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LIVRO SCARLET AND THE BEAST

Este livro foi escrito ha 15 anos por John Daniel. Possui 3 volumes.

VOLUME 1: Fala das guerras que em vários países são produzidas pelas duas maçonarias: Francesa e
Inglesa.

Em 1090 a SOCIEDADE SECRETA PRIORADO DE SIÃO formada por MONGES CATÓLICOS FRANCESES e
por MILÍCIAS PARAMILITARES FRANCESAS, séculos mais tarde veio se chamar MAÇONARIA FRANCESA.

Em 1119, 29 ANOS mais tarde, a sociedade secreta Priorado de Sião fundou a SOCIEDADE SECRETA
CAVALEIROS TEMPLÁRIOS com os mesmos objetivos de "proteger" os cristãos, mas cobrava por isso. O
negócio paralelo ficou tão LUCRATIVO que criaram o atual sistema bancário. Estas duas sociedades
passaram a brigar entre si durante 200 anos, quando em 1313 o PRIORADO DE SIÃO com a IGREJA
CATÓLICA resolveram destruir o que haviam criado: os cavaleiros templários. Alguns cavaleiros templários
fugiram para a Escócia e foram se refugiar com os evangélicos e criaram a MAÇONARIA INGLESA que foi
oficializada em 1717 como a maçonaria moderna, a especulativa, a maçonaria atual.

As guerras no mundo até os dias atuais são frutos da ganância, imbecilidade, orgulho, ignorância, ódio e
mediocridade destas irresponsáveis sociedades secretas, MAÇONARIA FRANCESA (ligada ao catolicismo,
espiritismo, satanismo, etc) e MAÇONARIA INGLESA (ligada aos "evangélicos", satanistas, nova era, etc).

O QUE TUDO ISSO TEM A VER COM A IGREJA DE CRISTO? NADA.

VOLUME 2: Fala do satanismo do bode BAFOMET e do homossexualismo deste bode andrógino idolatrado
pelos maçons.

VOLUME 3: Fala do controle INTERNACIONAL DO TRÁFICO DE DROGAS pela maçonaria Inglesa e pelos
banqueiros, que nada mais é que a antiga sociedade secreta cavaleiros templários de 1119, de origem no
poder paralelo das milícias paramilitares com monges católicos que ficaram mais ricos que o próprio poder
oficial da França, exatamente como fazem hoje com os bens do Brasil e outros países.

CONFIRMADO! O Pr Caio Fábio afirma que o dinheiro da igreja


universal vem do TRÁFICO DE DROGAS do cartel de Cali da
Colômbia e o Pr Silas Malafaia ganhava 40 mil dólares/mês para
ficar calado e bater no Pr Caio Fábio para ele não contar isso.
http://video.google.com/videosearch?q=caio+f%C3%A1bio&hl=pt-BR&emb=0#

CONFIRMADO! O Pr Saad, ex maçom grau 33, afirma que bispo


Macedo e Pr Silas Malafaia são maçons
http://youtube.com/watch?v=Zc0da6-oqq4

Veja mais estudos sobre seitas, ordens e heresias


www.simceros.org
ESCARLATE E A BESTA — Vol. 1
Uma História sobre a guerra entre a Maçonaria Inglesa e a
Maçonaria Francesa
Por John Daniel - 3ª edição
30 capítulos, 20 apêndices, notas, bibliografia, índex, 1300 páginas

Relação de Conteúdos

Introdução: O Que é Franco-Maçonaria? Maçom é a forma abreviada de Franco-


Maçon (ou Pedreiro Livre). Franco-Maçon é a forma abreviada de ―Maçom livre e aceito‖,
um nome adquirido e resultante dos sucessos em guerras e revoluções políticas e
religiosas; para esconder o envolvimento e o fomento de revoluções através da história
pela maçonaria, a história secular se refere aos maçons como ―homens livres‖. Maçonaria
não é cristianismo, mas uma religião universal de salvação pela prática das obras, sem
Cristo; Na maçonaria, o Templo de Salomão representa secretamente a Torre de Babel.
De forma que a maçonaria é duplamente anti-semítica e anticristã. Uma discussão acerca
do amargo conflito entre a Maçonaria Inglesa (Panteísta) e a Maçonaria Francesa
(Ateísmo). Nas lojas maçônicas, em ambos os lados, existe um número de membros
composto por homens e mulheres. Graus de iniciação e conhecimento. Maçonaria e
conspiração. Propaganda maçônica. Como os cristãos têm sido enganados.

Capítulo 1: O Conflito: Priorado de Sião versus Cavaleiros Templários A Linhagem do


Anticristo. Traços históricos do Santo Graal, apontam para o ensinamento que Maria
Madalena, foi casada com Jesus e teve uma ―santa‖ criança com ele. Os reis merovíngios
da Europa, reclamam serem membros desta linhagem ―santa‖. Antigos pergaminhos,
revelam o plano dos Merovíngios de estabelecer um trono universal em Jerusalém
através de uma falsa linhagem de David. Os Mistérios Babilônicos iniciaram a Igreja
Católica (496 A.D.) através de Meroveu, fundador da dinastia merovíngia. Os Merovíngios
fundaram o Priorado de Sião (1090) e iniciaram as cruzadas (1099). Sião funda os
Cavaleiros Templários (1118) para proteger o trono Merovíngio em Jerusalém. A
Rebelião templária. 200 anos de conflito entre Sião e os Templários. Sião e os reis
merovíngios da França planejam destruir os Templários (1307-1314). Os Templários
fogem para a Escócia e fundam a Maçonaria Templária. Os Templários juram destruir o
trono Merovíngio.

Capítulo 2: A Maçonaria Inglesa e a Revolução. Um rei templário Escocês para a


Inglaterra. A Maçonaria Templária entra em Londres com James Stuart I (1603). Grandes
Mestres de Sião movem-se da França para Londres para planejar contra a dinastia de
Stuart. Sião funda a Maçonaria Rosa-cruz em oposição a Maçonaria Templária. Sião
fomenta duas revoluções maçônicas para destronar os Stuart (1649 e 1688). Os Stuart e
a Maçonaria Templária se exilam na França. A maçonaria inglesa unificada,
descristianizada e politizada (1717).

Capítulo 3: As Guerras Religiosas da França. Sião cria um ―Grande Plano‖ para


governar o mundo e criar uma linhagem a partir do Santo Graal, que ditará as leis
mundiais. Durante a metade do século, os Huguenotes afiam o grande plano de
Sião. Sião contra a dinastia Bourbon. Um rei Bourbon casa com uma princesa Merovíngia,
vencendo a competição acerca do trono da França. O sangue do Santo Graal flui através
da dinastia de Bourbon. Edito de Nantes (1598). Tolerância e flexibilização. Revogação do
Edito de Nantes (1685). Voltaire, Sião e a Franco-maçonaria.

Capítulo 4: Da Inglaterra para a França. Depois da revolução de 1688, a maçonaria


inglesa é unificada sob o nome de Grande Loja (1717) e passa a reivindicar a
maternidade de toda a maçonaria moderna. Grande Loja controla a nova constituição
monárquica de Hanover. Stuart e os maçons templários se exilam na França (1717).
Maçonaria Inglesa planta lojas no continente Europeu, infiltrando-se nas lojas templárias
de Paris (1743). A maçonaria templária funda o Rito Escocês (1748) com altos graus
copiados da cabala judaica. Rito Escocês, entrando em contato com o Rito Judaico, inicia
uma trama contra o trono francês, em retaliação a destruição merovíngia dos templárias
em 1314. Grandes lojas francesas, atormentadas pelo controle britânico, fundam o
Grande Oriente maçônico (1772). Priorado de Sião cria Adam Weishaupt. Weishaupt
funda os Illuminati (1776), para infiltrar o Grande Oriente Maçom. Rito Escocês, Grande
Loja Francesa e o Grande Oriente Francês, se unem numa revolução contra o trono
francês (1782-1785).

Capítulo 5: Rejeitando o Cristianismo — Símbolos Pagãos da Maçonaria e os


Illuminati. Símbolos e alegorias Illuminati. O significado esotérico do esquadro e
compasso. Feriado Illuminati (Dia do Poder) comemora revolução. Adam Weishaupt e o
significado da pirâmide e do Olho Que Tudo Vê. Um chamado para que os cristãos saiam
da maçonaria.

Capítulo 6: Música e Revolução. Efeitos psíquicos da música. Música maçônica usada


na França para promover revolução (1785). O moderno rock and roll usado pela
maçonaria inglesa para promover revolução. Lucifer, deus da música maligna.

Capítulo 7: A Conexão Judaica. Após a metade do século 18,a maçonaria gentílica


desprezando a maçonaria judaica, promove uma revolução por meio de Moses
Mendelssohn. Jacob Frank ataca o judaísmo ortodoxo. Início da reforma do judaísmo
(1800). O judaísmo reformado faz um pacto com o Grande Oriente Maçom. Rothschild e
a maçonaria inglesa (1801). A maçonaria templária coloca Napoleão no poder (1799);
Sião e a maçonaria inglesa se opõem a Napoleão. Rothschild financia Napoleão contra os
monarcas e financia os monarcas contra Napoleão. Grande Loja e Grande Oriente
franceses aderem aos graus do rito Escocês (1801). Rito escocês, também chamado de
rito judaico, é a Sinagoga de Satanás mencionada em Apocalipse 2:9 e 3:9. De acordo
com as Escrituras, o rito escocês não é controlado por judeus, mas por gentios que se
dizem judeus e não o são.

Capítulo 8: A Conexão Jesuíta. A supressão dos jesuítas em 1773 instigada pela


maçonaria. Infiltração maçônica na Igreja Católica. Voltaire, Maçonaria, e anti-Catolicismo
(1726-1778). Desinformação sobre a maçonaria atrai cristãos para a Maçonaria, minando
Protestantes contra Católicos e desacreditando o clero. Papa João XXIII (1958) — um
Papa Maçom. Após o Concílio Vaticano II (1962-1965), os dirigentes Jesuítas aliam-se à
Maçonaria. Os jesuítas sul americanos e a Maçonaria do Grande Oriente, cooperam na
Teologia da Libertação. Maçonaria assassina o Papa João Paulo I (1978). Maçonaria
realize tentativa de assassinato do Papa João Paulo II (1981).

Capítulo 9: Educação Secular: Uma Cópia Maçônica. Karl Marx, uma cria maçônica
(1844). Legado educacional de Marx. Escolas públicas maçônicas na América
(1820). Maçonaria funda a Associação Nacional de Educação (NEA) em 1857. Maçonaria,
a força por trás da criação do Departamento de Educação e consolidação das
escolas. Maçonaria funda o Conselho Nacional de Igrejas. Um deus andrógino e castrado.
Lista de igrejas e pastores sem fé. Maçonaria planeja a destruição do cristianismo na
America por intermédio de pastores maçons. Cópia idêntica usada contra a igreja durante
a Revolução Maçônica na França em 1789.

Capítulo 10: Controle maçônico da mídia. Adam Weishaupt controla a mídia para
propagar a revolução (1780). Comprovação de que a maçonaria controlava a mídia antes
e depois da Revolução Francesa. Comprovação de que a maçonaria controlou a mídia
durante toda a revolução. Comprovação de que a maçonaria controla a mídia na America
atualmente. O maçom Voltaire lista dez passos para destruir o cristianismo na velha
França do século 18 e tem obtido sucesso na América desde 1940.

Capítulo 11: A Primeira Guerra Entre a Maçonaria Inglesa e Francesa. O maçom


templária Napoleão Bonaparte, tenta espalhar o ideal republicano através de toda a
Europa (1804-1812). Os sionistas conspiram contra Napoleão. A opulência da maçonaria
britânica garante a queda de Napoleão. No Congresso de Viena (1815), a maçonaria
inglesa planeja obstruir a expansão republicana. A proposta de um dirigente mundial
surge no Congresso de Viena. Suíça e Inglaterra, as caixas-fortes da Maçonaria.

Capítulo 12: Maçonaria Francesa prova e contraprova. A Revolução Francesa de


1830. Maçonaria e a Revolução Italiana (1834-1860). Teria Weishaupt e Mazzini uma
conexão? Giuseppe Mazzini, revolucionário italiano e fundador da Máfia, funda a
maçonaria internacional (1871) para espalhar e revolução pelo mundo. O Grande
|Oriente Francês desenvolve o conceito de comunismo (1840s). Revolução Comunista
Francesa de 1848. Revolução Comunista Francesa de 1871. França, um estado
completamente maçom.

Capítulo 13: "O Caso Morgan" espalha-se pelo mundo afora como "Movimento
Anti Maçônico". Maçom do Real Arco, Capitão William Morgan aceita Jesus Cristo como
Salvador e Senhor, renuncia a Maçonaria, e planeja publicar um livro revelando os
juramentos diabólicos e os símbolos da maçonaria e dos Illuminati. Para calar Morgan, 69
maçons planejam seu rapto e assassinato em 11 de Setembro de 1826. Usando a
transcrição original do tribunal e das testemunhas do rapto, bem como uma confissão no
leito de morte de um dos assassinos, John Daniel, autor de Escarlate e a Besta, tem
coordenado estes fatos dentro da história, e continua afirmando que são mantidos fora
dos livros de história. O assassinato de Morgan pela maçonaria influenciou a civilização
mundial e um movimento anti-maçônico, forçando a maçonaria européia e sul americana
a colocar em marcha os planos revolucionários de 1848. Além disso, nossa própria Guerra
Civil (1861-1865) foi diretamente ligada ao ―Caso Morgan‖, e seu conseqüente
conhecimento.
Capítulo 14: "A Guerra Civil Americana da Maçonaria". A Guerra Civil Americana
foi diretamente ligada ao assassinato do Capitão William Morgan e ao que o movimento
anti-maçônico gerou. A Maçonaria provocou a guerra com o objetivo de reconstruir sua
membresia. Maçons escreveram: "Durante este tempo a Maçonaria foi recuperada de
suas provações e perseguições, por causa das nuvens negras da guerra civil onde foi
pendurada como uma mortalha por toda a terra.... Algum dia... a história deixará
registrado o que a maçonaria realizou nestes anos de trevas – o que se passou atrás das
linhas, sentinelas iludidas, abrandando a sorte dos prisioneiros de guerra, plantando
acácia nos túmulos dos amigos e de inimigos semelhantes " [mas somente se os amigos
e inimigos forem maçons]. Neste capítulo, você irá ler sobre atividades traiçoeiras entre
inimigos, bem como o correto aperto de mãos, mostrado como um sinal maçônico, ou
verbalizado. Seguindo estes poucos subtítulos deste Capítulo:

Banco Central Pressiona Americanos Durante a Guerra Civil


Jurisdição do Norte do Rito Escocês Maçom, uma Jurisdição Britânica
Clandestina, fundada durante a Guerra Civil
Bancos Ingleses Maçons e a Jurisdição do Norte e o Assassinato de Abraham
Lincoln
Processos dos Criminosos da Guerra Civil

Os prisioneiros de guerra maçons serão perdoados se efetivarem o cumprimento maçom


diante do presidente Andrew Johnson, ele mesmo um maçom. Você verá a foto deste
cumprimento dado pelo presidente e ele perdoando uma multidão de maçons, inclusive o
33O Albert Pike. Durante e depois da guerra civil, a Maçonaria cresceu
rapidamente, passando a ser altamente considerada como era antes do movimento anti-
maçônico.

Capítulo 15: Lúcifer: Deus da Maçonaria. Rito Luciferiano é adotado pelo Supremo
Concílio. Albert Pike, maçom do 33rd , apresenta a doutrina Luciferiana (1889). Relato
bíblico da queda de Lúcifer. Fé versus Razão. Palladianismo — Rito Super
Luciferiano. Luciferianismo torna-se doutrina universal da Maçonaria. Nova Era, um
movimento Luciferiano da maçonaria nos dias de hoje.

Capítulo 16: Maçonaria e o Movimento Nova Era. Ateus, espíritas e Luciferianos


reunidos no grande congresso em Paris (1889). Sub-lojas maçônicas da Nova Era.
Construindo o movimento da Nova Era. Maçom do 33rd , Aleister Crowley, cabeça de duas
sublojas da Nova Era executa nestes dias rituais satânicos com assassinatos e fomenta o
uso de drogas ilegais.

Capítulo 17: O Movimento Nova Era unifica a maçonaria Inglesa e Francesa. A


maçonaria Inglesa funda a Loja Quatuor Coronati para investigação maçônica
(1886). Quatuor Coronati organiza a Ordem de Golden Dawn (1887). Golden Dawn utiliza
a suástica como símbolo e pratica sexo livre debaixo de influencia de drogas. Quatuor
Coronati organiza a Ordo Templi Orientis (OTO) em 1902. OTO pratica sacrifícios
humanos. Golden Dawn e OTO cooperam para a criação da contracultura das drogas,
rock e sexo em 1960. OTO, mãe do movimento Nova Era, tenta a unificação da
maçonaria Inglesa, Americana e Francesa. Lucis (Lúcifer) Trust de NYC, financia o
movimento Nova Era na América. Lista de americanos proeminentes que são membros da
Lucis Trust.

Capítulo 18: Os Protocolos dos Sábios de Sião. História dos Protocolos. Nascimento
do sionismo na Rússia (1850). Autores revisionistas, confundem o sionismo, uma
falsificada sociedade secreta judaica originada na França, com o Sionismo, um
movimento político genuinamente judaico, originado na Rússia. A loja maçônica sionista
da França, é a responsável pelos Protocolos (1884). Protocolos, uma trama maçônica
contra os judeus. Protocolos de Sião ligados ao Priorado de Sião. Comentário histórico e
profético sobre os Protocolos dos Sábios de Sião.

Capítulo 19: "Maçonaria Derruba o Império Otomano". Henry C. Clausen, maçom


de 33O, declara: "Maçons, historicamente tem estado na vanguarda de movimentos que
incendiaram a imaginação dos amantes da liberdade pelo mundo afora. Goethe, Mozart,
Lafayette foram Maçons que incentivaram o grande herói da democracia
Húngara Kossuth, quando ele esteve temporariamente refugiado na America. Líderes do
Comitê Jovem Turquia, que em 1908 forçaram o Sultão Hamid ‗o maldito' a levar sua
nação a aderir ao parlamentarismo como forma de governo, eram Maçons." O colapso do
Império Otomano, foi uma das principais causas da Primeira Guerra Mundial. Seguindo
estes subtítulos neste Capítulo: Maçonaria e Seu Papel na Queda do Império
Otomano. Juventude Otomana — Corporação Jovem da Maçonaria Muçulmana.
Juventude Otomana se torna Juventude Turca. Para se opor a maçonaria do
ocidente, os muçulmanos fundam a Irmandade Muçulmana em 1928, usando a mesma
estrutura de pirâmide da Maçonaria ocidental. Nesta época, a Irmandade Muçulmana
funda a al-Qaeda para fazer oposição ao grupo jovem da maçonaria ocidental, os
DeMolay. Membros muçulmanos, em 9/11, realizam um ataque na América onde um e
todos os membros e atiradores, pertencem a al-Qaeda. O subtítulo final deste capítulo é
Por Que é ―Politicamente Correto‖ a América vencer a guerra contra o Terror!

Capítulo 20: A Primeira Guerra Mundial Maçônica. Durante a última metade do


século 19, o Supremo Conselho da Maçonaria Universal no plano dos 60 anos para
provocar guerra mundial e lançar abaixo todos os tronos e altares de uma vez só. Fase
Um — dividir o mundo em duas partes antagônicas (monarquistas contra republicanos)
por intermédio de tratados de paz negociados pela Maçonaria num período superior a 50
anos. Fase Dois — disparar uma guerra mundial pela criação de incidentes na Europa,
cujas causas iriam provocar o efeito desejado. De 1908 até 1913, sete incidentes
instigados pela Maçonaria fracassam. Em Sarajevo (1914), o assassinato maçônico do
Arquiduque Francisco Ferdinando, na casa de Habsburgo, herdeiro do trono Austro-
Húngaro, dispara a Primeira Guerra Mundial. Detalhes da conspiração maçônica.
Trechos extraídos de depoimentos dão a certeza que de havia maçons envolvidos no
assassinato do Arquiduque Ferdinando.[9]

Capítulo 21: A Revolução Maçônica Húngara. Grande Loja forma governos


socialistas após a Primeira Guerra Mundial. Grande Oriente considera Grande Loja
burguesa demais, exigindo governos que corram para o proletariado e ameacem os
contra-revolucionários. Hungria, cansada da guerra e do derramamento de sangue,
transfere o poder para os comunistas do Grande Oriente. República Soviética marcha
sobre a Hungria em 21 de Março de 1919. Classe media e alta são assassinadas pelos
comunistas. Comunistas húngaros são expulsos e banidos da Maçonaria. Membros da
maçonaria Húngara são chamados do mundo todo para ajudar os governantes maçons.
Os EUA exigem dos governantes húngaros que levantem empréstimos junto a Maçonaria,
ou que impulsionem a economia húngara com empréstimos que haviam sido negados ou
fracassados.

Capítulo 22: A Revolução Maçônica na Rússia. Maçonaria planeja para testar o


comunismo. Rússia volta-se em 1843 para a experiência comunista. Século da intriga
maçônica na Rússia. Grande Oriente Maçônico e o Satanista Mikhail Bakunin (1814-1876)
preparam a Revolução Comunista na Rússia. Maçom do Grande Oriente Vladimir Lênin
levanta a bandeira de Bakunin. Maçom Rosa cruz, Joseph Stalin assalta bancos (1903-
1905) para iniciar a revolução Leninista. Maçom do Grande Oriente Leon Trotsky em
desvantagem com Lênin. Duas Revoluções Russas em 1917, a socialista em Fevereiro e a
comunista em Outubro. Comunistas chacinam 50 milhões de Russos das classes media e
alta entre 1919 e 1938. URSS, primeiro estado do Grande Oriente Maçônico. Maçonaria
Inglesa e o plano de 59 anos para derrubar a União Soviética. Maçom inglês Kim Philby[10]
vai para a Rússia (1962) com instruções de levar ao poder um comunista que venha a
dissolver a União soviética. URSS é dissolvida pelo maçom Mikhail Gorbachev (1991).

Capítulo 23: O Assassinato Ritual Maçônico do Czar Nicolau II. Símbolos e


exemplos do assassinato ritual Maçônico. Assassinato do Czar Nicolau II, um ritual
assassino maçônico.

Capítulo 24: Competindo pela governabilidade mundial — A Tabula Redonda


vs. Liga das Nações. Estirpe patriota inglesa. Maçom Cecil Rhodes e a sabedoria
Rhodes (1902). Mesa Redonda (1909), um apêndice da maçonaria inglesa. Maçonaria
Francesa funda a Liga das Nações. Mesa Redonda funda em 1921 o Conselho de
Relações Exteriores (CFR) para infiltrar a política americana. Mesa Redonda conspira
contra a Liga. CFR cria a ONU.

Capítulo 25: Maçonaria Inglesa e o Projeto Hitler. Frente mística da maçonaria


inglesa (Golden Dawn e OTO) criam Hitler. Franco Maçom Edward George Bulwer -Lytton
(d. 1872), padrinho do nazismo. Suástica, símbolo da Golden Dawn. Golden Dawn funda
em Berlim a Sociedade Thule. Maçonaria inglesa cria o mito do Santo Graal para a Thule.
Sociedade Thule e o anti-semitismo. Hitler e o misticismo em torno do Graal. Hitler e o
anti-sionismo. Maçonaria inglesa financia Hitler com o intento de destruir a maçonaria
francesa.

Capítulo 26: Hitler e a Destruição da Maçonaria Francesa. Fascistas italianos, os


bandidos na Maçonaria em 1925. Maçonaria italiana trama o assassinato de Mussolini.
Centenas de maçons são banidos para as Ilhas Lípara por desejarem a morte. Nazistas
alemães, bandidos da maçonaria em 1935. Maçonaria é abolida da Áustria em 1938 e
90% dos maçons são enviados para campos de concentrações – muitos eram
judeus. Fechamento de todas as lojas maçônicas da Tcheco Eslováquia em 1939,
aprisionamento de seus membros, execução de seus líderes — maioria deles eram
judeus. Fechamento de todas as lojas na Grécia e Holanda em 1940 e a detenção de
centenas de líderes maçons. Maçons sofrem igual punição na Bélgica, Noruega,
Dinamarca, Polônia, Romênia, Iugoslávia, França, Espanha, Japão, China, Filipinas,
Singapura, Malásia, Birmânia, Tailândia e Indochina.

Capítulo 27: Yalta, Maçonaria do Pós-Guerra, e as Nações Unidas. U.S.A. provoca


o Japão a atacar Pearl Harbor. Hitler planeja a ―Solução Final‖ contra os judeus. Políticos
maçons do pós-guerra, substituem os líderes vencidos da Europa e do Japão. Governos
mundiais do pós-guerra, reorganizados debaixo do controle maçônico. Maçons negociam
com Stalin em Yalta. Restauração das lojas Alemãs e Italianas no pós-guerra. Maçons são
protegidos nos julgamentos de Nuremberg. Ex-nazistas são contratados para construir a
inteligência no Ocidente. C.I.A.; Nazismo Internacional e as drogas em países Sul
Americanos. Maçonaria inglesa, ONU e FMI e as drogas.

Capítulo 28: O Endereço da Escarlata. Revoluções modernas da maçonaria,


profetizadas por Ezequiel. Mistérios babilônicos existentes na igreja romana durante a
Inquisição. De Roma para Londres. Apocalipse 17-18 lança luzes sobre a maçonaria
inglesa e os mistérios babilônicos. Juramentos identificam os Mistérios Babilônicos com a
Maçonaria. Apocalipse 18:23b mostra os maçons ingleses como traficantes de drogas.
Londres está construída sobre sete colinas (Comissão Trilateral das Sete Nações).
Jeremias descreve Londres como a moderna Babilônia. Maçonaria Americana nomeou a
rainha Elizabeth II ―Rainha da Babilônia.‖

Capítulo 29: A Procura do Império da Besta. O Império da besta nascerá da


maçonaria templária francesa. Maçonaria francesa coloca dez coroas na cabeça da
besta. Uma destas dez coroas, ou todas elas, pode significar a Roma revivida. Alemanha,
uma Roma revivida. Rússia, uma Roma revivida. França, uma Roma revivida. ONU, uma
Roma revivida. Estados Unidos e Europa, uma Roma revivida. O teste definitivo para a
identificação do império romano revivido, está baseado na colocação do número 666
impresso (em números romanos de acordo com o texto grego) no emblema nacional da
união da Besta.

Capítulo 30: Terremotos e o Império da Besta. A Roma revivida apresenta treze


características da Roma antiga. Roma Antiga: (1) foi um caldeirão do mundo. (2) foi uma
democracia baseada no sistema bi-partidário [Elite e Populares]. (3) fez uma divisão do
poder [Tribunal Romano e Senado]. (4) estava baseada em leis específicas [12 Tábuas
de Roma]. (5) protegia o direito dos seus cidadãos. (6) teve uma sórdida história com a
escravidão. (7) era capitalista. (8) praticava o aborto com um dos meios de controle
populacional. (9) amantes do entretenimento pago [história de Pompéia]. (10) tinha um
programa de bem-estar social baseado na arrecadação de taxas. (11) tinha uma próspera
―indústria de processos‖. (12) tinham esportes como passatempo. E (13) tinham em seu
emblema nacional uma águia de uma cabeça, voando em direção ao ocidente.
Obviamente que Roma revivida é os EUA. Uma prova adicional: em Daniel 7:8 o profeta
tem uma visão do império da besta idêntica a parte superior do emblema dos EUA.
Igualmente, em Apocalipse 13:16-18, o apóstolo João, observa a marca da besta, nas
mesmas bases da parte inferior do emblema nacional dos EUA.

Títulos e Apêndices

1. Revoluções Maçônicas em países de língua espanhola e portuguesa


2. Dossiês de Alguns Autores Conspiracionistas
3. Presidente Bill Clinton
4. Terra para a Paz (referência a Israel) predito na Bíblia
5. A Cabala
6. História do Profeta Maomé
7. Santuários e juramentos para Alá, Deus dos muçulmanos
8. Juramentos maçônicos dos três primeiros graus
9. Instruções para sacrifícios humanos nas lojas maçônicas da OTO
10. Interpretação Luciferiana dos graus do Rito Escocês
11. Petições para a retirada e renúncia dos juramentos maçônicos das lojas
12. Fotos confirmando o assassinato maçônico de John F. Kennedy
13. Presidentes maçônicos dos EUA — lista dos nomes e datas
14. Juízes maçons da suprema corte — lista dos nomes e datas
15. Emblema nacional dos EUA profetizado na Bíblia
16. Agenda maçônica para as igrejas da América
17. Igrejas protestantes tinham que ter denunciado a maçonaria
18. Mórmons e suas origens arraigadas na maçonaria
19. O Arrebatamento — Por que esta palavra é controversa
20. Bíblia King James versus Traduções modernas

ESCARLATE E A BESTA — Vol. 2


Maçonaria Inglesa, Mãe dos Cultos Modernos,
Vis-à-vis,
Mistérios Babilônicos, Mãe das Meretrizes
Por John Daniel
6 capítulos, notas, bibliografia, índice — 176 páginas

Relação de Conteúdos

Introdução: Antigos mistérios babilônicos e a revolução. A migração para o ocidente


dos mistérios babilônicos. Zacarias, os quatro carpinteiros e as Revoluções Maçônicas.
Maçonaria Inglesa, mãe dos cultos modernos. Londres, situada sobre sete montanhas.

Capítulo 1: Lúcifer/Satanás – O deus dividido: Lúcifer e a evolução. Rito


Luciferiano. Origem da natureza dividida de Satanás. A guerra angelical no céu,
Maçonaria praticada no Jardim do Éden. O olho que tudo vê da maçonaria no Jardim do
Éden. O pecado de Adão e Eva. Cristo quebra a maldição do Éden.

Capítulo 2: O deus hermafrodita. Ham, o primeiro homossexual pós-diluviano.


Homossexualismo, um rito das religiões de mistério. Deuses homossexuais e as
sociedades. A adoração ao falo na maçonaria. Estaria a maçonaria por trás do lobby
homossexual? Juízes maçônicos protegem desvios sexuais.

Capítulo 3: Ordem a partir do caos. Cush, o construtor da Babilônia. Cush, o deus do


caos. Maçonaria identificada com Cush; liberdade é caos.

Capítulo 4: O Deus varão. Nimrod, a semente da serpente. Nimrod, deus do


paganismo. Nimrod, o nome perdido do deus maçônico. Nimrod tenta ser governante
mundial. ONU imita o padrão do governo mundial de Nimrod. Nimrod e a nova ordem
mundial maçônica.

Capítulo 5: O Deus fêmea. Semíramis, esposa de Nimrod. Semíramis, semente


portadora de Lúcifer. Semíramis, fundadora da Estrela do Ocidente. Cristo more na cruz
para pisar na semente da serpente.

Capítulo 6: O mistério do segredo. Sem, um tipo de Cristo. Sem, o lutador com o


machado de Deus. Sem, destruidor de Nimrod. Religiões de mistérios forçadas a ficar na
clandestinidade por Sem.

ESCARLATE E A BESTA — Vol. 3


Maçonaria Inglesa, Bancos e o comércio ilegal de drogas.
Por John Daniel
8 Capítulos, notas, bibliografia, índice— 221 páginas

Relação de Conteúdos

Introdução: Drogas, Ocultismo e Engano. A Cabala judaica contém os antigos mistérios


e tradições herdadas pelos rabinos judeus, que estes adquiriram durante o cativeiro
babilônico (606-536 B.C.). A Cabala estava presente no Jardim do Éden, Adão e Eva
ingeriram drogas alucinógenas para adquirir conhecimentos. Existe, no livro de
Gênesis, alguma indicação acerca deste relato? O que o livro de Apocalipse fala sobre o
uso de drogas nos dias finais?

Capítulo 1: Antigos Mistérios Babilônicos e as Drogas. Os antigos mistérios religiosos


faziam uso de drogas em seus rituais, como: bebidas sagradas, pastilhas de ópio, doces
com haxixe e bolos de maconha. Drogas usadas como afrodisíacos durante os ritos
religiosos pagãos, durante as missas negras e durante encontros sexuais com Satã.

Capítulo 2: Modernos Mistérios Babilônicos e as Drogas. Companhia Britânica das Índias


Ocidentais (BEIC) — o distribuidor ilegal de drogas para o mundo de 1603- 1873. A
BEIC‘s foi um estabelecimento das lojas maçônicas para proteger o comércio ilegal de
drogas. A Guerra do Ópio entre Inglaterra e China. China cede Hong Kong para Londres
para estabelecer um banco de drogas. A Sociedade da Tríade Chinesa, vence a
revolução maçônica através de Chiang Kai Shek. Da democracia para o comunismo.

Capítulo 3: A Maçonaria Inglesa e a Agenda Secreta para o Controle Político da América.


A maçonaria inglesa usa os diamantes e o ouro extraídos da África do Sul para financiar
os fabricantes de ópio do sul da Ásia. O maçom Cecil Rhodes e os ensinamentos Rhodes.
Como as sociedades semi- secretas inglesas foram usadas como frentes para o comércio
ilegal de drogas.

Capítulo 4: Maçonaria e o Banco Central. A ascensão da casa maçônica de


Rothschild. Correspondências falsificadas, comércio interior e o Banco Central. A
maçonaria inglesa centraliza suas riquezas na Suíça. Assassinato de presidentes
americanos que resistiram ao Banco Central. Londres planeja dividir a América através da
guerra civil. Maçom John Brown incita a guerra civil. As jurisdições do sul e do norte do
Rito Escocês e a Guerra Civil Americana. Os Cavaleiros do Círculo Dourado – um front
maçônico. Maçonaria e a Confederação Sulista. Bancos maçônicos em Wall Street. Lincoln
luta contra o Banco Central.

Capítulo 5: Gradualmente: Ouro, Dólares, Dívidas e Drogas. O maçom de grau 33 John


Wilkes Booth é contratado por Londres para assassinar Lincoln. Cavaleiros da Ku Klux
Klan — um front do Rito Escocês. Jesse James, 33 maçom de grau 33, rouba bancos para
financiar a segunda guerra civil na América. Londres e o seu papel na criação do Federal
Reserve Banking em 1913. Londres e o seu papel no crack da Bolsa de Valores em 1929.
Londres cria o Banco Mundial em 1930 para pilhar as reservas de ouro das nações
européias. O Federal Reserve confisca ouro de cidadãos americanos em 1933. Gastos e
déficits, a estrada para o enriquecimento dos bancos maçônicos ingleses. Maçonaria
inglesa obtém sucesso no plano para assaltar o ouro de Fort Knox. Os Estados Unidos e
as drogas.

Capítulo 6: A Maçonaria e os Terroristas. Braço direito dos terroristas Sul Americanos e


Europeus, controlado pela Maçonaria. Provas da morte do banqueiro italiano Roberto
Calvi ter sido um assassinato ritual maçônico. Maçonaria inglesa, CIA, FBI e as drogas
ilegais. Provas de que John F. Kennedy foi assassinado por causa de interesses
maçônicos ingleses. A Comissão Warren, um encobrimento maçônico. O assassinato
maçônico do Papa João Paulo I. Lojas maçônicas européias e sul americanas e as drogas.
A guerra das drogas nas Ilhas Falklands.

Capítulo 7: Londres e a Guerra das Drogas contra a América. Maçonaria e a


Máfia. Maçonaria realiza atentado contra o Papa João Paulo II. Mafiosos étnicos e a
Maçonaria. Quatuor Coronati Loja maçônica para pesquisa com drogas. Maçom George
Orwell expõe os planos da maçonaria inglesa para destruir a América através de drogas
ilegais. A contracultura maçônica das drogas. Grupos britânicos de rock and roll abrem
novos mercados de drogas para a maçonaria inglesa.
Capítulo 8: Vietnam e a Guerra das Drogas. De 1949 a 1950, Chiang Kai Shek e a
Tríade perdem a corrida das drogas para o comunismo. Chiang e seu exército ocidental
fogem para Birmânia para construir um império de ópio. A China Vermelha apóia o
Vietnam do Norte em sua tentativa de recuperar o comércio Birmanês de ópio.
Inteligência britânica treina a CIA para financiar guerra secreta contra o comunismo e o
dinheiro de drogas birmanês. Após os anos 50,a CIA se movimenta na Birmânia para
assistir os barões do ópio em sua luta contra o controle comunista. CIA transporta drogas
para os barões do ópio. A guerra das drogas no sudeste asiático uma escala da guerra do
Vietnam. Fidel Castro vence a revolução comunista em Cuba e expulsa a máfia. John F.
Kennedy é assassinado por tentar interromper a guerra das drogas no Vietnam e a
operação da Baía dos Porcos. A cooperação entre a CIA e o cartel sul Americano de
drogas no uso do aeroporto de Mena, em Arkansas.
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Tradução do Pr Carlos Alfredo Gomes Fonseca

www.simceros.org www.simceros.ning.com JRPedroza

[1] O Priorado de Sião foi declarado legalmente como uma associação francesa a 20 de Julho de 1956. O pedido de autorização de
constituição foi efectuado a 7 de Maio de 1956, na Sub-Prefeitura de Polícia de Saint-Julien-en-Genevois (Alta Sabóia), mediante uma
carta assinada pelos quatro fundadores: Pierre Plantard (1920-2000), André Bonhomme, Jean Deleaval e Armand Defago. A sede social
estava estabelecida na casa de Plantard, em Sous-Cassan, Annemasse, na Alta Sabóia. O texto de constituição, conforme consta no
Journal Officiel, número 167, segundo Pierre Jarnac, é o seguinte: "25 juin 1956. Déclaration à la sous-préfecture de Saint-Julien-en-
Genevois. Prieuré de Sion. But: études et entr'aide des membres. Siège social: Sous-Cassan, Annemasse (Haute-Savoie).". O objecto
da sociedade era:"La constitution d'un ordre catholique, destiné à restituer sous une forme moderne, en lui conservant sont caractère
traditionaliste, l'antique chevalier, qui fut, par son action, la promotrice d'un idéal hautement moralisateur et élément d'une
amélioration constante des règles de vie de la personnalité humaine" [2] ou seja, "A constituição de uma ordem católica, destinada a
restituir numa forma moderna, conservando o seu carácter tradicionalista, o antigo cavaleiro, que foi, pela sua acção, a promotora de
um ideal altamente moralizante e elemento de um melhoramento constante das regras de vida da personalidade humana".
[2] Os templários foram fundados por Hugo de Payens, depois da primeira Cruzada em 1119. São Bernardo escreveu a regra dessa
ordem monacal e militar. Os Templários eram membros de uma ordem religiosa de monjes guerreiros. O nome de Cavaleiros do Templo

lhes veio porque seu convento principal e primeiro fora estabelecido junto ao local onde existira o Templo de Salomão, em Jerusalém. A
finalidade da Ordem dos Cavaleiros do Templo era a de defender a Terra Santa dos ataques dos maometanos, mantendo os reinos
cristãos que as Cruzadas haviam fundado no Oriente. A Ordem do Templo e sua regra fora aprovada pela Igreja. Os Templários foram,
durante muito tempo, fiéis à sua regra e à sua finalidade. Estes cavaleiros fizeram voto de pobreza e seu símbolo passou a ser o de um
cavalo montado por dois cavaleiros. Em decorrência do local de sua sede, do voto de pobreza e da fé em Cristo surgiu o nome da
Ordem, "Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão", ou simplesmente "Cavaleiros Templários".

[3] Santo Graal ou Santo Gral é uma expressão medieval que designa normalmente o cálice usado por Jesus Cristo na Última Ceia.
Ele está presente nas Lendas Arturianas, sendo o objetivo da busca dos Cavaleiros da Távola Redonda, único objeto com capacidade para
devolver a paz ao reino de Artur. No entanto, em outra interpretação, ele designa a descendência de Jesus segundo a lenda, ligada à
dinastia Merovíngia. Nesta versão Santo Graal significaria Sangreal ou seja Sangue Real. Finalmente, também há uma interpretação
em que ele é a representação do corpo de Maria Madalena, a suposta esposa de Jesus e sua herdeira na condução da nova religião.
Esta última ideia foi explorada recentemente pelo livro "O Código Da Vinci", de Dan Brown.
[4] Os merovíngios foram uma dinastia franca saliana que governou os francos numa região correspondente, grosso modo, à antiga
Gália da metade do século V à metade do século VIII. Seus governantes se envolveram com freqüência em guerras civis entre os
ramos da família. No último século de domínio merovíngio, a dinastia foi progressivamente empurrada para uma função meramente
cerimonial. O domínio merovíngio foi encerrado por um golpe de Estado em 751 quando Pepino o Breve formalmente depôs Childerico III,
dando início à dinastia Carolíngia.

Eles eram citados às vezes por seus contemporâneos como os "reis de cabelos longos" (em latim reges criniti), por não cortarem
simbolicamente os cabelos (tradicionalmente, os líderes tribais dos francos exibiam seus longos cabelos como distinção dos cabelos
curtos dos romanos e do clero). O termo "merovíngio" deriva do latim medieval Merovingi ou Merohingi ("filhos de Meroveu"),
alteração de uma forma não atestada do baixo franconiano ocidental antigo, relacionada ao nome da dinastia em inglês antigo,
Merewīowing[1], com o final -ing sendo um sufixo típico patronímico.

[5] Meroveu (◊ c. 411 † c. 458) é o lendário fundador da dinastia merovíngia de reis francos. Ele foi rei dos francos salianos nos anos
depois de 450. Sobre ele não existem registros contemporâneos e há pouca informação nas histórias posteriores dos francos. Gregório
de Tours registra que possivelmente ele tenha sido filho de Clódio. Ele supostamente liderou os francos na Batalha de Chalons (ou
Batalha dos Campos Cataláunicos) em 451.

De acordo com uma lenda, Meroveu foi concebido quando a esposa de Clódio encontrou um Quinotauro, um monstro marítimo que
podia mudar de forma enquanto nadava. Apesar de nunca declarar, ela foi impregnada por isso. Essa lenda foi relatada pelo cronista
Fredegar no século VII, mas deve ter sido conhecida antes. A lenda é provavelmente de origem folclórica e usada para explicar a
origem dos francos salianos como um povo residente próximo ao litoral. O elemento "Mero-" ou "Mer-" no nome sugere alusão a "mar"
ou "oceano" (inglês antigo: mere; latim: mare). O termo "saliano" é de fato, uma referência ao sal, uma lembrança de seu lar pré-
migração nas praias do mar do Norte. O elemento "-wig/weg/veus" poderia ser visto como uma referência a "viajante", "rota,
caminho" ou "transporte, veículo" (em alemão: weg; em latim: via). Por essa interpretação, Meroveu significaria simplesmente "do
mar". Uma pequena variação dessa interpretação derivaria da palavra do alto alemão antigo/saxão antigo "wiht" ("coisa" ou "demônio"),
relacionada com a agora obsoleta palavra inglesa "wight" (que significa "humano" ou "criatura semelhante a um humano"). Então,
Meroveu e suas formas variantes de grafia poderiam facilmente ter levado os cronistas dos francos à referência a uma criatura
marítima de algum tipo, e através disso gerando a lenda da origem marítima - qualquer que seja o significado do nome. Meroveu foi o
pai de Childerico I, que o sucedeu

[6]Chama-se cruzada a qualquer um dos movimentos militares, de caráter parcialmente cristão, que partiram da Europa Ocidental e
cujo objetivo era colocar a Terra Santa (nome pelo qual os cristãos denominavam a Palestina) e a cidade de Jerusalém sob a soberania
dos cristãos. Estes movimentos estenderam-se entre os séculos XI e XIII, época em que a Palestina estava sob controle dos
turcosmuçulmanos.

Os ricos e poderosos cavaleiros da Ordem de São João de Jerusalém (Hospitalários) e dos Cavaleiros Templários foram criados pelas
Cruzadas. O termo é também usado, por extensão, para descrever, de forma acrítica, qualquer guerra religiosa ou mesmo um
movimento político ou moral.

[7]James I (Edimburgo, 1566 – Theobalds House, Hertfordshire, 1625), foi rei da Inglaterra e da Irlanda (1603-1625), sendo antes disso rei
da Escócia, com o título de James VI (1567-1625). Proclamado como Rei da Escócia com um ano de idade, uma série de Regentes
governaram durante sua menor idade até 1578. Em 1603 sucedeu Isabel I no trono da Inglaterra e Irlanda, que morreu sem
descendência. Os direitos de Tiago ao trono inglês, como bisneto de Henrique VII, eram superiores aos de outros pretendentes. Regeu
conjuntamente Inglaterra, Escócia e Irlanda por um período de 22 anos, até sua morte aos 58. Depois da União das Três Coroas,
Tiago foi o primeiro com pretensões de ser chamado como Rei da Grã-Bretanha, porém encontrou oposição nos parlamentos da
Inglaterra e Escócia, que consideravam o título carente de tradição e base legal.

[8]A Ordem Rosacruz é uma Ordem que foi pela primeira vez publicamente conhecida no século XVII através de três manifestos e
insere-se na tradição esotérica ocidental. Esta Ordem hermética é vista por muitos Rosacrucianistas antigos e modernos como um
"Colégio de Invisíveis" nos mundos internos, formado por grandes Adeptos, com o intuito de prestar auxílio à evolução espiritual da
humanidade. Por um lado, alguns metafísicos consideram que a Ordem Rosacruz pode ser compreendida, de um ponto de vista mais
amplo, como parte, ou inclusive a fonte, da corrente de pensamento hermético-cristã patente no período dos tratados ocidentais de
alquimia que se segue à publicação de A Divina Comédia de Dante (1308-1321). Por outro lado, alguns historiadores sugerem a sua
origem num grupo de protestantes alemães, entre 1607 ou 1616, quando três textos anônimos foram elaborados e lançados na
Europa: Fama Fraternitatis R.C., Confessio Fraternitatis Rosae Crucis e Núpcias Alquímicas de Christian Rozenkreuz Ano 1459. A influência
desses textos foi tão grande que a historiadora Frances Yates denominou este período do século XVII como o período do Iluminismo
Rosacruz.

[9] Em 28 de junho, o ArquiduqueFrancisco Ferdinando, herdeiro do Império Austro-Húngaro e sua esposa Sofia foram assasinados em
Sarajevo, capital da Bósnia por Gavrilo Princip, membro da Jovem Bósnia, grupo terrorista que almejava a unificação da Terra dos
Eslavos do Sul (Iugoslávia). Tal evento serviu como pretexto para o início da Primeira Guerra Mundial. A Jovem Bósnia, grupo de jovens
bósnios anarquistas, estava equipada com pistolasFN Herstal, modelo 1910 e bombas fornecidas pela Mão Negra, uma sociedade
secreta nacionalista sérvia que tinha entre seus membros oficiais do exército sérvio, notavelmente o coronel em Viena avisando ao
Império Austro-Húngaro que a visita do Arquiduque ao disputado território da Bósnia poderia ser perigoso, principalmente pelas reações
despertadas pela Guerras balcânicas (1912-1913). Tal aviso, contudo, foi ignorado.

[10] Harold Adrian Russell "Kim" Philby ou H.A.R. Philby (Ambala, Índia, 1 de Janeiro de 1912 - Moscou, Rússia, 11 de Maio de
1988) foi um membro do topo da hierarquia dos serviços secretos ingleses que espionava para a União Soviética. Philby era um dos
membros do grupo conhecido como Cambridge Five, juntamente com Donald Maclean, Guy Burgess, Anthony Blunt e John Cairncross.