Centro de relaxamento;
• Espaços de entretenimento;
• Aeroportos e aeronaves;
• Rodovias e ferrovias;
• Centros de convenções.
Ações de fiscalização;
Alternativa para o SCD (CP em análise);
Wi-Fi pode oferecer serviços comparáveis aos
futuros serviços 3G.
Wireless Brasil - Regulamentação 70/129
Agência Nacional de Telecomunicações
Anatel
Superintendência de Radiofreqüência e
Fiscalização - SRF
Gerência Geral de Certificação e Engenharia
do Espectro - RFCE
Gerência de Engenharia do Espectro – RFCEE
http://www.anatel.gov.br

Wireless Brasil - Regulamentação 71/129


4. Redes sem Fio IEEE802.11x

4.1. Camada Física

1. Há 3 Versões (2 rádio e 1 IR):

• Taxas de 1 ou 2 Mbit/s

2. FHSS (Frequency Hopping Spread Spectrum)

• spreading, despreading, intensidade do sinal, tipicamente 1Mbit/s


• 26 seqüências de salto
• modulação de 2 níveis GFSK

3. DSSS (Direct Sequence Spread Spectrum)

• Taxa de 1 Mbit/s Modulação DBPSK (Differential Binary Phase Shift Keying)


• Taxa de 2 Mbit/s Modulação DQPSK (Differential Quadrature PSK)
• Preâmbulo e cabeçalho do frame transmitidos a 1 Mbit/s (DBPSK), restante
transmitido a 1 (DBPSK) ou 2 Mbit/s (DQPSK)
72/129
• código de Barker (sincronismo):

[+1 − 1 + 1 + 1 − 1 + 1 + 1 + 1 − 1 − 1 − 1] chips

• Pmax irradiada:
– 1 W (EUA)
– 100 mW (Europa)

4. Infravermelho

• 850-950 nm, distância até 10 m


• Detecção de portadora, detecção de energia, sincronização

4.2. Métodos de Modulação

• Todas essas redes sem fio operando em 2,4GHz:

– modulação por espalhamento espectral - spread spectrum modulation (SSM)


∗ Bluetooth: FH-SS de salto lento - Slow Frequency Hopping Spread Spec-
trum.
73/129
– multiplexação por divisão de freqüência ortogonal (OFDM - Orthogonal
Frequency Division Multiplexing)

4.2.1. Direct Sequence Spread Spectrum (DS-SS)

• Operação confiável acima de Rb = 2 Mbps e uma extensão da área de oper-


ação:

– DS-SS substituiu o FH-SS como método de modulação.

• FCC especifica 11 canais para o uso do DS-SS em 2,4GHz, mas com um nível
de potência menor que o FH-SS.

• DS-SS utiliza código de Barker:

– Código Barker: seqüência PN de 11 bits com boas propriedades de CC


– facilidade de sincronismo no Rx do DS-SS: tracking & aquisition.

• Informação é espalhada espectralmente, fig 18:

– obtidas a partir de operações OR (XOR) com o código Barker (a cada Tb).


74/129
– Cada bit é codificado por 11 bits do código Barker.

4.2.2. HR DS-SS (High Rate Direct Sequence Spread Spectrum) para 802.11b

• mesma estrutura do DS-SS (utiliza modulação DQPSK)

• Para se atingir Rb = 11 Mbps (IEEE 802.11b) a sequência de Baker é substituída


pela seqüência CCK - Complementary Code Keying.

– Este método usa 2` = 64 códigos únicos ortogonais (tranformação de


Hadamard generalizada) para codificar o sinal:
∗ 6 bits de informação → 1 seq CCK de 64 chips.

• aproveita melhor a representação de símbolos em modulação por fase (PSK)

• atinge Taxa de Rb = 11 Mbps

• 3 canais simultâneos:
75/129
Figure 18: Espalhamento Espectral da informação em DS-SS utilizando Seq Baker

76/129
– RT = 3 x 11 Mbps = 33 Mbps

• O código CCK utilizado no 802.11b transmite dados utilizando símbolo de 8


chips

– cada chip é um par-bit complexo do modulador QPSK


– taxa desses chips: 11Mchip/s

• Nos modos 5, 5Mchip/s e 11Mchip/s, respectivamente, 4 e 8 bits são mapeados


em 8 chips do símbolo CCK: c0, ..., c7, onde:

c = (c0, . . . , c7) = (e j(φ1+φ2+φ3+φ4), e j(φ1+φ3+φ4), e j(φ1+φ2+φ4),


−e j(φ1+φ4), e j(φ1+φ2+φ3), e j(φ1+φ3), −e j(φ1+φ2), e jφ1 )

e φ1, ..., φ4 são determindas pelos bits de info a serem modulados.


mudança de fase:

– φ1: aplicada a todos os chips


77/129
– φ2: aplicada a todos os outros chips
– φ3: aplicada as 2 primeiros de todos 4 chips
– φ4: aplicada aos primeiros 4 chips dos oito chips

4.2.3. Orthogonal Frequency Division Multiplexing (OFDM) para 802.11a

• Características:

– WLAN operando faixa de freqüência: ISM 5 GHz


– divide o canal em sub-bandas, com sub-portoradoras ortogonais:
∗ ⇒ canais não seletivos em freq BWcanal < (∆B)c
– transmite dados utilizando todos os canais em paralelo
– utiliza canais com sobreposição espectral de até 50% que não causam
interferência mútua
– Rb = 54 Mbps, com modulação 64-QAM
– 8 comunicações simultâneas:
78/129
∗ Rb(tot) = 8 × 54 Mbps = 432 Mbps

• 802.11a utiliza esquema: coded OFDM (COFDM)

– dividido em sub-bandas de 20 MHz; em cada sub-banda, tem-se:


– OFDM com 52 sub-portadoras de um total de 64, figura 19:
∗ 48 dados
∗ 4 piloto:
· correção de erros e manter a coerência do sinal de freqüência.
∗ 12 sub-portadoras virtuais
∗ Espaçamento de 312,5 kHz
– baixas Rb: BPSK é usado para codificar 125 Kbps para cada canal de dados
⇒ Rb = 9Mbps.
– altas Rb: QPSK é usado; dados codificados por canal dobra para, ⇒ Rb =
12Mbps.

• 802.11a × 802.11b: comparação de capacidade, figura 20


79/129
Figure 19: Localização das subportadoras em uma sub-banda OFDM do 802.11a

80/129
Figure 20: Comparação de Throughput 802.11a × 802.11b, cobertura de até ≈ 72m

81/129
5. O projeto Bluetooth

5.1. Histórico

• Tecnologia sem fio por RF: dispositivos eletrônicos como computadores pes-
soais, PDA’s, telefones celulares, modems, impressoras etc comuniquem-se
a curtas distâncias sem a utilização de nenhum tipo de cabeamento.

• é uma especificação aberta (royalty free) para comunicação sem fio de curto
alcance e baixo custo

• permite transmissões de voz e dados em tempo real,

• assegura certa imunidade contra interferências e segurança.

• Origens:

– 1994: Ericsson iniciou um estudo que visava substituir os cabos que


ligavam seus aparelhos celulares aos diversos acessórios existentes por
meio de uma tecnologia sem fio acessível.
82/129
– 1998: Ericsson, IBM, Intel, Nokia e Toshiba se uniram no desenvolvimento
do padrão Bluetooth.
∗ Ao grupo original, denominado SIG (Special Interest Group), juntaram-
se novas empresas. Atualmente, o SIG conta com centenas de mem-
bros.
– O nome “Bluetooth”:
∗ homenagem ao Rei Viking Harald Blaatand “BlueTooth” II, Rei da
Dinamarca entre os anos 940 e 981 DC. Harald logrou, em seu reinado,
controlar os reinos da Dinamarca e da Noruega. O fato de um rei,
no século X, conseguir controlar dois reinos distantes fez com que ele
fosse escolhido como personagem inspirador da nova tecnologia.
∗ A palavra-chave por traz de Bluetooth é unificação, pois Harald uniu
os dinamarqueses.

• Especificações do Bluetooth (grupo SIG):

– Core: define como o sistema funciona, em termos de protocolos, camadas,


83/129
especificações técnicas etc.
– Profiles: determina como os diversos elementos que compõe o sistema
podem ser empregados para a realização das funções desejadas.
– Camada de Aplicação:
∗ Especificação do Bluetooth compreende não apenas as camadas mais
baixas da rede, mas também a camada da aplicação.
∗ Aplicação previstas: transferências de arquivos, walkie-talkies digi-
tais, fones de ouvido sem fio, acesso a redes locais, entre outros.

5.2. Características do Padrão Bluetooth

• Padronização aberta para a conexão sem fio de pequeno alcance entre dis-
positivos variados.

– Um dispositivo com Bluetooth detecta outro dispositivo com a tecnologia


Bluetooth e estabelece a conexão de rádio automaticamente.

• Solução de baixo custo (comparada com o Wi-fi):


84/129
– baixa potência, pequena distância (até 100m) e baixa taxa de transmissão
(até 1Mbps).
– indicado para a conexão de dispositivos móveis (celulares, teclados wire-
less, mouses wireless, câmeras, PDAs, etc.) e computadores (ou laptops),
ou conexão local entre dispositivos em uma área limitada onde a presença
de cabos não é desejada.
– indicado para cenários WPAN
∗ é possível utilização em WLAN (ex: interconexão de computadores),
no caso em que o Wi-Fi seria mais adequado.
– Exemplos de aplicação do Bluetooth:
1. sincronização de PDA com computador;
2. acesso à Internet através de um celular conectado a um computador
PC via Bluetooth;
3. automação em residências:
∗ dispositivos com Bluetooth na residência se comunicando para o
85/129
destravamento de portas, monitoramento de dispositivos; etc.

• Opera com voz e dados na banda ISM Band (Industrial, Scientific, Medical
band), centrada em 2, 45 GHz e BW ≈ 80MHz

– mesma banda utilizada pelo padrão IEEE 802.11 b/g.


– EUA: faixa de 2, 4 a 2, 4835 GHz (Regulamentado pela FCC P 15)
– Europa: faixa de 2, 4 a 2, 48 GHz (Regulamentado pela ETS-200328)
∗ França e Espanha a localização exata da banda ISM difere e a largura
total desta é menor.
– Japão: faixa de 2, 4 a 2, 5 GHz

• Tipo de Comutação:

– voz: comutação por circuitos


– dados: comutação por pacotes

• modulação FH (Frequency Hopping): resistência à MAI


86/129
– 1600 hops/s
– 79 freqüências separadas de 1 MHz, sendo quatro hops de reserva usados
para o setup das conexões.
∗ França e Espanha: conjunto reduzido de 23 portadoras, separadas por
1MHz.
– Enorme conjunto de Sequências PN

• Suporta até 8 dispositivos em uma Piconet

– sistema Mestre-Escravo (M-S):


∗ topologia de rede suporta até sete conexões simultâneas dentro de uma
piconet

• Sincronismo

– sistema M-S permite coordenação (sincronismo) dos terminais S


– unidade M: designa específica Seq (FH-SS) para cada unidade S.

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– unidades S sincronizam seus relógios (clocks) internos com o relógio do
mestre;

• Nível MAI suportado:

– Até 10 Piconets (80 tx) podem operar simultaneamente dom sobreposição


espacial (cobertura).

• Cobertura:

– ideal: 10 metros;
– máximo: 100 metros, em condições ideais:
∗ ambos os transmissores operando com potência máxima;
∗ visibilidade, progagação e ganho de antenas excepcionais

• Velocidade de transmissão: 1 Mbps, em condições ideais.

– na prática a transmissão é menor:


∗ pois nestes 1 Mbps estão incluídos os sinais de modularização,
88/129
∗ e dificilmente ter-se-ão unidades S operando em condições ideais (dis-
tância e potência);

• Potência da Transmissão Bluetooth: 1 mW a 100 mW. Há 3 classes de trans-


missores:

max = 100 mW ⇒ cobertura r < 100 m.


– Classe 1: PTx

max = 2, 5 mW ⇒ coberturas r < 20 m.


– Classe 2: PTx

max = 1 mW ⇒ coberturas r < 10 m.


– Classe 3: PTx

• Modem:

– modulação GFSK(Gaussian Frequency Shift Keying);


– mapeamento:
∗ bit "1" → fc + ∆ f
∗ bit "0" → fc − ∆ f

• Modos e Taxas de Transmissão Associadas:


89/129
– Taxa de transferência máxima (teórica):
∗ 1 Mbps (1G Bluetooth): V1.1 e V1.2
∗ 2 Mbps (2G Bluetooth)
∗ 3 Mbps (3G Bluetooth): Fev/2006
– Dados: comutação de Pacote
∗ full-duplex (simétrico): taxa efetiva de 432, 6 kbps
∗ assimétrica (assinc): taxa efetiva de 721 (downlnk) / 56 (uplnk) kbps
· , velocidade: overhead do protocolo.
– Voz: comutação de circuito
∗ 3 canais síncronos de 64Khz
– Canais de Voz e Dados, simultaneamante:
∗ até 3 canais de voz síncronos simultâneos + 1 canal de dados assíncrono
∗ 1 canal de voz e dados síncrono

• Criptografia: similar a outros protocolos:


90/129
– utilizada para proteger as transmissões entre os equipamentos na rede.
– baseada no algoritmo SAFER (Secure And Fast Encryption Routine).
∗ facilmente implementável em software
∗ apresenta um baixo esforço computacional.
∗ Chave de autenticação de 128 bits
∗ Códigos de até 64 bits (A5)
∗ Nível de segurança relativamente alto:
· No entanto, aspectos de segurança do Bluetooth devem ser melho-
rados para oferecer mais robustez às transmissões de dados entre os
equipamentos da rede.

5.3. Bluetooth: Sistema de Rádio Ad Hoc

• Especificação Bluetooth visa a criação de um Sistema de Rádio Ad Hoc:

– não há diferença entre as unidades de rádio, não há distinção entre estação


base (EB) e terminais (T).
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– não há infraestrutura de cabos para suportar a conectividade entre unidades
portáveis;
– não há um controlador central para coordenar as interconexões e também
não há intervenção de operadores.

• Muito comum que em ambientes Bluetooth um grande número de conexões


ad hoc coexista na mesma área sem qualquer coordenação mútua entre os
dispositivos.

– diferentemente de cenários ad hoc convencionais onde a conectividade


ad hoc está focada em prover uma única (ou poucas) rede(s) entre as
unidades alcançáveis entre si.
– Essa diferença é ilustrada na figura 21.

• Sobreposição Piconets Bluetooth:

– piconet = rede sem fio com até 8 dispositivos interligados

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Figure 21: Topologias: a) Sistema de telefonia celular convencional:  = ERB estacionarias; b) Sistema convencional
– várias piconets independentes e não-sincronizadas podem se sobrepor
ou co-existir na mesma área; veja subseção 5.3.4.
– scatternet = sistema ad hoc disperso com múltiplas redes, cada uma
contendo um número limitado de dispositivos, figura 22

• Modo Full-Duplex TDD

– No domínio do tempo, um canal do Bluetooth é dividido em slots de


duração de 625µs.
– Simplificação da implementação: comunicações full-duplex são obtidas
aplicando-se TDD.
∗ os slots são utilizados de modo alternado para a Tx e Rx de pacotes,
figura 23.
– Taxa de salto: Rhop = 1
Thop = 1
625µs = 1600 hops/s
– Um pacote de dados (de taxa Rb = 1 Mb/s) a cada hop contém pelo menos
Rb 106
Rhop = 1600 = 625 bits
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Figure 22: Tipos de redes formadas entre dispositivos Bluetooth. Redes Bluetooth suportam conexões ponto-a-ponto
e ponto-multiponto entre o dispositivo M e os S.

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Figure 23: Canal FH/TDD no Bluetooth: Thop = 625µ s

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5.3.1. Controle de Acesso ao Meio

• Otimização do Bluetooth

– visando número elevado de comunicações não coordenadas ocorram den-


tro da mesma área.
– definição de um grande número de canais independentes:
∗ cada qual servindo somente um número limitado de participantes.
– diferentemente de outras soluções ad hoc onde todos os dispositivos
compartilham o mesmo canal.

• Um canal (FH Bluetooth Channel) está associado a uma piconet

– identificado pela seqüência dos saltos de freqüências e pelo relógio do


dispositivo mestre.

• dispositivo mestre:

– controla o tráfego na piconet e também cuida do controle de acesso.


97/129
– técnica de polling:
∗ evita a colisão devido a múltiplas transmissões de dispositivos es-
cravos.
∗ somente o dispositivo indicado no slot mestre-para-escravo pode trans-
mitir no slot escravo-para-mestre seguinte.

5.3.2. Estabelecimento de Conexões

• Identificação dos dispositivos:

– Para se criar uma rede Bluetooth ou para se adicionar componentes a uma


piconet, dispositivos devem ser identificados.
– Dispositivos podem ser dinamicamente conectados e desconectados de
uma piconet a qualquer instante.

• Difusão de mensagens do tipo INQUIRY

– Dispositivos estabelecendo uma conexão não sabe quais são os outros


dispositivos que estão em sua área de alcance e suas características.
98/129
– Ao receber uma mensagem desse tipo, um dispositivo retorna um pacote
de sincronismo (FHS - Frequency Hopping-synchronization), contendo além
de seu identificador, informações para o sincronismo entre os dispositivos.
∗ Dispositivos que respondem a uma mensagem de inquiry utilizam
uma temporização aleatória para enviar a resposta.
∗ evitando possíveis colisões, quando mais de um dispositivo responder
ao pedido.

• Estabelecimento da conexão: mensagem do tipo PAGE

– Após coletar informações sobre os demais dispositivos, o dispositivo so-


licitante de conexão envia mensagem do tipo PAGE
– page é somente utilizada por um dispositivo que deseja estabelecer uma
conexão com algum outro dispositivo cujo identificador e informações de
sincronismo são conhecidas.
– são transmitidos dois pedidos de conexão seguidos em diferentes porta-
doras, a cada 1, 25 ms.
99/129
– O dispositivo paging transmite duas vezes um pedido de conexão e escuta
duas vezes para verificar se há alguma resposta.

• estado de STANDBY:

– dispositivos ociosos permanecem no estado de STANDBY para econo-


mizar energia.
– periodicamente “despertam” para verificar se existe algum outro dispos-
itivo tentando se comunicar.
– Neste momento diz-se que a unidade está em estado de SCAN.
∗ Cada vez que o dispositivo acorda, verifica uma portadora diferente.
∗ Janela de varredura utilizada é de ≈ 10 ms

5.3.3. Tipos de Links

• Links de um dispositivo Bluetooth em uma piconet:

– Enlace Síncrono: Synchronous Connection Oriented (SCO) link:


100/129
∗ Um SCO é um link ponto-a-ponto entre M-S.
∗ tipicamente usado para a transmissão de voz.
– Enlace Assíncrono: Asynchronous Connectionless (ACL) link.

– link ACL estabelece conexão momentânea entre o M e qualquer S de uma


piconet.
– tipicamente utilizado para a transmissão de dados.

• 2 tipos de links (SCO e ACL):

– coexistem entre diferentes pares de M-S em uma mesma piconet


– tipo de link pode mudar arbitrariamente durante uma seção.
– tipo do link define quais os tipos de pacotes podem ser usados.

5.3.4. Comunicação entre piconets

• Um nó pode participar de diferentes piconets utilizando a técnica de time


division multiplexing (TDM).
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– um nó pode participar seqüencialmente de diferentes piconets,
– este pode somente estar ativo em uma piconet por vez. P
∗ ∴ nó ativo em uma piconet ⇒ inativo na outra (estado de HOLD).

• Nó compartilhando duas ou mais piconets:

– nó pode saltar de uma piconet para outra ajustando os seus parâmetros


comunicação (identificador do master e informações de sincronismo).
– nó pode mudar de função quando salta de uma piconet para outra:
∗ pode ser master em uma piconet e slave em outra.
∗ Problema: quando o nó deixa (temporariamente) uma piconet onde é
o master ⇒ tráfego dessa pnet fique suspenso até que retorne.
∗ Um nó também pode ser slave em ambas pnets.
– não há suporte no protocolo para que um nó seja master em diferentes
pnets simultaneamente.

• Uma piconet pode se comunicar com outra compartilhando nós com difer-
102/129
entes funções (M ou S).

– nó compartilhado = bridge.

5.3.5. Consumo de Energia

• Os dispositivos Bluetooth possuem sistema de uso inteligente de energia


elétrica:

– Se dois dispositivos estão próximos, é empregado um sinal de baixa


potência,
– à medida que se afastam, a potência do sinal Tx é gradativamente incre-
mentado, até atingir a potência máxima.
– r < 10 m: I ≈ 50µA, ≈ 3% do que um celular atual.
– Baixo consumo: incluir Tx Bluetooth em notebooks, celulares e handhelds
sem comprometer autonomia das baterias.

103/129
5.3.6. Segurança

• Cobertura nominal do Bluetooth (r ≤ 10 metros), pode resultar em uma dis-


tância insuficiente para protegê-lo de agressores próximos, seja no aeroporto,
no shopping, no cinema, no trânsito, ou mesmo no trabalho.

• Classes de Agressões:

– Bluejacking:
∗ Modalidade aparentemente pouco séria. O agressor envia anonima-
mente um cartão de visitas para o aparelho-alvo (geralmente um pro-
grama do tipo spy). Pode trazer inconvenientes, dependendo do teor
do “cartão de visitas”...
– Bluebugging:
∗ Modalidade mais grave. O agressor conecta-se ao aparelho-alvo e o
utiliza para fazer chamadas (no caso de celular), para enviar mensagens
de texto (celulares e PDAs), ou para bisbilhotar comunicações pessoais.
104/129
– Bluesnarfing:

∗ Modalidade em que o agressor conecta-se ao aparelho-alvo e tem


acesso aos arquivos internos, com informações privadas do propri-
etário: calendário, tarefas, agenda de contatos etc.

• Estabelecimento de comunicação entre equipamentos com tecnologia Blue-


tooth (segurança): executar o processo de pairing.

– Figura 24: a tela de suporte ao Bluetooth do WIndows XP, utilizada no


processo de pairing

• Medidas para evitar que seu celular ou PDA se comunique indevidamente


com outros aparelhos:

– Nunca executar o “pairing” em lugar público: não há necessidade disto,


por mais ocupado que você seja.
– Sempre utilizar senha, com um mínimo de 8 caracteres, ao fazer o “pair-
ing” entre os seus equipamentos que deverão conectar-se via “Bluetooth”.
105/129
Figure 24: Tela de suporte ao Bluetooth do WIndows XP.
106/129
– Nunca deixar o serviço Bluetooth de seu celular ou PDA habilitado
quando não estiver fazendo uso efetivo dele.
– Quando o serviço Bluetooth estiver habilitado, selecione o modo de op-
eração em que seu aparelho não aceita ser “visto” por equipamentos
desconhecidos (’nondiscoverable mode’).

5.3.7. Nova versão de Bluetooth

• O SIG (Bluetooth Special Interest Group), aprovou a 3a versão para o Bluetooth:

– nova velocidade de tranmissão que chegam até 3 Mbps e os novos mod-


elos de segurança.
– soluções para ligar periféricos como impressoras e scanners e ainda tra-
balhar com automações comercias.
– Consumo de energia diminuiu bastante e o novo padrão mantém com-
patibilidade com periféricos que trabalham como Bluetooth 1.1, o mais
comum entre os aparelhos atuais do mercado.
107/129
5.4. Aplicações Bluetooth

• Adaptadores Bluetooth;

• Óculos com Bluetooth

• Teclado virtual com Bluetooth

• Headset bluetooth

5.4.1. Adaptadores Bluetooth

• Adaptador USB Bluetooth, figura 25:

– permite realização de conexões sem fio a curta distância entre seu com-
putador e dispositivos com Bluetooth ativado, como:
∗ Telefone Celular,
∗ PDA,
∗ Palmtops,
∗ Scanners,
108/129
∗ Impressoras,
∗ Equipamentos de Escritório,
∗ outros.
– Benefícios:
∗ Economia: tempo e material para cabos de instalação de rede;
∗ Flexibilidade: Conecta diversos gadgets ⇒ compartilhar dados, ar-
quivos e informações em WPAN de forma rápida e simples;
∗ Desempenho: transferência de dados com até Rb = 723 Kbps.
∗ Custo: faixa US$70.

• Módulo Multi-Port Bluetooth, figura 26 e 27

– Perfis suportados:
∗ General Access Profile
∗ Service Discovery Application Profile
∗ Serial Prot Profile
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Figure 25: Exemplo de um adaptador USB Bluetooth.

110/129
∗ Generic Object Exchange Profile
∗ File Transfer Profile
∗ Synchronization Profile
∗ Dial-Up Networking Profile
∗ LAN Access Profile
∗ Object Push Profile
– Emprega Antena tipo I:
∗ interna: explora diversidade de polarização
– Custo: faixa US$100.

5.4.2. Motorola e Oakley lançam óculos com Bluetooth

• Óculos de sombra RazrWire, da Oakley em conjunto com a Motorola:

– equipado com tecnologia Bluetooth:


∗ conecta-se com ∀ telefone celular ou PC com bluetooth
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Figure 26: Módulo MultiPort com tecnologia wireless Bluetooth

112/129
Figure 27: Especificações do módulo MultiPort com tecnologia wireless Bluetooth 113/129
– microfone e alto-falante embutidos, possibilitando o usuário atender o
telefone; cobertura: até 10 metros.
– Fone é alimentado por uma bateria de Lítio;
∗ autonomia a 4 a 6 horas de conversa contínua
∗ ou 100 horas em standby.
∗ carregável via USB ou direto na tomada.
– Custo: faixa US$280.

Figure 28: Óculos da Oakley com tecnologia Bluetooth.

114/129
5.4.3. Teclado virtual com Bluetooth

• É possível “digitar” em telas ou em superfícies onde não existe um teclado,


figura 29.

– projeta sobre qualquer superfície plana um teclado de computador;


– instalação de drivers permite configurar a velocidade e sons que simulam
a digitação em um teclado convencional.
– transmissor Bluetooth do BTVKB: padrão V1.1 V1.2

• Custo: faixa US$680.

5.4.4. Headset bluetooth, figura 30

5.4.5. Mercado e Perspectiva para a Tecnologia Bluetooth

• Estudo do instituto InStat aponta:

– volume de dispositivos com a tecnologia bluetooth vendidos:


∗ 2005: em torno de 316 milhões.
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Figure 29: Teclado virtual com Bluetooth.
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Figure 30: HeadSet Bluetooth

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∗ 2009: em torno de 866 milhões
– impulsionadores de vendas Bluetooth: telefones celulares.
∗ Tendência de crescimento segmento de dispositivos Bluetooth para
notebooks, headsets, automóveis e MP3 players.
– mercado de dispositivos equipados com Bluetooth deve ter crescimento
de 28% ao ano até 2009.
∗ taxa de crescimento nos últimos três anos consecutivos (2003-2005):
maior que 100%.

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6. WMAN (802.16) e Wireless (802.11)

• Qual a necessidade da criação de um novo padrão? Por que não utilizar o


padrão Wireless 802.11?

• Uma das principais razões é porque o 802.11 e o 802.16 resolvem problemas


diferentes embora hajam semelhanças :

– dois padrões foram concebidos para fornecer comunicações sem fio em


banda larga / alta capacidade.

• Diferenças

– padrão 802.16 fornece serviço para edifícios comerciais ou residenciais,


pontos fixos, figura 31
– 802.11: grande parte deste padrão caracteriza-se pela mobilidade.
– disponibilidade maior de recursos no 802.16:
∗ energia, infra-estrutura, rádios mais elaboradors etc:
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Figure 31: Estrutura de uma rede 802.16/HiperMAN - Acesso de Banda larga sem fio, último km
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· → comunicação full-duplex,
· cobertura: 40 ou 50 Km.
· PRx bastante variável (elevada faixa dinâmica do sinal Rx)
· afeta consideravelmente a SNR → esquemas de modulação + ro-
bustos
– comunicação aberta e elevada área cobertura:
∗ requer maior segurança e a privacidade.
– macro-célula (802.16) × micro ou pico-celulas (802.11):
∗ número de usuários muito maior / célula
∗ porém densidade menor de [us./m2]
– perfil usuário do padrão IEEE802.16: utiliza maior largura de banda que
um usuário típico 802.11.
– Qualidade de serviço (QoS):
∗ Embora o 802.11 forneça algum suporte para tráfego em tempo real:
· não foi projetado para telefonia e o uso pesado de multimídia.
121/129
∗ Em contraste, o 802.16 especificado para:
· suportar aplicações multimídia
· uso residencial e comercial.

– 802.11 ⇒ Ethernet móvel


– 802.16 ⇒ rede de televisão a cabo sem fio, mas sem mobilidade
– Tabela 2 resume as principais diferenças.

• Evolução e melhorias nas tecnologias sem fio de banda larga (Broadband


Wireless technologies) entre 2000 - 2005, bem como a evolução de soluções
proprietárias para aquelas baseadas em padrões, figura 32.

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Figure 32: Evolução das tecnologias sem fio de banda larga

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Table 2: Principais Diferenças

802.11 802.16
Largura de banda 54 Mbps (11a) 70 Mbps
Distância 100m 50Km
QoS Nenhum Reforçado centralmente
Cobertura Optimised for indoor Optimised for outdoor NLOS
non-line-of-sight (NLOS)
Segurança 802.11i Triple-DES, RSA
Níveis de Serviço Nenhum A sustentação múltipla dos níveis
diferencia o requerimento da largura de faixa
Usuários Centenas Milhares

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7. Lista de Termos e Acrônimos

2G Segunda geração.
2,5G Segunda geração e meia.
3G Terceira geração.
3GPP Third Generation Partnership Project.
3GPP2 Third Generation Partnership Project 2.
AAA Autenticação, autorização e bilhetagem (authentication, authorization and accounting).
AMPS Advanced Mobile Phone Service.
ANSI American National Standard Institute.
AWGN Ruído aditivo branco gaussiano (Additive White Gaussian Noise).
BER Probabilidade de erro de bit (Bit Error Rate).
BPSK Binary Phase Shift Keying.
BSC Controladora da estação rádio-base (Base Station Controller).
BSS Sub-sistema de estação rádio-base (Base Station System).
CCK Complementary Code Keying
CDG CDMA Development Group.
CDMA Code Division Multiple Access.
DCS Digital Cellular System (DCS 1800 or GSM-1800)
DECT Digital Enhanced (formerly European) Cordless Telecommunications
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DQPSK Differential Quadrature PSK
DNS Domain Name Servers.
DS Modo de espalhamento direto (Direct Spread).
EDGE Enhanced Data Rates for GSM Evolution.
EIA Eletronic Industries Alliance.
EM Estação móvel.
EIRP Potência Efetiva Isotropicamente Irradiada.
ETSI European Telecommunications Standards Institute.
EV Enhanced Voice.
FCC Federal Communication Commission
FTP File Transfer Protocol.
GGSN Gateway GPRS Suport Node.
GPRS General Packet Radio Service.
GPS Sistema de posicionamento global (Global Positioning System).
GSM Global System for Mobile Communications.
HA Home Agent.
HLR Registrador de localização (Home Location Register).
HTTP Hypertext Transfer Protocol.
IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers)
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IETF Internet Engineering Task Force.
IMT International Mobile Telecommunications.
IP Internet protocol.
IPv6 Internet Protocol version 6.
IS Interim Standard.
ISM Industrial, Scientific, Medical band.
ITU-T International Telecommunication Union - Telecommunication Standardization Sector.
LAC Controle de acesso ao enlace (Link Access Control).
MAC Controle de acesso ao meio (Medium Access Control).
MAI Interferência de múltiplo acesso (Multiple Access Interference).
MAP Mobile Application Part.
MC Modo multi-portadora (Multi-carrier).
MPG Múltiplos ganhos de processamento (Multiple Processing Gain).
MRC Combinador de razão máxima (Maximum Ratio Combiner).
MSC Central de comutação móvel (Mobile Switching Center).
MSS Mobile Satelite Service.
NNTP Network News Transfer Protocol.
OSI Open Systems Interconnection.
PCF Função de controle de pacote (Packet Control Function).
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PDA Personal Digital Assistant.
PDF Função densidade de probabilidade (Probability Density Function).
PDN Rede de dados em pacote (Packet Data Network).
PDSN Nó de serviço de dados em pacote (Packet Data Serving Node).
PN Seqüência pseudo-aleatória (Pseudo-Random Noise Sequence).
PPP Protocolo de ponto a ponto (Point to Point Protocol).
PSTN Public switched telephone network.
QPSK Quadrature Phase Shift Keying.
QoS Qualidade de serviço (Quality of Service).
OTD Orthogonal Transmit Diversity.
PSTN Rede de telefonia pública comutada (Public Switch Telephony Network).
RDSI Rede Digital de Serviços Integrados.
RLP Procolo do enlace de radio (Radio Link Protocol).
RTPC Rede de telefonia pública comutada.
SGSN Serving GPRS Support Node.
SI Auto-interferência (Self Interference).
SMS Serviço de mensagens curtas ou Short message service
SMTP Simple Mail Transfer Protocol.
TCP Transmission Control Protocol.
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TDMA Time Division Multiple Access.
Telnet Emulador de terminais.
TIA Telecommunications Industry Association.
TR45 comitê da TIA responsável pela padronização de sistemas de comunicações pessoais e
UDP User Datagram Protocol.
UMTS Universal Mobile Telecommunications System.
UWC Universal Wireless Communications.
UWCC Universal Wireless Communications Consortium.
VLR Registrador de localização de visitante (Visitor Location Register).
WCDMA Wideband Code Division Multiple Access.
Wi-fi Wireless Fidelity .
WLL Wireless local loop.
WLAN Wireless Local Area Network.
WPAN Wireless Personal Area Network.
X.25 padrão ITU-T para a camada de rede (terceira camada).

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