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NORMAS MATERIAIS E NORMAS INSTRUMENTAIS

São normas jurídicas materiais as q disciplinam imediatamente a relação entre pessoas e


os conflitos de interesses ocorrentes na sociedade, escolhendo qual dos interesses
conflitantes, e em que medida, deve prevalecer e qual deve ser sacrificado.
As normas instrumentais apenas de forma indireta contribuem para a resolução dos
conflitos interindividuais, mediante a disciplina da criação e atuação das regras jurídicas
gerais ou individuais destinadas a regulados diretamente.

Objeto da norma processual


O objeto das normas processuais é a disciplina do modo processual de resolver os
conflitos e controvérsias mediante a atribuição ao juiz dos poderes necessários para
resolvê-los, a as partes, de faculdades e poderes destinados a eficiente defesa de seus
direitos.
A norma processual visa disciplinar o poder jurisdicional de resolver os conflitos,bem
como o desenvolvimento das atividades contidas naquele poder,visa ainda à regular às
atividades das partes litigantes, que estão sujeitas ao poder do juiz, e finalmente visa
reger a imposição do comando concreto formulado através daquelas atividades das
partes do juiz.
São três classes de normas processuais:
A) normas de organização judiciária – tratam da criação e estrutura dos órgãos
judiciários e seus auxiliares.
b) normas processuais em sentido estrito – cuidam do processo como tal, atribuindo
poderes e deveres processuais
c) normas procedimentais – dizem a respeito apenas do modus operandi, inclusive a
estrutura e coordenação dos atos processuais que compõe o processo.

*o processo é definido como entidade complexa da qual fazem parte o procedimento e a


relação jurídica processual

Natureza da norma processual


Incidindo sobre a atividade estatal, através da qual se desenvolve a função jurisdicional,
a norma de processo integra-se no direito publico.

FONTES DO DIREITO EM GERAL


Chamam-se fontes formais do direito os meios de produção ou expressão da norma
jurídica. (leis,costumes e negocio jurídico)

Fontes abstratas
São as mesmas do direito em geral, a lei, os costumes, o negocio jurídico e para alguns,
a jurisprudência.
Como fonte abstrata da norma processual, a alei abrange, em primeiro lugar, as
disposições da ordem constitucional que criam e organizam tribunais, que garantem
garantias as magistraturas, fixam e discriminam competências, que estipulam as
diretrizes das organizações judiciárias estaduais, que tutelam o processo como garantia
individual.

As constituições estaduais tbm são fontes de norma processual, quando criam tribunais
e regulam as respectivas competências na orbita que lhes é reservada (CF 125 prg um)
Tbm como fonte legislativa da NP:
A lei processual complementar – CF 93, ART 121, 128 PRG cinco)
A lei stricto sensu (ordinária)
Lei delegada - art. 68 prg um inc. 1

No mesmo plano das leis gerais, são fontes legislativas da norma processual as
convenções e tratados internacionais.

A lei como fonte da NP stricto senso, será em principio da origem federal (CF 22
INC1). Ma alem da tradicional ressalva quanto as normas de org. judiciária no âmbito
estadual que deverão ser formuladas pelos órgãos estudais(ART 125 PRG1).A CF
admite a lei estadual em concorrência com a federal quanto:
A) criação, funcionamento e processo do juizado de pequenas causas
b) procedimentos em matéria processual (ART 24 INC X-X1)

Fontes concretas da NP
As fontes concretas d Np são aquelas através de quais as fontes legislativas já
examinadas em abstrato efetivamente atuam no brasil.
Tais fontes se se desdobram em:
Fontes constitucionais da legislação complementar a CF
Fontes ordinárias – CPC, CPP, Leis do trabalho, código de processo penal militar e leis
dos juizados especiais

A CF.como fonte concreta da norma proc. contem:


A) normas de super direito, relativas às próprias fontes formais legislativas das normas
processuais
b) normas relativas à criação, organização e funcionamento dos órgãos jurisdicionais
c) normas referentes aos direitos e garantias individuais atinentes ao processo
d) normas dispondo sobre remédios processuais específicos

Eficácia da normal processual no espaço


O principio que regula a eficácia espacial das NP é o da territorialidade
A NP tem por objeto precisamente a disciplina da atividade jurisdicional que se
desenvolve através do processo. A atividade jurisdicional é a manifestação do poder
soberano do estado, e por isso obviamente não poderia ser regulado por leis estrangeiras
sem inconvenientes para a boa convivência internacional. E tbm observasse as
dificuldades práticas quase insuperáveis que surgiram com a movimentação da
maquina judiciária de um estado soberano mediante atividades regidas por normas e
institutos de direito estrangeiro.
A territorialidade da aplicação da lei processual é expressa pelo art. primeiro do CPC e
pelo art. primeiro do CPP.

Não se confunda com a aplicação da lei processual estrangeira, a aplicação da norma


material estrangeira referida pelo direito processual nacional. Art. sete do CPC.
Eficácia da norma processual no tempo
A leis processuais brasileiras estão sujeitas as normas relativas à eficácia temporal das
leis, constantes da lei de introdução do código civil. LICC ART 1 PRG 3 E 4
A lei processual em Vigor terá efeito imediato e geral, respeitando ato jurídico perfeito,
coisa julgada e direito adquirido (LICC ART seis) / (CF cinco XXXVI)
A vigência temporária, a lei terá vigor ate que outra a modifique ou revogue (LICC
ART dois).

Dada a sucessão de leis no tempo, incidindo sobre situações idênticas, surge o problema
de estabelecer qual das leis –anterior ou posterior – deve regular o processo. Como ele
se constitui por uma serie de atos que se desenvolvem e praticam sucessivamente no
tempo(atos processuais integrantes de uma cadeia unitária q é o procedimento),torna-se
particularmente difícil a solução do conflito temporal de leis processuais.
Os processos a serem iniciados na vigência da lei nova por esta serão regulados.
Diante do problema, três diferentes sistemas poderiam hipoteticamente ter aplicação:
A) unidade processual – apesar de se desdobrar em uma serie de atos diversos, o
processo apresenta tal unidade que somente seria regulado por uma única lei, a nova ou
a velha, de modo que a velha teria que impor para não ocorrer à retroação da nova, com
prejuízo dos atos já praticados até sua vigência.
b) o das fases processuais – distinguir-se-iam fases processuais autônomas (postulatória,
ordinatória, introdutória, decisória e recursal) cada uma regulada por uma lei diferente.
c) isolamento dos atos processuais – a lei nova não atinge atos já realizados, nem seus
efeitos, mas se aplica aos atos a praticas, sem limitações relativas às chamas fases
processuais.
Esse ultimo sistema tem contado com a adesão da maioria dos autores e foi
expressamente consagrado pelo art. 2 do CPP.

Jurisdição
Função do estado, mediante a qual este se substitui aos titulares dos interesses em
conflito para, imparcialmente buscar a pacificação do conflito. Essa pacificação é feita
mediante atuação da vontade do direito objetivo que rege o caso apresentando em
concreto para ser solucionado.
A jurisdição é ao mesmo tempo, função, poder e atividade. Como poder é a
manifestação do poder estatal,conceituando como capacidade de decidir
imperativamente e impor decisões.Como função,expressa o encargo q tem os órgãos
estatais de promover a pacificação de conflitos interindividuais,mediante a realização do
direito justo e através do processo. Como atividade ela é o complexo de atos do juiz no
processo, exercendo o poder e cumprindo a função que a lei lhe comete. O poder,a
função e a atividade só se transparecem através do processo devidamente estruturado.
(devido processo legal).

Caráter substitutivo
O estado substitui com uma atividade sua as atividades daqueles que estão envolvidos
no processo. N cumpre a nenhuma das partes interessadas dizer definitivamente se a
razão esta com ela própria ou com a outra,nem pode,quem tem uma pretensão,invadir a
esfera jurídica alheia para se satisfazer.A única atividade admitida pela lei quando surge
o conflito é a do estado de substituir as partes.
As atividades do estado são exercidos através de pessoas físicas, que constituem seus
agentes ou seus órgãos (o juiz exerce a jurisdição complementada sua atividade pelas
dos órgãos auxiliares da justiça). E,como essas pessoas não agem em nome próprio mas
como órgãos do estado,a sua imparcialidade é uma exigência da lei,o juiz ou o auxiliar
de justiça que tiver interesse próprio no litígio não deve participar do processo..CPC
134 135 312/CPP 95-103 252 254

Escopo jurídico da atuação do direito


O escopo jurídico da jurisdição é a atuação ou cumprimento das normas de direito
substancial, direito objetivo.
Através da jurisdição, o estado procura a realização do direito material junto com o
objetivo social: garantir que o direito objetivo material seja cumprido, ordenamento
jurídico preservado em sua autoridade e a paz e a ordem na sociedade. O mais elevado
interesse que se satisfaz através do exercício da jurisdição é o interesse da própria
sociedade.

Características da jurisdição – lide, inércia, definitividade


É a existência do conflito de interesses que leva o interessado a dirigir-se ao juiz e pedir
uma solucao a existência da lide é uma característica constante na atividade
jurisdicional.
Outra caract. Da jurisdição é a inércia.
A experiência ensina que quando o próprio juiz toma a iniciativa do processo, ele se liga
de tal maneira a idéia contida no ato de iniciativa que dificilmente ira ter condições de
julgar imparcialmente. Por isso fica ao critério do próprio interessado a provocação do
estado juiz ao exercício da função jurisdicional.assim como os direitos subjetivos são
em principio disponíveis,podendo ou n ser exercidos,tbm o acesso aos órgãos
jurisdicionais fica entregue aos pode dispositivo do interessado.

Em direito penal, o titular da pretensão punitiva - MP- n tem sobre ela o livre poder de
disposição. Ai esta o principio da obrigatoriedade e da indisponibilidade,que manda ao
órgão do MP apreciação da instauração do processo dos delitos q tenham noticia.

Art. 2 CPC 24 PP

Outra caract. Dos atos jurisdicionais é q só eles são suscetíveis de se tornarem imutáveis
n podendo ser revistos ou modificados. A CF garante o DA, o ATP e a CJ (art. 5
XXXVI)

Principio inerentes a jurisdição


Investidura – corresponde à idéia de q a jurisdição só será exercida por quem tenha sido
regularmente investido na autoridade de juiz
Aderência ao território – fala sobre a limitação da própria soberania nacional ao
território do pais. Os juízes só tem autoridade nos limites territoriais do estado e a sua
lei.
Indelegabilidade – é vedado a qlq poder delegar atribuições. C CF fica o conteúdo das
atribuídos do poder judiciário e n pode a lei nem podo muito menos alguma deliberação
dos próprios membros deste,alterar a distribuição feita naquele nível jurídico positivo
superior.
Inevitabilidade – significa que a autoridade dos órgãos jurisdicionais sendo uma
emanação do próprio poder estatal impõe-se por si mesma, independentemente da
vontade das partes ou de eventual pacto; a situação de ambas as parte perante o estado
juiz é de sujeição, que independe de sua vontade e consiste na impossibilidade de evitar
que sobre elas e sobre a sua esfera de direitos se exerça a autoridade estatal,
Inafastabilidade (controle jurisdicional) garante a tds o acesso ao PJ, o qual n pode
deixar de atender a quem venha a juízo deduzir uma pretensão fundada no direito e
pedir solução para ela. N pode a lei excluir da apreciação do PJ qlq lesão ou ameaça a
direito nem pode o juiz a pretexto de lacuna ou obscuridade da lei escusar-se de proferir
sentença. CPC126
Juiz natural –

Espécies de jurisdição
Unidade de jurisdição
Objeto: jurisdição penal (pretensões punitivas) ou civil (por exclusão, causas e
pretensões n penais)
Organismos judiciários q a exercem: especial ou comum
Posição hierárquica dos órgãos dotados dela: superior ou inferior
Fonte do direito com base no qual é proferido o julgamento: jurisdição de direito ou
equidade

Jurisdição penal:
Juízes estaduais comum
Justiça militar estadual
Justiça militar federal
Justiça federal
Justiça eleitoral

Jurisdição civil:
Justiça estadual/federal
Trabalhista
Eleitoral

Jurisdição especial ou comum:


A doutrina distingue a jurisdição especial (JM, J ELEITORAL, JT, JME) da comum
(JF, J ESTADUAL ORDINARIA.)
É que cada uma das chamadas justiças especiais a constituição atribui uma competência
para causas de determinadas naturezas e conteúdo jurídico substancial:
JT – pretensões oriundas da relação de trabalho 114
J ELEITORAL –matéria relacionada a eleições políticas 121
JM – causas penais fundadas no direito penal militar e na lei de segurança nacional.
As demais (justiça federal, justiça estadual) justamente pq conhecem de qlq matéria n
contida na competência especialmente reservada as primeiras, exercem jurisdição
comum. CPP CPC

Jurisdição superior e inferior


O ordenamento jurídico em geral instituem o duplo grau de jurisdição, principio
consistente na possibilidade de um mesmo processo após julgamento pelo juiz inferior
perante o qual teve inicio, voltar a ser objeto de julgamento, agora por órgãos superiores
do Poder Judiciário.
Assim chamam-se jurisdição inferior aquela exercida pelos juízes que ordinariamente
conhecem do processo desde o seu inicio (competência originaria): trata-se na justiça
estadual, dos juízes de direito das comarcas distribuídas por todo estado. E jurisdição
superior a exercida pelos órgãos a que cabem os recursos contra as decisões proferias
pelos juízes inferiores.O órgão Maximo na organização judiciária brasileira e que
exercem a jurisdição em nível superior ao de todos os outros juízes e tribunais é o STF.

Justiça de direito e de equidade

A decisão por equidade pode ser (127 CPC):


Contra legem
Secundum legem (prg único 944 cc)
Praeter legem - art. 1109 CPC