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Classificação da Capacidade de Uso da Terra

A exploração agrícola dos solos dever ser feita segundo preceitos conservacionistas e também levar em conta os aspectos econômicos.
Cada solo tem um limite máximo de possibilidade de uso.

Requerendo um Planejamento.

O termo “capacidade de uso” relaciona-se ao grau de risco de degradação dos solos e à indicação do seu melhor uso agrícola.

As características do solo, do relevo, do clima, e a legislação ambiental servem de base para identificar as classes de capacidade de uso da terra. Diagnosticar a capacidade de uso das terras = mapeamento detalhado.

Critérios adotados: uso da terra

A) Estabilidade do solo – em função especialmente de sua declividade e erodibilidade;

B) O da produtividade do solo – em função de sua fertilidade, da falta ou excesso de umidade, da acidez, etc;

Critérios adotados: uso da terra

C) Das obstruções contra o livre emprego de máquinas – em função de sua pedregosidade e profundidade, dos sulcos de erosão existentes, do encharcamento; D) Do ambiente ecológico – em função especialmente das condições climáticas (regime pluviométrico).

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 Todas as terras produtivas podem ser divididas em Categorias:  A) as que garantem uma colheita satisfatória por determinado período de cultivo sem dano para a terra.  . B) as que precisam estar cobertas com vegetação permanente para produzir lucro satisfatório e preservar a terra.

A classificação aceita universalmente.  . C) terras que são tão pobres ou tão falhas de condições favoráveis que excluem qualquer possibilidade de uma exploração econômica. abrange oito classes de capacidade de uso do solo.

Níveis de Manejo: Grupos de aptidão GRUPO A :  Terras próprias para todos os usos. inclusive cultivos intensivos. II e III . ◦ ◦ ◦ ◦  culturas anuais. reflorestamentos e vida silvestre. Classes I. pastagens.

◦ ◦ ◦ ◦ pastagens. reflorestamentos e vida silvestre.Níveis de Manejo: Grupos de aptidão GRUPO B :  Terras impróprias para cultivos intensivos. mas aptas para pastagens e reflorestamento ou manutenção da vegetação natural. V. imprópria para cultivos anuais  Classes IV. VI e VII .

Níveis de Manejo: Grupos de aptidão GRUPO C :  Terras impróprias para cultivo.  Classe: VIII . fauna ou ao ecoturismo. recomendadas (devido às condições físicas) para a obtenção da flora.

Classes de Solo .

Classe I (verde claro)  Formada por terras que não têm limitações aparentes ao uso ou riscos de depauperamento e que podem ser utilizadas segura e permanentemente para culturas anuais. .  Produção de colheita entre médias e elevadas.

não necessitam de práticas de controle à erosão e/ou de melhoramento. devendo ser usadas apenas as práticas de manutenção. . tem média fertilidade.  As terras desta classe. conserva vem a água. declividade suave.Classe I (verde claro)  O solo é profundo e fácil de trabalhar.

Classe II (amarelo)  Formada por terras que têm limitações moderadas ao uso. requerendo práticas simples de controle à erosão e de melhoramento.  Estão sujeitas a riscos moderados de depauperamento. . para assegurar o uso agrícola.

Classe III  Formada por terras com fortes limitações ao uso. (vermelho)  Estão sujeitas a severos riscos de depauperamento. requerendo medidas intensivas e complexas de conservação do solo e da água. . para poderem ser cultivadas segura e permanentemente com culturas anuais adaptadas.

(azul) Os solos.   . em sua maior parte. devem ser mantidos com pastagens ou cultivos permanentes mais protetores (laranjais/cafezais). Possuem características desfavoráveis à agricultura.Classe IV  Terras com muitas limitações permanentes à agricultura. pela forte declividade ou pelas muitas pedras à superfície.

(verde escuro) . mas que somente podem ser utilizadas para pastagens.Classe V  Formada por terras planas ou quase planas. reflorestamento ou alguma cultura perene sendo. praticamente sem riscos de erosão. impróprias para exploração com culturas anuais.

mas adaptadas para pastagens e/ou reflorestamentos com moderados problemas de conservação. podendo ser utilizadas em casos especiais.Classe VI  Formada por terras impróprias para culturas anuais. que sejam protetoras do solo. (alaranjado) . para culturas perenes.

por estarem sujeitas a muitas limitações permanentes. (marrom) . além de serem impróprias para culturas anuais. mesmo para as culturas permanentes.Classe VII  Formada por terras que. apresentam severas limitações. como pastagens e florestas. que são protetoras do solo.

Classe VIII  Formada por terras impróprias para qualquer tipo de cultivo (anual. (roxo)  . turismo ou armazenamento de água em açudes. Compreende diferentes tipos de terrenos e servem apenas para proteção e abrigo da fauna e flora. permanente ou floresta). para fins de recreação.

O cultivo exige apenas práticas agrícolas mais usuais. reflorestamento ou vida silvestre Apto para reflorestamento ou vida silvestre. I Apto para todos os usos. reflorestamento ou vida silvestre V VI Apto para pastagem extensiva. mas práticas intensivas de conservação simples são necessárias se cultivado. mas práticas de conservação simples são necessárias se cultivado. restrições para cultivos IV Apto para pastagem. Em geral. para produção de vida silvestre ou recreação. Apto para vários usos. II III Apto para todos os usos. . às vezes.Mapa de Capacidade de Uso Aumento da intensidade do uso Classe de capacidade de uso Pastoreio Vida silvestre e ecoturismo Reflorestamento Cultivo Moderado Intensivo Restrito Moderado Intensivo Muito Intensivo Apto para todos os usos. inadequado para pasto VII VIII Apto. Inapto para produção econômica agrícola. pastagem ou material florestal.

Modificações naturais sofridas pelo solo ou a introdução de novas práticas de manejo podem deslocar uma gleba de uma classe para outra. Porém a avaliação da capacidade de uso do solo se baseará nas condições existentes por ocasião do levantamento.Classes de Capacidade de Uso   Podem não ter um caráter permanente.  .

Reservas Florestais Pastagens Culturas Perenes Culturas Anuais .

e compreende subdivisões das classes de capacidade de uso de acordo com a natureza da limitação de uso e/ou riscos de degradação. ou tipo de problema dentro do uso considerado. .Subclasse de Capacidade de Uso  Constitui o terceiro nível categórico.

excesso de alumínio. como: pequena espessura. textura arenosa. Refere-se a problemas do solo na zona das raízes.Subclasse “e” Limitações pela erosão presente e/ou riscos de erosão. pedregosidade. a suscetibilidade à erosão. . é o principal problema.  Neste caso.  Subclasse “s”   Limitações relativas ao solo.

riscos de inundação e deficiência de oxigênio às plantas. como: seca prolongada. Subclasse “c”  Limitações climáticas. Neste caso. deve-se à altura do lençol freático. granizos. ventos frios e chuvas torrenciais freqüentes. geadas. .Subclasse “a”   Limitações devido ao excesso de água. as restrições ao uso.

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que são ordenados e apresentados em fórmulas convencionais.Fórmula de Capacidade de Uso das Terras.  As características de cada gleba e subgleba. As fórmulas comumente usadas. são identificadas por símbolos específicos. são: ◦ a) mínima ◦ b) obrigatória ◦ c) máxima  .

Essa observação é feita em barrancos de estrada. sondagens com o trado.Características da Terra a Serem Levantadas:  PROFUNDIDADE EFETIVA (pr): refere-se à profundidade do solo em que as raízes estão presentes. ou em trincheiras. ou que podem atingir sem limitações.  .

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. TEXTURA (t): é determinada através do tato. em duas profundidades: nos primeiros 20 cm e entre 40 a 60 cm.

sendo. profundidade efetiva. estimada através do exame em conjunto da textura.  . PERMEABILIDADE (pm): a permeabilidade depende diretamente das características do perfil do solo. cor e presença ou não de mosqueados causados pelo excesso de água. Esta característica também é determinada em duas profundidades: na camada superficial e na subsuperficial (horizonte B). portanto. estrutura.

Teste de Infiltração  Infiltrômetro de Anéis Concêntricos .

Infiltrômetro de anéis concêntricos  São dois anéis metálicos 25 cm 30 cm 50 cm .

Infiltrômetro de anéis concêntricos 50 cm .

Metodologia   Colocar água. nos dois anéis. Qual a importância do anel externo? ◦ É evitar que a água do anel interno infiltre lateralmente   Altura da lâmina de água nos anéis deve ser de 5 cm. com intervalos de tempo iguais. ao mesmo tempo. As leituras devem ser realizadas até que a Velocidade de Infiltração fique constante.  . Com uma régua graduada acompanha a infiltração vertical do cilindro interno.

Determinação da Infiltração (I) e Velocidade de Infiltração (VI):  Taxa de infiltração (I) – é definida como a lâmina de água (volume por unidade de área) que atravessa a superfície do solo. . por unidade de tempo.

4 6.60 1.4 2.8 0.50 10.6 2.8 0.8 5.0 3.2 16.00 11.6 0.2 0.9 5.1 4.0 19.Tempo Hora Acum (min) Régua Leitura (cm) Diferença (cm) Infiltração acumulada (I) em cm Velocidade de Infiltração VI (cm/h) VIa (cm/h) 10:00 10:05 10:10 10:15 10:20 10:30 10:45 11:00 11:30 12:00 12:30 13:00 5 10 15 20 30 45 60 90 120 150 180 10.6 4.2 5.1 0.00/10* 10.8 14.50 11.7 5.0 19.7 5.2 0.4 3.2 * Houve reposição de água nos anéis .5 0.0 0.6 6.10 11.3 0.2 0.30 10.4 9.2 14.2 0.8 2.3 9.6/10* 11.80/10* 10.8 3.9 2.20 12.9 6.4 5.1 1.4 12.6 0.40 10.6 2.60 11.5 0.1 0.6 1.

00 11.30 10.10 11.Tempo Régua Infiltração acumulada (I) em cm Velocidade de Infiltração VI (cm/h) VIa (cm/h) Hora 10:00 10:05 10:10 Acum (min) 5 10 Leitura (cm) 10.50 11.40 10.20 Diferença (cm) 10:15 10:20 10:30 10:45 11:00 11:30 12:00 12:30 13:00 15 20 30 45 60 90 120 150 180 12.6/10* 11.60 11.80/10* 10.00/10* 10.50 10.60 * Houve reposição de água nos anéis .

 DECLIVIDADE(d): a declividade é determinada com clinômetros. níveis de precisão ou estimada por meio da planta planialtimétrica das glebas. .

e a erosão em sulcos. EROSÃO(e): determinam-se a erosão laminar e a erosão em sulcos.  . de forma generalizada. pela freqüência e profundidade dos sulcos presentes. A erosão laminar é estimada pelo rebaixamento do perfil do solo. que ocorrem na gleba.

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em diferentes níveis de informação. . USO ATUAL: para complementar as informações. é identificado o uso atual.

Fórmula mínima:  Constituída pela seguinte notação: ◦ profundidade efetiva (pr) ◦ textura (t) ◦ permeabilidade (pm) ◦ declividade (d) ◦ erosão (e) .

. Símbolos e parâmetros das características que compõem a fórmula mínima de capacidade de uso das terras.

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. que são expressos por símbolos específicos após a notação da fórmula mínima. e pelo uso atual de terra.Fórmula Obrigatória:  Obrigatória constituída pela fórmula mínima. acrescida pelos demais fatores limitantes.

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P3 .Argissolo Vermelho -Amarelo distrófico.produtividade aparente (p) média (3). PVd .Fórmula Máxima  Onde: ◦ ◦ ◦ ◦ IIIes .). . 3 .classe III com problemas de erosão.solo moderadamente profundo (de 50 a 100 cm.

 3/2 . B .permeabilidade rápida na camada superficial (1). e moderada na subsuperficial (2). 1/2 . apresentando sulcos superficiais e ocasionais (7).declividade média (de 2 a 5%).erosão laminar moderada (2). . e textura argilosa na subsuperficial (2).    27 .textura média na camada superficial (3).

pedregosidade na superfície do solo (pd). poucas pedras (1).   Di . e Lam . pd1 .caráter distrófico.lavoura (L) anual (a) de milho (m) .

. Define a capacidade de uso da terra.  . tipos de clima..  Combinação de fatores: tipos de solo.Ao iniciar um planejamento  Mapa da propriedade – hoje: utiliza-se fotos de satélites. graus de declive.