Anda di halaman 1dari 2

VIAGEM DE MINHA VIDA..

(CECILIA MEIRELLES ) 7 de novembro de 1901 abri meus olhos para o Rio de Janeiro , paisagem linda , mar infinito de meus desejos a serem descobertos. Logo cedo sozinha fiquei, papai se despediu de ns antes mesmo de me conhecer, partiu sem ver meus olhos e conhecer meus sonhos, mame tambm se foi aos meus trs anos, V Jacinta passou a ser minha companheira. Aos 18 meu primeiro livro, em 1922 casei e tive 3 flores belas que vieram a enfeitar meu lar, fui professora e auxiliei as crianas a lerem fundando a biblioteca infantil do Rio de Janeiro em 1934. Meus Livros contavam sobre o Cavalinho Branco , onde havia os Sonhos de Menina, que usava o Colar de Carolina e o O Menino Azul. ALMAS LITERRIAS. Vrias almas fazem parte de nossas vidas ...sem nem ao menos percebemos.... O menino Drummond que de Minas Gerais nos traz a viso sarcstica do homem e das pessoas, mas traz tambm os conflitos da alma e do amor, porque amar se aprende amando. J William cria verdadeiras obras de arte, falando como ningum do amor, relacionamentos afetivos, questes sociais, do ser ou no ser eis a questo. Mas o contista Monteiro Lobato com sua Emilia nos fez viajar sonhos nunca antes imaginveis, onde as reinaes eram nossa constante companheira, afinal tudo tem origem nos sonhos, primeiro sonhamos, depois fazemos. O paulista Mario de Andrade, professor, critico, poeta, modernista, mostrava as qualidades de um brasileiro comum em Macunama. O Gacho Mario Quintana tinha sempre um tom irnico, para falar das coisas simples da vida, da Antologia Poetica, onde o que faz as coisas pararem no tempo S saudade. O Pernanbucano Manuel Bandeira, modernista e jornalista, relembrava a infncia em seus livros, em um lirismo bem comportado. O Carioca Machado de Assis, falava francs e Latim, viveu fases romnticas e sua fase realista, destacando vontades, defeitos e qualidades. Mas parece que todos viveram dentro de Fernando Pessoa, portugus que convivia com vrias pessoas dentro de si, Alvaro de Campos, Ricardo Reis, Alberto Caeiro, era seus companheiros inseparveis criando desassossegos que viriam a preencher nossas vidas de beleza e questionamentos.