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Custos Industriais

“ o instrumento de informações para a tomada de decisões dentro e fora da


empresa”

Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira


Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 1/125 1
Currículo Resumido do Professor
Ualison Rébula de Oliveira é Doutor em Engenharia (ênfase em
Engenharia de Produção) pela UNESP, Mestre em Sistemas de
Gestão da Qualidade pela UFF, Especialista em Gestão Empresarial,
Finanças Empresariais, Administração Estratégica, Gestão de
Recursos Humanos, Graduado em Engenharia Mecânica e em
Administração de Empresas. Possui 15 anos de experiência
profissional em Finanças Corporativas adquirida em instituição
financeira de grande porte. Atualmente presta consultoria nas áreas
de FINANÇAS, GESTÃO DE PROCESSOS e QUALIDADE. É
professor em disciplinas com foco em Finanças e Custos em cursos
de Pós-Graduação e professor em disciplinas com foco em Gestão
de Processos e Qualidade em cursos de Graduação. No ano de 2009
teve sua Tese de Doutorado (tema versa sobre Flexibilidade de
Manufatura em Montadora de Veículos) eleita pela Associação
Brasileira de Engenharia de Produção como uma das duas melhores
Teses de Doutorado em Engenharia de Produção de todo o Brasil.

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Bibliografia recomendada para
acompanhamento das aulas

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Ementa da disciplina segmentada em
tópicos (Sumário Geral)
1) Introdução, Conceituação de custos, Contabilidade Financeira, Contabilidade de
Custos e Postulados Contábeis;
2) Terminologia Contábil básica;
3) Classificações e Nomenclaturas de Custo;
4) Princípios Contábeis aplicados a Custo; Princípio da Partida dobrada;
5) Demonstrativos Financeiros (Balanço Patrimonial e Resultado);
6) O uso de indicadores financeiros;
7) Apuração de resultado com consideração de estoques;
8) Métodos de valorização de estoques;
9) Sistemas de custeio: Propriedades e características dos sistemas de custeio;
10) Custeio por Absorção sem Departamentalização;
11) Custeio por Absorção com Departamentalização. Custeio Variável Direto;
12) Custeio por Atividade;
13) Custeio padrão;
14) A relação Custo x Volume x Lucro;
15) Alavancagem Operacional;
16) Análise de custos para a Tomada de Decisão;
17) Determinação do Preço de Venda e Formação de preços.
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Observações Relevantes

► O presente material não é uma apostila! É apenas um referencial


para que o professor possa ministrar o conteúdo da ementa de forma
organizada;
► O presente material não substitui os livros indicados como referência
bibliográfica;
► O presente material não esgota (não concentra) todo o conteúdo que
será proferido pelo professor em sala de aula;
► Os exercícios que se encontram nesse material servem de base e
referência para que os alunos possam buscar e pesquisar outros
exercícios nas bibliografias sugeridas no slide 3, não esgotando,
assim, os exercícios que poderiam ser cobrados em uma avaliação;
► O aluno que desejar escrever algum artigo sobre custos industriais
em conjunto com o professor Ualison, deverá se manifestar com
antecedência de dois meses ao prazo final de submissão do artigo.

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Custos Industriais

Contabilidade Geral Contabilidade de Custos

A finalidade da A finalidade da
Contabilidade é a de Contabilidade de
controlar o Patrimônio Custos está no auxílio
com o objetivo de ao controle e a ajuda na
fornecer informações tomada de decisões.
sobre a sua composição
e suas variações.

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Definição de Contabilidade Financeira

- “É a ciência que estuda a formação e variação do Patrimônio”;


- “É a ciência que estuda, registra e controla o Patrimônio das
Entidades com fins lucrativos ou não”;
- “Instrumento de informações para a tomada de decisões dentro e
fora da empresa”.
- Todas as movimentações possíveis de mensuração monetária são
registradas pela contabilidade, que, em seguida, resume os dados
registrados em forma de relatórios (contábeis).

Uma empresa sem boa contabilidade é como


um barco, em alto-mar, sem bússola.
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Definição de Contabilidade de Custos

- É o ramo da contabilidade que se destina a produzir informações


para diversos níveis gerenciais de uma entidade, como auxílio às
funções de determinação de desempenho, e de planejamento e
controle das operações e de tomada de decisões, bem como tornar
possível a alocação mais criteriosamente possível dos custos de
produção aos produtos;
-A contabilidade de custos coleta, classifica e registra os dados
operacionais das diversas atividades da entidade, denominados de
dados internos, bem como, algumas vezes, coleta e organiza dados
externos.

Uma empresa sem boa contabilidade é como


um barco, em alto-mar, sem bússola.
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Demonstrativos Financeiros
Demonstrações Financeiras (Contábeis)
Dados (Obrigatórios pela legislação brasileira)
Coletados
Dados
Coletados
Dados
Coletados Usuários

Relatórios
Relatórios
Relatórios
Contabilizados Contábeis

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Principais Demonstrativos Financeiros

 Balanço Patrimonial (BP)


 Demonstração de Resultado do Exercício (DRE)
 Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR)
Demonstrações de Fluxo de Caixa (DFC)
Notas Explicativas
Relatório da Administração
Parecer dos Auditores Independentes

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Notas Explicativas
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Relatório da Administração

Informações aos acionistas, desempenho, perspectivas relativas


a estratégias de vendas, compras, produtos, expansão, efeitos
conjunturais, legislação, política financeira, de recursos
humanos, resultados alcançados, planos, previsões etc..Se relata
livremente aquilo que julga importante.

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Relatório da Administração

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Notas Explicativas

São dados e informações que ora complementam as


demonstrações financeiras; taxas de juros, vencimentos e
garantias de obrigações, critérios contábeis (avaliação de
estoques, depreciações, provisões) Garantias prestadas a terceiros,
espécies de ações do capital social, eventos relevante
subsequentes à data do balanço. Auxiliam a fazer avaliação mais
ampla da empresa.

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Notas Explicativas

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Parecer dos Auditores Independentes

Obrigatório para as companhias abertas. Os auditores são


contadores que, sem manter vínculo empregatício, são
contratados para emitir opiniões sobre a correção e
veracidade das demonstrações financeiras

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Parecer dos Auditores Independentes

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Demonstrações Financeiras
Padronizadas
As demonstrações financeiras fornecem uma série de dados
sobre a empresa, de acordo com regras contábeis. A análise
destas demonstrações visa transformar esses dados em
informações e será tanto mais eficiente quanto melhores
informações produzir.

Fatos ou eventos Dem onstra


ções Inform ações
econôm ico- financeiras financeiras para
financeiros (dados) a tom ada de
Processo Técnicas
contábil de análise de decisões
demonstrativos

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Balanço Patrimonial - Ativo

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Balanço Patrimonial - Passivo

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Demonstrativo de Resultado de Exercício

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Demonstrativo das Origens e Aplicações de Recursos

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Balanço Patrimonial

- O mais importante relatório contábil.


- Identifica-se com ele, a saúde financeira e econômica
(no fim do ano ou qualquer data prefixada)

Balanço Patrimonial
Ativo Passivo e Patrimônio
Líquido

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Balanço Patrimonial

Balanço Patrimonial
Ativo Passivo e PL
Bens Obrigações
• Máquinas • Fornecedores
• Veículos • Salários a Pagar
• Estoque • Empréstimos Bancários
• Dinheiro • Impostos a Pagar
Direitos
• Títulos a receber Patrimônio Líquido
• Depósitos em Bancos • Capital Social
• Reservas de Lucros
• Lucros Acumulados

Lado Esquerdo Lado direito


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Balanço Patrimonial - ATIVO

• Conjunto de bens e direitos de propriedade da empresa.


São itens positivos do patrimônio (Proporcionam ganho para
a empresa):
 Contas a Receber
 Estoque de Produtos Acabados
Evidencia os
 Máquinas e Equipamentos
bens e direitos da
 Prédios próprios
da empresa.
• Como considerar outros ativos?
 Prédios alugados
 Arrendamento de veículos, equipamentos etc.

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Balanço Patrimonial - PASSIVO

• Conjunto de obrigações exigíveis da empresa.

 PASSIVO EXIGÍVEL (CAPITAL DE TERCEIROS)


 Recursos de Terceiros (dinheiro)
 Capital de Terceiros
Evidencia o
 Fornecedores (de mercadorias)
Endividamento
 Funcionários (salários)
da empresa.
 Governo (impostos)
 Bancos (empréstimos) etc.

 PATRIMÔNIO LÍQUIDO Evidencia o Direito dos Sócios.

Patrimônio Líquido = Ativo (bens + direitos) – Passivo Exigível (obrigações exigíveis)


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Balanço Patrimonial – Capital próprio e
de Terceiros

Capital = Recursos
Capital de Terceiros =
= Passivo =
Capital Alheio
Obrigações
+
Capital próprio = Recursos
(financeiros ou materiais) Patrimônio
=
dos proprietários (sócios Líquido
ou acionistas).
= Capital Total
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Balanço Patrimonial – Capital próprio e
de Terceiros

Balanço Patrimonial
Ativo Passivo e PL
Bens Obrigações
• Máquinas Capital
• Veículos (Capital de Terceiros)
• Estoque Total
• Dinheiro
Direitos Patrimônio Líquido
• Títulos a receber
• Depósitos em Bancos (Capital Próprio)

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Balanço Patrimonial – Origens e
Aplicações
Aplicações dos Recursos que Todos os Recursos entram
teve origem (Passivo e PL) = pelo Passivo e PL.
Balanço Patrimonial
Aplicações Origens
Ativo Passivo e PL
Bens Obrigações
• Máquinas • Fornecedores
• Veículos • Salários a Pagar
• Estoque • Empréstimos Bancários
• Dinheiro • Impostos a Pagar
Direitos
• Títulos a receber Patrimônio Líquido
• Depósitos em Bancos • Capital Social
• Reservas de Lucros
• Lucros Acumulados

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Balanço Patrimonial – Origens e
Aplicações
Proprietários (PL)
Caixa
Fornecedores
Estoque
Governo
Máquinas
Bancos
Imóveis etc.
Financeiras etc.

Balanço Patrimonial
Ativo P e PL (origens) $$$$$$$$
$$$
$
De terceiros
Aplicações $$$$$$$$ $$$$$$$$$
e próprio

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Balanço Patrimonial – Grupo de Contas
ATIVO PASSIVO
Circulante Circulante
Valores disponíveis e Obrigações com terceiros
conversíveis dentro do período que vencem no período.
Exigível obrigatório
Realiz. L.P. Exig. L.P.
Obrigações com terceiros
Valores conversíveis além do
que se vencem além do
período
período. Exigível obrigatório
Permanente Patrim. Líquido
Investimentos de caracter Recursos dos Proprietários
permanente ou que beneficiam ou Sócios da Empresa
Exigível NÃO obrigatório
exercícios futuros

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Balanço Patrimonial – Grupo de Contas
Ativo Passivo e Patrimônio Líquido
Circulante Circulante
Compreende contas que estão constantemente em giro - Compreende obrigações exigíveis que serão liquidadas no
em movimento, sua conversão em dinheiro ocorrerá, no próximo exercício social: nos próximos 365 dias após o
máximo, até o próximo exercício social. levantamento do balanço.

Realizável a Longo Prazo Exigível a Longo Prazo


Incluem-se nessa conta bens e direitos que se Relacionam-se nessa conta obrigações exigíveis que serão
transformarão em dinheiro após o exercício seguinte. liquidadas com prazo superior a um ano - dívidas a longo
prazo.
Permanente
São bens e direitos que não se destinam a venda e têm Patrimônio Líquido
vida útil longa, no caso de bens. São recursos dos proprietários aplicados na empresa. Os
 Investimento recursos significam o capital mais o seu rendimento - lucros
São as aplicações de caráter permanente que geram e reservas. Se houver prejuízo, o total dos investimentos
rendimentos não necessários à manutenção da proprietários será reduzido.
atividade principal da empresa.

 Imobilizado
Abarca itens de natureza permanente que serão
utilizados para a manutenção da atividade básica da
empresa.

 Diferido
São aplicações que beneficiarão resultados de
exercícios futuros.

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Balanço Patrimonial – Exemplo
ATIVO PASSIVO
Circulante Circulante
Disponível (Caixa e Bancos) 600 Fornecedores 600
Duplicatas a Receber (Clientes) 1.700 Empréstimos a pagar 1200
Estoques 700 Contas a Pagar 800
Total 3.000 Total 2.600

Realiz. L.P. Exig. L.P.


Títulos a Receber 1.000 Empréstimos a Pagar 1.000
Total 1.000 Total 1.000

Permanente Patrim. Líquido


Investimentos 600 Capital Social 2.000
Imobilizado 1.000 Reservas 100
Diferido 400 Lucro do Exercício 300
Total 2.000 Total 2.400

TOTAL DO ATIVO 6.000 TOTAL DO PASSIVO 6.000

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Demonstrativo de Resultado de
Exercício – D.R.E.
Receitas Bruta
(-) Deduções da Receita
= Receita Líquida D.R.E.
(-) Custos das Vendas e suas
= Lucro Bruto Contas
(-) Despesas Operacionais
= Lucro Operacional
(-) Despesas não Operacionais
+ Receitas não Operacionais
= Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR
(-) Provisão para Imposto de Renda
= Lucro Depois do Imposto de Renda
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Demonstrativo de Resultado de
Exercício – D.R.E.
Receitas Bruta
(-) Deduções daAReceita
Receita Bruta representa
= Receita Líquida somatória dos valores
(-) Custos das Vendas
= Lucro Bruto das Notas Fiscais emitida
(-) Despesas Operacionais
= Lucro Operacional
(-) Despesas não Operacionais
+ Receitas não Operacionais
= Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR
(-) Provisão para Imposto de Renda
= Lucro Depois do Imposto de Renda
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Demonstrativo de Resultado de
Exercício – D.R.E.
Receitas Bruta
(-) Deduções da Receita
Impostos e Taxas s/ Vendas
= Receita Líquida . IPI
(-) Custos das Vendas. ICMS O fato gerador é
. ISS
= Lucro Bruto . PIS a Receita
(-) Despesas Operacionais
. COFINS
= Lucro OperacionalDevoluções (vendas canceladas)
Abatimentos (descontos)
(-) Despesas não Operacionais
+ Receitas não Operacionais
= Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR
(-) Provisão para Imposto de Renda
= Lucro Depois do Imposto de Renda
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Demonstrativo de Resultado de
Exercício – D.R.E.
Receitas Bruta
Custos(-)das Vendas representam
Deduções da Receita os gastos de
odução” apropriados
= Receita aos produtos ou serviços vendi
Líquida
(-) Custos das Vendas
= Lucro Bruto
(-) Despesas Operacionais
= Lucro Operacional
Despesas(-) Operacionais
Despesas nãosão os gastos incorridos
Operacionais
para: vender, administrar
+ Receitas e financiar as operações.
não Operacionais
= Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR
(-) Provisão para Imposto de Renda
= Lucro Depois do Imposto de Renda
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Demonstrativo de Resultado de
Exercício – D.R.E.
Receitas Bruta
(-) Deduções da Receita
= Receita Líquida
(-) Custos das Vendas
Despesas = Lucro Bruto
e Receitas não Operacionais são variaçõe
(-)na
egistradas Despesas Operacionais
D.R.E., que não fazem parte do objeto
= Lucro Operacional
Social da Empresa
(-) Despesas não Operacionais
+ Receitas não Operacionais
= Lucro Antes do Imposto de Renda (LAIR
(-) Provisão para Imposto de Renda
= Lucro Depois do Imposto de Renda
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Balanço Patrimonial Demonstração do Resultado
1. Ativo 2. Passivo do Exercício
1.1 Circulante 2.1 Circulante
1.1.1 Caixa 2.1.1 Fornecedores 4.1 Vendas Brutas
1.1.2 Bancos 2.1.2 Impostos a Recolher 4.2 (-) Deduções
1.1.3 Duplicatas a Receber 2.1.3 Salários a Pagas 4.2.1 IPI
1.1.4 (-) Provisão para Devedores 2.1.4 Encargos Sociais a 4.2.2 ICMS
Duvidosos. Recolher 4.2.3 ISS
1.1.5 (-) Duplicatas Descontadas 2.1.5 Empréstimo a pagar 4.2.4 Devoluções
1.1.6 Estoques 2.1.6 Contas a Pagar 4.2.5 Abatimentos
1.1.7 Despesas do Exercício Seguinte 2.1.7 Títulos a Pagar
5.1 (-) Custos dos Produtos Vendidos
1.2 Realizável a Longo Prazo 2.2 Exigível a Longo Prazo 5.1.1 Matérias-prima
1.2.1 Empréstimos a Empresas 2.2.1 Financiamentos 5.1.2 Mão-de-Obra Direta
Coligadas e Controladas 3. Patrimônio Líquido 5.1.3 Aluguel da Fábrica
1.2.2 Empréstimos a Diretores 5.1.4 Energia elétrica
3.1.1 Capital
5.1.5 Depreciação de Equipamentos
1.3 Permanente 3.1.2 Lucros Acumulados
3.1.3 Reservas 5.2 (-) Despesas de Vendas
Investimentos
5.2.1 Comissão de Vendedores
1.3.1 Aplicações em Cias. Coligadas
5.2.2 Propaganda
e Controladas
5.2.3 Salários do Pessoal de Vendas
1.3.2 Imóveis para Renda
5.2.4 Devedores Duvidosos
1.3.3 Terrenos
Imobilizado 5.3 (-) Despesas Administrativas
1.3.4 Imóveis em uso 5.3.1 Aluguel de Escritório
1.3.5 (-) Depreciação Acumulada 5.3.2 Honorários da Diretoria
de Imóveis em uso 5.3.3 Material de Escritório
1.3.6 Veículos 5.3.4 Salário do Pessoal
1.3.7 (-) Depreciação Acumulada de 5.3.5 Encargos Sociais
Veículos 5.4 (-) Despesas Financeiras
1.3.8 Móveis e Utensílios 5.4.1 Juros
1.3.9 (-) Depreciação de Móveis e 5.4.2 Comissão Bancária
Utensílios 5.4.3 Variação Cambial
Diferido 5.4.4 Receita Financeira
1.3.10 Gastos Pré-operacionais 5.5.5 Provisão para Imposto Renda
Engenharia de Produção
1.3.11 (-) Amortização Acumulada– Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison 5.5.6
Rébula de Oliveira
Participações 39/125
Ligação entre o D.R.E e o B.P.

Balanço Patrimonial DRE


ATIVO PASSIVO E PL
Circulante Início Final P. Líquido Início Final Receita
Caixa 900 1.200 Capital 900 900 a vista $ 800
- Lucros Ac. - 300 (-) Despesas $ 500
Total 900 1.200 Total 900 1.200 Lucro $ 300

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O Método das partidas dobradas

•Desenvolvido pelo Frei Luca Pacioli – Itália – Século XV


• Para qualquer operação há sempre:
• Um débito e Um crédito de igual valor ou
• Um débito e Vários créditos de igual valor ou
• Vários débitos e Um crédito de igual valor

Não há débitos sem créditos correspondentes

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O Método das partidas dobradas

EXEMPLO: Compra de estoques a prazo no valor de R$ 30.000

Estoques Fornecedores
30.000 30.000

Débito 30.000
Lançamentos duplos
Crédito 30.000

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O Método das partidas dobradas

• Não haverá débito (s) sem crédito (s) correspondentes


• Soma dos Débitos = soma dos Créditos

EXEMPLO

• Formação de capital aplicado no Caixa: $ 1.500.000


• Compra de estoque a vista: $ 500.000
• Compra de móveis e utensílios a vista: $ 300.000

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O Método das partidas dobradas

EXEMPLO – Continuação

CONTAS Lanç de Débito Lanç de Crédito

Caixa 700.000 -
Capital - 1.500.000
Móveis e Utens. 300.000 -
Estoques 500.000 -

TOTAL 1.500.000 1.500.000

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Indicadores Financeiros a partir da
análise das Demonstrações Financeiras

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Análises Vertical e Horizontal

 A análise vertical mostra a participação percentual de cada


item das demonstrações financeiras em relação ao somatório de
seu grupo. Essa análise permite avaliar a composição de itens e
sua evolução no tempo.

 A análise horizontal toma por base dois ou mais exercícios


sociais para verificar a evolução ou involução de seus
componentes. Observando o comportamento dos diversos itens
do patrimônio e, principalmente, dos índices, pode-se fazer uma
análise de tendência.

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Análise Vertical
BALANÇO PATRIMONIAL
Ano I Análise Ano II Análise Ano III Análise
R$ Vertical R$ Vertical R$ Vertical
ATIVO 478.320 100,0% 927.506 100,0% 1.151.080 100,0%
Circulante 296.394 62,0% 644.559 69,5% 761.510 66,2%
Disponível 27.640 5,8% 44.422 4,8% 21.853 1,9%
Estoques 124.638 26,1% 331.053 35,7% 340.428 29,6%
Clientes 28.754 6,0% 94.256 10,2% 99.439 8,6%
Outros 115.362 24,1% 174.828 18,8% 299.790 26,0%
Realizável a LP 36.702 7,7% 29.680 3,2% 31.705 2,8%
Clientes 36.702 7,7% 29.680 3,2% 31.705 2,8%
Permanente 145.224 30,4% 253.267 27,3% 357.865 31,1%
Investimentos 75.113 15,7% 130.028 14,0% 224.656 19,5%
Imobilizado 60.781 12,7% 62.652 6,8% 107.540 9,3%
Diferido 9.330 2,0% 60.587 6,5% 25.669 2,2%
PASSIVO 478.320 100,0% 927.506 100,0% 1.151.080 100,0%
Circulante 72.021 15,1% 456.209 49,2% 565.751 49,1%
Contas a pagar 50.415 10,5% 320.004 34,5% 360.201 31,3%
Impostos a recolher 21.606 4,5% 136.205 14,7% 205.550 17,9%
Exigível a LP 226.273 47,3% 161.293 17,4% 130.776 11,4%
Financiamentos 226.273 47,3% 161.293 17,4% 130.776 11,4%
Patrimônio Líquido 180.026 37,6% 310.004 33,4% 454.553 39,5%
Capital Social 70.000 14,6% 87.500 9,4% 131.250 11,4%
Reservas 110.026 23,0% 222.504 24,0% 323.303 28,1%

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Análise Vertical

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍ CI O


Ano I Análise Ano I I Análise Ano I I I Análise
R$ Vertical R$ Vertical R$ Vertical
VENDAS 921.995 100,0% 1.476.551 100,0% 2.140.999 100,0%
Custos das Vendas (640.676) 69,5% (774.031) 52,4% (1.125.780) 52,6%
LUCRO BRUTO 281.319 30,5% 702.520 47,6% 1.015.219 47,4%
Despesas Operacionais 221.214 24,0% 568.876 38,5% 798.123 37,3%
Despesas de Vendas 158.144 17,2% 487.482 33,0% 602.786 28,2%
Despesas Administrativas 42.781 4,6% 74.255 5,0% 182.907 8,5%
Despesas Financeiras (-)
Receitas Financeiras 17.936 1,9% 4.452 0,3% 9.352 0,4%
Outras Despesas 2.353 0,3% 2.687 0,2% 3.078 0,1%
LUCRO OPERACI ONAL 60.105 6,5% 133.644 9,1% 217.096 10,1%
Resultado não operacional 29.023 3,1% 17.450 1,2% 14.247 0,7%
Receitas não operacionais 43.545 4,7% 34.719 2,4% 45.203 2,1%
Despesas não operacionais (14.522) 1,6% (17.269) 1,2% (30.956) 1,4%
LUCRO ANTES DO I R 89.128 9,7% 151.094 10,2% 231.343 10,8%
Provisão para o IR (2.333) (6.930) (15.649)
LUCRO LÍ QUI DO DO EXERCÍ CI O 86.795 9,4% 144.164 9,8% 215.694 10,1%

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Análise Horizontal
BALANÇO PATRIMONIAL
Ano I Análise Ano II Análise Ano III Análise
R$ Horizontal R$ Horizontal R$ Horizontal
ATIVO 478.320 100,0% 927.506 193,9% 1.151.080 240,7%
Circulante 296.394 100,0% 644.559 217,5% 761.510 256,9%
Disponível 27.640 100,0% 44.422 160,7% 21.853 79,1%
Estoques 124.638 100,0% 331.053 265,6% 340.428 273,1%
Clientes 28.754 100,0% 94.256 327,8% 99.439 345,8%
Outros 115.362 100,0% 174.828 151,5% 299.790 259,9%
Realizável a LP 36.702 100,0% 29.680 80,9% 31.705 86,4%
Clientes 36.702 100,0% 29.680 80,9% 31.705 86,4%
Permanente 145.224 100,0% 253.267 174,4% 357.865 246,4%
Investimentos 75.113 100,0% 130.028 173,1% 224.656 299,1%
Imobilizado 60.781 100,0% 62.652 103,1% 107.540 176,9%
Diferido 9.330 100,0% 60.587 649,4% 25.669 275,1%
PASSIVO 478.320 100,0% 927.506 193,9% 1.151.080 240,7%
Circulante 72.021 100,0% 456.209 633,4% 565.751 785,5%
Contas a pagar 50.415 100,0% 320.004 634,7% 360.201 714,5%
Impostos a recolher 21.606 100,0% 136.205 630,4% 205.550 951,4%
Exigível a LP 226.273 100,0% 161.293 71,3% 130.776 57,8%
Financiamentos 226.273 100,0% 161.293 71,3% 130.776 57,8%
Patrimônio Líquido 180.026 100,0% 310.004 172,2% 454.553 252,5%
Capital Social 70.000 100,0% 87.500 125,0% 131.250 187,5%
Reservas 110.026 100,0% 222.504 202,2% 323.303 293,8%

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Análise Horizontal

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍ CI O


Ano I Análise Ano I I Análise Ano I I I Análise
R$ Horizontal R$ Horizontal R$ Horizontal
VENDAS 921.995 100,0% 1.476.551 160,1% 2.140.999 232,2%
Custos das Vendas (640.676) 100,0% (774.031) 120,8% (1.125.780) 175,7%
LUCRO BRUTO 281.319 100,0% 702.520 249,7% 1.015.219 360,9%
Despesas Operacionais 221.214 100,0% 568.876 257,2% 798.123 360,8%
Despesas de Vendas 158.144 100,0% 487.482 308,3% 602.786 381,2%
Despesas Administrativas 42.781 100,0% 74.255 173,6% 182.907 427,5%
Despesas Financeiras (-)
Receitas Financeiras 17.936 100,0% 4.452 24,8% 9.352 52,1%
Outras Despesas 2.353 100,0% 2.687 114,2% 3.078 130,8%
LUCRO OPERACI ONAL 60.105 100,0% 133.644 222,4% 217.096 361,2%
Resultado não operacional 29.023 100,0% 17.450 60,1% 14.247 49,1%
Receitas não operacionais 43.545 100,0% 34.719 79,7% 45.203 103,8%
Despesas não operacionais (14.522) 100,0% (17.269) 118,9% (30.956) 213,2%
LUCRO ANTES DO I R 89.128 100,0% 151.094 169,5% 231.343 259,6%
Provisão para o I R (2.333) 100,0% (6.930) 297,0% (15.649) 670,8%
LUCRO LÍ QUI DO DO EXERCÍ CI O 86.795 100,0% 144.164 166,1% 215.694 248,5%

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 50/125
Exercícios Sobre Análise Vertical e
Horizontal

BP. QUATIS EQUIP.


Caixa
Contas a receber
Estoques
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Exercícios Sobre Análise Vertical e
Horizontal

D.R.E. QUATIS
EQUIP. S/A
Vendas
C.M.V
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Análises através de Índices
A avaliação da empresa através de índices exige
obrigatoriamente a comparação com padrões e a fixação da
importância relativa de cada índice.

Índice é a relação entre contas ou grupos de contas das


demonstrações financeiras, que visa evidenciar determinado
aspecto da situação econômica ou financeira de uma empresa !!!

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Índices de Liquidez

 Liquidez Geral
Ativo Circulante + Realizável a longo prazo
Passivo Circulante + Exigível a longo prazo

 Liquidez Corrente
. Ativo Circulante .
Passivo Circulante

 Liquidez Seca
(Ativo Circulante – Estoques)
Passivo Circulante

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Índices de Estrutura de Capital

 Endividamento Geral
(Passivo Total – Patrimônio Líquido)
Passivo Total

 Cobertura de Juros
Lucro Operacional
Juros

 Índice de composição do endividamento


. Passivo Circulante .
Capitais de Terceiros

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 55/125
Índices de Medidas de Giro
 Giro de estoque
CMV ÷ Estoque

 Giro de contas a receber


Vendas Líquidas ÷ Contas a receber

 Giro de contas a pagar


CMV ÷ Contas a pagar

Giro do ativo total


Vendas Líquidas ÷ Ativo Total

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Cálculo de Períodos

► Período de Estoque = 365 dias ÷ Giro de Estoque


► Período de Contas a Receber = 365 dias ÷ Giro de Contas a Receber
► Período de Contas a Pagar = 365 dias ÷ Giro de Contas a Pagar

► Esses períodos comporão o Ciclo Operacional da empresa e


facultarão a provisão de Capital de Giro necessário (Tópico de grande
relevância a ser visto em nossa disciplina em momento oportuno).

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 57/125
Ciclo operacional X Ciclo de Caixa
60 dias 45 dias
Período de estoque Período de contas a receber

Recebe pela venda


Vende o
produto acabado
tempo

Compra a
Matéria-prima

Ciclo de Caixa
Paga a matéria-prima
Ao fornecedor
Ciclo operacional = Período de estoque +
período de contas a receber (60 + 45 = 105 dias)
Período de contas a pagar Ciclo de caixa = Ciclo operacional – Período de
30 dias contas à pagar (105 – 30 = 75 dias)

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 58/125
Índices de Rentabilidade

 Margem de Lucro
Lucro Líquido ÷ Vendas Líquidas

 Retorno do Ativo
Lucro Líquido ÷ Ativo Total

 Retorno do Capital Próprio


Lucro Líquido ÷ Patrimônio Líquido

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 59/125
Exercícios Sobre Índices

No próximo slide é fornecido as demonstrações financeiras


BALANÇO PATRIMONIAL e DEMONSTRATIVO DE
RESULTADO DE EXERCÍCIO, que deverão ser utilizadas de base
para o cálculo dos seguintes índices:
a) Ìndices de Liquidez (LG, LC, LS)
b) Índices de Estrutura (EG, CJ, ICE)
c) Índices de Rentabilidade (ML, RAT, RPL)
d) Medidas de Giro (GE, GCR, GCP, GAT)
e) Períodos de contas a receber, contas a pagar e estoque
f) Ciclo Operacional e Ciclo de Caixa.

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 60/125
Exercícios Sobre Índices

DRE
ATIVO PORTO POR
(v
Ativo circulant
Vendas
Caixa Custo da
vendida
Contas a rece
Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 61/125
Como Avaliar os Índices
► Avaliação intrínseca do índice: Importa em tirar
conclusões a partir da intuição do analista, de sua
experiência anterior, etc. Aconselha-se somente em
situações em que não há índices-padrão para comparar;
► Comparação dos índices no tempo: Mostra as tendências
seguidas pela empresa no decorrer do tempo. É muito
importante.
► Comparação com padrões: Consiste em comparar um
índice em relação a um universo de índices, e, a partir daí,
tirar conclusões a partir de parâmetros bem definidos.

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 62/125
Como Avaliar os Índices

► O nível de segurança que se obtém de um parecer técnico sobre a


situação econômica financeira de uma empresa está diretamente
relacionado ao período escolhido para a avaliação.

► Os índices servem como um termômetro da saúde financeira da


empresa. Porém, para fornecer um parecer conclusivo é necessário
analisar outros aspectos da estrutura financeira e econômica da
empresa.

► Os índices não devem ser considerados isoladamente, e sim num


contexto mais amplo, onde cabe interpretar também outros
indicadores e variáveis.

► O analista deve sempre ponderar sobre o ramo de atividade e as


peculiaridades do negócio da empresa, comparar os índices aos das
empresas concorrentes.

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 63/125
Como Avaliar os Índices
ANÁLISE FINANCEIRA

R
O
Estrutura de Capital

LH
E
2000 2001 2002

M
Composição do Endividamento 49% 44% 60% <
Cobertura de Juros 482% 345% 210% >
Endividamento Geral 68% 59% 87% <
Liquidez

Liquidez Geral 0,97 0,98 1,01 >


Liquidez Corrente 1,39 1,59 1,12 >
Liquidez Seca 0,95 1,15 0,88 >
Rentabilidade

Giro do Ativo 61% 72% 120% >


Margem Líquida 1,3% 1,2% 2,8% >
Rentabilidade do Ativo 0,8% 0,9% 3,4% >

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Terminologia Contábil

►Gasto
►Investimentos
►Perdas
►Desperdícios
►Despesas
►Custos

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Classificação Geral de Custos

►Custo Direto
►Custo Indireto Apropriação de custos indiretos
►Custos Fixos
►Custos Variáveis
►Custo Semi-Fixo
►Custo Semi-Variável
►Custos Relevantes
►Custos Não-Relevantes
►Custo de Oportunidade

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 66/125
Exemplo de Apropriação de Custos
Indiretos
Um navio cargueiro faz o transporte de duas mercadorias
distintas: TRATORES DE 40 TONELADAS e PARAFUSOS
DE 40 GRAMAS, ambos com quantidade de 1000 unidades
cada um.
O respectivo cargueiro cobrou R$ 2.000.000,00 de frete pelo
transporte e devemos atribuir esse frete aos tratores e aos
parafusos. Como devemos atribuir esses custos?

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 67/125
Direcionadores de Custos

► Poderíamos ratear o frete pelo número de unidades:


R$ 2.000.000,00 ÷ 2.000 unidades = R$ 1.000,00 por unidade.
► Poderíamos ratear o frete pelo peso:
Cada trator tem 40 toneladas e cada parafuso tem 40 gramas. O
peso total da encomenda é de 40.000.040 kg e ao efetuarmos
todos os cálculos, atribuiríamos R$ 1999,99 de custo de frete
para cada trator e R$ 0,01 de custo de frete para cada parafuso.
► Poderíamos ratear pelo volume
► Poderíamos ratear por outros direcionares de custos

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 68/125
Exercícios sobre Terminologia Contábil e
Nomenclatura de Custos

1.Coloque nos
abaixo relacion
Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 69/125
Exercícios sobre Terminologia Contábil e
Nomenclatura de Custos

2. A Papai No
tem uma seção
A PNE relata o
Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 70/125
Exercícios sobre Terminologia Contábil e
Nomenclatura de Custos

3. Em relação
( ) Mão de ob
Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 71/125
Sistemas de Alocação de Custos
Indiretos
Lembra-se do problema dos TRATORES e PARAFUSOS?
Pois bem, atualmente existem três sistemas para custeio dos
custos indiretos, ou seja, para a alocação desse tipo de custo aos
produtos são conhecidas três formas de rateio.

Para compreensão desses três sistemas, utilizaremos o exemplo,


sugerido por MARTINS (2007), que consiste em uma empresa
de confecções produtora de três tipos de produtos: camisetas,
vestidos e calças. A seguir, encontram-se as informações acerca
desses itens:

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 72/125
Sistemas de Alocação de Custos
Indiretos

Pro
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Sistemas de Alocação de Custos
Indiretos

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 74/125
Sistemas de Alocação de Custos
Indiretos

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 75/125
Sistemas de Alocação de Custos
Indiretos

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 76/125
Rateio SEM Departamentalização

Cus
Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 77/125
Rateio SEM Departamentalização

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira


T
78/125
Rateio SEM Departamentalização

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 79/125
Rateio SEM Departamentalização

Custos Dir
Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 80/125
Rateio COM Departamentalização

No item anterior, custeamos os produtos utilizando o Método


de Custeio por Absorção, porém sem a utilização da
Departamentalização, baseando-nos somente no custo da mão-
de-obra direta para efeito de rateio. Agora, iremos custear
aqueles mesmos produtos utilizando a Departamentalização.

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 81/125
Rateio COM Departamentalização

► 1° passo: Separação entre Custos e Despesas.


► 2° passo: Apropriação dos Custos Diretos diretamente aos
produtos.
► 3º passo: Apropriação dos Custos Indiretos aos Departamentos.
► 4º passo: Rateio dos Custos Indiretos aos diversos
Departamentos quer de produção, quer de Serviços (Nesse
momento segmenta-se os departamentos em produtivos e de
apoio)
► 5º passo: Escolha de seqüência de rateio dos Custos acumulados
nos Departamentos de Serviços e sua distribuição aos demais
Departamentos.
► 6º passo: Atribuição dos Custos Indiretos que agora só estão
nos Departamentos de Produção aos produtos segundo critérios
fixados.

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 82/125
1° e 2º passos do Rateio COM
Departamentalização

ATENÇÃO: Esses dois primeiros


passos são comuns a todos os
Sistemas de Rateio de Custos
Indiretos. Volte aos slides das páginas
anteriores e faça essa constatação!

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 83/125
3° e 4º passos do Rateio COM
Departamentalização

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 84/125
5° e 6º passos do Rateio COM
Departamentalização

Critérios de Os
rateio dos COM
custos dos do n
departamentos
Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira cada
85/125
5° e 6º passos do Rateio COM
Departamentalização

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 86/125
Rateio COM Departamentalização

Com o custo por hora de cada departamento de produção,


podemos apurar o CIF a ser aplicado em cada unidade de
produto com base nas informações de tempo de produção do
Quadro 11, conforme segue:

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 87/125
Rateio COM Departamentalização

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 88/125
Sistema de Custeio Baseado em
Atividades

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 89/125
Sistema de Custeio Baseado em
Atividades
Para exemplificarmos o Sistema de Custeio Baseado em Atividades,
daremos seqüência ao exercício da fábrica de vestuário (MARTINS,
2007), que produz camisetas, calças e vestidos e possui R$ 190.000,00
de custos indiretos, conforme “recorda” a tabela abaixo:

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Sistema de Custeio Baseado em
Atividades

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 91/125
Sistema de Custeio Baseado em
Atividades

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 92/125
Sistema de Custeio Baseado em
Atividades

Departame
Compras
Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 93/125
Sistema de Custeio Baseado em
Atividades

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 94/125
Sistema de Custeio Baseado em
Atividades

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 95/125
Sistema de Custeio Baseado em
Atividades

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 96/125
Sistema de Custeio Baseado em
Atividades

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 97/125
Exercícios Sobre Sistemas de Custeio

1. Custeio por
aspiradores de pó
respectivamente,
período.
Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 98/125
Exercícios Sobre Sistemas de Custeio

2. Custeio por A
cuja produção no
departamentais e
Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 99/125
Exercícios Sobre Sistemas de Custeio

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 100/125
A Relação Custo x Volume x Lucro
► Ponto de equilíbrio;
► Área de Lucro e de Prejuízo;
► Margem de Segurança;

CVL em Forma Gráfica

5000
Receita x Custos

4500
4000
3500 Receita
3000
C.Variável
2500
2000 C.Fixo
1500 C.Total
1000
500
0
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20

Quantidade

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 101/125
A Relação Custo x Volume x Lucro

Exemplo de uma fábrica de Alto-falantes com os seguintes


dados:
Preço de Venda (PV) = R$ 250,00
Custo Variável (CV) = R$ 150,00
Custo Fixo (CF) = R$ 1.000,00

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 102/125
A Relação Custo x Volume x Lucro

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Exercícios Sobre Custo x Volume x Lucro

Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 104/125
Exercícios Sobre Custo x Volume x Lucro

2. Você foi con


interessados em
Sua missão inic
Engenharia de Produção – Custos Industriais – Prof. Dr. Ualison Rébula de Oliveira 105/125
Alavancagem Operacional

 Conceito;
 Importância e
Aplicação;
 Exemplo:
PV = R$ 10,00;
CV = R$ 5,00;
CF = R$ 2.500,00

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Exercício sobre Alavancagem
Operacional

1. Através do es
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Limitações na Capacidade Produtiva

 Conceito
 Importância e Aplicação
 Exemplo: Uma montadora de veículos que possui somente 800 maçanetas em
estoque e produz veículos de 2 e 4 portas, tendo uma encomenda de 200 veículos de
cada tipo para o próximo período.

Modelo d
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Exercícios sobre Limitações na
Capacidade Produtiva

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Comprar versus Fabricar

 Conceito
 Importância e Aplicação
 Exemplo: Uma empresa que fabrica notebooks e baterias, tem a oportunidade de
terceirizar a produção de baterias por R$ 800,00. O notebook completo (com a
bateria) é vendido por R$ 6.500,00 a unidade.

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Exercício sobre Comprar versus Fabricar

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Análise Gerencial dos Custos Fixos

 Conceito
 Importância e Aplicação
 Exemplo: Uma empresa produz 2 produtos em uma mesmo galpão,
cujo o aluguel é R$ 10.000,00

0,00
R$ 5.00
PRODUTO A

R$ 5
.000,
00 PRODUTO B

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Análise Gerencial dos Custos Fixos

D.R.E. PRODUTO A D.R.E. PRODUTO B


Receita = R$ 20.000 Receita = R$ 28.000
Custo Variável = R$ 17.000 Custo Variável = R$ 18.000
Custo fixo = R$ 5.000 Custo fixo = R$ 5.000
Lucro = (R$ 2.000) Lucro = R$ 5.000
Lucro da Fábrica = 5.000 – 2.000 = R$ 3.000

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Exercício sobre Análise Gerencial de
Custos Fixos

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Preços, estratégias de preços, valores
percebidos e suas técnicas de formação

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Preços, estratégias de preços, valores
percebidos e suas técnicas de formação
Qual é o melhor preço?

Preço Qu
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Preços, estratégias de preços, valores
percebidos e suas técnicas de formação
Observem o comportamento do custo fixo, mark-up e preço, à medida que aumentam as quantidades vendidas:

Quantidad
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Preços, estratégias de preços, valores
percebidos e suas técnicas de formação

 Preço-Meta
 Custo-Meta
 Preço para Encomendas Especiais

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Preços, estratégias de preços, valores
percebidos e suas técnicas de formação

Observe o PML - percentual de margem de lucro – e o preço de venda para a produção


de 10.000 unidades de um determinado produto. A empresa investiu R$ 100.000,00 e
deseja um ROI de 20% sobre esse investimento.

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Preços, estratégias de preços, valores
percebidos e suas técnicas de formação
 Preço Meta = Custo x (1 + PML)
 PML = ROI x Investimento + DVGA
Quantidade x Custo Unitário

I
Materiais Diretos
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Preços, estratégias de preços, valores
percebidos e suas técnicas de formação

Custo Meta
Preço Sugerido Mark-up do Honda
Custo Meta
da Montagem
pelo mercado Popular

Custo Meta Custo Meta


do dos
Acabamento Estofados
Parte-se de um preço de venda
Custo Meta
projetado e deduz-se a parcela de lucro da Chaparia
desejada pela empresa. Daí, tem-se o
custo permitido que passa a ser a meta Custo Meta
dos
a ser alcançada pela empresa na Plásticos
produção do produto ou na prestação
do serviço.

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Preços, estratégias de preços, valores
percebidos e suas técnicas de formação
Para a formação de preço para uma encomenda especial, os tópicos a
seguir devem ser observados:

 A encomenda especial vai afetar o mercado domestico, ou seja, as


vendas aos consumidores tradicionais serão afetadas caso a
encomenda especial seja aceita?

 A empresa possui capacidade ociosa para atender a encomenda


especial sem a necessidade de adquirir novos equipamentos ou
ampliar a fábrica?

 Sobre a encomenda especial incidirá novos custos, tanto fixos como


variáveis?

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Preços, estratégias de preços, valores
percebidos e suas técnicas de formação
Custo variável unitário R$ 6,00
Custo fixo unitário (R$ 40.000,00 : 10.000 peças) R$ 4,00
Mark-up unitário R$ 2,00
Preço de venda R$ 12,00

Dados adicionais:
A encomenda especial é de 10.000 unidades; Sua empresa possui
capacidade ociosa de 50.000 unidades; Sua empresa se situa na
cidade de Lorena; A encomenda especial é para Manaus; O preço
ofertado é de R$ 9,00 a unidade.

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Exercícios sobre Preço

1 – A Pastelaria
estabelecer o pre

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Exercícios sobre Preço

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