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1.

Introdução

1. Introdução INSTITUTO SUPERIOR DE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES A conceção e as metodologias relativas à drenagem

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A conceção e as metodologias relativas à drenagem de águas pluviais têm evoluído consideravelmente nos últimos anos, ajustando-se, de um modo mais adequado, as formas diversificadas de crescimento urbano e consequentemente a ocupação do solo, a precipitação irregular que o planeta vive, devido a poluição feita a atmosfera, entre outros fatores que introduzem a obrigação, da introdução de infraestruturas de drenagem, seja em rodovias ou outro membro necessitante das mesmas. Devido a fatores económicos onorosos de construção de uma estrada, há sempre a necessidade de efetuar a drenagem, porque a água degrada as camadas constituintes de uma estrada. Dada a interdependência entre os caudais pluviais, a bacia drenante e o tipo de ocupação do solo,

torna-se aconselhável conceber as infraestruturas de drenagem logo na fase inicial do planeamento urbanístico, o que nem sempre tem acontecido. Este especto é particularmente importante quando as condições naturais são desfavoráveis do ponto de vista de disponibilidade de energia potencial para se processar o escoamento (caso de zonas planas), quando se prevê alterações profundas nas condições topográficas iniciais, ou quando o aglomerado populacional se situa a jusante de uma bacia hidrográfica de dimensões relevantes. Quando, nessas condições, as áreas extraurbanas são consideravelmente importantes, e por isso também importantes os caudais pluviais correspondentes, deve estudar-se o previsível comportamento do terreno, face à ocorrência de precipitações intensas.

2.Objectivo

O presente projeto consiste em dimensionar um sistema de drenagem de águas superficial e subterrânea, de um trecho correspondente a 560m de uma estrada com cerca de 2,713 km, no qual foram analisados os traçados em planta e em perfil longitudinal, a coordenação entre os dois traçados e o perfil transversal. A metodologia utilizada para abordar o tema é análise documental, particularmente a Junta Autónoma de Estradas (JAE), e a matéria lecionada na cadeira de Vias de Comunicação no presente ano 2012.

3.Considerações Gerais

3.1. Características do Trecho da Estrada

O trecho da estrada a ser implantado o sistema de drenagem têm cerca de 560m do comprimento;

A velocidade base da estrada é 100 Km/h;

Estrada de duas vias (2x1 vias)

Perfil transversal é definido por:

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INSTITUTO SUPERIOR DE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES a) Faixa de rodagem de 3,75 m (por cada lado

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  • a) Faixa de rodagem de 3,75 m (por cada lado da via);

  • b) Largura das bermas laterais = 1,5 m (por cada lado da via);

  • c) Largura da Plataforma 10,5m

  • d) Inclinação transversal = 2,5%

Tabela 01: O trecho em análise de aproximadamente 560m

Trecho em análise

Número do ponto

Distância em (m)

     

Inicio do trecho

76

1967.5

77

1992.5

78

2017.5

79

2042.5

80

2067.5

81

2092.5

82

2117.5

Traçado em planta

83

2142.5

84

2167.5

 

85

2192.5

86

2217.5

87

2257.5

88

2282.5

89

2307.5

90

2332.5

91

2357.5

92

2382.5

93

2407.5

94

2432.5

95

2457.5

96

2482.5

Fim do trecho

97

2527.5

   

3.2. Corpo teórico:

3.2.1. Sistema de Drenagem

O projeto consiste no dimensionamento de um sistema de drenagem superficial e um sistema de drenagem subterrânea.

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INSTITUTO SUPERIOR DE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Um sistema de drenagem é o conjunto de instalações tendentes

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Um sistema de drenagem é o conjunto de instalações tendentes à drenagem de águas residuais domésticas, industriais ou pluviais, incluindo rede de coletores, acessórios e instalações complementares. (Matos & Alegre, 2000, p. 177) A drenagem por si não constituirá um problema em termos da poluição das águas, dado que o pavimento, com excepções, não será utilizado por veículos automóveis. A frequência deste tráfego nas situações de circulação mista será muito reduzido, pelo que a qualidade da água resultante da lavagem dos pavimentos não representará um problema ambiental, podendo promover-se a infiltração da mesma nos solos. Esta situação dispensa a existência de uma rede de drenagem subterrânea complexa. A necessidade de aferição de uma rede de drenagem eficaz passa pela necessidade de levantamentos topográficos atualizados que permitam a previsão dos sentidos do escoamento das águas e desta forma estejam adequados às intenções de reforço das estruturas de escoamento. Na elaboração dos projeto, e possível tomar certas precauções que facilitem a drenagem, como seja, no estabelecimento da rasante evitar escavações muito extensas, patamares ou pontos baixos em escavação e adotar sempre que possível aterros em terrenos planos depois de assegurada a sua estabilidade Do mesmo modo, a diretriz deve evitar locais de drenagem difícil ou aleatória.

3.2.1.1. Definição e Classificação dos Tipos de Drenagem Drenagem consiste no controle das águas a fim de se evitar danos à estrada construída. Efetua-se este controle por meio da intercetação, captação, condução e desagúe em local adequado das águas que:

Existem no subleito;

Penetrem por infiltração no pavimento;

Precipitem-se sobre o corpo estrada;

Cheguem ao corpo estrada provenientes de áreas adjacentes.

  • a) Drenagem Superficial

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INSTITUTO SUPERIOR DE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES O sistema de drenagem superficial tem por objetivo a captação

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O sistema de drenagem superficial tem por objetivo a captação ou intercetação e remoção das águas precipitadas, sobre as estradas e áreas adjacentes, que escoam superficialmente. A água superficial é a água que resta de uma chuva após serem deduzidas as perdas por evaporação e por infiltração. As águas superficiais devem ser removidas ou conduzidas para fora do corpo estrada, ou para locais apropriados de desaguarem seguro, para evitar a sua acumulação na estrada, bem como visando proporcionar estabilidade aos maciços de terra que constituem a infraestrutura e não causar erosão nos terrenos marginais. O sistema de drenagem superficial se compõe dos seguintes dispositivos, os quais serão detalhados na sequência:

Valetas de plataforma laterais,

Valetas de plataforma em separador,

Valeta de banqueta, Valeta de pé de talude,

Vala de crista (com/ ou sem dique de crista),

Sumidouros,

Aquedutos,

Valeta de bordadura em aterro,

Lancil de bordadura em aterro,

Valeta de lancil,

Descidas de água,

Sanjas (c/ ou sem dissipadores)

Drifts,

Poços de infiltração

Lombas de alívio,

Drenos

Camadas drenantes

b) Drenagem Profunda ou Subterrânea:

O sistema de drenagem profunda objetiva intercetar fluxos das águas subterrâneas e rebaixar o lençol freático, em cortes em solo ou rocha, captando e escoando as águas, de forma a impedir a deterioração progressiva do suporte das camadas dos terraplenos e pavimentos. Os drenos variam conforme seus elementos constituintes bem como suas classificações. Como detalhado na sequência, os drenos mais utilizados são dos seguintes tipos:

1. Para projetar convenientemente este tipo de drenagem e necessário conhecer:

O perfil geotécnico, com os tipos de solos, teores em água, espessuras e inclinações das camadas

Localização do nível freático, se possível, no final da época chuvosa;

Localização das zonas dos solos onde possa aparecer água.

3.2.1.2. Tipos de drenos

Dos diferentes tipos de drenos existentes, os mais comuns são:

Dreno de intersecção longitudinal;

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INSTITUTO SUPERIOR DE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES  Dreno de rebaixamento do nível freático;  Dreno de

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Dreno de rebaixamento do nível freático;

Dreno de intersecção transversal (também chamados cegos ou franceses, podendo ser contínuos ou descontínuos).

3.2.1.3.

Matérias usados na fabricação dos tubos

Betão poroso;

Betão corrente com furos;

Plástico com furos.

3.2.1.4.

Constituição dos Drenos

Um dreno consiste essencialmente numa vala no fundo da qual e colocado um tubo de drenagem perfurado longitudinalmente e em parte segundo a secção transversal, cheia com material de grande permeabilidade denominado material filtrante.

a) Valas de dreno: A vala devera ter a largura e a profundidade necessária para permitir a colocação do tubo em boas condições e o posterior enchimento com material a drenar. A vala, depois de colocado o matéria a drenar, deve ser coberta com material impermeável a fim de evitar que alguns materiais carreados pelas águas superficiais possam colmatar o dreno.

Se projetarem coletores longitudinais, pode -se aproveitar a vala do dreno para a sua colocação por baixo do dreno. Assim, poderão aliviar -se os tubos dos drenos, descarregando param o coletor, de onde em onde, parte da água. Deverão ser construídas câmaras de visita a distâncias de cerca de 100 metros e sempre que haja mudanças de direção do dreno, para verificação periódica do seu funcionamento.

b) Tubo de drenagem: São normalmente tubos de betão poroso, ou tubos perfurados de betão simples ou de plástico. O diâmetro deve ser calculado em função das águas a escoar mas, de qualquer modo, não deve ser inferior a 15 cm.

c) Material filtrante: A sua granulometria deve ser estabelecida de modo a oferecer pouca resistência ao escoamento das águas para o tubo de drenagem e simultaneamente impedir a passagem de partículas finais que iriam colmatar o material filtrante e até o próprio tubo. Para isso, a granulometria devera obedecer as seguintes condições.

3.2.1.5.

Características granulometrias dos materiais a usar

Condição de não colmatagem:

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INSTITUTO SUPERIOR DE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Condição de permeabilidade Condição de estabilidade: No caso de trechos

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Condição de permeabilidade

INSTITUTO SUPERIOR DE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Condição de permeabilidade Condição de estabilidade: No caso de trechos

Condição de estabilidade:

INSTITUTO SUPERIOR DE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Condição de permeabilidade Condição de estabilidade: No caso de trechos
INSTITUTO SUPERIOR DE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Condição de permeabilidade Condição de estabilidade: No caso de trechos

No caso de trechos de estrada que apresentem solos muito finos em que d15 <0,1 mm deverá adotar -se d15 = 0,1 mm. Não sendo praticável utilizar um único material filtrante nas condições acima indicadas, utilizar -se -ao dois materiais, ficando o mais fino junto do solo a drenar. Este material mais fino comporta -se perante o mais grado como solo a drenar para a determinação das condições antes enumeradas.

  • 3.2.1.6. Características dos Geotêxtis

Ser mais permeável que o solo circundante;

Evitar a migração do solo circundante através dele;

Possuir resistência suficiente para suportar o processo de construção do dreno e manter-se em condições durante a vida do sistema.

O diâmetro dos furos do geotêxtil devem satisfazer as condições correspondentes estabelecidas para a granulometria dos materiais filtrantes.

  • 3.2.1.7. Importância da drenagem

A água é um material de extrema importância para construção rodoviária, sendo o papel da drenagem é a seguinte:

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INSTITUTO SUPERIOR DE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Compactação dos terrenos; Fabrico de misturas aglutinantes hidráulicos; Evitar o

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Compactação dos terrenos;

Fabrico de misturas aglutinantes hidráulicos;

Evitar o acesso a zona da estrada da água caída nos terrenos limítrofes;

Retirar rapidamente a água caída sobre a faixa de rodagem;

Reduzir a acção negativa da água afluente dos taludes, evitando quanto possível esse acesso;

Evitar o acesso da água a fundação do pavimento;

Restabelecer as linhas de água naturais interrompidas pela construção da estrada;

O conjunto de dispositivos que visam afastar a água da estrada ou reduzir os seus inconvenientes constitui o sistema de drenagem da estrada;

3.2.2. Considerações Específicas do Projeto:

Para a

drenagem superficial

usaram-se sanjas, valas, valas de crista, aquedutos # e caleiras.

Para a

drenagem subterrânea

usaram-se drenos de intersecção longitudinal constituídos

por: valas, material drenante, material filtrante, tubos para a recolha e condução das águas a drenar .

# Usou-se o aqueduto embora no trecho em análise não atravesse nenhuma linha de água, mas verifica-se que por causa das condições topográficas no caso do registo de uma precipitação intensa pode a zona escolhida tem a tendência de ter uma grande concentração de águas pelo que pode danificar a estrada.

4. MEMÓRIA DE CÁLCULO

4.1.1. Dimensionamento do

Aqueduto:

  • Área da bacia= 344850 m

2

  • Área da bacia= 34,485 ha

  • Comprimento do curso principal de água ( L * = 200m)

  • Período de retorno (T=20 anos)

  • Z max =285m; Z min = 275m * valor atribuído dado a não existência de nenhum curso de água no troço em analise. A estrada será construída na província de Maputo, numa zona com floresta muito pouco densa com solo mediamente permeável.

  • I. Determinação do coeficiente do escoamento

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INSTITUTO SUPERIOR DE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Pelas características do solo escolhidas tomou-se C=0,30 II. Cálculo do

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Pelas características do solo escolhidas tomou-se C=0,30

 

II.

Cálculo do tempo de concentração

 
 

Fórmula de kirpich

 

III.

Determinação da intensidade crítica

 
 

Para o período de retorno escolhido T=20 anos; I= 97mm.

 

IV.

Cálculo do caudal pelo método racional

 
  • V. Determinação da secção do aqueduto

Pelas características topográficas atribui-se i= 0,2%

Tabela 02: Localização do aqueduto

Número

do

Cota do projeto

Cota do terreno

Trainel

Localização

do

Ponto

aqueduto

76

  • 277 274,26

     

77

  • 277 274,2

 

78

  • 277 273,8

 

79

276,96

274,7

80

276,95

274,96

81

276,9

274,9

2

82

276,9

275

83

276,9

275,3

84

276,9

276

 

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INSTITUTO SUPERIOR DE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES 85 276,8 276,3 Aqueduto 86 276,6 276,15 2 87 276,6

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85

276,8

276,3

 

Aqueduto

86

276,6

276,15

2

 

87

276,6

276,5

 

88

276,5

276,7

 

89

276,93

277

90

276,4

278

91

276,4

278,3

92

276,35

278

93

  • 277 274,26

 

94

  • 277 274,2

 

95

276.4

278

96

276.4

278.3

     

4.2. Drenagem Subterrânea

Neste Subcapítulo, ira-se definir o tipo de dreno a utilizar, suas dimensões aproximadas, estabelecendo alguns limites granulométricos para o material a ser utilizado como material filtrante, drenante e o diâmetro dos furos a utilizar.

Profundidade do dreno = 2m

Diâmetro dos furos

8 mm

Tabela 03: Materiais propostos para drenagem subterrânea

Material a drenar

   

Material filtrante

#

%

%

%

#

%

50

100

100

100

3/8”

100

70

 

73

  • 71 74

 

3/16”

85

100

 
  • 65 70

66

 

6

73

200

 
  • 33 37

35

 

10

52

 

16

18

30

8

40

0

       

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INSTITUTO SUPERIOR DE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Gráfico 01 : Materiais propostos para drenagem subterrânea a) Condição

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Gráfico 01: Materiais propostos para drenagem subterrânea

INSTITUTO SUPERIOR DE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Gráfico 01 : Materiais propostos para drenagem subterrânea a) Condição

a) Condição de não Colmatagem:

Material 1:

Discussão: Para esta condição, o material pode ser usado como material filtrante, visto que o material que se pretende fazer uso como material filtrante apresenta d 15 <1,3mm, e olhando para o gráfico é possível ver que o d15 correspondente ao material em análise é de 1mm, dai satisfaz condição de não colmatagem.

b) Condição de Permeabilidade:

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INSTITUTO SUPERIOR DE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES 1; Discussão: Para esta condição, o material pode ser usado

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1;

Discussão: Para esta condição, o material pode ser usado como material filtrante, visto que o material que se pretende fazer uso como material filtrante apresenta d 15 <0.5mm, e olhando para o gráfico é possível ver que o d15 correspondente ao material em análise é de 1mm, dai satisfaz condição de permeabilidade.

c) Condição de Estabilidade:

;

Discussão: Para esta condição, o material pode ser usado como material filtrante, visto que o material a drenar apresenta d 50 <0,1mm, olhando para o gráfico é possível ver que o d50 correspondente ao material em análise é 2 mm , dai satisfaz a condição de estabilidade.

Dimensionamento do coletor

tendo em conta o diâmetro e verificação do material

Discussão: O diâmetro dos furos esta abaixo do diâmetro mínimo(8 mm) adotado para este coletor, logo não será necessário aplicar um geotêxtil para a filtragem.

Observação: Analisando os solos 2 e 3 vê-se claramente que possuem a uma granulometria muito aproximada a do solo 1 pelo que os mesmos apresentam as mesmas condições de não colmatagem, permeabilidade, e de estabilidade, respetivamente com a do solo1, isto é o material filtrante escolhido pode muito bem filtrar os três solos.

5. OBSERVAÇÕES, DISCUSÃO DOS RESULTADOS E CONCLUSÕES

Quanto a drenagem superficial, o aqueduto satisfaz a segurança na drenagem ou garante a passagem das pluviais de um dos lados da estrada para o outro feito de betão armado, tendo em conta a área da bacia de 344850 m 2 , e considerando o coeficiente de escoamento =0,25 para prado, isto é, solo arenoso com capim, para um período de retorno de 20 anos, foi possível obter um

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INSTITUTO SUPERIOR DE TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES caudal de m /s. E o diâmetro do coletor para

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caudal de m 3 /s. E o diâmetro do coletor para uma inclinação de 0.2% obtendo um diâmetro de 160 mm , o mesmo suporta o caudal descrito a cima, onde a altura útil máxima da água estará a 80% do diâmetro. Para completar o sistema de drenagem das águas superficiais, ira se implantar valetas de plataforma laterais, dissipadores de energia feitos de pequenos blocos de betão devido a topografia do terreno, vala de crista do lado que dispõem de talude e o dique de crista do meso lado em referência, sobre o talude ira se fazer a proteção vegetal de modo a evitar a erosão do talude, e também ira se implantar cascatas sobre o talude de modo a trazer água da ala de crista ao aqueduto para conduzir as águas das valetas para fora da zona da estrada ira se implantar sanjas. Para a drenagem subterrânea, na análise das características granulométricas foram verificadas as condições de não colmatagem estabilidade, tanto para o material filtrante como para o material a drenar, visto que para os três solos foram satisfeitas todas as condições acima referidas não tendo sido necessário fazer uma mistura dos materiais para obter uma granulometria que satisfizesse as condições acima referidas, sendo assim desnecessário recorrer a aplicação de um geotêxtil.

Referências Bibliográficas:

Junta Autónoma de Estradas “JAE”, edição 1994;

Matéria Lecionada na cadeira de Vias de Comunicação, no ano 2012.

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