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PARASITO CLÍNICA Schistossoma mansoni

ADRIANA ANTÔNIA DA CRUZ FURINI

Schistossoma mansoni

• Schisto + Soma

Schistossoma mansoni África, Antilhas e América do Sul

• Brasil: “xistossomose, xistosa, doença dos caramujos, moléstia de Pirajá da Silva, barriga d‘água’’.

MORFOLOGIA

Macho 1 cm, cor esbranquiçada, cutícula com espinhos Ventosas Canal ginecôforo

Fêmea 1,5 cm, cor mais escura, cutícula lisa Ventosas

Ovo

MORFOLOGIA Macho 1 cm, cor esbranquiçada, cutícula com espinhos Ventosas Canal ginecôforo Fêmea 1,5 cm, cor
MORFOLOGIA Macho 1 cm, cor esbranquiçada, cutícula com espinhos Ventosas Canal ginecôforo Fêmea 1,5 cm, cor

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GRANULOMAS
GRANULOMAS

Schistossoma mansoni

Agência Fiocruz de Notícias

• Schistossoma mansoni • Agência Fiocruz de Notícias 5
• Schistossoma mansoni • Agência Fiocruz de Notícias 5

MORFOLOGIA

Miracídio 1º estágio de vida livre Vivem cerca de 8 a 10 horas

Esporoscito: miracídio transforma-se em esporocisto

MORFOLOGIA Miracídio 1º estágio de vida livre Vivem cerca de 8 a 10 horas Esporoscito: miracídio

Cercária Vivem cerca de 8 a 12 horas

MORFOLOGIA Miracídio 1º estágio de vida livre Vivem cerca de 8 a 10 horas Esporoscito: miracídio
http://www.dpd.cdc.gov.dpdx 7

http://www.dpd.cdc.gov.dpdx

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CICLO BIOLÓGICO

Ovo com miracídio, eliminado nas fezes

Ecolsão do miracídio na água e penetração no caramujo

Transformação em esporocisto

Esporocisto com cercárias

Cercárias saem do caramujo

Transmissão: cercárias penetram no HD - pele e mucosas

CICLO BIOLÓGICO

Larvas : esquistossômulos, migram para o sistema porta pela corrente sanguínea

Sistema porta hepático : esquistossômulos alimentam-se transformam-se em machos e fêmeas 25-28 dias após a penetração

Migram acasalados para via mesentérica , fazem oviposição

Os ovos migram pela corrente sanguínea para o fígado onde podem morrer ou migrar para luz intestinal sofrendo maturação

Ovos são eliminados nas fezes 42 dias após a infecção do hospedeiro

• Sobrevivem por 24 horas em fezes diarréicas e 5 dias em fezes formadas

Schistosoma mansoni

HÁBITAT

Vermes adultos Sistema porta hepático

Acasalamento e postura Plexo hemorroidário

Vida média: 5 anos até 30 anos Oviposição: 300 ovos/dia

Resposta imune: TH2

Schistosoma mansoni • HÁBITAT Vermes adultos Sistema porta hepático • Acasalamento e postura Plexo hemorroidário •
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Ponte, Eduardo Vieira; Rizzo, José Ângelo; Cruz, Álvaro Augusto Interrelationship among asthma, atopy, and helminth infections. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2007, vol.33, n. 3,

Nem toda resposta imune Th2 é igual. Na resposta imune à infecção por helmintos, como o Schistosoma mansoni e na Onchocerca volvulus, além da produção aumentada de IL-4 e IL-5, também ocorre produção aumentada de IL-10. A IL-10 é uma citocina com ação imunossupressora que parece ser importante no estabelecimento da tolerância imunológica do hospedeiro a estes helmintos, que, em alguns casos, sobrevivem por até 30 anos

Mecanismos de resposta imune às infecções * Artigo original no idioma Português Brasileiro.VOLUME 79 - Nº 6: Educação médica continuada

Os mecanismos de resposta imune nas infecções helmínticas são múltiplos devido ao tamanho e à diversidade metabólica dos parasitas, que são antigenicamente complexos. Um problema adicional é que os parasitas podem sobreviver por muitos anos no hospedeiro, como resultado de mecanismos de escape, a exemplo do que acontece com o S. mansoni, que se torna coberto por antígenos do hospedeiro, deixando de ser estranho para o sistema imunológico.

A IgE produzida em altos níveis na resposta imunológica do tipo Th2 tem sido relacionada com defesa contra reinfecção pelo S. mansoni.

• Eosinófilos têm também a capacidade de destruir os esquistossômulos e o Strongyloides através do processo ADCC.As células do tipo Th2 estão associadas com a resistência à infecção não apenas do S. mansoni, mas dos helmintos intestinais, a exemplo do S. stercoralis e A. lumbricoides. A IL-4 estimula a produção de IgE , resultando em aumento da secreção de mediadores da inflamação, secreção de muco e aumento da contratilidade da musculatura intestinal, facilitando a expulsão dos vermes adultos.

SINTOMAS - AGUDA

CERCÁRIA eritema, edema, pequenas pápulas e dor

SINTOMAS - AGUDA • CERCÁRIA eritema, edema, pequenas pápulas e dor VERMES mortos causam lesões no
SINTOMAS - AGUDA • CERCÁRIA eritema, edema, pequenas pápulas e dor VERMES mortos causam lesões no

VERMES mortos causam lesões no fígado Ação espoliadora Consomem 2,5 mg de ferro / dia

SINTOMAS - CRÔNICA

Forma intestinal maioria benigna

Casos crônicos graves Fibrose da alça reto, do peristaltismo, constipação, diarréia, dor abdominal, emagrecimento

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SINTOMAS - CRÔNICA

•Forma hepática No início: fígado aumentado e doloroso á palpação, formação de granulomas, varizes esofagianas, hematêmese

SINTOMAS - CRÔNICA •Forma hepática No início: fígado aumentado e doloroso á palpação, formação de granulomas,
SINTOMAS - CRÔNICA •Forma hepática No início: fígado aumentado e doloroso á palpação, formação de granulomas,

DIAGNÓSTICO

Clínico: anamnese, hábitos

Laboratorial Exame de fezes:

Kato-Katz

Biópsia retal e hepática

Exames sorológicos

EPIDEMIOLOGIA

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TRATAMENTO

Oxamniquine (Mansil ou Vansil) Age sobre as formas adultas do parasito 15 mg/kg, dose única, por via oral

Inibição irreversível da síntese de ácidos nucléicos

TRATAMENTO

• Praziquantel

(CESTOX, CISTICID,

BILTRICID) Age sobre as formas jovens e adultas

40 mg/kg, dose única, via oral

• Aumento na atividade muscular, seguida por contração e paralisia

PROFILAXIA

Saneamento básico

Educação sanitária

Tratamento dos doentes

• • • • PROFILAXIA Saneamento básico Educação sanitária Tratamento dos doentes Combate a moluscos presentes

Combate a moluscos presentes em focos peridomiciliares

Moluscicidas químicos: sulfato de cobre

Moluscicidas vegetais: extratos da casca do caju

Evitar a contaminação de rios por fezes humanas

Vacina em estudo

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BIBLIOGRAFIA

NEVES,

NEVES, D.

D. P;

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Parasitologia humana.

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Parasitologia, 33ªª edi

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Koogan,, 2001.

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2001.