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C onCurso P úbliCo 1. P rova o bjetiva A uxiliAr de d esenvolvimento dA

ConCurso PúbliCo

1. Prova objetiva

AuxiliAr de desenvolvimento dA eduCAção

INSTRUÇÕES

voCê reCebeu suA folhA de resPostAs e este CAderno Contendo 40 questões objetivAs.

PreenChA Com seu nome e número de insCrição os esPAços reservAdos nA CAPA deste CAderno.

leiA CuidAdosAmente As questões e esColhA A resPostA que voCê ConsiderA CorretA.

resPondA A todAs As questões.

AssinAle nA folhA de resPostAs, Com CAnetA de tintA Azul ou PretA, A AlternAtivA que julgAr CertA.

A durAção dA ProvA é de 3 horAs.

A sAídA do CAndidAto do Prédio será PermitidA APós trAnsCorridA A metAde do temPo de durAção dA ProvA objetivA.

Ao sAir, voCê entregArá Ao fisCAl A folhA de resPostAs e levArá este CAderno.

AguArde A ordem do fisCAl PArA Abrir este CAderno de questões.

de resPostAs e levArá este CAderno . A guArde A ordem do fisCAl PArA Abrir este
de resPostAs e levArá este CAderno . A guArde A ordem do fisCAl PArA Abrir este

25.10.2009

manhã

PMMC0902/01-AuxDesenvEducação-manhã

2

LÍNGUA PORTUGUESA

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 09.

Falando de saúde

A obesidade na infância e na adolescência é um dos males

que mais rapidamente cresce no mundo inteiro e já é considerada um problema de saúde pública.

No Brasil, 15% dos nossos jovens estão acima do peso, sen-

do 5% obesos. Esse quadro alerta para uma série de complica-

ções que a obesidade acarreta, tanto para a saúde atual da criança como é também fator de risco para doenças crônicas do adulto, como diabetes, pressão alta e colesterol elevado.

Considerando que o tratamento da obesidade infantil é di- fícil, a nossa maior arma é a prevenção. A escola é a melhor oportunidade, já que é lá que a criança faz, pelo menos, uma refeição por dia. Em setembro de 2005, os Ministérios da Educação e Saú- de assinaram o projeto Escola Saudável, a fim de trazer um programa de educação do lanche escolar e também estimular a

atividade física. A intenção é melhorar a qualidade de vida dos estudantes, prevenindo a obesidade e os erros na alimentação.

O trabalho envolve nutricionistas, pais, professores, crianças,

donos de cantina e diretores das escolas.

É preciso lembrar que os pais também são responsáveis pela

educação alimentar de seus filhos na escola, já que preparam o lanche ou dão o dinheiro para comprar na cantina.

A oferta de alimentos deve ser sempre saudável e os lanches

precisam ter uma fonte de carboidrato (pães, biscoitos, cereais), pro- teína (queijos magros, leite, iogurte) e vitaminas (frutas e sucos).

O combate à obesidade infantil terá um longo e difícil cami-

nho a percorrer. O importante é saber que cada um pode colabo-

rar

para que a saúde seja de fato um direito do cidadão.

 

(www.terra.com.br. 02.09.2009. Adaptado)

01.

De acordo com o texto, pode-se afirmar que

(A)

há várias soluções para o problema da obesidade infantil.

(B)

as escolas são as maiores responsáveis pela alimentação dos alunos.

(C)

não cabe aos professores interferir na alimentação dos alunos.

(D)

os pais e a escola devem cuidar do que as crianças comem.

(E)

a obesidade infantil ainda não é um problema preocu- pante.

02.

Conforme o texto, a obesidade na infância e adolescência

(A)

pode levar a complicações mais sérias.

(B)

não vem sendo notada por pais e professores.

(C)

tem tratamento fácil, porém muito caro.

(D)

não é preocupação de órgãos governamentais.

(E)

não deve ser encarada como um problema grave.

3

03. O que pode ajudar a diminuir a obesidade, segundo o texto, é

(A)

evitar comer doces várias vezes ao dia.

(B)

não incluir carboidratos no cardápio.

(C)

contar com a colaboração da escola e dos pais.

(D)

deixar de comer nas cantinas das escolas.

(E)

comer bastante, mas praticar atividades físicas.

04. Em –

os Ministérios da Educação e Saúde assinaram o

projeto Escola Saudável… – a palavra que expressa o senti- do da frase é

(A)

vergonha.

(B)

compromisso.

(C)

distância.

(D)

lentidão.

(E)

insegurança.

05. De acordo com informações do texto, a oferta de alimentos deve ser

(A)

livre de proteínas.

(B)

rica em açúcar.

(C)

em pouca quantidade.

(D)

complementada com medicamentos.

(E)

composta de vários nutrientes.

06. Na frase: – A intenção é melhorar a qualidade de vida dos estudantes. – a palavra intenção pode ser substituída, sem alteração de sentido, por

(A)

prevenção.

(B)

conclusão.

(C)

proteção.

(D)

finalidade.

(E)

utilidade.

07. Em – A intenção é melhorar a qualidade de vida dos es-

– a palavra prevenindo

tudantes, prevenindo a obesidade apresenta sentido contrário em

(A)

evitando.

(B)

provocando.

(C)

cuidando.

(D)

alertando.

(E)

influenciando.

PMMC0902/01-AuxDesenvEducação-manhã

08. No título do texto, Falando de Saúde, a palavra de tem sen- tido de

(A)

instrumento.

(B)

posse.

(C)

assunto.

(D)

lugar.

(E)

meio.

09. Assinale a alternativa que apresenta palavra em sentido figu- rado.

(A)

a nossa maior arma é a prevenção.

(B)

A obesidade é um problema de saúde pública.

(C)

O tratamento da obesidade infantil é difícil.

(D)

Os pais também devem colaborar.

(E)

O trabalho envolve donos de cantinas.

10. A frase que está corretamente pontuada é:

(A)

A escola, lugar onde a criança passa, muitas horas, deve oferecer alimentação saudável.

(B)

A escola lugar onde a criança passa muitas horas, deve oferecer alimentação, saudável.

(C)

A escola, lugar onde a criança, passa muitas horas, deve oferecer alimentação saudável.

(D)

A escola lugar onde a criança passa, muitas horas, deve oferecer alimentação saudável.

(E)

A escola, lugar onde a criança passa muitas horas, deve oferecer alimentação saudável.

11. A alternativa em que o gênero masculino da palavra perma- nece igual ao feminino é

(A)

merendeira.

(B)

cozinheira.

(C)

nutricionista.

(D)

inspetora.

(E)

cantineira.

12. Assinale a alternativa em que o verbo destacado está no tem- po passado.

(A)

A obesidade também atinge as crianças.

(B)

O combate à obesidade terá de ser travado.

(C)

Os pais preparam os lanches dos filhos.

(D)

Os Ministérios assinaram o projeto.

(E)

A merenda escolar deveria ser mais nutritiva.

PMMC0902/01-AuxDesenvEducação-manhã

4

13.

O

pronome destacado está empregado de acordo com a nor-

ma culta da língua em:

(A)

Viram nós preparando a merenda.

(B)

Esta lancheira é para eu levar à escola?

(C)

Ninguém deve começar a comer sem eu.

(D)

Nós se vestimos rapidamente para jantar fora.

(E)

A merendeira viu ela na cantina da escola.

14.

Considere as frases:

I. O cozinheiro ganhou dois troféis naqueles concursos. II. Os cidadãos têm direito a uma refeição saudável. III. Devemos tomar cuidado ao escolher nossas refeições.

O

plural dos substantivos destacados está correto apenas em

(A)

I.

(B)

II.

(C)

III.

(D)

I e II.

(E)

II e III.

15.

Em – O tratamento da obesidade infantil é difícil, porém não é impossível. – a palavra porém pode ser substituída, sem alteração de sentido, por

(A)

entretanto.

(B)

então.

(C)

porque.

(D)

se.

(E)

pois.

Leia os quadrinhos para responder às questões de números 16 e 17.

para responder às questões de números 16 e 17 . (Garfield. www.unini.com. 30.08.2009) 16. Considerando o

(Garfield. www.unini.com. 30.08.2009)

16. Considerando o último quadrinho da tirinha, é correto afir- mar que o homem que estava comendo

(A)

não entendeu a informação do garçom.

(B)

passou mal por não ter mastigado direito.

(C)

não deu importância ao que o garçom lhe falou.

(D)

mastigou um escargô estragado.

(E)

não sabia que escargôs eram lesmas.

17. Na frase: – O senhor tem um paladar muito sofisticado. – a palavra sofisticado significa

(A)

curioso.

(B)

esquisito.

(C)

engraçado.

(D)

refinado.

(E)

comum.

18. O acento indicativo da crase está correto em:

(A)

Ele telefonou à nutricionista para solicitar outro cardá- pio.

(B)

Foram à Curitiba para conhecer bons restaurantes.

(C)

Seus filhos não estavam dispostos à iniciar aquela dieta.

(D)

Aquela é a merendeira à quem pedi um lanche.

(E)

A obesidade dos jovens não interessava à ninguém.

Nas questões de números 19 e 20, assinale a alternativa que pre- enche, correta e respectivamente, as lacunas das frases dadas.

19. As

merendeiras

estão

preocupadas,

pois

muitos meses que a escola não recebe leite.

(A)

meia

faz

(B)

meio

fazem

(C)

meio

faz

(D)

meia

fazem

(E)

meias

faz

20. Aquele é o lanche

as crianças mais

tem vários ingredientes.

(A)

que

gostam

mas

(B)

de que

gostam

porque

(C)

com que

gosta

pois

(D)

de que

gostam

porém

(E)

em que

gosta

entretanto

,

5

MATEMáTicA

21. Em uma sala de aula quadrada, o lado mede 6,20 metros. A área e
21.
Em uma sala de aula quadrada, o lado mede 6,20 metros. A
área e o perímetro dessa sala medem, respectivamente,
(A)
38,44 m 2 e 24,8 m.
(B)
38,44 m 2 e 25,8 m.
(C)
39,44 m 2 e 24,8 m.
(D)
39,44 m 2 e 25,8 m.
(E)
40,44 m 2 e 25,8 m.
22.
Para medir a capacidade de um recipiente que estava vazio,
dona Maria utilizou uma jarra. Em todas as vezes ela encheu
de água completamente uma jarra de 400 mL e despejou por
25 vezes a água da jarra no recipiente, que ficou totalmente
cheio. Pode-se concluir que a capacidade desse recipiente é de
(A)
8 litros.
(B)
9 litros.
(C)
10 litros.
(D)
11 litros.
(E)
12 litros.
23.
O
gráfico mostra a preferência de cores para o próximo ve-
rão, de 100 pessoas entrevistadas na praia.
Analisando o gráfico, conclui-se que a preferência de cores
verde e preta juntas representam, do total,
(A)
15%.
(B)
20%.
(C)
25%.
(D)
40%.
(E)
45%.
24.
Na quarta-feira, o câmbio do dólar era de R$ 1,88, ou seja,
cada dólar estava sendo negociado por esse valor. Uma em-
presa comprou 1.000.000 de dólares ao preço de R$ 1,88 e,
posteriormente, conseguiu vender tudo ao preço de R$ 1,89.

O lucro dessa empresa nesse negócio foi de

(A)

R$ 100,00.

(B)

R$ 1.000,00.

(C)

R$ 1.100,00.

(D)

R$ 10.000,00.

(E)

R$ 10.100,00.

PMMC0902/01-AuxDesenvEducação-manhã

25. A tabela a seguir mostra uma pesquisa feita em relação ao tempo de cozimento de determinados alimentos e seu preço por kg.

N.º de horas

alimeNto

Preço (r$)

0,5

 

A 3,00

1,2

 

B 3,50

1,5

 

C 4,00

2,4

 

D 4,50

2,5

 

E 5,00

Analisando-se a tabela, conclui-se que o alimento D, em re- lação ao alimento B, demora a mais para cozinhar

(A)

1 hora e 28 minutos.

(B)

1 hora e 24 minutos.

(C)

1 hora e 20 minutos.

(D)

1 hora e 15 minutos.

(E)

1 hora e 12 minutos.

26. Um concurso apresenta 55 vagas para candidatos em am- pla concorrência e 3 vagas para candidatos com alguma deficiência. Do total de vagas, a porcentagem destinada aos candidatos com alguma deficiência é um pouco mais de

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

5,1%.

5,8%.

6,1%.

6,8%.

7,1%.

27. Para medir o comprimento de uma bancada, Ivan utilizou seu palmo, que tem 23,4 cm. Contou exatamente 15 palmos de ponta a ponta da bancada concluindo que o comprimento da bancada é de

(A)

3,51 m.

(B)

15,6 m.

(C)

35,1m.

(D)

156 m.

(E)

351 m.

28. Adicionando 600 mL de suco concentrado a 6 litros de água, obtém-se um refresco com o qual se consegue encher com- pletamente 22 copos de mesma capacidade utilizando-se todo o refresco obtido. A quantidade de refresco em cada copo é de

(A)

280 mL.

(B)

285 mL.

(C)

290 mL.

(D)

295 mL.

(E)

300 mL.

PMMC0902/01-AuxDesenvEducação-manhã

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29. Um edifício com 100 apartamentos instalou três caixas de água com 4 000 litros de capacidade cada uma. Essas caixas recebem apenas 80% de sua capacidade, de água, por moti- vos de segurança. Dividindo igualmente a água dessas três caixas entre os apartamentos, conclui-se que cada aparta-

mento recebe, de água,

(A) 75 litros.

(B) 90 litros.

(C) 96 litros.

(D) 100 litros.

(E) 124 litros.

90 litros. (C) 96 litros. (D) 100 litros. (E) 124 litros. 30. de meu salário líquido

30. de meu salário líquido eu pago minhas contas.

Com

Com o que sobra, metade eu aplico na poupança e com os R$ 450,00 restantes eu ajudo a minha mãe. Logo, o valor total de minhas contas é de

(A)

R$ 300,00.

(B)

R$ 350,00.

(C)

R$ 400,00.

(D)

R$ 450,00.

(E)

R$ 500,00.

31. Um relógio adianta 10 segundos por dia. Em 60 dias ele terá adiantado

(A)

100 segundos.

(B)

1 000 segundos.

(C)

6 minutos.

(D)

10 minutos.

(E)

1 hora.

32. Dona Firmina vendeu um lote de terreno retangular medindo 20 metros de comprimento e de largura medindo três quintos do comprimento, por R$ 52.800,00. Ao comprar esse terreno, ela pagou, pelo metro quadrado, R$ 250,00. O prejuízo por metro quadrado que ela teve na venda desse terreno foi de

(A)

R$ 25,00.

(B)

R$ 30,00.

(C)

R$ 35,00.

(D)

R$ 40,00.

(E)

R$ 45,00.

33. Com R$ 500,00 comprei três ternos iguais e sobraram R$ 35,00. Caso comprasse apenas dois desses ternos teria sobrado, dos R$ 500,00,

(A)

R$ 180,00.

(B)

R$ 190,00.

(C)

R$ 200,00.

(D)

R$ 210,00.

(E)

R$ 220,00.

34. Uma dúzia de bananas custa a metade do preço de uma dúzia de laranjas, e uma dúzia de goiabas custa o dobro do preço de uma dúzia de laranjas. Comprei uma dúzia de bananas, uma dúzia de laranjas e uma dúzia de goiabas, pagando por tudo isso R$ 21,00. Conclui-se que o preço da dúzia das goiabas é

(A)

R$ 6,00.

(B)

R$ 7,50.

(C)

R$ 10,50.

(D)

R$ 12,00.

(E)

R$ 13,50.

35. Uma papelaria cobra R$ 47,00 por uma caixa de isopor com 5 jogos de mesmo preço dentro dela. A caixa vazia custa R$ 5,50. Conclui-se que o preço de cada jogo é de

(A)

R$ 8,00.

(B)

R$ 8,30.

(C)

R$ 8,50.

(D)

R$ 8,70.

(E)

R$ 8,90.

36. O preço de um artigo A após um aumento de 10% subiu para R$ 16,50, e o preço de um artigo B após um aumento de 20% subiu para R$ 18,00. Antes dos aumentos, o preço do artigo A em relação ao preço do artigo B era

(A)

R$ 1,00 mais caro.

(B)

R$ 0,50 mais caro.

(C)

o mesmo.

(D)

R$ 0,50 mais barato.

(E)

R$ 1,00 mais barato.

37. Airton comprou uma mesa retangular com 1,5 metros de comprimento por 1,2 metros de largura. Jonatas também comprou uma mesa retangular de 2 metros de comprimento por 1,8 metros de largura. A área da mesa de Jonatas é maior que a área da mesa de Airton em

(A)

1,60 m 2 .

(B)

1,70 m 2 .

(C)

1,80 m 2 .

(D)

2,00 m 2 .

(E)

2,10 m 2 .

38. A razão entre as idades de João e Pedro hoje é de 5 para 2. A idade de João hoje é de 50 anos. A idade de João será o dobro da idade de Pedro daqui a

(A)

5 anos.

(B)

6 anos.

(C)

7 anos.

(D)

8 anos.

(E)

10 anos.

7

39. Uma câmara frigorífica foi instalada quando a temperatura ambiente era de 25 ºC. A cada 20 minutos a temperatura em seu interior diminuía 4ºC. Após 3 horas de funcionamento, sua temperatura interna era de

(A)

–10 ºC.

(B)

–11 ºC.

(C)

–12 ºC.

(D)

–13 ºC.

(E)

–14 ºC.

40. Uma passagem de ônibus custa R$ 2,40 e de metrô R$ 2,55. José comprou 8 passagens de metrô e 6 de ônibus durante uma semana e dispôs de R$ 50,00 para tanto. Com o dinhei- ro que sobrou, ele quer comprar duas passagens de metrô e o restante, em passagens de ônibus. O maior número de passagens de ônibus que José pode comprar é

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

8.

7.

6.

5.

4.

PMMC0902/01-AuxDesenvEducação-manhã

C onCurso P úbliCo 7. P rova o bjetiva P edagogo INSTRUÇÕES  V oCê

ConCurso PúbliCo

7. Prova objetiva

Pedagogo

INSTRUÇÕES

VoCê reCebeu sua folha de resPostas e este Caderno Contendo 50 questões objetiVas.

PreenCha Com seu nome e número de insCrição os esPaços reserVados na CaPa deste Caderno.

leia Cuidadosamente as questões e esColha a resPosta que VoCê Considera Correta.

resPonda a todas as questões.

assinale na folha de resPostas, Com Caneta de tinta azul ou Preta, a alternatiVa que julgar Certa.

a duração da ProVa é de 3 horas.

a saída do Candidato do Prédio será Permitida aPós transCorrida a metade do temPo de duração da ProVa objetiVa.

ao sair, VoCê entregará ao fisCal a folha de resPostas e leVará este Caderno.

aguarde a ordem do fisCal Para abrir este Caderno de questões.

de resPostas e leVará este Caderno . a guarde a ordem do fisCal Para abrir este
de resPostas e leVará este Caderno . a guarde a ordem do fisCal Para abrir este

25.10.2009

tarde

Língua Portuguesa

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 04.

Projeto obriga escola a ter só merenda “saudável”

Coxinhas, balas e refrigerantes podem ficar no passado do lanche escolar. Um projeto de lei que tramita na Câmara quer obrigar instituições públicas e privadas de ensino infantil e fun- damental a só vender e oferecer aos alunos “alimentos saudá- veis”.

O texto não define o que seria proibido e remete a uma re-

gulamentação posterior. Para o Conselho Federal de Nutricio- nistas, alimentos com muito sal, gordura ou açúcar deveriam ser vetados, dando-se preferência àqueles que são naturais.

Essas medidas se justificam pelo alto índice de obesidade in-

fantil e de surgimento de doenças crônicas. “Pelo menos durante

o tempo em que estão na escola, nossas crianças devem estar

livres da pressão e da tentação do consumo de produtos inade- quados ao seu desenvolvimento saudável”, afirma o deputado autor do projeto.

Para o presidente da Federação Nacional das Escolas Parti- culares, o consumo de produtos saudáveis deve ser incentivado, mas não imposto. “No shopping é liberado. Se é proibido, é proi- bido em todo lugar. E acho um absurdo uma lei determinar como alguém vai se alimentar.”

O Ministério da Saúde é favorável ao projeto e reconhece

que, para tanto, é necessário aumentar, nas escolas, a oferta e o consumo de frutas, legumes, verduras e cereais integrais e redu- zir o que é fabricado com elevadas quantidades de sal, açúcar e

gordura.

Algumas escolas já praticam hábitos alimentares saudáveis

e, em algumas delas, chocolate industrializado, balas e frituras

foram cortados. Aluna de uma dessas escolas, Brenda Oliveira, 10, já apren- deu. Por que proibiram o pastel? “Pela gordura. A gente sente falta, mas a escola fez bem”, afirma.

(Johanna Nublat e Maria Clara Cabral. Folha de S.Paulo. 30.08.2009. Adaptado)

01. De acordo com o texto,

(A)

a intenção do projeto de lei é criar, ao menos na escola, um ambiente em que a criança não seja induzida a se alimentar mal.

(B)

o presidente da Federação Nacional de Escolas Parti- culares deseja que se proíbam determinados alimentos também em shoppings, já que são locais muito frequen- tados pelos jovens.

(C)

o projeto não pensou em crianças de famílias de baixa renda que não têm condições de se alimentar compran- do lanches em cantinas escolares.

(D)

quando regulamentada, a lei se estenderá também a ou- tras instituições como as de nível médio e superior.

(E)

as escolas preocupadas com a obesidade infantil deve- rão eliminar os produtos que são industrializados de suas cozinhas e cantinas.

PMMC0902/07-Pedagogo-tarde

2

02. Na frase − Um projeto de lei que tramita na Câmara quer

obrigar instituições públicas e privadas de ensino infantil

e fundamental a só vender e oferecer aos alunos “alimentos

saudáveis”. − o termo em destaque pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido do texto, por

(A)

cercear.

(B)

coibir.

(C)

fiscalizar.

(D)

instruir.

(E)

determinar.

03. Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectiva- mente, as circunstâncias expressas pelos termos em desta- que nos trechos a seguir.

Um projeto de lei que tramita na Câmara

(1.º parágrafo)

alimentos

com muito sal, gordura ou açúcar deveriam ser

vetados

(2.º parágrafo)

deve

ser incentivado, mas não imposto. (4.º parágrafo)

A gente sente falta, mas a escola fez bem. (último parágrafo)

(A) meio – intensidade – afirmação − intensidade

(B)

meio – modo – afirmação – intensidade

(C)

tempo – intensidade – negação – modo

(D)

lugar – intensidade – negação – modo

(E)

lugar – modo – negação – intensidade

04. Assinale a alternativa em que a expressão por que foi empre- gada corretamente e com a mesma função com que aparece na frase do texto: Por que proibiram pastel?

(A)

Ela está mais esbelta por que fez dieta.

(B)

Não descobrimos o por que deste incidente na escola.

(C)

Explicou-se por que deveríamos mudar os hábitos ali- mentares.

(D)

As escolas por que passamos não têm cantinas à dispo- sição dos alunos.

(E)

Iremos à cozinha por que precisamos selecionar as fru- tas e legumes.

05. Assinale a alternativa cujas palavras completam, correta e respectivamente, a frase a seguir:

entrevistada, a aluna mostrou ter compreendido o

que são hábitos alimentares saudáveis evita comer

pastéis,

reconhece que eles têm muita gordura.

(A)

Quando

visto que

portanto

(B)

Quando

visto que

pois

(C)

Depois de

pois

mas

(D)

Depois de

pois

portanto

(E)

Conforme

porém

pois

06. Assinale a alternativa em que a frase obedece às regras de con- cordância verbal e nominal estabelecidas pela norma padrão.

(A)

Antes da mudança de hábitos, haviam muitos alunos que traziam lanche de casa.

(B)

Fazem dois meses que a escola alterou a rotina alimen- tar dos educandos.

(C)

Durante as adaptações, ocorreu, entre os estudantes, muitas discussões.

(D)

Alguns pais consideraram absurdo as decisões da dire- ção da escola.

(E)

No início, a criançada ficou meio decepcionada com a ausência de salgadinhos.

07. O sinal indicativo de crase está empregado corretamente em

(A)

As merendeiras levam à sério o seu trabalho, sobretudo no que se refere à qualidade das refeições.

(B)

Desde às seis horas, as merendeiras já estão à frente de suas atividades na cozinha.

(C)

Quanto à escolha das frutas, elas preferem as frescas às industrializadas.

(D)

A coordenadora disse à uma das merendeiras que os alunos têm aprovado às refeições.

(E)

À tarde, a nutricionista fez um cardápio balanceado, como foi pedido à ela pela diretora.

08. Considere as frases:

As escolas devem proibir frituras e refrigerantes não ven- dendo frituras e refrigerantes em suas cantinas. A escola pode ensinar hábitos alimentares saudáveis, mas a família também deve incorporar esses hábitos alimentares saudáveis. Para evitar a repetição de palavras, assinale a alternativa em que os pronomes, além de estarem adequadamente coloca- dos na frase, substituem, correta e respectivamente, os ter- mos em destaque nas frases.

(A)

vendendo-os

incorporar-lhes

(B)

os vendendo

incorporá-los

(C)

vendendo-os

incorporá-los

(D)

lhes vendendo

lhes incorporar

(E)

vendendo-lhes

os incorporar

3

09. Assinale a alternativa cujas palavras preenchem, correta e respectivamente, o texto.

A professora apresentou a um aluno a seguinte tabela nutri-

cional de um produto:

Informação

   

nutrIcIonal

QuantIdade por porção de 11 g

%Vd*

Valor calórico

35 kcal

1%

Carboidratos

6

g

1%

Proteínas

1

g

2%

Fibra alimentar

0

g

0%

Cálcio

12 mg

2%

Ferro

0,18 mg

1%

Sódio

810 mg

34%

* Valores diários de referência com base em uma dieta de 2 500 calorias.

E recomendou:

a análise dessa tabela e me responda se é um produto benéfico para quem necessita ingerir muitas fibras.

a tabela, o aluno concluiu que não, pois a

porcentagem de fibras era de 0%.

uma dieta com muitas frutas e ver-

duras resolverá seu problema, sugeriu ele.

Ao

− Se a pessoa

(A)

Faça

ver

mantiver

(B)

Faça

ver

manter

(C)

Faça

vir

mantiver

(D)

Faz

ver

mantiver

(E)

Faz

vir

manter

10. Considere as afirmações sobre a tirinha.

manter 10. Considere as afirmações sobre a tirinha. ( O Estado de S.Paulo , 2009.) I.

(O Estado de S.Paulo, 2009.)

I. A mãe de Mônica compreendeu a frase da filha em sen- tido próprio. II. O exagero presente na atitude da mãe de Mônica contri- bui para a comicidade do texto. III. Mônica e Magali encararam com naturalidade o que ocorreu na cozinha. IV. Na expressão − pra almoçar − percebe-se a ideia de fi- nalidade.

É correto o que se afirma em

(A)

I, apenas.

(B)

IV, apenas.

(C)

II e III, apenas.

(D)

I, II e IV, apenas.

(E)

I, II, III e IV.

PMMC0902/07-Pedagogo-tarde

ConHeCIMentos esPeCíFICos

11. No que diz respeito à promoção e à defesa dos direitos da criança e do adolescente, o Brasil foi o primeiro país da Amé- rica Latina a criar um estatuto, a Lei Federal n. o 8.069/90, ECA, introduzindo mudanças significativas em relação à legislação anterior. O ECA institui um sistema participativo de formulação, controle e fiscalização das políticas públicas entre Estado e sociedade civil – os conselhos. Dentre eles está o Conselho Tutelar que

(A)

é

uma instituição paritária responsável pela formulação,

deliberação e controle das políticas públicas voltadas à população infanto-juvenil de cada município.

(B)

é

formado por igual número de representantes do Go-

verno e de organizações da sociedade civil, sendo res- ponsável pela formulação de políticas públicas e pela

decisão sobre a aplicação de recursos destinados ao cumprimento do ECA.

(C)

deve garantir a promoção e a defesa dos direitos da população infanto-juvenil estadual, cabendo aos seus integrantes acompanhar e avaliar programas socioedu- cativos e de proteção integral.

(D)

é um órgão colegiado, autônomo, não jurisdicional, composto de membros escolhidos pela sociedade para zelar pelo cumprimento dos direitos de crianças e ado- lescentes.

(E)

é

um órgão ligado aos serviços do Juizado, cuja função

acompanhar a execução das medidas de punição e/ou repressão à criança e ao adolescente.

é

12. O Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei Federal n. o 8.069/90 – é um importante dispositivo legal, que con- sidera crianças e adolescentes como titulares de direitos, reforçando a sua proteção integral e assegurando-lhes a condição de pessoas em desenvolvimento e que gozam de direitos e deveres. Em relação à educação, dentre os direitos assegurados pelo ECA, pode-se citar:

I. acesso à escola gratuita próxima de sua residência;

II. direito de faltar à escola sempre que achar conveniente;

III. direito de contestar os critérios de avaliação;

IV. direito de organização e participação em entidades estu- dantis.

São verdadeiras apenas as afirmações contidas em

(A)

I e II.

(B)

I e III.

(C)

I e IV.

(D)

II e IV.

(E)

III e IV.

PMMC0902/07-Pedagogo-tarde

4

Leia o texto para responder às questões de números 13 a 17.

Débora, uma educadora recém-ingressada no cargo de Peda- gogo na Secretaria Municipal de Assistência Social, da Prefeitura do Município de Mogi das Cruzes, mantém uma agenda, na qual faz todos os registros das atividades que desenvolve, para facilitar a elaboração de seus relatórios.

13. Ao tomar posse, o seu Diretor reafirmou quais seriam suas atribuições, conforme definido no Edital de Concurso (n. o 27/2009). Assim, é correto afirmar que, dentre essas atri- buições, consta a seguinte:

(A)

Desenvolver atividade socioeducativa de apoio, acolhi- da, reflexão e participação que visem o fortalecimento familiar e a convivência comunitária.

(B)

Realizar ações de busca ativa para abordagem em vias públicas e locais identificados pela incidência de situa- ções de risco ou violação de direitos de crianças, ado- lescentes e pessoas em situação de rua.

(C)

Coletar dados de suporte para ações de especialistas, formatar e digitar textos, escriturar, formatar planilhas e digitar dados; organizar e controlar a tramitação de documentos, ordenar e organizar componentes de pro- cessos públicos internos.

(D)

Organizar e orientar as ações de capacitação de pro- fessores e demais profissionais da educação, para uti- lização das novas tecnologias em sua atividade educa- cional; manutenção de sítios das escolas municipais e pesquisa sobre novos programas.

(E)

Assistir aos usuários das políticas de proteção básica e especial, programando e desenvolvendo atividades de caráter profissional, educativo, recreativo, atendendo às suas necessidades básicas.

14. Em sua agenda, Débora fez o seguinte registro: hoje, atendi à mãe de Clara, que buscava orientações para matricular sua filha na Educação Infantil. De imediato, percebi que Clara era portadora de Síndrome de Down.

Com base nos textos legais, a pedagoga deve

(A)

indicar à mãe uma escola que mantenha classes especiais.

(B)

informar à mãe que as Escolas de Educação Infantil mantidas pela Prefeitura não estão equipadas para rece- ber alunos deficientes.

(C)

orientar a mãe de Clara sobre a documentação necessá- ria e demais informações para que ela possa efetuar a matrícula.

(D)

solicitar que a mãe volte em outro dia, trazendo um lau- do médico sobre a deficiência da filha.

(E)

informar à mãe de Clara que crianças com deficiência não podem frequentar classes normais.

15. A Pedagoga Débora manteve em sua agenda o registro de uma reunião com os professores de 2.º ano da Rede Muni- cipal de Mogi das Cruzes, quando foi questionada sobre a existência de alunos com distrofia muscular (doença neuro- muscular progressiva destrutiva) em salas normais. Débora explicou aos professores que

(A)

a

matrícula de alunos com deficiência em escolas man-

tidas pela Prefeitura deve ter ocorrido por engano.

(B)

é

dever do Estado atendimento educacional especializa-

do aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino.

(C)

os alunos portadores de deficiência que estão matricu- lados em classes normais deverão ser encaminhados a classes especiais.

(D)

os professores deverão passar atividades simples aos alunos com deficiência para ocupar o tempo deles em sala de aula.

(E)

as escolas da Prefeitura são obrigadas a receber os alu- nos com deficiência sabendo que o trabalho pedagógico

a ser feito com eles estará comprometido.

16. Na mesma reunião, a Pedagoga enfatizou aos professores que a escola ainda se encontra pautada por um modo de pen- sar fundamentado nas semelhanças de classe social; seme- lhanças produzidas pela reunião de crianças que se encai- xam nos critérios definidos para a composição de turmas; semelhanças em relação aos programas, aos livros didáticos e aos métodos de ensino. Por outro lado, a escola também tem a necessidade de considerar as diferenças, abrigar os alunos sem discriminá-los ou segregá-los. Nesse sentido, disse ela, pode-se considerar como escola inclusiva aquela que é capaz de

(A)

garantir o acesso dos alunos a classes comuns manten- do o seu molde de funcionamento fazendo com que os alunos a ela se adaptem.

(B)

ajudar pessoas com deficiência a obter uma existência tão próxima ao normal quanto possível.

(C)

aceitar que a classe comum é, para os alunos com ne- cessidades educacionais especiais, apenas um espaço de socialização.

(D)

matricular e manter alunos com necessidades educacio- nais especiais em classes comuns mantendo uma orga- nização pedagógica de modo a reconhecer e valorizar as diferenças.

(E)

garantir o acesso dos alunos com necessidades educa- cionais especiais em classes próprias e de modo a lhes propiciar um atendimento especializado.

5

17.

Débora também registrou, na sua agenda, o atendimento que fez a uma professora do 4.º ano. Esta lhe informou ter per- cebido um aluno seu com muitas marcas no corpo (verme- lhidão, hematomas, ferimentos) o que a levou a desconfiar

que o aluno tenha sido alvo de agressão. Após, com cuidado, conversar com o aluno, a professora teve conhecimento de que o pai adotivo batia nele, com frequência. A dúvida da professora era se devia comunicar o fato ao Conselho Tute-

lar.

A pedagoga, então, deu-lhe a seguinte orientação:

(A)

cabe ao Diretor comunicar ao Conselho Tutelar os casos de maus tratos envolvendo seus alunos.

(B)

como testemunha, deve procurar uma Delegacia de Polí- cia para registrar um boletim de ocorrência.

(C)

como forma de não expor a criança, deve permanecer calada e esperar que mãe tomasse as providências ne- cessárias.

(D)

deve conversar com a criança para não provocar o pai, evitando, assim, outras surras.

(E)

deve procurar pelo pai da criança para alertá-lo de que, se

 

fato voltasse a acorrer, ela o denunciaria ao Conselho Tutelar.

o

18.

A Constituição Federal estabelece que a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantida mediante políticas sociais

e

econômicas que visem à redução do risco de doença e de

outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. Estabe- lece ainda, em seu Art. 198, que as ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes:

 

I. descentralização, com direção única em cada esfera de governo;

 

II. atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais;

III. participação da comunidade;

IV. destinação de recursos públicos para auxílios ou subven- ções às instituições privadas com fins lucrativos para o atendimento à saúde.

São verdadeiras as afirmações contidas em

(A)

I e II, apenas.

(B)

I e III apenas.

(C)

I,

II e III, apenas.

(D)

II

e III, apenas.

(E)

III e IV, apenas.

19.

A

Política Nacional de Assistência Social, PNAS, é uma po-

lítica que, junto com as políticas setoriais, considera as de- sigualdades socioterritoriais, visando ao seu enfrentamento,

à garantia dos mínimos sociais, ao provimento de condições

para atender à sociedade e à universalização dos direitos so- ciais. O público dessa política são

(A)

as crianças e os adolescentes.

(B)

os cidadãos e os grupos que se encontram em situações de vulnerabilidade e riscos.

(C)

os idosos.

(D)

as pessoas com enfermidade grave.

(E)

os trabalhadores rurais.

 

PMMC0902/07-Pedagogo-tarde

20. A Política Pública de Assistência Social realiza-se de forma integrada às políticas setoriais, considerando as desigualda- des socioterritoriais, visando ao seu enfrentamento, à garan- tia dos mínimos sociais, ao provimento de condições para atender contingências sociais e à universalização dos direi- tos sociais. Sob essa perspectiva, objetiva

I. prover serviços, programas, projetos e benefícios de pro- teção social básica e, ou, especial para famílias, indiví- duos e grupos que deles necessitarem; II. oferecer emprego ao responsável pela manutenção da família, para que, dessa forma, possa suprir as necessi- dades básicas desse grupo;

III. contribuir com a inclusão e a equidade de usuários e gru- pos específicos, ampliando o acesso aos bens e serviços socioassistenciais básicos e especiais, em áreas urbanas

e rurais;

IV. assegurar que as ações no âmbito da assistência social tenham centralidade na família, e que garantam a convi- vência familiar e comunitária.

São verdadeiras as afirmações contidas em

(A)

I, II e III, apenas.

(B)

I, III e IV, apenas.

(C)

II, III e IV, apenas.

(D)

III e IV, apenas.

(E)

I, II, III e IV.

21. Nos últimos anos, a política pública de assistência social

exerceu importante papel na promoção da inclusão social dos brasileiros através de um modelo de organização e ges- tão da política de assistência social previsto na Lei Orgânica de Assistência Social – Lei n.º 8.742, de 7 de dezembro de 1993. Essa lei estabelece que a assistência social tem por

objetivo(s):

proteção à família, à maternidade, à infância, à adoles- cência e à velhice; II. o amparo a crianças e adolescentes carentes;

I. a

III.

a

promoção da integração ao mercado de trabalho;

IV.

habilitação e a reabilitação das pessoas portadoras de defi- ciência e a promoção de sua integração à vida comunitária.

a

São verdadeiras as afirmações contidas em

(A)

I e II, apenas.

(B)

I e IV, apenas.

(C)

II e III, apenas.

(D)

III e IV, apenas.

(E)

I, II, III e IV.

PMMC0902/07-Pedagogo-tarde

6

22. Lei Orgânica da Assistência Social, LOAS, estabelece que

A

a

assistência social é direito do cidadão e dever do Estado.

Constitui política de seguridade social não contributiva rea- lizada através de um conjunto integrado de ações de inicia- tiva pública e da sociedade, para garantir o atendimento às necessidades básicas. Estabelece ainda que as ações das três esferas de governo na área de assistência social realizam-se de forma articulada. Nesse sentido, dentre as competências do Município está a de

(A)

responder pela concessão e manutenção dos benefícios de prestação continuada definidos no Art. 203 da Cons- tituição Federal.

(B)

apoiar técnica e financeiramente os serviços, os progra- mas e os projetos de enfrentamento da pobreza em âm- bito regional ou local.

(C)

transferir a execução de programas e projetos de enfren- tamento à pobreza para entidades privadas.

(D)

estimular e apoiar técnica e financeiramente as associa- ções e consórcios municipais na prestação de serviços de assistência social.

(E)

executar os projetos de enfrentamento da pobreza, in- cluindo a parceria com organizações da sociedade civil.

23. A Política Nacional do Idoso, estabelecida através da Lei n.º 8.842, de 4 de janeiro de 1994, criou normas para os di- reitos sociais dos idosos, garantindo autonomia, integração

e participação efetiva como instrumento de cidadania. Con- sidera-se idoso, para os efeitos desta lei, a pessoa

(A)

com mais de 60 anos de idade.

(B)

com mais de 65 anos de idade.

(C)

com 80 anos de idade ou mais.

(D)

aposentada pelo INSS.

(E)

na terceira idade.

24. A Política Nacional do Idoso objetiva criar condições para promover a longevidade com qualidade de vida, colocan- do em prática ações voltadas, não apenas para os que estão velhos, mas também para aqueles que vão envelhecer. Esta- belece ainda as competências das várias áreas e seus respec- tivos órgãos. Nesse sentido, tem por objetivo

(A)

oferecer trabalho às pessoas com mais de 60 anos que tenham condições regulares de mobilidade.

(B)

possibilitar moradia às pessoas com mais de 80 anos que não tenham parentes que possam cuidar delas.

(C)

promover eventos com o objetivo de integrar os idosos de modo a torná-los mais alegres e, dessa forma, mini- mizar os efeitos de doenças crônicas.

(D)

assegurar os direitos sociais do idoso, criando condi- ções para promover sua autonomia, integração e parti- cipação efetiva na sociedade.

(E)

cuidar dos idosos que sofrem de doenças típicas da ter- ceira idade.

25. A Política Nacional para Inclusão Social da População em Situação de Rua estabelece que cabe ao poder público mu-

nicipal a tarefa de manter serviços e programas de atenção

à população de rua, garantindo padrões básicos de dignida- de e não-violência na concretização de mínimos sociais e

dos direitos de cidadania a esse segmento social. Tal política considera a população de rua um grupo populacional hete- rogêneo, caracterizado por sua condição de pobreza extre- ma, pela interrupção ou fragilidade dos vínculos familiares

e pela falta de moradia convencional regular. Nesse sentido,

são princípios presentes em tal política:

I. promoção e garantia da cidadania e dos direitos humanos; II. respeito à dignidade do ser humano, sujeito de direitos civis, políticos, sociais, econômicos e culturais; III. direito ao usufruto, permanência, acolhida e inserção na cidade; IV. não-discriminação por motivo de gênero, orientação sexual, origem étnica ou social, nacionalidade, atuação profissional, religião, faixa etária e situação migratória.

São verdadeiras as afirmações contidas em

(A)

I e II, apenas.

(B)

I, II e III, apenas.

(C)

II e III, apenas.

(D)

II, III e IV, apenas.

(E)

I, II, III e IV.

O Estatuto da Criança e do Adolescente expressa os direitos da

população infanto-juvenil brasileira, ao afirmar o valor intrínse- co da criança e do adolescente como seres humanos, a necessi- dade de respeito à sua condição de pessoa em desenvolvimento,

o reconhecimento de sua vulnerabilidade, portanto, merecendo

proteção integral por parte da família, da sociedade e do Estado. Para garantir tal proteção foi instituído o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo – SINASE.

Com base nessas informações, responda às questões de números 26 a 29.

26. A necessidade de intensa articulação dos distintos níveis de governo e da corresponsabilidade da família, da sociedade

e do Estado demandou a construção do SINASE, que tem

como premissa básica a necessidade de se constituir parâme- tros mais objetivos e procedimentos mais justos que evitem ou limitem a arbitrariedade. Nesse sentido, o Sistema Nacio-

nal de Atendimento Socioeducativo

(A)

corresponde a uma lei de abrangência municipal.

(B)

preocupa-se principalmente com a apuração de ato in- fracional.

(C)

abrange apenas os sistemas estaduais.

(D)

é um órgão de responsabilidade da Defensoria e Segu- rança Pública.

(E)

constitui-se de uma política pública destinada à inclu- são do adolescente em conflito com a lei.

7

27. Dentre os princípios estabelecidos pelo SINASE, que atin- gem as medidas socioeducativas, estão a excepcionalidade, a brevidade e o respeito à condição peculiar de pessoa em de- senvolvimento. Esses princípios são complementares e estão fundamentados na premissa de que o processo socioeducativo

(A)

admite que a privação de liberdade deve ser aplicada sempre como medida de correção.

(B)

recomenda que a privação de liberdade pode ocorrer sem limite de tempo.

(C)

determina que a internação provisória, como medida cautelar, seja de no máximo 60 dias.

(D)

não pode ser desenvolvido em situação de isolamento do convívio social.

(E)

estabelece que a internação do adolescente em conflito com a lei pode ser feita em qualquer unidade prisional.

28. A Constituição Federal e o ECA estabeleceram a correspon- sabilidade da família, comunidade, sociedade em geral e po- der público em assegurar, por meio de promoção e defesa, os direitos de crianças e adolescentes. Para cada um desses atores sociais existem atribuições distintas, porém o trabalho de conscientização e responsabilização deve ser contínuo e recíproco, ou seja, família, comunidade, sociedade em geral e Estado não podem abdicar de interagir com os outros e de responsabilizar-se. Em relação ao Sistema de Atendimento Socioeducativo, compete aos Municípios

(A)

fornecer, via Poder Executivo, os meios e os instrumen- tos necessários ao pleno exercício da função fiscaliza- dora do Conselho Tutelar.

(B)

criar, manter e desenvolver os programas de atendimen- to para a execução das medidas de semiliberdade e in- ternação, inclusive de internação provisória.

(C)

colher informações sobre a organização e o funciona- mento dos sistemas, entidades e programas de atendi- mento e oferecer subsídios para a sua qualificação.

(D)

instituir e manter processo de avaliação dos sistemas, entidades e programas de atendimento.

(E)

organizar e coordenar o Sistema de Informações da Criança e do Adolescente.

29. Segundo o SINASE, a elaboração do Plano Individual de Atendimento (PIA) constitui-se numa importante ferramen- ta de acompanhamento da evolução pessoal e social do ado- lescente e na conquista de metas e compromissos pactuados com esse adolescente e sua família durante o cumprimento da medida socioeducativa. Para a elaboração desse plano deverá ser feito um diagnóstico nas áreas: jurídica, saúde, psicológica, social e pedagógica. Na área pedagógica

(A)

identifica-se a situação processual e providências ne- cessárias.

(B)

estabelecem-se metas relativas à escolarização, profissio- nalização, cultura, lazer e esporte, oficinas e autocuidado.

(C)

levantam-se aspectos da saúde física e mental.

(D)

verificam-se as dificuldades, necessidades, potenciali- dades, avanços e retrocessos dos aspectos afetivos;.

(E)

investigam-se os aspectos dificultadores e facilitadores da inclusão social; necessidades, avanços e retrocessos.

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30. O Centro de Referência Especializado de Assistência Social, CREAS, como integrante do Sistema Único de Assistência Social, caracteriza as vulnerabilidades sociais como sendo situações de fragilidade em decorrência de pobreza, ausên- cia de renda, falta de acesso aos serviços públicos, discrimi- nações por idade, raça, gênero ou por deficiências, dentre outras, e estabelece que a proteção social especial tenha por direção:

I. proteger as vítimas de violências, agressões; II. proteger as pessoas com contingências pessoais e so- ciais; III. monitorar e reduzir a ocorrência de riscos, seu agrava- mento ou sua reincidência; IV. desenvolver ações para eliminação/redução da infrin- gência aos direitos humanos e sociais.

São verdadeiras as afirmações contidas em

(A)

I e II, apenas.

(B)

I, II e III, apenas.

(C)

II e III, apenas.

(D)

II, III e IV, apenas.

(E)

I, II, III e IV.

31. O Centro de Referência Especializado de Assistência Social constitui-se numa unidade pública estatal, de prestação de serviços especializados e continuados a indivíduos e famí- lias com seus direitos violados, promovendo a integração de esforços, recursos e meios para enfrentar a dispersão dos serviços e potencializar a ação para os seus usuários. Nessa perspectiva, o CREAS estabelece o seguinte conceito para família:

(A)

grupo constituído pelos pais ou qualquer um deles e seus filhos.

(B)

grupo formado pelos pais ou qualquer um deles e seus filhos, desde que residam sob o mesmo teto.

(C)

qualquer agrupamento de pessoas que residam sob o mesmo teto, independentemente de laços consanguíneos.

(D)

agrupamento de pessoas com laços consanguíneos que residam sob o mesmo teto.

(E)

diferentes arranjos familiares resultantes de agregados sociais por relações consanguíneas ou afetivas, ou de subsistência e que assumem a função de cuidar dos membros.

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8

32. O CREAS, como uma unidade de prestação de serviços es- pecializados, tem suas atenções voltadas para a ocorrência de situações de risco pessoal e social por ocorrência de ne- gligência, abandono, ameaças, maus tratos, violência física/ psicológica/sexual, discriminações sociais e restrições à ple- na vida com autonomia. Nesse sentido, presta atendimento prioritário a crianças, adolescentes e suas famílias nas se- guintes situações:

I. crianças e adolescentes vítimas de abuso e exploração sexual, violência doméstica ou em situação de men- dicância ou que estejam sob “medida de proteção” ou “medida pertinente aos pais ou responsáveis”;

II. famílias inseridas no Programa de Erradicação do Tra- balho Infantil que apresentem dificuldades no cumpri- mento das condicionalidades;

III. crianças e adolescentes em cumprimento da medida de proteção em abrigo ou família acolhedora, e após o cum- primento da medida, quando necessário suporte à rein- serção sociofamiliar;

IV. adolescentes usuários de substâncias químicas que se encontram desempregados e fora da escola.

São verdadeiras as afirmações contidas em

(A)

I, II, III e IV.

(B)

I, II e III, apenas.

(C)

II e III, apenas.

(D)

II, III e IV, apenas.

(E)

III e IV, apenas.

33. O Centro de Referência de Assistência Social, CRAS, é uma unidade pública da política de assistência social, de base municipal, integrante do Sistema Único de Assistência So- cial (SUAS). Localizado em áreas com maiores índices de vulnerabilidade e risco social, destina-se à prestação de ser- viços e programas socioassistenciais de proteção social bá- sica às famílias e indivíduos, e à articulação destes serviços no seu território de abrangência. A ênfase dos serviços so- cioassistenciais no CRAS é o atendimento às famílias, cujos objetivos são:

I. contribuir para a prevenção e o enfrentamento de situa- ções de vulnerabilidade e risco social;

II. fortalecer os vínculos familiares e comunitários;

III. promover aquisição de casa própria às famílias em con- dições de risco;

IV. oferecer vagas nas escolas para crianças em idade esco- lar que estão fora da escola.

São verdadeiras as afirmações contidas em

(A)

I e II, apenas.

(B)

II e III, apenas.

(C)

II, III e IV, apenas.

(D)

III e IV, apenas.

(E)

I, II, III e IV.

O Programa de Atenção Integral à Família, PAIF, é o principal programa de Proteção Social Básica do Sistema Único de As- sistência Social, SUAS; ele desenvolve ações e serviços básicos continuados para famílias em situação de vulnerabilidade so- cial na unidade do Centro de Referência de Assistência Social, CRAS, e tem por perspectivas o fortalecimento de vínculos fa- miliares e comunitários, do direito à proteção social básica e à ampliação da capacidade de proteção social e de prevenção de situações de risco.

Com base nessas informações, responda às questões de números 34 a 38.

34.

Dentre as diretrizes metodológicas do trabalho com famílias

e

indivíduos consta: articular o conhecimento da realidade

das famílias com o planejamento do trabalho que compreen- de, entre outras,

(A)

conhecer a realidade socioeconômica e cultural das famílias: estruturas, valores, sentimentos de pertença, identidades, crenças e demandas.

(B)

encaminhar a família e os indivíduos para a rede de ser- viços socioassistenciais básicos e especiais.

(C)

valorizar e fortalecer capacidades e potencialidades das famílias; acreditar na capacidade da família e trabalhar com vulnerabilidades, riscos e potencialidades.

(D)

valorizar e estimular a participação tanto da figura ma- terna quanto da figura paterna, respeitando a igualdade constitucional de direitos e responsabilidades.

(E)

desenvolver um trabalho interdisciplinar com uma com- preensão de que a família atendida deve ser abordada na sua totalidade.

35.

O

PAIF é ofertado por meio dos serviços socioassistenciais,

socioeducativos e de convivência e projetos de preparação para a inclusão produtiva. O trabalho de fortalecimento de vínculos familiares e comunitários deve interligar as rela- ções internas ao grupo familiar e as relações deste com a co-

munidade, a sociedade e o Estado. Nesse sentido, é correto afirmar que os serviços e ações do PAIF

(A)

são pontuais.

(B)

consideram família enquanto modelo idealizado.

(C)

devem priorizar o desenvolvimento de atividades indi- viduais.

(D)

não poderão ser terceirizados.

(E)

valorizam o saber culto estimulando a aprendizagem.

36.

Uma das ações desenvolvidas no CRAS é a entrevista, que se constitui num procedimento técnico para acolher, conhe- cer, coletar dados, orientar, acompanhar, avaliar e indicar os elementos para trabalhar a família, em seu processo de for- mação cidadã, com ênfase no levantamento de dados sobre

(A)

as possibilidades de emprego para os membros da família.

(B)

o nível de educação dos membros da família.

(C)

as possibilidades de fortalecimento dos vínculos fami- liares e comunitários.

(D)

o entendimento dos pais sobre a importância e necessi- dade de seus filhos freqüentarem a escola.

(E)

as condições de vida e vulnerabilidades da família e a ava- liação, junto com ela, sobre o risco de violação de direitos.

9

37. As oficinas são possibilidades de ação para o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários. Compreendem ativida- des desenvolvidas com um grupo de pessoas, propiciando a ampliação de conhecimentos. Pressupõem vivências concre- tas, resultantes da vida cotidiana das famílias. Nesse sentido, o CRAS define as oficinas de reflexão nas quais o grupo

(A)

vai organizar e experenciar as relações.

(B)

se propõe a elaborar a reorganização de suas formas de pensar, sentir e agir.

(C)

vai participar de promoções que terão suas regras e ati- vidades escolhidas em ação conjunta.

(D)

desenvolve habilidades de convivência.

(E)

trabalha as questões de pertencimento na construção de projetos sociais e coletivos.

38. Uma das preocupações dos serviços socioeducativos pre- vistos no CRAS é o desenvolvimento de atividades socio- educativas com grupos especiais para o restauro de danos decorrentes da presença de estigmas, discriminações, viti- mizações e a promoção do acesso e defesa de direitos. Tam- bém desenvolve atividades lúdicas, esportivas, culturais, de modo a desenvolver ações socializadoras, a partir de interes- se ou demanda. Para tal, as atividades devem ser planejadas, considerando-se os ciclos de vida. Assim, para as crianças de 7 a 14 anos as atividades devem

(A)

ser ora espontâneas, ora dirigidas, tendo o brincar como o foco principal, envolvendo a família nestas atividades.

(B)

contribuir para o fortalecimento das relações no territó- rio e ao reconhecimento do trabalho como um direito de cidadania, por meio de experimentação.

(C)

possibilitar a ampliação de trocas culturais, o acesso à tec- nologia e a formação em competências específicas básicas.

(D)

estimular, desenvolver e formar o senso de responsabi- lidade, de coletividade e de participação na vida pública do território.

(E)

valorizar conhecimentos e experiências e potencialida- des para o exercício do protagonismo social.

39. A integração e a inclusão, enquanto processos sociais são am- bos muito importantes. No modelo integrativo, a sociedade, passivamente, aceita receber portadores de deficiência. Por outro lado, a inclusão social é o processo pelo qual a sociedade se adapta, para poder incluir, em seus sistemas sociais gerais, pessoas com necessidades especiais que sejam capazes de

(A)

moldar-se aos requisitos dos serviços especiais separa- dos, tais como classe especial, escola especial etc.

(B)

desempenhar papéis sociais individuais, como aluno, trabalhador, usuário, pai, mãe, consumidor etc., com plena independência.

(C)

acompanhar os procedimentos tradicionais de trabalho, escolarização, convivência social etc.

(D)

contornar os obstáculos existentes no meio físico, como espaço urbano, edifícios, transportes etc.

(E)

utilizar os espaços físicos e os equipamentos das empre- sas, sem nenhuma modificação.

 

PMMC0902/07-Pedagogo-tarde

40. A inclusão social é um processo que contribui para a cons- trução de um novo tipo de sociedade através de pequenas e grandes transformações, nos ambientes físicos e na mentali- dade das pessoas. Nesse sentido, atualmente, as exigências que são feitas aos professores são muito diferentes em re- lação às de alguns anos atrás. Antes, o professor atuava no contexto da lógica da exclusão; hoje, espera-se que atue na lógica da inclusão, o que implica em

(A)

organizar a escola pela pertinência de seus protagonis- tas aos critérios que a definem.

(B)

classificar os alunos pelo desempenho escolar.

(C)

desenvolver o ato de ensinar com base nas semelhanças entre os alunos.

(D)

selecionar os alunos segundo certas características tanto em termos de aprendizagem escolar como de conduta.

(E)

que o ensinar e o aprender sejam considerados indisso- ciáveis.

41. A escola é um lugar social, onde o contato com o sistema de escrita e com a ciência, enquanto modalidade de construção de conhecimento, se dá de forma sistemática e intensa. Enquanto criação cultural das sociedades letradas, a escola tem um papel singular na construção do desenvolvimento pleno dos membros dessas sociedades. Assim, ela tem a função explícita de

(A)

oferecer material diversificado para que os indivíduos treinem seus conhecimentos acumulados pelas diversas disciplinas científicas.

(B)

propiciar um ambiente rico e ativo para que os indiví- duos façam suas opções e suas construções de forma assistemática.

(C)

tornar preparados os indivíduos, fornecendo-lhes ins- trumental para interagir ativamente com o sistema de leitura e escrita com o conhecimento acumulado.

(D)

tornar os indivíduos treinados e preparados para repro- duzir e solucionar situações do cotidiano.

(E)

transmitir aos indivíduos um conhecimento histórico com características formais de modo a prepará-los para a vida.

42. Planejar é uma atividade que faz parte do ser humano, é an- tecipar mentalmente uma ação a ser realizada e agir de acor- do com o previsto. Nesse sentido, a atividade pedagógica de planejar deverá alterar posturas que têm sido usuais na prática escolar. Deve ser considerada uma atividade

(A)

coletiva, pois o ato de ensinar é um ato coletivo que envolve ensinar e aprender.

(B)

individual, pois os professores agem sozinhos, como especialistas que são.

(C)

individual pois as parcerias só ocorrem nas ações para além da sala de aula.

(D)

coletiva, que só ocorre nos períodos destinados ao proces- so de planejamento, no início e final do semestre letivo.

(E)

imposta aos professores pela Secretaria da Educação como medida de controle.

PMMC0902/07-Pedagogo-tarde

10

43. Dentre as várias finalidades do planejamento, pode-se dizer que ele é um instrumento de transformação da realidade que pode ajudar a prever e superar dificuldades fortalecendo o grupo para enfrentar conflitos e contradições. Assim, é cor- reto afirmar que o planejamento é

(A)

produto de uma reflexão e tomada de decisão, que como tal, é explicitada em forma de registro.

o

(B)

elaboração do plano de mediação, da intervenção na realidade.

a

(C)

a

sistematização da proposta geral de trabalho do professor.

(D)

um processo, contínuo e dinâmico, de reflexão, tomada de decisão, colocação em prática e acompanhamento.

(E)

um elemento de organização e integração da atividade prática de uma instituição.

44. O projeto de ensino-aprendizagem tem como finalidade or- ganizar adequadamente o currículo, racionalizando as expe- riências de aprendizagem. Para tanto, a proposta de trabalho do professor precisa ser constantemente adequada às possi- bilidades cognitivas dos alunos e ao contexto escolar, o que lhe exigirá um planejamento. O professor precisa torná-lo flexível, o que significa

(A)

variar as aulas entre expositivas, discussões, tarefas co- letivas e tarefas individuais.

(B)

não existir um plano a ser seguido, que a decisão sobre

conteúdo de cada aula ocorra no momento em que ela se inicia.

o

(C)

fazer um balanço permanente entre os objetivos delinea- dos e os rumos tomados pelo grupo de estudantes.

(D)

garantir que todos os alunos aprendam as mesmas coi- sas da mesma forma.

(E)

não existir a exigência de uma seleção de conteúdos proposta pela escola.

45. Enquanto reflexão crítica sobre a realidade, a avaliação deve ajudar a descobrir as necessidades do trabalho educativo, a perceber os verdadeiros problemas para resolvê-los. A fina- lidade da avaliação pode ser concebida em duas dimensões tão diversas: de controle, como cerceamento, ou de controle, enquanto acompanhamento. Pode-se afirmar que

(A)

na dimensão da avaliação como controle enquanto acompanhamento, basta que o professor faça uma ava- liação ao final do processo.

(B)

o

que se deve questionar na avaliação enquanto instru-

mento de controle é a natureza deste controle e não os benefícios ou prejuízos sociais que se pode acarretar.

(C)

uma prática avaliativa classificatória e eliminatória na esco-

la

constitui-se em um dos procedimentos mais eficientes no

controle da qualidade do processo ensino-aprendizagem.

(D)

o

controle exercido pelo professor em benefício do alu-

no pressupõe seguir regras neutras, objetivas, suposta- mente justas estabelecendo registros confiáveis da ca- pacidade do aluno.

(E)

quando se acompanha para ajudar no trajeto, é neces- sário percorrê-lo junto, sentindo-lhes as dificuldades, apoiando, conversando, sugerindo rumos adequados a cada aluno.

46. A avaliação, enquanto processo, deve refletir a atenção e preocupação do professor com a apropriação efetiva do co- nhecimento por parte do aluno. Portanto, o processo avalia- tivo orienta-se pelas múltiplas dimensões de aprendizagens envolvidas em cada experiência educativa. Nesse sentido, pode-se afirmar que

(A)

avaliar é observar e promover experiências educativas que signifiquem provocações intelectuais significativas no sentido do desenvolvimento do aluno.

(B)

processo avaliativo é uma seqüência linear de conteú- dos que culmina nos testes de aprendizagem e na soma de resultados obtidos.

o

(C)

o

processo avaliativo decorre das médias das notas atri-

buídas pelo professor às diversas atividades propostas.

(D)

na visão da avaliação como mediação, o professor en- sina e depois pergunta, assim as perguntas ocupam o lugar de verificar, comprovar o alcance de um objetivo.

(E)

uma avaliação contínua e cumulativa significa o profes- sor aplicar várias provas no decorrer do processo e atri- buir a nota final como sendo a soma das notas parciais.

47. A realização do trabalho coletivo não supõe apenas a exis- tência de profissionais que atuem lado a lado numa mesma Escola, mas exige educadores que tenham pontos de partida, caracterizados por princípios e pontos de chegada comuns, representados pelos objetivos. Assim, a construção do tra- balho coletivo nas escolas públicas exige que os educadores tenham clareza dos fatores que garantem essa forma de tra- balho. Dentre esses fatores, pode-se citar

(A)

nossa sociedade, que valoriza e reforça o individualis- mo nas pessoas, como elemento básico para a manuten- ção e expansão do sistema capitalista vigente.

a

(B)

as escolas, que propiciam momentos de encontros cole- tivos dos educadores nos quais se possa refletir, discutir

e debater a própria prática.

(C)

a falta de professores nas escolas, havendo casos em

que os alunos percorrem o semestre ou até o ano letivo sem docentes em várias disciplinas.

(D)

a

falta, por parte dos professores, da vivência de uma

proposta de trabalho curricular interdisciplinar, na qual a interdisciplinaridade deixe de ser um conceito abstrato, transformando-se numa proposta pedagógica coletiva, concreta e progressista.

(E)

necessidade de as escolas possuírem profissionais con- cursados, o que garante uma equipe bem selecionada e coesa.

a

11

48. A construção da competência do professor para responder com qualidade às necessidades educacionais de seus alunos, responde à necessidade social e histórica de superação das práticas pedagógicas que discriminam, segregam e excluem. Neste sentido, é preciso consolidar o conhecimento que a criança traz para a escola, para que ela se sinta sujeito de co- nhecimento e, ao mesmo tempo, atue no sentido de ampliar ao máximo o seu conhecimento anterior. Acerca das diversi- dades culturais presentes na sociedade, pode-se afirmar que

(A)

homogeneizar o ambiente escolar, a partir da seleção de atividades e conteúdos mais relacionados às experiên- cias das crianças das classes médias é o melhor cami- nho para consolidar o conhecimento.

(B)

diferenças culturais que, tratadas pela escola como de- ficiências, promovem a aceitação da criança pelos seus colegas.

(C)

para que a escola possa ter sucesso nas classes popula- res, é preciso construir estratégias pedagógicas que, re- conheçam como conteúdo escolar os materiais escritos produzidos na sociedade.

(D)

na escola, o professor deve considerar que a classe co- mum é, para os alunos com necessidades educacionais especiais, um mero espaço de socialização.

(E)

para a maioria das crianças pobres, afrodescententes, moradoras das periferias, a escolarização vem acom- panhada de uma forte desqualificação de seus saberes, valores, linguagens.

49. Construir uma escola de qualidade que seja boa para todos e não apenas para a minoria e ampliar e consolidar a inclusão de todos constituem os grandes desafios de nosso sistema educacional, diante da democratização do ensino. Apesar das dificuldades em se promover a verdadeira inclusão nas escolas, existem muitos pontos que favorecem tal processo. Dentre eles, está

(A)

a resistência das instituições especializadas, especial- mente as escolas, em promover mudanças de qualquer tipo.

(B)

a neutralização do desafio à inclusão, por meio de po- líticas públicas que impedem que as escolas se mobili- zem par rever suas práticas.

(C)

o preconceito e o paternalismo em relação aos grupos constituídos por pessoas socialmente fragilizadas.

(D)

a existência de legislação que apoie a necessidade de reconstruir a escola brasileira sob novos enfoques edu- cacionais.

(E)

a ignorância dos de muitos pais o que provoca a fragili- dade diante do fenômeno da deficiência de seus filhos.

PMMC0902/07-Pedagogo-tarde

50. A concepção de aprendizagem pressupõe que o conhecimen- to não é concebido como uma cópia do real e incorporado diretamente pelo sujeito, mas uma atividade, por parte de quem aprende, que organiza e integra os novos conheci- mentos aos já existentes. Assim, não basta que situações de aprendizagem sejam planejadas, propostas e dirigidas para constituírem automaticamente boas situações de aprendiza- gem para os alunos. Nesse sentido, pode-se afirmar que

(A)

ensino e aprendizagem são dois processo que se con- fundem.

(B)

existe um processo único de “ensino-aprendizagem”.

(C)

o processo de ensino tem que se adaptar ao de aprendi- zagem.

(D)

o aluno poderá receber qualquer ensinamento que o professor lhe transmitir.

(E)

o processo de aprendizagem deve se adequar ao de ensino.

PMMC0902/07-Pedagogo-tarde

12

lhe transmitir. (E) o processo de aprendizagem deve se adequar ao de ensino. PMMC0902/07-Pedagogo-tarde 12
C onCurso P úbliCo 6. P rova o bjetiva o rientador de i nformátiCa INSTRUÇÕES

ConCurso PúbliCo

6. Prova objetiva

orientador de informátiCa

INSTRUÇÕES

VoCê reCebeu sua folha de resPostas e este Caderno Contendo 50 questões objetiVas.

PreenCha Com seu nome e número de insCrição os esPaços reserVados na CaPa deste Caderno.

leia Cuidadosamente as questões e esColha a resPosta que VoCê Considera Correta.

resPonda a todas as questões.

assinale na folha de resPostas, Com Caneta de tinta azul ou Preta, a alternatiVa que julgar Certa.

a duração da ProVa é de 3 horas.

a saída do Candidato do Prédio será Permitida aPós transCorrida a metade do temPo de duração da ProVa objetiVa.

ao sair, VoCê entregará ao fisCal a folha de resPostas e leVará este Caderno.

aguarde a ordem do fisCal Para abrir este Caderno de questões.

de resPostas e leVará este Caderno . a guarde a ordem do fisCal Para abrir este
de resPostas e leVará este Caderno . a guarde a ordem do fisCal Para abrir este

25.10.2009

tarde

Língua Portuguesa

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 04.

Projeto obriga escola a ter só merenda “saudável”

Coxinhas, balas e refrigerantes podem ficar no passado do lanche escolar. Um projeto de lei que tramita na Câmara quer obrigar instituições públicas e privadas de ensino infantil e fun- damental a só vender e oferecer aos alunos “alimentos saudá- veis”.

O texto não define o que seria proibido e remete a uma re-

gulamentação posterior. Para o Conselho Federal de Nutricio- nistas, alimentos com muito sal, gordura ou açúcar deveriam ser vetados, dando-se preferência àqueles que são naturais.

Essas medidas se justificam pelo alto índice de obesidade in-

fantil e de surgimento de doenças crônicas. “Pelo menos durante

o tempo em que estão na escola, nossas crianças devem estar

livres da pressão e da tentação do consumo de produtos inade- quados ao seu desenvolvimento saudável”, afirma o deputado autor do projeto.

Para o presidente da Federação Nacional das Escolas Parti- culares, o consumo de produtos saudáveis deve ser incentivado, mas não imposto. “No shopping é liberado. Se é proibido, é proi- bido em todo lugar. E acho um absurdo uma lei determinar como alguém vai se alimentar.”

O Ministério da Saúde é favorável ao projeto e reconhece

que, para tanto, é necessário aumentar, nas escolas, a oferta e o consumo de frutas, legumes, verduras e cereais integrais e redu- zir o que é fabricado com elevadas quantidades de sal, açúcar e

gordura.

Algumas escolas já praticam hábitos alimentares saudáveis

e, em algumas delas, chocolate industrializado, balas e frituras

foram cortados. Aluna de uma dessas escolas, Brenda Oliveira, 10, já apren- deu. Por que proibiram o pastel? “Pela gordura. A gente sente falta, mas a escola fez bem”, afirma.

(Johanna Nublat e Maria Clara Cabral. Folha de S.Paulo. 30.08.2009. Adaptado)

01. De acordo com o texto,

(A)

a intenção do projeto de lei é criar, ao menos na escola, um ambiente em que a criança não seja induzida a se alimentar mal.

(B)

o presidente da Federação Nacional de Escolas Parti- culares deseja que se proíbam determinados alimentos também em shoppings, já que são locais muito frequen- tados pelos jovens.

(C)

o projeto não pensou em crianças de famílias de baixa renda que não têm condições de se alimentar compran- do lanches em cantinas escolares.

(D)

quando regulamentada, a lei se estenderá também a ou- tras instituições como as de nível médio e superior.

(E)

as escolas preocupadas com a obesidade infantil deve- rão eliminar os produtos que são industrializados de suas cozinhas e cantinas.

PMMC0902/06-OrientadorInformática-tarde

2

02. Na frase − Um projeto de lei que tramita na Câmara quer

obrigar instituições públicas e privadas de ensino infantil

e fundamental a só vender e oferecer aos alunos “alimentos

saudáveis”. − o termo em destaque pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido do texto, por

(A)

cercear.

(B)

coibir.

(C)

fiscalizar.

(D)

instruir.

(E)

determinar.

03. Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectiva- mente, as circunstâncias expressas pelos termos em desta- que nos trechos a seguir.

Um projeto de lei que tramita na Câmara

(1.º parágrafo)

alimentos

com muito sal, gordura ou açúcar deveriam ser

vetados

(2.º parágrafo)

deve

ser incentivado, mas não imposto. (4.º parágrafo)

A gente sente falta, mas a escola fez bem. (último parágrafo)

(A) meio – intensidade – afirmação − intensidade

(B)

meio – modo – afirmação – intensidade

(C)

tempo – intensidade – negação – modo

(D)

lugar – intensidade – negação – modo

(E)

lugar – modo – negação – intensidade

04. Assinale a alternativa em que a expressão por que foi empre- gada corretamente e com a mesma função com que aparece na frase do texto: Por que proibiram pastel?

(A)

Ela está mais esbelta por que fez dieta.

(B)

Não descobrimos o por que deste incidente na escola.

(C)

Explicou-se por que deveríamos mudar os hábitos ali- mentares.

(D)

As escolas por que passamos não têm cantinas à dispo- sição dos alunos.

(E)

Iremos à cozinha por que precisamos selecionar as fru- tas e legumes.

05. Assinale a alternativa cujas palavras completam, correta e respectivamente, a frase a seguir:

entrevistada, a aluna mostrou ter compreendido o

que são hábitos alimentares saudáveis evita comer

pastéis,

reconhece que eles têm muita gordura.

(A)

Quando

visto que

portanto

(B)

Quando

visto que

pois

(C)

Depois de

pois

mas

(D)

Depois de

pois

portanto

(E)

Conforme

porém

pois

06. Assinale a alternativa em que a frase obedece às regras de con- cordância verbal e nominal estabelecidas pela norma padrão.

(A)

Antes da mudança de hábitos, haviam muitos alunos que traziam lanche de casa.

(B)

Fazem dois meses que a escola alterou a rotina alimen- tar dos educandos.

(C)

Durante as adaptações, ocorreu, entre os estudantes, muitas discussões.

(D)

Alguns pais consideraram absurdo as decisões da dire- ção da escola.

(E)

No início, a criançada ficou meio decepcionada com a ausência de salgadinhos.

07. O sinal indicativo de crase está empregado corretamente em

(A)

As merendeiras levam à sério o seu trabalho, sobretudo no que se refere à qualidade das refeições.

(B)

Desde às seis horas, as merendeiras já estão à frente de suas atividades na cozinha.

(C)

Quanto à escolha das frutas, elas preferem as frescas às industrializadas.

(D)

A coordenadora disse à uma das merendeiras que os alunos têm aprovado às refeições.

(E)

À tarde, a nutricionista fez um cardápio balanceado, como foi pedido à ela pela diretora.

08. Considere as frases:

As escolas devem proibir frituras e refrigerantes não ven- dendo frituras e refrigerantes em suas cantinas. A escola pode ensinar hábitos alimentares saudáveis, mas a família também deve incorporar esses hábitos alimentares saudáveis. Para evitar a repetição de palavras, assinale a alternativa em que os pronomes, além de estarem adequadamente coloca- dos na frase, substituem, correta e respectivamente, os ter- mos em destaque nas frases.

(A)

vendendo-os

incorporar-lhes

(B)

os vendendo

incorporá-los

(C)

vendendo-os

incorporá-los

(D)

lhes vendendo

lhes incorporar

(E)

vendendo-lhes

os incorporar

3

09. Assinale a alternativa cujas palavras preenchem, correta e respectivamente, o texto.

A professora apresentou a um aluno a seguinte tabela nutri-

cional de um produto:

Informação

   

nutrIcIonal

QuantIdade por porção de 11 g

%Vd*

Valor calórico

35 kcal

1%

Carboidratos

6

g

1%

Proteínas

1

g

2%

Fibra alimentar

0

g

0%

Cálcio

12 mg

2%

Ferro

0,18 mg

1%

Sódio

810 mg

34%

* Valores diários de referência com base em uma dieta de 2 500 calorias.

E recomendou:

a análise dessa tabela e me responda se é um produto benéfico para quem necessita ingerir muitas fibras.

a tabela, o aluno concluiu que não, pois a

porcentagem de fibras era de 0%.

uma dieta com muitas frutas e ver-

duras resolverá seu problema, sugeriu ele.

Ao

− Se a pessoa

(A)

Faça

ver

mantiver

(B)

Faça

ver

manter

(C)

Faça

vir

mantiver

(D)

Faz

ver

mantiver

(E)

Faz

vir

manter

10. Considere as afirmações sobre a tirinha.

manter 10. Considere as afirmações sobre a tirinha. ( O Estado de S.Paulo , 2009.) I.

(O Estado de S.Paulo, 2009.)

I. A mãe de Mônica compreendeu a frase da filha em sen- tido próprio. II. O exagero presente na atitude da mãe de Mônica contri- bui para a comicidade do texto. III. Mônica e Magali encararam com naturalidade o que ocorreu na cozinha. IV. Na expressão − pra almoçar − percebe-se a ideia de fi- nalidade.

É correto o que se afirma em

(A)

I, apenas.

(B)

IV, apenas.

(C)

II e III, apenas.

(D)

I, II e IV, apenas.

(E)

I, II, III e IV.

PMMC0902/06-OrientadorInformática-tarde

MateMática

11. Observe a sequência de figuras:

14º

10º

  

11º

12º

 

22º

23º

 

29º

30º

 

13º

24º

31º

 

15º

16º

27º

 

17º

18º

 

28º

36º

 

19º

20º

21º

 

25º

26º

 

32º

33º

 

 

34º

35º

 

 

Continuando a sequência de figuras com a mesma lógica de formação, o 50.º termo será

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

.

.

.

.

.

12. Uma lâmpada vermelha pisca a cada 32 minutos, e uma lâm- pada amarela, a cada 18 minutos. Sabendo-se que as duas lâmpadas piscaram juntas às 17:00, o próximo horário em que ambas piscarão juntas novamente será

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

20:36.

20:48.

21:24.

21:48.

22:16.

13. Uma estrada reta ligando duas cidades possui 9 5 metros. Caso se deseje dividir a extensão da estrada em três partes de mesmo comprimento para a instalação de radares, cada uma das três partes terá comprimento, em metros, igual a

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

3 3 .

3 5 .

3 6 .

3 9 .

9 3 .

14. De fevereiro para março, o preço de uma mercadoria so- freu aumento de 20%. De março para abril o preço dessa mercadoria sofreu uma queda de 5%. Nas condições dadas, comparando-se o preço da mercadoria em fevereiro (antes do aumento) com o de abril (após a queda), é correto dizer que houve um aumento de

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

14%.

15%.

16%.

17%.

18%.

PMMC0902/06-OrientadorInformática-tarde

4

15. Um técnico de informática cobra por consultas técnicas em domicílio uma taxa fixa de R$ 45,00, acrescida de R$ 25,00 por hora de trabalho. Em um dia da semana, esse técnico fez x consultas técnicas em domicílio e ganhou, no total, y reais. Sendo esses os únicos trabalhos realizados pelo técnico nes- se dia, o número de horas que ele trabalhou foi

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

. .
.
.

25y + 45x.

. .
.
.

16. “Adicionando-se ao quadrado de um número o seu quíntu- plo, obtém-se o número 50.”

Existem dois números inteiros que verificam a frase ante- rior, sendo que a soma deles é igual a

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

5.

3.

–2.

–4.

–5.

17. Resolvendo o sistema de equações que y é igual a

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

50% de x.

55% de x.

60% de x.

75% de x.

80% de x.

(D) (E) 50% de x. 55% de x. 60% de x. 75% de x. 80% de

, conclui-se

18. Sobre um triângulo, sabe-se que dois de seus ângulos são congruentes de medida 45º, e que o maior de seus lados mede 10 cm. Nessas condições, a medida do menor lado desse triângulo, em cm, é

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

19.

Admitindo-se que cada quadrado da malha indicada repre- senta 1 m², a medida da área da figura sombreada, em m², é igual a

que cada quadrado da malha indicada repre- senta 1 m², a medida da área da figura

conHeciMentos De inForMática

21. Os MODEMs podem ser utilizados na comunicação entre computadores e a Internet. Uma das formas de modulação utilizada pelos MODEMs é a FSK, na qual os bits são trans- mitidos por meio de variação da

(A)

frequência.

(B)

impedância.

(C)

chave lógica.

(D)

temperatura.

(E)

resistência de acoplamento.

22. Uma placa-mãe de microcomputadores da linha IBM-PC possui slots para a conexão de outras placas que seguem al- guns padrões, como por exemplo:

 

(A)

AGP, ISA e PCI.

 

(A)

.
.

(B)

AGP, IDE e USB.

 

(C)

AGP, IDE e POST.

 

(B)

.
.

(D)

ATX, ISA e PCI.

 

(E)

ATX, MMX e USB.

 

(C)

3.

 

(D)

.
.

23. Os microcomputadores da linha IBM-PC modernos ofere- cem várias formas para a interconexão de dispositivos exter- nos, como por exemplo, o padrão

(E)

4.

 

(A)

FireWire, que não apresenta retrocompatibilidade, uma vez que os cabos adaptadores para o conector do FireWire 800 não permitem que sejam utilizados dispo- sitivos FireWire 400.

20.

A

média de salários de um casal é de R$ 1.200,00, sendo que

homem ganha R$ 350,00 a mais que a mulher. Sabendo-se

que em um determinado mês do ano a mulher ganhou um abono de R$ 500,00 em seu salário, nesse mês a média de salários do casal, em R$, foi de

o

(B)

IEEE 1394, que suporta até 63 dispositivos em cada porta.

(C)

USB, que apresenta o conector do tipo B usado na pla- ca-mãe, enquanto o tipo A é utilizado pelos periféricos.

(A)

1.400,00

(B)

1.425,00.

(D)

USB, que, excetuando mouses e pen drives, há sempre a necessidade de fonte de alimentação externa para os dispositivos.

(C)

1.450,00.

(D)

1.475,00.

(E)

USB que, na sua versão 2.0, apresenta como inovação a conexão dos dispositivos sem-fio.

(E)

1.500,00.

 

24. Alguns usuários, buscando aumentar o desempenho de um computador, utilizam a técnica denominada , que

consiste em

do processador acima da

pelo fabricante.

 

Assinale a alternativa que completa, correta e respectiva- mente, as lacunas do texto.

(A)

overclocking

aumentar a frequência de operação

especificada

(B)

overclocking

multiplicar por 10 a frequência de ope-

ração

recomendada

(C)

overmemory

aumentar a quantidade de memória

cache

fornecida

(D)

overmemory

aumentar a quantidade de memória

RAM

recomendada

(E)

overtime

aumentar a frequência de operação e a

quantidade de memória cache

especificada

5

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25. Na instalação de um mouse, há algumas propriedades que podem ser modificadas por meio da seleção da opção Mouse (aba Opções do Ponteiro) do Painel de Controle do Windows XP. Assinale a alternativa que não representa uma propriedade para as Opções de Ponteiro de um mouse.

(A)

Abrir a Internet em uma página especificada.

(B)

Exibir rastro do ponteiro.

(C)

Ocultar ponteiro ao digitar.

(D)

Mover automaticamente o ponteiro para o botão padrão em uma caixa de diálogo.

(E)

Selecionar velocidade do ponteiro.

26. A limpeza do teclado de um computador desempenha papel importante em sua manutenção. Considere as seguintes afir- mações sobre formas de limpeza de teclados de computador:

I. virar o teclado para baixo e dar leves batidas para que caiam sujeiras em geral, como poeira, migalhas, cabelos, etc.; II. retirar as teclas, uma a uma, efetuando, cuidadosamente, sua limpeza; III. mergulhar completamente o teclado em um recipiente com uma mistura de água, acetona e álcool.

Sobre as afirmações, pode-se dizer que está correto o con- tido em

(A)

I, apenas.

(B)

III, apenas.

(C)

I e II, apenas.

(D)

II e III, apenas.

(E)

I, II e III.

27. Em sistemas operacionais, a situação na qual um conjunto de processos, para ser executado, aguarda um evento que ocorrerá a partir da execução de um processo desse mesmo conjunto, é denominada

(A)

Gridlock.

(B)

Livelock.

(C)

Blocking.

(D)

Deadlock.

(E)

Wait for flag.

28. O tipo de escalonamento de processos adotado em sistemas operacionais no qual cada processo recebe um para a sua execução, , é denominado

Assinale a alternativa que completa, correta e respectiva- mente, as lacunas do texto.

.

(A)

tempo pré-determinado

após o qual ele é interrompi-

do

não preemptivo

(B)

tempo pré-determinado

após o qual ele é interrompi-

do

preemptivo

(C)

tempo varíável

sem que ele seja interrompido

não

preemptivo

 

(D)

tempo varíável

sem que ele seja interrompido

pre-

emptivo

(E)

tempo variável porém limitado

após o qual ele é in-

terrompido

híbrido

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6

29. Analise as afirmações associadas às prioridades que podem ser atribuídas aos processos a serem executados em um sis- tema operacional. I. A desvantagem da prioridade estática em relação a ou- tros tipos, é que não é possível fazer diferenciação entre os processos. II. A prioridade dinâmica faz com que a prioridade atribuí- da a um processo durante o seu tempo de vida possa ser alterada de acordo com o seu comportamento. III. O fenômeno denominado starvation é associado a um processo que possui baixa prioridade, fazendo com que ele nunca receba o processador. Sobre as afirmações, pode-se dizer que está correto o con- tido em

(A)

I, apenas.

(B)

II, apenas.

(C)

I e III, apenas.

(D)

II e III, apenas.

(E)

I, II e III.

30. Em uma Rede Local de Computadores (LAN) com padrão Ethernet, podem ser utilizados dispositivos denominados Switches, cuja função é

(A)

direcionar a transferência dos pacotes entre os disposi- tivos por meio do endereço IP.

(B)

direcionar a transferência dos pacotes entre os disposi- tivos por meio do endereço MAC.

(C)

endereçar os pacotes de acordo com o protocolo TCP/IP.

(D)

gerenciar os serviços de rede da camada de aplicação do modelo OSI.

(E)

proteger a LAN contra invasões por meio de acessos remotos.

31. Em uma Rede Local de Computadores (LAN), o serviço de rede que disponibiliza um endereço IP para cada equipamen- to conectado, de forma automática, é denominado

(A)

ARP.

(B)

DHCP.

(C)

DNS.

(D)

SMTP.

(E)

UDP.

32. As máscaras de sub-rede são definidas de acordo com a classe de rede IP estabelecida para cada rede local. Uma máscara com valor: 255.255.0.0 pode ser utilizada para uma rede de classe

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

A.

B.

C.

D.

E.

33. Na janela “Localizar e substituir” do MS-Word 2003, encon- tram-se três abas: Localizar, Substituir e

(A)

Corrigir.

(B)

Desfazer.

(C)

Ir para.

(D)

Reciclar.

(E)

Refazer.

34. Durante a edição de um documento no MS-Word 2003, sur- giu a necessidade de se marcar uma determinada palavra em um parágrafo, para que ela fique em destaque. Assinale a alternativa que apresenta um ícone que está associado a uma função que realiza tal operação.

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

35. Tanto no MS-Word 2003 quanto no MS-Excel 2003 pode-se acionar o recurso Ajuda desses aplicativos mediante o pres- sionar da(s) tecla(s)

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

F1.

Alt+H.

Ctrl+Alt.

Shift+H.

Ctrl+Alt+F12.

36. Considere os seguintes recursos do MS-Excel 2003.

36. Considere os seguintes recursos do MS-Excel 2003. Esses recursos estão disponíveis para o usuário a

Esses recursos estão disponíveis para o usuário a partir do menu

(A)

Inserir Objeto

(B)

Inserir Diagrama

(C)

Ferramentas Auditoria de fórmulas.

(D)

Ferramentas Atingir meta.

(E)

Formatar AutoFormatação.

7

37. Em uma planilha elaborada no MS-Excel 2003, considere

a seguinte fórmula, presente na célula C1.

=SE(A1=5;SOMA(B1:B5);'''')

Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta a respeito do resultado decorrente dessa fórmula.

(A)

A1 será limpa caso todas as cinco primeiras células da coluna B não contenham texto.

(B)

A1 receberá incondicionalmente o valor da soma das cinco primeiras células da coluna B.

(C)

Caso todas as cinco primeiras células da coluna B sejam iguais ao caractere branco, C1 receberá o valor 5.

(D)

Caso A1 seja igual a 5, C1 receberá a soma dos valores de B1, B2, B3, B4 e B5.

(E)

Todas as primeiras células da coluna B serão preenchi- das com o caractere branco se A1 for igual a 5.

38. No MS-PowerPoint 2003, a opção de menu que permite cen- tralizar o texto em um parágrafo é

(A)

Editar – Selecionar – Centralizar

(B)

Ferramentas – Espaçamento – Centralizar

(C)

Ferramentas – Suplementos – Centralizar

(D)

Formatar – Alinhamento – Centralizar

(E)

Formatar – Espaçamento – Centralizar

39. No MS-PowerPoint 2003, ao se selecionar a opção Persona- lizar Animação, há alguns grupos de opções de efeitos que podem ser selecionados. Dentre tais grupos podem-se citar:

(A)

Design, Formatar e Cor.

(B)

Entrada, Cor e Gráfico.

(C)

Entrada, Ênfase e Saída.

(D)

Estilo, Gráfico e Design.

(E)

Tabela, Grade e Ordem.

40. Considere o seguinte botão extraído do MS-PowerPoint

2003:

Considere o seguinte botão extraído do MS-PowerPoint 2003: A seleção desse botão causa a inserção de

A seleção desse botão causa a inserção de um

(A)

Diagrama Radial.

(B)

Diagrama de Alvo.

(C)

Diagrama de Venn.

(D)

Diagrama de Pirâmide.

(E)

Organograma.

41. No MS-Access 2003, quando da criação de um campo de

uma tabela, é possível definir um valor que é inserido, auto- maticamente, nesse campo, a cada novo registro da tabela.

A propriedade que permite definir tal valor é

(A)

Legenda.

(B)

Máscara de entrada.

(C)

Requerido.

(D)

Regra de valores.

(E)

Valor padrão.

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42. No MS-Access 2003, quando uma consulta está aberta no modo design, há um ícone na barra de ferramentas denomi- nada Design de Consulta, que permite executar a consulta em questão. O ícone a que se refere essa afirmação é:

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

43. No aplicativo JQuiz do Hot Potatoes, o número máximo de alternativas para a elaboração da questão é

(A)

3.

(B)

5.

(C)

10.

(D)

ilimitado.

(E)

dependente do Browser utilizado.

44. O Hot Potatoes possibilita a disponibilização de arquivos para consulta no servidor. Para realizar a carga (upload) do arquivo no servidor, pode-se utilizar, no Hot Potatoes, o aplicativo

(A)

JLoader.

(B)

JMix.

(C)

JUpdate.

(D)

Loader.

(E)

Masher.

45. No backend do Joomla, o usuário que tem permissões para gerenciar configurações, idiomas, templates, instalador de templates, instalador de idioma, dentre outras funções, é o

(A)

JoomlaAdmin.

(B)

Manager Beckend User.

(C)

Super Administrator.

(D)

Super Publisher.

(E)

Super User.

46. Na versão 1.5 do Jommla, uma das terminologias alteradas, com relação à versão anterior, foi o diretório mambots, que foi renomeado para

(A)

apps.

(B)

components.

(C)

Jmam.

(D) joomlats.

(E) plugins.

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47. Utilizando a linguagem CSS, para que um texto apareça, conforme a imagem apresentada a seguir,

texto escrIto

o atributo font-variant deve conter o valor

(A)

Letters.

(B)

UCwords.

(C)

UpperCase.

(D)

ShortCase.

(E)

Small-caps.

48. Na linguagem CSS, para que todas as tags <h1> sejam afe- tadas por um estilo CSS, criado anteriormente, o nome do estilo deve ser:

(A)

_h1

(B)

.h1

(C)

h1

(D)

p.h1

(E)

class=''h1''

49. Deseja-se inserir uma linha de comando em um programa elaborado na linguagem HTML, de forma que ao se clicar na palavra “Mensagem”, um e-mail possa ser elaborado para

envio ao endereço mensagens@empresa.org.br . Uma

possível linha que possibilita essa ação é:

(A)

<a href=''mailto:mensagens@empresa.org''><i>Mensagem</i></a>

(B)

<a href=''mensagens@empresa.org''><i>Mensagem</i></a>

(C)

<email> mensagens@empresa.org <i>Mensagem</i></email>

(D)

<href=''mailto: mensagens@empresa.org ''>Mensagem</href>

(E)

<mailto:''mensagens@empresa.org''><i>Mensagem</i>

50. Analise a seguir os comandos da linguagem HTML e suas descrições:

I. <!DOCTYPE> - Informa a versão do HTML que é utili- zada; II. <HR> - Mostra uma linha horizontal; III. <UL> - Inicia uma lista numerada.

Sobre as afirmações, pode-se dizer que está correto o con- tido em

(A)

I, apenas.

(B)

II, apenas.

(C)

I e II, apenas.

(D)

II e III, apenas.

(E)

I, II e III.

(A) I, apenas. (B) II, apenas. (C) I e II, apenas. (D) II e III, apenas.
C onCurso P úbliCo 5. P rova o bjetiva A ssistente s oCiAl INSTRUÇÕES 

ConCurso PúbliCo

5. Prova objetiva

Assistente soCiAl

INSTRUÇÕES

VoCê reCebeu suA folhA de resPostAs e este CAderno Contendo 50 questões objetiVAs.

PreenChA Com seu nome e número de insCrição os esPAços reserVAdos nA CAPA deste CAderno.

leiA CuidAdosAmente As questões e esColhA A resPostA que VoCê ConsiderA CorretA.

resPondA A todAs As questões.

AssinAle nA folhA de resPostAs, Com CAnetA de tintA Azul ou PretA, A AlternAtiVA que julgAr CertA.

A durAção dA ProVA é de 3 horAs.

A sAídA do CAndidAto do Prédio será PermitidA APós trAnsCorridA A metAde do temPo de durAção dA ProVA objetiVA.

Ao sAir, VoCê entregArá Ao fisCAl A folhA de resPostAs e leVArá este CAderno.

AguArde A ordem do fisCAl PArA Abrir este CAderno de questões.

de resPostAs e leVArá este CAderno . A guArde A ordem do fisCAl PArA Abrir este
de resPostAs e leVArá este CAderno . A guArde A ordem do fisCAl PArA Abrir este

25.10.2009

manhã

PMMC0902/05-AssistSocial-manhã

2

Língua Portuguesa

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Um mundo pronto para os idosos

Se existe uma certeza quanto ao futuro, é a de que ele será mais velho. Aos poucos, o mundo ao nosso redor terá mais ido-

sos, resultado de uma taxa de fecundidade que continuará caindo

e

de uma expectativa de vida que continuará subindo. Em 2050,

o

planeta contabilizará dois bilhões de indivíduos com mais de

65 anos. Só no Brasil eles serão mais de 55 milhões. Por seu impacto, esse é um fenômeno que mudará a história do ser hu- mano para sempre. Nossas moradias serão diferentes, planejadas para abrigar com segurança e conforto a população. A medicina se empenhará para criar terapias que proporcionem boa saúde. As indústrias do turismo, do lazer e do conhecimento também criarão produtos para que a vida aos 70, 80, 100 anos permaneça divertida.

A transformação rumo a esse mundo já começou. Muitas moradias começam a ser construídas levando em consideração

o fato de que dentro delas haverá alguém com mais de 65 anos.

Banheiros com barras de apoio, rampas no lugar de escadas e portas com maçanetas fáceis de manusear são alguns dos detalhes presentes nas edificações mais modernas. Elas são a primeira mostra da chamada “arquitetura da velhice”, área emergente dedicada a pensar moradia para idosos. A busca de autonomia é o ponto mais importante dessa nova realidade, pois é preciso garantir liberdade de ação, de movimen- tos e de escolha para essa população. Afinal, quando se fala aqui de idosos é preciso tirar da mente aquela imagem arcaica do ve- lhinho de pijama, sentado no sofá em frente à TV, pois nos próxi- mos anos, a velhice perderá de vez este estigma. Esse anseio dos mais velhos pelo que a vida ainda pode apresentar de novo tem alimentado as áreas de intercâmbio cultural, caracterizado por cursos de línguas oferecidos em outros países, e de turismo, pois segundo dados do programa Viaja Mais Melhor Idade, criado pelo Ministério do Turismo, entre agosto de 2007 e outubro de 2008 foram vendidos cerca de 190 mil pacotes turísticos. Há ainda um consenso de que merecem atenção especial os chamados cuidadores, as pessoas que tomarão conta daqueles mais debilitados pela idade. Sem apoio emocional e físico para executar as tarefas, ambos, cuidador e idoso, podem adoecer. Espaços para que os cuidadores compartilhem experiências, cansaço, culpa e tristeza são fundamentais para garantir um mundo melhor a todos.

(Greice Rodrigues, Istoé, 31.12.2008. Adaptado)

01. De acordo com o texto,

(A)

a

“arquitetura da velhice” vai transformar as cidades al-

terando a estrutura viária e a fachada de vários prédios

e

casas.

(B)

Brasil ainda não está preparado para incluir devida- mente na sociedade, em 2050, 55 milhões de idosos.

o

(C)

muitos idosos se inscrevem para intercâmbio cultural em outros países, ratificando a crença de que eles não têm mais condições de aprender.

(D)

a

sociedade tem de criar espaços para acolher os idosos

debilitados, já que nem todas as famílias podem contra- tar um cuidador.

(E)

nesse novo contexto, o principal é dar independência aos mais velhos e fazer a sociedade ter outra perspectiva sobre essa fase da vida.

3

02. Para defender o ponto de vista de que − Se existe uma cer- teza quanto ao futuro, é a de que ele será mais velho. − a jornalista

(A)

complementou a reportagem com experiências de ordem pessoal.

(B)

contestou informações sobre taxa de fecundidade e de expectativa de vida.

(C)

citou a opinião de pessoas renomadas que vêm discu- tindo longevidade.

(D)

apresentou dados estatísticos mundiais e nacionais para respaldar seus argumentos.

(E)

entrevistou idosos que confirmaram desejar viver mais e melhor.

03. Em − Afinal, quando se fala aqui de idosos é preciso tirar da mente aquela imagem arcaica do velhinho de pijama, senta- do no sofá em frente à TV, pois nos próximos anos, a velhice perderá de vez este estigma. − os termos em destaque podem ser substituídos, respectivamente e sem prejuízo para o sen- tido do texto, por

(A)

antiquada e esta imagem negativa.

(B)

antiquada e esta característica efêmera.

(C)

idealizada e esta imagem negativa.

(D)

preconceituosa e esta característica efêmera.

(E)

preconceituosa e este sinal passageiro.

04. Considere o trecho:

Banheiros com barras de apoio, rampas no lugar de escadas e portas com maçanetas fáceis de manusear são alguns dos detalhes presentes nas edificações mais modernas.

As expressões em destaque

(A)

indicam as circunstâncias em que ocorre a sequência de ações verbais.

(B)

estabelecem entre os elementos mencionados uma rela- ção de oposição.

(C)

especificam os seres a que se referem, atribuindo-lhes características.

(D)

localizam os elementos citados em relação às noções de tempo e de espaço.

(E)

estabelecem relação de causa e consequência entre os elementos enumerados.

PMMC0902/05-AssistSocial-manhã

05. Assinale a alternativa em que estão presentes, correta e res- pectivamente, as relações estabelecidas pelas preposições − para, do, aos e a − em destaque nos trechos a seguir.

planejadas para abrigar com segurança e conforto a popu- lação. (1.º parágrafo)

As indústrias do turismo, do lazer e do conhecimento tam- bém criarão produtos para que a vida aos 70, 80, 100 anos permaneça divertida. (1.º parágrafo)

são fundamentais para garantir um mundo melhor a todos. (último parágrafo)

(A)

Finalidade, assunto, tempo e modo.

(B)

Finalidade, caracterização, tempo e finalidade.

(C)

Conformidade, caracterização, distância e finalidade.

(D)

Conformidade, matéria, distância e causa.

(E)

Causa, assunto, dimensão e modo.

06. A frase correta, de acordo com a norma padrão, está na alter- nativa:

(A)

Hoje, porque não pensar que a vida pode ser divertida também depois dos 70 anos?

(B)

Se houverem incentivos, a “arquitetura da velhice” po- derá transformar as edificações.

(C)

Nem os jovens e nem tampouco os mais velhos querem perder a oportunidade de viajar pelo mundo.

(D)

Faz mau ao cuidador sentir-se culpado e triste ao lidar com alguém debilitado.

(E)

Atualmente se discute porque há tanta discriminação contra os mais velhos.

07. Assinale a alternativa correta quanto às regras de concordân- cia verbal e nominal estabelecidas pela norma padrão.

(A)

Com os novos roteiros turísticos, ficaram entusiasmados as idosas e os idosos.

(B)

As futuras moradias devem ter bastante recursos para facilitar a vida dos mais velhos.

(C)

Estas instituições mantém atividades diversificadas para atender os idosos.

(D)

A assistente social com a psicóloga elaborou uma série de atividades para estimular a convivência.

(E)

Falta cinco anos para que este senhor complete 80 anos de idade.

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Nas questões de números 08 e 09, assinale a alternativa cujas palavras preenchem, correta e respectivamente, o trecho apre- sentado.

08. Deve-se dar atenção pessoas que cuidam daqueles debilitados pela idade, pois medida que esse convívio é intenso, o cuidador também pode adoecer se ficar espera de um apoio que não vem. É importante encaminhá-lo uma instituição onde possa compartilhar seus conflitos.

(A)

as … à … à … a

(B)

as … a … à … à

(C)

às … à … a … à

(D)

às … à … à … à

(E)

às … à … à … a

09. Após o

de suas atividades da tarde, o fisio-

terapeuta pediu de sua jornada, porque

tinha um importante compromisso. Os pacientes o admiram,

e sem causar

pois ele trabalha com muita

.

(A)

comprimento … despensa … descrição … acidentes

(B)

comprimento … dispensa … discrição … incidentes

(C)

cumprimento … despensa … descrição … incidentes

(D)

cumprimento … dispensa … discrição … acidentes

(E)

cumprimento … despensa … descrição … acidentes

10. Observe a figura.

… descrição … acidentes 10. Observe a figura. (Quino, Déjenme inventar . Editorial Lumen) Considerando

(Quino, Déjenme inventar. Editorial Lumen)

Considerando que a imagem retrata a relação entre avô e neto, avalie as afirmações.

I. Essa imagem deve ser compreendida em sentido figurado. II. A exuberância de folhagens na cabeça do avô reflete o acúmulo de experiências vividas por ele.

III. É possível haver a continuidade de valores e princípios entre gerações.

IV. Fica implícita a rispidez com que o avô trata o neto.

É correto o que se afirma em

(A)

III, apenas.

(B)

I e IV, apenas.

(C)

II e IV, apenas.

(D)

I, II e III, apenas.

(E)

I, II, III e IV.

ConHeCIMentos esPeCíFICos

11. Segundo o modelo de análise do método materialista his- tórico, a profissão do Serviço Social emerge na sociedade industrial como profissão legitimada para atuar

(A)

especialmente nos conflitos familiares.

(B)

nas sequelas da questão social.

(C)

preferencialmente nos conflitos psicossociais.

(D)

nas funções burocráticas do serviço público.

(E)

na economia solidária.

12. A interlocução do Serviço Social com a tradição marxista possibilitou a compreensão do significado sócio-histórico da profissão a partir da análise das relações sociais, objetivada por dada especialização sócio-técnica do trabalho, em sua vinculação com o Estado, atuando no terreno das políticas sociais. Nessa perspectiva, é correto afirmar que o assistente social é o profissional

(A)

especializado que deve vender a sua capacidade de tra- balho apenas ao Estado.

(B)

que atua com exclusividade nas expressões da questão social no campo comunitário e na área da saúde.

(C)

que se inscreve no campo da defesa e na realização de direitos sociais de cidadania na gestão da política pública.

(D)

que não pertence à classe dos trabalhadores assalariados inseridos no processo de produção da riqueza social.

(E)

que deve permanecer como executor terminal de políti- cas sociais de acordo com o Código de Ética aprovado em 1993.

13. O Presidente da Federação das Associações de Moradores solicitou assessoria de um assistente social para efetivar um projeto de colocação de criança em Família Acolhedora. O Assistente Social forneceu conhecimento suficiente a respeito da política da criança e do adolescente, subsidiou o Presiden- te na relação com os representantes dos Órgãos Públicos do Sistema de Garantia de Direitos, articulando, assim, necessi- dades apresentadas com os marcos normativos e regulatórios. Essa ação do Serviço Social é uma questão de

(A)

Representação.

(B)

Procuração.

(C)

Delegação.

(D)

Mediação.

(E)

Subordinação.

14. O Serviço Social não pode restringir-se ao desenvolvimento de uma prática técnica. Antes de utilizar técnicas e instru- mentos no campo onde se reproduzem as relações sociais, os assistentes sociais têm de ser intelectuais, profissionais teórico-críticos. O agir do assistente social, nesta perspectiva,

(A)

nasceu de forma clara no ato de criação da profissão.

(B)

recebeu influência do Serviço Social Norte-Americano.

(C)

consolidou-se e ganhou expressão no primeiro congres- so da profissão.

(D)

foi rejeitado desde o início pelo movimento de recon- ceituação.

(E)

iniciou-se na reconceituação e consolidou-se na década de noventa.

5

15. Historicamente, os assistentes sociais dedicaram-se à imple- mentação de políticas públicas, localizados na linha de fren- te das relações entre população e instituição. Na atualidade, o processo de descentralização das políticas sociais públicas requer dos assistentes sociais novas funções e competências. Para isso, estão sendo chamados a atuar

(A)

na esfera da formulação e avaliação de políticas e do planejamento e gestão, inscritos em equipes multipro- fissionais.

(B)

nos programas gerados pelo terceiro setor e nas organi- zações da sociedade civil para organizar e sistematizar a documentação.

(C)

como assessores das equipes técnicas e das entidades de classe com a finalidade de fazer o controle social da política pública.

(D)

nos processos de municipalização, como executores terminais das políticas de promoção e desenvolvimento social.

(E)

como mediadores de conflitos entre grupos antagônicos que vivem nas favelas e periferias dos grandes centros.

16. Assinale a alternativa que descreve um dos princípios fun- damentais, presente no Código de Ética dos Assistentes Sociais.

(A)

Desempenhar suas atividades profissionais com efi- ciência e responsabilidade, observando a legislação em vigor.

(B)

Pleitear para si ou para outrem emprego, cargo ou fun- ção que estejam sendo exercidos por colegas.

(C)

Defender suas atribuições e prerrogativas, garantindo o livre exercício das atividades inerentes à profissão.

(D)

Democratizar as informações e o acesso aos programas disponíveis na instituição como um dos mecanismos in- dispensáveis à participação dos usuários.

(E)

Reconhecer a liberdade como valor ético central e as demandas políticas a ela inerentes – autonomia, eman- cipação e plena expansão dos indivíduos sociais.

17. Indique a alternativa que preenche corretamente a lacuna.

A participação na elaboração e gerenciamento das políticas sociais e na formulação e implementação de programas so- ciais constitui um/a do profissional, garantido no Código de Ética do Assistente Social.

(A)

direito

(B)

dever

(C)

opção

(D)

compromisso

(E)

iniciativa

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18. Em relação à atuação do assistente social em equipe interdisci- plinar, o Código de Ética assegura as seguintes prerrogativas:

I. participar em sociedades e entidades representativas e em organizações da categoria com a finalidade de pro- duzir conhecimento e fazer a defesa e fiscalização do exercício profissional; II. incentivar, sempre que possível, a prática profissional interdisciplinar;

III. em trabalho multidisciplinar, só poderão ser prestadas in- formações dentro dos limites do estritamente necessário;

IV. integrar comissões interdisciplinares de ética nos locais

de trabalho do profissional, tanto no que se refere à ava- liação da conduta profissional, como em relação às deci- sões quanto às políticas institucionais; V. intervir na prestação de serviços que estejam sendo ofer- tados por profissionais de outras áreas, sem a devida au- torização.

19.

Está correto apenas o contido em

(A)

I, II e III.

(B)

I, II e IV.

(C)

II, III e IV.

(D)

II, III e V.

(E)

II, IV e V.

A participação popular é uma das características do Estado

Democrático de Direito, no qual a população usuária tem

o objetivo de acompanhar, contribuir e fiscalizar a ação do agente público, visando à efetividade dos direitos funda-

mentais. Esse entendimento no âmbito do Sistema Único de Assistência Social – SUAS – é visto como

(A)

Responsabilidade Social.

(B)

Controle Social.

(C)

Exercício Coletivo.

(D)

Fiscalização dos Serviços.

(E)

Avaliação dos Projetos.

20. A adoção de políticas sociais de assistência, previdência, prestação de serviços, proteção jurídica, construção de equi- pamentos sociais e subsídios destinados a atender popula- ções que apresentam necessidades são medidas previstas pelo modelo de Estado

(A)

Autoritário.

(B)

Oligárquico.

(C)

Protetor.

(D)

Absolutista.

(E)

Neoliberal.

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6

21. Planejamento é um processo racional, um meio de refletir, estudar, decidir e movimentar-se na construção da interven- ção profissional. Para isso, o início do processo de planeja- mento deve ser composto de

( A) reflexão, decisão, ação e revisão.

(B)

decisão e transferência de recursos.

(C)

problematização e considerações finais.

(D)

reconhecimento da necessidade de uma ação siste- mática.

(E)

liberação de recursos e manifestação de interesse po- lítico.

22. O SUAS, cujo modelo de gestão é descentralizado e parti- cipativo, materializa o conteúdo da Lei Orgânica da Assis- tência Social – LOAS, regula e organiza as ações socioassis- tenciais em todo o território nacional. A organização desse Sistema pressupõe I. clara definição das atribuições e competências das três esferas de governo; II. hierarquização, centralização e controle do poder pú- blico; III. a existência de uma política pública de direitos do cidadão; IV. a criação de instâncias de negociação entre Estado e so- ciedade; V. a fragmentação e sistematização das ações.

Está correto apenas o contido em

(A)

I, II e III.

(B)

I, III e IV.

(C)

II, III e IV.

(D)

II, IV e V.

(E)

III, IV e V.

23. A garantia de atendimento de moradia, alimentação, higieni- zação e trabalho protegido – para famílias, seus membros e indivíduos que se encontram sem referência e/ou em situa- ção de ameaça, necessitando serem retirados de seu núcleo familiar e/ou comunitário são ofertas da Assistência Social previstas na PNAS/SUAS em cumprimento à função de Pro- teção Social

(A)

Preventiva de Assistência Social.

(B)

Básica da Assistência Social.

(C)

Especial de Baixa Complexidade.

(D)

Especial de Média Complexidade.

(E)

Especial de Alta Complexidade.

24. Entre as várias modalidades de benefícios garantidos na Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS – está o pagamen- to de auxílio por natalidade ou morte às famílias cuja renda mensal per capita seja inferior a 1/4 do salário mínimo. Indi- que a alternativa que se refere a esses benefícios.

(A)

Eventuais.

(B)

Continuados.

(C)

Promocionais.

(D)

Temporários.

(E)

Emergenciais.

25. Assinale a alternativa cujos termos preenchem, corretamen- te, a lacuna.

Considerando o escopo da ação profissional, a educação em saú- de é campo que possibilita ao assistente social estar em conexão com , pois esse campo atende a um interesse social de saúde coletiva e a um interesse individual na construção/ma- nutenção/proteção da pessoa e de sua auto-estima.

(A)

as endemias e epidemias

(B)

os problemas crônicos

(C)

a questão social

(D)

a desnutrição e as anemias

(E)

o segmentos excluídos

26.

A política nacional de assistência social prevê ação em cada

uma das instâncias de governo, realizada por um órgão exe- cutivo próprio com competências específicas – nos níveis de normatização, execução regional e execução local – em um

processo integrado que evite paralelismo e garanta unidade

e continuidade das ações. Trata-se de um dos princípios or- ganizativos do SUAS, referendado pela Norma Operacional Básica – NOB – que é

(A)

a Gestão Estratégica.

(B)

o Controle Social.

(C)

a Participação Popular.

(D)

o Comando Único.

(E)

o Plano de Metas.

27. Os instrumentos de planejamento orçamentário na admi- nistração pública previstos na Norma Operacional Básica – NOB/SUAS – desdobram-se I. no Plano Plurianual.

II. na Lei de Diretrizes Orçamentárias.

III. na Lei Orçamentária Anual.

IV. nas Normas de Arrecadação da União.

V. nos Critérios de Distribuição de Recursos.

Está correto apenas o que se afirma em

(A)

I, II e III.

(B)

I, III e IV.

(C)

II, III e IV.

(D)

II, IV e V.

(E)

III, IV e V.

7

28. A Norma Operacional Básica da Assistência Social (NOB/SUAS) disciplina os procedimentos operacionais na implementação da Política Nacional da Assistência Social. Com base nos princípios que a fundamentam, considere os itens a seguir:

I. As ações têm como foco central a família para a concep- ção e implementação de benefícios, serviços, programas e projetos. II. Prevalecerá o princípio da centralização político-admi- nistrativa no âmbito da União.

III. Em cada esfera do governo haverá um comando único na gestão das ações sociais.

IV. A participação da população ocorre no momento da exe- cução dos programas sociais.

Está correto apenas o que se afirma em

(A)

I e II.

(B)

I e III.

(C)

II e III.

(D)

II e IV.

(E)

III e IV.

29. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios devem elaborar planos anuais de capacitação, tendo por re- ferência o conhecimento do perfil dos trabalhadores e suas competências requeridas, bem como a definição de públicos, conteúdos programáticos, metodologia, carga horária e cus-

tos.

Essa é uma exigência

(A)

da Lei Orgânica da Assistência Social e da Lei Orgânica da Saúde – LOAS/LOS.

(B)

da Política Nacional de Saúde Pública e do Conselho Nacional de Saúde – PNSP/CNS.

(C)

do Ministério do Desenvolvimento Social e do Comba- te à Fome – MDS/SEDH.

(D)

do Ministério da Educação e Cultura e da Secretaria de Recursos Humanos – MEC/SRH.

(E)

da Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do Sistema Único de Assistência Social – NOB-RH/SUAS.

30. O Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei n.º 8.069/90, ao cuidar das regras gerais de adoção, atribui, em seu artigo 41, a condição de filho ao adotado, com os mesmos direitos e deveres, inclusive sucessórios, desligando-o de qualquer vínculo com os pais biológicos e parentes, salvo no caso de

(A)

adoção por estrangeiros.

(B)

convivência com os avós.

(C)

impedimento matrimonial.

(D)

maioridade civil do adotado.

(E)

consentimento dos pais adotivos.

PMMC0902/05-AssistSocial-manhã

31.

Indique a alternativa que não faz parte da garantia de priori- dade estabelecida no artigo 4.º do Estatuto da Criança e do Adolescente.

(A)

Primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias.

(B)

Precedência de atendimento nos serviços públicos ou de relevância pública.

(C)

Preferência na formulação e na execução das políticas sociais públicas.

(D)

Destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção à infância e juventude.

(E)

Reconhecimento do estado de filiação como direito in- disponível, sem qualquer restrição.

32.

Diante de uma situação de vulnerabilidade econômica, uma mãe com três crianças – de 5 anos, de 3 anos e meio e 2 anos – procurou a assistente social do CRAS para colo- cação em um abrigo. Considerando que o afastamento de crianças e adolescentes do convívio familiar pode ocasionar suspensão temporária ou ruptura dos vínculos, devendo ser uma medida rara, excepcional, e sabendo ainda que a deci- são de separação é de grande responsabilidade e deve estar baseada em uma recomendação técnica, a assistente social

(A)

encaminhou ao Conselho Tutelar da Região, pedindo para dar prioridade à medida de proteção, colocando as crianças no abrigo.

(B)

pediu à estagiária para fazer uma busca ativa no sentido de encontrar uma família acolhedora para quem enca- minhará as crianças.

(C)

solicitou um estudo diagnóstico, urgente, de equipe in- terdisciplinar realizado com estreita articulação com a Justiça da Infância e Juventude e o Ministério Público.

(D)

encaminhou à Vara da Infância e Juventude, solicitando ao Juiz que incluísse essas crianças na fila de famílias que aguardam crianças para adoção.

(E)

forneceu passagem e lanche para a mãe e as crianças poderem retornar ao estado de origem.

33.

A

assistente social recém-contratada para trabalhar num abri-

go verificou que os prontuários não traziam as informações básicas a respeito das crianças, adolescentes e suas famílias. Sua primeira providência consistiu em reunir os demais téc- nicos do serviço de acolhimento para proceder à organização dos prontuários individuais com registros sistemáticos que

incluíssem: histórico de vida, motivo do acolhimento, data de entrada e desligamento, documentação pessoal, informa- ções sobre o desenvolvimento (físico, psicológico e intelec- tual), condições de saúde, informações sobre a vida escolar, etc. Sistematizou instrumentais para registros semanais de

cada criança e adolescente, constando relato sintético sobre

a rotina, progressos observados no desenvolvimento, vida

escolar, socialização, necessidades emergenciais, mudanças, encontro com familiares, dados de saúde, entre outros.

Orientada pela metodologia do Serviço Social, esse procedi- mento inscreve-se no (a)

(A)

documentação em Serviço Social.

(B)

método de história de vida.

(C)

tratamento de dados burocráticos.

(D)

metodologia de estudo de caso.

(E)

estratégia de informação.

PMMC0902/05-AssistSocial-manhã

8

34. Ao participar da decisão e escolha de um equipamento a ser destinado aos serviços de acolhimento de usuários, seja creche, casa dia, centro comunitário etc., o assistente social deve influenciar junto à equipe interdisciplinar a fim de buscar elementos que contribuam para o desenvolvimento sustentável que combine solo, edificação, usuário e aspectos institucionais de modo a oferecer aos usuários um ambiente de bem-estar facilitador de desenvolvimento pessoal e das relações sociais. Para isso, o espaço, na instituição infantil, I. deve ser um ‘ajuntamento’ de múltiplos ambientes exis- tentes.

II. deve propiciar condições para que crianças possam usu- fruí-lo em benefício de seu desenvolvimento e aprendi- zagem.

III. deve ser versátil e permeável à sua ação, sujeito às modi- ficações propostas pelas crianças e pelos professores em função das ações desenvolvidas.

IV. da área externa, deve ser lúdico e alternativo para permi- tir às crianças correr e brincar.

V. não pode permitir que as crianças escalem ambientes di- ferenciados, se pendurem e escorreguem, joguem bola, brinquem com água e areia.

Está correto apenas o que se afirma em

(A)

I, II e III.

(B)

I, III e IV.

(C)

II, III e IV.

(D)

II, IV e V.

(E)

III, IV e V.

35. Devido à complexidade do contexto sociocultural em que a família está inserida, o assistente social não pode lançar mão apenas do arsenal de técnicas para a efetivação do serviço, mas sobretudo do arsenal teórico-metodológico (conheci- mento do meio e sua influência, valores, herança cultural, habilidades) a fim de iluminar a realidade mais ampla para uma leitura abrangente, podendo, assim, direcionar sua ação na superação dos motivos que levaram a família à situação de vulnerabilidade e risco. Para isto, é necessário que ele apreenda a realidade numa perspectiva de

(A)

aprofundamento dos problemas e dificuldades vividos pelas famílias na relação cotidiana dos filhos com a es- cola e a comunidade.

(B)

conhecimento dos conflitos enfrentados pelos adultos que provêem as necessidades da família no mundo do trabalho.

(C)

preparação da família para enfrentar as dificuldades que possam advir no momento em que os filhos estarão es- tudando e trabalhando.

(D)

totalidade para construir mediações entre o exercício profissional comprometido e as necessidades apresen- tadas pela família.

(E)

redução no que diz respeito ao conhecimento dos víncu- los afetivos, contribuindo para o seu fortalecimento e/ ou resgate.

36. Historicamente, a creche como equipamento social, deixa de ser um serviço assistencial com enfoque reducionista de guardar e proteger a criança enquanto a mãe trabalha, e pas- sa a ser compreendida dentro de uma visão ampliada que abarca relações mais amplas e complexas com a família e a sociedade. Com isso, ganha o reconhecimento de espaço de socialização e direito da criança. Nesse contexto, a função do Serviço Social em uma creche deve ser a de mediar as relações estabelecidas entre creche-família-comunidade, as- segurando a competência

(A)

da família, na formação e educação do filho.

(B)

na capacitação dos colaboradores e cuidadores.

(C)

da comunidade, na preservação do patrimônio público.

(D)

dos profissionais da rede pública que atendem as famílias.

(E)

dos nutricionistas e médicos que cuidam da saúde da criança.

37. Indique a alternativa cuja palavra preenche corretamente a lacuna.

A Política Nacional para Inclusão Social da População em Situação de Rua estabelece em uma de suas a realização de “Ação intersetorial para o desenvolvimento de três eixos centrais: a garantia dos direitos, o resgate da auto- estima e a reorganização dos projetos de vida”.

(A)

estratégias

(B)

práticas

(C)

ações

(D)

atividades

(E)

diretrizes

38. Qual eixo estratégico do Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Infanto-Juvenil prevê a ação de “pro- mover a participação ativa de crianças e adolescentes pela defesa de seus direitos e comprometê-los com o monitora- mento de sua execução”?

(A)

Atendimento.

(B)

Análise da Situação.

(C)

Protagonismo Infanto-Juvenil.

(D)

Prevenção.

(E)

Defesa e Responsabilização.

39. Assinale a alternativa que não faz parte das ações estratégi- cas propostas pela Política Nacional para Inclusão Social da População em Situação de Rua.

(A)

Observância aos direitos humanos.

(B)

Direito à acolhida e inserção na cidade.

(C)

Desenvolvimento urbano/habitação.

(D)

Rede de assistência social.

(E)

Prioridade de trabalho e emprego.

9

40.

O Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo – SINASE – afirma que criar e manter os programas de atendi- mento para a execução das medidas socioeducativas de meio aberto é atribuição

(A)

das Fundações.

(B)

dos Estados.

(C)

da União.

(D)

dos Municípios.

(E)

do Conselho Tutelar.

41.

Ao receber as atribuições para acompanhar o adolescente com medida socioeducativa em meio aberto, o profissional

abordou, já no primeiro encontro, a necessidade de elaborar

Plano Individual de Atendimento – PIA – cujos procedi- mentos e requisitos são:

o

I. elaboração e realização do diagnóstico polidimensional por meio de intervenções técnicas junto ao adolescente e sua família;

II. não inclusão das áreas Jurídica, de Saúde e Psicológica;

III. inclusão da área Social: relações sociais, familiares e co- munitárias;

IV. inclusão da área Pedagógica, estabelecendo-se metas rela- tivas à escolarização, à profissionalização, à cultura e ao lazer;

V. o acompanhamento semestral do PIA, no intuito de fazê- lo compreender onde está e aonde quer chegar.

Está correto apenas o contido em

(A)

I, II e III.

(B)

I, II e IV.

(C)

I, III e IV.

(D)

II, III e V.

(E)

III, IV e V.

42.

O

período de adaptação e capacitação para o trabalho de ado-

lescente e adulto portador de deficiência em oficina protegida terapêutica está condicionado a processo de avaliação individual que considere o desenvolvimento biopsicossocial da pessoa e

(A)

caracteriza vínculo empregatício.

(B)

não configura capacitação obrigatória.

(C)

configura capacitação obrigatória.

(D)

não caracteriza vínculo empregatício.

(E)

é exigência compulsória para exercício da profissão.

43.

As adaptações ambientais e outras que garantam o acesso, a melhoria funcional e a autonomia do deficiente, previstas no artigo 19, parágrafo único da Política Nacional para a Integra- ção da Pessoa Portadora de Deficiência Física referem-se a

(A)

ajuda técnica.

(B)

direitos individuais.

(C)

direitos humanos.

(D)

segurança física.

(E)

segurança pessoal.

PMMC0902/05-AssistSocial-manhã

44. Faz parte dos princípios éticos que orientam a intervenção dos profissionais da área de assistência social

(A)

receber capacitação em períodos regulares, definindo- se hierarquicamente a função a ser desenvolvida por cada profissional dentro da respectiva área de atuação.

(B)

ofertar serviços, programas, projetos e benefícios de qualidade que garantam oportunidade de convívio para o fortalecimento de laços familiares e sociais.

(C)

assegurar a prestação dos serviços socioassistenciais, com a presença de servidores públicos responsáveis por sua execução.

(D)

permitir aos usuários o acesso à informação somente quando solicitada por escrito, como garantia de conhe- cimento da pessoa que os atende.

(E)

criar mecanismos burocráticos para acesso dos usuá- rios, garantindo o sigilo das informações sobre os servi- ços prestados.

45. O Centro de Referência de Assistência Social – CREAS – constitui-se numa unidade pública estatal, de prestação de serviços continuados a indivíduos e famílias com seus di- reitos violados, envolvendo um conjunto de profissionais e processos de trabalho, devendo ofertar apoio e acompanha- mento individualizado especializado. Nessa perspectiva, o CREAS deve

(A)

reportar-se tecnicamente ao órgão gestor da assistência social e politicamente ao Conselho Tutelar.

(B)

compor hierarquicamente posição de destaque no Siste- ma de Garantia de Direitos.

(C)

subordinar-se ao Poder Judiciário, notadamente à Pro- motoria e à Vara da Infância e Juventude.

(D)

financiar ações da rede de serviços socioassistenciais, especialmente instituições da sociedade civil que atuam na defesa de direitos.

(E)

articular os serviços de média complexidade e operar a referência e a contra-referência com a rede de serviços socioassistenciais da proteção social básica e especial.

46. O Programa de Atenção Integral à Família – PAIF – estabe- lece, entre outros itens, o seguinte: articular o conhecimento da realidade das famílias com o planejamento do trabalho; potencializar a rede de serviços e o acesso aos direitos; adotar metodologias participativas e dialógicas de trabalho com famílias. Essas orientações referem-se a

(A)

princípios fundamentais.

(B)

serviços e ações.

(C)

linhas de ações.

(D)

diretrizes metodológicas de trabalho.

(E)

objetivos operacionais.

PMMC0902/05-AssistSocial-manhã

10

47. De acordo com a Política Nacional de Assistência Social – PNAS – as ações e os serviços que todos os municípios brasileiros devem ofertar estão previstos

(A) na proteção social básica.

(B)

na prevenção terciária.

(C)

na promoção social.

(D)

no pronto atendimento emergencial.

(E)

na alta especialidade clínica.

48. Em municípios de médio e grande porte, nas metrópoles e nos demais municípios, quando a demanda justificar, o ór- gão gestor da Assistência Social deverá manter equipe pro- fissional especializada de referência para supervisão e apoio aos serviços de Acolhimento (Abrigos), que poderá com- por um serviço especialmente voltado a essa função e estar vinculado ao CREAS ou diretamente ao órgão gestor. Essa equipe de supervisão e apoio aos serviços de acolhimento integra os serviços de proteção social especial

(A)

da política social básica.

(B)

da política de prevenção primária.

(C)

do acolhimento Institucional.

(D)

de média complexidade.

(E)

de alta complexidade.

49. O Benefício Bolsa Família caracteriza-se por ser um pro- grama de caráter federativo, cuja gestão é feita de forma compartilhada pelos três níveis governamentais. É, porém, administrado principalmente pelos municípios, que devem

(A)

fiscalizar o pagamento do benefício às famílias de baixa renda.

(B)

cadastrar as famílias e encaminhá-las ao gestor estadual.

(C)

identificar, caracterizar e cadastrar as famílias para o recebimento.

(D)

atualizar as informações pertencentes ao governo federal.

(E)

disponibilizar eletronicamente ficha de controle de fa- mílias.

50. Conforme Instrução Operacional 29 SENARC/MDS, verifi- cada a baixa frequência escolar de um jovem aluno devido ao cansaço manifestado por conta do seu emprego, a Direto- ra encaminhou o caso para a Assistência Social, que

(A)

solicitou ao empregador quais as atividades desenvolvi- das pelo jovem, diariamente.

(B)

orientou a família sobre a importância de uma boa for- mação para o futuro do jovem.

(C)

entrevistou o aluno isoladamente e somente depois reu- niu seus familiares.

(D)

apresentou proposta pedagógica para acompanhamento do aluno em casa.

(E)

devolveu o caso para a escola, já que não é matéria de sua competência.

11

PMMC0902/05-AssistSocial-manhã

C onCurso P úbliCo 4. P rova o bjetiva A gente s oCiAl INSTRUÇÕES 

ConCurso PúbliCo

4. Prova objetiva

Agente soCiAl

INSTRUÇÕES

VoCê reCebeu suA folhA de resPostAs e este CAderno Contendo 50 questões objetiVAs.

PreenChA Com seu nome e número de insCrição os esPAços reserVAdos nA CAPA deste CAderno.

leiA CuidAdosAmente As questões e esColhA A resPostA que VoCê ConsiderA CorretA.

resPondA A todAs As questões.

AssinAle nA folhA de resPostAs, Com CAnetA de tintA Azul ou PretA, A AlternAtiVA que julgAr CertA.

A durAção dA ProVA é de 3 horAs.

A sAídA do CAndidAto do Prédio será PermitidA APós trAnsCorridA A metAde do temPo de durAção dA ProVA objetiVA.

Ao sAir, VoCê entregArá Ao fisCAl A folhA de resPostAs e leVArá este CAderno.

AguArde A ordem do fisCAl PArA Abrir este CAderno de questões.

de resPostAs e leVArá este CAderno . A guArde A ordem do fisCAl PArA Abrir este
de resPostAs e leVArá este CAderno . A guArde A ordem do fisCAl PArA Abrir este

25.10.2009

manhã

PMMC0902/04-AgenteSocial-manhã

2

Língua Portuguesa

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Um mundo pronto para os idosos

Se existe uma certeza quanto ao futuro, é a de que ele será mais velho. Aos poucos, o mundo ao nosso redor terá mais ido-

sos, resultado de uma taxa de fecundidade que continuará caindo

e

de uma expectativa de vida que continuará subindo. Em 2050,

o

planeta contabilizará dois bilhões de indivíduos com mais de

65 anos. Só no Brasil eles serão mais de 55 milhões. Por seu impacto, esse é um fenômeno que mudará a história do ser hu- mano para sempre. Nossas moradias serão diferentes, planejadas para abrigar com segurança e conforto a população. A medicina se empenhará para criar terapias que proporcionem boa saúde. As indústrias do turismo, do lazer e do conhecimento também criarão produtos para que a vida aos 70, 80, 100 anos permaneça divertida.

A transformação rumo a esse mundo já começou. Muitas moradias começam a ser construídas levando em consideração

o fato de que dentro delas haverá alguém com mais de 65 anos.

Banheiros com barras de apoio, rampas no lugar de escadas e portas com maçanetas fáceis de manusear são alguns dos detalhes presentes nas edificações mais modernas. Elas são a primeira mostra da chamada “arquitetura da velhice”, área emergente dedicada a pensar moradia para idosos. A busca de autonomia é o ponto mais importante dessa nova realidade, pois é preciso garantir liberdade de ação, de movimen- tos e de escolha para essa população. Afinal, quando se fala aqui de idosos é preciso tirar da mente aquela imagem arcaica do ve- lhinho de pijama, sentado no sofá em frente à TV, pois nos próxi- mos anos, a velhice perderá de vez este estigma. Esse anseio dos mais velhos pelo que a vida ainda pode apresentar de novo tem alimentado as áreas de intercâmbio cultural, caracterizado por cursos de línguas oferecidos em outros países, e de turismo, pois segundo dados do programa Viaja Mais Melhor Idade, criado pelo Ministério do Turismo, entre agosto de 2007 e outubro de 2008 foram vendidos cerca de 190 mil pacotes turísticos. Há ainda um consenso de que merecem atenção especial os chamados cuidadores, as pessoas que tomarão conta daqueles mais debilitados pela idade. Sem apoio emocional e físico para executar as tarefas, ambos, cuidador e idoso, podem adoecer. Espaços para que os cuidadores compartilhem experiências, cansaço, culpa e tristeza são fundamentais para garantir um mundo melhor a todos.

(Greice Rodrigues, Istoé, 31.12.2008. Adaptado)

01. De acordo com o texto,

(A)

a

“arquitetura da velhice” vai transformar as cidades al-

terando a estrutura viária e a fachada de vários prédios

e

casas.

(B)

Brasil ainda não está preparado para incluir devida- mente na sociedade, em 2050, 55 milhões de idosos.

o

(C)

muitos idosos se inscrevem para intercâmbio cultural em outros países, ratificando a crença de que eles não têm mais condições de aprender.

(D)

a

sociedade tem de criar espaços para acolher os idosos

debilitados, já que nem todas as famílias podem contra- tar um cuidador.

(E)

nesse novo contexto, o principal é dar independência aos mais velhos e fazer a sociedade ter outra perspectiva sobre essa fase da vida.

3

02. Para defender o ponto de vista de que − Se existe uma cer- teza quanto ao futuro, é a de que ele será mais velho. − a jornalista

(A)

complementou a reportagem com experiências de ordem pessoal.

(B)

contestou informações sobre taxa de fecundidade e de expectativa de vida.

(C)

citou a opinião de pessoas renomadas que vêm discu- tindo longevidade.

(D)

apresentou dados estatísticos mundiais e nacionais para respaldar seus argumentos.

(E)

entrevistou idosos que confirmaram desejar viver mais e melhor.

03. Em − Afinal, quando se fala aqui de idosos é preciso tirar da mente aquela imagem arcaica do velhinho de pijama, senta- do no sofá em frente à TV, pois nos próximos anos, a velhice perderá de vez este estigma. − os termos em destaque podem ser substituídos, respectivamente e sem prejuízo para o sen- tido do texto, por

(A)

antiquada e esta imagem negativa.

(B)

antiquada e esta característica efêmera.

(C)

idealizada e esta imagem negativa.

(D)

preconceituosa e esta característica efêmera.

(E)

preconceituosa e este sinal passageiro.

04. Considere o trecho:

Banheiros com barras de apoio, rampas no lugar de escadas e portas com maçanetas fáceis de manusear são alguns dos detalhes presentes nas edificações mais modernas.

As expressões em destaque

(A)

indicam as circunstâncias em que ocorre a sequência de ações verbais.

(B)

estabelecem entre os elementos mencionados uma rela- ção de oposição.

(C)

especificam os seres a que se referem, atribuindo-lhes características.

(D)

localizam os elementos citados em relação às noções de tempo e de espaço.

(E)

estabelecem relação de causa e consequência entre os elementos enumerados.

PMMC0902/04-AgenteSocial-manhã

05. Assinale a alternativa em que estão presentes, correta e res- pectivamente, as relações estabelecidas pelas preposições − para, do, aos e a − em destaque nos trechos a seguir.

planejadas para abrigar com segurança e conforto a popu- lação. (1.º parágrafo)

As indústrias do turismo, do lazer e do conhecimento tam- bém criarão produtos para que a vida aos 70, 80, 100 anos permaneça divertida. (1.º parágrafo)

são fundamentais para garantir um mundo melhor a todos. (último parágrafo)

(A)

Finalidade, assunto, tempo e modo.

(B)

Finalidade, caracterização, tempo e finalidade.

(C)

Conformidade, caracterização, distância e finalidade.

(D)

Conformidade, matéria, distância e causa.

(E)

Causa, assunto, dimensão e modo.

06. A frase correta, de acordo com a norma padrão, está na alter- nativa:

(A)

Hoje, porque não pensar que a vida pode ser divertida também depois dos 70 anos?

(B)

Se houverem incentivos, a “arquitetura da velhice” po- derá transformar as edificações.

(C)

Nem os jovens e nem tampouco os mais velhos querem perder a oportunidade de viajar pelo mundo.

(D)

Faz mau ao cuidador sentir-se culpado e triste ao lidar com alguém debilitado.

(E)

Atualmente se discute porque há tanta discriminação contra os mais velhos.

07. Assinale a alternativa correta quanto às regras de concordân- cia verbal e nominal estabelecidas pela norma padrão.

(A)

Com os novos roteiros turísticos, ficaram entusiasmados as idosas e os idosos.

(B)

As futuras moradias devem ter bastante recursos para facilitar a vida dos mais velhos.

(C)

Estas instituições mantém atividades diversificadas para atender os idosos.

(D)

A assistente social com a psicóloga elaborou uma série de atividades para estimular a convivência.

(E)

Falta cinco anos para que este senhor complete 80 anos de idade.

PMMC0902/04-AgenteSocial-manhã

4

Nas questões de números 08 e 09, assinale a alternativa cujas palavras preenchem, correta e respectivamente, o trecho apre- sentado.

08. Deve-se dar atenção pessoas que cuidam daqueles debilitados pela idade, pois medida que esse convívio é intenso, o cuidador também pode adoecer se ficar espera de um apoio que não vem. É importante encaminhá-lo uma instituição onde possa compartilhar seus conflitos.

(A)

as … à … à … a

(B)

as … a … à … à

(C)

às … à … a … à

(D)

às … à … à … à

(E)

às … à … à … a

09. Após o

de suas atividades da tarde, o fisio-

terapeuta pediu de sua jornada, porque

tinha um importante compromisso. Os pacientes o admiram,

e sem causar

pois ele trabalha com muita

.

(A)

comprimento … despensa … descrição … acidentes

(B)

comprimento … dispensa … discrição … incidentes

(C)

cumprimento … despensa … descrição … incidentes

(D)

cumprimento … dispensa … discrição … acidentes

(E)

cumprimento … despensa … descrição … acidentes

10. Observe a figura.

… descrição … acidentes 10. Observe a figura. (Quino, Déjenme inventar . Editorial Lumen) Considerando

(Quino, Déjenme inventar. Editorial Lumen)

Considerando que a imagem retrata a relação entre avô e neto, avalie as afirmações.

I. Essa imagem deve ser compreendida em sentido figurado. II. A exuberância de folhagens na cabeça do avô reflete o acúmulo de experiências vividas por ele.

III. É possível haver a continuidade de valores e princípios entre gerações.

IV. Fica implícita a rispidez com que o avô trata o neto.

É correto o que se afirma em

(A)

III, apenas.

(B)

I e IV, apenas.

(C)

II e IV, apenas.

(D)

I, II e III, apenas.

(E)

I, II, III e IV.

ConHeCIMentos esPeCíFICos

11. De acordo com definições contidas na Constituição Federal de 1988, o planejamento familiar é

(A)

definido pelo Estado.

(B)

configurado como estratégia necessária.

(C)

conteúdo expresso em pacto pré-nupcial.

(D)

orientado por percentuais preestabelecidos para cresci- mento populacional.

(E)

livre decisão do casal.

12. Preceitua a Constituição de 1988, que a família é base da so- ciedade e tem especial proteção do Estado. Sobre os cuida- dos com os integrantes da família, estabelece ainda a Consti- tuição Federal, no artigo 228, que os pais tem o dever de assistir, criar e educar os filhos menores, e os filhos maiores tem o dever de ajudar a amparar

(A)

os irmãos menores, somando esforços com os pais.

(B)

a todos os familiares, independente de idade.

(C)

os pais na velhice, carência ou enfermidade.

(D)

especialmente os avós, considerada a elevada faixa etária.

(E)

a todos, nos momentos de sofrimento comum.

13. A Constituição de 1988 e a Lei Orgânica de Assistência Social – LOAS (1993) alteraram o panorama da assistência social no país, definindo o amparo legal e conceitual que estabelece um novo paradigma a partir de sua inscrição no tripé da Seguridade Social

(A)

contributiva, ainda que defina condições mínimas fun- damentais para inserção social.

(B)

não contributiva, que provê os mínimos sociais para ga- rantir o atendimento às necessidades básicas.

(C)

centralizada, reguladora de condições necessárias ao atendimento de pessoas socialmente vulneráveis.

(D)

seletiva, voltada ao atendimento de necessidades parti- culares de determinados segmentos sociais.

(E)

democrática, cuja fundamentação situa-se no marco re- gulatório nacional que contempla todos os cidadãos.

14. A inclusão da assistência social na Seguridade Social signi- ficou ampliação do campo dos direitos humanos e sociais e, como política, trouxe a exigência de formular com obje- tividade o conteúdo dos direitos do cidadão em seu raio de ação. Regulamentada pela Lei Orgânica da Assistência Social – LOAS (Lei Federal n.º 8.742, de 7 de dezembro de 1993), a assistência social tem, dentre outros objetivos,

(A)

a prestação de serviços socioeducacionais a quem dela necessitar.

(B)

a atenção aos idosos e desvalidos.

(C)

a mobilização social pelos pobres.

(D)

o amparo às crianças e adolescentes carentes.

(E)

a sensibilização pela causa humanitária.

5

15. A Lei Federal n.º 8.742, de 1993, dispõe sobre a organização da Assistência Social, seus objetivos, princípios, diretrizes entre outros, configurando um cenário novo para essa área, no país. Entre as diretrizes contidas no referido arcabouço legal, destaca-se

(A)

a participação da população, por meio de organizações representativas, na formulação das políticas e no con- trole das ações em todos os níveis.

(B)

a garantia de 1/3 do salário mínimo, como benefício bi- mestral, aqueles portadores de deficiência limitados em sua atividade laborativa.

(C)

a divulgação, setorizada, dos benefícios e dos recursos oferecidos pelo Poder Público como também dos crité- rios para sua concessão.

(D)

o apoio técnico e financeiro aos serviços, programas e projetos de enfrentamento da pobreza.

(E)

o amparo a crianças, adolescentes e idosos, carentes e com problemas de saúde, uma vez comprovada a insufi- ciência.

16. A Política Nacional de Assistência Social, aprovada pela Re- solução n.º 145, do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), é resultado de intenso e amplo debate nacional, e um instrumento decisivo, que vai consolidar a condução do trabalho a ser realizado. Fundamenta-se na LOAS, referen- dando suas diretrizes, dentre as quais a

(A)

unidade da família na concepção e implementação dos benefícios, programas e projetos.

(B)

primazia da responsabilidade do Estado, na condução da política de Assistência Social em cada esfera de go- verno.

(C)

concentração político-administrativa e comando tripar- tite em cada um dos níveis de gestão.

(D)

primazia da responsabilidade da sociedade civil na con- dução da Política de Assistência Social.

(E)

comando único dos conselhos de assistência social na organização das ações em cada esfera de governo.

17. Ao longo de sua trajetória, a Assistência Social tem sido um mecanismo de socialização de carências e recursos mínimos, configurando-se como uma ação benevolente do Estado frente às situações de carência de determinados setores da população. Com a Constituição de 1988 e a Lei Orgânica da Assistência Social de 1993, esse cenário se altera ao se cons- tituir um lugar próprio da Assistência no conjunto das Polí- ticas Sociais brasileiras. Conforme determinações da LOAS, destaca-se como um de seus princípios

(A)

socialização de serviços residuais para uma população considerada inoperante economicamente.

(B)

comando partilhado na esfera federal, legitimado pela participação popular pela via da atuação dos conselhos.

(C)

reconhecimento da importância da intervenção estatal na definição de rumos e na prestação de serviços assis- tencialistas.

(D)

universalização dos direitos sociais, a fim de tornar o destinatário da ação assistencial alcançável pelas demais políticas.

(E)

configurações contraditórias de relações conflitantes entre classes sociais em condições de subalternidade.

 

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18. A Política Nacional de Assistência Social – PNAS, em con- sonância com a Lei Orgânica de Assistência Social, define as bases de um novo modelo de gestão em todo território nacional, como um sistema de regulação e organização do atendimento às necessidades sociais, por meio

21. Sabe-se que, historicamente, a rede de Assistência Social no país se concentrou no conjunto de entidades sociais. Daí a necessidade de produzir diretrizes que orientem tanto as ações diretas, executadas pelo Estado ou Município, como também as ações realizadas pelas entidades assistenciais. Nesse sentido, estabelece a LOAS, em seu artigo 24, a res- peito dos programas de Assistência Social, que eles com- preendem ações

(A)

de medidas educativas para inserção dos socialmente excluídos no sistema de garantia.

(B)

de iniciativas, de caráter particular, voltadas a operacio- nalização de sistemas de acompanhamento.

(A)

integradas e complementares com objetivos, tempo e área de abrangência definidos para qualificar, incenti- var e melhorar os benefícios e serviços assistenciais.

(C)

da prestação de serviços, de natureza esporádica e emer- gencial, em situações de vulnerabilidade por doença e deficiência.

da necessária prestação de serviços que priorizem a de- mocrática participação de todos sem discriminação.

(B)

isoladas, com objetivos e área de atuação intermitentes para assegurar, qualificar e pontuar os serviços de natu- reza permanente.

(D)

(C)

emergenciais e básicas, complementares entre si, com definição clara de tempo de duração, uma vez sanada a carência da população usuária.

(E)

de um conjunto articulado de serviços continuados, be- nefícios, programas e projetos.

 

(D)

importantes, do ponto de vista do objetivo proposto para a área, definidos a duração, a abrangência e os cri- térios para atendimento.

19. De acordo com previsões contidas na Lei n.º 8.742, Lei Orgâ- nica da Assistência Social – LOAS, de dezembro de 1993, no artigo 23, entende-se por serviços assistenciais as atividades

(E)

situacionais, derivadas de condições extraordinárias nas quais o caráter da demanda colocada ao gestor público reveste-se de forte apelo reivindicatório.

(A)

intercaladas para suprimento de demandas emergen- ciais resultantes de estados de calamidade.

22. A implantação da Política Nacional de Assistência Social – PNAS – pede um Estado presente, ativo, dirigente, um novo Estado para o social e um modo renovado de fazer política pública. Essa visão de Estado contrapõe-se à priorização de um Estado

(B)

permanentes, ainda que destinadas ao atendimento de setores e classes sociais devidamente estigmatizadas pela exclusão.

(C)

continuadas que visem a melhoria de vida da população e cujas ações, voltadas para as necessidades básicas, observem os objetivos, princípios e diretrizes nela esta- belecidos.

(A)

totalitário.

(B)

autoritário.

(D)

isoladas, reconhecido seu potencial de ajuda e sua capa- cidade de enfrentamento dos desafios sociais gerados pelo capitalismo.

(C)

mínimo.

(D)

necessário.

(E)

autônomas, dada sua condição de suficiência, na gera- ção de situações que venham de encontro aos interesses da população.

(E)

complementar.

20. Conforme previsão contida na LOAS, no artigo 21, para ava- liação da continuidade das condições que lhe deram origem, o benefício de prestação continuada deve ser revisto a cada

23. A partir do ano de , com a aprovação da Política Nacional de Assistência Social – PNAS e em , com a regulação do Sistema Único de Assistência Social – NOB-SUAS, tornou-se possível a retomada de um movi- mento reformador, direcionado para a redefinição do con- junto de relações necessárias para o funcionamento da assis- tência social como um sistema nacional.

(A)

dois anos.

(B)

três anos.

Assinale a alternativa que completa, correta e respectiva- mente, as lacunas do texto.

(C)

seis anos.

(A)

2003 … 2004

(D)

quatro meses.

(B)

2005 … 2006

(E)

quinze meses.

(C)

2005 … 2007

 

(D)

2004 … 2005

(E)

2001 … 2003

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6

24.

A Assistência Social, tal como a conhecemos hoje, é fruto

de

um longo processo que se desenvolveu na sociedade bra-

sileira. Como proposta em nossos dias, a assistência social encontra fundamento

I. no PNAS – Plano Nacional de Auxílio Social;

II. na NOB – Norma Operacional Básica;

III. na LOAS – Lei Organizativa da Assistência Social;

IV. na PNAS – Política Nacional de Assistência Social;

V. no SUAS – Sistema Unívoco da Assistência Social.

Está correto o contido apenas em

(A)

II e III.

(B)

II e IV.

(C)

I e III.

(D)

III e V.

(E)

I e V.

25.

Para a definição do público usuário de seus benefícios, ser- viços, programas e projetos, a Política Nacional de Assis- tência Social, em consonância com a Norma Operacional Básica/SUAS, adota o conceito de

(A)

segmentos subalternizados.

(B)

necessidades sociais.

(C)

desfavorecimento econômico.

(D)

grupos marginalizados.

(E)

famílias referenciadas.

26.

A

implantação do Sistema Único da Assistência Social –

SUAS – é uma revolução na assistência social brasileira. Resultado de quase duas décadas de debate, o Sistema co- loca em prática os preceitos , que integra

. De acordo com essa

concepção, as diversas ações e iniciativas de atendimento

a Assistência Social

à

população distanciam-se do campo do

 
 

e

passam

a

operar

sob

a

estrutura

de

uma

política

 

de Estado.

 

Assinale a alternativa que completa, correta e respectiva- mente, as lacunas do texto.

(A)

da Constituição de 1988 … à Seguridade Social … voluntarismo … pública

(B)

da NOB-SUAS … à área da saúde … profissionalismo … única

(C)

dos Conselhos … à Previdência Social … assistencia- lismo … privada

(D)

do CNAS … aos Direitos Humanos … emergencial … especial

(E)

da LOAS … à Segurança Alimentar … assistencia- lismo … fragmentada

7

27. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), instituído pela Lei n.º 8.069, de 13 de julho de 1990, contrapõe-se his- toricamente a um passado de controle e de exclusão social sustentado na Doutrina da Proteção Integral. Nessa direção, estabelece o ECA, no artigo 7.º, que toda criança e adoles- cente tem direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de

(A)

ações concorrentes entre si, voltadas à sua inserção no contexto onde vivem.

(B)

atitudes de inclusão, respeitadas as diferenças individuais

e

o desejo e interesse em determinado tipo de atividade.

(C)

iniciativas dos pais ou responsáveis em zelar pelo seu desenvolvimento integral.

(D)

políticas sociais públicas que permitam o nascimento e

desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.

o

(E)

programas específicos, de responsabilidade do Conse- lho Tutelar para a necessária formação para o mundo do trabalho.

28. O ECA expressa direitos da população infanto-juvenil bra- sileira, pois afirma o valor intrínseco da criança e do ado- lescente como ser humano, a necessidade de especial res- peito à sua condição de pessoa , o valor prospectivo da infância e adolescência como portadoras do seu povo e o reconhecimento da sua situação de vulnerabilidade, o que torna as crianças e ado- lescentes merecedores de por parte da fa- mília, da sociedade e do Estado.

Assinale a alternativa que completa, correta e respectiva- mente, as lacunas do texto.

(A)

omissa … da cultura … ação social

(B)

em desenvolvimento … de continuidade … proteção

integral

(C)

incapaz … da sabedoria … ação integral

(D)

solidária … da experiência … iniciativa local

(E)

atuante … da história … ação psicossocial

29. Com mais de quinze anos de existência, é correto afirmar que a partir do ECA muitas mudanças já se concretizaram no que se refere à realidade das crianças e dos adolescentes. Em se tratando da política de atendimento desse segmento, destaca-se, dentre as linhas de ação, previstas no ECA,

(A)

o

atendimento individual, indispensável para o acompa-

nhamento do desenvolvimento equilibrado da criança e do adolescente.

(B)

atenção psicossocial, considerados os desajustes de- correntes da exposição a situações de conflito.

a

(C)

proteção jurídico-social por entidades de defesa dos direitos da criança e do adolescente.

a

(D)

o

encaminhamento profissional, condição para a inser-

ção no mundo do trabalho, com direitos trabalhistas as- segurados.

(E)

cuidado especial com a evolução psico-motora, requisito fundamental para o aprendizado socioeducacional.

 

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30.

O Estatuto da Criança e do Adolescente traz novos paradig- mas para a Justiça e supera a doutrina da situação irregular e segregacionista presente no antigo Código de Menores. Su- pera a obsessão do rompimento do pátrio poder, de intervir em famílias. Entre as diretrizes da política de atendimento da criança e do adolescente, definidas no ECA, no artigo 88, pode-se destacar:

(A)

centralização do atendimento.

(B)

municipalização do atendimento.

(C)

unidade do atendimento.

(D)

seriedade do atendimento.

(E)

uniformidade de atendimento.

31.

O

que é o ECA? O abandono de uma visão repressiva e assis-

tencialista que são complementares; duas faces da mesma moeda. O ingresso na visão da inclusão e da prevenção. A respeito da fiscalização das entidades governamentais e não governamentais de atendimento à criança e ao adolescente, estabelece o ECA ser responsabilidade

(A)

do Secretário de Assistência Social, do Ministério Públi- co e do Delegado de Polícia.

(B)

do Judiciário, do Prefeito e do Ministério Público.

(C)

da Autoridade Estadual, do Prefeito e do Delegado da Vara da Infância.

(D)

do Judiciário, do Ministério Público e dos Conselhos Tutelares.

(E)

do Conselho de Direitos, do Conselho Tutelar e do Se- cretário da Assistência à Infância.

32.

Importante desafio a ser vencido pela população brasileira é

a redução do alarmante número de crianças e adolescentes

em situação de riscos pessoais e sociais a que estão expostos nas ruas das cidades. Sintonizado com questões dessa natu- reza, o ECA estabelece como uma das medidas de proteção

à criança e ao adolescente, aplicável sempre que os direitos nele reconhecidos forem ameaçados ou violados,

(A)

a reclusão, em caráter provisório, para retirada de am- biente ofensivo à sua dignidade.

(B)

o encaminhamento dos pais, mediante termo de com- promisso.

(C)

a suspensão da frequência à escola.

(D)

a execução de ações de caráter humanitário, por prazo determinado.

(E)

a orientação, apoio e acompanhamento temporários.

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33. Como se falar de política a propósito de um segmento social ainda em desenvolvimento? Há uma particularidade no caso de crianças e adolescentes, cujas necessidades mais gerais estão salvaguardadas no ECA: mobilizam atores tanto da sociedade política quanto da sociedade civil em torno dos seus interesses, isto é, na defesa de direitos. Em se tratando da política de atendimento da criança e do adolescente, esta- belece o ECA no artigo 86, que essa política far-se-á através de um conjunto

(A)

articulado de ações governamentais e não governamen- tais, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

(B)

indispensável de iniciativas, de caráter exclusivo da sociedade civil, que priorizem a doutrina da proteção integral.

(C)

espontâneo de atitudes e comportamentos de toda a so- ciedade, voltados ao atendimento de necessidades ime- diatas de sobrevivência.

(D)

intencional de ações voltadas ao segmento infanto-ju- venil e à prevenção de condutas em conflito com a lei.

(E)

natural de interferências da sociedade civil organizada, na promoção de seu bem-estar e convívio social.

34. O cometimento de um ato infracional não decorre simples- mente da má índole ou de um desvio moral. A maioria abso- luta é reflexo da luta pela sobrevivência, abandono social, das carências e violências a que meninos e meninas são sub- metidos. Conforme prevê o ECA, no artigo 102, considera-se ato infracional

(A)

o comportamento socialmente aceito e reconhecido.

(B)

a conduta descrita como crime ou contravenção penal.

(C)

a iniciativa de natureza legal, ainda que revestida de aparente ilegalidade.

(D)

a ação praticada à revelia da orientação institucional.

(E)

a atitude de rebeldia cujos autores estejam abrigados.

35. Estabelece o ECA, no artigo 105, combinado com o artigo 101, as medidas previstas para atos infracionais cometidos por criança. Entre tais medidas, destaca-se

(A)

orientação, apoio e encaminhamento temporários.

(B)

padronização de sanções aplicáveis no território nacional.

(C)

adoção, por família substituta.

(D)

reclusão temporária, por período mínimo de três meses.

(E)

percepção das dificuldades impeditivas do contexto.

36. São várias as atribuições dos Conselhos Tutelares e estão especificadas no artigo 136 do Estatuto da Criança e do Ado- lescente. Dentre as atribuições previstas no referido artigo, é correto destacar:

(A)

alinhar conceitualmente iniciativas de natureza privada para garantia da qualidade do atendimento a crianças.

(B)

provocar a autoridade judiciária para a devida promo- ção dos direitos da criança e do adolescente.

(C)

especificar, a cada caso, demandas e necessidades in- dispensáveis ao bom desenvolvimento da criança.

(D)

representar ao Ministério Público, para efeito das ações de perda ou suspensão do pátrio poder.

(E)

acompanhar, pela via da elaboração de políticas públi- cas, programas e projetos de atendimento a crianças.

37. Para o Conselho Tutelar, no que se refere à regra de com- petência, no artigo 138, remete o ECA ao artigo 147, que detalha a determinação da competência do Conselho. Dentre as possibilidades elencadas no referido artigo, é possível destacar como correta a determinação da competência pelo

(A)

domicílio dos pais ou responsável.

(B)

lugar onde reside a criança.

(C)

município onde se localize a criança, ainda que em trân- sito.

(D)

endereço informado quando da elaboração do boletim de ocorrência.

(E)

lugar onde nasceu a criança ou o adolescente.

38. Cada município, conforme determinações do ECA, é respon- sável por legislar sobre a forma como deve se dar a escolha dos Conselheiros Tutelares, observada a responsabilidade

(A)

do Secretário da Infância e Juventude, e a fiscalização do Tribunal Eleitoral.

(B)

do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, e a fiscalização do Ministério Público.

(C)

do Conselho de Direitos da Criança e do Adolescente, e a fiscalização da Secretaria de Assistência e Desenvol- vimento Social do Município.

(D)

da delegacia de Polícia, e a fiscalização indispensável do Juiz da Vara da Infância.

(E)

da Câmara de Vereadores no pleito, e a fiscalização das entidades de atendimento da criança e do adolescente.

9

39. Parece consenso que o Estatuto do Idoso – Lei n.º 10.741/2003 – é medida legislativa bastante elogiá- vel, especialmente por ter como objetivo resguardar aqueles que, ao lado das crianças e dos adolescentes, eventualmente mais necessitem da atenção da nossa sociedade. Com rela- ção à atividade laborativa, estabelece o referido estatuto no artigo 26, que o idoso

(A)

necessariamente terá prioridade de participação em concursos públicos, dado o reconhecimento estatal de sua experiência profissional, devidamente comprovada.

(B)

terá prioridade de admissão em processos de seleção, ainda que de iniciativa de empresas privadas.

(C)

tem direito ao exercício de atividade profissional, res- peitadas suas condições físicas, intelectuais e psíquicas.

(D)

deverá ter respeitada sua condição de idade, restringindo sua atividade ao ócio criativo.

(E)

poderá receber tratamento diferenciado em concursos públicos, ainda que expresso limite de idade para a re- ferida participação.

40. O Estatuto do Idoso encontra-se previsto na Lei n.º 10.741, de outubro de 2003, e é destinado a regular os direitos asse- gurados às pessoas com idade igual ou superior a sessenta anos. Entre as linhas de ação da política de atendimento con- tidas no referido estatuto, é possível destacar:

(A)

serviços curativos para atendimento às vítimas de maus- tratos, exploração, abuso, crueldade e opressão.

(B)

serviço de identificação e localização de parentes ou responsáveis por idosos abandonados em hospitais e instituições de longa permanência.

(C)

inclusão em programa privado de auxílio, orientação e tratamento ao próprio idoso ou à pessoa de sua convi- vência que lhe cause perturbação.

(D)

requisição para tratamento de sua saúde, em regime am- bulatorial, hospitalar ou domiciliar, de iniciativa pública ou privada.

(E)

abrigo em entidade, em caráter temporário ou permanen- te, que assegure atendimento de necessidades básicas.

41. A Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, expressa na Lei n.º 7.853, de 24 de outubro de 1989, compreende o conjunto de orientações normativas que objetivam assegurar a esse segmento da população

(A)

o pleno exercício dos direitos individuais e sociais.

(B)

atendimento preferencial, em qualquer situação.

(C)

acesso irrestrito a espaços comunitários de lazer.

(D)

formas de expressão que possibilitem sua ação cidadã.

(E)

total liberdade de expressão, considerada a natureza de sua deficiência.

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42.

Em se tratando do direito à saúde, o Estatuto do Idoso estabelece no artigo 15, que é assegurada a atenção à saúde do idoso, por intermédio do , garantindo-lhe o acesso e igualitário, em conjunto articulado e das ações e serviços, para a prevenção, promoção, proteção e recuperação da saúde, incluindo a atenção especial às doenças que os afetam.

Assinale a alternativa que completa, correta e respectiva- mente, as lacunas do texto.

(A)

parcial … Setor Único de Saúde – SUS … relativo … esporádico

(B)

integral … Sistema Único de Saúde – SUS … universal … contínuo

(C)

segmentada … Sistema Social Unificado – SSU … par- ticular … acidental

(D)

facciosa … Departamento Saúde do Idoso – DSI … iso- lado … imprevisto

(E)

total … Programa Saúde do Idoso – PSI … parcial … programado

43. A Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, em consonância com o Programa Nacional de Direitos Humanos, obedecerá, dentre outros, ao princípio

(A)

da implementação de ações, de responsabilidade da sociedade civil, que assegurem a inclusão da pessoa portadora de deficiência no contexto socioeconômico e cultural.

(B)

da avaliação sistêmica, que garanta o fortalecimento desse sujeito social representativo de parcela significa- tiva da população economicamente ativa.

(C)

da responsabilidade estatal, em caráter exclusivo, de ini- ciativas que atendam essa parcela da população ainda que em detrimento das demais.

(D)

do desenvolvimento de ação conjunta do Estado e da sociedade civil, de modo a assegurar a plena integração da pessoa portadora de deficiência no contexto socioe- conômico e cultural.

(E)

da indispensável qualificação profissional para a inclu- são no mundo do trabalho conforme demandas e espe- cificidades do mercado.

44. A Política Nacional para Inclusão Social da População em Situação de Rua estabelece e orienta a construção e execu- ção de políticas públicas voltadas a esse segmento da socie- dade, historicamente à margem das prioridades dos poderes públicos. Dentre outros, a referida política tem como um de seus princípios

(A)

a unidade de acesso.

(B)

a promoção prioritária da inserção no mercado de traba- lho informal.

(C)

o atendimento de demandas da saúde individual.

(D)

o direito ao usufruto, permanência, acolhida e inserção na cidade.

(E)

a primazia de receber proteção e socorro em ocorrên- cias de acidentes.

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45. A violência sexual contra crianças e adolescentes envolve relações complexas de poder. Se assim não fosse, a repres- são seria suficiente para erradicar tão grave violação de direitos humanos. Em nível das políticas públicas, o en- frentamento dessa questão contou com importantes inicia- tivas, dentre as quais o Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Infanto-Juvenil (em 2000), o Programa Sentinela e atualmente com Serviços de Proteção Social às Crianças e aos Adolescentes Vítimas de Violência, Abuso e Exploração Sexual e a Suas Famílias, desenvolvido no âm- bito dos CREAS – Centros de Referência Especializado de Assistência Social. A proposta de enfrentamento prevê sem- pre que, no acompanhamento ou busca ativa forem cons- tatadas situações de violência ou exploração de crianças e adolescentes,

(A)

determine-se o afastamento da vítima de agressão sexual da moradia comum.

(B)

proceda-se ao seu abrigamento como medida cautelar de proteção ao risco pessoal e social.

(C)

autoridade competente deve ser comunicada, sem pre- juízo da notificação ao Conselho Tutelar.

a

(D)

transfira-se o atendimento às entidades da sociedade ci- vil que atuam na defesa dos direitos desse segmento.

(E)

o

detalhamento da situação não conste em prontuários

ou relatórios, de forma a garantir a privacidade, o sigilo

e a sua não revitimização.

46. O Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo SINASE – constitui-se de uma política pública destinada à inclusão do adolescente

(A)

pobre.

(B)

excluído da escola.

(C)

em conflito com a lei.

(D)

trabalhador.

(E)

vítima de maus tratos.

47. Na implantação do Sistema Único de Assistência Social – SUAS, o Centro de Referência Especializado de Assistência Social – CREAS, inicialmente, prestará atendimento às situa- ções de risco e violação de direitos de crianças e adolescentes e atendimento a adolescentes

(A)

em cumprimento de medida socioeducativa em meio

aberto (LA e PSC), direcionando o foco das ações para

a

família.

(B)

desajustados, ainda que não sejam autores de ato infra- cional.

(C)

entre 13 e 21 anos, autores de atos infracionais.

(D)

moradores de rua, sem famílias.

(E)

grávidas, com risco agravado pela evasão escolar e não acesso às demais políticas.

48. O Centro de Referência Especializado de Assistência Social – CREAS – constitui-se numa unidade pública estatal, de prestação de serviços especializados e a indivíduos e famílias com seus direitos

,

promovendo a integração de esforços, recursos e meios para enfrentar a dispersão dos serviços e a ação para os seus usuários, envolvendo um conjunto de pro-

que devem ofertar apoio e

fissionais e

acompanhamento individualizado especializado.

Assinale a alternativa que completa, correta e respectiva- mente, as lacunas do texto.

(A)

segmentados … assegurados … socializar … técnicas

(B)

esporádicos … alterados … efetuar … responsabilidades

(C)

permanentes … garantidos … concretizar … contrapar- tidas

(D)

continuados … violados … potencializar … processos de trabalho

(E)

atenuados … garantidos … realizar … instrumentos

49. O Centro de Referência de Assistência Social – CRAS – é uma unidade pública estatal de base territorial, localizado em áreas de vulnerabilidade social. Executa serviços de

(A)

inclusão social inicial, planeja e supervisiona a presta- ção de serviços de bem-estar previstos na LOAS.

(B)

natureza emergencial, avalia e monitora a situação de calamidade no sentido de corrigi-la.

(C)

iniciação socioinstitucional, tendo em vista a importân- cia da ação institucional na inclusão social dos pobres.

(D)

inserção profissional, uma vez considerada a importân- cia de atender a demanda do mercado de trabalho.

(E)

proteção social básica, organiza e coordena a rede de serviços socioassistenciais locais da política de assis- tência social.

50. A Política Nacional de Assistência Social – PNAS – define e estabelece as características do Centro de Referência da As- sistência Social. Conforme tais critérios, além da responsabi- lidade pelo desenvolvimento do Programa de Atenção Inte- gral às Famílias, as equipes dos CRAS devem, entre outras responsabilidades,

(A)

complementar ações da sociedade civil em um movi- mento articulado e combinado de atendimento.

(B)

prestar informações e orientação para a população de sua área de abrangência.

(C)

distanciar-se da ação direta de atendimento, considerada a necessidade de planejar e avaliar ações, em caráter exclusivo.

(D)

ofertar atendimento integral institucional a indivíduos com vínculos familiares e comunitários rompidos.

(E)

pautar aos usuários da prestação de serviços os deveres para com a instituição.

11

PMMC0902/04-AgenteSocial-manhã

C onCurso P úbliCo 3. P rova o bjetiva A dvogAdo INSTRUÇÕES  v oCê

ConCurso PúbliCo

3. Prova objetiva

AdvogAdo

INSTRUÇÕES

voCê reCebeu suA folhA de resPostAs e este CAderno Contendo 90 questões objetivAs.

PreenChA Com seu nome e número de insCrição os esPAços reservAdos nA CAPA deste CAderno.

leiA CuidAdosAmente As questões e esColhA A resPostA que voCê ConsiderA CorretA.

resPondA A todAs As questões.

AssinAle nA folhA de resPostAs, Com CAnetA de tintA Azul ou PretA, A AlternAtivA que julgAr CertA.

A durAção dA ProvA é de 4 horAs.

A sAídA do CAndidAto do Prédio será PermitidA APós trAnsCorridA A metAde do temPo de durAção dA ProvA objetivA.

Ao sAir, voCê entregArá Ao fisCAl A folhA de resPostAs e levArá este CAderno.

AguArde A ordem do fisCAl PArA Abrir este CAderno de questões.

de resPostAs e levArá este CAderno . A guArde A ordem do fisCAl PArA Abrir este
de resPostAs e levArá este CAderno . A guArde A ordem do fisCAl PArA Abrir este

25.10.2009

manhã

Língua Portuguesa

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Um mundo pronto para os idosos

Se existe uma certeza quanto ao futuro, é a de que ele será mais velho. Aos poucos, o mundo ao nosso redor terá mais ido-

sos, resultado de uma taxa de fecundidade que continuará caindo

e

de uma expectativa de vida que continuará subindo. Em 2050,

o

planeta contabilizará dois bilhões de indivíduos com mais de

65 anos. Só no Brasil eles serão mais de 55 milhões. Por seu impacto, esse é um fenômeno que mudará a história do ser hu- mano para sempre. Nossas moradias serão diferentes, planejadas para abrigar com segurança e conforto a população. A medicina se empenhará para criar terapias que proporcionem boa saúde. As indústrias do turismo, do lazer e do conhecimento também criarão produtos para que a vida aos 70, 80, 100 anos permaneça divertida.

A transformação rumo a esse mundo já começou. Muitas moradias começam a ser construídas levando em consideração

o fato de que dentro delas haverá alguém com mais de 65 anos.

Banheiros com barras de apoio, rampas no lugar de escadas e portas com maçanetas fáceis de manusear são alguns dos detalhes presentes nas edificações mais modernas. Elas são a primeira mostra da chamada “arquitetura da velhice”, área emergente dedicada a pensar moradia para idosos. A busca de autonomia é o ponto mais importante dessa nova realidade, pois é preciso garantir liberdade de ação, de movimen- tos e de escolha para essa população. Afinal, quando se fala aqui de idosos é preciso tirar da mente aquela imagem arcaica do ve- lhinho de pijama, sentado no sofá em frente à TV, pois nos próxi- mos anos, a velhice perderá de vez este estigma. Esse anseio dos mais velhos pelo que a vida ainda pode apresentar de novo tem alimentado as áreas de intercâmbio cultural, caracterizado por cursos de línguas oferecidos em outros países, e de turismo, pois segundo dados do programa Viaja Mais Melhor Idade, criado pelo Ministério do Turismo, entre agosto de 2007 e outubro de 2008 foram vendidos cerca de 190 mil pacotes turísticos. Há ainda um consenso de que merecem atenção especial os chamados cuidadores, as pessoas que tomarão conta daqueles mais debilitados pela idade. Sem apoio emocional e físico para executar as tarefas, ambos, cuidador e idoso, podem adoecer. Espaços para que os cuidadores compartilhem experiências, cansaço, culpa e tristeza são fundamentais para garantir um mundo melhor a todos.

(Greice Rodrigues, Istoé, 31.12.2008. Adaptado)

01. De acordo com o texto,

(A)

a

“arquitetura da velhice” vai transformar as cidades al-

terando a estrutura viária e a fachada de vários prédios

e

casas.

(B)

Brasil ainda não está preparado para incluir devida- mente na sociedade, em 2050, 55 milhões de idosos.

o

(C)

muitos idosos se inscrevem para intercâmbio cultural em outros países, ratificando a crença de que eles não têm mais condições de aprender.

(D)

a

sociedade tem de criar espaços para acolher os idosos

debilitados, já que nem todas as famílias podem contra- tar um cuidador.

(E)

nesse novo contexto, o principal é dar independência aos mais velhos e fazer a sociedade ter outra perspectiva sobre essa fase da vida.

PMMC0902/03-Advogado-manhã

2

02. Para defender o ponto de vista de que − Se existe uma cer- teza quanto ao futuro, é a de que ele será mais velho. − a jornalista

(A)

complementou a reportagem com experiências de ordem pessoal.

(B)

contestou informações sobre taxa de fecundidade e de expectativa de vida.

(C)

citou a opinião de pessoas renomadas que vêm discu- tindo longevidade.

(D)

apresentou dados estatísticos mundiais e nacionais para respaldar seus argumentos.

(E)

entrevistou idosos que confirmaram desejar viver mais e melhor.

03. Em − Afinal, quando se fala aqui de idosos é preciso tirar da mente aquela imagem arcaica do velhinho de pijama, senta- do no sofá em frente à TV, pois nos próximos anos, a velhice perderá de vez este estigma. − os termos em destaque podem ser substituídos, respectivamente e sem prejuízo para o sen- tido do texto, por

(A)

antiquada e esta imagem negativa.

(B)

antiquada e esta característica efêmera.

(C)

idealizada e esta imagem negativa.

(D)

preconceituosa e esta característica efêmera.

(E)

preconceituosa e este sinal passageiro.

04. Considere o trecho:

Banheiros com barras de apoio, rampas no lugar de escadas e portas com maçanetas fáceis de manusear são alguns dos detalhes presentes nas edificações mais modernas.

As expressões em destaque

(A)

indicam as circunstâncias em que ocorre a sequência de ações verbais.

(B)

estabelecem entre os elementos mencionados uma rela- ção de oposição.

(C)

especificam os seres a que se referem, atribuindo-lhes características.

(D)

localizam os elementos citados em relação às noções de tempo e de espaço.

(E)

estabelecem relação de causa e consequência entre os elementos enumerados.

05. Assinale a alternativa em que estão presentes, correta e res- pectivamente, as relações estabelecidas pelas preposições − para, do, aos e a − em destaque nos trechos a seguir.

planejadas para abrigar com segurança e conforto a popu- lação. (1.º parágrafo)

As indústrias do turismo, do lazer e do conhecimento tam- bém criarão produtos para que a vida aos 70, 80, 100 anos permaneça divertida. (1.º parágrafo)

são fundamentais para garantir um mundo melhor a todos. (último parágrafo)

(A)

Finalidade, assunto, tempo e modo.

(B)

Finalidade, caracterização, tempo e finalidade.

(C)

Conformidade, caracterização, distância e finalidade.

(D)

Conformidade, matéria, distância e causa.

(E)

Causa, assunto, dimensão e modo.

06. A frase correta, de acordo com a norma padrão, está na alter- nativa:

(A)

Hoje, porque não pensar que a vida pode ser divertida também depois dos 70 anos?

(B)

Se houverem incentivos, a “arquitetura da velhice” po- derá transformar as edificações.

(C)

Nem os jovens e nem tampouco os mais velhos querem perder a oportunidade de viajar pelo mundo.

(D)

Faz mau ao cuidador sentir-se culpado e triste ao lidar com alguém debilitado.

(E)

Atualmente se discute porque há tanta discriminação contra os mais velhos.

07. Assinale a alternativa correta quanto às regras de concordân- cia verbal e nominal estabelecidas pela norma padrão.

(A)

Com os novos roteiros turísticos, ficaram entusiasmados as idosas e os idosos.

(B)

As futuras moradias devem ter bastante recursos para facilitar a vida dos mais velhos.

(C)

Estas instituições mantém atividades diversificadas para atender os idosos.

(D)

A assistente social com a psicóloga elaborou uma série de atividades para estimular a convivência.

(E)

Falta cinco anos para que este senhor complete 80 anos de idade.

3

Nas questões de números 08 e 09, assinale a alternativa cujas palavras preenchem, correta e respectivamente, o trecho apre- sentado.

08. Deve-se dar atenção pessoas que cuidam daqueles debilitados pela idade, pois medida que esse convívio é intenso, o cuidador também pode adoecer se ficar espera de um apoio que não vem. É importante encaminhá-lo uma instituição onde possa compartilhar seus conflitos.

(A)

as … à … à … a

(B)

as … a … à … à

(C)

às … à … a … à

(D)

às … à … à … à

(E)

às … à … à … a

09. Após o

de suas atividades da tarde, o fisio-

terapeuta pediu de sua jornada, porque

tinha um importante compromisso. Os pacientes o admiram,

e sem causar

pois ele trabalha com muita

.

(A)

comprimento … despensa … descrição … acidentes

(B)

comprimento … dispensa … discrição … incidentes

(C)

cumprimento … despensa … descrição … incidentes

(D)

cumprimento … dispensa … discrição … acidentes

(E)

cumprimento … despensa … descrição … acidentes

10. Observe a figura.

… descrição … acidentes 10. Observe a figura. (Quino, Déjenme inventar . Editorial Lumen) Considerando

(Quino, Déjenme inventar. Editorial Lumen)

Considerando que a imagem retrata a relação entre avô e neto, avalie as afirmações.

I. Essa imagem deve ser compreendida em sentido figurado. II. A exuberância de folhagens na cabeça do avô reflete o acúmulo de experiências vividas por ele.

III. É possível haver a continuidade de valores e princípios entre gerações.

IV. Fica implícita a rispidez com que o avô trata o neto.

É correto o que se afirma em

(A)

III, apenas.

(B)

I e IV, apenas.

(C)

II e IV, apenas.

(D)

I, II e III, apenas.

(E)

I, II, III e IV.

PMMC0902/03-Advogado-manhã

Direito ConstituCionaL

11. Ao enunciar que determinada matéria é de competência con- corrente da União, dos Estados e do Distrito Federal, pode- se afirmar que

(A)

a

competência da União para legislar sobre normas ge-

rais não exclui a competência suplementar dos Estados.

(B)

inexistindo lei federal sobre normais gerais, os Estados exercerão a competência legislativa apenas para atender

a

suas peculiaridades.

(C)

superveniência da lei federal sobre normas gerais não suspende a eficácia da lei estadual.

a

(D)

em razão de sua competência, a União fixará normas de cooperação, tendo em vista o equilíbrio do desenvolvi- mento em âmbito nacional.

(E)

lei complementar poderá autorizar os Estados a legislar sobre questões específicas das matérias previstas na- quele dispositivo.

12. Leia as seguintes afirmações:

I. A Câmara Municipal não gastará mais de 70% (setenta por cento) de sua receita com folha de pagamento, incluí- do o gasto com o subsídio de seus Vereadores.

II. Desde a expedição do diploma, os membros do Congres- so Nacional não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável. Nesse caso, os autos serão reme- tidos, dentro de vinte e quatro horas, à Casa respectiva, para que, pelo voto da maioria de seus membros, resolva sobre a prisão.

III. As Comissões Parlamentares de Inquérito estão consti- tucionalmente autorizadas a determinar a quebra do si- gilo bancário e fiscal, pois possuem os mesmos poderes de investigação próprios das autoridades policiais.

IV. Perderá o mandato o Deputado ou Senador investido no cargo de Ministro de Estado, Governador de Território, Secretário de Estado, do Distrito Federal, de Território, de Prefeitura de Capital ou chefe de missão diplomática temporária.

Estão corretas somente as assertivas

(A)

I

e II.

(B)

II e III.

(C)

II e IV.

(D)

III e IV.

(E)

I

e IV.

PMMC0902/03-Advogado-manhã

4

13. Sobre o processo legislativo previsto na Constituição Fede- ral, assinale a alternativa correta.

(A)

É possível a edição, pelo Presidente da República, de

medida provisória que verse sobre matéria já disciplina- da em projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional

e

que esteja pendente de veto ou sanção.

(B)

Se o Presidente da República solicitar urgência em um pro- jeto de lei de sua autoria, e a Câmara dos Deputados e o Senado Federal não deliberarem sobre a proposição, cada qual sucessivamente no prazo de até 30 (trinta) dias, todas as demais deliberações da Casa respectiva serão sobrestadas.

(C)

A

iniciativa popular dos projetos de lei ordinária e com-

plementar pode ser exercida pela apresentação à Câma- ra dos Deputados de projeto de lei subscrito por, no mí- nimo, um por cento do eleitorado nacional, distribuído por, pelo menos, cinco Estados, com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles.

(D)

As leis delegadas serão elaboradas pelo Presidente da Re- pública, que deverá solicitar a delegação ao Congresso Nacional, que especificará o conteúdo e os termos de seu exercício por resolução que, no entanto, não poderá prever a hipótese de apreciação do projeto pelo Congresso Nacional.

(E)

O veto será apreciado em sessão conjunta, em sessenta dias a contar de seu recebimento, podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Deputados e Senado- res, em escrutínio secreto e em dois turnos.

14. É competência privativa do Presidente da República:

(A)

conceder e comutar penas, com audiência prévia do Conselho da República.

(B)

prestar, anualmente, ao Congresso Nacional, dentro de trinta dias após a abertura da sessão legislativa, as con- tas referentes ao exercício anterior.

(C)

dispor, em projeto de lei de iniciativa privativa, sobre extinção de cargos públicos, quando vagos.

(D)

sancionar, promulgar e fazer publicar as leis, bem como expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução.

(E)

nomear, após aprovação do Senado Federal, os Ministros do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores,

o

Procurador-Geral da República e os Ministros de Estado.

15. A ação popular poderá ser ajuizada por qualquer cidadão com a finalidade de

(A)

amparar direito líquido e certo, causado por ilegalidade ou abuso de poder por autoridade pública ou agente de pes- soa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público.

(B)

garantir direito que tenha sido violado, por violência ou coação, iminente ou consumada, cometida em razão de ilegalidade ou abuso de poder de autoridade pública.

(C)

proteger os direitos e liberdades constitucionais e as prerro- gativas inerentes à nacionalidade, à soberania e à cidadania.

(D)

garantir direito de conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante, constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público.

(E)

anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural.

16.

Produzirão eficácia contra todos e efeito vinculante, relati- vamente aos demais órgãos do Poder Judiciário e à adminis-

tração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual

municipal, as decisões definitivas de mérito, proferidas pelo Supremo Tribunal Federal,

e

(A)

nos recursos extraordinários, em que o recorrente demonstrar a repercussão geral das questões constitu- cionais.

(B)

nas ações diretas de inconstitucionalidade e nas ações de inconstitucionalidade por omissão.

(C)

nos recursos extraordinários e nas ações declaratórias de constitucionalidade.

(D)

na arguição de descumprimento de preceito fundamen- tal e nas ações diretas de inconstitucionalidade.

(E)

nas ações diretas de inconstitucionalidade e nas ações declaratórias de constitucionalidade.

17.

Quando duas ou mais interpretações possíveis surgem, deve-se priorizar a que assegure maior aplicabilidade das normas constitucionais. Tal assertiva enuncia o princípio de interpretação constitucional da

(A)

unidade da constituição.

(B)

eficácia integradora.

(C)

conformidade ou justeza constitucional.

(D)

força normativa da constituição.

(E)

da correção funcional.

18.

A

remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos, fun-

ções e empregos públicos da administração direta, autárqui- ca e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos, pensões ou outra espécie remune-

ratória, percebidos cumulativamente ou não, incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, não po- derão exceder o subsídio mensal, em espécie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, aplicando-se como limite, o subsídio do

(A)

Presidente da Assembleia Legislativa no âmbito do Po- der Legislativo Estadual.

(B)

Presidente da Câmara dos Vereadores para todos os ser- vidores do Município.

(C)

Prefeito, no âmbito do Poder Executivo do Município.

(D)

Governador, no âmbito dos Poderes Executivo, Legisla- tivo e Judiciário do Estado.

(E)

Presidente do Tribunal de Justiça para os membros do Ministério Público, Procuradores e Defensores Públicos.

5

19.

Estabelecer, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos

e

metas da administração pública federal para as despesas

de capital e outras dela decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada é função da lei que institui

(A)

as diretrizes orçamentárias.

(B)

o plano plurianual.

(C)

o orçamento anual.

(D)

o orçamento fiscal.

(E)

o orçamento da seguridade social.

20.

A

garantia de um salário mínimo mensal à pessoa portadora

de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover à própria manutenção ou de tê-la provida por sua família, conforme regulamentação em lei, é uma previsão constitucional que atribui um benefício

(A)

independentemente de contribuição, configurando for- ma de assistência social.

(B)

financiado exclusivamente por contribuições sociais in- cidente sobre a receita ou faturamento da empresa.

(C)

que pode ser majorado ou estendido sem a correspon- dente fonte de custeio.

(D)

de caráter contributivo, do regime geral de previdência social.

(E)

que será instituído pelo regime de previdência privada, de caráter complementar.

 

Direito CiviL

21.

Indique a alternativa correta.

(A)

Embora intransmissíveis em sua essência, os efeitos patrimoniais dos direitos de personalidade são trans- missíveis.

(B)

A lei não poderá prever exceção que permita a trans- missibilidade e eventual renúncia dos direitos de per- sonalidade.

(C)

A expressão econômica dos direitos de personalidade são intransmissíveis e irrenunciáveis.

(D)

Os direitos de personalidade com expressão econômica podem ser penhorados.

(E)

Em se tratando de morto, seus direitos de personalida- de se extinguem, transmitindo-se seu conteúdo patri- monial.

PMMC0902/03-Advogado-manhã

22. Considerando a ocorrência de evicção, é correto o que se afirma em:

(A)

tendo sido o bem adquirido em hasta pública, o alienan- te não responde pela evicção.

(B)

podem as partes, por cláusula expressa, reforçar, dimi- nuir ou excluir a responsabilidade pela evicção.

(C)

se a coisa alienada estiver deteriorada, por culpa do ad- quirente, o alienante não está obrigado a essa garantia.

(D)

pode o adquirente demandar pela evicção, se sabia que

a

coisa era alheia ou litigiosa.

(E)

preço, seja a evicção total ou parcial, será o do valor da coisa, na época em que se determinou o pagamento.

o

23. A prescrição

(A)

não corre em relação aos relativamente incapazes.

(B)

iniciada contra uma pessoa continua a correr contra o seu sucessor.

(C)

pode ter seus prazos alterados por acordo entre as partes.

(D)

tem seu prazo suspenso quando pender protesto cambial.

(E)

não corre frente a pessoa jurídica sem representação legal.

24. Antônio vendeu ao seu neto Alexandre um imóvel, pelo valor de R$ 200.000,00, muito embora seu filho, João, pai deste neto, estivesse vivo e não tivesse consentido expressa- mente com a alienação. Diante desse fato, indique a alterna- tiva correta.

(A)

João não poderá aquiescer com o ato posteriormente, pois a validade exige o consentimento prévio.

(B)

A venda feita por Antônio é nula, razão pela qual qual- quer interessado poderá impugná-la.

(C)

A anuência da venda poderá ser feita por instrumento particular ou no mesmo instrumento do ato principal.

(D)

Antônio não pode vender o imóvel a seu neto, visto que

a

lei proíbe expressamente essa alienação.

(E)

O cônjuge do descendente deve anuir com a venda, ex- ceto se o regime de casamento for o da separação obri- gatória.

25. Quanto ao pagamento das dívidas deixadas pelo falecido, aponte o posicionamento correto.

(A)

Os herdeiros respondem pelas dívidas, após feita a par- tilha, na proporção da parte que lhe coube na herança.

(B)

O inventariante responde pelo pagamento das dívidas do falecido até a inscrição do formal de partilha no Re- gistro de Imóveis.

(C)

O

juiz do inventário não poderá reservar bens suficien-

tes para a solução do débito até a partilha.

(D)

Se houver reserva de bens para o pagamento, o credor deve intentar ação de cobrança no prazo improrrogável de 60 dias.

(E)

As despesas de funeral não são encargos da herança, visto que são posteriores ao falecimento.

PMMC0902/03-Advogado-manhã

6

26. Médico, ao realizar parto por via cesárea, tendo utilizado todos os meios necessários, transcorrido dentro da norma- lidade, causa fratura de fêmur do recém-nascido. Diante do fato, assinale a alternativa correta.

(A)

Por se tratar de responsabilidade objetiva, o médico res- ponde por danos materiais e morais, além de estéticos, se houver.

(B)

O médico responde independentemente de culpa, visto

a

obrigação de resultado assumida.

(C)

O médico responde pelos danos causados ao recém- nascido, pois não é possível invocar alguma excludente de sua responsabilidade.

(D)

O médico não responde, pois tratando-se de obrigação de meio, não houve ocorrência de culpa para ensejá-la.

(E)

O médico não responde, porque o fato, quebra do fê- mur, não é considerado um dano indenizável.

27. Considere as assertivas a seguir.

I. O direito de exigir reparação e a obrigação de prestá-la transmitem-se com a herança.

II. Os bens do responsável pela ofensa ou violação do direi- to de outrem ficam sujeitos à reparação do dano causado.

III. O credor que demandar o devedor antes de vencida a dí- vida ficará obrigado a pagar ao devedor o dobro do que houver cobrado.

IV. Se o credor da herança, em decorrência de indenização por danos, não postular a satisfação de seu crédito antes da partilha dos bens do falecido, não poderá mais fazê-lo.

V. Aquele que demandar por dívida já paga em parte, sem ressalvar as quantias recebidas ou pedir mais do que de- vido, ficará obrigado a pagar ao devedor o equivalente do que dele exigir, salvo se houver prescrição.

É correto apenas o que se afirma em

(A)

II e III.

(B)

I

e IV.

(C)

II, IV e V.

(D)

I,

III e IV.

(E)

I,

II e V.

28. Não são pessoas jurídicas de direito privado

(A)

as organizações religiosas.

(B)

as sociedades.

(C)

os partidos políticos.

(D)

as autarquias.

(E)

as fundações.

29. O Código Civil de 2002 permitiu aos cônjuges alterar seu re- gime de bens após a celebração do casamento. Desse modo,

(A)

é admissível, mediante escritura pública, declarando-se

a motivação para a ocorrência desse ato.

(B)

admissível, mediante autorização judicial em pedido motivado de ambos os cônjuges.

é

(C)

somente os casamentos constituídos a partir de sua vi- gência poderão realizar a alteração.

(D)

se um dos cônjuges se recusar, poderá ser suprida sua vontade por ato judicial.

(E)

somente será possível alterá-lo, se o regime anterior é o legal, isto é, de comunhão parcial de bens.

30. Quanto à união estável, é correto o que se afirma em:

(A)

contrato escrito poderá estabelecer relações patrimo- niais diferentes do que o regime de comunhão parcial de bens para os que são casados.

(B)

para o Código Civil, união estável e concubinato são sinônimos, merecendo a mesma interpretação jurídica.

(C)

as relações entre os companheiros não obedecerão o de- ver de lealdade, por não se tratar de casamento.

(D)

comunhão dos bens, durante união estável, somente se configura se houver prova de esforço comum.

a

(E)

o companheiro ou companheira são admitidos como herdeiros necessários na nova legislação civil.

Direito ProCessuaL CiviL

31. Tendo-se em conta o princípio do duplo grau de jurisdição consagrado no sistema processual civil brasileiro, é correto afirmar que

(A)

os processos em que a Fazenda Pública for sucumben- te, por decisão de primeiro grau de jurisdição, sempre se submetem ao reexame necessário pela instância superior.

(B)

o tribunal, ao examinar recurso interposto contra de- cisão que extinguiu um processo em primeiro grau de jurisdição, sem resolução de mérito, não pode julgar o mérito da lide, ainda que a causa verse exclusivamente sobre questão de direito e esteja em condições de ime- diato julgamento, sob pena de supressão de instância.

(C)

há a admissibilidade de recursos per saltum.

(D)

a parte sucumbente em primeiro grau de jurisdição tem

a faculdade de pedir novo julgamento ao órgão jurisdi-

cional de segundo grau, desde que preencha os pressu- postos de admissibilidade do recurso.

(E)

a

avocação de processos por instância superior é possí-

vel sempre que o presidente do tribunal entendê-la ne-

cessária.

7

32. No caso de uma petição inicial versar sobre pretensão que venha lastreada em matéria unicamente de direito e no ju- ízo para o qual ela foi distribuída já houver sido proferida sentença de total improcedência em outros casos idênticos, poderá o juiz, como medida de celeridade, proferir sentença in limine, reproduzindo o teor da anteriormente prolatada. Nessa situação, o autor da ação poderá

(A)

apelar, sendo facultado ao juiz, no prazo de 48 horas, re- formar sua decisão ou, não sendo a sentença reformada, encaminhar os autos imediatamente ao tribunal.

(B)

interpor embargos declaratórios, de caráter infringente, para advertir o juízo de primeiro grau sobre a violação ao princípio do acesso à Justiça consagrado no artigo 5.º, XXXV, da Constituição Federal.

(C)

apelar, sendo facultado ao juiz, no prazo de 5 dias, exer- cer juízo de retratação ou, no caso de manutenção da decisão, ordenar a citação do réu para responder ao re- curso que, posteriormente, deverá ser encaminhado ao tribunal.

(D)

requerer a citação do réu para responder aos termos da ação e depois requerer a remessa dos autos ao tribunal para o julgamento da lide.

(E)

interpor agravo de instrumento junto ao tribunal, com pedido de efeito ativo, visando a uma decisão que deter- mine a citação do réu para contestar a ação em primeiro grau de jurisdição.

33. A tutela antecipada prevista no artigo 273 do Código de Pro- cesso Civil

(A)

não pode ser concedida contra a Fazenda Pública.

(B)

é inadmissível quando a natureza da ação for de cunho declaratório, ainda que pugnada para antecipação dos efeitos da tutela final pretendida.

(C)

não pode ser revogada ou modificada pelo próprio juiz que a concedeu.

(D)

admite a fungibilidade com a tutela de natureza cautelar, que pode ser concedida incidentalmente no processo no lugar da tutela de antecipação, desde que presentes os pressupostos pertinentes.

(E)

uma vez concedida, impede o prosseguimento do pro- cesso enquanto não executada a medida antecipatória.

34. Será recebida nos efeitos devolutivo e suspensivo a apelação interposta contra a sentença que

(A)

julgar improcedentes os embargos de terceiro.

(B)

decidir o processo cautelar.

(C)

condenar à prestação de alimentos.

(D)

julgar improcedentes os embargos à execução.

(E)

homologar a divisão ou demarcação.

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35. No que se refere às normas previstas no artigo 475-O do CPC para a execução provisória da sentença, analise as afir- mações elencadas e, ao final, assinale a alternativa correta.

I. A pendência de julgamento de agravo de instrumento de despacho denegatório de admissão de recurso extraordi- nário ou especial, para o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça, respectivamente, impede o levantamento de depósito em dinheiro efetuado no curso da execução provisória, ainda que se ofereça caução.

II. Demonstrando o exequente sua situação de necessidade, poderá levantar, em qualquer caso e até o limite de 60 salários mínimos, depósito em dinheiro efetuado no cur- so da execução provisória, independentemente do ofere- cimento de caução.

III. Atos que importem alienação de propriedade de bem constrito dependem de caução suficiente e idônea arbi- trada de plano pelo juiz e prestada nos próprios autos.

(A)

Todas as afirmativas estão corretas.

(B)

Apenas as afirmativas I e II estão corretas.

(C)

Apenas as afirmativas II e III estão corretas.

(D)

Apenas a afirmativa I está correta.

(E)

Apenas a afirmativa III está correta.

36. A súmula de efeito vinculante foi uma das inovações trazi- das pela Reforma do Poder Judiciário pela Emenda Cons- titucional n.º 45, de 08.12.2004. De acordo com a referida reforma

(A)

o Supremo Tribunal Federal, após reiteradas decisões idênticas tomadas em recursos repetitivos sobre maté- ria de sua competência, assim como os demais tribunais superiores, poderão aprovar súmula de efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à Administração Pública de todas as esferas.

(B)

o Supremo Tribunal Federal poderá editar súmula vin- culante apenas por provocação daqueles que podem propor a ação direta de inconstitucionalidade, respei- tando-se, assim, o princípio da ação, segundo o qual a jurisdição não pode agir de ofício.

(C)

a súmula vinculante terá por objetivo a validade, a in- terpretação e a eficácia de normas determinadas, acerca das quais haja controvérsia atual entre os órgãos judi- ciários ou entre esses e a administração pública, que acarrete grave insegurança jurídica e relevante multipli- cação de processos sobre questão idêntica.

(D)

o Supremo Tribunal Federal poderá editar a súmula vin- culante mediante a aprovação de três quintos de seus membros.

(E)

a revisão ou o cancelamento da súmula vinculante poderá ser procedido de ofício pelo próprio Supremo Tribunal Federal, por provocação do Presidente da Re- pública, do Procurador Geral da República ou do Presi- dente do Superior Tribunal de Justiça.

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8

37. Em relação à ação rescisória, é correto afirmar que

(A)

é possível, no bojo da própria ação, a concessão de me- dida cautelar ou antecipação de tutela que suspenda o cumprimento da sentença ou do acórdão rescindendo, excepcionalmente e desde que presentes os pressupos- tos legais.

(B)

a suspensão do cumprimento da sentença ou acórdão rescindendo, vedada na ação rescisória, pode ser obtida incidentalmente, por via de mandado de segurança.

(C)

o seu ajuizamento não suspende o cumprimento da sen- tença ou do acórdão rescindendo, em nenhuma hipótese.

(D)

cabe ao Superior Tribunal de Justiça o processamento da ação que objetive a rescisão de acórdão proferido pelos tribunais estaduais ou pelos tribunais regionais federais.

(E)

o direito de propor ação rescisória se extingue em dois anos, contados da data da publicação da decisão rescin- denda.

38. Na ação de alimentos

(A)

o não comparecimento do autor à audiência de concilia- ção e julgamento, implica a extinção da ação sem reso- lução de mérito.

(B)

o alimentante é citado para contestar a ação em cinco dias.

(C)

cabe, contra a sentença, apelação que será recebida nos efeitos devolutivo e suspensivo.

(D)

aplica-se o princípio da irrepetibilidade sobre os ali- mentos provisórios, mas não em relação aos alimentos definitivos.

(E)

a decisão judicial que os define não transita em julgado.

39. A ação de divórcio direto

(A)

tem como requisito necessário à causa de pedir descrita na sua petição inicial a atribuição de culpa à parte con- trária.

(B)

pode ser proposta depois de decorrido um ano do trân- sito em julgado da sentença que decreta a separação ju- dicial ou do trânsito em julgado da decisão que defere a separação de corpos.

(C)

tem como obrigatória a realização de audiência de ra- tificação do pedido de divórcio quando houver filhos e ou bens a partilhar, mesmo sendo consensual a ação.

(D)

não admite cumulação com pedido de alimentos.

(E)

não pode ser proposta em caráter litigioso.

40. Contra a execução de título de crédito extrajudicial, o execu- tado poderá defender-se

(A)

oferecendo impugnação no prazo de quinze dias conta- dos da data da intimação da penhora.

(B)

opondo embargos à execução a serem oferecidos no prazo de quinze dias contados da data da juntada aos autos do mandado de citação.

(C)

oferecendo impugnação no prazo de dez dias contados da data da juntada aos autos do mandado de citação.

(D)

opondo embargos à execução a serem oferecidos no prazo de dez dias contados da data da juntada aos autos do mandado de penhora.

(E)

opondo embargos à execução a serem oferecidos no prazo de quinze dias contados da data da juntada aos autos do mandado de penhora.

Direito aDministrativo

41. O controle externo da Administração Pública Federal, a car- go do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete

(A)

apreciar as contas prestadas bienalmente pelo Presiden- te da República.

(B)

julgar as contas daqueles que deram causa a perda, ex- travio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário público.

(C)

apreciar o mérito das nomeações para o cargo de provi- mento em comissão.

(D)

fiscalizar as contas nacionais e internacionais das em- presas supranacionais de cujo capital social a União participe.

(E)

gerenciar e administrar a aplicação de recursos repassados pela União, mediante convênio, a Estado e a Município.

42. De acordo com o que estabelece o seu regime jurídico, as autarquias

(A)

regem-se pelo direito privado.

(B)

beneficiam-se de prazos processuais em dobro para contestar e em quádruplo para recorrer.

(C)

submetem-se ao sistema de precatórios para o paga- mento de suas dívidas.

(D)

podem ter seus bens penhorados em execução fiscal para garantia dos respectivos débitos dela exigidos.

(E)

estão isentas de custas processuais e dispensadas do pa- gamento de honorários de sucumbência quando venci- das em ações judiciais.

9

43. A respeito do serviço público, é correto afirmar que

(A)

compete aos municípios explorar diretamente, ou me- diante concessão, os serviços locais de gás canalizado.

(B)

serviço público é aquele exercido com exclusividade pela Administração Direta.

(C)

a permissão de serviço público prescinde de licitação.

(D)

a segurança Pública e a saúde são exemplos de serviços públicos uti singuli.

(E)

o serviço público comercial ou industrial do Estado é considerado serviço de utilidade pública.

44. Assinale a alternativa que representa uma afirmação correta sobre a concessão de serviço público.

(A)

A concessão não pode ser extinta em virtude de caso fortuito ou força maior.

(B)

A concessão do serviço público pode ser contratada por prazo indeterminado.

(C)

A Administração não pode anular a concessão.

(D)

A encampação da concessão depende de prévio paga- mento de indenização.

(E)

A encampação da concessão independe de autorização legislativa.

45. A investidura em cargo público é um ato administrativo

(A)

composto.

(B)

simples.

(C)

enunciativo.

(D)

complexo.

(E)

permissionário.

46. São requisitos necessários à formação do ato administrativo:

(A)

competência, finalidade, motivo, publicidade e forma.

(B)

competência, capacidade, motivo, publicidade e objeto.

(C)

capacidade, finalidade, publicidade, motivo e forma.

(D)

capacidade, objeto, imperatividade, executoriedade e forma.

(E)

competência, finalidade, forma, motivo e objeto.

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47. Um ato administrativo

(A)

pode ser anulado pelo Poder Judiciário ou pela própria Administração.

(B)

discricionário pode ser revogado pelo Poder Judiciário.

(C)

vinculado somente pode ser invalidado por razões de conveniência e oportunidade.

(D)

discricionário, quando revogado, deve ser invalidado, em regra, com efeitos ex tunc.

(E)

vinculado, quando anulado, deve ser invalidado, em re- gra, com efeitos ex nunc.

48. No processo administrativo disciplinar,

(A)

a peça que instaura o processo é o parecer.

(B)

a comissão processante, antes da instrução, deverá dar a decisão final sobre a punição ou não ao servidor.

(C)

se ocorrer julgamento fora do prazo, este fato não acar- retará a nulidade do processo.

(D)

se a comissão processante divergir da acusação inicial, deverá determinar o arquivamento do processo.

(E)

em razão da independência de instâncias, é vedado ao Judiciário examinar o processo para verificar, por exemplo, se a sanção imposta foi legítima ou não.

49. Não pode ser desapropriado

(A)

o subsolo.

(B)

direito personalíssimo.

(C)

bem público.

(D)

a posse legítima.

(E)

bem móvel.

50. A declaração expropriatória

(A)

não pode ser feita por decreto, somente por lei.

(B)

tem o efeito imediato de impedir a utilização do bem expropriado pelo proprietário.

(C)

transfere a propriedade do bem para o domínio do poder expropriante.

(D)

autoriza o poder expropriante a penetrar no imóvel a ser expropriado.

(E)

caduca em dez anos.

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Direito PenaL e Direito ProCessuaL PenaL

51. No que concerne à aplicação da Lei Penal, e especificamente com relação ao lugar do crime e ao tempo do crime, o Códi- go Penal adota, respectivamente,

(A)

a teoria da atividade e a teoria da ação.

(B)

a teoria da ubiquidade e a teoria da atividade.

(C)

a teoria da extraterritorialidade e o princípio in dubio pro reo.

(D)

a teoria da territorialidade, apenas, e o princípio tempus regit actum.

(E)

a teoria da atividade, com exceção das infrações perma- nentes, e a teoria da ubiquidade.

52. Qual regra o Código Penal adota para a contagem de prazo?

(A)

O dia do começo exclui-se do cômputo do prazo. Con- tam-se os anos, os meses e os dias pelo calendário co- mum.

(B)

O dia do começo inclui-se no cômputo do prazo. Con- tam-se os dias, os meses e os anos pelo calendário co- mum.

(C)

O último dia inclui-se no cômputo do prazo. Contam- se os anos pelo calendário comum, desprezando-se as frações de mês e dia.

(D)

O dia do começo não se inclui no cômputo do prazo. Contam-se os dias, os meses e os anos pelo calendário judiciário, anualmente divulgado.

(E)

O dia do começo não se inclui no cômputo do prazo. Contam-se os anos e os meses inteiros pelo calendário comum, desprezando-se as frações de mês.

53. O arrependimento posterior, possível apenas nos crimes co- metidos sem violência ou grave ameaça à pessoa, é

(A)

irrelevante à luz da Teoria do Crime.

(B)

causa que afasta a culpabilidade.

(C)

causa excludente de ilicitude.

(D)

causa de diminuição de pena.

(E)

circunstância atenuante.

54. Admite punição pela modalidade culposa o crime de

(A)

perigo de contágio de moléstia grave.

(B)

violação de domicílio.

(C)

abandono de incapaz.

(D)

lesão corporal.

(E)

aborto.

55. É qualificado o furto cometido

(A)

em detrimento de entidade de direito público ou asse- melhada.

(B)

contra menor ou qualquer pessoa vulnerável.

(C)

mediante o concurso de duas ou mais pessoas.

(D)

mediante violência ou grave ameaça.

(E)

contra ascendente ou descendente.

56. É

Lei

n.º 10.741/03,

I. abandonar o idoso em hospitais, casas de saúde, entida- des de longa permanência, ou congêneres, ou não prover suas necessidades básicas, quando obrigado por lei ou mandado; II. negar o acolhimento ou a permanência do idoso, como

abrigado, por recusa deste em outorgar procuração à en- tidade de atendimento;

III. lavrar ato notarial que envolva pessoa idosa sem discer- nimento de seus atos, sem a devida representação legal.

Completa(m) adequadamente a proposição

crime

contra

o

idoso,

nos

exatos

termos

da

(A)

todas as assertivas.

(B)

I e II, apenas.

(C)

I e III, apenas.

(D)

II e III, apenas.

(E)

I, apenas.

57. No que concerne ao tratamento que o Código de Processo Penal dá à ação penal, considere as seguintes assertivas:

I. O Ministério Público não poderá dela desistir.

II. O direito de representação poderá ser exercido por pro- curador com poderes especiais.

III. Ao ofendido, a seu representante legal ou ao Ministério Público caberá intentar ação penal privada.

É correto o que se afirma em

(A)

I, apenas.

(B)

III, apenas.

(C)

I e II, apenas.

(D)

I e III, apenas.

(E)

I, II e III.

58. A prisão preventiva

(A)

pode ser decretada uma única vez, sendo vedada nova decretação no mesmo procedimento contra o mesmo acusado.

(B)

não pode ser decretada de ofício pelo juiz.

(C)

só é admitida nos crimes dolosos punidos com reclusão.

(D)

é cabível mesmo que se verifique ter sido o ato cometi- do em estado de necessidade.

(E)

é possível em qualquer fase do inquérito policial ou da instrução criminal.

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59.

Chama-se

trabalho, e se dá à razão de um dia de pena por dias de trabalho comprovado, sendo que tal desconto é de- clarado pelo

a diminuição do tempo de pena pelo

Assinale a alternativa que traz as expressões que, respectiva e corretamente, preenchem as lacunas.

(A)

remição

três

Juiz da Execução

(B)

detração

dez

Juiz da Execução

(C)

remissão

cinco

Conselho Penitenciário

(D)

indulto

cinco

Presidente da República

(E)

progressão

três

Diretor do Presídio

60. Qual instituto previsto na Lei de Execução Penal permite que, mediante ato motivado do Juiz da Execução, e preenchi- dos outros requisitos legais, o condenado que cumpre pena em regime semiaberto possa deixar o estabelecimento prisio- nal por até 7 (sete) dias, sem qualquer vigilância direta?

(A)

Liberdade condicional.

(B)

Progressão de regime.

(C)

Indulto Presidencial.

(D)

Saída temporária.

(E)

Indulto de Natal.

Direito Do trabaLho e seguriDaDe soCiaL

61. O Conselho Curador do FGTS

(A)

é presidido pelo representante do Ministério da Previ- dência Social.

(B)

é integrado por representantes dos trabalhadores e dos empregadores, indicados pelas respectivas confedera- ções nacionais, e terão mandato de 2 (dois) anos.

(C)

reunir-se-á ordinariamente, a cada trimestre, por convo- cação de seu Presidente.

(D)

tomará suas decisões com a presença da maioria absoluta de seus membros, tendo o Presidente voto de qualidade.

(E)

tem como competência, entre outras, apreciar e aprovar os programas anuais e plurianuais do FGTS.

62. Não terá direito a férias o empregado que, no curso do pe- ríodo aquisitivo,

(A)

deixar o emprego e não for readmitido dentro de 45 (quarenta e cinco) dias subsequentes à sua saída.

(B)

permanecer em gozo de licença, com percepção de salá- rios, por mais de 15 (quinze) dias.

(C)

deixar de trabalhar, com percepção do salário, por mais de 30 (trinta) dias, em virtude de paralisação parcial ou total dos serviços da empresa.

(D)

tiver percebido da Previdência Social prestações de acidente de trabalho ou de auxílio-doença por mais de 3 (três) meses, embora descontínuos.

(E)

tiver faltado ao serviço por mais de 15 (quinze) dias.

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Nas questões de números 63 a 68, assinale a alternativa incorreta.

63. A seguridade social é financiada pelas seguintes contribui- ções sociais:

(A)

do trabalhador e dos demais segurados da previdência social.

(B)

sobre a receita de concursos de prognósticos.

(C)

do empregador, da empresa e da entidade a ela equipa- rada, incidentes sobre o lucro.

(D)

do empregador, da empresa e da entidade a ela equi- parada na forma da lei, incidentes sobre a despesa e o faturamento.

(E)

do importador de bens ou serviços do exterior, ou de quem a lei a ele equipara.

64. São princípios que regem a assistência social:

(A)

atendimento às necessidades sociais, respeitadas as exi- gências de rentabilidade econômica.

(B)

universalização dos direitos sociais, a fim de tornar o destinatário da ação assistencial alcançável pelas de- mais políticas públicas.

(C)

respeito à dignidade do cidadão, à sua autonomia e ao seu direito a benefícios e serviços de qualidade, bem como à convivência familiar e comunitária, vedando-se qualquer comprovação vexatória de necessidade.

(D)

igualdade de direitos no acesso ao atendimento, sem discriminação de qualquer natureza, garantindo-se equivalência às populações urbanas e rurais.

(E)

divulgação ampla dos benefícios, serviços, programas

e

projetos assistenciais, bem como dos recursos ofere-

cidos pelo Poder Público e dos critérios para sua con- cessão.

65. São direitos dos trabalhadores urbanos:

(A)

salário mínimo , fixado em lei, nacionalmente unifica- do, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdên- cia social, com reajustes periódicos que lhe preservem

poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim.

o

(B)

piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho.

(C)

proteção do salário na forma da lei, constituindo crime sua retenção em caso de dolo ou culpa.

(D)

salário-família pago em razão do dependente do traba- lhador de baixa renda nos termos da lei.

(E)

redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança.

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66. A previdência social será organizada sob a forma de regime geral, de caráter contributivo e de filiação obrigatória, ob- servados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial, e atenderá, nos termos da lei, a:

(A)

proteção à maternidade, especialmente à gestante, exce-

to

a doméstica.

(B)

proteção ao trabalhador em situação de desemprego in- voluntário.

(C)

cobertura dos eventos de doença, invalidez, morte e ida- de avançada.

(D)

pensão por morte do segurado, homem ou mulher, ao cônjuge ou companheiro e dependentes.

(E)

salário-família e auxílio-reclusão para os dependentes dos segurados de baixa renda.

67. Quanto à aposentadoria,

(A)

é

vedada a adoção de requisitos e critérios diferencia-

dos para a concessão aos beneficiários do regime geral de previdência social, ressalvados apenas os casos de atividades exercidas sob condições especiais que preju- diquem a saúde ou a integridade física.

(B)

benefício não terá valor mensal inferior ao salário mínimo.

o

(C)

os salários de contribuição considerados para o cálculo do benefício são todos devidamente atualizados, na for- ma da lei.

(D)

é

assegurado o reajustamento do benefício para preser-

var-lhe, em caráter permanente, o valor real, conforme

critérios definidos em lei.

(E)

é

assegurada a contagem recíproca do tempo de contri-

buição na administração pública e na atividade privada,

rural e urbana, hipótese em que os diversos regimes de previdência social se compensarão financeiramente, se- gundo critérios estabelecidos em lei.

68. No tocante à Assistência Social,

(A)

as ações são organizadas em sistema descentralizado

e

participativo, constituído pelas entidades e organi-

zações de assistência social e por um conjunto de ins- tâncias deliberativas compostas pelos diversos setores envolvidos na área.

(B)

instância coordenadora da Política Nacional é o Mi- nistério do Bem-Estar Social.

a

(C)

o

funcionamento das entidades e organizações de assistên-

cia social depende de prévia inscrição no respectivo Con- selho Municipal de Assistência Social, ou no Conselho de Assistência Social do Distrito Federal, conforme o caso.

(D)

cabe ao INSS a fiscalização das entidades e organiza- ções de assistência social.

(E)

a

inscrição da entidade no Conselho Municipal de As-

sistência Social, ou no Conselho de Assistência Social do Distrito Federal, é condição essencial para o enca- minhamento de pedido de registro e de certificado de entidade beneficente de assistência social junto ao Con- selho Nacional de Assistência Social – CNAS.

69. Com base na LOAS, a organização da Assistência Social tem, entre outras, a seguinte diretriz:

(A)

centralização político-administrativa para os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.

(B)

comando descentralizado das ações dentro de cada es- fera de governo, respeitando-se as diferenças e caracte- rísticas socioterritoriais locais.

(C)

participação da população, diretamente ou por meio de

organizações representativas, na aplicação das políticas

e

no controle das ações em todos os níveis.

(D)

primazia da responsabilidade do cidadão na condu- ção da política de assistência social em cada esfera de governo.

(E)

centralidade na família para concepção e implementa- ção dos benefícios, serviços, programas e projetos.

70. Quanto ao contrato individual de trabalho, é correto afirmar que

(A)

poderá ser suspenso, por um período de dois a cinco meses, para participação do empregado em curso ou programa de qualificação profissional oferecido pelo empregador, não podendo haver mais de uma suspensão no período de doze meses.

(B)

o

de prazo determinado que, tácita ou expressamente,

for prorrogado mais de uma vez, passará a vigorar sem determinação de prazo.

(C)

havendo concordata na falência, será facultado aos con- tratantes tornar sem efeito a rescisão, desde que o em- pregador pague, no mínimo, 1/3 (um terço) dos salários que seriam devidos ao empregado durante o interregno.

(D)

poderá ser acordado tácita ou expressamente, verbal- mente ou por escrito e por prazo determinado ou in- determinado, salvo quanto aos terceirizados em relação aos seus empregadores.

(E)

Considera-se por prazo determinado todo contrato que suceder, dentro de 6 (seis) meses, a outro contrato por prazo determinado, quando a expiração deste dependeu da execução de serviços especializados ou da realização de certos acontecimentos.

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Direito Da Criança e Do aDoLesCente

71. Com relação à proteção dispensada à criança e ao adolescen- te pela Constituição, considere os tópicos a seguir:

I. Programas de prevenção e atendimento especializado à criança e ao adolescente dependente de entorpecentes e drogas afins. II. Obediência aos princípios de brevidade, excepcionali- dade e respeito à condição peculiar de pessoa em de- senvolvimento, quando da aplicação de qualquer medida privativa da liberdade.

III. Garantia de acesso do trabalhador adolescente à escola.

Consta expressamente do texto constitucional o contido em

(A)

todas as assertivas.

(B)

II, apenas.

(C)

I e II, apenas.

(D)

I e III, apenas.

(E)

II e III, apenas.

72. No que concerne ao estado de filiação e aos direitos dele de- correntes, considere os três grupos que seguem: os filhos ha- vidos na constância do casamento; os filhos havidos fora da relação do casamento e os filhos adotados. Assinale a alterna- tiva correta, de acordo com o art. 227, § 6.º da Constituição.

(A)

Apenas o primeiro e o último terão direitos equiparados.

(B)

Todos os grupos terão os mesmos direitos e qualificações.

(C)

O primeiro grupo terá mais direitos que o segundo, e este, mais direitos que o terceiro.

(D)

Muito embora não faça distinção entre os grupos, a Constituição prevê que lei ordinária poderá fazê-la.

(E)

O último grupo tem menos direitos se comparado ao primeiro, mas direitos equivalentes ao segundo.

73. Nos termos do quanto determina o art. 10 do Estatuto da Criança e do Adolescente, os hospitais e demais estabeleci- mentos de atenção à saúde de gestantes, sejam públicos ou particulares, são obrigados a

I. fornecer declaração de nascimento em que constem ne- cessariamente as intercorrências do parto e do desenvol- vimento do neonato;

II. proceder a exames visando ao diagnóstico e terapêuti- ca de anormalidades no metabolismo do recém-nascido, bem como prestar orientação aos pais;

III. manter alojamento conjunto, possibilitando ao neonato a permanência junto aos pais, garantindo a privacidade da família em quarto separado dos demais.

É correto o que se afirma em

(A)

todas as assertivas.

(B)

II, apenas.

(C)

I e II, apenas.

(D)

I e III, apenas.

(E)

II e III, apenas.

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74. De acordo com a norma do art. 53 da Lei n.º 8.069/90, a criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercí- cio da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando- se-lhes, entre outros:

(A)

direito de contestar critérios avaliativos, podendo recor- rer às instâncias escolares superiores.

(B)

livre utilização da vestimenta que melhor lhe convier, respeitada a moral e os bons costumes.

(C)

livre acesso ao ambiente escolar, podendo nele entrar e dele sair a qualquer momento.

(D)

dispensa das disciplinas que entendam não serem úteis à sua formação.

(E)

garantia da palavra durante aulas e exposições, a qual- quer momento.

75. Nos expressos termos do art. 81 da Lei n.º 8.069/90, é proi- bida a venda a criança ou adolescente de

I. produtos cujos componentes possam causar dependên- cia física ou psíquica ainda que por utilização indevida;

II. facas, facões, canivetes, estiletes e objetos cortantes em geral;

III. bilhetes lotéricos e equivalentes.

É correto o que se afirma em

(A)

I, apenas.

(B)

III, apenas.

(C)

I e II, apenas.

(D)

I e III, apenas.

(E)

II e III, apenas.

76. Ato infracional, definido no art. 103 e seguintes da Lei

n.º

8.069/90, é a prática,

(A)

por adolescente, de ação descrita como crime na lei penal.

(B)

por criança ou adolescente, de ato que revele periculo- sidade social.

(C)

por adolescente, de ato punido na lei penal com pena privativa de liberdade.

(D)

por criança ou adolescente, de conduta descrita como crime ou contravenção penal.

(E)

por criança ou adolescente, de ato atentatório às regras sociais, notadamente a ofensa à vida, integridade física ou patrimônio alheios.

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77. Verificada a prática de ato infracional, o adolescente fica su- jeito à aplicação de medidas socioeducativas (Estatuto da Criança e do Adolescente, art. 112), entre as quais:

(A)

internação em estabelecimento educacional; limitação de fim de semana; advertência.

(B)

advertência; obrigação de reparar o dano; inserção em regime de semiliberdade.

(C)

prisão simples; prestação de serviços à comunidade; ad- vertência.

(D)

prestação de serviços à comunidade; multa; liberdade assistida.

(E)

liberdade assistida; multa; obrigação de reparar o dano.

78. Assinale a alternativa que traz características legalmente es- tabelecidas pelo art. 131 e seguintes do Estatuto da Criança e do Adolescente para o Conselho Tutelar:

(A)

a escolha de seus membros se dá pelo Juiz de Direito, sendo permitida uma recondução.

(B)

seus membros devem ter idoneidade moral e idade superior a 25 (vinte e cinco) anos.

(C)

seus membros devem residir no Município ou Muni- cípio contíguo.

(D)

o mandato de seus 5 (cinco) membros é de 4 (quatro) anos.

(E)

é órgão não jurisdicional e permanente.

79. Com relação à conduta criminosa de adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente, prevista no art. 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente, é corre- to afirmar que

(A)

a pena é de reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

(B)

tal

dispositivo

legal

foi

incluído

pela

recente

Lei

n.º 12.015/09.

 

(C)

a pena prevista é aumentada até a metade se o fato é praticado com intuito de lucro.

(D)

a pena prevista é aumentada de 1/3 (um terço) se o su- jeito ativo da infração é casado.

(E)

a pena prevista é diminuída de 1 (um) a 2/3 (dois terços) se de pequena quantidade o material a que se refere a descrição típica.

80. É infração administrativa prevista no Capítulo II do Título

VII

da Parte Especial da Lei n.º 8.069/90:

(A)

deixar a autoridade policial responsável pela apreensão de criança ou adolescente de fazer imediata comunica- ção à autoridade judiciária competente e à família do apreendido ou à pessoa por ele indicada.

(B)

privar a criança ou o adolescente de sua liberdade, pro- cedendo à sua apreensão sem estar em flagrante de ato infracional ou inexistindo ordem escrita da autoridade judiciária competente.

(C)

deixar o médico, professor ou responsável por estabe- lecimento de atenção à saúde e de ensino fundamental, pré-escola ou creche, de comunicar à autoridade com- petente os casos de que tenha conhecimento, envolven- do suspeita ou confirmação de maus-tratos contra crian- ça ou adolescente.

(D)

deixar a autoridade competente, sem justa causa, de or- denar a imediata liberação de criança ou adolescente, tão logo tenha conhecimento da ilegalidade da apreensão.

(E)

subtrair criança ou adolescente ao poder de quem o tem sob sua guarda em virtude de lei ou ordem judicial, com

o fim de colocação em lar substituto.

LegisLação

81. O SINASE – Sistema Nacional de Atendimento Socioeduca-

– é uma política pública que visa à implementação das

medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, destinando-se aos adolescentes em conflito com a lei. Assinale a única alternativa que corresponde, res- pectivamente, a um dos componentes do sistema de garantia de direitos e a um princípio do SINASE.

tivo

(A)

Sistema de seguridade social; celeridade processual.

(B)

Sistema educacional; atendimento pelo Estado, onde o serviço for encontrado.

(C)

Sistema de justiça e segurança pública; prioridade de atendimento do adolescente cumprindo medida em meio aberto.

(D)

Sistema único de saúde; gestão participativa e democrá- tica na formulação de políticas em nível municipal.

(E)

Sistema único de assistência social; responsabilidade solidária da família, da sociedade e do Estado.

82. Ação intersetorial para o desenvolvimento de três eixos cen- trais: a garantia dos direitos; o resgate da auto-estima e a reorganização dos projetos de vida – é uma diretriz do(a)

(A)

Norma Operacional Básica da Assistência Social.

(B)

Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo.

(C)

Política Nacional para Inclusão da População em Situa- ção de Rua.

(D)

Política Nacional do Idoso.

(E)

Plano Nacional de Enfrentamento ao Abuso Sexual e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

15

83. O SUAS é um sistema público não-contributivo, descentra- lizado e participativo, que tem por função

(A)

a capacitação dos operadores de direito do Estado (espe- cialmente da força policial) quanto aos direitos humanos.

(B)

assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária.

(C)

estabelecer mecanismos e instrumentos legais e opera- cionais, que assegurem às pessoas portadoras de defi- ciência o pleno exercício de seus direitos básicos que, decorrentes da Constituição e das leis, propiciam o seu bem-estar pessoal, social e econômico.

(D)

a gestão do conteúdo específico da Assistência Social no campo da proteção social brasileira.

(E)

garantir a excepcionalidade, brevidade e respeito à con- dição peculiar de pessoa em desenvolvimento no cum- primento de medidas socioeducativas.

84. A Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência norteia-se, entre outros, pelo seguinte princípio:

(A)

viabilização de formas alternativas de participação, ocupação e convívio com as demais gerações.

(B)

respeito às pessoas portadoras de deficiência, que de- vem receber igualdade de oportunidades na sociedade por reconhecimento dos direitos que lhes são assegura- dos, sem privilégios ou paternalismos.

(C)

prioridade no recebimento da restituição do Imposto de Renda.

(D)

mobilização da opinião pública no sentido da indispensá- vel participação dos diversos segmentos da sociedade.

(E)

descentralização político-administrativa com compe- tências específicas e comando único em cada esfera de governo.

85. O SINASE – Sistema Nacional de Atendimento Socioedu- cativo – é composto

(A)

de órgãos de deliberação, órgãos de gestão e execução da política, órgãos de controle e de entidades de atendimento.

(B)

pela Controladoria Geral da União; pelo Congresso Na- cional; pelo Tribunal de Contas da União, do Ministério Público e do Poder Judiciário.

(C)

pelo Colegiado Gestor Estadual, Distrital e Municipal, pela Comunidade Socioeducativa e pelo Conselho Tutelar.

(D)

por uma coordenação administrativa, uma coordenação técnica e um advogado para grupos de até quinze ado- lescentes.

(E)

pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, pelos órgãos de controle interno à Admi- nistração Municipal e pelo Conselho Tutelar.

 

PMMC0902/03-Advogado-manhã

86. É correto afirmar que os alimentos devidos ao idoso

(A)

devem ser prestados conforme as previsões da Lei n.º 10.741/2003.

(B)

constituem uma obrigação solidária, podendo o idoso optar entre os prestadores.

(C)

não podem ser objeto de transação, mesmo se celebrada perante um Promotor de Justiça ou um Defensor Público.

(D)

podem ser exigidos do Poder Público, independente- mente das condições econômicas de seus familiares.

(E)

podem ser exigidos judicialmente, sem necessidade de acompanhamento pelo representante do Ministério Público.

87. A proteção social de Assistência Social, ao ter por direção o desenvolvimento humano e social e os direitos de cidadania, tem por princípio a

(A)

proteção conforme a solicitação.

(B)

matricialidade sociofamiliar.

(C)

não fixação territorial.

(D)

integração à previdência social.

(E)

sobrevivência a riscos sociais.

88. As entidades governamentais e não-governamentais de aten- dimento ao idoso serão fiscalizadas

(A)

pelo Tribunal de Contas competente, Ministério Públi- co e qualquer pessoa que demonstrar legítimo interesse.

(B)

pela Diretoria Regional de Assistência Social, Ministé- rio Público e órgãos municipais competentes.

(C)

pelos Conselhos do Idoso, Ministério Público, Vigilân- cia Sanitária e outros previstos em lei.

(D)

pela Vigilância Sanitária, Secretaria responsável pela as- sistência e promoção social e pelos Conselhos do Idoso.

(E)

pela Diretoria Regional de Assistência Social, Vigilân- cia Sanitária, Conselhos do Idoso e qualquer órgão mu- nicipal competente.

89. A prioridade é assegurada na tramitação dos processos e procedimentos e na execução dos atos e diligências judiciais em que figure como parte ou interveniente pessoa com idade igual ou superior a

(A)

67 (sessenta e sete) anos.

(B)

65 (sessenta e cinco) anos.

(C)

63 (sessenta e três) anos.

(D)

60 (sessenta) anos.

(E)

55 (cinquenta e cinco) anos.

PMMC0902/03-Advogado-manhã

16

90. No caso de entidades filantrópicas, ou casa-lar, é facultada a cobrança de participação do idoso no custeio da entidade conforme estabelecido pelo Conselho Municipal do Idoso ou pelo Conselho Municipal da Assistência Social, sendo o valor, em relação a qualquer benefício previdenciário ou de assistência social percebido pelo idoso de, no máximo,

(A)

30% (trinta por cento).

(B)

40% (quarenta por cento).

(C)

50% (cinquenta por cento).

(D)

60% (sessenta por cento).

(E)

70% (setenta por cento).

por cento). (C) 50% (cinquenta por cento). (D) 60% (sessenta por cento). (E) 70% (setenta por
C onCurso P úbliCo 2. P rova o bjetiva A uxiliAr de A Poio A

ConCurso PúbliCo

2. Prova objetiva

AuxiliAr de APoio AdministrAtivo

INSTRUÇÕES

voCê reCebeu suA folhA de resPostAs e este CAderno Contendo 50 questões objetivAs.

PreenChA Com seu nome e número de insCrição os esPAços reservAdos nA CAPA deste CAderno.

leiA CuidAdosAmente As questões e esColhA A resPostA que voCê ConsiderA CorretA.

resPondA A todAs As questões.

AssinAle nA folhA de resPostAs, Com CAnetA de tintA Azul ou PretA, A AlternAtivA que julgAr CertA.

A durAção dA ProvA é de 3 horAs.

A sAídA do CAndidAto do Prédio será PermitidA APós trAnsCorridA A metAde do temPo de durAção dA ProvA objetivA.

Ao sAir, voCê entregArá Ao fisCAl A folhA de resPostAs e levArá este CAderno.

AguArde A ordem do fisCAl PArA Abrir este CAderno de questões.

de resPostAs e levArá este CAderno . A guArde A ordem do fisCAl PArA Abrir este
de resPostAs e levArá este CAderno . A guArde A ordem do fisCAl PArA Abrir este

25.10.2009

tarde

PMMC0902/02-AuxApoioAdm-tarde

2

Língua Portuguesa

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 17.

A cidade do Rio de Janeiro é cercada de favelas povoadas por comunidades marginalizadas que não têm acesso a serviços públicos e vivem sob permanente pânico de morrer em meio a um tiroteio entre a polícia e os traficantes ou milicianos – os verdadeiros donos do poder local. Ali, o Estado é completamente ausente. Seja por fraqueza diante dos bandidos, seja por omissão mesmo, a verdade é que não há escolas, postos de saúde, água tratada, coleta de lixo e a luz elétrica chega por longos emara- nhados de fios (os famosos gatos), por vezes desencapados e sem nenhuma proteção, que atravessam becos ao relento e en- tram nas casas através de janelas e portas, ao alcance de crianças. Ali, se a morte não vem de uma bala perdida, pode chegar por choque elétrico – e o risco piora em dias de chuva. Nada disso é desconhecido dos governantes e do País. A no- vidade é que, pela primeira vez, esse gênero de tragédia social está sendo enfrentado na sua estrutura e com resultados positi- vos. O Morro Santa Marta, no bairro de Botafogo, foi escolhido como favela piloto pelo governo estadual, por se tratar de uma comunidade relativamente pequena e por estar localizado próxi- mo à sede social da Polícia Militar. Com um plano de ação financiado pelo Programa de Aceleração do Crescimento(PAC), há pouco mais de seis meses o governo esta- dual ocupou militarmente o Santa Marta e expulsou os traficantes. Empresas de serviços públicos foram chamadas a participar da ocu- pação e construir redes de luz, gás, água e telefonia. A Light foi para lá há seis meses, investiu R$ 3 milhões e sua ação começa a apresen- tar resultados concretos: neste mês de agosto vai pôr um ponto final no gato e começará a cobrar dos moradores o consumo de energia. “ Nessas comunidades a política de repressão piora, não re- solve. O meio eficaz é promover a inserção das pessoas margi- nalizadas na economia formal. Não podemos tratá-las como la- drões de energia, porque elas não se sentem assim. Mas funciona quando ganham status e sensação de cidadania”, a vergonha da marginalidade é substituída pelo orgulho da cidadania, define o presidente da Light, José Luiz Alqueres.( ) A bem-sucedida experiência no Morro Santa Marta mostra que não há saída para melhorar a qualidade de vida dos favelados sem a ocupação por inteiro: o Estado provendo proteção poli- cial, educação, saúde e as empresas privadas levando serviços de luz, água, telefonia, coleta de lixo. É essa ação coletiva que vai permitir o salto em percepção de cidadania e vai mudar o clima de hostilidade e revolta com que a população favelada recebe a polícia – a única forma de Estado que conhecem.

(O Estado de S.Paulo, 02.08.2009.Adaptado)

01. De acordo com o texto, pode-se afirmar que, nas favelas do Rio de Janeiro,

(A)

as comunidades locais dispõem de serviços públicos, menos de luz elétrica.

(B)

os agentes da lei estão presentes para atender às neces- sidades da população.

(C)

o Estado controla o espaço, sobrepondo-se aos milicia- nos e traficantes.

(D)

a situação dos habitantes conta com o apoio da adminis- tração oficial.

(E)

a omissão do Estado não garante aos habitantes a aqui- sição dos serviços públicos.

3

02. De acordo com o texto, o Morro Santa Marta

(A)

está totalmente livre da ação dos traficantes pelos inves- timentos sociais realizados.

(B)

consegue superar problemas com a ajuda dos mili- cianos.

(C)

concentra, ultimamente, práticas sociais positivas pro- movidas pelo poder público.

(D)

frustrou os investimentos do PAC por causa da ação dos traficantes.

(E)

reúne população refratária a qualquer ação social por parte do Estado.

03. Assinale a alternativa com a correta relação entre as ideias.

(A)

Políticas públicas repressoras resultam em cidadania.

(B)

O aumento da repressão é proporcional ao orgulho da cidadania.

(C)

Se houver inserção social, haverá orgulho da cidadania.

(D)

Economia informal tem como consequência a inclusão social.

(E)

Status e cidadania decorrem da marginalização das co- munidades.

04. De acordo com o último parágrafo, a qualidade de vida do favelado depende

(A)

da conscientização de cada um quanto aos seus deveres

e

direitos.

(B)

dos movimentos populares em torno de um ideal co- mum.

(C)

do equilíbrio entre ação coletiva e iniciativa individual.

(D)

da intervenção integral do Estado e da atuação das em- presas privadas.

(E)

do compromisso do cidadão na promoção do convívio social.

05. Assinale a alternativa que interpreta corretamente, no con- texto, a frase – Não podemos tratá-las como ladrões de energia, porque elas não se sentem assim.

(A)

Como as pessoas não se sentem ladrões de energia, não

é

justo rotulá-las assim.

 

(B)

As pessoas não podem ser tachadas de ladrões, porque elas se sentem como tal.

(C)

A

percepção das pessoas sobre elas mesmas condiz com

suas atitudes reais.

 

(D)

Se as pessoas roubam energia, podem ser chamadas de ladrões de energia.

(E)

Como as pessoas roubam energia, deveriam ser tratadas como ladrões.

 

PMMC0902/02-AuxApoioAdm-tarde

06. Um título condizente com os sentidos do texto é:

(A)

Onde entra a cidadania sai a marginalidade.

 

(B)

Nas favelas, interesses individuais se sobrepõem aos coletivos.

(C)

Ação

policial

e

iniciativa

empresarial

civilizam

a

favela.

(D)

Estado e participação do cidadão da favela: uma parce- ria bem-sucedida.

(E)

Revolta do favelado revela-se injusta frente à ação poli- cial protetora.

07. Assinale a alternativa que reproduz, corretamente, os senti-

a luz elétrica chega por emaranhados de

fios, que atravessam becos e entram nas casas através de janelas e portas, ao alcance de crianças.

dos do trecho –

(A)

O emaranhado de fios que passam por portas e janelas e atravessam os becos não alcança casas nem crianças.

(B)

As crianças estão expostas ao emaranhado de fios que passam pelos becos e entram nas casas por portas e ja- nelas.

(C)

As janelas e portas das casas onde há crianças são al- cançadas pelo emaranhado de fios que atravessam be- cos sem luz elétrica.

(D)

O emaranhado de fios de iluminação não cruzam os becos, razão pela qual nem as casas nem as crianças dispõem de luz elétrica.

(E)

As crianças estão imunes ao emaranhado de fios que atravessam becos para alcançar as casas por meio de portas e janelas.

08. Assinale a alternativa que reescreve, correta e respectiva- mente, de acordo com a norma culta, as frases:

Ali, se a morte não vem de uma bala perdida, pode chegar

por choque elétrico

/A

Light foi para lá há seis meses

(A)

Ali, contanto que a morte não vem de uma bala perdida,

pode chegar por choque elétrico devem fazer seis meses

/A

Light foi para lá

(B)

Ali, se a morte não vier de uma bala perdida, chega-

ria por choque elétrico meses

/A

Light foi para lá faziam seis

(C)

Ali, desde que a morte não vem de uma bala perdida,

talvez chegará por choque elétrico fazem seis meses

/A

Light foi para lá

(D)

Ali, ainda que a morte não vem de uma bala perdida,

pode ser que chegue por choque elétrico para lá devem fazer seis meses

/A

Light foi

(E)

Ali, caso a morte não venha de uma bala perdida, é pro-

vável que chegue por choque elétrico lá faz seis meses

/A

Light foi para

PMMC0902/02-AuxApoioAdm-tarde

4

09. As palavras em destaque em – O meio eficaz é promover a inserção das pessoas marginalizadas na economia formal. – estão corretamente substituídas, quanto ao sentido, em:

(A)

O meio efusivo é promover a introdução das pessoas marginalizadas na economia ativa.

(B)

O meio funcional é promover a valorização das pessoas marginalizadas na economia preferencial.

(C)

O meio efetivo é promover a inclusão das pessoas mar- ginalizadas na economia oficializada.

(D)

O meio seguro é promover o cadastramento das pessoas marginalizadas na economia socializada.

(E)

O meio infalível é promover a interposição das pessoas marginalizadas na economia operacionalizada.

10. Assinale a alternativa cuja frase tem verbo na voz passiva.

(A)

A cidade do Rio de Janeiro é cercada de favelas povoa- das por comunidades marginalizadas

(B)

Seja por fraqueza diante dos bandidos, seja por omissão mesmo, a verdade é que não há escolas, postos de saú- de, água tratada, coleta de lixo

(C)

há pouco mais de seis meses o governo estadual ocupou militarmente e expulsou os traficantes do Santa Marta.

(D)

O meio eficaz é promover a inserção das pessoas mar- ginalizadas na economia formal.

(E)

É essa ação coletiva que vai permitir o salto em percep- ção de cidadania

11. A expressão em destaque está substituída, corretamente, de acordo com a norma culta, por um pronome pessoal, em:

(A)

fios que atravessam becos

/fios

que lhes atravessam.

(B)

O meio eficaz é promover a inserção é promovê-la.

/O

meio eficaz

(C)

É essa ação coletiva que vai permitir o salto ação coletiva que vai permitir-lhe.

essa

(D)

A Light investiu R$ 3 milhões no Morro Santa Marta./A Light investiu-los no Morro Santa Marta.

(E)

O Estado levou benfeitorias ao Morro Santa Marta./O Estado levou-nas ao Morro Santa Marta.

12. Assinale a alternativa em que há expressão de sentido figurado.

(A)

Seja por fraqueza diante dos bandidos, seja por omissão mesmo, a verdade é que não há escolas, postos de saú- de, água tratada, coleta de lixo

(B)

Com um plano de ação financiado pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), há pouco mais de seis meses o governo estadual ocupou militarmente o Santa Marta e expulsou os traficantes.

(C)

Mas funciona quando ganham status, a vergonha da

marginalidade é substituída pelo orgulho da cidadania,

define o presidente da Light, José Luiz Alqueres.(

)

(D)

O meio eficaz é promover a inserção das pessoas mar- ginalizadas na economia formal.

(E)

É essa ação coletiva que vai permitir o salto em percep- ção de cidadania e vai mudar o clima de hostilidade e revolta com que a população favelada recebe a polícia – a única forma de Estado que conhecem.

13. Assinale a alternativa correta quanto ao uso ou não da crase.

(A)

A cidadania é preferível à marginalidade/Constata-se a ausência do Estado./No mês de agosto a Light passará à fazer cobrança do consumo de energia.

(B)

A cidadania é preferível a marginalidade/Constata-se à ausência do Estado./No mês de agosto a Light passará a fazer cobrança do consumo de energia.

(C)

A cidadania é preferível a marginalidade/Constata-se a ausência do Estado./No mês de agosto a Light passará à fazer cobrança do consumo de energia.

(D)

A cidadania é preferível à marginalidade/Constata-se a ausência do Estado./No mês de agosto a Light passará a fazer cobrança do consumo de energia.

(E)

A cidadania é preferível à marginalidade/Constata-se à ausência do Estado./No mês de agosto a Light passará a fazer cobrança do consumo de energia.

14. Assinale a alternativa em que todas as barras devem ser substituídas por vírgulas.

(A)

Na favela Morro Santa Marta/felizmente/a vergonha da marginalidade/foi substituída pelo orgulho da cidadania.

(B)

Disse o engenheiro que/nessas comunidades/a repres- são piora tudo/certamente.

(C)

A Light começou a trocar/o emaranhado de fios/no Mor- ro Santa Marta/por redes blindadas à prova de gatos.

(D)

Os moradores/mantinham a luz acesa/dia e noite/afinal era tudo/grátis.

(E)

A Light forneceu lâmpadas econômicas/substituiu/ge- ladeiras velhas por novas e trocou a fiação/dentro dos barracos.

15. Assinale a alternativa em que a alteração das frases – … o go- verno estadual ocupou militarmente o Morro Santa Marta/A ação da Light proporcionou benefícios à comunidade. – apre- senta regência verbal correta.

(A)

… o governo estadual acercou-se militarmente do Mor- ro Santa Marta/A ação da Light acarretou benefícios à comunidade.

(B)

… o governo estadual acercou-se militarmente o Morro Santa Marta/A ação da Light acarretou benefícios à co- munidade.

(C)

… o governo estadual acercou-se militarmente pelo Morro Santa Marta/A ação da Light acarretou em bene- fícios à comunidade.

(D)

… o governo estadual acercou-se militarmente ao Mor- ro Santa Marta/A ação da Light acarretou aos benefícios à comunidade.

(E)

… o governo estadual acercou-se militarmente ao Mor- ro Santa Marta/A ação da Light acarretou benefícios pela comunidade.

5

16. Assinale a alternativa que completa corretamente a frase, de acordo com os sentidos do texto: A vergonha da marginali- dade será banida,

(A)

por não ter sido substituída pelo orgulho da cidadania.

(B)

desde que seja substituída pelo orgulho da cidadania.

(C)

por mais que seja substituída pelo orgulho da cidadania.

(D)

tanto quanto foi substituída pelo orgulho da cidadania.

(E)

mesmo que seja substituída pelo orgulho da cidadania.

17. Assinale a alternativa em que a preposição de tem o mesmo valor que o da frase – Os moradores deixaram a favela de medo.

(A)

Não podemos tratá-las como ladrões de energia.

(B)

A cidadania vai mudar o clima de hostilidade.

(C)

As crianças podem morrer de choque elétrico.

(D)

A cidade do Rio de Janeiro é cercada de favelas.

(E)

O risco piora em dias de chuva.

Leia o quadrinho para responder às questões de números 18 a 20.

para responder às questões de números 18 a 20 . 18. Pode-se afirmar que ( Folha

18. Pode-se afirmar que

(Folha de S.Paulo, 18.09.2008)

(A)

a ingestão de bebidas impede que o casal tenha um diá- logo produtivo.

(B)

os comentários sobre o casal são baseados em fatos comprovados.

(C)

o casal tenta empreender um diálogo, apesar da inges- tão de bebida.

(D)

as personagens emitem opiniões negativas sobre o rela- cionamento do casal.

(E)

as personagens não merecem crédito, pois têm uma aparência suspeita.

 

PMMC0902/02-AuxApoioAdm-tarde

19. Entre as orações – Quando vejo esses casais que não se di-

– observa-se uma

rigem a palavra, me dá uma angústia relação de

(A)

tempo.

(B)

causa.

(C)

finalidade.

(D)

conclusão.

(E)

proporção.

20. Assinale a alternativa correta, de acordo com o quadrinho, quanto ao sentido e à norma culta.

(A)

Não é horrível duas pessoas escolherem ficar juntas para terem o que dizerem?

(B)

Não é horrível que duas pessoas tenham tão pouco a se dizer se escolheram ficar juntas?

(C)

É horrível duas pessoas escolherem o que dizer e não escolher um pouco ficar juntas?

(D)

Duas pessoas que escolheram ficarem juntas, ainda que tenha tão pouco para dizer não é horrível?

(E)

Dizer tão pouco duas pessoas e ficar juntas tão pouco não é horrível?

matemática

21. Uma pessoa abriu uma conta corrente em um banco, na 2.ª feira, e depositou certa quantia em dinheiro. Na 3.ª feira, retirou R$ 120,00, na 4.ª feira, depositou R$ 500,00 e, na 5.ª feira, retirou R$ 250,00, ficando com um saldo positivo de R$ 380,00. A quantia depositada na abertura da conta foi de

(A)

R$ 300,00.

(B)

R$ 250,00.

(C)

R$ 200,00.

(D)

R$ 150,00.

(E)

R$ 100,00.

22. Um colégio preparou uma série de atividades recreativas para seus alunos, cada uma delas demorando 1/3 de hora. Se o tempo disponível para essas atividades é de 3,8 horas, e sabendo-se que não há sobreposição dessas atividades, então o número máximo possível de atividades será

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

7.

9.

11.

13.

15.

PMMC0902/02-AuxApoioAdm-tarde

6

23. Uma loja comprou duas caixas de enfeites para o Natal. Uma delas, com 120 unidades, tinha 10% dos enfeites quebrados

e na outra caixa, com 160 unidades, 5% dos enfeites estavam quebrados. Considerando o total de enfeites comprados, os enfeites quebrados representavam, aproximadamente,

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

7%.

9%.

11%.

13%.

15%.

24. No preparo de certo suco são usados 12 L de água para cada pacote de 1,5 kg de pó. A quantidade de pó necessária para preparar um copo de suco de 300 mL é

(A)

0,75 g.

(B)

7,5 g.

(C)

30,75 g.

(D)

37,5 g.

(E)

75 g.

25. Em uma floricultura, há menos de 65 botões de rosas e um

funcionário está encarregado de fazer ramalhetes, todos com

a mesma quantidade de botões. Ao iniciar o trabalho, esse

funcionário percebeu que se colocasse em cada ramalhete 3, 5 ou 12 botões de rosas, sempre sobrariam 2 botões. O

número de botões de rosas era

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

54.

56.

58.

60.

62.

26. José colocou R$ 500,00 em uma aplicação A, com juros sim- ples, a uma taxa de 1% ao mês, durante 8 meses. Se tivesse colocado o mesmo capital em uma aplicação B, também a juro simples, por 6 meses, teria recebido R$ 5,00 a mais de juro. A taxa mensal da aplicação B seria de

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

1,3%.

1,5%.

1,7%.

2,0%.

2,3%.

27. Maria comprou quatro canetas: uma vermelha por R$ 2,10, uma azul por R$ 3,60, uma preta por R$ 3,20 e uma verde. Considerando o total da compra, o preço médio de uma ca- neta foi de R$ 2,85, então o preço da caneta verde foi

(A)

R$ 3,00.

(B)

R$ 2,80.

(C)

R$ 2,70.

(D)

R$ 2,50.

(E)

R$ 2,20.

28. Ao arrumar caixas com a mesma quantidade de carretéis de linha em cada uma delas, a gerente da loja percebeu que se colocasse 30 carretéis em cada caixa faltariam 10 carretéis para completar a última caixa. Porém, se colocasse 25 em cada uma, sobrariam 15 carretéis. A quantidade de carretéis de linha era

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

140.

145.

150.

155.

160.

29. Sobre a mesa de reuniões de um escritório, há 243 pastas de documentos distribuídas em pilhas com o mesmo número de pastas em cada pilha. Se o número de pastas por pilha é o triplo do número de pilhas, então a quantidade de pastas de uma pilha é

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

9.

18.

27.

30.

36.

30. Em uma promoção de uma loja de móveis, todas as cadeiras estão à venda pelo mesmo preço e apenas um tipo de banqui- nho está sendo comercializado. Nessas condições, o preço de duas cadeiras mais um banquinho é R$ 340,00, e o preço de três banquinhos mais uma cadeira é R$ 270,00. Então, o preço de um banquinho mais uma cadeira é

(A)

R$ 40,00.

(B)

R$ 80,00.

(C)

R$ 120,00.

(D)

R$ 150,00.

(E)

R$ 190,00.

7

31. Um colégio possui dois pátios retangulares de mesmo perí- metro, sendo um deles com 27 m de comprimento e o outro com 15 m de comprimento. A largura de um deles, entre- tanto, é a metade da largura do outro, conforme indicam as figuras (que estão fora de escala).

conforme indicam as figuras (que estão fora de escala). O perímetro de um desses pátios é
conforme indicam as figuras (que estão fora de escala). O perímetro de um desses pátios é
conforme indicam as figuras (que estão fora de escala). O perímetro de um desses pátios é
conforme indicam as figuras (que estão fora de escala). O perímetro de um desses pátios é
conforme indicam as figuras (que estão fora de escala). O perímetro de um desses pátios é

O perímetro de um desses pátios é

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

70 m.

78 m.

65 m.

60 m.

58 m.

pátios é (A) (B) (C) (D) (E) 70 m. 78 m. 65 m. 60 m. 58

32. Uma pessoa comprou 2 frascos de sabonete líquido, de perfu- mes diferentes, um com 1 200 mL e, o outro, com 1 400 mL,

e quer colocá-los em frascos menores, todos iguais e com

a maior capacidade possível sem misturar os dois tipos de

sabonetes líquidos. O número de frascos necessários será

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

6.

7.

10.

13.

15.

33. Dois relógios sem pilhas, indicando 2:00 h e 8:00 h, res- pectivamente, têm seus mostradores registrados nas figuras, sendo que α e β indicam as medidas de um dos ângulos for- mados pelos ponteiros, em cada caso.

de um dos ângulos for- mados pelos ponteiros, em cada caso. Nessas condições, pode-se concluir que
de um dos ângulos for- mados pelos ponteiros, em cada caso. Nessas condições, pode-se concluir que

Nessas condições, pode-se concluir que

(A)

α = 4 β.

(B)

α = 3 β.

(C)

β = 4 α.

(D)

β = 3 α.

(E)

α = 2 β.

PMMC0902/02-AuxApoioAdm-tarde

34. Com 3/4 de uma garrafa de refrigerante de 2,5 L é possível encher totalmente 15 copinhos, todos com a mesma capaci- dade, sem que ocorram sobras. Então, a capacidade de cada copinho é

(A)

125 mL.

(B)

150 mL.

(C)

175 mL.

(D)

200 mL.

(E)

215 mL.

35. Um balão com propaganda está a 12 m de altura e é susten- tado por 4 fios de aço, todos de mesmo tamanho, presos ao solo em pontos cuja distância até o ponto O é de 9 m, con- forme indica a figura.

até o ponto O é de 9 m, con- forme indica a figura. O comprimento mínimo

O comprimento mínimo de fio de aço utilizado foi

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

32 m.

44 m.

48 m.

52 m.

60 m.

36. A soma das áreas de dois terrenos retangulares é 410 m 2 e suas medidas, em metros, estão indicadas nas figuras.

e suas medidas, em metros, estão indicadas nas figuras. Nessas condições, a diferença entre as áreas
e suas medidas, em metros, estão indicadas nas figuras. Nessas condições, a diferença entre as áreas
e suas medidas, em metros, estão indicadas nas figuras. Nessas condições, a diferença entre as áreas
e suas medidas, em metros, estão indicadas nas figuras. Nessas condições, a diferença entre as áreas
e suas medidas, em metros, estão indicadas nas figuras. Nessas condições, a diferença entre as áreas

Nessas condições, a diferença entre as áreas do maior e do menor terreno é

(A)

90 m 2 .

(B)

120 m 2 .

(C)

160 m 2 .

(D)

200 m 2 .

(E)

250 m 2 .

PMMC0902/02-AuxApoioAdm-tarde

8

37. Uma pessoa comprou 3 L de suco de laranja e 5 L de suco de uva. Considerando o total de litros comprados, o preço mé- dio de um litro de suco foi R$ 2,80. Se essa pessoa comprar mais dois litros de suco de maracujá, o preço médio de um litro passará a ser R$ 3,00. O preço de um litro de suco de maracujá é

(A)

R$ 4,00.

(B)

R$ 3,90.

(C)

R$ 3,80.

(D)

R$ 3,60.

(E)

R$ 3,40.

38. Um pedaço de tecido apresenta uma estampa em preto e branco conforme mostra a figura.

uma estampa em preto e branco conforme mostra a figura. Se essa mesma faixa de tecido

Se essa mesma faixa de tecido de 10 cm de altura tivesse

96 cm de comprimento, então o número de quadradinhos

pretos seria

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

72.

76.

78.

81.

84.

39. Em uma papelaria (onde todos os lápis têm o mesmo pre-

ço, o mesmo acontecendo com todas as canetas e com todas as borrachas), 1 lápis mais 2 canetas custam o mesmo que

12 borrachas, e 1 caneta custa o mesmo que 2 lápis mais

1 borracha. Então, o número de borrachas que se pode com- prar pelo mesmo preço de 1 lápis é

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

1.

2.

3.

4.

5.

40. Em uma pesquisa sobre o gênero preferido de filmes, cada entrevistado só podia escolher uma opção. A tabela mostra o resultado da pesquisa.

G

ênero

H omens (H)

m ul H eres (M)

Romance (R)

5

25

Drama (D)

5

20

Comédia (C)

10

15

Aventura (A)

25

5

Esses resultados também podem ser representados pelo gráfico

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

podem ser representados pelo gráfico (A) (B) (C) (D) (E) 9 noções de informática 41. No

9

noções de informática

41. No Sistema Operacional Windows XP, em sua configuração padrão, pode-se verificar a atual configuração da máquina, como: capacidade de memória RAM, tipo de processador e sua velocidade e versão do sistema operacional. Assinale a alternativa que mostra a opção a ser utilizada no Painel de controle.

(A)

Central de Segurança.

(B)

Contas de Usuários.

(C)

Conexões de Rede.

(D)

Sistemas.

(E)

BDE Administrador.

Observe a figura de um texto digitado no MS Word 2003, em sua configuração padrão, para resolver à questão de número 42.

padrão, para resolver à questão de número 42 . 42. No texto, foi aplicado o recurso

42. No texto, foi aplicado o recurso de formatação em duas co- lunas, após a palavra Programa, que está centralizada na pá- gina. Assinale a alternativa que viabiliza esse efeito no texto.

(A)

Formas.

(B)

Símbolo.

(C)

Caixa de Texto.

(D)

Quebra de Coluna.

(E)

Quebra de seção contínua.

PMMC0902/02-AuxApoioAdm-tarde

43. A seleção de um grupo de arquivos de uma pasta no com- putador, cujo sistema operacional é o Windows XP, em sua configuração padrão, pode ser feita de forma contínua ou alternada. Para realizar a seleção alternada, deve-se selecio- nar o primeiro arquivo, clicando nele e no próximo arquivo desejado, mantendo pressionada a tecla

(A)

TAB.

(B)

CTRL.

(C)

ALT.

(D)

SHIFT.

(E)

ESC.

44. Em um documento preparado no MS Word 2003, em sua configuração padrão, usando as opções de impressão, man-

dou-se imprimir para um arquivo. Assinale, dentre as opções,

a extensão do arquivo gerado.

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

.doc

.txt

.prn

.print

.dwg

Observe a figura de uma planilha construída no MS Excel 2003, em sua configuração padrão, para resolver às questões de núme- ros 45 e 46.

para resolver às questões de núme- ros 45 e 46 . 45. Deseja-se calcular a estimativa

45. Deseja-se calcular a estimativa de gasto de água e energia elétrica para os meses de Outubro (Out), Novembro (Nov)

e Dezembro (Dez), baseada nos gastos medidos dos últimos

quatro meses, respectivamente. Foi aplicada uma fórmula em K5 e, depois, realizada uma cópia relativa para as células K6, L5, L6, M5 e M6. Assinale a alternativa que mostra a fórmula que deve ser aplicada.

(A)

=SOMA(G5:J5)/4

(B)

=SOMA($G5:J5)/4

(C)

=SOMA(G5:$J5)/4

(D)

=SOMA($G5:$J5)/4

(E)

=SOMA($G$5:$J5)/4

PMMC0902/02-AuxApoioAdm-tarde

10

46. Na planilha, foi aplicada na coluna G a opção Congelar pai- néis com o cursor posicionado na célula M6, foi pressiona- da, três vezes, a tecla de navegação avançar para a direita. Além dos meses Jan, Fev, Mar, Abr, Mai, assinale a alterna- tiva que lista quais meses ficarão visíveis dentro da janela apresentada.

(A)

Jun, Jul, Ago, Set, Out, Nov, Dez

(B)

Jun, Ago, Set, Out, Nov, Dez

(C)

Ago, Set, Out, Nov, Dez

(D)

Set, Out, Nov, Dez

(E)

Out, Nov, Dez

47. Durante uma palestra, foi feita a apresentação utilizando o aplicativo MS PowerPoint 2003, em sua configuração pa- drão. Para que os slides sejam apresentados automaticamen- te, sem o clique do mouse, deve-se ativar no menu Apresen- tações a opção:

(A)

Botões de ação.

(B)

Transição de slides.

(C)

Personalizar apresentações.

(D)

Esquema de animação.

(E)

Exibir apresentação.

Observe a figura para responder à questão de número 48.

Para: rick@hotmail.com; maria@bol.com.br Cc: cviferraz@itelefonica.com.br Cco: paula@yahoo.com.br Convite com
Para:
rick@hotmail.com; maria@bol.com.br
Cc:
cviferraz@itelefonica.com.br
Cco:
paula@yahoo.com.br
Convite com confirmação de Leitura
Sr. Usuário,
Teste de confirmação de leitura.
[]s

48. O email com os destinatários apresentados na figura, e sen- do ativada a confirmação de leitura, foi enviado. Assinale a alternativa que indica quais os destinatários relacionados receberão o pedido de confirmação de leitura.

(A)

Para e não em CC.

(B)

Para e não em Cco.

(C)

Cc e não em Cco.

(D)

Para e Cc e não em Cco.

(E)

Para, Cc e Cco.

49. Durante a navegação na Internet, é comum o usuário se de- parar com sites que se utilizam de cookies. Pode-se afirmar que cookies são

(A)

arquivos que alguns sites criam no seu próprio servidor para armazenar as informações recolhidas sobre a visita do usuário ao site.

(B)

vírus especializados em roubar informações pessoais armazenadas na máquina do usuário.

(C)

arquivos que alguns sites criam no computador do usuá- rio para armazenar as informações recolhidas sobre a sua visita ao site.

(D)

servidores de correio eletrônico que alguns sites utili- zam para permitir uma resposta automática a determi- nadas consultas feitas pelos usuários.

(E)

sistemas de segurança utilizados por sites seguros para garantir a privacidade do usuário.

50. No Internet Explorer foi acessado o site http://www.google.com.br para realizar uma pesquisa da frase bolo de chocolate. As- sinale a alternativa que mostra o símbolo que deve ser uti- lizado no início e término da frase, de forma que restrinja a busca somente à frase desejada.

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

$

+

#

11

PMMC0902/02-AuxApoioAdm-tarde

C onCurso P úbliCo 8. P rova o bjetiva P siCólogo INSTRUÇÕES  V oCê

ConCurso PúbliCo

8. Prova objetiva

PsiCólogo

INSTRUÇÕES

VoCê reCebeu sua folha de resPostas e este Caderno Contendo 50 questões objetiVas.

PreenCha Com seu nome e número de insCrição os esPaços reserVados na CaPa deste Caderno.

leia Cuidadosamente as questões e esColha a resPosta que VoCê Considera Correta.

resPonda a todas as questões.

assinale na folha de resPostas, Com Caneta de tinta azul ou Preta, a alternatiVa que julgar Certa.

a duração da ProVa é de 3 horas.

a saída do Candidato do Prédio será Permitida aPós transCorrida a metade do temPo de duração da ProVa objetiVa.

ao sair, VoCê entregará ao fisCal a folha de resPostas e leVará este Caderno.

aguarde a ordem do fisCal Para abrir este Caderno de questões.

de resPostas e leVará este Caderno . a guarde a ordem do fisCal Para abrir este
de resPostas e leVará este Caderno . a guarde a ordem do fisCal Para abrir este

25.10.2009

manhã

PMMC0902/08-Psicólogo-manhã

2

Língua Portuguesa

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Um mundo pronto para os idosos

Se existe uma certeza quanto ao futuro, é a de que ele será mais velho. Aos poucos, o mundo ao nosso redor terá mais ido-

sos, resultado de uma taxa de fecundidade que continuará caindo

e

de uma expectativa de vida que continuará subindo. Em 2050,

o

planeta contabilizará dois bilhões de indivíduos com mais de

65 anos. Só no Brasil eles serão mais de 55 milhões. Por seu impacto, esse é um fenômeno que mudará a história do ser hu- mano para sempre. Nossas moradias serão diferentes, planejadas para abrigar com segurança e conforto a população. A medicina se empenhará para criar terapias que proporcionem boa saúde. As indústrias do turismo, do lazer e do conhecimento também criarão produtos para que a vida aos 70, 80, 100 anos permaneça divertida.

A transformação rumo a esse mundo já começou. Muitas moradias começam a ser construídas levando em consideração

o fato de que dentro delas haverá alguém com mais de 65 anos.

Banheiros com barras de apoio, rampas no lugar de escadas e portas com maçanetas fáceis de manusear são alguns dos detalhes presentes nas edificações mais modernas. Elas são a primeira mostra da chamada “arquitetura da velhice”, área emergente dedicada a pensar moradia para idosos. A busca de autonomia é o ponto mais importante dessa nova realidade, pois é preciso garantir liberdade de ação, de movimen- tos e de escolha para essa população. Afinal, quando se fala aqui de idosos é preciso tirar da mente aquela imagem arcaica do ve- lhinho de pijama, sentado no sofá em frente à TV, pois nos próxi- mos anos, a velhice perderá de vez este estigma. Esse anseio dos mais velhos pelo que a vida ainda pode apresentar de novo tem alimentado as áreas de intercâmbio cultural, caracterizado por cursos de línguas oferecidos em outros países, e de turismo, pois segundo dados do programa Viaja Mais Melhor Idade, criado pelo Ministério do Turismo, entre agosto de 2007 e outubro de 2008 foram vendidos cerca de 190 mil pacotes turísticos. Há ainda um consenso de que merecem atenção especial os chamados cuidadores, as pessoas que tomarão conta daqueles mais debilitados pela idade. Sem apoio emocional e físico para executar as tarefas, ambos, cuidador e idoso, podem adoecer. Espaços para que os cuidadores compartilhem experiências, cansaço, culpa e tristeza são fundamentais para garantir um mundo melhor a todos.

(Greice Rodrigues, Istoé, 31.12.2008. Adaptado)

01. De acordo com o texto,

(A)

a

“arquitetura da velhice” vai transformar as cidades al-

terando a estrutura viária e a fachada de vários prédios

e

casas.

(B)

Brasil ainda não está preparado para incluir devida- mente na sociedade, em 2050, 55 milhões de idosos.

o

(C)

muitos idosos se inscrevem para intercâmbio cultural em outros países, ratificando a crença de que eles não têm mais condições de aprender.

(D)

a

sociedade tem de criar espaços para acolher os idosos

debilitados, já que nem todas as famílias podem contra- tar um cuidador.

(E)

nesse novo contexto, o principal é dar independência aos mais velhos e fazer a sociedade ter outra perspectiva sobre essa fase da vida.

3

02. Para defender o ponto de vista de que − Se existe uma cer- teza quanto ao futuro, é a de que ele será mais velho. − a jornalista

(A)

complementou a reportagem com experiências de ordem pessoal.

(B)

contestou informações sobre taxa de fecundidade e de expectativa de vida.

(C)

citou a opinião de pessoas renomadas que vêm discu- tindo longevidade.

(D)

apresentou dados estatísticos mundiais e nacionais para respaldar seus argumentos.

(E)

entrevistou idosos que confirmaram desejar viver mais e melhor.

03. Em − Afinal, quando se fala aqui de idosos é preciso tirar da mente aquela imagem arcaica do velhinho de pijama, senta- do no sofá em frente à TV, pois nos próximos anos, a velhice perderá de vez este estigma. − os termos em destaque podem ser substituídos, respectivamente e sem prejuízo para o sen- tido do texto, por

(A)

antiquada e esta imagem negativa.

(B)

antiquada e esta característica efêmera.

(C)

idealizada e esta imagem negativa.

(D)

preconceituosa e esta característica efêmera.

(E)

preconceituosa e este sinal passageiro.

04. Considere o trecho:

Banheiros com barras de apoio, rampas no lugar de escadas e portas com maçanetas fáceis de manusear são alguns dos detalhes presentes nas edificações mais modernas.

As expressões em destaque

(A)

indicam as circunstâncias em que ocorre a sequência de ações verbais.

(B)

estabelecem entre os elementos mencionados uma rela- ção de oposição.

(C)

especificam os seres a que se referem, atribuindo-lhes características.

(D)

localizam os elementos citados em relação às noções de tempo e de espaço.

(E)

estabelecem relação de causa e consequência entre os elementos enumerados.

PMMC0902/08-Psicólogo-manhã

05. Assinale a alternativa em que estão presentes, correta e res- pectivamente, as relações estabelecidas pelas preposições − para, do, aos e a − em destaque nos trechos a seguir.

planejadas para abrigar com segurança e conforto a popu- lação. (1.º parágrafo)

As indústrias do turismo, do lazer e do conhecimento tam- bém criarão produtos para que a vida aos 70, 80, 100 anos permaneça divertida. (1.º parágrafo)

são fundamentais para garantir um mundo melhor a todos. (último parágrafo)

(A)

Finalidade, assunto, tempo e modo.

(B)

Finalidade, caracterização, tempo e finalidade.

(C)

Conformidade, caracterização, distância e finalidade.

(D)

Conformidade, matéria, distância e causa.

(E)

Causa, assunto, dimensão e modo.

06. A frase correta, de acordo com a norma padrão, está na alter- nativa:

(A)

Hoje, porque não pensar que a vida pode ser divertida também depois dos 70 anos?

(B)

Se houverem incentivos, a “arquitetura da velhice” po- derá transformar as edificações.

(C)

Nem os jovens e nem tampouco os mais velhos querem perder a oportunidade de viajar pelo mundo.

(D)

Faz mau ao cuidador sentir-se culpado e triste ao lidar com alguém debilitado.

(E)

Atualmente se discute porque há tanta discriminação contra os mais velhos.

07. Assinale a alternativa correta quanto às regras de concordân- cia verbal e nominal estabelecidas pela norma padrão.

(A)

Com os novos roteiros turísticos, ficaram entusiasmados as idosas e os idosos.

(B)

As futuras moradias devem ter bastante recursos para facilitar a vida dos mais velhos.

(C)

Estas instituições mantém atividades diversificadas para atender os idosos.

(D)

A assistente social com a psicóloga elaborou uma série de atividades para estimular a convivência.

(E)

Falta cinco anos para que este senhor complete 80 anos de idade.

PMMC0902/08-Psicólogo-manhã

4

Nas questões de números 08 e 09, assinale a alternativa cujas palavras preenchem, correta e respectivamente, o trecho apre- sentado.

08. Deve-se dar atenção pessoas que cuidam daqueles debilitados pela idade, pois medida que esse convívio é intenso, o cuidador também pode adoecer se ficar espera de um apoio que não vem. É importante encaminhá-lo uma instituição onde possa compartilhar seus conflitos.

(A)

as … à … à … a

(B)

as … a … à … à

(C)

às … à … a … à

(D)

às … à … à … à

(E)

às … à … à … a

09. Após o

de suas atividades da tarde, o fisio-

terapeuta pediu de sua jornada, porque

tinha um importante compromisso. Os pacientes o admiram,

e sem causar

pois ele trabalha com muita

.

(A)

comprimento … despensa … descrição … acidentes

(B)

comprimento … dispensa … discrição … incidentes

(C)

cumprimento … despensa … descrição … incidentes

(D)

cumprimento … dispensa … discrição … acidentes

(E)

cumprimento … despensa … descrição … acidentes

10. Observe a figura.

… descrição … acidentes 10. Observe a figura. (Quino, Déjenme inventar . Editorial Lumen) Considerando

(Quino, Déjenme inventar. Editorial Lumen)

Considerando que a imagem retrata a relação entre avô e neto, avalie as afirmações.

I. Essa imagem deve ser compreendida em sentido figurado. II. A exuberância de folhagens na cabeça do avô reflete o acúmulo de experiências vividas por ele.

III. É possível haver a continuidade de valores e princípios entre gerações.

IV. Fica implícita a rispidez com que o avô trata o neto.

É correto o que se afirma em

(A)

III, apenas.

(B)

I e IV, apenas.

(C)

II e IV, apenas.

(D)

I, II e III, apenas.

(E)

I, II, III e IV.

ConHeCIMentos esPeCíFICos

11. Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e di- reitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade.

Essa frase está presente na

(A)

Declaração Universal dos Direitos Humanos.

(B)

Constituição do direito Estadual.

(C)

Declaração Municipal para a juventude.

(D)

Convenção Nacional da mulher.

(E)

Federação dos tratados para o idoso.

12. O Estatuto da Criança e do Adolescente, Título I, Das Dispo- sições Preliminares, em seu art. 2.º, diz: Considera-se crian- ça, para os efeitos desta Lei, a pessoa até doze anos de idade incompletos e, adolescente, aquela entre

(A)

dez e dezoito anos de idade.

(B)

dezesseis e vinte e um anos de idade.

(C)

dezoito e vinte e um anos de idade.

(D)

doze e dezoito anos de idade.

(E)

treze e vinte e um anos de idade.

13. O Estatuto do Idoso, em seu Capítulo VI – art. 26, diz que o idoso tem direito

(A)

ao exercício de atividade profissional, respeitadas suas condições físicas, intelectuais e psíquicas.

(B)

à permanência em casa-lar, a partir de contrato de pres- tação de serviços firmado com a pessoa idosa abrigada.

(C)

a moradia digna, no seio da família natural, ou substitu- ta, desacompanhado de seus familiares, quando assim o desejar.

(D)

assegurado à gratuidade dos transportes coletivos públi- cos urbanos e semi-urbanos, exceto nos serviços seleti- vos e especiais.

(E)

a cinco por cento das vagas nos estacionamentos de acolhimento públicos e privados, os quais deverão ga- rantir a melhor comodidade ao idoso.

14. O ECA universaliza as medidas de proteção e se estrutura

a partir de três grandes sistemas de garantia: o Sistema Pri- mário, que dá conta das Políticas Públicas de Atendimento

à criança e ao adolescente, o Sistema Secundário, que trata

das Medidas de Proteção dirigidas às crianças e aos adoles- centes em situação de risco pessoal ou social e o Sistema terciário, em seu Título III, Cap. IV, que trata sobre

(A)

os processos de adoção.

(B)

a colocação em família substituta.

(C)

atendimento personalizado e em pequenos grupos.

(D)

orientação, apoio e acompanhamento temporários.

(E)

as medidas socioeducativas.

5

15. De acordo com os princípios das Regras Mínimas das Na- ções Unidas para a Administração da Justiça da Infância e da Juventude (Regras de Beijing), o jovem

(A)

que cometer qualquer ato infracional deverá ser institu- cionalizado, como garantia e proteção de sua integrida- de física.

(B)

infrator é aquele a quem se tenha imputado o cometi- mento de uma infração ou que seja considerado culpado do cometimento de uma infração.

(C)

que for considerado droga adicto deverá ser hospitali- zado e, posteriormente, institucionalizado até atingir a maioridade.

(D)

pode ser apreendido sem estar em flagrante, mesmo sem ordem escrita da autoridade judiciária, como me- dida de proteção.

(E)

deve ser protegido e, em qualquer situação que confi- gure ato infracional, deverá ser retirado do convívio da família e encaminhado para uma instituição.

16. É direito do idoso, internado ou em observação numa unidade hospitalar, receber desse órgão de saúde as condições adequa- das para a sua permanência na instituição em tempo integral, segundo o critério médico e, também, tem o direito a

(A)

receber um salário-família, que garanta a sobrevivência dos dependentes.

(B)

ter um quarto isolado, que garanta sua privacidade.

(C)

ter um acompanhante, durante o período de internação.

(D)

receber o benefício bolsa-auxílio, durante a internação hospitalar.

(E)

ter um alojamento localizado no primeiro andar da uni- dade hospitalar.

17. A Convenção de Haia, de 29 de maio de 1993, refere-se à proteção das crianças e à cooperação em matéria de

(A)

proteção à mulher.

(B)

institucionalização da criança infratora.

(C)

educação para o deficiente.

(D)

adoção internacional.

(E)

auxílio ao idoso.

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18. A proteção aos direitos da pessoa deficiente se expressa pela Lei n. o 7.853, de 24 de outubro de 1989, em sua disposição geral institui a tutela de interesses coletivos ou difusos das pessoas deficientes e, em seu art. 1.º,

(A)

estabelece normas gerais que asseguram o pleno exercí- cio dos direitos individuais e sociais das pessoas porta- doras de deficiências, e sua efetiva integração social.

(B)

proíbe obstruções, sem justa causa, ao acesso de alguém

qualquer cargo público, por motivos derivados de sua deficiência.

a

(C)

exige efetiva atenção à execução de normas que garan- tam a funcionalidade das edificações e vias públicas, que permitam o acesso às pessoas.

(D)

declara exigências para formação e qualificação de re- cursos humanos, em diversas áreas de conhecimento, para atender pessoas portadoras de deficiência.

(E)

descreve regras para formação de professores de nível médio para a Educação Especial e de técnicos especia- lizados na habilitação e reabilitação.

19. Partindo da necessidade de constituir parâmetros mais obje- tivos e procedimentos mais justos a fim de evitar a discricio- nariedade, o SINASE reafirma a diretriz do Estatuto sobre a natureza pedagógica da medida socioeducativa. Para isso, o SINASE tem como plataforma inspiradora

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

o Serviço Nacional de Assistência Socioeconômica, visando à qualidade de vida da comunidade infanto- juvenil.

os acordos internacionais em direitos humanos e, em especial, na área de direitos de crianças e adolescentes, de que o Brasil é signatário.

a Segurança Normativa e Assistencialista de Serviços de saúde e doença, compromissados com a criança.

as regras definidas para garantia do sistema de Seguran- ça Nacional de Serviços Especializados.

o Sistema Nacional de Avaliação do Ensino, como for- ma de ação na área dos direitos universais.

20. Supondo que você deva realizar uma pesquisa qualitativa em psicologia da saúde coletiva, poderá optar pelas seguin- tes modalidades:

(A)

pesquisa-ação / análise fatorial / análise de caso.

(B)

técnicas projetivas / estudo de caso / estudo experi- mental.

(C)

observação controlada / pesquisa participante / pes- quisa-ação.

(D)

história de vida / estudo de caso / questionário estruturado.

(E)

estudo de caso / pesquisa participante / história de vida.

PMMC0902/08-Psicólogo-manhã

6

21. Nos estudos sobre o desenvolvimento humano, o estágio sen- sório-motor caracteriza-se pelo fato de a criança mostrar-se

(A)

impossibilitada de colocar-se no lugar do outro, por es- tar centrada em si mesma.

(B)

acessível para aceitar a idéia do acaso, não solicitando explicações para o novo.

(C)

capaz de usar imagens mentais, estando esse processo plenamente desenvolvido.

(D)

capaz de discriminar detalhes, por apresentar percepção global.

(E)

resistente em levar-se pela aparência, sem relacionar os fatos.

22. Segundo dados do IBGE, o Brasil passou de um perfil de mortalidade típico de uma população jovem para um desenho caracterizado por enfermidades complexas e mais onerosas, próprias das faixas etárias mais avançadas. As doenças crôni- cas atingem 75,5% da população idosa e, nesse percentual,

(A)

os homens representam a maior parte.

(B)

as mulheres representam a maior parte.

(C)

a diferença entre gêneros não foi estudada.

(D)

a totalidade do percentual é de homens.

(E)

há igual valor para ambos os gêneros.

23. O psicólogo que atua em uma equipe interdisciplinar deve pos- sibilitar uma atuação mais saudável e criativa da equipe. Para desempenhar um papel de facilitador, é esperado que ele

(A)

defina com clareza as formas de comunicação e os pro- cedimentos a serem seguidos pela equipe, durante o processo de trabalho.

(B)

impeça que as animosidades existentes entre os partici- pantes sejam apresentadas objetivamente.

(C)

busque romper com os estereótipos de conduta que se mostram presentes no acontecer da equipe.

(D)

dirija as idéias da equipe para que os integrantes reali- zem suas atividades de acordo com a decisão do psicó- logo.

(E)

evite discutir com a equipe as insatisfações recorrentes que desencadeiam eventuais conflitos entre os partici- pantes.

24. O transtorno de personalidade esquizotípico apresenta mani- festações como

(A)

lentificação do pensamento.

(B)

fuga de idéias.

(C)

incapacidade de expressar sentimentos.

(D)

agressividade e crueldade.

(E)

delírio erótico.

25. De acordo com a Resolução CFP n.º 018/2002, estabelecem- se normas de atuação para os psicólogos em relação

(A)

à formalização para emissão de documentos.

(B)

ao preconceito e à discriminação racial.

(C)

ao tratamento dos transtornos mentais.

(D)

ao sigilo profissional.

(E)

à avaliação psicológica.

26. Uma modalidade especial de alteração da memória e aten- ção consiste no relato de temas fantásticos os quais, na reali- dade, nunca aconteceram. São devaneios nos quais o próprio paciente acredita. Em grande parte, resultam de uma altera- ção da fixação e de uma incapacidade para reconhecer como falsas as imagens produzidas pela fantasia.

Esse quadro é denominado

(A)

Deficiência Mental.

(B)

Aprosexia.

(C)

Distração.

(D)

Atenção aos estímulos.

(E)

Fabulações.

27. A pessoa na fase das operações formais

(A)

apresenta desenvolvimento da linguagem e os proble- mas são solucionados por meio de representações.

(B)

exibe coordenação de dois esquemas e atinge a perma- nência dos objetos.

(C)

revela novos meios para realizar pequenas combinações mentais, criando uma representação interna.

(D)

soluciona com lógica todos os tipos de problemas, pen- sa cientificamente e soluciona problemas verbais com- plexos.

(E)

atinge a noção de reversibilidade e se torna capaz de solucionar os problemas de conservação.

28. A Constituição Federal de 1988, em seu art. 196, explicita que Saúde é direito de todos e dever do Estado. Esse artigo implicou a modificação do sistema de saúde, que teve como objetivo principal

(A)

integrar à saúde, a promoção e prevenção em uma pers- pectiva igualitária.

(B)

ampliar a assistência às pessoas enfermas, a partir da educação.

(C)

evitar o adoecimento da população com idade avançada.

(D)

modificar a visão preventiva, para uma atuação assis- tencialista em saúde.

(E)

ampliar a assistência aos doentes crônicos e ampliar a equipe médica.

7

29.

A

Proteção Social Básica (PSB) com unidades públicas es-

tatais de base territorial, localizadas em áreas de maior vul- nerabilidade social, cujo serviço de proteção social básico organiza e coordena rede protetora de serviços socioassis- tenciais, é denominada

(A)

CRSA.

(B)

CMPF.

(C)

GRTS.

(D)

SASS.

(E)

CRAS.

30.

Sintomas somáticos ou cognitivos como palpitações, sudo- rese, tremores ou abalos, sensações de falta de ar ou sufo- camento, sensação de asfixia, dor ou desconforto torácico, náusea ou desconforto abdominal, tontura ou vertigem, des- realização ou despersonalização, medo de perder o controle ou de enlouquecer, medo de morrer, parestesias e calafrios ou ondas de calor descrevem

(A)

estresse agudo.

(B)

dificuldade de atenção / hiperatividade.

(C)

episódio hipomaníaco.

(D)

transtorno delirante.

(E)

transtorno de ansiedade e ataque de pânico.

31.

A

IV Conferência Nacional de Assistência Social, realizada

em dezembro de 2003, aprovou uma nova agenda política para o reordenamento da gestão das ações descentralizadas

participativas de Assistência Social no Brasil. Deliberou pela implantação do SUAS que é

e

(A)

um modelo de gestão para todo território nacional, que integra os três entes federativos, instituído pela Lei Orgânica da Assistência Social n.º 8.742, de 1993.

(B)

um sistema estadual de vigilância social para acolher, especificamente, as pessoas que se encontram em situa- ção de desemprego há mais de dois anos.

(C)

um recurso governamental para ampliar as discussões sobre os benefícios concedidos para os trabalhadores que estão em fase de aposentadoria.

(D)

um sistema de atenção à saúde mental, como forma complementar para a assitência à internação em hospi- tais conveniados pelo SUS, de acordo com a Lei n. o 545, de março de 1988.

(E)

um conjunto de medidas que visa, especificamente, ao desenvolvimento de frentes de trabalho e a inserção so- cial da pessoa deficiente.

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32. O Código de Ética Profissional do Psicólogo, em seu art. 7. o , determina que o profissional psicólogo possa intervir na pres- tação de serviços psicológicos que estejam sendo efetuados por outro profissional, na seguinte situação:

(A)

caso haja prévia comunicação sobre a paralisação dos atendimentos aos usuários ou beneficiários dos serviços.

(B)

quando se configuram conflitos decorrentes do proces- so de atendimento, entre cliente e profissional.

(C)

quando a qualidade do trabalho realizado afeta uma pessoa do seu vínculo pessoal.

(D)

em caso de extinção do serviço de Psicologia, o profis- sional poderá facilitar o acesso das pessoas, grupos ou organizações, aos resultados das pesquisas.

(E)

quando se tratar de trabalho multiprofissional, e a inter- venção fizer parte da metodologia adotada.

33. Bolsa-Família apresenta condicionalidades, como Educa- ção, que institui frequência escolar mínima de 85% para crianças e adolescentes entre 6 e 15 anos e mínima de 75% para adolescentes entre 16 e 17 anos. Em relação à Saúde, o acompanhamento do calendário vacinal, o crescimento e o desenvolvimento de crianças menores de 7 anos e

(A)

frequência mínima de 85% da carga horária relativa aos serviços socioeducativos para crianças de até 7 anos.

(B)

pré-natal das gestantes e acompanhamento das nutrizes na faixa etária de 14 a 44 anos.

(C)

capacitação profissional para crianças de até 8 anos de idade que foram retiradas do trabalho infantil.

(D)

renda mensal de um salário mínimo por membro da fa- mília (per capita), excluídos os beneficiados pela apo- sentadoria.

(E)

exercício de atividades informais pelas mulheres, como forma de sustento de seus dependentes com idades infe- riores a 18 anos.

34. Entre os princípios éticos que devem orientar a intervenção dos profissionais da área de assistência social, segundo a NOB-RH/-2006, está previsto

(A)

que a equipe de referência que compõe os Centros de Assistência seja indicada pela coordenação de cada uni- dade, para seu ingresso.

(B)

que os profissionais devem exibir competência para o adequado desenvolvimento dos programas, sendo des- necessária uma capacitação profissional continuada.

(C)

o compromisso em garantir atenção profissional dire- cionada para construção de projetos pessoais e sociais para autonomia e sustentabilidade.

(D)

que a rotatividade da equipe de profissionais ocorra uma vez por ano, como uma forma de evitar vícios no desempenho das atividades.

(E)

que o psicólogo exerça exclusivamente o atendimento psicológico clínico, na forma individual, como modo de evitar conflitos com outros profissionais.

PMMC0902/08-Psicólogo-manhã

8

35. O psicólogo que vai desenvolver um trabalho em grupo tem que ter clareza de que os grupos geralmente passam por uma sequência padronizada em sua evolução. Essa sequência se apresenta a partir de um modelo de cinco estágios de de- senvolvimento grupal. Os estágios de desenvolvimento do grupo passam pelos processos de

(A)

formação, conflito, normalização, desempenho e inter- rupção.

(B)

desenvolvimento, coesão, objetivação, reconhecimento

e

papéis.

(C)

papéis, comprometimento, solução, finalidade e liderança.

(D)

regras, liderança, insegurança, metas e desempenho.

(E)

coesão, tarefa, organização, desempenho e fechamento.

36. O antigo Programa denominado Sentinela foi uma das medi- das do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. O programa Sentinela visava proporcionar todo tipo de apoio a crianças e adolescentes

(A)

que estão em liberdade assistida, proporcionando sua reintegração social.

(B)

que estão em situação de trabalho infantil por necessi- dade de subsistência.

(C)

com baixo desempenho escolar, proporcionando acom- panhamento individual.

(D)

vítimas de exploração e abuso sexual, bem como às fa- mílias envolvidas.

(E)

com deficiência adquirida por carência alimentar, bem como para seus familiares.

37. A prática do psicólogo nas instituições de saúde demanda superar a ênfase individualista das teorias psicológicas clás- sicas e ir além, para tentar dar conta da trama social impli- cada nas ações e nos serviços que envolvem tanto o usuário como a família e os profissionais de saúde. Atuar em equipe é outro desafio no trabalho. As especificidades da instituição de saúde, que envolvem o limite de tempo, a elevada deman- da por atendimentos, a escassez de pessoal, a possibilidade de o usuário não retornar, por exemplo, por dificuldades so- cioeconômicas, exigem do psicólogo uma

(A)

postura profissional limitada às questões institucionais

do domínio do modelo biomédico que circunscreve o campo da saúde.

e

(B)

atuação que supere o limite de sua sala e se faça pre- sente nos múltiplos espaços institucionais, construindo diálogos coletivos com os outros saberes.

(C)

atuação restrita ao seu campo de conhecimento, já que as especialidades presentes na área da saúde procedem de forma subjetiva.

(D)

ação centrada no processo de diagnóstico individual, como uma forma de marcar a especificidade da profissão.

(E)

adequação às necessidades impostas pelo serviço, dimi- nuindo a fila de espera ao encaminhar o usuário para a psiquiatria.

38. A incidência de casos de autismo tem aumentado de forma sig- nificativa durante as últimas décadas. Existe certo consenso en- tre os especialistas de que o autismo é decorrente de disfunções do sistema nervoso central (SNC), que levam a uma desordem no padrão do desenvolvimento da criança. Segundo os crité- rios do DSM-IV-TR, para que a criança seja diagnosticada com transtorno autista, ela deve apresentar pelo menos seis itens da lista de doze sintomas. Entre os itens que compõem a lista está

(A)

fascinação, interesse, curiosidade ou atração pelo fogo.

(B)

atividade criminosa e expressão de raiva ou vingança.

(C)

insatisfação com a forma e tamanho do corpo.

(D)

comportamento recorrente de arrancar os cabelos.

(E)

preocupação persistente com parte de objetos.

39. A população em situação de rua pode ser definida como um grupo populacional heterogêneo, que tem em comum a po- breza, vínculos familiares quebrados ou interrompidos, vi- vência de um processo de desfiliação social pela ausência de trabalho assalariado e das proteções derivadas ou dependen- tes dessa forma de trabalho, sem moradia convencional re- gular e tendo a rua como espaço de moradia e sustento, além de outras especificidades que perpassam a população. A Po- lítica Nacional Para Inclusão da População de Rua (Brasília/ maio de 2008) envolve ações estratégicas em áreas como Educação, Saúde, Trabalho e Emprego, entre outras.

Participa das ações estratégicas na área de trabalho e em- prego

(A)

a

incorporação de projetos de geração de emprego e

renda, associativismo e capacitação profissional em

processos de planejamento das áreas centrais.

(B)

garantia de integração entre habitação e meios de sobre- vivência, tais como proximidade dos locais de trabalho.

a

(C)

a

inclusão de pessoas em situação de rua no Cadastro

Único do Governo Federal para subsidiar a elaboração

e

implementação de políticas públicas sociais.

(D)

incentivo às formas cooperadas de trabalho no âmbito de grupos populacionais em situação de rua.

o

(E)

o

treinamento de equipes para o atendimento específico

para os casos de solicitação de imóveis vazios e dispo- níveis.

40. O Centro de Referência Especializada de Assistência So- cial (CREAS), integrante do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), constitui-se numa unidade pública estatal, responsável pela oferta de atenções especializadas de apoio, orientação e acompanhamento a indivíduos e famílias em si- tuação de ameaça ou violação de direitos. Tem como serviço

(A)

o

fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários

e

o acesso ao programa Bolsa-Família.

(B)

prevenção e o enfrentamento de situações de vulnera- bilidade e risco social.

a

(C)

enfrentamento à violência, ao abuso e à exploração sexual contra crianças e adolescentes.

o

(D)

aquisição social e de materiais às famílias, com o ob- jetivo de fortalecer a autonomia.

a

(E)

as ações de atenção à vulnerabilidade social decorrente da pobreza, privação ou ausência de renda.

9

41.

A liberdade assistida é uma medida que visa acompanhar a vida social do adolescente infrator, sem retirá-lo do convívio da comunidade à qual pertence. Compreende-se que é res- ponsabilidade do psicólogo, que atua nessa área,

(A)

evitar que o processo diagnóstico se restrinja ao núcleo familiar, como co-responsável pelo ato infracional pra- ticado pelo adolescente.

(B)

identificar que o jovem acusado da prática de ato infracio- nal traz à tona, na verdade, as suas próprias patologias.

(C)

descrever os sintomas psíquicos que concorrem para a conduta indesejada e encaminhar o jovem para uma ins- tituição.

(D)

ter clareza sobre os distúrbios psiquiátricos que interfe- rem na assimilação da conduta moral.

(E)

compreender que a ação da família durante o processo socializador é responsável pelo desempenho infracional do jovem.

42.

A

negligência é configurada como uma situação de risco pesso-

al e social e se revela como um tipo de violência doméstica. A negligência pode ser física, educacional ou emocional. A negli-

gência emocional pode ser decorrente de famílias que favore- cem o desenvolvimento de estados emocionais desconfortáveis (família de alta emoção expressa). Na maior parte das vezes, o discurso dessas famílias nos dá a impressão de

(A)

ausência de laços consanguíneos entre os membros da família.

(B)

que todos são ótimos e desejam fortemente o bem-estar dos demais.

(C)

ausência da figura paterna o que, certamente, compro- mete a relação entre os membros.

(D)

falta de competência financeira, como um único fato que afeta a convivência.

(E)

falta de cultura dos pais, influenciando a ação da criança.

43.

O caráter normatizador da Psicologia do Desenvolvimento tipifica os diferentes estágios do desenvolvimento, especifi- cando cada idade da vida e acaba por definir o lugar social dos sujeitos dentro da sociedade, o que dá à Psicologia do Desenvolvimento o caráter de instituição que define regras

e prescreve comportamentos. Ao desenvolvimento humano

foi associada a ideia de que todo indivíduo passa por um processo dividido em etapas que se distinguem, sobretudo,

(A)

na formação do pensamento até atingir a fase considera- da primeira infância, como parâmetro para reprodução de comportamentos futuros.

(B)

a partir da apresentação de comportamento, atitudes e características de personalidade, previamente definidas como adequadas para o grupo social.

(C)

quanto aos aspectos motores que melhor descrevem as fases normais para o desenvolvimento da pessoa.

(D)

após seis meses de idade, por exibir marcha reflexa e ser identificada como uma criança normal em seu de- senvolvimento.

(E)

pelo acúmulo de capacidades e habilidades, que atin- gem seu apogeu na idade adulta.

 

PMMC0902/08-Psicólogo-manhã

44. As determinações que configuram o SUS estão presentes na Lei n. o 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços corresponden- tes e dá outras providências. Inclui ainda, no campo de atua- ção do Sistema Único de Saúde (SUS) a execução de ações:

de vigilância sanitária, de vigilância epidemiológica, de assis- tência terapêutica integral, inclusive farmacêutica, e de

(A)

atenção ao risco pessoal.

(B)

assistência ao abandono.

(C)

negligência e maus-tratos.

(D)

saúde do trabalhador.

(E)

proibição do trabalho infantil.

45. Trabalhar gratuitamente coloca o adolescente frente à possi- bilidade de adquirir valores sociais positivos, através da vi- vência de relações de solidariedade e entre-ajuda, presentes na ética comunitária. A medida socioeducativa que impõe ao adolescente autor de ato infracional o cumprimento obriga- tório de tarefas de caráter coletivo, visando a interesses e ao bem comum é

(A)

advertência.

(B)

obrigação de reparar o dano.

(C)

prestação de serviços à comunidade.

(D)

liberdade provisória.

(E)

regime de semiliberdade.

46. A proteção social de média complexidade compõe serviços de proteção social especial. São aqueles que oferecem aten- dimento às famílias e indivíduos com seus direitos viola- dos, mas cujos vínculos familiares e comunitários não fo- ram rompidos. Nesse sentido, requerem maior estruturação técnico-operacional e

(A)

atenção especializada e mais individualizada e/ou de acompanhamento sistemático e monitorado.

(B)

a atenção dispensada aos usuários solicita o deslocamen- to do indivíduo ou família para uma moradia provisória.

(C)

a casa lar, como um recurso temporário para o acolhi- mento do indivíduo ou da família, contribui para o pro- cesso de atenção.

(D)

atendimento integral institucional, como o abrigamento, até que seja possível a retomada da vida na comunidade.

(E)

moradias provisórias para que a ação dos técnicos se torne mais eficaz, garantindo a retomada pelo usuário da vida comunitária.

47. O trabalho, segundo a lei, excepcionalmente na condição de aprendiz, proíbe para os jovens o trabalho em condições pe- rigosas, ou insalubres, antes de completarem

(A)

catorze anos de idade.

(B)

quinze anos de idades.

(C)

dezoito anos de idade.

(D)

dezesseis anos de idade.

(E)

vinte e um anos de idade.

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10

48. As entrevistas sociais e psicológicas, previstas na legislação no caso de adoção, parecem promover inconvenientes entra- ves burocráticos. Entretanto, as entrevistas visam

(A)

atender a um desejo manifesto da adoção, identificando as características físicas dos futuros pais.

(B)

satisfazer as solicitações de busca e entrega de uma criança com as características desejadas pelos futuros pais.

(C)

reconhecer as condições do adotante em relação à estru- tura familiar e, para proteger a criança, evitar entregá-la para um pai solteiro.

(D)

eliminar os preconceitos dos futuros pais sobre cor e idade das crianças disponíveis para a adoção que, em geral, já estão com idade superior a seis anos.

(E)

aproximar as razões conscientes e as inconscientes que motivam o desejo da adoção.

49. A perda ou a suspensão do pátrio poder serão decretadas ju- dicialmente nos casos

(A)

de adoecimento psicológico da criança, em razão de ha- bitar em região precária e compor uma família numerosa.

(B)

em que a falta ou a carência de recursos materiais dos pais venham interferir no adequado desenvolvimento da criança.

(C)

de necessidade de inclusão da família em programas oficiais de auxílio, o que remete a sua incapacidade em educar a criança.

(D)

previstos na legislação civil e na hipótese de descumpri- mento injustificado dos deveres e obrigações dos pais.

(E)

em que a família apresente queixa formal sobre o abuso de álcool, por parte de um dos responsáveis pela criança.

50. O trabalho de um psicólogo, no contexto atual, deve ter como orientação primordial a identificação de demandas. Ao ser soli- citado para expor o tema sexualidade para um grupo de adoles- centes com idades entre 14 e 16 anos, será importante que esse profissional realize sua apresentação com base

(A)

nos métodos contraceptivos, considerando o risco de gravidez precoce.

(B)

nas questões que foram pré-identificadas como relevan- tes para esse grupo.

(C)

nas questões que envolvem o ato sexual na adolescência e suas decorrências.

(D)

nas orientações sobre prevenção de doenças sexual- mente transmissíveis.

(E)

nos cuidados com os aspectos da gravidez, fato comum para essa faixa etária.

11

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