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lNDICE

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INTRODUÇÃO

7

A METRÓPOLE

E A VIDA

MENTAL

.;

GWRG

 

r

SIMMEL Tradução de SÉRGIOMARQUES DOS REIS .,.,.,..

 

11

r,

A CIDADE:

SUGESTõES PARA A INVESTIGAÇÃO

DO COMPORTAMENTO HUMAt"ilO'NO MEIO URBANO - ROBERT EZRA PARI<:

Tradução de SÉRGIOMAGALHÃESSANTEIRO .,....

26

:-:'=/J~N~!Üf 9.~j

1979

Direitos para a língua portuguesa adquiridos por

ZAHAR EDITORES

Caixa Postal 207, ZC-OO,Rio

que se reservam a propriedade desta versão

Impresso no Brasil

CONCEITO E CATEGORIAS WEBER

DA CIDADE ~ MAX ',,;.,

Tradução de

ANTÔNIO CARLOS PINTO PEIXOTO

,

68

O URBANISMO COMO MODO DE VIDA - 'WIRTH,

LoUIS

Tradução de

MARINACORRtA TREUHERZ

.

90

A ORGANIZAÇÃO

SOCIAL' NO MEIO URBANO -

 

PAUL-HENRYCHOMBARTDE LAUWE Tradução de MOACIR PALMEIRA

'

'....

114

I'

92

o FENÓMENO URBANQ

minavam anteriormente. Em maior ou menor escala, portanto,

à nossa vida social tem a marca de uma sociedade anterior,

de [olk, possuindo os ~.odos caraçlli.ÍS1-L-da fazenda,--ºª

herdade e da vila. A influência histórica

cunstância da população da cidade em

é reforçada pela cir-

si ser recrutada, em

larga escala, do campo, onde persiste um modo de vida remi-

niscente dessa forma anterior de exisncia. Conseqüentemente

  • i não devemos esperar encontrar variação abrupta e descontínua entre j.pos de personalidades urbana e rural. <~ çid.a4~~Q:_ ç~

podem ser encarados como do:s --Pillº.Le~te.Ll-ª_Q~ªQsv.,

quais todos os ~merados h1)manos tendem a se disp..9S.Visua-

Jjzando-se a sociedade urbano-industrial

e a ru;al de iolk como

tiPQS.Jdeais de comun:dades, podmmos obter u~~ ..m~~ect;.Y-ª.

:Rara análise de modelos básicos de ass.Qçllição humana con:-

forme aparecem na civilIzação contemporânea.

I

!!

lI.

UMA DEFINIÇÃO

SOCIOLÓGICA DA CIDADE

Apesar da importância preponderante da c'dade em nossa:

ivilização, nosso conhecimento da natureza do urbanismo e

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do processo de urbanização é insuficiente. Várias tentativas

~ foram na verdade feitas para isolar as características que dis-

I tinguem a vida urbana. Geógrafos, histor.adores, cientistas, eco-

inomistas e cientistas políticos incorporaram os pontos de vista

1\ das suas respectivas disciplinas em definições diferentes da

cidade. Embora de nenhum modo se pretenda superá-Ias, 3!

\

elaboração sociológica de uma abordagem da cidade poderá

casualmente servir para chamar a atenção para as inter-re-

lações entre elas existentes, por meio da ênfase dada às

carac-

terísticas pecul'ares da cidade como uma determinada forma

da associação humana. Uma definição sociologicamente si.@!.-

ficativa dCLqlle_sejacidade-frocura selec:onar aqueles e'ernentos

do urban:sm_o-

...Quea

marcam como um modo distinto de vida

~os Mrupamentos hu~

,

Caracterizar uma comunidade como sendo urbana, aQe-

{ ,,~l).-ªtO-s ~~~_C:2m~

b~s_~_...º1-ª.Q!~E!lO!.é

É difícil defender a presente definição

designa como urbana uma comunidade

bitantes e todas as outras como rurais.

obv:amente arbitrário.

do recenseamento que-

de 2.500 ou mais ha-

A situação seria idên-

tica se o critério fosse de uma população de 4.000, 8.000,

10.000, 25.000

ou 100.000, pois apesar de nesse último caso-

podermos sentir que estávamos mais proximamente lidando com

um agregado urbano do que seria o caso em comunidade, de-

tamanho menor, nenhuma definicão de urbanismo poderá ser.

~sider:..a.~a;

s~~~~à::::~~_iias- ~e· considerando os núm~!-os:.

!

,

  • I corno único critério. Além do mais, não é difícil demonstrar-se

o URBANISMO

COMO MODO

DE VIDA

93

~e comUítid:!lj9:JfÚ!!Lt<.(Q de. babitantes se~~ha _ab~Lxo

daquele arbitrar:ame~!~_~stabelec~cJ.º,-corrmreendido dentr<LJl-ª_

,esIeiaaeimluêÍlci~~..cen.!!:9s

metroP.QlirntLQ~e.,J29deJ-ªº~reivin::-

d:~~~..g.-:1~.Ç:@~9_~~!!Í9_.C9.rp.()-=~ºrili!.QÜi.-ª_<!~$...l!!.QªDas.-C.Qm._ffi1!!19

:D1ª~~.[ª~ªQ.".d2..g!l~_.9utIas.m,!iQ~~,~m~J9s.~.TIçjª_mªiLis.91,!da,

~u!TIa área

p;edomi!!~nteme!llt:..Jural.

Fi~almente, deveria ser

r~cQIlhecid-º--.9.ueas definições do recens~~nt(L_Q i~ºevjdq.:_

mente influenc1ãdiS ~o.~~Tato

de~que---ª_.Útllde,_~l!l

terI!l0s

,e1!ã~i-'é se!!!2~e um ·COnCeito_admii1istrativo_.I!.~.9.1:l~J.os_

limltesJ~g~iLdesempenham um papel de~~ivo niLd.elin~ªml!!1J.º.

qa-áfea urbana:-];m

..nennuml1igaT-'!_Q.ta-st...m:.

aiscl~J-ª!TI~º~e_~s~e

fato do que náf" concentraçº-e.L~pJl:lªçªº-.!!ª~~

periferias de

grandes centros metropolitanos f:l!lecruzam limites administra- "

tivosar6ItIWos' da cidade, do murncf~J:ilstâdo..i...9.Jl~~itªÇªQ.

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\\:

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. .

E.wmanto jdent:ficarmos o urbanismo ÇOlIl a entidade fí-

·sica da cidade, encarando-o meramente como rigidamente deli-

mItadó-nq-:espaço;
mItadó-nq-:espaço;

e...2rOceaermos

como se as características

·fubanas~cessassem. abruptamente-de"se- manifestarem além da

linhã--frorúei-i- arbitria; .,provavelmente. o .,chegaremos a

de=::t!-.rlJãIifsrno"1omõ =-:'ilm_modo, de .,

I!~~lÚÚn~~~ã(kqua@-

Os desenvolvimentos tecnológicos no transporte e na co-

municação, que virtualmente assinalam uma nova época na his- .

tóda humana, acentuaram o papel das cidades como e1ementosl\ !JJ/~rlj

.dominantes na nossa civilização e estenderam enormemente o

modo de vida urbano

para além dos limites da própria cidade.

A predominância da c.dade, especialmente da grande ~

idade, poderá ser encarada como uma conseqüência da con- '"

l'Centração, em cidades, de instalões e atividades industriais e

"comerciais, financeiras e administrativas, de linhas de trans-

f.;-

'

porte ~ comuncação e de equipamento cultural e recreativo

-como a imprensa, estações de rádio, teatros, bibliotecas, museus,

-salas de concerto, óperas, "hospitais, institu'ções educacionais

1

superiores, centros de pesquisa e publicação, organizações pro-

-\fissionais e instituições religiosas. e

beneficentes.

.Não fosse

~

atração e ~~

sugestões que a cidade ~;~rce_~.Q1?rJ,' _J_:L

pqpulação rural atras desse.s instrumentos, as (lIfereas entr~. l

os mOdos de vida rural e ~rbano seria~1:.I!c!.~}!H!i9(e_5.do_q.uV

·s..ão.

A_!![banizão_J1.ãº~_d~nota meramente o p~esso_~l~

~l as pessoas são atraídas a u1!1-ªJocaI:çIaoeintjtu-da_cidad~

e _~I)_!:R2radasem seu sistema de vida, ·ª@.~~J#~_lmnbém

.~uela acentuacã<Lcumulativa das ca~terísticas-..9.!l~~.il!g!!f:m.

<L!l1odOde

.'lida.....as.s..ocia~om

o .Çr~~nto ~.sidad~~_e~

finalmente, com as mudanças de sentido aos, modos de vida

reconhecidos (:OOlo-.J!fba~.9,s9"uesão aºarentes entre <2LR2vos,_

96

o FEMENO

URBANO

o está confinado a Jªis localidades. mas manifesta-se em grays

variáveis onde quer que cheguem as infl!lcias das cidades"

~mbora o urbanisID9, ou aquele. comQlexo <te car~ctert!~

que formam o modo de vida peculiar das cidades, ~ a. urbl!:

~zação. que denota o desenYQ1vimelll0j! .asexten~õesfl~§''i~L_.

~oies, o sejam

eIJf.QntradQ.se..xclusivamellte

er!Lg~~JnÇJ1.tº"$.,

considerados como cidade3 no seu senso sico e demográf:co,

ilcontram, Vão obstante, ~a. expressão m::Üs_pronunciaaa

nessas áreas, es~ciarmente.e nas Çl~aes. metr0pºtitana3, ]Sa

Jormulação da

âéIiÍÍÍç~o de cidade, é. necessárLQ ~e!mos cau-

~os, a fim ~itarmos ~~ª!:nti(Lquem_Q.L~LYmªni!..D

como modo de vida

cOm..Jlua:~~r

influênci~ cu!!urai!LJ.ªL.

u . t ricamente condicionadas, as uals;-embora

ssam ate-

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.tat

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ressivamente o éªr~ter_~~~cl

!c()..

a . cO!D~

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isão os

determinantes essenCIaIS o seu cara ter como

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e

_

ita-

I': ~pitaUmpºrtâ.ja

ch~m.ar-se _ª._aJ~ºç.ãº-p~a_º_~

ç7~go de se cpnfundir urhanismo com industrialismo

lismo moderno, O surgimento de cidades no muridô' O1!;:n19

se

'v'

-,

inde. endente do aparecimento da tecnolog~a

. d:P \mOderna ~J~ 'empi'esa
. d:P \mOderna
~J~ 'empi'esa

da máquina automotriz, a Qrodução .em....m-ªs-~!L.e_dª

capitalista. T

..Q.davia,por

difeientes que

PQssa~..

ter.

VJfo4T' ~âo as cldades de,. épocas ante,riores pré-industrial e Rrç-cap:-

~hta, não

deixavam...de

.~~Uida,de5.

P~ra fins sociológ~!;!s~ma cidade pode ser defio:da como

UIn.JJÚ.cle.o_relat:val!lentegfànde., <,Jrnw e permaQente, de indi-

vjguos socialmente he!erogêneos()JJL'pas_~-ºs.postulad.os--'Pl~

essa

d~ªll-ª.<?J_ªo._

~gJna_sugeLe,-POderá-seLfQr.m.uladLumª_

teoría.sob,e

..u.

rQª!::lÍ.SJIlO_ª_h!,LdªLconheciment-os-4JGstentes,-

l:elatiVO~_~ ..g!UPQLSOCi~S._.

~

III.

'.1.

UMA TEORIA SOBRE URBANISMO - .".iJ--:l- I:?<,_, ,S-

Dentre a rica literatura sobre a cidade, procuramos em

vão uma teoria sobre urbanismo' a qual apresente de forma

sistemática o conhecimento disponível referente à cidade como

entidade social Temos, na verdade, excelentes formulações de

teorias sobre problemas especiais, como por exemplo o cresci-

mento "da' cidade encarado como uma tendência h'stórica e

como um processo recorrente; 1 dispomos de farta literatura

que apresenta insights de importância sociológica e estudos em-

1 Vide Robert E. Park, Ernest W. Burgess et al., The City

(Chicago,

1925), esp. caps. II e Il l; Werner' Sornbart,

"Stadtische

Siedlung, Stadt", Hand wbrterbuch der Soziologie, ed. Alfred Vierkandt

(Stuugart,

1931); vide- também bibliografia.

o URBANISMO

COMO MODO

DE VIDA

97

píricos oferecendo informações detalhadas sobre uma variedade

de aspectos particulares. da v.da urbana. Entretanto, apesar da

multiplicação da pesquisa e dos livros de texto sobre a cidade,

não temos até agora um corpo extenso de hipóteses sucintas

que possam ser derivadas de um conjunto de postulados im-

plicitamente contidos numa definição sociológica da cidade e

de nosso conhecimento sociológico geral, que possa ser com-

provado através da pesquisa científica. As obras que temos que

mais se aproximam de uma teoria sistemática sobre urbanismo

poderão ser achadas num penetrante ensaio intitulado "Die

Stadt", por Max Weber, H e num memorável folheto por Robert

E. Park sobre The City: Suggestions for lhe Investigation 01 Hu- man Behavior in the Urban Environment. 9 Porém, mesmo essas

valiosas contribuições estão longe de constituírem um arcabouço

ordenado e coerente de teoria sobre a qual possa ser desenvol-

vida eficazmente a pesquisa.

Nas páginas que se seguem, tentaremos expor um número

limitado de características que identifiquem

a cidade. Dadas

essas características, tentaremos indicar que conseqüências ou

outras características delas se originam à luz da teoria socio-

lógica geral e da pesquisa empírica. Dessa maneira esperamos

chegar às proposições essenciais de uma teoria sobre urbanismo.

Algumas dessas proposições podem ser apoiadas por um con-

siderável

corpo de materiais de pesquisa já existente. outras

poderão ser aceitas como hipóteses para as quais existe certa

quantidade de provas presumíveis, porém para

as quais seria

necessária ainda uma verificação mais ampla e exata. Pelo

menos, tal procedimento, espera-se, mostrará que conheci-

mentos

sistemáticos temos agora sobre a cidade e quais as

hipóteses cruciais e frutíferas para pesquisa futura.

...

O problema central do sociólogo da cidade é descobrir' \

as formas de ação e organização social que emergem em gru- J

pamentos compactos, relativamente permanentes, de grandez'

número de indivíduos heterogêneos. Devemos também inferir

que o u.banismo assumirá a sua forma mais característica e

..

extrema à medida que estiverem presentes as condições que lhe"

são congruentes. Assim, quanto mais densamente habitada,)

quanto mais heterogênea for a comunidade, tanto mais acen-

tuadas serão as características associadas ao urbanismo. De-

ve-se reconhecer, contudo, que no mundo social as práticas e

instituões poderão ser aceitas e continuadas por razões dife-

  • 8 Wirtschoit und Gesellscltajt

VIII, pp. 514·601.

(Tübingen,

1925), Parte Il, capo

  • 9 Park, Burgess, et aL, op. cit., cap. L

100

o FENÔMENO

URBANO

vpresentam

origens e formão tão diversas. Sob tais rcuns-

tâncias, a concorrência

e' os mecanismos formais de controle

fornecem os substantivos

para os vínculos de solidariedade'

nos qua.s se confia para se manter unida uma sociedade .de

[olk.

O aumento do número de habitantes de uma comunidade

para mais de a.gumas centenas obrigatoriamente

limitará a pos-

sibilidade de cada um dos membros da comunidade

conhecer

pessoalmente

todos os outros. Max Weber, reconhecendo

o

;ísigrificado

social desse fato, salientou que, do ponto de vista

f i sociológico, Os grandes números de habitantes

do agrupamento

e a densidade

significam que as relações de conhecimento

(

\

pessoal mútuo entre os habitantes, inerentes a uma viz.nhança,

estão faltando. 12 P aumento do nÚI!l~IQ, pois. envojy.~lL

',modificação

no caráter das.zelações

sociaís..

Conforme salienta Simmel:

~ .l!:S :O A!Ii

"( Se) o incessante contato externo de uma quantidade

de

pessoas na cidade devesse ser correspondido pelo mesmo número

.de reações interiores como numa pequena vila, na qual conhe-

cemos quase todas as pessoas que encontramos

e com cada

uma das quais temos uma relação positiva, estaríamos comple-

tamente atomizados internamente

e cairíamos numa condição

mental indescritível". 13 A multiplicação de pessoas num estado

f!e interação sob condições que tornam impossível seu contato

, como personalidades

completas produz aquela segmentação

de

relações humanas que tem sido utilizada às vezes por estudiosos

da vida mental das cidades .•como uma explicação do caráte~.

"esquiz~ide" da personalidade

urbana. Isso não quer dizer que

õS'liãi5i'tiii"te3 urbanos

têm menor numero de conhecimentos

do que os habitantes rurais, pois o inverso pode ser realmente

verdadeiro; quer dizer, na verdade, que, em relação ao número

o URBANISMO

COMO MODO DE VIDA

 

101

na-se a um aspecto altamente fracionado

da esfera de

ativi)

dades dos outros.

Isso é essencialmente

o que se quer

dizer

quando se afrrma que a cici?de se_9!!:!1Ç!Ç.r.iz.!Lnlªi~.....U;-ººtªtQ,~._

 

ql!~.,pJjm~!s: Os contatos da cidade podem

na verdade ser face a face, mas são, não obstante, ~~~ªjs,

~~E~EE~.~'!i~W1il).sij:pd9S ,~. ~egm~m~~:t9.~.,A reserva, ao indiíe-

rença e o ar blasé que os habitantes da cidade manifestam

em suas relações podem, pois, ser encarados como instrumen-

tos para se: imunizarem

tivas de outros.

contra exigências pessoais e expecta-

O superficialismo,

o anonimato, e o caráter transitório das

relões urbano-sociais

racionalidade

geralmente

explicam, também, a sotisucação

e

atribuídas ao habitante

da cidade.

a

Nossos conhecidos m a tendência de manter uma relação de'

utilidade para nós, no sentido de que o papel que cada um

desempenha em nossa vida é sobejamente

encarado

com um

meio para alcançar os fins desejados. Embora, portanto, o in-

divíduo ganhe, por um lado, certo grau de emancipação

ou

liberdade de controles pessoais e emocionais de grupos íntimos,

perde, por outro lado, a espontânea auto-expressão,

a moral, J

e o senso de participação,

implícitos na vida numa sociedade}

integrada. Isso constitui essencialmente o estado de anomia ou

~az!o

social a que se refere J2.w.!Dsln:t ao tentar explicar~ as

várias formas de desorganização

em soc.edade tecnológica,

O ~~áter segmentário

e as ~elções.utilitaristas

ções interpessoais

na cidade encontram sua expressão

das rela-

institu-

cional na proliferação

de trabalhos especializados

que vemos

na sua forma mais desenvolvida entre as profissões.

As operações

do nexo pecuniário

conduzem

predatórias,

que tendem a obstruir o funcionamento