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Ficha de leitura – Aula 9

ECONOMIA POLÍTICA
Título da obra: História do pensamento econômico Autor: Hunt, E.K Unidades de leitura: pp 51-59 1. Necessidade de superação do Mercantilismo 1.1 insatisfação com as restrições impostas pelo regime de monopólio, com a regulação econômica estatal e com o paternalismo cristão que condenava a ambição e o lucro. 1.1.1 resposta: apoio a doutrinas individualistas e egoístas (ex:Hobbes) 2. O protestantismo e a ética individualista 2.1 transformação de motivos individuais e aquisitivos antes condenados em virtudes 2.2 conservadorismo dos fundadores (ex: Lutero) 2.3 doutrina de que os homens eram salvos pela fé e não pelas obras = autonomia na salvação (dispensa a Igreja como mediadora) 2.3.1 confiança individualista na consciência particular de cada um: “todo homem tinha que julgar a si próprio” ( interpretação da vontade de deus pelo próprio indivíduo) 2.4 Puritanos: espiritualização dos novos processos econômicos, com deus como criador do mercado e da troca 2.5 valorização do trabalho árduo para o agrado de Deus 2.6 condenação da extravagância e dissipação desnecessária da riqueza – importância do ascetiscismo e da frugalidade abstêmia 2.7 religião enquanto instrumento de expansão econômica (trabalho intenso) e de acumulação de capital (gasto mínimo para a subsistencia) 2.3 fortalecimento do individualismo associado as reivindicações por um mercado concorrencial e pela livre flutuação dos preços 2.3.1 o livre exercício das atividades econômicas traria maiores lucros, incentivando o aumento da produção e impulsionando o enriquecimento da nação – ideia em expansão entre os séc. XVII e XVIII 2.3.1.1 Dudley North: o bem comum seria mais bem assegurado se as leis que estabeleciam os privilégios (monopólios) fossem abolidas 2.3.1.2 Mandeville: ambição, egoísmo e comportamento aquisitivo contribuiriam para a industrialização e para uma economia progressista – que antes no moralismo católico era vício torna-s força motivadora no novo capitalismo que emergia 2.4 incompatibilidade da nova dinâmica econômica (relações contratuais entre capitalistas) com o sistema de monopólio estruturado em vínculos pessoais tradicionais: os empreendedores não podiam depender da força dos costumes para proteger seus investimentos 2.5 necessidade de proteção aos direitos individuais e cumprimento dos contratos impessoais para a garantia de lucro

6. da divisão do trabalho e da especialização 3.1.1.3 criação de mão de obra livre: produtores e artesãos que perdem o controle sobre os meios de produção 3.4 aumento da produção industrial.3. Francesa 4.1. 4.6.1 Contexto: integração da produção e do comércio = dificuldade de obtenção de lucro via simples exploração das diferenças de preço 3.1 lucro = excedente de produção sobre as necessidades de consumo dos trabalhadores 3. Origem da teoria clássica de preço e lucro 3.1 problemas: tributação desordenada.5 reformas propostas: (i) abolição das corporações de oficio (ii) remoção das tarifas.1.1 propostas levariam ao empobrecimento da classe proprietária e respectiva ascensão da burguesia (atenção para proposta iv) .7 lucro sobre o capital como uma categoria distinta de renda de classe 3.3.3.2 influencia direta sobre os assuntos econômicos e políticos franceses por 20 anos (até a queda de Turgot do cargo de controlador das finanças) 4.1 exploração do trabalho alheio enquanto fonte de riqueza nacional 3.4 crença de que as sociedades eram regidas pela Lei Natural 4.2 resultado a longo prazo = Rev.6. agricultura pouco produtiva presa a lógica de mando e a tecnologia feudal. 3.6 economistas clássicos: ideia do valor-trabalho – o valor das mercadorias é regulado pela quantidade de trabalho necessária para sua produção 3. impostos que prejudicassem a indústria e o comércio.8 Adam Smith (obra A riqueza das nações): primeira análise sistemática e ampla do capitalismo 4. ineficiente e injusta. subsídios.3.1.5 percepção de que os recursos naturais só se transformavam em mercadorias com valor depois do trabalhador os ter transformado em produtos 3. Os fisiocratas como reformadores sociais 4.1 controle sobre esses produtores como chave para a obtenção de lucro 3. etc 4. concessão de monopólios no comércio e nas manufaturas pelo Estado.3 buscavam reformas para combater a desordem sócio-economica advinda dos resquícios feudais e capitalismo comercial 4.1 retido pelo dono do capital pois sua propriedade lhe assegurava o controle sobre o emprego dos trabalhadores 3.1.1 Fisiocratas = grupo de reformadores sociais franceses que influenciados pelas ideias de François Quesnay constituíam uma escola francesa de economistas no século XVIII 4.1 o trabalho é fator determinante dos preços e por conseguinte também tem é a fonte dos lucros 3.1.2 enfase para os custos de produção 3. (iv) recomendação de que toda a renda do governo fosse obtida por um imposto único cobrado sobre as atividades agrícolas.3.7.2 pouco entendimento de como era possível que a quantidade de trabalho sobre uma mercadoria fosse ao mesmo tempo a determinante do preço e do lucro excedente.1.1. regulamentações. (iii) desenvolvimento da agricultura capitalista em grande escala.1.5.

2.2.1 modelo de uma economia.1 erros nas concepções econômicas anteriores a Adam Smith (inclusos os fisiocratas) justificados pelo momento de transição econômica em que viviam.2 Tableau Economique de Quesnay 4.2. Conclusão 5.5 conclusão de que a produção ocorria em ciclos anuais: Lucr o Substitui ativo durável usado na produção Pagamento do arrendamento das terras Indústria Agricultu ra Proprietá rios Consomem manufaturados e produtos agrícolas 4. etc 5.2. (ii) classe estéril = capitalistas e trabalhadores industriais. (iv) crises econômicas advindas do entesouramento do dinheiro 4.6 influencia fisiocrata foi antes intelectual do que política: a troca da classe detentora de poder não pode ser conseguida por meio de reformas. o qual ainda estava permeado de vestígios do antigo sistema. Marx.4 descrença na possibilidade de obtenção de qualquer lucro na atividade industrial diante do pagamento pela matéria prima e pelo trabalho que esta demandava 4. mas os enunciados destas podem influenciar a mentalidade da população conduzindo-a a organizar a necessária Revolução 4.3 foco na agricultura – terra entendida como única fonte de riqueza 4. (ii) interdependência entre os processos de produção.3.2..1 consideravam que o excedente da produção era um presente da natureza e que somente as atividades extrativa ou agricola podiam gera-lo 4.mostra os processos de produção.2. (iii) ociosos = donos de terras que consumiam os excedentes produzidos pela classe produtiva 4.2 impacto sobre: (i) a noção de trabalho produtivo e improdutivo e de excedente econômico.2. (iii) fluxos circulares das mercadorias e moedas.3.2.6 conclusão inédita de que a alocação de insumos e produtos requer a circulação contínua da moeda – a ser retomada por Malthus. .4. circulação da moeda e das mercadorias e a distribuição da renda 4.1.2 divisão da sociedade em três classes: (i) classe produtiva = capitalistas e trabalhadores dedicados a produção agrícola.

(iii) antropologia otimista. (iv) crença na harmonia universal dos interesses.1 ligação entre os homens como único meio de aumentar as fruições úteis e agradáveis (ligação = comunicação de forças.6.mas ainda sim. Turgot) marcada por uma quase idolatria: “nele todos veem uma das maiores figuras da ciência”. liberdade e propriedade nas relações de troca que fundamentam a ordem natural (= ordem econômica). primitivo e instituído pela natureza” 2.5.2 Sul: trabalho de tipo feudal.4.3 relação entre François Quesnay e seus discípulos (Marques de Mirabeau.2 produto da terra como única fonte de crédito e riqueza de um país 1. Ordem natural = ordem social = ordem econômica = ordem física providencial .Título da obra: Os fisiocratas ou o início da ciência econômica Autor: Antonio José Avelã Nunes Unidades de leitura: pp 1-45 1.1Quesnay: marginalização da agricultura em prol as manufaturas e prática comercial agressiva com os vizinhos como condutas pouco inteligentes e lucrativas 1.1.1. Política uma ciência” 1.1.4 crítica ao mercantilismo de Colbert 1. Contexto econômico Francês no séc XVIII 1. 2.1.6 descrença de Adam Smith em relação a fisiocracia 1. menos terras e maior produtividade 1.3 atividade comercial: de pequeno alcance e sujeita a entraves e regulamentos estatais 1.1 economia predominantemente agrícola 1. (vi) processo de circulação do produto social e (vii) relevância da acumulação de capital e seu investimento.3 La Riviere: “a ordem social se assenta na própria ordem física” *com ordem física = ordem geral da formação do universo 3.1 Le Trosne: “o estado de sociedade é um estado necessário. etc) 2.1.1. inteligência.7 Marx: primeiro a reconhecer a importância de Quesnay: “fez da Econ. Concepção dos fisiocratas sobre o homem 2. (v) noções de trabalho produtivo e excedente. mais terras e menor produtividade 1. Nicolas Baudeu. (ii) individualismo social.1 significado etimológico do termo: “governo da natureza” 1.1.2 Quesnay: a necessidade física de reprodução dos meios de subsistência e reprodução leva a associação humana 2.6.1.5. abrangência limitada da escola e para sua falta de aplicabilidade no mundo concreto. (v) papel econômico do Estado.1 ênfase para a inconsistência da teoria.1.2 atividade industrial: unidades de produção de natureza artesanal + início das manufaturas 1.5 surgimento da fisiocracia = corrente de pensamento econômico e social também intitulada “Os economistas” 1.5.1 homem = ser social 2.1 Norte: trabalho assalariado. seria a teoria mais aproximada da verdade no campo da Econ.2 enaltecimento dos fisiocratas enquanto pensadores 1.Shumpeter 1. Política 1.8 Contribuições dos fisiocratas: (i) papel que desempenha a igualdade.

1.2 ordem economica: sem propriedade continuada o território permaneceria inculto e os empreendimentos comerciais e industriais não seriam desenvolvidos 5.1.1 afirmação da propriedade perfeita e excluente VS propriedade imperfeita (que deveria em parte ser destinada para a subsistência dos servos) – burguesia enquanto 1ª classe dominante a desprover os dominados de recursos básicos para a sobrevivencia 5.1.1 moral = instrumento de realização física da ordem natural 3.3.4. e por conseguinte para a subsistência 5.1 direito de propriedade 5. Concepção acerca do Direito .1 é a garantia continuada a esse direito que incentiva o emprego do trabalho e das riquezas na beneficiação e no cultivo de terras – posse = condição primária para a produção 5. Concepção sobre a terra 4.1.3 trocas de bens enquanto primeira relação física da sociedade .2.2 sociedade = meio de obtenção do fim econômico da atividade humana: subsistência + abundancia de bens 3.Mirabeuau: “o comércio é o objeto e o cimento da sociedade” 3.3 ordem política: fundamenta a autoridade do soberano 5.direitos do homem (inatos a ele e portanto anteriores a sociedade civil) e do Estado 5.1 a propriedade é o fundamento da liberdade: “ser livre é não ser impedido de adquirir propriedades nem de fruir daquelas que se adquiram”. absolutas e de origem divina 3.4 ausência de valores morais autônomos .2.1 leis naturais – gerais.1 se os produtos e serviços não fossem transformados em mercadorias e trocados entre os homens seriam extintas as posições sociais (de patrão.2 o cultivo pressupõe a propriedade – a propriedade do fundo e dos frutos é necessária para o plantio.1 “a cultura foi o berço da sociedade” 4.1 O cultivo da terra enquanto fonte primária e única de subsistência..1 metamorfose da liberdade universal do homem na liberdade do proprietário .) o exército e consequentemente haveria a desintegração da sociedade (Quesnay) 3.1 ordem estabelecida pelas leis naturais que.4 ordem social: a propriedadeimpõe desigualdade logo é importante para a conformação da estrutura social do capitalismo 5.2. multiplicação da espécie e desenvolvimento social. constituintes do corpo moral e político da sociedade.1.2 direito de liberdade 5.2 a ordem moral é traçada pela ordem física 4.4. empregado.todos são inscritos pelas leis naturais 3.1 direito de propriedade como uma das “leis gerais da ordem natural que constituem a forma de governo mais perfeita” de Quesnay (direito a propriedade como instituição divina e inviolável junto ao direito a liberdade) 5.1 a propriedade é a lei fundamental da sociedade – “a base sobre a qual se assenta todo o edifício social” (Turgot) e deve ser protegida 5. 5.4. 4.1.1.1.1. eram instituídas por um ser superior e deveriam ser obedecidas por todos (Quesnay) 3.3.

1 sociedade como mero instrumento de realização dos fins econômicos individuais 7.3 aumento da riqueza da sociedade implica necessariamente no aumento da diferença entre ricos e pobres 5.1 classes = grupos econômicos (não entidades sociais)= agregados sociais definidos pela função que exercem no processo produtivo 6.3.2. Individualismo 7.4 superação do selfish system hobbesiano > egoísmo . produzem e portanto estão plenamente enraizados e comprometidos com a ordem natural 7.2 a desigualdade.1 a propriedade exclui necessariamente a igualdade ainda que a lei de propriedade seja a mesma para todos os homens 5.3.1. se a desigualdade é natural deve ser imposta 6.2 a desigualdade faz parte das leis do Criador (Quesnay) 5.4 a justiça impõe-se tão só na imposição da ordem da natureza.3.1 as justiça reconhece a liberdade de apropriação = igualdade de direito (mediada pelas faculdades do ser) e não a igualdade real que para os fisiocratas não existe nem deve existir 5.2 o bem estar social provém da soma das fruições individuais 7.3.3. tida como “natural”.3 direito de igualdade 5.2 Mirabeau: só os proprietários gozam de direitos políticos e só eles são membros plenos do Estado – pagam impostos. extinção da humanidade 5. advém da diversidade das faculdades dos indivíduos: um homem não pode possuir a terra do outro nem como o ele (logo.1 inviabilidade de uma distribuição igualitária de renda: igualdade real = dissolução da sociedade.3.1 Turgot: divisão que tem como critério a propriedade dos meios de produção e a função de cada grupo no processo econômico de produção .5.2 liberdade = abstração que deve ser materializada na propriedade 5.3.3.2.2. Concepção acerca das classes sociais 6.3.1.2 as concepções individualistas dos fisiocratas são reflexo de seu proprietarismo 7.3 ligação com um atomismo: a sociedade enquanto conjunto de indivíduos independentes 7.1.2 classes: a dos proprietários e a dos não proprietários com diferentes direitos por tem diferentes interesses 6.1 o primeiro elo da sociedade é o interesse particular 7. “está na ordem da justiça por essência”) 5.