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Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Disciplina: ENG03332 – Máquinas de Fluxo I

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga

Disciplina: ENG03332 Máquinas de Fluxo I Prof.: Sérgio Luiz Frey Aluno: Leonardo Silva Faria Jorge Grass Renato Pedrotti Venâncio Lazaro Batalhone Neto

Data: 16/10/2011

Porto Alegre

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga

Sumário Lista de Símbolos 4 1 Introdução ........................................................................................................................................ 5 2 Objetivo 6 3 Guia teórico .....................................................................................................................................
Sumário
Lista de Símbolos
4
1
Introdução
........................................................................................................................................
5
2
Objetivo
6
3
Guia teórico
.....................................................................................................................................
7
  • 3.1 Curvas de Desempenho de Bombas Centrífugas

....................................................................

7

  • 3.2 Curva Característica da Bomba

...............................................................................................

7

  • 3.3 Curva Característica do Sistema

..............................................................................................

8

  • 3.4 Pontos de funcionamento

.......................................................................................................

8

  • 3.5 Potência Fornecida ao Eixo

.....................................................................................................

8

  • 3.6 Rendimento Total

....................................................................................................................

9

  • 4 Procedimento experimental

...........................................................................................................

10

  • 5 Resultados & Discussões

...............................................................................................................

14

  • 5.1 Curva característica teórica da bomba e curvas características do sistema

.........................

15

  • 5.2 Potência no eixo da bomba e rendimento total

...................................................................

17

Conclusão

  • 6 ......................................................................................................................................

19

  • 7 Bibliográficas..............................................................................................................

Referências

20

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Sumário Lista de Símbolos 4 1 Introdução

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Resumo Parte da prática didática do Departamento

Resumo

Parte da prática didática do Departamento de Engenharia Mecânica da UFRGS é atacar, sempre que possível, atividades práticas úteis no cotidiano industrial. Desta forma, para a disciplina de Máquinas de Fluxo é requisitado que os autores apresentem a fundamentação teórica e, através da aquisição de dados de uma bancada educacional montada no LAMAC, levantem as curvas características de uma máquina geradora (bomba) instalada na bancada. Este experimento apresenta ao aluno a possibilidade de avaliar a eficiência e o rendimento de uma bomba, bem como o embasamento necessário a adaptação de bombas em sistemas de vazão.

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Resumo Parte da prática didática do Departamento

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Lista de Símbolos w p p i

Lista de Símbolos

w p p

i

d

s

-

Energia especifica requerida pelo sistema (

J / kg

- Pressão na boca de descarga (

N

/ m

2

);

-

Pressão na superfície do reservatório de sucção (

);

N / m

  • 2 );

-

Massa especifica do fluido de trabalho (

kg / m

3

);

v

d

v

s

-

-

Velocidade do fluido no ponto de descarga (

Velocidade do fluido no ponto de sucção (

m/s m/s

);

);

z z

d

-

Cota de referência do ponto de descarga (

m

);

s

-

Cota de referência do ponto de sucção (

  • m );

g

Q

- Aceleração da gravidade (

-

Vazão na canalização (

m m/s / h

3

);

2

);

Q

i

-

Vazão na canalização na enésima medição (

3

m / h

);

  • D d

    • - Diâmetro da canalização de descarga (

      • m );

D

s

-

Diâmetro da canalização de sucção ( m

);

H

i

-

Altura manométrica da enésima medição (

mcA

);

H

G

- Altura geométrica (

mcA

);

K

-

Características do sistema (

5

m s

2

);

P

e

- Potência fornecida ao eixo da bomba (

W

)

motor

- Rendimento do motor

total

- Rendimento total da bomba

I

- Corrente (A)

V

  • - Tensão elétrica (V)

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Lista de Símbolos w p p i

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga

1 Introdução
1
Introdução

Este relatório é parte da avaliação da disciplina Máquinas de Fluxo, ministrada pelo Professor Sérgio Frey. Esta é parte integrante do currículo (disciplina obrigatória) do curso de Engenharia Mecânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Esse trabalho visa colocar em evidência os conhecimentos adquiridos em aula, fazendo o elo entre teoria e prática. Neste experimento foi realizado um ensaio para determinar as curvas características de uma máquina geradora (bomba): o cruzamento da curva característica da bomba com as curvas características do sistema, curva de potência para as vazões levantadas e a curva do rendimento total da bomba. Os dados foram levantados no experimento montado no Laboratório de Mecânica dos Fluidos Aplicada e Computacional (LAMAC).

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 1 Introdução Este relatório é parte da

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga

2 Objetivo
2
Objetivo

Sabe-se da importância de ter conhecimento de todas as possibilidades de vazão de operação para dada bomba, bem como suas respectivas perdas de carga. Além do efeito de melhor dimensionamento do ganho de energia mecânica (pressão), também é possível obter ganhos sinérgicos da máquina elétrica que opera a bomba, no que tange ao consumo elétrico, para determinadas curvas de sistema.

Ao final deste, pretende-se comparar a carta de pontos de funcionamento da bomba (Fig. 1) obtida através do devido tratamento dos dados levantados, com a carta do fabricante, analisando o dimensionamento proposto pelo LAMAC.

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 2 Objetivo Sabe-se da importância de ter

Figura 1 Centrífuga da linha PRATIKA CP-4C/R do circuito instalado no laboratório.

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 2 Objetivo Sabe-se da importância de ter

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 3 Guia teórico 3.1 Curvas de Desempenho
  • 3 Guia teórico

    • 3.1 Curvas de Desempenho de Bombas Centrífugas

A busca da capacidade e a pressão necessária para o funcionamento de um sistema é auxiliada por um gráfico chamado Curva do Sistema. Similarmente a curva característica de desempenho da bomba é traçada através de um gráfico o qual mostra a variação da capacidade versus pressão.

Para que as necessidades do usuário sejam satisfeitas, procura-se adequar a curva do sistema com a curva da bomba. O ponto de operação deste sistema é o ponto onde há intersecção da curva da bomba com a curva de resistência do sistema. O ponto operacional de ambos, bomba e processo, são obtidos na intersecção das duas curvas. Infelizmente, não é possível que um ponto operacional atenda todas as condições operacionais desejadas.

  • 3.2 Curva Característica da Bomba

Para determinar a curva da bomba, é necessário estabelecer um balanço de energia entre os reservatórios de sucção e de descarga. Devido ao fato das medições terem sido realizadas na saída da bomba, a perda de carga é nula no trecho de canalização de sucção e recalque. Assim temos que a equação para a energia específica requerida pelo sistema é:

 
(1)
 

(1)

Sendo:

 
e (2)

e

e

(2)

Podemos

relacionar

energia

específica

requerida

pelo

sistema

com

a

altura

manométrica utilizando a equação:

 
 
(3)
 

(3)

Os valores obtidos de H, relacionados com as vazões respectivas, geram os pontos da curva característica da bomba.

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 3 Guia teórico 3.1 Curvas de Desempenho

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 3.3 Curva Característica do Sistema A construção
  • 3.3 Curva Característica do Sistema

A construção da curva característica do sistema requer que saibamos quais são as características do nosso sistema ou canalização e que tenhamos os pontos de funcionamento do mesmo. Partindo da equação da curva do sistema:

A

vazão (Q)

m 3 h está em . Agora com
m
3
h
está em
.
Agora
com

a

equação (5)

características do sistema utilizando os pontos de funcionamento.

Onde:

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 3.3 Curva Característica do Sistema A construção
Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 3.3 Curva Característica do Sistema A construção
 

(4)

podemos determinar

as

(5)

(6)

Tendo as características do sistema podemos traçar a curva do sistema e assim determinar quais os pontos de intersecção nas curvas de altura manométrica para cada vazão. A curva do sistema é obtida atribuindo valores de Q, e calculando H na equação (4).

  • 3.4 Pontos de funcionamento

Os pontos de funcionamento da bomba são as intersecções da curva do sistema com a curva da bomba. Normalmente, o ponto de funcionamento é diferente do nominal, pois o fabricante não considera perdas por atrito.

  • 3.5 Potência Fornecida ao Eixo

Para estimarmos a potência fornecida no eixo da bomba precisamos saber a corrente e a tensão que alimentam a bomba. Com a equação (7) obtemos a potência:

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 3.3 Curva Característica do Sistema A construção

(7)

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 3.3 Curva Característica do Sistema A construção

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga

cos  0,72 Para a bomba estudada o fabricante fornece os valores no catálogo. A tensão
cos  0,72
Para a bomba estudada o fabricante fornece os valores
no catálogo. A tensão elétrica da rede é de 220 V.
e η motor = 0,664
  • 3.6 Rendimento Total

O rendimento total do sistema pode ser obtido através da equação (8) que relaciona a potência fornecida e a potência de recalque.

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga cos  0,72 Para a bomba estudada

(8)

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga cos  0,72 Para a bomba estudada

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 4 Procedimento experimental A Fig. 2 apresenta
  • 4 Procedimento experimental

A Fig. 2 apresenta um esquema simplificado da linha d’água montada no LAMAC e visa facilitar o entendimento do experimento, definindo alguns índices para os locais relevantes e de leitura dos dados experimentais.

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 4 Procedimento experimental A Fig. 2 apresenta

Figura 2 - Esquema simplificado do experimento para determinação da carta dos pontos de funcionamento de uma bomba centrífuga.

O experimento consiste em variar a abertura da válvula gaveta (7, Fig. 3) da linha d’água, registrando: a vazão (Q) no flowmeter (8, Fig. 4), a pressão de sucção (ps) no vacuômetro em (5, Fig. 5), a pressão de descarga (pd) no manômetro em (6, Fig. 5) e a corrente (I) no amperímetro em (2, Fig. 6), para cada nova vazão imposta pela válvula (7). Coletaram-se os dados de sete pontos de operação.

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 4 Procedimento experimental A Fig. 2 apresenta

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Figura 3 - Válvula de controle da
Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Figura 3 - Válvula de controle da

Figura 3 - Válvula de controle da vazão do sistema.

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Figura 3 - Válvula de controle da

Figura 4 - Medidor de vazão utilizado no experimento.

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Figura 3 - Válvula de controle da

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Figura 5 - Entrada e saída da
Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Figura 5 - Entrada e saída da

Figura 5 - Entrada e saída da bomba com vacuômetro e manômetro instalados, respectivamente.

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Figura 5 - Entrada e saída da

Figura 6 - Amperímetro usado para medição da corrente I (A), usada no cálculo da potência.

Foram observados alguns cuidados na operação do experimento, visando minimizar os erros aleatórios peculiares da sinergia do sistema:

Iniciar a coleta de dados a partir da válvula (7) completamente aberta e restringir a seção até fechá-la totalmente; Aplicar a média aritmética entre o valor mínimo e o valor máximo da leitura do vacuômetro, dada a grande oscilação da leitura, mesmo em regime estacionário;

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Figura 5 - Entrada e saída da

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Figura 7 - Detalhes da bomba, fornecidos
Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Figura 7 - Detalhes da bomba, fornecidos

Figura 7 - Detalhes da bomba, fornecidos pelo fabricante.

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Figura 7 - Detalhes da bomba, fornecidos

Figura 8 Local de sucção e descarga do sistema.

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Figura 7 - Detalhes da bomba, fornecidos

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 5 Resultados & Discussões Neste capítulo, utilizaremos
  • 5 Resultados & Discussões

Neste capítulo, utilizaremos os dados coletados através dos métodos experimentais descritos para o cálculo das grandezas já discutidas no Capítulo 2. Serão então calculadas a curva característica téorica da bomba, curvas características do sistema, da potência fornecida no eixo e o rendimento total.

Na Fig. 9, têm-se a as curvas apresentadas pelo fabricante da bomba centrífuga. Ela servirá como ponto de comparação para os resultados apresentados em seguida.

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 5 Resultados & Discussões Neste capítulo, utilizaremos

Figura 9 - Curvas características da bomba fornecidas pelo fabricante.

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 5 Resultados & Discussões Neste capítulo, utilizaremos

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 5.1 Curva característica teórica da bomba e
  • 5.1 Curva característica teórica da bomba e curvas características do sistema

Na Tab. 1 tem-se os dados reunidos no experimento executado no LAMAC. Os valores foram transferidos para unidades do Sistema Internacional (SI), afim de se manter a coerência nas unidades. Na Tab. 2, tem-se as medidas geométricas da bomba e do sistema, os diâmetros de entrada e descarga da bomba e as cotas do sistema. A cota Hg é a diferença de nível entre o reservatório e a bomba medida. Finalmente, na Tab. 3, verifica-se os valores da massa específica do fluido do sistema (água) e a aceleração da gravidade utilizados nos cálculos.

Tabela 1 - Dados coletados no experimento, com as transferências de unidades para o Sistema Internacional.

 

Pdbomba

Pdbomba

 

Psbomba

Psbomba

   

Q

 

Q

 

I

(kgf/cm 2 )

(N/m 2 )

(mmHg)

(N/m 2 )

 

(m 3 /h)

(m 3 /s)

(A)

 
  • 1 2,22

217782

 

0

 

0

 

0

 

0

 

2

  • 2 1,55

152055

 

-18

-2399,76

   

3,33

0,000925

2,27

  • 3 1,29

126549

-30

-3999,6

4,3

0,001194444

2,5

  • 4 1,05

103005

-52

-6932,64

5,41

0,001502778

2,63

  • 5 0,73

  • 71613 -9465,72

-71

6,45

0,001791667

2,64

  • 6 0,44

  • 43164 -13731,96

-103

7,11

 

0,001975

2,7

  • 7 0,24

  • 23544 -16131,72

-121

7,67

0,002130556

2,86

 

Tabela 2 - Configurações geométricas e elevações do sistema.

 
   

Ddbomba (m)

 

Dsbomba (m)

Zdbomba - Zsbomba (m)

Hgsistema (m)

 
 

0,038

 

0,051

0,2

0,1

 

Tabela 3 - Massa específica da água e aceleração da gravidade usados nos cálculos.

 
   

Massa Específica Agua (kg/m 3 )

 

1000

   
 

Aceleração da Gravidade (m/s 2 )

9,81

 

Tabela 4 - Salto energético em função da vazão da bomba.

 
 

Q (m 3 /s)

 

H bomba

   

0

 

22,4

 

0,000925

15,94462385

0,001194444

13,50770642

0,001502778

11,40669113

0,001791667

8,464905199

0,001975

5,999792049

0,002130556

4,244415902

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 5.1 Curva característica teórica da bomba e

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Tabela 5 - Características do sistema. K'

Tabela 5 - Características do sistema.

K'

 

H(K'(2))

H(K'(3))

H(K'(4))

H(K'(5))

H(K'(6))

H(K'(7))

-

0,1

0,1

0,1

0,1

0,1

0,1

18518187,12

K'(2)

15,94462385

8,14092568

4,38380275

2,32961594

1,39415403

0,88119791

9397721,754

K'(3)

26,51985184

13,5077064

7,24295492

3,81773564

2,2579154

1,40259532

5006635,793

K'(4)

41,92038213

21,3232608

11,4066911

5,98485985

3,51579684

2,16189779

2605833,096

K'(5)

59,54466664

30,2673394

16,1716486

8,4649052

4,95530965

3,03083948

1512524,8

K'(6)

72,33250363

36,7569884

19,6290087

10,2643777

5,99979205

3,66132661

913014,3533

K'(7)

84,15899523

42,758768

22,8264565

11,9285721

6,96575388

4,2444159

Nas Tab. 4 e 5 tem-se os resultados numéricos para os cálculos da altura

manométrica e das curvas características do sistema em função da vazão. Finalmente, na Fig. 10 tem-se a curva característica da bomba, assim como as curvas características do sistema; importante ressaltar que os pontos de intersecção entre a curva H bomba x Q e as curvas dos K’s são os chamados pontos de funcionamento.

Poly. (K'(3)) Hbomba K'(7) K'(6) K'(5) K'(4) K'(3) K'(2) 0,0005 0,0015 0,0025 0,001 0,002 0
Poly. (K'(3))
Hbomba
K'(7)
K'(6)
K'(5)
K'(4)
K'(3)
K'(2)
0,0005
0,0015
0,0025
0,001
0,002
0
Poly. (K'(5))
Poly. (K'(4))
0
Poly. (K'(2))
Poly. (Curva Característica
Bomba (Hbomba X Q)
da Bomba (Hbomba X Q))
Curva Característica da
10
20
30
40
50
60
70
80
90

Q (m 3 /s)

Figura 10 - Curva característica da bomba e características dos sistemas em função da vazão.

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Tabela 5 - Características do sistema. K'

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 5.2 Potência no eixo da bomba e
  • 5.2 Potência no eixo da bomba e rendimento total

Tabela 6 - Resultados da potência no eixo e rendimento total em função da vazão.

Q (m 3 /s)

Pe (W)

ηt

ηt (%)

0

210,3552

0

0

0,000925

238,753152

0,606

60,6

0,001194444

262,944

0,601

60,1

0,001502778

276,617088

0,607

60,7

0,001791667

277,668864

0,535

53,5

0,001975

283,97952

0,409

40,9

0,002130556

300,807936

0,294

29,4

Na Tab. 6, tem-se os resultados do cálculo da potência no eixo e do rendimento total. Uma discussão maior sobre estes resultados está presente no capítulo dedicado às conclusões deste trabalho. Mas, sabe-se de antemão que a potência elétrica consumida no motor calculada não corresponde à potência fornecida ao fluido, já que num sistema como este que está sob análise, deve-se considerar que diferentes fontes de perdas energéticas estão presentes.

Na

Fig.

11,

pode-se verificar que a potência cresce com

o aumento da vazão,

resultado já esperado uma vez que a necessidades energéticas do sistema são maiores.

0 50 Potência no Eixo (Pe) X Q 350 300 250 200 150 100 Pe (W)
0
50
Potência no Eixo (Pe) X Q
350
300
250
200
150
100
Pe (W)
0,0005
0,0015
0,0025
0,001
0,002
0

Q (m3/s)

Potência no Eixo (Pe) X Q

Figura 11 - Curva da potência no eixo em função da vazão.

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 5.2 Potência no eixo da bomba e

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Na Fig. 12, tem-se a curva do

Na Fig. 12, tem-se a curva do rendimento total em função da vazão volumétrica. Pode-se constatar que existe uma vazão na qual o rendimento do sistema é ótimo. O estudo deste ponto de trabalho torna-se interessante uma vez que a busca pelo maior rendimento é constantemente um objetivo de projeto. No Capítulo 6, uma discussão sobre o rendimento será apresentada.

Rendimento Total (ηt) X Q

t)

0 0,0015 0,002 0,001 0,0005 0,0025 Q (m3/s) 0,7 0,6 0,5 0,4 0,3 0,2 0,1 0
0
0,0015
0,002
0,001
0,0005
0,0025
Q (m3/s)
0,7
0,6
0,5
0,4
0,3
0,2
0,1
0
-0,1

Rendimento Total (ηt) X Q

Figura 12 - Curva do rendimento total em função da vazão.

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga Na Fig. 12, tem-se a curva do

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga

6 Conclusão
6
Conclusão

De uma maneira geral, os resultados que foram obtidos neste trabalho estiveram de acordo com aqueles esperados por um estudo preliminar qualitativo. Apesar dos erros inerentes a um experimento como este, pode-se validar as curvas obtidas comparando-as com as curvas disponibilizadas pelo fabricante. As diferenças encontradas entre o experimento aqui realizado e os dados fornecidos podem ser atribuídas às imprecisões dos equipamentos usados e na montagem, ao métodos realizados para aquisição dos mesmos, assim como o desgaste de forma geral que os equipamentos (bomba, canalizações, medidores, válvulas, entre outros) sofreram no decorrer dos anos.

A determinação das curvas característica da bomba e características do sistema mostraram-se de acordo com as curvas apresentadas pelo fabricante, levando-se em consideração que as diferenças encontradas entre elas são facilmente explicadas pelos métodos utilizados para os cálculos, pelas diferenças entre cada bomba que é produzida e pelo desgaste inerente à utilização.

Em relação à potência fornecida pelo eixo, deve-se ressaltar que ela será sempre um valor abaixo daquela fornecida pela rede elétrica, já que dentro do sistema tem-se uma série de perdas envolvidas (resistências dos equipamentos, perdas por atrito das canalizações, bomba e outros). Vale lembrar também que, enquanto que a altura manométrica cresce numa relação quadrática com a vazão, a potência cresce linearmente. Por isso, o estudo do rendimento total se faz necessário.

Analisando a curva do rendimento em função da vazão, verifica-se que o rendimento máximo é da ordem de 63%, para uma vazão volumétrica de aproximadamente 0,00125m 3 /s. Para vazões grandes, como a maior medida neste experimento, o rendimento cai exponencialmente e chega a 29,4% para 0,00213m 3 /s. Diante destes resultados, poderia ser relevante um estudo da adequação desta bomba para este serviço, numa tentativa de propor uma solução que apresente talvez um rendimento mais fatisfatório.

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 6 Conclusão De uma maneira geral, os

Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga

7 Referências Bibliográficas  HENN, Erico Antônio Lopes. Máquinas de Fluido. Santa Maria; Ed. UFSM, 2001.
7
Referências Bibliográficas
HENN, Erico Antônio Lopes. Máquinas de Fluido. Santa Maria; Ed. UFSM, 2001.
Determinação do Ponto de Funcionamento de uma Bomba Centrífuga 7 Referências Bibliográficas  HENN, Erico Antônio