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A vida devocional de um levita

Pela manhã ouves a minha voz, ó Senhor; pela manhã te apresento a minha oração e vigio.
(Salmo 5.3)

I. O Levita e a Oração

A Bíblia não apresenta uma definição de oração. O conceito em si pode ser extraído das
muitas experiências dos personagens bíblicos e das exortações de Deus. Eis uma lista de
exemplos de orações na Bíblia:

a) Abraão pediu a Deus um herdeiro. Gn 15.2-3.


b) Ana pediu a Deus um filho. 1Sm 1.9-13.
c) Ezequias intercedeu por Jerusalém. 2Rs 19.14-19.
d) Moisés pediu para ver a glória de Deus. Ex 33.18.
e) Salomão pediu sabedoria a Deus. 1Rs 3.5-9.
f) Paulo pediu que Deus removesse sua limitação. 2Co 12.7-10.
g) Davi louvou a Deus pela sua bondade. Sl 100.
h) Maria louvou a Deus por ter sido escolhida para dar à luz o Messias. Lc 1.46-55.
i) Paulo e Silas louvaram a Deus mesmo no sofrimento. At 16.25.
j) Simeão e Ana louvaram a Deus por conhecerem Jesus. Lc 2.25-38.
l) Moisés Abriu seu coração num momento de crise. Nm 11.10-15.
Há muitos outros exemplos de oração nas Escrituras, afinal, uma das principais
características de um Homem ou Mulher de Deus é a prática da oração. À luz destes e de
outros textos bíblicos, aliste abaixo algumas observações suas do que é a oração para a vida
do cristão:

Quanto tempo diário um Levita deve investir em sua vida devocional?

[1]
Num artigo escrito para a Revista Teológica do STBSB o pastor Ed Kivitz faz referência a uma
estatística feita nos Estados Unidos que atesta que a média de oração dos pastores era de
sete minutos por dia!

[2]
Qual a relação entre a importância que se dá à oração o tipo de ministério que se faz na
Igreja?

Vamos terminar este tópico sobre a oração sugerindo que você medite nas promessas que o
Senhor nos faz nos seguintes textos: Jeremias 33.3, Isaías 55.6, Jeremias 29.13 e Salmo
50.15.

II. O Levita e o Jejum

Um cristão deve jejuar? Claro que sim! O próprio Senhor Jesus jejuava – em Mateus 4.2
lemos que Ele passou em jejum um período de quarenta dias. O mesmo Senhor incluiu o
jejum em suas recomendações no Sermão da Montanha (Mateus 6.16-18) e garantiu que o
jejum praticado com a correta motivação trará resultados: [...] “e teu Pai, que vêm em
secreto, te recompensará.” (Mateus 6.18).

Sobre o jejum, em Lucas 5.35, Jesus afirmou que após a sua partida os seus discípulos
teriam a necessidade de jejuar. O mesmo texto mostra que os discípulos de João Batista
faziam freqüentes jejuns. Também o jejum foi citado por Jesus na explicação que deu aos
discípulos que não conseguiram lidar com o menino que era atormentado por um espírito
demoníaco: [...] “Esta casta não pode sair senão por meio de oração e jejum.” (Marcos
9.29).

O livro de Atos dos Apóstolos relata a prática do jejum pela liderança da Igreja em
Antioquia: “E servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me agora
a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado. Então, jejuando e orando, e
impondo sobre eles as mãos, os despediram.” (Atos 13.2-3).

No mesmo livro de Atos, no relato acerca da primeira viagem missionária de Paulo e


Barnabé, lemos que antes de escolherem os presbíteros para as Igrejas, os apóstolos
promoviam jejuns e orações (Atos 14.23). Além destes apóstolos, a Bíblia nos apresenta
uma galeria de homens e mulheres de Deus que praticaram jejuns e orações: Moisés (Êxodo
34.28; Deuteronômio 9.9-18), Davi (2 Samuel 12.16), Esdras (Esdras 8.21-23), Neemias
(Neemias 1.4), Ester (Ester 4.16), Daniel (Daniel 9.3), Ana (Lucas 2.37), dentre outros.

Por tudo isto não resta dúvidas que o jejum, junto com a oração, é prática necessária para
os crentes poderem crescer espiritualmente e para que a Igreja alcance excelência no
exercício de seus ministérios.

III. O Levita e a Palavra de Deus

Leia e transcreva nas linhas abaixo o Salmo 119.18 (esta deve ser a sua oração constante):

Como servos do Senhor temos a necessidade de conhecer o nosso Deus e a sua vontade
para as nossas vidas. Por isso é tão fundamental a leitura, estudo, meditação e aplicação da
Palavra de Deus.

Depois de uma leitura atenciosa e de uma interpretação correta, o Levita deverá aplicar a
Palavra de Deus à sua própria vida (sem este passo ele não poderá se dedicar à ensinar a
Palavra a outros).

Leia I Samuel 15.22-23 e explique por que é tão importante conhecer e aplicar a vontade de
Deus:

Quando nós conhecemos a Palavra e colocamos em prática seus ensinamentos, estamos


trazendo sobre nossas vidas as bênçãos da obediência. Faça uma pesquisa na Palavra acerca
das bênçãos da obediência e prepare-se para compartilhar com os irmãos da classe.

[1] Lembro-me de um pastor que ouvi recentemente que afirmou que a qualidade deste
tempo é crucial. [2] KIVITZ, Ed René. Quebrando Paradigmas. Em Revista Teológica STBSB,
no. 15, 1996, p. 34.

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Paulo Rogério Petrizi