Anda di halaman 1dari 17

PROGRAMA DE PREVENÇÃO DOS RISCOS AMBIENTAIS – PPRA

1. OBJETIVOS

1.1 Este padrão define a estrutura e operação do Programa de Prevenção de Riscos


Ambientais - PPRA, das empresas contratadas e visa fundamentalmente à preservação
da saúde e integridade física de seus trabalhadores, através das fases de antecipação,
reconhecimento, avaliação e controle dos riscos ambientais existentes ou que venham a
existir no ambiente de trabalho.

1.2 Este padrão estabelece os requisitos necessários e as diretrizes para a elaboração,


implementação, acompanhamento e avaliação do PPRA definindo suas estratégias,
procedimentos gerais e articulação com os demais programas e ações.

1.3 Subsidiar PPRA já existente das empresas contratadas.

2. ABRANGÊNCIA

2.1 Este padrão aplica-se a todas as áreas e às atividades da empresa.(nome da


empresa)

2.1.2 Atividades e operações desde a etapa de concepção e planejamento, durante todo


o seu andamento e até o seu encerramento;

3. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

3.1 Dados Gerais Descritivos:


3.2 Razão Social:
3.3 Endereço completo:
3.4 Caracterização federal (CNPJ), estadual (IE) e municipal:
3.5 Ramo de Atividade
3.6 Enquadramento CNAE:
3.7 Número de empregados:
3.8 Regime de turnos, jornada, acordo coletivo (inclua aqui outros dados que julgar
relevantes)
3.9 Dados de Caracterização da Atividade
[Descrição das atividades principais e complementares, produtos, processos principais
e de apoio, produtos intermediários]
3.10 Organograma
3.11 Objeto e número do contrato com a REPLAN.

1/17
4. DOCUMENTOS LEGAIS, DE REFERÊNCIA E COMPLEMENTARES.

Portaria 3214/78 do MTE e suas Normas Regulamentadoras.


Anexo III – Exigências de SMS para Empresas Contratadas

5. DEFINIÇÕES E SIGLAS

5.1. Definições

Para fins deste Padrão aplicam-se as seguintes definições:

Análise global - é requisito legal da NR-9, descrito no item 9.2.1.1 e consiste na


avaliação do desenvolvimento do PPRA, para a realização dos ajustes necessários e
estabelecimento de novas metas e prioridades.

Avaliação dos riscos ocupacionais - Envolve basicamente a análise, organização e


sistematização dos dados obtidos na caracterização dos riscos, através do agrupamento
e articulação destas informações em grupos de exposição similares, de seus respectivos
perfis de exposição e do grau de certeza atribuído a esta avaliação, segundo a
qualidade, quantidade, exatidão e precisão dos dados obtidos e analisados.

Desempenho – resultados mensuráveis do sistema de gestão de saúde e segurança


relativos ao controle dos riscos de saúde e segurança da organização, baseado em sua
política e objetivos de saúde e segurança.
nota: A medição do desempenho inclui a avaliação das atividades e resultados da
gestão de saúde e segurança.

Estratégia – planejamento para utilizar-se de maneira eficiente os recursos disponíveis


para alcançar uma meta.

Fator de risco – situação ou fonte potencial de dano em termos de acidentes pessoais,


doença, danos materiais, danos ao ambiente de trabalho, ao meio ambiente ou a
combinação dos mesmos.

Instalação - Edificações, conjunto de equipamentos e de componentes instalados numa


determinada área de propriedade do Sistema Petrobras ou sob sua responsabilidade.
Inclui canteiros de obra e frentes de trabalho.
Meta – requisito de desempenho detalhado, quantificado, aplicável ao PPRA resultante
dos objetivos.

Metodologia – estudo dos métodos e especialmente os métodos da ciência, ou seja, é o


caminho pelo qual se chega a um resultado fixado de modo deliberado e refletido.

Plano de Ação - plano para o PPRA conforme descrito no item 9.2.1 da NR-9 e nos
termos deste padrão.
Higiene Ocupacional: É a ciência e arte devotada à antecipação, reconhecimento,
avaliação e controle dos fatores ambientais e tensões originados no local de trabalho,

2/17
que podem causar doenças, comprometimento à saúde e ao bem estar, ou desconforto
significante e influência entre os trabalhadores, ou membros de uma comunidade.
Monitoramento: É o processo periódico e sistemático de avaliação ambiental.

GHE – Grupo Homogêneo de Exposição corresponde a um grupo de trabalhadores


que experimentam exposição semelhante, de forma que o resultado fornecido pela
avaliação da exposição de qualquer trabalhador do grupo seja representativo da
exposição do restante dos trabalhadores do mesmo grupo.
Podendo-se utilizar outras siglas como GHER, GESR – Grupo Homogêneo de
Exposição ao Risco ou Grupo de Exposição Similar ao Risco.
Essa definição é de suma importância no subsídio aos trabalhos de Higiene Ocupacional
(na realização das avaliações pessoais), pois, nas fases de reconhecimento e avaliação
são exigidos critérios técnicos que mais se aproximem da realidade, minimizando as
“incertezas” nos resultados das avaliações ambientais e, conseqüentemente, melhor
desempenho no julgamento de “Grau de Risco”.
Cada grupo definido deverá ser analisado quanto às atribuições realizadas, locais de
trabalho, agentes agressivos existentes, bem como a condição de exposição aos riscos
ocupacionais, classificando-os de acordo com a freqüência de exposição (% do tempo
exposto ao agente);

OBS: Algumas características importantes que deverão ser consideradas na definição


dos GHE:

-Tempo de exposição;
- Local de Trabalho (Áreas e setores);
- Período de trabalho (Ex: turno das 07:30 às 15:30);
- Cargos e funções ocupadas;
- Tarefas e atividades executadas;
- Agentes agressivos;
- Freqüência do Trabalho: repetitivo (rotinas) e não repetitivo (situações esporádicas);

5.2. Siglas

ABHO - Associação Brasileira de Higiene Ocupacional


ACGIH - American Conference of Governmental Industrial Hygienists
AIHA - American Industrial Hygienists Association
APR-HO - Análise Preliminar de Riscos para Higiene Ocupacional
ASO – Atestado de Saúde Ocupacional
CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
DDSMS - Diálogo Diário de Segurança, Meio Ambiente e Saúde
EPI – Equipamento de Proteção Individual
FUNDACENTRO – Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Medicina e Segurança do
Trabalho
HO – Higiene Ocupacional
IOHA - International Occupational Hygienists Association

3/17
LEO – Limite de Exposição Ocupacional
NIOSH - National Institute for Occupational Safety and Halth
OIT – Organização Internacional do Trabalho
OMS – Organização Mundial de Saúde
PCA - Programa de Conservação Auditiva
PCMSO - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional
PPEOB - Programa de Prevenção da Exposição Ocupacional ao Benzeno, conforme
Anexo 13-A da NR-15.
PPR - Programa de Proteção Respiratória, conforme Instrução Normativa no.1 da
DSST, de 11.04.1994.
PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais tal como definido pela NR-9 do
MTE.
SMS - Segurança, Meio Ambiente e Saúde.
SIPAT - Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho.
GHER – Grupo Homogêneo de Exposição ao Risco.

6. PRINCÍPIOS E INTEGRAÇÃO

6.3 O PPRA é considerado como parte integrante do conjunto das iniciativas da


Contratada no campo da preservação da saúde e da integridade física dos
trabalhadores, através da integração como:

PCMSO – Programa de Controle Medico e Saúde Ocupacional


PPEOB – Programa de Prevenção da Exposição Ocupacional ao Benzeno
PCA – Programa de Conservação Auditiva
PPR – Programa de Proteção Respiratória
PCMAT – Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho.
MVUE – Melhor Estimativa da Media (tradução)

7. RESPONSABILIDADE E AUTORIDADE

• 7.1. Compete ao empregador da empresa


a) Dar recursos para Implantar1, implementar2 e manter o PPRA;
b) Nomear o Coordenador do PPRA na REPLAN indicando-o em documento;
c) Aprovar o Documento Base e os Planos de Ação de cada exercício;
e) Promover a análise global do andamento do PPRA em base mínima anual.

7.2. Compete ao coordenador da empresa


a) Coordenar as ações do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais;
1
Promover a inserções, introduzir, dar início.
2
Por em prática

4/17
.
b) Gerar, atualizar e manter os documentos e registros do PPRA.
c) Elaborar o documento para a análise global do programa;
d) Elaborar o Plano de Ação;
e) Informar ao Coordenador do PCMSO quanto a resultados de reconhecimento e
avaliações de agentes ambientais.

7.2. Compete aos Gerentes, Coordenadores, Líderes de Projetos e Supervisores (Cada


contratada adaptar à sua estrutura):
a) Desenvolver o Plano de Ação previsto na área de sua competência;
b) Acompanhar a implementação de medidas de controle de riscos ambientais em suas
atividades até a sua conclusão;
c) Assegurar que a atividade de antecipação de riscos ambientais seja desenvolvida.
d) Divulgar em sua área de competência os dados do PPRA de acordo com o previsto na
NR-9 e NR-1.

7.3. Compete ao SESMT da empresa contratada, ou pessoa indicada para o


cumprimento das exigências relativas as atividades de segurança (conforme anexo III
Item 5.9.4)
a) Analisar e encaminhar a documentação para a reunião de análise global do PPRA;
b) Participar da reunião de análise global do PPRA;
c) Apresentar a análise global e o Plano de Ação para a CIPA;

7.4. Compete ao Coordenador do PCMSO:


a) Desenvolver o PCMSO de acordo com os dados do PPRA;
b) Comunicar ao Coordenador do PPRA a existência de alterações de indicadores
biológicos de exposição por GHE ou queixas dos trabalhadores, promovendo a
integração entre os programas e retroalimentação quanto à eficácia de medidas de
controle adotadas;

7.5 Compete a CIPA:


a) Colaborar para o desenvolvimento e implementação do PPRA;

7.6. Compete aos Trabalhadores:


a) Cumprir as recomendações oriundas do PPRA;
b) Participar de treinamentos relativos ao PPRA;
c) Tomar conhecimento dos riscos ambientais existentes em seu local de trabalho e das
medidas preventivas para o seu controle;
d) Comunicar à sua supervisão imediata a percepção de novos riscos ambientais em
seu local de trabalho;

5/17
e) Zelar pelo bom funcionamento dos equipamentos de controle de riscos ambientais
implementados em sua área, informando à supervisão quando ocorrer qualquer falha ou
degradação;
f) Colaborar com o processo de melhoria contínua dos ambientes de trabalho;
g) Utilizar os EPIs recomendados;
f) Elaborar e revisar procedimentos de prevenção da exposição aos riscos ambientais.

8. DESENVOLVIMENTO DO PPRA

8.1 Elementos para Desenvolvimento

8.1.1 identificação e caracterização dos riscos ambientais (Físicos, Químicos e


Biológicos).

8.1.2 estabelecimento de metas e prioridades para avaliação ambiental.

8.1.3 execução das avaliações ambientais

8.1.4 estudo e estabelecimento de prioridades de ações de controle

8.1.5 implantação e implementação das medidas de controle e avaliação de sua eficácia

8.1.6 registro e divulgação dos dados

8.2 Requisitos Técnicos

8.2.1 Critérios para priorização das avaliações dos riscos

Os critérios adotados para estimar e julgar a tolerabilidade dos riscos são iguais ou mais
restritivos que o padrão legal, e têm como finalidade a priorização de ações e a redução
ao máximo possível das exposições, considerando as viabilidades técnicas e
econômicas.
O risco é estimado em função da probabilidade de ocorrência e gravidade de ocorrência
de danos, combinando-se as estimativas da probabilidade com estimativas da gravidade
do dano potencial. São propostas cinco categorias de riscos:

• Risco Trivial
• Risco Tolerável
• Risco Moderado
• Risco Substancial
• Risco Não Tolerável

A metodologia adotada para estudos dos riscos ocupacionais está descrita no


procedimento: “Critérios para a priorização de avaliações quantitativas”. Como segue
abaixo:

PROCEDIMENTO PARA PRIORIZAÇÃO DE AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS

6/17
O critério proposto para ser utilizado para priorizar os riscos de cada GHE é o da
combinação da probabilidade de exposição e do potencial de dano a saúde.

Fazer a gradação da probabilidade de exposição, atribuindo um índice de significância


(S) variando de 1 a 4. Para definir o índice S usar os critérios relacionados a seguir
(apresentados detalhadamente na Tabela 1) e a seguinte pergunta:
“Qual a chance (probabilidade) que o trabalhador exposto tem de sofrer uma lesão ou
desenvolver uma doença se as condições de trabalho permanecerem iguais às presente
no momento?”

Critérios para definir o valor de S:

• S definido a partir do perfil de exposição qualitativo, quando não forem


possíveis ou disponíveis dados quantitativos. Quanto maior a exposição
(relação entre a intensidade ou concentração, duração e freqüência), maior
será a probabilidade de ocorrência do dano e maior o valor de S.

• S definido a partir do perfil de exposição quantitativo, baseado na MVUE


(melhor estimativa da média) ou ainda, no percentil 95 em relação ao limite de
exposição ocupacional. Vide Tabela 1.

7/17
Tabela 1 - Critérios para valoração da significância da exposição (S)
S
Índice de CRITÉRIO UTILIZADO
Significância Perfil de exposição qualitativo Perfil de exposição quantitativo
da exposição
- Exposição (MVUE) inferior a 10%
Exposição baixa: contato não do Limite de Exposição Ocupacional.
1 freqüente com o agente ou Exp. < 10% LEO
freqüente a baixíssimas
concentrações / intensidades. - Percentil 95 < NA

Exposição moderada: - Exposição (MVUE) entre 10% e


contato freqüente com o agente em 50% do Limite de Exposição
2 baixas concentrações / Ocupacional.
intensidades ou contato não 10% < Exp. ≤ 50% LEO
freqüente a altas concentrações /
intensidades. - Percentil 95 > NA < LEO
- Exposição (MVUE) entre 50% e
100% do Limite de Exposição
Exposição significativa:
3 Ocupacional.
contato freqüente com o agente em
50% < Exp ≤ 100% LEO
altas concentrações / intensidades.
- Percentil 95 > LEO
Exposição alta:
- Exposição (MVUE) acima do Limite
4 contato freqüente com o agente em
de Exposição Ocupacional
concentrações / intensidades
Exp > 100% LEO.
elevadíssima.

A graduação do potencial do agente de causar danos é feita, utilizando critérios


relacionados a seguir:

• o potencial carcinogênico, mutagênico e teratogênico de agentes físicos e


químicos;
• o potencial de danos agudos e crônicos dos agentes físicos;
• o potencial de agentes químicos de causar danos locais quando em contato com
olhos e pele;
• o valor do TLVs para contaminantes atmosféricos, pois quanto menor for o valor
do TLVs maior será o potencial do agente de causar danos. Utilizar este critério
apenas se não for possível definir a severidade ou gravidade do efeito crítico
(para gases e vapores, utilizar os valores em ppm e para particulados, utilizar os
valores em mg/m3).

8/17
Tabela 2 - CRITÉRIOS PARA GRADUAÇÃO DA GRAVIDADE EM FUNÇÃO DO POTENCIAL DO AGENTE DE CAUSAR
DANOS.
CRITÉRIO UTILIZADO
G Potencial carcinogênico, mutagênico Potencial de danos, agudos Potencial de danos locais por TLVs (ACGIH)-
ou teratogênico (Ag. Quí. químicos e e crônicos (agentes físicos) contato com olhos e pele Contaminantes
físicos) (Agentes químicos) atmosféricos
Gás / vapor ou
Particulado
Agentes sob suspeita de ser Lesão ou doença leves, com Agente classificado como
carcinogênico, mutagênico ou efeitos reversíveis irritante leve para a pele, olhos e
1 ≥ 10
teratogênico mas os dados existentes levemente prejudiciais ou mucosas. > 500 ppm
mg/m3
são insufici- entes para classificar. sem efeitos adversos
(Grupo A4 da ACGIH) conhecidos.
Agente carcinogênico, teratogênico ou Lesão ou doença sérias, Agente classificado como
mutagênico confirmado para animais. com efeitos reversíveis irritante para mucosas, olhos, 101 a 500 > 1 e <10
2
(Grupo A3 da ACGIH) severos e prejudiciais. pele e sistema respiratório ppm mg/m3
superior
Agente carcinogênico, teratogênico ou Lesão ou doença críticas, Agente altamente irritante ou
mutagênico suspeito para seres com efeitos irreversíveis corrosivo para mucosas, pele,
humanos. severos e prejudiciais que sistema respiratório e digestivo, 11 a 100 0,1 e ≤ 1
3
(Grupo A2 da ACGIH) podem limitar a capacidade resultando em lesões ppm mg/m3
funcional. irreversíveis limitantes da
capacidade funcional.
Agente carcinogênico, teratogênico ou Lesão ou doença Agente com efeito cáustico ou
mutagênico confirmado para seres corrosivo severo sobre a pele,
incapacitante ou fatal.
humanos. mucosa e olhos (ameaça causar ≤ 0,1
4 ≤ 10 ppm
(Grupo A1 da ACGIH) perda da visão), podendo mg/m3
resultar em morte ou lesões
incapacitantes.

9/17
Finalmente, definir a categoria do risco para cada tipo de exposição ou contato /
dano potencial a partir dos valores dos índices de significância (S) e gravidade (G),
utilizando a matriz apresentada na Tabela 3 que define a categoria de risco
correspondente. Registrar essa categoria de risco no campo correspondente da planilha
de Reconhecimento e Avaliação de Riscos.

Tabela 3 - Matriz de Risco para Estimar o Nível de Risco

RISCO RISCO RISCO RISCO


4
MODERADO SUBSTANCIAL SUBSTANCIAL NÃO
TOLERÁVEL
C B B
S A
I
G 3 RISCO RISCO RISCO RISCO
N TOLERÁVEL MODERADO SUBSTANCIAL SUBSTANCIAL
I
F D C B B
I
C RISCO RISCO RISCO RISCO
2
 TOLERÁVEL MODERADO MODERADO SUBSTANCIAL
N
D C C B
C
I RISCO RISCO RISCO RISCO
A 1
TRIVIAL TOLERÁVEL TOLERÁVEL MODERADO
(S) E D D C

1 2 3 4

G r a v i d a d e (G)

10/17
PRIORIDADE DA AVALIAÇÃO

A ADOTAR MEDIDAS DE CONTROLE

B REALIZAR AVALIAÇÃO EM ATÉ 12 MESES ou 50% DO PERÍODO DO CONTRATO.

C REALIZAR AVALIAÇÃO EM ATÉ 24 MESES ou 75% DO PERÍODO DO CONTRATO.

D REALIZAR AVALIAÇÃO EM ATÉ 36 MESES ou 90% DO PERÍODO DO CONTRATO.

E NÃO AVALIAR

Observações:

Situações a serem consideradas na priorização dos agentes:

• Estudos epidemiológicos do PCMSO;


• Solicitações do poder público (DRT, Min. Público, órgão ambiental);
• Auditorias de certificação;
• CIPA e Sindicato;
• Considerar determinados agentes, como asbesto, que apresentam, pelos efeitos
que causam, potencial de gravidade significativo, sendo enquadrados no grau 4
da Tabela 2;
• Benzeno que tem legislação específica;
• Substancias manuseada em ambientes com “ventilação local exaustora - VLE”
(exemplos: capelas e coifas em laboratorios) não devem ser consideradas para
fins deste procedimento, desde que seja garantido o funcionamento adequado da
VLE;

8.2.2 Matriz de Conclusão do reconhecimento aos Agentes de Risco identificados.

Utilizar a planilha abaixo como forma de registrar as informações obtidas no


reconhecimento identificando: grupos homogêneos ou cargo, fonte geradora do agente e
sua localização (onde ocorre),meio de propagação, controle existente aplicado ao
agente, números de exposto, e os dados obtidos nos critérios para priorização das
avaliações dos riscos, dados obtidos em avaliações quantitativa e a ação que será
tomada sobre o agente. Exemplo:

11/17
RECONHECIMENTO DE RISCO – ANÁLISE QUALITATIVA.
CARGO ou GHE: Soldador
IDENTIFICAÇÃO AVALIAÇÃO
Fonte Meio de N° de Avaliação
Controle Grau de AÇÃO
Risco /Agente Geradora/ Propagaçã exposto Signif. Grav. quantitativ
existente Risco ADOTADA
Local o s a
Máquinas e
equipamento Monitoramento,
s de Moderad Treinamentos
Físico Ruído ar EPI 2 2 2 82 db(A)
processo/ o quanto ao uso
Unidades de de EPI´s, ,
Processo
1monitoramento
no prazo de 24
Processo de
Fumos de EPI e Moderad meses.
solda/Oficina ar 2 2 2
Químico solda Exaustão o Treinamento
s
quanto ao uso
de máscaras

Biológic inexistent
--- --- --- --- --- --- ---
o e

12/17
8.2.3 Estratégia e periodicidade de avaliação ambiental

8.2.2.1 Com base no reconhecimento e no critério para priorização das avaliações dos
riscos, a empresa deverá registrar em um cronograma de ação os prazos para a
realização das avaliações das exposições dos riscos ambientais. Neste cronograma
poderão ser colocadas outras ações que a empresa julgar necessário, como exemplo:
Treinamentos, palestras apresentações de resultados para CIPA, etc...
8.2.2.2 Indicar nominalmente o responsável pela ação.
Utilizar como referencia a tabela abaixo:

Ações do Programa / Planejamento anual de ações do PPRA – Plano de Ação


Responsável pela ação 2006
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

1
2
3
4
5
Legenda
X Mês programado

8.3 Implementação e Execução das Atividades

A avaliação quantitativa é realizada através de serviços próprios ou contratados


especializados e é conduzida por um especialista para:

a) comprovar o controle da exposição ou a inexistência dos riscos identificados na etapa


de reconhecimento e caracterização dos mesmos.

b) dimensionar a exposição dos trabalhadores.

c) subsidiar a implantação das medidas de controle.

d) atender requisito legal

8.4. Antecipação de Riscos Ambientais

8.4.1. As ocorrências previsíveis de riscos ambientais devem ser antecipadas pela


análise estruturada para novos projetos, modificações, novos equipamentos, alterações
de processos e inclusão de novos materiais nas atividades da instalação.
8.4.2. A etapa de antecipação dos riscos deve ocorrer desde as fases de concepção do
projeto até o seu detalhamento

13/17
8.5. Reconhecimento de Riscos Ambientais

O Reconhecimento abrangente e detalhado de riscos ambientais é realizado em todos


os processos e atividades, no âmbito da instalação, tendo sua conclusão registrada
através da Matriz de “Reconhecimento de risco – Avaliação Qualitativa“ aos Agentes de
Risco identificados, que é o formato para reconhecimento de riscos ambientais.

8.6. Avaliação de Riscos Ambientais


O planejamento das avaliações dos riscos ambientais deve estar descrito no “
Planejamento Anual de Ações do PPRA – Plano de Ação” do ano vigente.

8.7. Implantação de Medidas de Controle de Riscos Ambientais


8.7.1. As ações de controle sobre riscos ambientais podem ocorrer em qualquer etapa
do processo do PPRA (antecipação, reconhecimento ou avaliação), e devem ser
adotadas e ter sua prioridade definida com base no “PROCEDIMENTO PARA
PRIORIZAÇÃO DE AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS”.

8.7.2 As medidas de controle são adotadas para a eliminação ou a minimização dos


riscos sempre que:

a) identificados na fase de antecipação, e sejam caracterizados como risco potencial à


saúde;
b) constatados na fase de reconhecimento, e sejam caracterizados como risco evidente
à saúde;
c) os resultados das avaliações quantitativas da exposição dos trabalhadores
excederem os valores de limites de exposição ocupacional previstos na NR-15 ou, na
ausência destes, os valores de limites de exposição ocupacional adotados pela ACGIH –
American Conference of Governmental Industrial Higyenists, ou aqueles que venham a
ser estabelecidos em negociação coletiva de trabalho, desde que mais rigorosos do que
os critérios técnicos legais estabelecidos;

d) ficar caracterizado, através do controle médico da saúde, o nexo causal entre danos
observados à saúde dos trabalhadores e a exposição ocupacional;

8.7.3 O estudo, desenvolvimento e implementação de medidas de proteção coletiva


obedecerão a seguinte hierarquia:

a) Medidas que eliminem ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais


a saúde;
b) medidas que previnam a liberação ou disseminação dos agentes no ambiente de
trabalho;

14/17
c) medidas que reduzam os níveis ou a concentração dos agentes no ambiente de
trabalho.

8.7.3.1 Quando da implementação de medidas de caráter coletivo, esta será


acompanhada de treinamento dos trabalhadores quanto aos procedimentos que
assegurem a sua eficiência e de informação sobre as eventuais limitações de proteção
que ofereçam.

8.7.4 Quando for comprovada a inviabilidade da adoção de medidas de proteção


coletiva, ou quando estas não forem suficientes ou encontrarem em fase de estudo,
planejamento ou implantação, ou ainda em caráter complementar ou emergencial, serão
adotadas outras medidas, obedecendo-se a seguinte hierarquia:
a) medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho
b) utilização de equipamentos de proteção individual – EPI, com treinamento dos
usuários.

8.8 Monitoramento Periódico de Agentes Ambientais

8.8.1. A periodicidade de monitoramento de riscos ambientais será definida no


“PROCEDIMENTO PARA PRIORIZAÇÃO DE AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS” e os
métodos de controle revisados até que a exposição ao agente ambiental seja
considerada tolerável.

8.8.2. Para agentes ambientais que possuem estratégia de amostragem e periodicidade


de monitoramento definidos em legislação específica, seguir o exigido na mesma. (Por
exemplo, Benzeno, Anexo 13-A da NR-15)

9. DIVULGAÇÃO DO PPRA E DOS SEUS DADOS

9.1. O PPRA é documentalmente estabelecido através, dos seus anuários e de


documentos complementares, como citados neste padrão.
9.2. O PPRA deve ser divulgado e seus dados acessíveis na forma apropriada e
suficiente segundo o item 9.5 da NR-9 e das demais provisões legais constantes na NR-
9.3. São exemplos de divulgação:
a) DDSMS - diálogo diário de segurança, meio ambiente e saúde;
b) Apresentação e discussão na CIPA (requisito da NR-9)
c) SIPAT
d) Palestras
e) Reuniões.

15/17
10. PLANO DE AÇÃO DO PPRA

10.1. O Plano de Ação contem metas gerais e específicas e possui:


a) Cronograma de Avaliação de Agentes Ambientais, segundo os resultados das fases
de antecipação e reconhecimento;
b) Cronograma de Ações de Controle de Riscos Ambientais, quando aplicável.

11. ANUÁRIOS DO PPRA, REGISTROS E MANUTENÇÃO DOS DADOS


OCUPACIONAIS

11.1. A partir do documento-base original, são elaborados, a cada exercício, os Anuários


do PPRA, que o complementam e o integram, os quais devem conter:
a) Plano de Ação do Exercício com os Cronogramas de Avaliação e Controle dos
Riscos;
b) Os resultados de Avaliações Ambientais, documentadas segundo relatórios técnicos
específicos, com as devidas remissões de atualização de documentos anteriores,
quando aplicável;
c) Todos os registros da estrutura de documentação do período;
d) Todos os Projetos relativos às ações de controle sobre os riscos ambientais;
e) Atas de reuniões, atos administrativos e registros de inspeções legais.

11.2. O Documento Base e os Anuários do PPRA devem existir em meio físico, podendo
ainda existir em meio eletrônico, com as devidas remissões para os documentos
citados.
11.3. Constituem-se registros do PPRA toda documentação técnica, cientifica e
administrativa do seu desenvolvimento, os quais fazem parte dos registros de SMS da
Unidade.
11.4. Os registros do PPRA devem ser mantidos por um período de pelo menos 30
anos.
11.5. A manutenção dos dados do PPRA deverá ser cumulativa, não se descartando
nenhum dado anterior, a partir da vigência do documento base original.
11.6. Todos os dados ambientais novos serão agregados ao histórico pré-existente, por
exercício(anual). A documentação técnica (relatórios, avaliações, projetos de controle,
recomendações de melhorias) deve atualizar a anterior, que será mantida, explicitando-
se a data e vigência das novas condições.
11.7 Todas as avaliações realizadas, serão acompanhadas de um dossiê onde
constarão as seguintes informações:

• Estratégias e metodologias
• Planilhas de Riscos

16/17
• Relatórios e resultados de avaliações de risco e monitoramento ambiental
• Indicação de medidas de controle necessárias
• Medidas de controle existentes e implementadas

12. AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

12.1. A Coordenação do PPRA deve promover, em conjunto com o empregador, análise


global do desempenho do programa, pelo menos uma vez ao ano.
12.2. Avaliar o grau de atendimento do Plano de Ação e definir as correções
necessárias, assim como as novas metas para o plano de ação e os cronogramas do
exercício seguinte.

15 ASSINATURAS
15.1 Empregador
15.3 Coordenador do PPRA
16. LOCAL E DATA

17/17