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From: Plinio Marcos Moreira da Rocha pliniomarcosmr@terra.com.br


To: 1camara@pgr.mpf.gov.br
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Sent: Sáb 15/08/09 22:29
Subject: Fwd: Re: RES: email PROVOCATIVO - Crime INEXISTE após
Confissão e Ressarcimento ?

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From: Plinio Marcos Moreira da Rocha pliniomarcosmr@terra.com.br
To: pfdc@pgr.mpf.gov.br, 1ccr@pgr.mpf.gov.br,
2accr@pgr.mpf.gov.br, 3camara@pgr.mpf.gov.br,
4camara@pgr.mpf.gov.br, 5camara@pgr.mpf.gov.br,
6camara@pgr.mpf.gov.br, internacional@pgr.mpf.gov.br,
pge@pgr.mpf.gov.br, informacoesprocessuais@pgr.mpf.gov.br,
secom@pgr.mpf.gov.br, srh001@pgr.mpf.gov.br, sti@pgr.mpf.gov.br,
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Cc:
Sent: Sáb 15/08/09 22:26
Subject: Fwd: Re: RES: email PROVOCATIVO - Crime INEXISTE após
Confissão e Ressarcimento ?

Prezados Procuradores-Gerais,

Apresento os emais abaixo, para, pelo menos, reflexão....

Abraços,

Plinio Marcos

----- Original Message -----


From: Plinio Marcos Moreira da Rocha pliniomarcosmr@terra.com.br
To: "Bruno M. de Almeida" bruno@jfpb.gov.br
Cc: "'1vara'" 1vara@jfpb.gov.br, "'2vara'" 2vara@jfpb.gov.br, "'3vara'"
3vara@jfpb.gov.br, "'5vara'" 5vara@jfpb.gov.br, "'7vara'"
7vara@jfpb.gov.br, "'4vara'" 4vara@jfpb.gov.br, "'6vara'"
6vara@jfpb.gov.br, "'9vara'" 9vara@jfpb.gov.br, "'10vara'"
10vara@jfpb.gov.br, "'8vara'" 8vara@jfpb.gov.br, "'trpb'"
trpb@jfpb.gov.br, "'magnus'" magnus@jfrn.gov.br, "'carloswagner'"
carloswagner@jfrn.gov.br, "'walterjr'" walterjr@jfrn.gov.br,
"'mjambo'" mjambo@jfrn.gov.br, "'barros'" barros@jfrn.gov.br,
"'josesouza'" josesouza@jfrn.gov.br, "'nobre'" nobre@jfrn.gov.br,
"'gisele'" gisele@jfrn.gov.br, "'ivanlira'" ivanlira@jfrn.gov.br,
"'eduardojfcosta'" eduardojfcosta@jfrn.gov.br, "'janilson'"
janilson@jfrn.gov.br, "'hallison'" hallison@jfrn.gov.br, "'manuelmaia'"
manuelmaia@jfrn.gov.br, "'fabiobezerra'" fabiobezerra@jfrn.gov.br,
"'mairton'" mairton@jfrn.gov.br, "'jailsomleandro'"
jailsomleandro@jfrn.gov.br, "'janinebezerra'"
janinebezerra@jfrn.gov.br
Sent: Sáb 15/08/09 22:23
Subject: Fwd: Re: RES: email PROVOCATIVO - Crime INEXISTE após
Confissão e Ressarcimento ?

Prezado Bruno M. de Almeida,

Me parece que, apesar de arthur virgíçio ser CRIMINOSO


CONFESSO, no âmbito do COngresso Nacional, isto não será levado em
conta, pois, o Presidente da Comissão de Ética, ja rejeitou a abertura de
processo por quebra de decoro, pelo simples fato de que o Senado ja esta
sendo ressarcido dos valores pecuniários.

Uma pergunta não quer se calar: Esta questão, esta restrita à


Comissão de Ética do Senado, ou o Estado Brasileiro, através de um outro
Órgão Oficial, pode fazer cumprir o Art. 37 de Nossa Constituição, uma vez
que, o ressarcimento não elimina a Responsabilização Crimnal.

Abraços,
Plinio Marcos

On Sex 31/07/09 12:50 , "Bruno M. de Almeida" bruno@jfpb.gov.br


sent:
Saúde e Paz!
Prezados Senhores gostaria que as investigações se
estendessem a todos os deputados e senadores da
republica, para que não ficasse nenhuma duvida
quanto aos procedimentos que vem sendo tomados
naquelas casas, desde a vinda de Pedro Álvares
Cabral com sua comitiva a Pindorama, Terras de nossa
Grande Nação Tupiniquim, começando com um exame
detalhado da Carta de Pero Vaz de Caminha onde já
consta um pedido à Vossa Alteza Real para que um
parente daquele escrevente seja agraciado como a
generosidade de Vossa Majestade.
Sem mai para o momento, agradeço com votos de
grande estima e respeito.
BR.

De: pliniomarcosmr@terra.com.br
[mailto:pliniomarcosmr@terra.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 31 de julho de 2009 00:18
Para: 1vara; 2vara; 3vara; 5vara; 7vara; 4vara; 6vara; 9vara; 10vara;
8vara; trpb; magnus; carloswagner; walterjr; mjambo; barros;
josesouza; nobre; gisele; ivanlira; eduardojfcosta; janilson; hallison;
manuelmaia; fabiobezerra; mairton; jailsomleandro; janinebezerra
Assunto: Fwd: email PROVOCATIVO - Crime INEXISTE após
Confissão e Ressarcimento ?

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Cc:
Sent: Qui 30/07/09 16:19
Subject: Fwd: email PROVOCATIVO - Crime INEXISTE após
Confissão e Ressarcimento ?
---------- Forwarded message ----------
From: Plinio Marcos Moreira da Rocha
Date: 2009/7/30
Subject: email PROVOCATIVO - Crime INEXISTE após Confissão e
Ressarcimento ?
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Atualizado em 31/07/2009

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From: Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>
Date: 2009/7/30
Subject: Fwd: email PROVOCATIVO - Crime INEXISTE após Confissão e
Ressarcimento ?
To: sarney@senador.gov.br, jose-sarney@uol.com.br

Excelentíssimo Senador José Sarney,


Para seu conhecimento, com votos de que se mantenha na
Presidência do Senado da República Federativa do Brasil, pois, muitos,
que não poderiam, se quer, mencionar seu Nome, simplesmente, arvoram-
se ALGOZES pela Ética.
Atenciosamente,
Plinio Marcos Moreira da Rocha

---------- Forwarded message ----------


From: Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>
Date: 2009/7/30
Subject: email PROVOCATIVO - Crime INEXISTE após Confissão e
Ressarcimento ?
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Petição - Crime INEXISTE após Confissão e RESSARCIMENTO ?


Ministério Público Federal
Procuradoria Geral da República
SAF Sul Quadra 4 Conjunto C
70050-900 - Brasília – DF
Email PROVOCATIVO

Ao Excelentíssimo Procurador-Geral da República

Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO


BRASIL DE 1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais,
CAPÍTULO I - DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS,
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza,
garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a
inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à
propriedade, nos termos seguintes: XXXIII - todos têm direito a receber
dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de
interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob
pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja
imprescindível à segurança da sociedade e do Estado; XXXIV - são a
todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: a) o
direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra
ilegalidade ou abuso de poder,

Venho, mui respeitosamente, SUGERIR, que Esta Procuradoria, envida


Todos os Esforços, utilizando-se de TODOS os Meios que dispuser, para
que, sejam apurados, e, efetivamente, identificados e responsabilizados
criminalmente, de forma exemplar, todos os envolvidos, em função dos
fatos relatados no pronunciamento do Senador Arthur Virgílio, feito em 29/
06/2009, no plenário do Senado da Repúbçiva Federativa do Brasil,
http://www.senado.gov.br/sf/atividade/pronunciamento/
detTexto.asp?t=379959.

Tal, tem a preocupação de salientar que o Senador Arthur Virgílio, de


forma contundente, inquestionável e irrefutável, admitiu que manteve
um Funcionário "fantasma" EM SEU GABINETE, às custas do POVO
Brasileiro, do qual, TENHO ORGULHO DE PERTENCER. Cabe salientar
a preocupação declarada pelo Senador em RESSARCIR o Senado de
todas as despesas relacionadas ao Funcionário que vivia fora dos limites
da República Federativa do Brasil.

Quanto então, uma pergunta não quer se calar: Um crime, qualquer


crime, cofessado públicamente, no caso, na Tribuna do Senado Brasileiro,
pode se extinguir, pela simples proposta de ressarcimento ? Pelo que
consta no Art.37, §4º, a resposta é NÃO, isto é, o ressarcimento deverá
ocorrer sem prejuízo da ação penal cabível.

Ouso acreditar, que a resposta a esta Provocação, intríseca pela


SUGESTÃO, não pode, e nem deve, ter o entendimento de premente, e
necessário, rito processual desta Procuradoria, uma vez que, esta
endereçada à Pessoa do Senhor Procurador-Geral da República, pois,
este email, tem o condão de apenas INFORMAR, COMUNICAR e
APRESENTAR, quando muito, DENUNCIAR fatos que vão de encontro
ao Direito Constituído, razão pela qual, é apenas e tão somente, uma
SUGESTÃO, que esta sendo encaminhada, em caráter pessoal, a uma
Autoridade Legalmente Constituída, calcada na possibilidade
Constitucional de se emitir Petições, sem restrições outras que não o
simples anonimato, "em defesa de direito, contra ilegalidade ou abuso
de poder", onde "a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário,
representado pelo Excelentíssimo Ministro-Corregedor, lesão ou ameaça a
direito".
Portanto, é premente, necessário, quiçá visceral, que a resposta, seja
em caráter Pessoal, por delegação ou não, mas principalmente, levando
em consideração, os Valores Morais, a Integridade, o Respeito, algo
Pessoal e intransferível, à Constituição da República Federativa do Brasil,
ao Estatuto da Magistratura, e ao Direito Constituído, que a
Autoridade Provocada, no caso o Excelentíssimo Procurador-Geral da
República, TEM, uma vez que, qualquer sugestão, em sendo, no mínimo
razoável, deveria produzir, pelo menos, uma avaliação, e sua natural
manifestação coerente, sobre e com base no Direito Constituído.
Não desconhecemos, a possibilidade, do Excelentíssimo Procurador-
Geral da República, de se ater a detalhes menores, para se abster, de
avaliar e se manifestar, sobre e com base no Direito Constituído,
relativos a uma Sugestão a Ele encaminhada, porem, devemos ressaltar,
que a importância, a relevância, do intrínseco provocado, exige o
exercício, pela Autoridade, de TODAS as Prerrogativas que o Cargo, ora
ocupado, lhe OUTORGA, afinal, acima de qualquer coisa, é uma
Autoridade Institucional, representativa do Estado Brasileiro, formalmente
e legalmente estabelecida, com a principal ATRIBUIÇÂO de Representar
a Sociedade no Zelo, na Presevação e no CUMPRIMENTO da
Constituição da República Federativa do Brasil e do Estatuto da
Magistratura, quando então, ressaltamos, ser esta possível abstenção,
algo, que no mínimo, frusta, entristece e DECEPCIONA.
Em função do acima exposto, solicito, que o Excelentíssimo
Procurador-Geral da República, se manifeste em caráter PESSOAL, por
delegação ou não, apreciando, mediante esta provocação, a legalidade
do colocado, bem como, garanta o recebimento deste Órgão Público,
representado pelo Cargo de Procurador-Geral da República, das
informações de meu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral,
que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade,
ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da
Sociedade e do Estado, conforme a Constituição da República Federativa
do Brasil.
Quando então, reitero, meu entendimento, de ser imprescindível que
este email seja encaminhado ao Excelentíssimo Procurador-Geral da
República, para a sua coerente manifestação, e atuação, sobre e com
base, no Direito Constituído.

1ª - Premissa Motivacional - Em seu depoimento acima citado, do


qual transcrevo a seguinte parte, onde os grifos são meus:
"
Começo pelo que julgo que é a única coisa grave mesmo, a única coisa
que me deixou de cabeça pesada, que me deixou contristado, que mostrou
que eu estava sendo vítima de uma certa vaidade que me fazia achar a
mim próprio um homem público sem jaça. Eu compreendi que continuo
com muitos defeitos. E continuo compreendendo e comecei a
compreender que a própria Casa jogou em mim certos vícios: essa coisa
do compadrio, enfim, de dar-se um jeito para as coisas. Enquanto nós,
Senadores honrados, dávamos um jeito para todos... E os Senadores
honrados não têm que ter medo de que amanhã façam isso com eles.
Este é o apelo que eu faço, em tom absolutamente candente, para os
Senadores. Senador que ainda tem medo de que divulguem uma
besteirada dessa a respeito dele é Senador que não merece ser chamado
de ético; é Senador que tem medo, é Senador que tem medo de ver seu
passado exposto. Mas aqui ele chama de servidor fantasma o filho do
Carlos Homero Nina, que é o Carlos Alberto Nina Neto. Vou dar as datas.
Ele diz que está no exterior até hoje. Não é verdade. Ele me pediu licença
para fazer uma pós-graduação no exterior, no período de maio a julho
de 2005. Retornou e voltou para lá, autorizado por mim e só por mim,
responsabilidade minha e apenas minha, para um mestrado que durou
de outubro de 2005 a novembro de 2006.
À época, seu pai, experimentado funcionário do Senado Federal, disse
que, se eu fizesse, Senador Heráclito, um pedido à Mesa, a Mesa faria o
que fez às dúzias: a Mesa daria autorização e ainda pagaria diárias para
esse moço estudar o que ele quisesse lá na Espanha, sob o pretexto de
que voltaria para servir ao Senado.
Como eu sabia que sua intenção não era voltar para servir ao Senado, sua
intenção era seguir uma outra carreira liberal, eu resolvi autorizar, sem a
noção clara do pecado, porque nós estávamos aqui sem a noção clara
do pecado. Resolvi autorizar, e contra o aconselhamento de seu pai,
que me disse: ¿Faça um requerimento à Mesa, que a Mesa vai autorizar e
ainda vai dar diárias para ele¿.
Achei que diária era demais e resolvi bancar. Esse é o equívoco do qual
me penitencio, porque esse equívoco não é pouco. Se queriam
vulgarizar: ¿Ah, o Arthur também fez¿ ou então ¿Puxa vida, já que ele fez
e tem um neto do Presidente Sarney, não sei que, vamos trocar tudo em
miúdos¿... Não tem nada em miúdos. Esse é um erro que cometi e é um
erro pelo qual mereço ser, sim, criticado, registrando-se que tinha tudo
para ter contornado a face legal disso, bastava ter solicitado às sempre
pródigas Mesas do Senado ¿ elas sempre foram pródigas, mães
verdadeiras. Por isso, Darcy Ribeiro, com sua ironia, dizia que isso aqui
era o céu, porque seria melhor vir para cá do que chegar ao céu, porque
se tem que morrer para ir até lá. E pessoas que pecam como nós... O
próprio Darcy era, do ponto de vista de sua vida, homem correto
publicamente, mas se olharmos a vida mais mundana do Darcy,
dificilmente chegaria ao céu. Figura adorável, amada, ele fez essa ironia
com o Senado.
A Mesa não negaria nunca o pedido do influente Senador Líder do
PSDB para deslocar um funcionário para onde quer que fosse, porque
dezenas de outros foram. E cada vez mais um pedido desse enroscava
você no rol dos devedores de favores.
Há tolices aqui.
Então, primeiro, não mora no exterior, mas eu já disse o período em que
ficou no exterior e assumo completamente a responsabilidade por esse
gesto. Eu que tinha uma alternativa que me foi proposta e que eu não quis
aceitar, que era a proposta de ainda dar mais despesa para o Senado; e,
pronto, estaria resolvida a questão legal.
"
Esta clara, inquestionável, e irrefutável, que a consciência, pelo menos,
Deste Senador, de forma contunente, O Responsabiliza, pelo ATO de
Improbidade Administrativa, mesmo que, pelo exposto, seja uma prática
comum no Senado da República Federativa do Brasil. tendo em vista, que
nenhum Outro Senador reconheceu, pelo menos, de forma tão acintosa,
tais práticas.

Aqui, cabe a pergunta que não se quer calar: É possível que um crime
cometido, reconhecido, e confessado, em função de denúncia, possa
ser relevado, pelo simples fato de "ser prática comum", ou mesmo,
pela "disposição de ressarcir" os Valores Pecuniários
correspondentes ? Pelo que consta no Art.37, §4º, a resposta é NÃO,
isto é, o ressarcimento deverá ocorrer sem prejuízo da ação penal
cabível.

Esta clara, inquestionável e irrefutável, que a consciência, pelo menos,


Deste Senador, também, de forma contundente, O Responsabiliza, pelo
ATO de Tráfico de Influência, em função de ser Líder do PSDB, uma
vez que, se o pedido, segundo o próprio Senador, imoral, indecoroso, e
ilegal, fosse feito, teria sido aceito e permitido.

Aqui, cabe outra pergunta que não se quer calar: Tal certeza, pode ter
origem, nas "práticas comuns", ou em algum outro pedido (até agora
desconhecido) seu, efetivado, tão, ou mais grave, ja aceito e
permitido, pela Mesa sob a influência do Cargo que Ocupa ?

2ª - Premissa Motivacional - Segundo a CONSTITUIÇÃO DA


REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988; PREÂMBULO - Nós,
representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional
Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar
o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o
bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores
supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos,
fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e
internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob
a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA
FEDERATIVA DO BRASIL. TÍTULO I - Dos Princípios Fundamentais;
Art. 1º - A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel
dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado
Democrático de Direito e tem como fundamentos: II - a cidadania; III - a
dignidade da pessoa humana; Art. 3º - Constituem objetivos
fundamentais da República Federativa do Brasil: I - construir uma
sociedade livre, justa e solidária; II - garantir o desenvolvimento
nacional; III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as
desigualdades sociais e regionais; IV - promover o bem de todos, sem
preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras
formas de discriminação.

Esta clara, inquestionável, e irrefutável, que a consciência , a CRENÇA, e


a CERTEZA, da importância de que TODOS são IGUAIS perante a LEI,
nos permite afirmar, que sem Ela, teremos negada a Cidadania, com a
falta da Dignidade da pessoa humana, o que nos impossibilitará
contruirmos uma sociedade livre, justa e solidária, sem o pleno, e
possível, desenvolvimento nacional, com a cristalização das
desigualdades sociais e regionais, onde será tambem impossível o bem
de todos, uma vez que, para alguns TUDO será permitido, mesmo que
indecorosamente, imoralmente, ilegitimamente e ilegalmente. Portanto, ao
não se Zelar, Respeitar e Fazer CUMPRIR esta CRENÇA, apesar da
própria Consciência, estaremos agredindo de forma MORTAL, o
Preâmbulo, os Fundamentos e os Objetivos Fundamentais da
Constituição Federal;

3ª - Premissa Motivacional - Segundo a CONSTITUIÇÃO DA


REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988; TÍTULO II - Dos
Direitos e Garantias Fundamentais; CAPÍTULO I - DOS DIREITOS E
DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS; Art. 5º Todos são iguais perante
a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros
e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à
liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos
seguintes: I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações,
nos termos desta Constituição; II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar
de fazer alguma coisa senão em virtude de lei; VIII - ninguém será
privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção
filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação
legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada
em lei;

Esta clara, inquestionável, e irrefutável, que a consciência da


importância, a CRENÇA, e a CERTEZA, de TODOS sermos iguais
perante a Lei, esta, mais uma vez, transparentemente colocada,
ratificadando nossa premissa anterior, bem como, nos permite afirmar, que
tais preocupações são evidenciadas, ao se reconhecer que apesar de
diferentes, pelo gênero, Homens e Mulheres, deverão ter tratamentos
igualitários, bem como, nos assegura, que, apenas a Lei tem o condão
de nos obrigar a fazer ou nos obrigar a deixar de fazer, quando então,
chamo a atenção para a certeza de que ninguem será privado de direitos
por convicção política, estando ou não em exercício parlamentar,
excessão feita aqueles que as invocar para exirmir-se de obrigação
legal a todos impostas. Portanto, os privilégios especificados no Art. 53
da Constituição Federal, em não estando relacionados diretamente ao
exercício de mandato parlamentar, são desnecessários, uma vez que, a
Constituição Federal é CLARA, e RICA, o suficiente, para garantir Direitos
a TODO o Cidadão Brasileiro, de tal forma, que ninguem será privado de
direitos por convicção política, isto é, nenhum Cidadão Brasileiro,
incluso o Parlamentar em pleno exercício Ético de seu mandato.

4ª - Premissa Motivacional - Segundo a CONSTITUIÇÃO DA


REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988; TITULO II - Dos
Direitos e Garantias Fundamentais; CAPÍTULO IV - DOS DIREITOS
POLÍTICOS; Art. 15. É vedada a cassação de direitos políticos, cuja
perda ou suspensão só se dará nos casos de: I - cancelamento da
naturalização por sentença transitada em julgado; II - incapacidade
civil absoluta; III - condenação criminal transitada em julgado,
enquanto durarem seus efeitos; IV - recusa de cumprir obrigação a
todos imposta ou prestação alternativa, nos termos do art. 5º, VIII; V -
improbidade administrativa, nos termos do art. 37 (A administração
pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade,
moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:) , § 4º (Os atos de
improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da
função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e
gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível.).

Esta claro, inquestionável, e irrefutável, que a manutenção de oficial de


Funcionário no Gabinete de Senador que vive fora dos limites da
República Federativa do Brasil, conduta popularmente rotulada como
manutenção de funcionário "FANTASMA", tipifica um ato de
IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA, efetuado, pelo Senador que
NOMEOU, isto é, do Ganinete ao qual é de sua Responsabilidade, e esta
aseus serviços.

5ª - Premissa Motivacional - Segundo a CONSTITUIÇÃO DA


REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988; TÍTULO IV - Da
Organização dos Poderes; CAPÍTULO I - DO PODER LEGISLATIVO.
Seção V - DOS DEPUTADOS E DOS SENADORES, Art. 53. - Os
Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer
de suas opiniões, palavras e votos. § 1º - Os Deputados e Senadores,
desde a expedição do diploma, serão submetidos a julgamento perante o
Supremo Tribunal Federal. § 2º - Desde a expedição do diploma, os
membros do Congresso Nacional não poderão ser presos, salvo em
flagrante de crime inafiançável. Nesse caso, os autos serão remetidos
dentro de vinte e quatro horas à Casa respectiva, para que, pelo voto da
maioria de seus membros, resolva sobre a prisão. §3º - Recebida a
denúncia contra o Senador ou Deputado, por crime ocorrido após a
diplomação, o Supremo Tribunal Federal dará ciência à Casa respectiva,
que, por iniciativa de partido político nela representado e pelo voto da
maioria de seus membros, poderá, até a decisão final, sustar o
andamento da ação. § 4º - O pedido de sustação será apreciado pela
Casa respectiva no prazo improrrogável de quarenta e cinco dias do seu
recebimento pela Mesa Diretora. § 5º - A sustação do processo suspende
a prescrição, enquanto durar o mandato.§ 6º - Os Deputados e Senadores
não serão obrigados a testemunhar sobre informações recebidas ou
prestadas em razão do exercício do mandato, nem sobre as pessoas que
lhes confiaram ou deles receberam informações. § 7º - A incorporação às
Forças Armadas de Deputados e Senadores, embora militares e ainda que
em tempo de guerra, dependerá de prévia licença da Casa respectiva.§ 8º
- As imunidades de Deputados ou Senadores subsistirão durante o estado
de sítio, só podendo ser suspensas mediante o voto de dois terços dos
membros da Casa respectiva, nos casos de atos praticados fora do recinto
do Congresso Nacional, que sejam incompatíveis com a execução da
medida.

Esta clara, inquestionável, e irrefutável, que a consciência da


importância, a CRENÇA, e a CERTEZA, de TODOS sermos iguais
perante a Lei, claramente colocada, nas premissas anteriores, bem como,
da certeza de que ninguem será privado de direitos por convicção
política, estando ou não em exercício parlamentar, excessão feita
aqueles que as invocar para exirmir-se de obrigação legal a todos
impostas. Portanto, os privilégios especificados no Art. 53 da
Constituição Federal, devem, estar relacionados ao próprio Art. 53,
quando CLARAMENTE, é restrito a "opiniões, palavras e votos" , o que
nos coloca a certeza, de que seus Parágrafos, detalhamento das
situações presumíveis do Art. 53, tem efeito NULO, quando aplicáveis
fora do contexto tão cristalinamente especificado.

Quando então, ressalto, que a atitude de MANTER FUNCIONÁRIO


"FANTASMA" EM SEU GABINETE, não dá ao Senador Foro Privilegiado,
uma vez que, não esta relacionado a opinião, palavras e votos,
contexto limite do Art.53.

6ª. Premissa da Sugestão: Reconhecemos que existam no âmbito


Jurídico, elementos específicos, como a Justiça Militar, por exemplo, que
não só possui Legislação própria, bem como, locais de reclusão, também
próprios, porem, identificamos, que mesmos os Militares, por crimes
comuns (sem nenhum vínculo com a atividade militar) e/ou por
improbidade administrativa, independentemente de seu posto na
hierarquia militar, estão sujeitos a ritos processuais comuns. Como
entendemos, também, que a Constituição Federativa do Brasil,
promulgada em 1988, eliminou, a chamada prisão especial, quer seja
por titularidade Funcional, titularidade Educacional, titularidade Social,
titularidade Econômica ou titularidade Política, uma vez que, Todos são
iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza.

Esta claro, inquestionável, e irrefutável, que o CRIME, em questão, que


não esta relacionado à Opiniões, Palavras e Votos, pode, e deve, ser
tratado como se o Senador fosse um "mero Funcionário Público no
exercício de suas funções".

7ª. Premissa da Sugestão: Este ano, a Constituição da República


Federativa do Brasil completará 21 anos, quando então, acreditamos que
seus efeitos, pelo menos na área Jurídica, devam efetivamente ser
implementados. Ressalto que tais implementações não custarão nenhum
centavo ao erário público, mas que, darão a um POVO Sofrido e
Trabalhador o necessário RESPALDO de DIGNIDADE e RESPEITO à
muito esperado. Vale ressaltar a importância desta sugestão, uma vez
que, vivemos em uma Democracia, onde todos os níveis de todos os
Poderes Institucionais devem ser Zelados, Preservados e Respeitados.

8ª. Premissa da Sugestão: Aqui chamo a atenção para Rui Barbosa :

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a


desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-
se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar
da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto."

Esta claro, inquestionável, e irrefutável, que o Senador, por compreender


que a própria Casa jogou em mim certos vícios, se torna o exemplo
concreto, objetivo e critalino, tão bem colocado por Rui Barbosa.

9ª. Premissa da Sugestão: Para que vivamos em uma Sociedade Justa,


Fraterna e Digna, é indispensável, quiçá visceral, que o Poder
Constituído seja claro, e suficientemente coerente, ao se pronunciar
sobre e com base no Direito Constituído.

10ª - Premissa Motivacional - Gostaríamos, de chamar a atenção para o


fato de que os crimes cometidos, pelo menos "em tese", por motivo
ligado ao exercício funcional, tem pelo Código Penal Brasileiro, a
interpretação de ser AGRAVANTE, uma vez que, efetivamente, AGRAVA
toda PENA quando ocorre violação de dever inerente à profissão.

Isto, em conformidade com o DECRETO-LEI Nº 2.848, DE 7 DE


DEZEMBRO DE 1940; Código Penal; Título V - DAS PENAS; Capítulo III
- DA APLICAÇÂO DA PENA; Circunstâncias agravantes Art. 61 - São
circunstâncias que sempre agravam a pena, quando não constituem ou
qualificam o crime; I - a reincidência; II - ter o agente cometido o crime; g)
com abuso de poder ou violação de dever inerente a cargo, ofício,
ministério ou profissão.

1ª Sugestão - Que sejam envidados todos os esforços, para que


o Senador, Réu CONFESSO, seja, efetivamente processado, por TODOS
os CRIMES identificáveis em seu Pronunciamento feito na Tribuna do
Senado da República Federativa do Brasil, salientando, ressaltando, o fato
concreto e objetivo, de que a confissão se deu de forma LIVRE e pessoal,
sem que nenhuma Autoridade o houvesse questionado.

2ª Sugestão - Que sejam envidados todos os esforços, para que


o Funcionário "Fantasma", identificado no citado pronunciamento, seja
responsabilizado por quaisquer CRIMES identificáveis, bem como, tenha
seu tempo de trabalho no Congresso Nacional, retificado, caso seja
beneficiário, de alguma forma, pelo tempo em que esteve "Fantasma".
Aqui chamo a atenção para a necessária investigação de suas
Declarações de Imposto de Renda, e o destino dado à remuneração
indevida, isto é, se foi utilizada fora do Brasil, em que circunstâncias
ocorreram.

3ª Sugestão - Que esta Procuradoria investigue as denominadas


"Pr[aticas Comuns", expostas pelo Senador, de talforma, que, em existindo
outros casos, os mesmos sejam tratados COM TODO O RIGOR DA LEI.

Atenciosamente,
Plinio Marcos Moreira da Rocha
Rua Gustavo Samapaio nº 112 apto. 603
LEME - Rio de Janeiro - RJ
CEP - 22010-010