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Professor: Dietmar William Foryta

Horário da Aula: Quarta-feira 13h30min

Elementos Ôhmicos e Não-Ôhmicos

L.A.Dallazen, R.L.Oliveira, R.M.Oliveira Universidade Federal do Paraná Centro Politécnico – Jd. das Américas – 81531-990 – Curitiba – PR – Brasil E-mail: ludallazen@hotmail.com

Resumo: O presente trabalho visa avaliar o comportamento de três componentes elétricos (resistores, diodos e lâmpadas) frente à aplicação de uma diferença de potencial e a corrente gerada através deles. Montando circuitos elétricos com os três elementos, e aplicando uma diferença de potencial com uma fonte, se obteve valores para a intensidade da corrente e a tensão sobre o elemento analisado. Aplicando a Lei de Ohm, após analisar os dados coletados, foi possível definir quais elementos são ôhmicos ou não.

Palavras chave: resistor, diodo, lâmpada, Lei de Ohm.

Introdução

Ao aplicar uma diferença de potencial (DDP) V sobre um elemento condutor, aparecerá através dele uma corrente elétrica I em virtude do movimento dos portadores de carga. A resistência oferecida por este condutor ao movimento destes portadores de carga é definida como uma resistência elétrica R. Desta forma, pode-se definir resistência elétrica como a relação entre a DDP aplicada e a intensidade da corrente resultante.

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(1)

Em unidade do SI a DDP é definida em volts [V], intensidade de corrente em amperes [A] e resistência elétrica em ohms [Ω]. Assim:

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(2)

A resistência elétrica é uma característica intrínseca do condutor e está sujeita ao seu material, forma, dimensões e a temperatura a qual está submetido. Desta forma, o comportamento desta resistência frente à aplicação de uma DDP e a passagem de uma corrente pode não ser constante. Logo, na Eq. (1), R pode ser dependente de V e I. Quando R é constante, independente de V ou I, temos um elemento dito como Ôhmico, ou seja, respeita a Lei de Ohm. A Lei de Ohm afirma que a corrente que passa por um dispositivo é sempre diretamente proporcional à diferença de potencial aplicada

ao dispositivo (Halliday, Resnick, & Walker, 2007). Ou seja, para um dispositivo condutor que obedece a lei de Ohm, a resistência é sempre constante independe da intensidade e da polaridade da diferença de potencial. Este trabalho aborda a Lei de Ohm, e como os elementos resistor, diodo e lâmpada se comportam frente a esta Lei. É possível distinguir elementos ôhmicos de não ôhmicos aplicando-se valores e polaridades diferentes de DDP entre suas extremidades e medindo a intensidade de corrente produzida. Avaliando os gráficos de intensidade de corrente contra a diferença de potencial é possível afirmar se este elemento é ôhmico ou não. Se o gráfico for uma linha reta, a razão I/V (coeficiente angular da reta) é constante para todos os valores de V. Isto significa que a resistência não varia com a intensidade ou polaridade da diferença de potencial e este pode ser considerado um elemento ôhmico. Quando um portador de carga atravessa um elemento condutor com certa resistência, ocorre dissipação de energia na forma de calor, e a potência dissipada é dada por (Halliday, Resnick, & Walker, 2007):

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(3)

Combinando as Eqs. (1) e (4) obtemos:

(3) Combinando as Eqs. (1) e (4) obtemos: (4)
 

(4)

A Eq. (4) é válida apenas para elementos ôhmicos, visto que para defini-la foi cosiderado R como constante.

A dissipação de energia na forma de calor aquece o componente, variando a sua

temperatura.

Esta

temperatura

pode

ser

calculada

da

seguinte

forma:

inicialmente,

determina-se a potência dissipada através da Eq.

(3), em seguida calcula-se a irradiância r, que é

a

relação

entre

a

potência

dissipada

(calor

transferido para o meio) e a área A do componente (Halliday & Resnick, 1980).

A dissipação de energia na forma de calor aquece o componente, variando a sua temperatura. Esta
 

(5)

Para

um

cilindro

de

diâmetro

d

e

comprimento L, temos:

 
(5) Para um cilindro de diâmetro d e comprimento L , temos: (6)
 

(6)

A irradiância também pode ser definida por (Incropera & Dewitt, 2003):

A dissipação de energia na forma de calor aquece o componente, variando a sua temperatura. Esta

(7)

Onde:

e = emissividade do material [adimensional] σ = constante de Stefan-Boltzmann T = temperatura [K]

A dissipação de energia na forma de calor aquece o componente, variando a sua temperatura. Esta

Igualando as equações (6) e (7) e isolando a temperatura, obtemos:

A dissipação de energia na forma de calor aquece o componente, variando a sua temperatura. Esta

(8)

Procedimento Experimental

Foram analisados três elementos: resistor, diodo e lâmpada. Para cada um deles foi realizada uma análise diferenciada como segue. Salienta-se que, para realização destes experimentos, o limitador de corrente da fonte, que por questões de segurança tem a função de evitar correntes muito elevadas no circuito, está regulado no máximo, a fim de se evitar que a corrente resultante sofra interferência por ele.

Resistor: Foi montado um circuito com um resistor de 1 kΩ, amperímetro, voltímetro e fonte, conforme a Fig. 1.

A dissipação de energia na forma de calor aquece o componente, variando a sua temperatura. Esta

Fig. 1: Circuito montado para coleta de dados do resistor.

A DDP aplicada ao circuito pela fonte foi variada em intervalos de um volt. Para cada variação de DDP, foram coletados os dados de tensão sobre o resistor e intensidade de corrente no circuito. Na sequência, os polos da fonte foram invertidos e realizou-se uma nova coleta de dados, a fim de se obter uma polaridade invertida. Os dados obtidos foram utilizados para o preenchimento da Tabela 1 que será apresentada na seção de Resultados e Análise.

Diodo: Para este circuito

foi

utilizado o

mesmo material do experimento com o resistor e adicionado o diodo. Inicialmente foi determinada, com a utilização de um

multímetro, a polaridade do diodo. Conhecendo a polaridade, colocou-se o voltímetro em paralelo com o diodo, e o resistor em série para limitar a corrente no sistema. Obteve-se então o circuito conforme a Fig. 2.

A dissipação de energia na forma de calor aquece o componente, variando a sua temperatura. Esta

Fig. 2: Circuito montado para coleta de dados do diodo.

Foi realizada a coleta de dados da mesma forma que foi realizado com o resistor, variando a diferença de potencial na fonte para obtenção de diferentes valores de intensidade de corrente e DDP no diodo. Esses dados foram obtidos

para os dois polos do diodo (invertendo os seus polos no circuito), e preenchida a Tabela 2 a ser apresentada na seção de Resultados e Análise.

Lâmpada: A análise da lâmpada foi feita

em

um

circuito

com

apenas

a

fonte,

amperímetro, voltímetro e uma lâmpada de 40 W, conforme a Fig. 3.

para os dois polos do diodo (invertendo os seus polos no circuito), e preenchida a Tabela

Fig. 3: Circuito montado para coleta de dados da lâmpada.

A coleta de dados

foi análoga

aos dois

experimentos anteriores, também invertendo os terminais preto e vermelho da fonte para obtenção de polaridade invertida. A Tabela 3 com os dados da lâmpada encontra-se na parte de Resultados e Análise.

Resultados e Análise

Resistor: Conforme citado anteriormente, com os dados obtidos no experimento com o resistor foi preenchida a Tabela 1.

Tabela 1: Valores da diferença de potencial na fonte e sobre o resistor e intensidade da corrente no circuito.

DDP na

DDP no

Intensidade de

fonte (V)

resistor (V)

corrente (mA)

-10,0

-10,05

-10,03

-9,0

-9,07

-9,04

-8,0

-8,05

-8,02

-7,0

-7,05

-7,03

-6,0

-6,03

-6,01

-5,0

-5,04

-5,02

-4,0

-4,08

-4,06

-3,0

-3,04

-3,03

-2,0

-2,06

-2,05

-1,0

-1,03

-1,02

1,0

1,05

1,05

2,0

2,07

2,06

3,0

3,05

3,04

4,0

4,09

4,07

5,0

5,05

5,03

6,0

6,06

6,04

7,0

7,05

7,03

8,0

8,06

8,03

9,0

9,08

9,05

10,0

10,07

10,06

A partir da Tabela 1 foi possível plotar um gráfico da intensidade da corrente pela DDP no resistor conforme a Fig. 4 e potencia pela intensidade da corrente conforme a Fig. 5.

para os dois polos do diodo (invertendo os seus polos no circuito), e preenchida a Tabela

Fig. 4: Gráfico mostrando a distribuição de pontos do resistor para intensidade da corrente em função da DDP. Os pontos se ajustam a uma reta mostrando que a resistência não varia em função da DDP.

para os dois polos do diodo (invertendo os seus polos no circuito), e preenchida a Tabela

Fig. 5: Gráfico da potência disspada no resistor.

A potência dissipada é uma função quadrática da corrente elétrica.

Através

 

da

análise

desses

gráficos,

constatou-se que

o

resistor

trata-se

de

um

elemento ôhmico, pois a sua resistência não

varia

com

a

mudança

da

intensidade

e

da

polaridade da DDP, observamos isso ao ajustar

uma curva

aos

pontos obtidos na

Fig.

4,

o

resultado é uma reta, o que demonstra que o comportamento respeita a Eq. (1). Esta reta é dada pela seguinte equação:

resultado é uma reta, o que demonstra que o comportamento respeita a Eq. (1). Esta reta
 

(9)

A

partir

da

Eq.

(9)

é

possível

obter a

resistência elétrica do material. Sabendo-se que para toda reta:

resultado é uma reta, o que demonstra que o comportamento respeita a Eq. (1). Esta reta

(10)

E no caso do gráfico da Fig. 4:

y = intensidade da corrente I x = diferença de potencial V

Então:

resultado é uma reta, o que demonstra que o comportamento respeita a Eq. (1). Esta reta

(11)

Desprezando b (em função de ser um valor muito pequeno na Eq. (9)) e comparando com a Eq. (1), pode-se notar que a é o inverso da resistência. Assim, obtemos o valor de R = 1003 Ω ou 1,003 kΩ, o que condiz com o valor nominal de 1 kΩ. Na Fig. 4 a curva que se ajusta aos pontos é um polinômio de segundo grau do tipo:

(12) Com coeficientes a =1002,2, b =0,0013 e c =3 10 . Novamente, desprezando os valores
 
 

(12)

 

Com coeficientes a=1002,2, b=0,0013 e c=3

10

-5 .

Novamente,

desprezando

os

valores

próximos de zero (b e c), e sabendo que no caso curva da Fig. 5, y é a potência dissipada P e x intensidade da corrente I, podemos comparar com a Eq. (4) e obter R = 1002,2 kΩ o que também esta de acordo com o valor nominal de R. Isto demonstra como um resistor se comporta, com o aumento de corrente dissipa mais energia na forma de calor, numa razão do quadrado da intensidade de corrente.

Diodo: A Tabela 2 mostra os dados obtidos no experimento com o diodo.

Tabela 2: Valores de diferença de potencial na fonte e sobre o diodo e intensidade de corrente para o diodo no sentido positivo da corrente.

DDP na

DDP no

Intensidade de

fonte (V)

diodo (V)

corrente (A)

   

-5,0

 

-5,10

-0,52 10 -6

 
 

-4,0

 

-4,11

-0,41 10 -6

 

-3,0

 

-3,08

-0,31 10 -6

 

-2,0

 

-2,11

-0,21 10 -6

 

-1,5

 

-1,56

-0,15 10 -6

 

-1,0

 

-1,10

-0,11 10 -6

 

-0,9

 

-0,98

-0,09 10 -6

 

-0,8

 

-0,89

-0,08 10 -6

 

-0,7

 

-0,75

-0,07 10 -6

 

-0,6

 

-0,68

-0,06 10 -6

 

-0,5

 

-0,55

-0,05 10 -6

 

-0,4

 

-0,47

-0,04 10 -6

 

-0,3

 

-0,32

-0,03 10 -6

 

-0,2

 

-0,24

-0,02 10 -6

 

-0,1

 

-0,15

-0,01 10 -6

 

0,1

 

0,14

0

 

0,2

 

0,21

0

 

0,3

 

0,33

0

 

0,4

 

0,42

0

 

0,5

 

0,52

0,03 10 -3

 

0,6

 

0,55

0,07 10 -3

 

0,7

 

0,58

0,17 10 -3

 

0,8

 

0,59

0,23 10 -3

 

0,9

 

0,60

0,31 10 -3

 

1,0

 

0,62

0,43 10 -3

 

1,5

 

0,64

0,93 10 -3

 

2,0

 

0,66

1,41 10 -3

 

3,0

 

0,68

2,42 10 -3

 

4,0

 

0,69

3,37 10 -3

 

5,0

 

0,70

4,36 10 -3

A

partir

dos

dados

da

Tabela 2 foram

plotados os gráficos das [grafico IxV do diodo]

e . que representam

o

comportamento

da

corrente em função de uma DDP aplicada.

[grafico IxV do diodo]

Fig. 6: Gráfico mostrando a distribuição de pontos do diodo para intensidade da corrente em função da DDP. Os valores de intensidade de corrente crescem exponencialmente a partir da origem para valores positivos de DDP.

[grafico mono-log RxV do diodo]

Fig. 7: Gráfico mono-log da resistência do diodo pela diferença de potencial sobre ele. A resistencia decai com o aumento da DDP.

Observando

a [grafico

IxV

do diodo],

é

possível notar que a curva que se ajustaria aos

pontos não é uma reta, mas uma função exponencial. Por conta disto, para cada ponto

deste gráfico,

deve

existir

uma resistência

diferente. Desta forma, é possível notar que o

diodo

não

é

um

elemento ôhmico, pois há

variação na sua resistência em função de uma

variação da DDP aplicada sobre ele. O gráfico mono-log da . mostra o como a resistência do diodo varia em função da tensão sobre ele. Observa-se também, que para a parte negativa do diodo, a disposição dos pontos assemelha-se a uma reta, isso ocorre porque quando polaridade é invertida, o diodo impede a passagem de corrente através dele mesmo. Como o voltímetro está montado em paralelo com o diodo, toda a corrente passa a circular através deste aparelho. Como a resistência interna do voltímetro é muito grande, uma corrente muito pequena passa pelo circuito e é indicada no amperímetro. Ou seja, os pontos apresentados, na verdade, representam o comportamento em função da resistência interna do voltímetro.

Lâmpada:

Os

dados

obtidos

no

experimento com a lâmpada incandescente estão

apresentados na Tabela 3.

Tabela 3: Valores de diferença de potencial na fonte e sobre a lâmpada e intensidade de corrente através do circuito.

DDP na

DDP na

Intensidade de

fonte (V)

lâmpada (V)

corrente (A)

-30,0

-29,6

-145,5

-27,0

-26,9

-140,0

-24,0

-23,9

-133,6

-21,0

-20,8

-127,0

-18,0

-17,9

-120,4

-15,0

-14,9

-113,4

-12,0

-11,9

-105,7

-9,0

-8,9

-96,8

-6,0

-5,9

-84,5

-5,0

-4,9

-78,7

-4,0

-3,9

-71,4

-3,0

-3,0

-62,0

-2,0

-2,0

-48,5

-1,0

-1,0

-28,8

1,0

1,0

29,0

2,0

1,9

48,1

3,0

2,9

60,9

4,0

4,0

71,3

5,0

4,9

78,0

6,0

5,9

83,4

9,0

8,9

96,1

12,0

11,9

105,2

15,0

14,8

112,8

18,0

17,9

120,0

21,0

20,8

126,7

24,0

23,9

133,4

27,0

26,9

139,9

30,0

29,6

145,5

A partir da Tabela 3 foi plotado o gráfico da Fig. 8.

[grafico IxV da lampada]

Fig. 8: Gráfico da distribuição de pontos da lâmpada para intensidade da corrente em função da DDP.

É possível observar que a lâmpada, assim como o diodo, não é um elemento ôhmico, o formato do gráfico não é o de uma reta, ou seja, sua resistência varia ponto a ponto. A partir da Eq. (1), encontrou-se a resistência de cada um destes pontos e estes valores foram plotados no gráfico da Fig. 9.

[grafico RxV da lampada]

Fig. 9: Gráfico da resistência da lâmpada pela sua diferença de potencial. A resistencia cresce a medida que a DDP aumenta tanto num sentido quanto em outro.

A Fig. 9 deixa visível que, ao aumentar a diferença de potencial, a resistência da lâmpada também aumenta. Ou seja, diferente de um

elemento ôhmico, que mantém uma resistência

constante com o aumento da DDP, a lâmpada

varia sua resistência de forma diretamente

proporcional a DDP.

Conclusão

Durante a realização da prática em

laboratório conseguiu-se reproduzir e visualizar

os efeitos do comportamento dos elementos

ôhmicos e não-ohmicos em cada um dos

experimentos trabalhados. Com o auxílio dos

gráficos traçados observou-se que o resistor é

um elemento ôhmico e o diodo e a lâmpada não.

No diodo, conforme o sentido da corrente, o

comportamento é diferenciado, deixando passar

a corrente ou impedindo a passagem desta como

um resistor de resistência infinita. Na lâmpada a

resistência mudava conforme variava a

temperatura do filamento, quanto maior a

temperatura do filamento, maior sua

resistividade e por conseqüência maior sua

resistência. Verificou-se com o experimento,

que o gráfico de um elemento ôhmico é uma

reta, conforme previa a teoria. Com o exposto

acima, se permite dizer que os objetivos desta

prática foram alcançados quando comparando

os resultados experimentais com a teoria

existente sobre o assunto.

Referencias bibliográficas

Halliday,

D.,

&

Resnick,

R.

(1980).

Fundamentos de Física (3ª ed.). Rio de Janeiro:

LTC.

Halliday, D., Resnick,

R.,

&

Walker,

J.

(2007). Fundamentos de Física (7ª ed.). Rio de Janeiro: LTC.

Incropera, F. P., & Dewitt, D. P. (2003).

Fundamentos da Transferência de Calor e de Massa (5ª ed.). Rio de Janeiro: LTC.