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TÈcnicas AvanÁadas de ProduÁ„o, Six Sigma e Lean Production

Aula 1

Prof. Me. JosÈ M·rcio Fernandes

Engenharia de ProduÁ„o

conhecer os conceitos gerais da metodologia seis sigma

dominar os conceitos de estatÌstica b·sica

entender o significado de seis sigma

Lean Seis Sigma Identifica problemas no fluxo Melhora a capacidade das etapas que agregam valor
Lean
Seis Sigma
Identifica problemas
no fluxo
Melhora a capacidade
das etapas que
agregam valor
fluxo Melhora a capacidade das etapas que agregam valor Conceitos B·sicos de Seis Sigma Ao final

Conceitos B·sicos de Seis Sigma

Ao final desta aula, o aluno dever· ser capaz de:

conhecer as vantagens da

aplicaÁ„o do seis sigma e do

lean

estabelecer as relaÁıes entre o seis sigma e o lean

Por que seis sigma + lean?

O lean e o seis sigma objetivam resultados

O seis sigma reduz a variabilidade e o nÌvel de defeitos do processo

O lean elimina desperdÌcios e melhora o fluxo do processo

Cada um Tem um Foco Distinto Seis Sigma Lean Diminuir a variabilidade Reduzir desperdÌcios Aumentar
Cada um Tem um Foco Distinto
Seis Sigma
Lean
Diminuir a variabilidade
Reduzir
desperdÌcios
Aumentar a qualidade
Reduzir o lead time
SoluÁ„o de problemas
complexos por meio de
ferramentas estatÌsticas
SoluÁ„o r·pida de
problemas (kaizen)
Aumento do
rendimento da cadeia
de valor
Aumentar o valor
agregado das
etapas do processo
MÈtrica: nÌvel sigma de
qualidade
MÈtrica: tempo
1
Qual a vantagem da associaÁ„o?
Qual a vantagem da associaÁ„o?
Detalhando as Duas Metodologias Elemento Seis Sigma Lean Vis„o Melhoria dos processos Melhoria da cadeia
Detalhando as Duas
Metodologias
Elemento
Seis Sigma
Lean
Vis„o
Melhoria dos
processos
Melhoria da cadeia de
valor
Abordagem
ReduÁ„o de defeitos,
conceito de Critical to
Quality (CTQ)
ReduÁ„o de desperdÌcios,
conceito de valor
reconhecido pelo cliente
Objetivo
Diminuir a
variabilidade
Diminuir o valor n„o
agregado
Indicadores
Foco forte na efic·cia,
indicadores
mostrando atender as
especificaÁıes do
cliente
Foco forte em eficiÍncia,
indicadores mostrando
atender a produtividade
Elemento Seis Sigma Lean £reas Qualidade ProduÁ„o cl·ssicas de coordenaÁ„o Ferramentas utilizadas Mapa
Elemento
Seis Sigma
Lean
£reas
Qualidade
ProduÁ„o
cl·ssicas de
coordenaÁ„o
Ferramentas
utilizadas
Mapa do processo,
estudos estatÌsticos,
matrizes de tomada
de decis„o, FMEA,
planos de controle
etc.
VSM, TOC,
kanban, poka-
yoke, JIT, SMED,
5S, gerenciamento
visual etc.
Empresas de
Empresas
Empresas
sucesso com
norte-americanas
japonesas
o programa
sucesso com norte-americanas japonesas o programa Filosofia, sistema ou ferramenta? Elemento Seis Sigma
Filosofia, sistema ou ferramenta?
Filosofia, sistema ou
ferramenta?
Elemento Seis Sigma Lean Estrutura da equipe Equipe formada por belts compostos por v·rios nÌveis
Elemento
Seis Sigma
Lean
Estrutura da
equipe
Equipe formada por
belts compostos por
v·rios nÌveis e
departamentos
trabalhando no tema
do projeto
Atividades de pequenos
grupos (APGs),
compostos por equipes
da ·rea, envolvendo o
ch„o de f·brica
Natureza dos
trabalhos
Projetos definidos,
observando o impacto
no cliente interno e
externo
Projetos definidos,
observando o fluxo da
cadeia de valor
Metodologias
Dmaic e Dmadv
UtilizaÁ„o dos cinco
princÌpios
EstratÈgias de
implementaÁ„o
Implementar projetos
estratÈgicos ao
negÛcio da empresa
Implementar melhorias
nos pontos gargalos com
disseminaÁ„o do conceito
kanban
IntroduÁ„o ao Seis Sigma Seis Sigma È um mapa geral (Road Map) que ajuda a
IntroduÁ„o ao Seis Sigma
Seis Sigma È um mapa geral
(Road Map) que ajuda a integrar
as ferramentas que visam a
melhoria de processos, reduÁ„o
da variabilidade e maximizaÁ„o
do retorno financeiro
2
O foco principal È atingir nÌveis de defeitos de 3,4 ppm para as caracterÌsticas crÌticas
O foco principal È atingir nÌveis
de defeitos de 3,4 ppm para as
caracterÌsticas crÌticas da
qualidade
(Critical To Quality ñ CTQs)
O Impacto da Qualidade NÌvel 6Û Quatro Sigma Seis Sigma Evento (99,38% conforme) (99,99966% conforme)
O Impacto da Qualidade
NÌvel 6Û
Quatro Sigma
Seis Sigma
Evento
(99,38% conforme)
(99,99966% conforme)
300.000 cartas postadas
1860 cartas extraviadas
1 carta extraviada
Um ano (525.600 minutos)
de fornecimento de ·gua
pot·vel
3258 minutos ou
54 horas de
·gua n„o pot·vel
1 minuto de ·gua n„o
pot·vel
Em 1.470.580 internaÁıes
hospitalares
9118 casos de
infecÁ„o hospitalar
5 casos de
infecÁ„o hospitalar
Aterrissagens de aviıes
no Brasil
Uma aterrissagem de
emergÍncia no
aeroporto de
Guarulhos por dia
Uma aterrissagem de
emergÍncia em todos os
aeroportos do Brasil a
cada cinco anos
Processos n„o tÈcnicos A principal caracterÌstica de um processo n„o tÈcnico È trabalhar com fluxo
Processos n„o tÈcnicos
A principal
caracterÌstica de um
processo n„o tÈcnico È
trabalhar com fluxo de
informaÁıes e ter, na
maioria das vezes,
como resultado
um produto intangÌvel.
maioria das vezes, como resultado um produto intangÌvel. Maximizar o Retorno, eis a Quest„o Processos do

Maximizar o Retorno, eis a Quest„o

Maximizar o Retorno, eis a Quest„o
Processos do Ponto de Vista 6Û Processos tÈcnicos A principal caracterÌstica de um processo tÈcnico
Processos do
Ponto de Vista 6Û
Processos tÈcnicos
A principal caracterÌstica
de um processo tÈcnico
È o fluxo do produto
visÌvel e um produto
tangÌvel como resultado
desse processo.

£reas de AplicaÁ„o do Seis Sigma

Revis„o sobre Conceitos de EstatÌstica B·sica Dados s„o colet‚neas de quaisquer valores relacionados a

Revis„o sobre Conceitos de EstatÌstica B·sica

Dados s„o colet‚neas de quaisquer valores relacionados a mediÁıes ou, segundo o dicion·rio AurÈlio, dado È a ìinformaÁ„o factual usada como base para raciocÌnio, discuss„o ou c·lculo.î

como base para raciocÌnio, discuss„o ou c·lculo. î Modos de AplicaÁ„o do Seis Sigma Filosofia Filosofia
como base para raciocÌnio, discuss„o ou c·lculo. î Modos de AplicaÁ„o do Seis Sigma Filosofia Filosofia
Modos de AplicaÁ„o do Seis Sigma Filosofia Filosofia EstratÈgia EstratÈgia Vis„o Vis„o Benchmark
Modos de AplicaÁ„o do Seis
Sigma
Filosofia
Filosofia
EstratÈgia
EstratÈgia
Vis„o
Vis„o
Benchmark
Benchmark
MÈtrica
MÈtrica
EstatÌstica
EstatÌstica
Meta
Meta

Falando com Dados

Tipos de dados: ïpopulacionais ñ s„o obtidos de um universo finito, contemplando todos os valores
Tipos de dados:
ïpopulacionais ñ s„o obtidos de
um universo finito, contemplando
todos os valores existentes
ïamostrais ñ s„o obtidos por meio
de uma amostragem retirada da
populaÁ„o, a qual pode ser finita
ou infinita
4

ClassificaÁ„o e CategorizaÁ„o dos Dados

Tipo CaracterÌstica Exemplo MÈtodo Quantitativo Representado por n˙meros reais, podendo assumir todos os
Tipo
CaracterÌstica
Exemplo
MÈtodo
Quantitativo
Representado por
n˙meros reais,
podendo assumir todos
os valores dentro de
um intervalo
especificado
Massa, volume,
tempo de percurso,
temperatura, % de
venda, espessura de
uma peÁa
MediÁ„o
ContÌnuo
Representado por
Quantitativo
n˙meros inteiros (1, 2,
Contagem
Discreto
3, 4,
)
N˙mero de notas
fiscais preenchidas
erradas, n˙mero de
habitantes, n˙mero
de caixas em
estoque
Qualitativo ou
Atributivo
Ordinal
Representado por
n˙meros ou
classificaÁıes que
podem ser arranjados
em ordem de grandeza
ColocaÁ„o em uma
corrida
automobilÌstica,
ranking em uma
pesquisa, grau de
satisfaÁ„o
ClassificaÁ„o
Qualitativo ou
Atributivo
Nominal
Resulta de uma
classificaÁ„o, tomada a
partir de critÈrios
especÌficos
Sexo, tipo de n„o
conformidade, cor
dos olhos,
aprovado/
reprovado
ObservaÁ„o
Dados brutos Dados organizados Dados transformados em gr·fico
Dados brutos Dados organizados Dados transformados em gr·fico

Dados brutos

Dados brutos Dados organizados Dados transformados em gr·fico

Dados organizados Dados transformados em gr·fico

brutos Dados organizados Dados transformados em gr·fico OrganizaÁ„o dos Dados E quando os dados s„o espalhados?
brutos Dados organizados Dados transformados em gr·fico OrganizaÁ„o dos Dados E quando os dados s„o espalhados?

OrganizaÁ„o dos Dados

E quando os dados s„o espalhados?

Dados espalhados
Dados espalhados
Medidas de TendÍncia Central ïModa (Mo): È a medida de maior ocorrÍncia no conjunto de
Medidas de TendÍncia
Central
ïModa (Mo): È a medida de maior
ocorrÍncia no conjunto de dados
ïMediana (Md): quando dados
discretos s„o dispostos em ordem
crescente torna-se possÌvel
localizar a mediana, a qual
corresponde ao ponto central
da distribuiÁ„o
a qual corresponde ao ponto central da distribuiÁ„o Dados agrupados ïMÈdia aritmÈtica: consiste na
a qual corresponde ao ponto central da distribuiÁ„o Dados agrupados ïMÈdia aritmÈtica: consiste na
Dados agrupados
Dados
agrupados
ïMÈdia aritmÈtica: consiste na somatÛria dos valores obtidos pela mensuraÁ„o ou contagem dividida pelo n˙mero
ïMÈdia aritmÈtica: consiste na
somatÛria dos valores obtidos
pela mensuraÁ„o ou contagem
dividida pelo n˙mero total
de valores
Determine a moda e a mÈdia para os dados abaixo: 10,0 10,1 10,3 10,4 10,4
Determine a moda e a mÈdia para
os dados abaixo:
10,0
10,1
10,3 10,4
10,4 10,5 10,6 10,7 10,8 10,9
Moda È o valor de maior
ocorrÍncia
x
x
x
 
x
1
2
3
n
MÈdia 
n
10,0
10,1 10,3
10,4
10,4
10,5 10,6
10,7
10,8 10,9 
104,7
X
10,47
10
10
6
ïC·lculo da mediana: ñ ordene os dados em ordem crescente ñ calcule o ponto mÈdio
ïC·lculo da mediana:
ñ
ordene os dados em ordem
crescente
ñ
calcule o ponto mÈdio
N
1
10
1
10,4
10,5 
20,9
Md
 5,5
Md
10,45
2
2
2
2
10,0 10,1
10,3 10,4
10,4
10,5
10,6 10,7 10,8 10,9
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
5,5
mediana

A Dispers„o dos Dados Determina o Tamanho da Curva!

Medidas de Forma e Testes de Normalidade

o Tamanho da Curva! Medidas de Forma e Testes de Normalidade Medidas de Dispers„o ïDesvio-padr„o (Û
Medidas de Dispers„o ïDesvio-padr„o (Û ou s) ïVari‚ncia (Û 2 ou s 2 ) ïAmplitude
Medidas de Dispers„o
ïDesvio-padr„o (Û ou s)
ïVari‚ncia (Û 2 ou s 2 )
ïAmplitude (R)
2
(
x
 
)
S 
n
(
x
 )
S 2
 
n
x   ) S  n ( x   ) S 2  
ñ Assimetria e Curtose ñ Kolmogorov-Smirnov(KS) ñ Anderson-Darling (AD) 7
ñ Assimetria e Curtose
ñ Kolmogorov-Smirnov(KS)
ñ Anderson-Darling (AD)
7

DistribuiÁ„o Normal

ï… unimodal e simÈtrica

ïA probabilidade de dois valores equidistantes da mÈdia, mas em lados opostos, È a mesma

ïPelo fato de ser simÈtrica, mÈdia, mediana e moda possuem o mesmo valor

ïAs caudas da curva normal estendem-se atÈ o infinito

Utilizando a Tabela

de DistribuiÁ„o Normal

o infinito Utilizando a Tabela de DistribuiÁ„o Normal  x    z  
o infinito Utilizando a Tabela de DistribuiÁ„o Normal  x    z  
 x    z   De posse do valor do escore-z utilizamos
x
 
z 
De posse do valor do escore-z utilizamos
a tabela de distribuiÁ„o normal
padronizada para determinar a ·rea sob
a curva de distribuiÁ„o.
ï Exemplo: determine qual È a ·rea sob a curva entre a mÈdia e um
ï Exemplo: determine qual È a ·rea
sob a curva entre a mÈdia e um
ponto a 1,7 desvios-padr„o ‡ direita
da mÈdia. Procure pelo valor 1,7 na
coluna direita da tabela e o valor
0,00 na linha superior da tabela. O
cruzamento entre coluna e linha
(1,7 + 0,00) nos fornece o valor da
·rea sob a curva para um valor de
Z = 1,70, no caso 0,4554
£rea sob a curva 45,54% (z =0,4554) 8
£rea sob a
curva
45,54%
(z =0,4554)
8

O Significado de TrÍs Sigma

Curva com 6Û ± 6 sigma 99,9999998% 0,002 ppm Fora de especificaÁ„o Limite Natural Inferior:
Curva com 6Û
± 6 sigma
99,9999998%
0,002 ppm
Fora de
especificaÁ„o
Limite Natural Inferior: LNI = µ ñ 6Û→ LNI
= 10 ñ (6 x 0,50) → LNI = 7,0 u.m.
Limite Natural Superior: LNS = µ + 6Û→ LNS
= 10 + (6 x 0,50) → LNS =13,0 u.m.
Reduza a variaÁ„o (Û)! Limite Natural Inferior: LNI = µ ñ 6Û→ LNI = 10
Reduza a
variaÁ„o (Û)!
Limite Natural Inferior: LNI = µ ñ 6Û→ LNI
= 10 ñ (6 x 0,25) → LNI = 8,5 u.m.
Limite Natural Superior: LNS = µ + 6Û→
LNS = 10 + (6 x 0,25) → LNS =11,5 u.m.
LNS = µ + 6Û→ LNS = 10 + (6 x 0,25) → LNS =11,5 u.m.
Curva com 3Û ± 3 sigma 99,73% 2.700 ppm Limite Natural Inferior: LNI = µ
Curva com 3Û
± 3 sigma
99,73%
2.700 ppm
Limite Natural Inferior: LNI = µ ñ 3Û→ LNI
= 10 ñ (3 x 0,50) → LNI = 8,5 u.m.
Limite Natural Superior: LNS = µ + 3Û→ LNS
= 10 + (3 x 0,50) → LNS =11,5
u.m.

Como fazer para a curva ficar dentro dos limites de especificaÁ„o?

Mas, processos sofrem

deslocamento ao longo do

tempo. E agora?

Reduza mais ainda a variaÁ„o ( ” )! Limite Natural Inferior: LNI = µ ñ

Reduza mais ainda a variaÁ„o ()!

Limite Natural Inferior: LNI = µ ñ 6Û→ LNI = 10 ñ (6 x 0,20)
Limite Natural Inferior: LNI = µ ñ 6Û→ LNI
= 10 ñ (6 x 0,20) → LNI = 8,80 u.m.
Limite Natural Superior: LNS = µ + 6Û→ LNS
= 10 + (6 x 0,20) → LNS =11,20 u.m.
LNS = µ + 6Û→ LNS = 10 + (6 x 0,20) → LNS =11,20 u.m.
LNS = µ + 6Û→ LNS = 10 + (6 x 0,20) → LNS =11,20 u.m.
LNS = µ + 6Û→ LNS = 10 + (6 x 0,20) → LNS =11,20 u.m.

Ent„o È f·cil elevar um nÌvel sigma no processo?