Anda di halaman 1dari 14

FLUXO DE SEDIMENTO POR

GRAVIDADE

FLUXOS GRAVITACIONAIS
FLUXOS GRAVITACIONAIS DE SEDIMENTOS
Marc Hendrix - UMT Marc Hendrix - UMT
1 – FLUXOS DE GRÃOS
2 – FLUXO DE DETRITOS
3 – FLUXOS DE LIQUEFAÇÃO
4 – FLUXOS DE TURBIDEZ
Ocorre com deslizamento de grãos em
superfícies normalmente arenosas com
ângulo de inclinação entre 30º e 40º. Se
caracterizam pela colisão entre grãos
sem que haja redução da velocidade do
fluxo devido a fricção com o fundo.
Espessura máxima do fluxo, e
conseqüente do depósito, de alguns
centímetros apenas.

http://www.youtube.com/watch?v=Hv6LdTeALjk
FLUXOS GRAVITACIONAIS DE SEDIMENTOS
1 – FLUXOS DE GRÃOS
2 – FLUXO DE DETRITOS
3 – FLUXOS DE LIQUEFAÇÃO
4 – FLUXOS DE TURBIDEZ
Fluxo de alta viscosidade, cisalhante,
envolvendo sedimentos com tamanho
variando entre silte e matacão.
Densidade da mistura mantém os grãos
em suspensão interna (sem choque enre
grãos), de modo que du / dy = 0,
aproximando-se de fluxos laminares.
Podem se transformar em fluxos de
turbidez.
USGS
http://wwwplanning org/landslides
USGS
Início do processo
Evolução de um Fluxo de Detritos –
pode ser transformado em corrente
de turbidez
6 km
Fluxo de Detritos
http://www.youtube.com/watch?v=zpGP1uoCHr4&NR=1
FLUXOS GRAVITACIONAIS DE SEDIMENTOS
1 – FLUXOS DE GRÃOS
2 – FLUXO DE DETRITOS
3 – FLUXOS DE LIQUEFAÇÃO
4 – FLUXOS DE TURBIDEZ
Sob o efeito de ondas de choque, um
pacote de sedimento arenoso pode ficar
momentaneamente em suspensão na
sua própria água intersticial, permitindo
que ocorra um fluxo. A re-sedimentação
dos grãos expulsa água para cima e
torna o pacote sedimentar mais
compacto. O escape da água pode ser
concentrado e gerar correntes capazes
de carrear sedimentos – FLUIDIZAÇÃO
e aparecimento de vulcões de areia.
http://www.es.ucsc.edu/~es10/fieldtripEarthQ/Damage1.html
Vulcões de areia
Lagerbäck et al. 2004 -Geological Survey of Sweden
H2O
H2O
FLUXOS GRAVITACIONAIS DE SEDIMENTOS
1 – FLUXOS DE GRÃOS
2 – FLUXO DE DETRITOS
3 – FLUXOS DE LIQUEFAÇÃO
4 – FLUXOS DE TURBIDEZ
Fluxo gravitacional no qual as partículas são
mantidas em suspensão turbulenta. O fluxo
se caracteriza por apresentar 2 regiões
principais – cabeça e cauda.
Velocidade de deslocamento é proporcional à
diferença de densidade entre a nuvem de
suspensão e o fluido ambiente.
Manutenção do deslocamento prescinde
injeção de material na cabeça a partir da
cauda, de modo a compensar a mistura na
parte frontal do fluxo.
Leeder 1992
CORRENTE
DE
TURBIDEZ –
sedimentação
modelo físico
CORRENTES DE TURBIDEZ E
SEDIMENTAÇÃO
SEQUÊNCIA DE BOUMA IDEALIZADA
SEQUÊNCIA DE BOUMA
DEPÓSITO TURBIDITICO NOS ALPES
SUIÇOS
DEPÓSITOS TURBIDÍTICOS NOS
ALPES SUIÇOS
Estruturas Sedimentares
Mais na Web
Correntes de Turbidez em Canyon e Laboratorio
http://www.youtube.com/watch?v=dHDPjr8ZND4
Correntes de Turbidez em Laboratorio
http://www.youtube.com/watch?v=tfNLI2JW7mg&feature=related
AVALANCHE
http://www.youtube.com/watch?v=B0RWLxOFGLY&feature=related
Liquefação no Japão
http://www.youtube.com/watch?v=bRCM8oJ2DlY

Esta área é aterro de baía (Baia de Tóquio)
http://www.youtube.com/watch?v=rn3oAvmZY8k