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O que não se diz sobre as uniões homossexuais di Redazione, 30 maggio 2013 A

O que não se diz sobre as uniões homossexuais

di Redazione, 30 maggio 2013

A tese da equiparação das uniões homossexuais ao matrimónio ocupa cada vez mais espaço nos media. O discurso muitas vezes é incompleto e omitem-se aspectos e factos significativos. Como contributo para o debate damos alguns factos e dados que levantam grandes dúvidas sobre as "suposições" mais comuns que é frequente se darem como assentes.

É verdade que não se pode

sair da homossexualidade?

Diz-se que a homossexualidade é um dado da natureza está nos genes, não se pode mudar e que o simples dis- curso que fale de sair da homosse- xualidade é por si mesmo discrimina- tório e ofensivo. O facto é que exis- tem testemunhos de pessoas que dei- xaram de ter tendências homosse- xuais, em Itália temos o caso de Luca que teve a coragem de contar o desconforto em que vivia e como con- seguiu superar. Nos Estados Unidos, Joseph Nicolosi, vencendo algu- mas dificuldades dedica-se à terapia reparadora de quem sente malestar por viver segundo o estilo de vida homossexual. Há uns anos o Committee on Homo- sexuality and Scientific Research publicou um documento, de que se podem encontrar excertos aqui em se refere que a homossexualidade não é uma característica predeterminada.

É verdade que nos meios polí- ticos internacionais há um consenso sobre a equipara- ção das uniões gay ao casa- mento?

É comum dar-se por assente que a equiparação das uniões gay ao casa- mento é consensual em todo o mun- do e na opinião pública. Na realidade, 14 países em 192 representados na ONU reconheceram o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Em 32 estados dos Estados Unidos a popu- lação defendeu em referendo o casa- mento natural, e no último referendo 3 estados aprovaram os casamentos

gay. Em 2012 os alemães rejeitaram equiparar os casais do mesmo sexo ao casamento entre um homem e uma mulher. Para conhecer a situação em vários países ver aqui. Por outro lado, os dados sobre casa- mento homossexual motram que é um fenómeno em redimensio- namento, ao contrário do previsto. Na Holanda uma investigação do Ins- titute for Marriage and Public Policy dez anos após introduzido o casa- mento gay diz que hoje só um décimo dos homossexuais escolhe o casa- mento. E após a euforia inicial tam-

bém em Espanha e Inglaterra os pares gay casados estão a diminuir.

É verdade que na opinião pública há uma opção clara sobre o tema?

É comum dar-se por assente que o tema é aceite de forma consistente por uma maioria a que oporia apenas uma minoria restrita. Na realidade existem objecções fundamenta-

nos

das

por

parte

de

intelectuais

a que oporia apenas uma minoria restrita. Na realidade existem objecções fundamenta- nos das por parte

Estados Unidos, Itália e outros países do mundo. Em França, onde há pou- co foi aprovada a equiparação do casamento gay, a sociedade civil

organizadas em todo o país a que aderiram centenas de milhares de pessoas. O clima está de tal modo polarizado que ocorreram episódios

de violência e repressão por parte da polícia inclusivamente sobre os mani- festantes pacíficos, como o video

lançada por terra por um agente durante uma manifestação autoriza- da e pacífica.

Além disso nas manifestações france- sas contra o "Casamento para todos" associaram-se, como assinalou Lin-

gay

(Homo vox e Plus gay sans mariage) que defendem os direitos das crian- ças a ter um pai e uma mãe, com base no facto de que em França já existe (desde 1999) uma lei para as uniões civis e os direitos dos pares homosse- xuais.

mulher

manifestações

uma

algumas

associações

Os estudos científicos con- cordam quanto à bondade das adopções gay?

Quando se fala das adopções por par- te dos pares homossexuais diz-se que os estudos científicos demonstram que não há nenhuma diferença entre pai e mãe e um par de progenitores

do mesmo sexo. Na realidade os estudos que apontam nesta direcção têm graves insuficiências científicas enquanto em amostras de amplo

se

registam reforçam a consciência que é ditada pelo bom senso: todas as situações familiares diferentes da composição de um pai e uma mãe (um só progenitor, crianças órfãs, progenitores gay) provocam descon- forto e problemas nos menores.

os

que

A doutrina católica é anti- gay?

Muitas vezes imagina-se que a dou- trina católica é discriminatória e "anti-gay". Na realidade, se se lê o Catecismo da Igreja Católica nos pontos 2357-2359 fica-se a saber que os homossexuais, enquanto pes- soas, nunca devem ser discrimina- dos: "Um número considerável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profunda- mente radicadas. Esta propensão, objectivamente desordenada, consti-

tui, para a maior parte deles, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discrimina- ção injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar na sua vida a

vontade de Deus e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar devido à sua condição."

A Igreja não é contra ninguém, sim-

plesmente afirma que o casamento é uma coisa completamente diferente de uma união homossexual. Note-se que a doutrina católica não gosta de dividir as pessoas em homossexuais, heterossexuais ou outras categorias:

existem apenas as pessoas, não importa as circunstâncias, inclusive

as

sexuais.

O

pensamento laico, não con-

fessional, obriga a reconhecer

os casamentos gay?

É frequente partir do princípio que o

pensamento mais laico e "imparcial" inclina-se para a equiparação, e que as objecções são, em última análise, confessionais e ideológicas. Na reali- dade, se se analisam os principais discursos de quem defende a nature- za do casamento como realidade

completamente diferente das uniões homossexuais, verifica-se que o teci- do total dos argumentos nunca impli- ca Deus, e é como se dissesse: basta somente a razão para não estar de acordo.

Com efeito, a objecção invoca 3 ques- tões de fundo, compreensíveis por todos:

1. A família é a unidade que funda a

sociedade;

2. O coração da família está consti-

tuído pela união sexual entre um homem e uma mulher para benefício mútuo e para o bem dos filhos que daí venham;

3. O casamento constitui o ambiente

ideal, sem imitação possível, para fazer crescer os filhos. Não se compreende que o debate não entre no miolo destes três pontos em vez de se tornar sempre numa polé- mica entre visões opostas. Clica aqui para ver todos os argu- mentos quanto à proposta do casa- mento homossexual.

O casamento homossexual é

uma conquista civil como

outras que se alcançaram na

história?

Às vezes dá-se a entender que existe um caminho espontâneo da humani- dade que pouco a pouco se emancipa de preconceitos contra os homosse- xuais de modo intuitivo e inelutável. Na realidade a não discriminação contra as pessoas (sejam homosse- xuais, de etnias diferentes, de visões diferentes, etc), é uma coisa bem diferente de discutir se as uniões homossexuais são equiparáveis ao casamento. Esta última estratégia foi desenhada ao detalhe nos inícios dos anos 90. Na época o assim chamado movimento gay fazia propaganda de ideias sobre o amor livre, incluindo formas de sado masoquismo, pedofi- lia e outras aberrações. No livro After the ball dois activistas gay traçaram a estratégia: limpar a ima- gem dos homossexuais omitindo todos os aspectos mais transgressores para obter direitos reconhecíveis e familiares (cfr. equiparação das uniões ao casamento) para depois dar lugar passo ao passo ao resto.

A luta contra a homofobia é uma batalha democrática?

Dizem que é preciso lutar contra a homofobia em todas as suas formas. Na realidade esta luta está a trans- formar-se numa preocupante vaga liberticida em que deixa de se poder ter uma opinião diferente da que é dominante sobre as uniões homosse- xuais. Por exemplo, no Canadá a comissão de direitos humanos inves- tigou, processou e multou várias pes- soas, padres incluídos, considerados culpados de ter dito que o casamento heterossexual estava na base do desenvolvimento da sociedade (ler aqui). Em França outros episódios de repressão da liberdade de expressão de que já falámos levaram discutir acaloradamente a proposta do minis- tro da educação de ensinar na escola a moral laica a que todos deve- riam aderir, implicando a reformu- lação dos livros escolares tendo em conta a linguagem da orientação sexual, e uma revisão dos livros em matéria de homossexualidade com introdução, em especial, da teoria sobre o "género" sexual. Mais em geral nota-se o uso nos meios de comunicação do fantasma da homofobia para alimentar o clima de conflito a propósito de certas notícias que depois se mostram infundadas.