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UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA E PETRÓLEO INTRODUÇÃO A ECONOMIA NA INDÚSTRIA QUÍMICA PROFESSOR ÁLVARO BRAGANÇA

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA E PETRÓLEO INTRODUÇÃO A ECONOMIA NA INDÚSTRIA QUÍMICA PROFESSOR

Trabalho de Introdução à Economia

O PRÉ-SAL Aspectos econômicos

Tiê Menezes Oliveira

Niteroi, 26 de novembro de 2013

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Descoberta, conquistas e desafios do pré-sal

Introdução

Este trabalho visa apresentar o que é a camada pré-sal, desafios que devem ser vencidos para que possamos alcançá-la e as questões burocráticas e econômicas que envolvem essa questão.

Pré-sal é o nome dado às reservas de hidrocarbonetos em rochas calcárias que se localizam abaixo de camadas de sal. É o óleo (petróleo) descoberto em camadas de 5 a 7 mil metros de profundidade abaixo do nível do mar. É uma camada de aproximadamente 800 quilômetros de extensão por 200 quilômetros de largura, que vai do litoral de Santa Catarina ao litoral do Espírito Santo.

Descoberta, conquistas e desafios do pré-sal Introdução Este trabalho visa apresentar o que é a camada

Figura 1. Localização do pré-sal [1]

No subsolo do mar, a primeira camada de rochas sedimentares, a camada mais superficial, é chamada de pós-sal, pois está acima das rochas salinas. No pós-sal estão importantes reservas petrolíferas como a Bacia de

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Campos, que representava a quase totalidade das reservas brasileiras até 2005. Abaixo desta primeira camada de rochas (pós-sal), encontra-se a camada de rochas evaporíticas, rochas salinas ou simplesmente camada de sal. Esta camada varia de algumas centenas de metros até 2km de rochas salinas. Sob a camada de rochas salinas estão as rochas “pré-sal”, em que foram identificadas as primeiras reservas gigantescas do pré-sal, os campos de Tupi, Iara e Parque das Baleias.

O termo pré-sal é uma definição geológica que delimita um perfil geológico anterior à deposição de sal mais recente no fundo marinho. Já o termo sub-sal, que também é uma definição geológica, designa o que está abaixo do sal não necessariamente sendo uma camada de rocha. A origem desse depósito está ligada à deriva dos continentes e à formação do Atlântico Sul, na separação da América do Sul e da África.

Descoberta

A primeira descoberta de reserva petrolífera ocorreu no litoral brasileiro e passou a ser conhecida simplesmente como "petróleo do pré-sal" ou "pré-sal". Essas reservas são até hoje as maiores reservas conhecidas em zonas da faixa pré-sal. Depois do anúncio da descoberta de reservas na escala de dezenas de bilhões de barris, em todo o mundo começaram processos de exploração em busca de petróleo abaixo das rochas de sal nas camadas profundas do subsolo marinho. Atualmente as principais áreas de exploração petrolífera com reservas potenciais ou prováveis já identificadas na faixa pré-sal estão no litoral do Atlântico Sul. Na porção sul-americana, a grande reserva do pré-sal no litoral encontra-se no Brasil, enquanto, no lado africano, existem áreas pré-sal em processo de exploração (em busca de petróleo) e mapeamento de reservas possíveis no Congo (Brazzaville) e no Gabão. Além do Atlântico Sul, especificamente nas áreas atlânticas da América do Sul e da África, também existem camadas de rochas pré-sal sendo mapeadas à procura de petróleo no Golfo do México e no Mar Cáspio, na zona

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marítima pertencente ao Cazaquistão. Nestes casos, foram a ousadia e o trabalho envolvendo geração de novas tecnologias de exploração, desenvolvidas pela Petrobras, que acabaram sendo copiadas ou adaptadas e vêm sendo utilizadas por multinacionais para procurar petróleo em camadas do tipo pré-sal em formações geológicas parecidas em outros locais do mundo. Algumas das multinacionais petrolíferas que estão procurando petróleo em camadas do tipo pré-sal no mundo aprenderam diretamente com a Petrobras, nos campos que exploram como sócias da Petrobras no Brasil. [8]

O poço pioneiro (Maio/2008) que confirmou a existência de hidrocarbonetos foi o 1-BRSA-532A-SPS (1-SPS-52A) que está localizado a cerca de 250 km da costa do Estado de São Paulo, em lâmina d'água de 2.139 metros, e profundidade de 6.773 metros. As análises preliminares indicavam um óleo com grau API entre 25 e 28, o que o tornaria o classificaria como óleo médio, porém leve quando comparado aos que produzíamos anteriormente.

Para atingir as camadas pré-sal, entre 5000 e 7000 metros de profundidade, a Petrobras desenvolveu novos projetos de perfuração: mais de 2000 metros de sal foram atravessados. O primeiro poço demorou mais de um ano e custou US$ 240 milhões. Hoje, a Petrobras perfura um poço equivalente em 60 dias, a um custo de US$ 60 milhões.

Aplicação

Na refinaria de petróleo, as substâncias são separadas por destilação fracionada, na destilação fracionada pela diferença de temperatura são separados os diferentes derivados do petróleo. Acompanhe abaixo um esquema do refinamento do petróleo que ocorre na torre de fracionamento utilizada para separar os diferentes derivados do petróleo:

As reservas já conhecidas e as que poderão ser descobertas dão ao petróleo uma excepcional importância que ira perdurar por todo século XXI.

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Descoberta, conquistas e desafios do pré-sal Figura 2. Frações do petróleo e suas aplicações O gáso efeito estufa . Exploração, Desafios e Questões Políticas Nos países aonde existe a exploração de petróleo, é necessário realizar um dos 4 tipos de contratos descritos abaixo nas imagens. Cada qual com suas vantagens e desvantagens. A partir desse contexto, é que surgem as 5 " id="pdf-obj-4-4" src="pdf-obj-4-4.jpg">

Figura 2. Frações do petróleo e suas aplicações [4]

O gás natural e o GLP são considerados frações leves, pois seus pontos de ebulição são mais baixos, portanto possuem moléculas menores. Nasfrações médias como a gasolina e nafta as moléculas tem tamanho intermediário e nas frações pesadas as moléculas possuem massa muito grande. Portanto podemos verificar a grande importância do petróleo na sociedade atual, mas é necessário pesquisas para encontrarmos fontes renováveis de energia, mesmo porque combustíveis fósseis são os grandes causadores da poluição atmosférica e agravantes de fenômenos como o efeito estufa.

Exploração, Desafios e Questões Políticas

Nos países aonde existe a exploração de petróleo, é necessário realizar um dos 4 tipos de contratos descritos abaixo nas imagens. Cada qual com suas vantagens e desvantagens. A partir desse contexto, é que surgem as

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discussões sobre royalties existentes no Brasil, e por isso se faz tão importante conhecer 2 dessas formas de exploração mais utilizadas no mundo :

Descoberta, conquistas e desafios do pré-sal discussões sobre royalties existentes no Brasil, e por isso se

Figura 4. Modelos de Contrato

Ca - Concessão: A empresa adquire o direito a explorar uma área mediante o pagamento, como contrapartida, de royalties e taxas ao governo. No Brasil, a transferência das concessões aos concessionários é feita por meio de leilões de blocos exploratórios, realizados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Em troca do direito à exploração das áreas arrematadas em leilões, os concessionários remuneram o Estado por meio do pagamento de bônus de assinatura, royalties que são divididos entre União, Estados e municípios e da participação especial. A figura ao lado exemplifica como é dividida a receita advinda da produção de petróleo entre o governo e o concessionário.

PSC Partilha de Produção: São adotados com mais frequência por países em desenvolvimento. Historicamente, esse tipo de contrato foi criado pelas companhias de petróleo para atuar em países de instabilidade jurídica e regulatória. A partilha de produção implica a partilha de investimentos: tanto o Estado quanto a empresa que realiza a exploração devem investir na empreitada. A empresa realiza a exploração e produção de petróleo pagando ao governo com parte do óleo produzido ou em moeda pelo direito a realizar essas atividades.”

Não há como afirmar que, entre o modelo de concessões e o de partilha da produção, um seja melhor do que o outro, ainda que as implicações resultantes de cada modelo sejam diferentes. Na questão dos ganhos auferidos pelo governo na renda petrolífera, os dois modelos de contrato proporcionam

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os mesmos resultados. Há países que adotam os dois modelos, como ocorre com a Rússia, Trinidad & Tobago e Angola. Não é de hoje que se sabe sobre as dificuldades envolvidas em qualquer processo legal no Brasil, seja por demora da justiça ou até pelos diversos interesses conflitantes das partes envolvidas. Com o pré-sal não poderia ser diferente e problemas e disputas entre particulares, governo e Petrobrás já se iniciaram logo depois da descoberta das reservas. O governo Federal propôs um projeto de lei que tinha como principal base o texto a seguir:

Sistema de partilha

O regime de concessão utilizado atualmente na exploração de petróleo será válido apenas para as áreas - chamadas de blocos - já licitados. Para o pré-sal, entrará em vigor um contrato de partilha da produção, adotado em países como Arábia Saudita, Venezuela, Irã e Iraque. Pelo acordo, estado e empresas dividirão a produção de óleo e gás, permitindo à União capturar a maior parte da riqueza gerada com a renda do petróleo. Segundo o governo, a mudança se justifica pelo fato de o pré-sal ser uma das maiores reservas petrolíferas do mundo: trata-se de uma região com alto potencial e baixo risco para os investidores.

Petrobras

A estatal será a operadora de todos os blocos a serem explorados. A União poderá contratar a Petrobras para produzir diretamente no pré-sal ou realizar licitações para escolher empresas privadas - ainda assim, caberá à Petrobras uma fatia mínima de 30% em cada bloco. Com o objetivo de aumentar a capacidade de investimento da estatal, a União vai ceder à empresa o direito de explorar até 5 bilhões de barris de óleo. Paralelamente, a estatal realizará um aumento de capital: os recursos captados no mercado serão usados para saldar a dívida com o estado brasileiro pela concessão da exploração dos barris.

Petro-Sal

A estatal a ser criada estará vinculada ao Ministério de Minas e Energia, representará a União e será responsável por autorizar as licitações relativas à exploração do pré-sal. A empresa terá poder de veto nas questões operacionais de todos os blocos. Sua estrutura contará com no máximo 130 funcionários, sendo todos contratados por concurso público - a exceção serão os cargos de diretoria.

Licitações

Será vencedora da licitação para a exploração de blocos do pré-sal a empresa que oferecer o maior porcentual da produção à União. Além disso, as petrolíferas pagarão um bônus de assinatura ao estado. A estatal Petro-Sal, por sua vez, não realizará atividades operacionais nem fará investimentos, mas terá presença nos comitês que definirão as atividades dos consórcios, com poder de veto nas decisões. A Petrobras também terá direito a participar dos processos licitatórios. Nos casos em que a Petrobras for a única produtora, caberá ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) definir o rateio da produção do bloco entre a União e a estatal”[5]

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A principal disputa se iniciou quando o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva queria uma partilha dos royalties igual para todos os estados. Porém, os governadores do Rio, Sérgio Cabral, do Espírito Santo, Paulo Hartung, e de São Paulo, José Serra, rejeitaram a proposta. Como não houve consenso, a distribuição dos royalties do pré- sal ficou para ser definida pelo Congresso Nacional. O ex-presidente fez vários discursos em que mencionou que as reservas pertencem ao "povo brasileiro" e devem ser usadas em benefício do país, como para aplicações na educação. Lula chegou a mencionar que as reservas eram uma chance divina e deveria ser usada para reparar uma dívida com os mais pobres. [6] Quanto aos beneficiados com a exploração, a questão ainda envolve outros como disse o diretor de exploração e produção da Petrobras, Guilherme Estrella, que segundo ele as mudanças no marco regulatório do petróleo não estariam levando em conta o interesse privado:

"Existem vários interesses públicos e privados envolvidos nessa questão. A Petrobras é uma empresa que tem controle governamental, mas tem acionistas privados, que têm que ser respeitados. Ao mesmo tempo, o aproveitamento dessas riquezas é questão de Estado brasileiro”[6] ·.

Entre os desafios impostos pela exploração do pré-sal está o desenvolvimento de novos materiais que suportem as condições adversas em águas ultraprofundas. A Petrobrás, por meio do Centro de Pesquisa Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), estimula o desenvolvimento de pesquisas na área em parceria com organizações como o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), de São Paulo, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e empresas como a Villares. Em outras universidades há uma série de pesquisas especialmente nas áreas de estudos da corrosão e nanotecnologia. Segundo a responsável da divisão de corrosão e degradação do Instituto Nacional de Tecnologia (INT) o qual apresenta convênio com a UFF através de inúmeros bolsistas de graduação e pós-graduação nas diversas áreas de pesquisa em matéria do Valor Econômico do dia 08 de setembro deste ano disse: "Existe um esforço para substituir e nacionalizar a tecnologia pois as ligas mais nobres são feitas no exterior. Temos várias linhas de pesquisa e uma ideia do que propor para obter financiamento e parcerias com empresas. A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) está interessada na nacionalização mas está exige contrapartida das empresas" Carlos Cunha, gerente de pesquisa e desenvolvimento em engenharia de produção do Cenpes, informa que as pesquisas da Petrobrás se deram em duas fases. A primeira envolveu o processo de seleção de materiais capazes de suportar as altas pressões e temperaturas - foram identificados o aço inox duplex e super duplex e aço cromo 13. Este último é produzido por empresas como a V&M (Mannesman). "Agora entramos na segunda fase de desenvolvimento de novos materiais. Um dos projetos, em parceria com a Villares." Cunha acrescenta que a Mannesman vai construir um Centro de P&D no Parque Tecnológico da UFRJ e há também discussões com siderúrgicas japonesas. "A ideia é desenvolver materiais alternativos ao aço duplex que, além de ser importado, é muito caro. Nossa ideia é que os novos materiais sejam mais baratos, em maior disponibilidade e produzidos no Brasil". A Petrobras está usando materiais não metálicos na parte interna dos tubos de aço e nas plataformas, o que reduz o peso e os custos de manutenção porque dispensa o uso de tintas de proteção corrosiva. Entre os fabricantes estão a Lupatech, e a Edra.

Movimentação na economia

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Rio de Janeiro - Todos os dias, mais de 180 000 barris de petróleo são extraídos de poços do pré-sal. O combustível produzido na nova fronteira, descoberta em 2007, já abastece veículos no Brasil e no exterior

Aos poucos, o pré-sal vai deixando de ser um projeto distante, localizado em algum lugar do futuro no imaginário dos brasileiros. Também vão se afastando as dúvidas sobre a viabilidade tecnológica e econômica de tirar petróleo debaixo de 3 000 metros de água e 4 000 metros de rochas.

Tudo em torno dele impressiona pela magnitude. São 270 bilhões de dólares de investimentos previstos até o fim da década. O setor de óleo e gás, que já representa 10% do produto interno bruto do país, deve passar a 20%. É, de longe, o mais pujante do país, especialmente num momento de franca desaceleração econômica.

Estima-se que 2 milhões de empregos serão criados na cadeia do petróleo até 2020 empregos que requerem todos os níveis de educação, do fundamental aos pós- doutores, acostumados a trabalhar nas fronteiras da tecnologia. A escala de produção que o Brasil pode alcançar abre uma infinidade de negócios para empresas de quase todos os tipos e tamanhos.

“A cadeia de petróleo é potencialmente a mais longa da economia. Vai do aço, usado

na construção de navios, ao arroz e feijão servidos nas plataformas, que trabalham 24

horas por dia e 365 dias por ano”, afirma Adilson Oliveira, professor do Instituto de

Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coordenador de um estudo que analisou a competitividade e a capacidade produtiva da cadeia de fornecedores do setor. “O pré-sal pode colocar o Brasil num novo patamar econômico, social, geopolítico e tecnológico.”

Remédio ou veneno?

A Petrobras representa bem o atual dilema brasileiro nesse setor. De um lado, as oportunidades de atuação da empresa parecem quase infinitas. De outro, o excesso de coisas a fazer começa a virar contra ela como reconheceu de maneira implícita o próprio plano recém-anunciado.

A Petrobras tem como meta construir, até 2020, um enorme parque produtivo. Só em plataformas marítimas, passará das atuais 45 para 94. Sua frota de petroleiros quase triplicará, para 120 navios. O desafio é enorme. Nunca no mundo uma empresa do setor construiu uma estrutura tão gigantesca em tão pouco tempo.

A tarefa já seria difícil por si só. Mas, desde 2003, o governo resolveu adotar uma política conhecida como lei de conteúdo local, que complicou o quadro. Trata-se de um conjunto de regras que obriga as petroleiras a contratar no país a maior parte de equipamentos e serviços (entre 55% e 65% do total).

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Um estudo realizado pelo Instituto de Economia da UFRJ contratado pelo próprio governo mostrou que a indústria local só tem capacidade de atender à necessidade das petroleiras em cinco das 24 categorias de equipamentos considerados críticos para a área de exploração e produção.

Após vários deslizes, fica claro que o país ainda tem uma boa lição de casa a fazer. Será preciso dosar o justo anseio de forjar uma cadeia de fornecedores para que isso não atrapalhe o cenário extremamente promissor do setor. No ano passado, a própria Petrobras foi multada por não atingir o conteúdo nacional na fase de exploração em cinco de seus 44 blocos inspecionados.

Segundo EXAME apurou, os técnicos da Agência Nacional de Petróleo já alertaram a direção da agência sobre a saraivada de multas que se anuncia. Conversas para rever as exigências de conteúdo local já começaram dentro do governo. No mundo real, parte das oportunidades já começou a se concretizar.

Bibliografia:

sal-dobra-valor-de-imoveis-na-baixada-santista [8] http://pt.wikipedia.org/wiki/Camada_pr%C3%A9-sal

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http://www.ibp.org.br/main.asp?Team=%7BF400BB19-AB8B-4DD4-97F0-

006C250A46C3%7D#Contrato de partilha da produção

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