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Abastecimento d´água Aula 01 Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil Mestre em Saúde e Ambiente
Abastecimento d´água
Aula 01
Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil
Mestre em Saúde e Ambiente
Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng.
Civil
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Conceitos Básicos SAÚDE : é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não

Conceitos Básicos

SAÚDE: é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doença ou enfermidade (Organização Mundial da Saúde).

SAÚDE PÚBLICA: é a ciência

e

arte

de promover,

proteger e recuperar a saúde, através de medidas de

alcance coletivo e de motivação da população.

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Conceitos Básicos SANEAMENTO: é o controle de todos os fatores do meio físico do homem, que

Conceitos Básicos

SANEAMENTO: é o controle de todos os fatores do meio físico do homem, que exercem ou podem exercer efeito deletério, sobre seu bem-estar físico, mental ou social (Organização Mundial da Saúde).

DIREITO À SAÚDE: o gozo de melhor estado de saúde, constitui um direito fundamental de todos os seres humanos, sejam quais forem sua raça, sua religião, suas opiniões políticas, sua condição econômica e social (Preâmbulo da Constituição da Organização Mundial da Saúde).

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Objetivos do Saneamento do Meio  Abastecimento de água;  Coleta e disposição de águas residuárias

Objetivos do Saneamento do Meio

  • Abastecimento de água;

  • Coleta e disposição de águas residuárias (esgotos sanitários, resíduos líquidos industriais e águas pluviais);

  • Acondicionamento, coleta, transporte, tratamento e/ou destino final dos resíduos sólidos (lixo);

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Objetivos do Saneamento do Meio  Controle da poluição ambiental – água, ar e solo, acústica

Objetivos do Saneamento do Meio

  • Controle da poluição ambiental – água, ar e solo, acústica e visual;

  • Controle de artrópodes e de roedores de importância em saúde pública;

  • Saneamento da habitação, dos locais de trabalho, de educação e de recreação e dos hospitais;

  • Saneamento e planejamento territorial;

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Objetivos do Saneamento do Meio  Saneamento dos meios de transporte;  Saneamento em situações de

Objetivos do Saneamento do Meio

  • Saneamento dos meios de transporte;

  • Saneamento em situações de emergência;

  • Aspectos diversos de interesse no saneamento do meio (cemitérios, aeroportos, ventilação, iluminação, insolação, etc.).

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Distribuição da água na terra A água é o constituinte inorgânico mais abundante na matéria viva.

Distribuição da água na terra

A água é o constituinte inorgânico mais abundante na matéria viva.

A

água

é

fundamental para a

manutenção da vida, razão pela qual é importante saber como ela se distribui no

planeta, e como ela circula de um meio para o outro.

Os

1,36 x 10 18 m 3 de água disponível

existente na Terra distribuem de acordo com

a figura a seguir

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Fonte: World Fresh Water Resources, 1993 Distribuição da Água Doce e Salgada no Mundo Distribuição da
Fonte: World Fresh Water Resources, 1993 Distribuição da Água Doce e Salgada no Mundo Distribuição da
Fonte: World Fresh Water Resources, 1993
Distribuição da Água Doce e
Salgada no Mundo
Distribuição da Água Doce
no Mundo
(2,5% do total)
30% água doce subterrânea
0,9% outros, incluindo umidade do solo, placas
de gelo flutuante, etc
69% geleiras e cobertura permanente de
neve
0,3% água doce em rios e lagos
Reservas de Água
Reservas de Água
Quantificação Geral dos Fluxos e
Quantificação Geral dos Fluxos e
Consumo de água Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil Agropecuária 9

Consumo de água

Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil Agropecuária 9
Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar,
Eng. Civil
Agropecuária
9
DISTRIBUIÇÃO DO CONSUMO Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil Descarga 10

DISTRIBUIÇÃO DO CONSUMO

Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil Descarga 10
Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar,
Eng. Civil
Descarga
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Ciclo Hidrológico É um fenômeno global de circulação fechada da água entre a superfície terrestre e

Ciclo Hidrológico

É um fenômeno global de circulação fechada da água entre a superfície terrestre e a atmosfera, impulsionado fundamentalmente pela energia solar associada à gravidade e à rotação terrestre.

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Ciclo Hidrológico Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 12

Ciclo Hidrológico

Ciclo Hidrológico Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 12

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Ciclo Hidrológico Processos Físicos Infiltração ( I ): é fenômeno de penetração d’água nas camadas de

Ciclo Hidrológico Processos Físicos

Infiltração (I): é fenômeno de penetração d’água nas camadas de solo.

Escoamento Superficial (Q): é o segmento do ciclo hidrológico que estuda o deslocamento das águas na superfície da terra.

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Ciclo Hidrológico Processos Físicos Infiltração ( I ): é fenômeno de penetração d’água nas camadas de

Ciclo Hidrológico Processos Físicos

Infiltração (I): é fenômeno de penetração d’água nas camadas de solo.

Escoamento Superficial (Q): é o segmento do ciclo hidrológico que estuda o deslocamento das águas na superfície da terra.

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Ciclo Hidrológico Processos Físicos Evaporação e Transpiração (EVT): Evaporação : Fenômenos de natureza física que transformam

Ciclo Hidrológico Processos Físicos

Evaporação e Transpiração (EVT): Evaporação:

Fenômenos de natureza física que transformam em vapor de água a água liquida da superfície do solo. Transpiração: é a evaporação devida á ação dos vegetais através das folhas. O conjunto dos dois fenômenos se chama:

Evapotranspiração.

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MANANCIAIS Manancial é a fonte de abastecimento de água, que pode ser, por exemplo, um rio,

MANANCIAIS

Manancial é a fonte de abastecimento de

água, que pode ser, por exemplo, um rio,

um

lago,

uma

nascente

ou

poço,

proveniente do lençol freático ou do lençol profundo

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MANANCIAIS 1) lençol freático é o que se encontra sobre a primeira camada impermeável e cuja

MANANCIAIS

1) lençol freático é o que se encontra sobre a primeira camada impermeável e cuja água fica sob pressão atmosférica;

2) Lençol artesiano é o que se situa entre duas camadas impermeáveis e cuja água sofre pressão superior à atmosférica.

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MANANCIAIS Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 18

MANANCIAIS

MANANCIAIS Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 18

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MANANCIAIS : HIDROLOGIA Mananciais quanto as condições hidrológicas: - águas meteorológicas ou atmosféricas: chuva e neve;

MANANCIAIS : HIDROLOGIA

Mananciais quanto as condições hidrológicas:

  • - águas meteorológicas ou atmosféricas: chuva e neve;

  • - águas superficiais: rios, córregos, lagos, represas, mares, etc.;

  • - água subterrâneas:

do lençol freático ou raso, fontes;

do lençol artesiano: poço artesiano ou profundo, poço jorrante ou surgente

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MANANCIAS Mananciais sanitárias: quanto as - mananciais protegidos; condições - mananciais desprotegidos. Prof. Marcelo H.B.Costa de

MANANCIAS

Mananciais

sanitárias:

quanto

as

  • - mananciais protegidos;

condições

  • - mananciais desprotegidos.

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Necessidade de água • Essencial à vida animal e vegetal; • Sua disponibilidade em quantidade e

Necessidade de água

Essencial à vida animal e vegetal;

• Sua disponibilidade em quantidade e qualidade adequadas garante a saúde e o desenvolvimento econômico;

A qualidade e a quantidade de água de um sistema está relacionados às características do manancial.

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IMPORTÂNCIA SANITÁRIA DO ABASTECIMENTO • Rápida e sensível melhoria na saúde e condições nas de vida

IMPORTÂNCIA SANITÁRIA DO ABASTECIMENTO

Rápida e sensível melhoria na saúde e

condições

nas

de

vida

de

uma

comunidade

investimento

Melhor

benefício

em

da

saúde pública

Diminuição sensível na incidência das doenças relacionadas à água

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IMPORTÂNCIA ECONÔMICA DO ABASTECIMENTO DE ÁGUA • Sua implantação aumenta a vida média da população servida;

IMPORTÂNCIA ECONÔMICA DO ABASTECIMENTO DE ÁGUA

Sua implantação aumenta a vida média da população servida;

Diminuição da mortalidade em geral;

 

Aumento sensível de horas de trabalho dos membros de uma comunidade;

Caracteriza-se

como

matéria-prima

em

muitas indústrias.

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APROVEITAMENTO DOS RECURSOS HÍDRICOS NATURAIS Demanda planejamento da utilização para satisfazer às variadas finalidades, protegendo os

APROVEITAMENTO DOS RECURSOS HÍDRICOS NATURAIS

Demanda planejamento da utilização para satisfazer às variadas finalidades, protegendo os mananciais e garantindo qualidade e a quantidade suficiente

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Ciclo do uso da água S.A.A e S.E.S

Ciclo do uso da água

Ciclo do uso da água S.A.A e S.E.S

S.A.A e S.E.S

Ciclo do uso da água Ciclo urbano da água

Ciclo do uso da água

Ciclo do uso da água Ciclo urbano da água

Ciclo urbano da água

Ciclo da água ÁGUA BRUTA – inicialmente, a água é retirada do rio, lago ou lençol
Ciclo da água
ÁGUA BRUTA – inicialmente, a água é retirada do rio,
lago ou lençol subterrâneo, possuindo uma determinada
qualidade.
ÁGUA
TRATADA
após
a
captação,
a
água
sofre
transformações durante o seu tratamento para se
adequar aos usos previstos (ex. abastecimento público
ou industrial).
ÁGUA USADA (esgoto bruto) – com a utilização da água,
a mesma sofre novas transformações na sua qualidade,
vindo a constituir-se em um despejo líquido.
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Ciclo da água ESGOTO TRATADO – visando remover os seus principais poluentes, os despejos sofrem um

Ciclo da água

ESGOTO TRATADO – visando remover os seus principais poluentes, os despejos sofrem um tratamento antes de serem lançados ao corpo receptor. O tratamento dos esgotos é responsável por uma nova alteração na qualidade do líquido.

CORPO RECEPTOR – o efluente do tratamento dos esgotos atinge o corpo receptor, onde face à diluição e mecanismos de autodepuração, a qualidade da água volta a sofrer novas modificações.

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Usos da água abastecimento doméstico Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 29

Usos da água

Usos da água abastecimento doméstico Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 29

abastecimento doméstico

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29

Usos da água abastecimento industrial Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 30

Usos da água

Usos da água abastecimento industrial Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 30

abastecimento industrial

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30

Usos da água Irrigação Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 31

Usos da água

Usos da água Irrigação Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 31

Irrigação

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31

Usos da água Dessedentação de animais Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 32

Usos da água

Usos da água Dessedentação de animais Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 32

Dessedentação de animais

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32

Usos da água Aqüicultura Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 33

Usos da água

Usos da água Aqüicultura Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 33

Aqüicultura

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33

Usos da água Preservação da flora e da fauna Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil

Usos da água

Usos da água Preservação da flora e da fauna Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil

Preservação da flora e da fauna

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Usos da água Recreação e lazer Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 35

Usos da água

Usos da água Recreação e lazer Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 35

Recreação e lazer

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Usos da água harmonia paisagística Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 36

Usos da água

Usos da água harmonia paisagística Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 36

harmonia paisagística

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Usos da água harmonia paisagística Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 37

Usos da água

Usos da água harmonia paisagística Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 37

harmonia paisagística

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Usos da água Geração de energia elétrica Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 38

Usos da água

Usos da água Geração de energia elétrica Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 38

Geração de energia elétrica

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Usos da água Navegação Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 39

Usos da água

Usos da água Navegação Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 39

Navegação

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Usos da água Diluição de despejos Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 40

Usos da água

Usos da água Diluição de despejos Prof. Marcelo H.B.Costa de Alencar, Eng. Civil 40

Diluição de despejos

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