CAMINHANDO PARA O NASCIMENTO
Curso de Preparação para o Parto
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‘ALMADA
TEM SIDO
PLANEADA
A RETALHO’
Fernando Pena lidera a candidatura do CDS/PP à Câmara de Almada. Admite que o objectivo é ser vereador, ‘para ajudar a mudar o concelho’
Páginas 6 e 7
Comércio retoma guerra
Página 7
NA HORA
Petição discutida no Parlamento
A Assembleia da República discutiu quar- ta-feira uma petição, apresentada pela Co- missão de Utentes dos Transportes da Margem Sul, que "exige" a integração do Metro Sul do Tejo no Passe Social. A peti- ção, que recolheu mais de 4000 assinatu- ras, foi lançada a 1 de Novembro de 2008.
Moinho abre no Seixal
O Moinho de Maré de Corroios, com cerca de 600 anos, vai reabrir ao público em Se- tembro e quem o visitar vai poder ver ao vivo o fabrico de farinha à imagem do que era feito antigamente. Datado de 1403, o Moinho de Maré de Corroios foi adquirido pela Câmara do Seixal em 1981.
Montras floridas
A florista Lírios do Vale, da Sobreda, foi a vencedora da 18.ª edição do Concurso de Montras de Almada, que decorreu entre 15 e 25 de Junho. Esta é mais uma iniciativa com o objectivo de estimular o comércio local. A VenâncioModaMasculina, ficou em segun- do lugar, e o terceiro foi para a Assistimo.
Burlas de falsa banqueira superiores a dez milhões
Página 4
21 a 27 JULHO 2009
JR Almada 3
LUCIANA ABREU E YANNICK DJALÓ
Namoro
assumido
É oficial! O avançado sportinguista
pediu a actriz em namoro, com um ramo de flores na mão
e na presença da mãe dela
Como sempre, os fãs foram os
primeiros a saber da novidade. Foi no seu sítio oficial, na In- ternet, que Luciana Abreu deu
a notícia de que tinha sido pe-
dida em namoro por Yannick Djaló. Perante o pedido, ro- mântico, feito com flores e na presença da mãe da actriz, Lu- dovina, a apresentadora acei- tou. “Fui pedida em namoro à minha mãe, como sempre sonhei, com um lindo ramo de flores e uma aliança fora
do normal, muito especial”, revela Lucy, que já se encontra
a gravar a nova telenovela da
SIC, “Eterno Amor”. E a jovem nem teve de se esforçar muito para conquis- tar o amor. “Sempre vos dis- se que não precisava de pro- curar o meu príncipe encan- tado, porque ele estava mar- cado no meu destino e iria encontrar-me.” Luciana não poupa elogios ao futebolista. “Quero que saibam que sou tratada co- mo uma verdadeira prince- sa e que, acima de tudo, ele me respeita muito, como
sempre respeitou todas as pessoas que pela vida dele passaram.” A confirmação do namoro
surge depois de o casal ter afiançado que apenas uma for- te amizade o ligava. Ainda na passada semana, Djaló e Lucy estiveram juntos no mesmo evento, em Cascais. Na altura, referiram ser apenas bons ami- gos. O camisola 20 dos “leões”
‘Sou tratada
como uma verdadeira princesa’ Luciana Abreu
disse mesmo não estar a pen- sar em ter namoradas. Porém, na intimidade, o jovem casal já dava asas ao amor. Agora, Luciana Abreu agradece à imprensa, a quem
“Desejo-lhe felicidades!”
Ana Sofia Miguel, antiga companheira de Djaló, não estranhou a notícia. “O que é que eu posso dizer? Que lhe desejo as maiores felici- dades.” O futebolista e Ana Sofia estiveram juntos sete anos e são pais de Chrystian, de 1 ano. “O Djaló é um óp- timo pai. Até agora não te- nho qualquer razão de quei-
xa, ele é muito atento ao menino”, afirma a jovem. E nem mesmo o facto de o avançado leonino já pensar em ter mais filhos é motivo de preocupação para a ex-mu- lher. “Um irmão é bem-vin- do para o Chrystian” , avan- ça Ana Sofia, que refez a vida ao lado de Fausto Lourenço, também futebolista.
atribui a “culpa” pela sua maior aproximação a Djaló. “A imprensa, de tanto es- crever e inventar, acabou por nos aproximar de uma maneira encantadora, en- quanto brincávamos sobre a polémica e as matérias
que saíam.” Luciana Abreu confessa, ainda, que era frequente fa- lar ao telemóvel com Djaló,
e jantar na sua companhia,
tal como Ana Sofia Miguel,
ex-companheira do jogador,
já tinha dito aos jornalistas.
Esses encontros e telefone- mas foram fortalecendo a re- lação, que, realça, começou por ser de amizade. “Conhe- cemo-nos há mais de dois anos e fomos construindo uma linda e forte amizade. Muitas vezes, jantávamos com os nossos amigos, fa- lávamos ao telemóvel, e foi assim que me fui aper- cebendo do seu valor não
só como amigo, mas como homem.” Yannick Djaló também fez
questão de deixar uma mensa-
gem aos fãs da nova namorada. “É com grande prazer e or- gulho que partilho com vo- cês um dos momentos mais felizes da minha vida. Final- mente encontrei a mulher dos meus sonhos, com quem quero passar o resto da vida.” O futebolista vai mais lon- ge e faz juras de amor eterno. “Sinto-me extremamente fe- liz por ter o filho e a mulher mais lindos do mundo. É com ela que quero partilhar o resto da minha vida e cons-
truir uma família linda, ain- da maior.” Luciana não cabe em si de contentamento. Contudo, é mais moderada do que Djaló, quanto ao futuro da relação. “Como vêem estamos mui- to felizes e hoje é apenas o nosso presente. O futuro só a Deus pertence.” Lucy agra- dece aos fãs e remata: “Não se esqueçam; os príncipes en- cantados ainda existem”.
Texto: Isabel Laranjo/Tvmais Fotos: Pedro Melo
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4 JR Almada
21 a 27 JULHO 2009
CONSULTÓRIO MÉDICO
A importância de um ‘personal trainer’
Todos sabemos dos benefícios da prática de actividades físicas na saúde, mas os moti- vos que levam cada um ao ginásio são distin- tos: perda de peso, aumento de massa mus-
cular, tonificação muscular, resistência car- diovascular, aumentar a flexibilidade, recu- perar a mobilidade, melhorar a postura, aprender a nadar, preparar e recuperar o par- to ou mesmo reabilitar após lesão.
À medida que aumenta a importância do
exercício físico, aumenta também a necessi- dade de avaliações e prescrições de treino mais rigorosas. Estas devem ser elaboradas por profissionais qualificados que sejam ca- pazes de desenhar programas de treino es- pecíficos a médio e longo prazo, detectar possíveis patologias, aplicar protocolos para estratificar o risco dos indivíduos e moti- vá-los para os seus objectivos. Um ‘Personal Trainer’ trabalha individual- mente com cada pessoa, acompanhando e
ajudando a assumir um compromisso de em- penho e motivação no caminho para atingir
as suas metas.Os ‘Personal Trainers’ são pro- fissionais qualificados na área do desporto e saúde, especializados em dar apoio indivi- duale ir ao encontro de necessidades especí- ficas decada pessoa, seja umavulgar adapta- çãoà actividade física, comocasos mais com- plicados dedoenças metabólicas (ostoeporo-
condições limi-
ou mes-
mo preparações específicas de atletas.
O acompanhamento especializado tem
inúmeras vantagens, das quais se desta- cam a segurança, técnica, planeamento, motivação, disciplina, rigor, ajuda e o relaxa- mento. Estas razões aliadas ao princípio da individualidade de cada um, a cada dia, per- mitem a obtenção de resultados e optimiza- ção do seu tempo.
se, diabetes, dislipidémia
tantes (asma, artrite, espondilite,
),
)
Paulo Ah Quin Holmes Place (Algés)
Fraude superior a 10 milhões
‘Banqueira caseira’ soma queixas, mas nega ser a ‘D. Branca de Almada’
As autoridades não conhecem
a verdadeira dime nsão da burla
protagonizada pela mulher de 40 anos, que tem o seu escritório em Almada. Centenas de pes- soas terão sido vítimas de extor- são de dinheiro com recurso a um método semelhante ao da “Dona Branca”, sendo que fon- tes policiais contactadas pelo JR admitem que a fraude financeira pode ascender aos dez milhões de euros. A investigação iniciada há cin- co meses pela PSP estará longe de apurar o número de vítimas, já que as queixas contra a chamada "Dona Branca de Almada" se es- tendem de norte a sul do país, sendo que as vítimas vêm apre-
sentando as queixas nas respecti- vas áreas de residência. De resto,
a suspeita já foi ouvida pela polí-
cia, há cerca de três semanas, na sequência de quatro alegados cri- mes reportados ao início do ano. No Centro Comercial Som- mer, onde tem o seu estabeleci- mento – cuja renda continua a ser paga, segundo a própria admi- nistração – os vizinhos garantem estar surpreendidos, enquanto elogiam a “simpatia” da senhora, que aliciava as suas vítimas atra-
Escritório da falsa banqueira continua instalado num centro comercial de Almada
vés de anúncios em jornais de to-
do o país. A 'banqueira' prometia juros elevados pelo depósito das pou- panças e garantia emprestar di- nheiro, após a abertura de um processo pelo qual tinham de pa- gar mais de 900 euros. Porém, de acordo com as várias queixas apresentadas ao longo dos últi- mos meses, ninguém terá obtido crédito junto da “benfeitora”, en- quanto o dinheiro desapareceu.
Entre as poucas vítimas que decidiram, para já, assumir ter si- do enganadas pela suspeita, está Manuel Carvalho, residente em Águeda, que decidiu contactar a “banqueira” porque precisava de um crédito de 2500 euros. “Es- tou sem emprego na altura e vi o anúncio num jornal da terra. Entrei em contacto com a se- nhora, que me prometeu ar- ranjar o dinheiro se eu deposi- tasse 295 euros para despesas
com o processo. Garantiu-me
o dinheiro em 48 horas, mas
quatro dias depois ainda não havia nada na conta, quis falar com ela e já tinha mudado de número”. Mesmo envergonha- do com a situação, lá decidiu apresentar queixa na GNR de Águeda dia 17 de Julho. Entretanto, a mulher em cau- sa garantiu aos jornalistas que nunca lesou ninguém. Encontra- da pela Lusa no seu escritório, no centro comercial Sommer, em Almada, contou que se instalou ali há cerca de um ano. O escritório está identificado com o nome A. Silva e na placa pode ler-se "Prestação de servi- ços.Mediação financeira. Con- sultadoria". Questionada sobre
as notícias do seu alegado envolvi- mento num esquema financeiro que, segundo a imprensa, terá le- sado centenas de clientes numa verba que atingirá os 10 milhões de euros, garantiu: "Não lesei ne- nhum cliente". "Muitas vezes
a lesada sou eu. É muito fre-
quente que as pessoas me pa- guem com cheques sem cober- tura", disse. Garantiu que está le- gal perante as Finanças e passa re- cibos, reiterando a sua inocência.
Turismo ignora Festival de Almada
A Turismo de Lisboa e Vale do Tejo (T-LVT) reduziu em 85 por cento o subsídio a atribuir ao Festival Internacional de Teatro de Almada (FI-
TA), a três dias do final da sua 26.ª edição. Joa- quim Benite, director do Festival de Teatro de Almada, afirma que a atitude revela “incompe- tência, desconsideração, falta de delicadeza e uma arrogância imperial”.
O director diz que “a organização esperava
pelo menos que a notícia lhe tivesse chegado mais antecipadamente”. Apesar de reconhecer que “não havia nenhum compromisso assina- do com a T-LVT”, Joaquim Benite argumenta que “havia uma prática de apoio anual”. “O montante tinha vindo a aumentar desde 1999, tendo-se mantido estável durante os últimos quatro anos. Não tínhamos nenhuma razão
para estar à espera desde corte”, acrescenta.
A T-LVT assegurava, afirma Benite, 6 por
cento do orçamento do Festival e este corte “não compromete o evento”: “Temos sempre con- seguido angariar fundos. Somos um Festival de destaque a nível europeu”, diz.
O director acrescenta que o Festival vai acei-
tar os 5 mil euros: “Aceitamos o que nos dão, não somos orgulhosos, mas não deixamos de ficar indignados com esta acção política, inse- rida num quadro de desinteresse e menospre- zo pela actividade cultural”.
Mais areia na Costa
O presidente do Instituto Nacional da Água (INAG), Orlando Borges, anunciou que desde 2008, para além da alimentação artificial das praias da Costa da Caparica, “houve um aumento de 90 mil metros cúbicos de areia”. “Em 2008 quando acabou o enchimento artificial das praias fizemos um balanço que resul- tou em um milhão de metros cúbicos no sistema, em 2009 está um milhão mais 90 mil metros cúbicos”, garantiu o
responsável durante uma sessão de esclare- cimentos à população e aos agentes econó- micos. O responsável afirma que a quanti- dade de areia que se manteve é “muito acima do que se esperava a juntar o acréscimo natural que se verifica”. Os trabalhos de alimentação artificial das praias urbanas da Costa da Caparica e S. João da Caparica que estão previstos pa- ra 2009 vão ter início dia 27 de Julho, vão decorrer durante 60 dias.
Farol de Cacilhas volta a iluminar o Tejo
Foi inaugurado ao som da Banda da Arma- da. Com grande nostalgia e a presença de centenas de pessoas. Afinal, o momento era sublime. O Farol de Cacilhas estava de re- gresso, 30 anos depois de ter recebido guia de marcha para a ilha Terceira, nos Açores. Do alto dos seus 12 metros há uma nova luz a iluminar o Tejo. A recolocação deste ex-líbris de Cacilhas surge nas imediações do local onde foi insta- lado pela primeira vez em 1885. O próprio chefe do Estado-Maior da Armada, Fernan- do Melo Gomes, não conteve a emoção do momento, garantindo que "este farol acom- panhou-me na vida de mar durante mui- to tempo e é com grande prazer que o revejo aqui", referiu, enquanto o vereador António Matos revelou que a recuperação do farol foi possível com recurso a um proto- colo entre a Marinha e o Município, que in- vestiu neste projecto 40 mil euros. "A luz não encandeia, não vai coorde- nar o tráfego fluvial, mas vai apontar fu- turos para a cidade – um futuro de mo- dernidade que respeita o passado", afir-
mou o vereador da Cultura, sendo que para a presidente Maria Emília de Sousa, "este farol mostra que é possível muito mais futuro na nossa terra". "O esforço de re- colocação do farol mostra que Almada é um concelho com muito amor à sua his- tória e ao seu património", acrescentou. O farol foi desactivado em Maio de 1978, devido à falta de utilidade para os navegan- tes e às obras de construção do novo termi- nal fluvial de Cacilhas. Foi depois instalado, em 1983, na Ponta do Queimado, na Tercei- ra, após um sismo ter destruído parcialmen- te o antigo farol da Serreta. “Parece-nos que isto é mais do que justo”, referiu, por seu lado, Henrique Mota, presidente da Fa- rol – Associação de Cidadania de Cacilhas, criada em 2003 para lutar pelo regresso do farol a esta freguesia. Justifica HenriqueMo- ta que “este farol tem muito a ver com a memória colectiva das pessoas, porque foi transversal a uma série de gerações”, constata o mesmo dirigente, assumindo es- tar a viver “uma alegria muito grande ao ver o farol voltar.”
FICHA TÉCNICA
Director: Paulo Parracho Chefe de Redacção: João Carlos Sebastião Colaboradores: Ana Raquel Oliveira, Carla Ventura, Silvia Rodrigues, Jorge Ferreira, Francisco Lourenço, Raul Tavares, Raquel Silva, José Duarte; Natacha Brigham (Fotografia) Grafismo: Mónica Monteiro Director Comercial:
Hélder Arsénio Distribuição e Logística: António Oliveira ERC: Registo n.º 119748 Proprieda-
de/Editor: Publiregiões – Sociedade Jornalística e Editorial, Lda Sede: Al. António Sérgio, n.º 7 - 1.º D – 2799-531 Linda-a-Velha Capital Social: 50.000 Euros NRPC: 502732903 Tiragem: 225.000 exemplares Impressão: Imprejornal, EN115 ao Km 80 – Qta. Velha – Sto. António do Tojal – 2660-161 Loures Depósito Legal n.º 100139/96 Redacção e Publicidade: Al. António Sérgio, n.º 7 - 1.º D – 2799-531 Linda-a-Velha. Tel.: 21 415 72 00 Fax: 21 415 07 81 E-mail Redac- ção: jr-editor@jornaldaregiao.pt Comercial: comercial@jornaldaregiao.pt Classificados n.º azul:
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JR Almada 5
EMPRESAS
Vodafone Casa TV
Vodafone Casa TV é o novo ser- viço de televisão digital em Por- tugal, insere-se na oferta Voda- fone Casa e conta já com mais de 100 canais de televisão, in- cluindo os canais mais popula- res e os canais 'premium' favori- tos do mercado português. Possui todas as funcionalida- des avançadas de Televisão, como a Alta Definição de ima- gem (HD) e som (Dolby Sur- round), o Gravador Digital (com capacidade até 280 ho-
ras e gravação automática de séries completas), o Guia TV, a Pausa TV e o Videoclube.
Camisolas solidárias
A Associação Salvador e a Que- bramar uniram-se pela luta dos direitos das pessoas com deficiência motora. Para tal, foi lançada uma campanha com uma colecção exclusiva de ‘t-shirts’ de homem e senhora, as quais transmitem mensa- gens de esperança, apelo e sensibilização para a luta pelos direitos das pessoas com mobi- lidade reduzida. As ‘t-shirts’ es-
tão à venda nas lojas do Alma- da Forum, Vasco da Gama e CascaiShopping.Parte das ven- das das ‘t-shirts’ reverterão a favor da Associação Salvador.
6 JR Almada
21 a 27 JULHO 2009
FERNANDO PENA
‘Quero uma Almada virada para o exterior’
Candidato do CDS/PP define meta a atingir nas Autárquicas:
Ser eleito vereador, para ‘ajudar’ a mudar o concelho
Diz que entra na corrida às autár-
quicas para “ajudar” a mudar Al- mada. É com esse entusiasmo que Fernando Pena ergue a fas- quia até à marca histórica para
o pouco representativo CDS
no concelho: conseguir ser elei-
to para a Câmara. Sabe que o
objectivo é ousado, mas diz que é preciso acreditar até ao último voto. Em entrevista ao Jornal da Região, o candidato afirma que Almada tem tudo para se projectar internacional- mente, “mas tem sido muito maltratada.”
Já assumiu que entra nesta corri- da para ser eleito. Mas tem consciên- cia das suas reais possibilidades?
As pessoas estão fartas de
ter mais do mesmo, até porque muitas das más políticas da Câ- mara de Almada têm merecido
a aprovação da oposição PS e
PSD. Aquilo que hoje se quer fazer nas terras da Costa, por exemplo, é uma cumplicidade a três, como consta nas actas. Eu corro por Almada, para dar um contributo importante pa-
ra aquilo que vai ser o futuro da cidade e do concelho.
Alguma estratégia política em carteira que considere relevante pa- ra atingir essa meta?
A primeira coisa que eu fiz foi desafiar todos os candida- tos a darem uma ideia de cida- de. Eu acho que Almada tem sido sucessivamente planeada a retalho, sítio a sítio, sem uma visão global de cidade. Eu que- ria, em primeiro lugar, pensar a cidade, apontando para um pro- jecto ambicioso. Repare que Almada tem uma localização geográfica privilegiada. Tem rio, tem mar, tem área protegi- da, tem património histórico, está às portas da capital e a pou- cos quilómetros da serra. De- pois tem um património natu- ral extraordinário.
E essas mais-valias não têm sido aproveitadas?
Muito mal aproveitadas. É
preciso tirar o devido partido, pelo que eu quero uma Almada virada para o exterior, com uma projecção internacional. Para isso, a cidade tem que ser
pensada com ambição.
Apesar dos vários planos elabora-
dos ao longo dos anos?
Muito do que tem sido feito em planos podia ter gerado
uma cidade que atraia investi- mento. É preciso que olhemos descomplexados para a necessi- dade de parcerias com o sector privado. Queremos uma Alma- da que liberte energia criadora de pessoas e de empresas, que aposte muito na educação de qualidade internacional. Mas também queremos uma Alma-
uma rede de corredores verdes como se faz em grandes cida- des internacionais. Depois, é preciso apostar em coisas em- blemáticas que possam contri- buir, a longo prazo, para esse papel que Almada pode ter na senda internacional. Falo de projectos culturais, educacio- nais e de investigação que po- dem ilustrar esta nova matriz que se deseja para cidade.
A crise no comércio tem sido te- ma em foco e matéria de grande po- lémica, com os comerciantes a pedi- rem o regresso dos automóveis ao centro da cidade. Esta questão está entre as suas prioridades?
É preciso ir um bocadinho atrás. Há uma coisa que come- çou a matar o comércio local, que foi a criação de um centro comercial quase no centro da cidade. Para um partido que tantas vezes se reclama contra o grande capital não deixa de ser uma ironia aquele hino ao grande capital. As coisas come- çaram com essa falta de visão.
Mas depois das obras do Metro, segundo os comerciantes, as coisas terão piorado
Sim, contudo, a decadência do comércio local já tinha come- çado, embora se tivesse agudiza-
Natural de Almada, onde sempre viveu. Fernando Pena, 40 anos, é licenciado em Matemática
muito mais rendimentos para a população do concelho. Nós queremos uma cidade, em pri- meiro lugar, para as pessoas,
da solidária com os idosos e que perceba o seu valor social. Tem de ser uma cidade pensa- da de maneira moderna, com
Fernando Pena reconhece como difícil a missão a que se propõe, mas quer ser o
do com a questão das obras do Metro. Agora, é preciso perce- ber que o comércio só sobrevive quando as pessoas vierem para rua e os cidadãos passarem a ter direito ao espaço público. O pro- blema é que há muitos anos que as pessoas não têm esse direito,
porque Almada é uma cidade su- ja, desagradável, e com muito vandalismo no espaço público.
Na prática, está sugerir que é uma cidade pouco apelativa para os peões?
É uma cidade com más con- dições para os peões, com falta
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‘Há muito dinheiro mal gasto em Almada’ |
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Numa recente entrevista à Lusa a presidente da Câmara defen- dia a Regionalização, conside- rando que o Governo tem estado muito distante de Almada. Quer comentar? |
mente importantes, porque muito dinheiro se gastou no Polis que é muito caro e é muito mau em planeamento, além de ser muito mau paras pessoas. Ao nível do Metro, gastou-se muito dinheiro num transporte que anda muitas vezes vazio, que está mal pensado e que arrasou com o centro de Almada. Ou seja, tem havido muito di- nheiro muito mal gasto. E como se poderia inverter es- ta tendência? |
Eu não acho que a regio- nalização seja um imperati- vo num país com as nossas características. É necessá- rio apostar no municipalis- mo e numa gestão metropo- litana de alguns secto- res-chave, porque a Junta Metropolitana devia ter um papel muito mais impor- tante em políticas de orde- namento do território e transportes. Temos que aproveitar a proximidade à capital. |
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Eu não sei se o Governo tem estado sempre distante. Em algumas coisas a presi- dente até tem conseguido a presença do Governo. Basta olhar para o Polis e para o Metro. Se calhar, não se tem conseguido a proximidade do Governo nas coisas real- |
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21 a 27 JULHO 2009
JR Almada 7
primeiro vereador eleito pelo CDS/PP na história da Câmara Municipal de Almada
de estacionamento pensado e com muitos momentos de in- segurança provocados por pes- soas que desfiguram esse espa- ço público e põem em causa a segurança das pessoas e das propriedades. Por isso, o pri- meiro passo é tornar o espaço público agradável aos cida- dãos, sem os estar a empurrar para o centro comercial. Só as- sim vai ser possível revitalizar o comércio.
E como tenciona resolver o problema da escassez de estacio- namento?
Se calhar era possível apro- veitar edifícios que estão devo- lutos, e há muitos, para criar
estacionamento, mas teria de ser com preços acessíveis e que sejam convidativos, para que não se force as pessoas a usarem um transporte públi- co, que nem sempre funciona.
Como analisa o estado de coi- sas no sector turístico?
‘Uma cidade virada para o betão não consegue atrair turistas’
Também aqui tem que se apostar na qualidade e isso só possível quando os locais fo- rem atractivos para quem vem de fora para o ver. Nós temos património histórico e cultural que é urgente reabili- tar e preservar. Só para dar um exemplo, porque a lista se- ria muito extensa, nós temos a mais antiga fortificação ma- rítima portuguesa, que é a Torre de São Sebastião, que está em ameaça de ruína, sem qualquer previsão de interven- ção. Isto ao fim de décadas. Tem sido um desleixo tremen- do da autarquia. Temos quin- tas que estão ao abandono e
que são zonas de paisagem ex- traordinária.
Acha que tem havido mais preo- cupação com o betão?
Sem dúvida. O concelho es- colheu como grande tema de desenvolvimento o betão. Foi isso que foi definido no Plano Director Municipal e que se prepara para continuar. Uma ci- dade virada para o betão não é uma cidade que atraia turistas. Temos que planear uma cidade integrando o espaço edificado com o espaço natural, sem pen- sar em permanentemente arra- sar esse espaço natural.
Paulo Ferreira
bal(ACSDS). É mais uma tenta- tiva do sector procurar respon- der à crise nas vendas registada desde que a zona foi reservada aos peões, após as obras doMe- tro Sul do Tejo. Fonte da ACSDS justifica mais esta campanha com o fac- to da presidente da autarquia, Maria Emília de Sousa, ter recu- sado repor a circulação automó- vel, durante Assembleia Muni- cipal que teve lugar há oito dias, sendo que os comercian-
tes contestam, sobretudo, algu- mas das acções de requalifica- ção do centro da cidade, dizen-
do não perceber a utilidade do Metro. A associação afirma que "a degradação das lojas ainda abertas é notória, dan- do uma imagem de baixa qua- lidade à artéria, a par com os serviços da área, que tam- bém se ressentem, como os bancos e estabelecimentos de saúde, dia a dia com cada vez menos afluência". Recorde-se que, a 26 de Ju-
nho, os comerciantes entrega- ram, simbolicamente, as cha- ves dos seus estabelecimen- tos a representantes da autar- quia, dada a perda de clientes que têm vindo a sentir em consequência da pedonaliza- ção da zona. Fonte da autarquia garan- tiu, entretanto, que a Câmara “continua a trabalhar em per- manente diálogo com os re-
presentantes dos comercian- tes do concelho" e que estão a ser desenvolvidas formas de in- centivar o comércio local, co- mo a criação de uma Loja do Munícipe com vários serviços municipais, salientando que há dois parques de estacionamen- to na zona com capacidade pa- ra 1000 lugares, a que se vai jun- tar um novo parque a abrir em breve.
8 JR Almada
21 a 27 JULHO 2009
AUTOMÓVEIS
Preço, economia e desempenho com nota (i)20
Modelo europeu da Hyundai revela argumentos anticrise
Lançado este ano , o Hyun- dai i20 é o exemplo vivo da evolução e da capacidade de adaptação da marca coreana às exigências do mercado euro- peu, onde o segmento dos cita- dinos tem grande expressão. Depois de um primeiro en- saio, aquando da apresentação nacional, às motorizações a ga- solina, com o novo bloco ‘Kap- pa’, de 1.2 litros de 78 cv e o 1.4 de 100 cv, dispensámos agora
alguma atenção às versões de 75 e 90 cv do motor 1.4 CRDi. Estão lá todas as virtudes deste modelo desenhado e de- senvolvido na Europa e que apresenta argumentos fortes para fazer face à concorrência mais directa. Desde logo, pelo preço reduzido a que é comer- cializado (desde 16 956 euros). Verdadeira pechincha, para um carro que apresenta de sé- rie equipamentos como o ar
condicionado, sistema de som com quatro colunas, lei- tor de CD e MP3 com ecrã de dados incluído e comandos no volante, entrada USB/iPod (excepto na versão base) vi- dros eléctricos e fecho centra- lizado. A estes, há que juntar ainda outros argumentos, co- mo os seis airbags – diantei- ros, laterais e de cortina, ABS de última geração, distribui- ção electrónica da força de tra- vagem (EBD) e o controlo electrónico de estabilidade (ESP), que tornam o i20 num dos carros mais seguros do seg- mento, como provam as cinco estrelas alcançadas nos testes
de embate da EuroNCAP. Bom, mas se estes atribu- tos não chegarem para eviden- ciar a excelente relação preço/ /qualidade do i20 1.4 CRDi, há outros que podemos avan- çar sem mácula. Comecemos pelo novo ‘design’ do sucessor do Getz, onde a influência eu- ropeia é por demais evidente. Com uma distância entre ei- xos de 2525 mm, à estética jun- ta-se ainda um aceitável espa- ço interior e uma bagageira com 295 litros de capacidade. Ao nível dos acabamentos, o mito urbano sobre a má quali- dade dos plásticos coreanos é aqui totalmente desmentido,
com um ‘design’ muito apelati- vo ao nível do tablier e do pai- nel de instrumentos. Quanto aos motores 1.4 CRDi, a diferença de potên- cias levou-nos a um paradig- ma: gostámos mais da versão de 75 cv, pela sua maior agilida- de em condução citadina. A versão mais potente (90 cv) re-
vela, obviamente, outros argu- mentos em estrada, mas tor- na-se mais apática abaixo das 2000 rpm. Porém, em ambos os casos, as performances e os consumos alcançados (na casa dos 5,9 litros) confirmam a no- ta máxima dada ao i20.
Paulo Parracho
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21 a 27 JULHO 2009
AL184-0-61883
JDRALMADA(23/07/2009)
NOTÁRIA DO BARREIRO Dra. Luísa Almeida Sousa NIF 158140443 Telef.: 21 214 90 00/90 05 – Fax: 21 214 13 04 Av. do Bocage, n.º 29A • 2830-003 Barreiro
CERTIFICADO
Luísa Maria Martinho de Almeida Antunes de Sousa, Notária, do Cartório Privado, sito na Avenida do Bocage, n.º 29-A, Alto do Seixalinho, Barreiro:
CERTIFICO que, por escritura de dezasseis de Julho de dois mil e nove, exarada a folhas oitenta e nove, do livro de notas para escrituras diversas número Cento e oitenta e dois-L, neste Cartório, foi feita uma escritura de justificação em que:
– LUÍS MIGUEL VIEGAS FERREIRA, natural da freguesia de Caparica,
concelho de Almada, solteiro, maior, residente na Rua A-Ver-o-Mar, lote 7,
Botequim, Charneca de Caparica, Almada, contribuinte fiscal número 211 202 851,
é dono com exlusão de outrém, do seguinte:
– Lote de terreno para construção urbana, com a área de novecentos e cin-
quenta metros quadrados, designado por lote número dezassete, sito na Rua da Bela Vista, Quinta do Mirante, Botequim, freguesia de Charneca de Ca- parica, concelho de Almada, que confronta do Norte com Eugénio Mateus Ferreira, Herd., do Sul com Manuel Martins Mendes Paulo e José Nascimento Basílio, do Nascente com Maria Antonieta Jesus Correia Silva, Manuel Maria Rodrigues Pinho e Manuel do Espírito Santo e do Poente com Rua da Bela Vista, descrito na Segunda Conservatória do Registo Predial de Almada, sob
o número vinte e cinco mil trezentos e quarenta e dois, do livro B-setenta e
seis, lá registada, a aquisição a favor de Eugénio Mateus Ferreira, casado com Maria Adelaide dos Santos Viegas Ferreira sob o regime da comunhão de adquiridos, pela inscrição sessenta e três mil novecentos e vinte e quatro, do livro G-cento e sete, e omisso na respectiva matriz mas ao qual foi atribuído
o artigo provisório P25322, em nome do justificante, sem valor patrimonial,
a que atribui o valor de cinquenta mil euros.
– Que, efectivamente, em sete de Novembro de mil novecentos e setenta e
nove, Eugénio Mateus Ferreira e mulher Maria Adelaide dos Santos Viegas Ferreira casados sob o regime da comunhão de adquiridos, adquiriram o dito imóvel a Jorge Ribeiro de Carvalho e Rosa Gomes Ferreira de Carvalho, por escritura lavrada no Segundo Cartório da Secretaria Notarial de Almada, a folhas cinquenta e nove verso, do livro D-Sessenta e sete.
– Que, posteriormente, os ditos Eugénio Mateus Ferreira casado com Maria
Adelaide dos Santos Viegas Ferreira doaram o dito imóvel ao ora justificante, seu único filho, no ano de mil novecentos e oitenta e oito, não tendo nunca chegado a ser celebrada a correspondente escritura pública.
– Que, em vinte e três de Agosto de dois mil e oito, faleceu o dito Eugénio
Mateus Ferreira, tendo Maria Adelaide dos Santos Viegas Ferreira e o jus- tificante Luís Miguel Viegas Ferreira, sido habilitados únicos e universais
herdeiros por escritura de Habilitação de Herdeiros, lavrada em quatro de Novembro de dois mil e oito, a folhas oitenta e sete, do livro de notas Cento
e trinta e três – A. Do Cartório Notarial de Rita Lança Moreira de Magalhães, sito em Almada.
– Que, em quatro de Novembro de dois mil e oito, por escritura de Repúdio de
Herança, lavrada a folhas oitenta e oito, do livro de notas Cento e trinta e três A. do referido cartório, o justificante, repudiou a herança de seu pai, Eugénio Mateus Ferreira.
– Que, como tal, não tendo ele título aquisitivo do referido imóvel, o certo é
que já o possui há mais de vinte anos, como seu único e verdadeiro proprietário, assim se considerando, sempre à vista de toda a gente ou com possibilidade de
o ser e sem interrupção, sendo por isso uma posse pública, pacífica e contínua,
pelo que adquiriu o dito imóvel por usucapião, causa esta de aquisição que não pode ser comprovada pelos meios extrajudiciais normais, tendo ele como tal, legítimo interesse no registo do respectivo facto aquisitivo.
CERTIFICO que está conforme o original.
Cartório Notarial Privado do Barreiro aos dezasseis de Julho de dois mil
e nove.
A Notária
(Luísa Maria Martinho de Almeida Antunes de Sousa)
Conta: Vinte euros e dezassete cêntimos.
21 a 27 JULHO 2009
JR Almada 11
PASSATEMPOS
Problema n.º 184
CRUZADAS FÁCEIS
HORIZONTAIS:
1 Que ou aquela que rouba habitualmen- te; Preferir. 2 Sigla que é uso gravar nas lápi- des tumulares com o significado descanse em paz; Aduz em defesa. 3 Pôr à mesma altu- ra. 4 Flor de lis (Heráld.); Progredia; Gálio (s. q.). 5 Arquitectar. 6 O m. q. amem; Pequeno poema da Idade Média, narrativo ou lírico, em versos octossilábicos (lit.). 7 Grande quantida- de de insectos (fig.). 8 Ástato (s. q.); Incólu- me. 9 Desprotegido. 10 Abismo (fig.); Designa- ção popular dos ovários (especialmente dos peixes) ou do conjunto dos óvulos destes ani- mais. 11 Ataque de paralisia (fig.); Amasso; Curso de água natural.
VERTICAIS:
1 Barafustar; Governanta. 2 Pequena moe- da chinesa; Levantar as abas de. 3 Pastorear. 4 Organização das Nações Unidas. 5 Renque; Filme gravado numa videocassete. 6 Escarne- ces; Laço (fig.). 7 Prostração. 8 Flanco; Apeli- do. 9 Homem que trabalha debaixo de água, revestido ou não de escafandro. 10 Prata (s. q.); Criada de quarto; Elem. de formação de palavras que exprime a ideia de ovo, óvulo. 11 A memória de acesso aleatório (inform.); Ribanceira; Contr. da prep. a com o pron. dem. o.
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