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29/03/2011

Parede celular

 Exclusivo de células
Biologia Celular vegetais;

PROFª. MSC. ANANDA GALVÃO  Celulose (vegetais,


MEMBRANA PLASMÁTICA E PAREDE CELULAR bactérias)
UNICRUZ – 2011/1

 Quitina (fungos)

 Limita o crescimento
celular

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Parede Celular Parede celular

• É um envoltório inerte constituído por três camadas,  Parede primária: fina e


durante a divisão celular o complexo de golgi ajusta-se, flexível;
formando a lamela central( pectina e carboidrato);

 Parede secundária:
• Novos depósitos na face interna da lamela central, formam a
parede primária ( pectina e hemicelulose ); espessa e rígida

• A célula madura, então, deposita nova camada que forma a  Plasmodesmos: pontes
parede celular secundária ( celulose ).
de citoplasma que
• Assim, em uma célula adulta a parede celular se apresentará
passam por poros da
em 3 camadas, a partir da membrana: parede secundária, parede celular
parede primária e lamela central (a mais externa).

MEMBRANA PLASMÁTICA MEMBRANA PLASMÁTICA

 PRESENTE EM TODOS OS TIPOS DE CÉLULAS.  ESPESSURA:


 6 a 10 nm. Média =7,5nm. (1 nm = 1/1.000.000 mm)

 EM CÉLULAS PROCARIONTES: SÓ REVESTE A


CÉLULA:  VISUALIZAÇÃO:
 célula pobre em membranas.  só ao microscópio eletrônico.

 EM CÉLULAS EUCARIONTES: REVESTE A  COMPOSIÇÃO: LIPOPROTEICA.


 Fosfolipídios + colesterol: 30 a 75%
CÉLULA E CONSTITUI OS ORGANÓIDES
 Proteínas: 25 – 80%
CITOPLASMÁTICOS:
 Carboidratos : até 10%
 célula rica em membranas

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Características

 Modelo do Mosaico
Fluido

 Lipoproteica

 Bicamada de lipídios

 Proteínas integrais e
periféricas

PROPRIEDADE DOS FOSFOLIPÍDIOS DISPOSIÇÃO DOS FOSFOLIPÍDIOS NAS MEMBRANAS

 O grupo fosfato tem


polaridade elétrica (é
polar).
 Os ácidos graxos são Água
apolares
 Moléculas ANFIPÁTICAS.

 Molécula polar atrai


outra polar mas repele
Parte polar do fosfolipídio:
as apolares. Atraída pela água

Região apolar: ácidos graxos:


repelida pela água

PROTEÍNAS DA MEMBRANA PROTEÍNAS DE MEMBRANA

 A) INTEGRAIS OU INTRÍNSECAS: encaixadas


através da bicamada lipídica, sobressaem nas duas Proteínas periféricas
superfícies da bicamada lipídica. São estruturais,
enzimas, receptores e transportadores.

 B) EXTRÍNSECAS OU PERIFÉRICAS: ficam na


superfície da bicamada lipídica, atraídas pela
porção polar dos fosfolipídios ou ligadas às
proteínas integrais. Tem atividade enzimática.
Bicamada lipídica

Proteínas integrais

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PROTEÍNAS DA MEMBRANA Glicocálix

 Glicoproteínas
 INTEGRAIS: são polares na parte que sobressai na
(moléculas de
camada lipídica e a que toca nos fosfatos. A porção carboidratos ligados a
em contato com os ácidos graxos é apolar, mas proteínas)
apenas a superfície. O interior das proteínas
transmembrana é polar: canal hidrofílico.  Função:
- Adesão e
 PERIFÉRICAS: são completamente polares. reconhecimento celular

Ex.: rejeição de órgãos

GLICOCÁLICE

Desenho da estrutura da membrana plasmática segundo o modelo do Mosaico Fluído de


Singer e Nicholson

ASSIMETRIA DA MEMBRANA Funções


 Mantém meio intra e
 A membrana tem duas faces: extracelulares
 Externa: em contato com outra célula – face E. independentes
 Interna ou protoplasmática: em contato com o citoplasma:
face P.  Controla entrada e saída de
 As duas faces são diferentes química e eletricamente, por isto a substâncias
membrana é assimétrica.
 A face E tem carboidratos, ausentes na face P.
 PERMEABILIDADE
 A face P é negativa em relação à face E. SELETIVA

 Flexibilidade
 regeneração

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Parede celular Parede celular

 Exclusivo de células  Parede primária: fina e


vegetais; flexível;

 Celulose (vegetais,  Parede secundária:


bactérias) espessa e rígida

 Quitina (fungos)  Plasmodesmos: pontes


de citoplasma que
 Limita o crescimento
passam por poros da
celular parede celular

Transporte de membrana Transporte de membrana

 Íons e moléculas;  Transporte passivo: sem gasto de energia


 Maior concentração → menor concentração
 Ex: Difusão simples, difusão facilitada, osmose
 Diferença de concentração

 Transporte ativo: com


 Depende ou não de energia
gasto de energia
 Menor concentração →
maior concentração

Difusão simples Difusão facilitada

 Passagem direta pela Vermelho  Proteínas de membrana


Azul mais
membrana (lipídios); concentrado
mais
Meio menos concentrado (permeases);
concentrado

 Transporte de moléculas
 Diferença de
maiores
concentração de solutos;
 Diferença de
 Sem gasto de energia; concentração de solutos;

 Ex: passagem de gases Meio mais concentrado  Sem gasto de energia;


como o oxigênio e o gás
carbônico.  Ex.: Glicose e íons como
Ambas regiões com a mesma sódio e potássio
concentração dos solutos

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Osmose

 Proteínas especiais (aquaporinas);

 Transporte de solvente (ex. água);

 Meios isotônicos: meios separados por membrana


semipermeável, com mesma concentração;

 Meio hipertônico: meio onde a concentração iônica é maior


que outro meio;

 Meio hipotônico: Meio em que a concentração iônica é menor


que outro meio com o que se está comparando.

Osmose Osmose nas células - plasmólise

 O solvente passa do local Plasmólise: Processo


menos concentrado para de perda de água para
o mais concentrado, com o meio mais
finalidade de igualar a concentrado
concentração das (hipertônico), fazendo
soluções. Célula vegetal em meio concentrado a célula “murchar”
(hipertônico)

Deplasmólise

Deplasmólise: Processo inverso à


plasmólise, a célula está, então
imersa em solução hipotônica (menor
concentração).

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Osmose nas células Transporte ativo

Solução hipotônica Solução isotônica Solução hipertônica


 Proteínas;
Célula animal
 Contra o gradiente de
concentração;
Célula lisada Célula crenada
 Com gasto de energia
(ATP);
Célula vegetal
 Ex.: bomba de sódio-
potássio (impulso
Célula túrgida Célula flácida Célula plasmolisada nervoso).

Endocitose e exocitose

 Transporte de substâncias muito grandes para o


interior das células;

 Endocitose = entrada de substâncias


- Fagocitose
- Pinocitose

 Exocitose = saída de substâncias


- Clasmocitose

Fagocitose Pinocitose

 Substâncias sólidas;

 Formação de  Substâncias líquidas;


pseudópodos (“falsos
pés” - projeções da  Formação de invaginação
membrana);
na superfície da célula;
 Vesícula fagocítica
(fagossomo).  Vesícula pinocítica
(pinossomo).
 Ex.: alimentação das
amebas; macrófagos que
fagocitam os antígenos

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Exocitose Especializações da membrana plasmática

 Após a digestão nos  Microvilosidades


vacúolos fagocíticos e
pinocíticos, restos são  Desmossomos
expelidos para o
ambiente;
 Interdigitações
 Fusão da membrana da
vesícula com a
membrana celular.

Microvilosidades Desmossomos

 Forte adesão entre as


 Expansões semelhantes a células;
dedos de luvas
 Reforço protéico na
 Aumento da superfície de membrana plasmática;
absorção;
 Seus filamentos protéicos
 Revestimento do ligam-se ao citoesqueleto.
intestino.
 Somente células animais.

Interdigitações COMPLEXO JUNCIONAL


 Presente em células
epiteliais, próximo à
 Dobras de membrana
extremidade celular
entre duas células; livre.
 Adesão celular
 Ocorre entre células  Zona de oclusão
epiteliais.

 Zona de adesão,
 Aumenta superfície
facilitando as trocas.
semelhante aos
desmossomos
 São observadas nas células
dos tubos renais.
 É uma estrutura de
vedação e adesão.