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FACULDADE DE TECNOLOGIA

INTERNACIONAL

Tecnologia Em Marketing

ORALIDADE EM COMUNICAÇÃO

LETICIA GOMES TURQUETI

KASSIEINE C. RIBEIRO

Curitiba, novembro de 2009


LETICIA GOMES TURQUETI

KASSIEINE C. RIBEIRO

ORALIDADE EM COMUNICAÇÃO

Dissertação e explicações sobre oralidade em comunicação

Trabalho para Obtenção de Nota

Faculdade Tecnológica Internacional

Comunicação Empresarial

Curitiba

2009
DEDICATÓRIA
AGRADECIMENTO
EPÍGRAFE
RESUMO
INTRODUÇÃO
1 Definição de Oralidade

Oralidade é a transmissão oral dos conhecimentos armazenados na


memória humana. Antes do surgimento da escrita, todos os
conhecimentos eram transmitidos oralmente. A memória auditiva e
visual eram os únicos recursos de que dispunham as culturas orais
para o armazenamento e a transmissão do conhecimento às futuras
gerações. A inteligência estava intimamente relacionada a memória

2 Oralidade em Comunicação

O profissional moderno necessita comunicar-se cada vez mais com


outros profissionais, com seus subordinados, com a diretoria da sua
empresa, com técnicos de diversas áreas, com os seus clientes,
fornecedores, colegas, amigos e familiares.

Seja qual for o público, a apresentação de projetos, aulas ou palestras,


venda de produtos e serviços, defesa de idéias, crenças ou opiniões e
até mesmo a resolução de problemas sociais e familiares.

Com palavras difíceis, pronunciados com a voz retumbante e gesticulação


exagerada já não convence a ninguém.

Quanta mais direta e clara e concisa for a mensagem e maior naturalidade


apresentar o orador, mais eficiente será a sua comunicação.

• Necessidade – A comunicação é uma necessidade básica do ser


humano. Mesmo para alimentar-se e sobreviver e até para reconhecer-
se como pertencente ao gênero humano, o indivíduo necessita
comunicar-se com as demais pessoas.
• Mensagem – Quando o agente emissor emite uma mensagem ao
agente receptor, numa linguagem comum a ambos (escrita, falada, não
verbal ou utilizando-se de códigos e símbolos diversos).

• A comunicação é iniciada e torna-se dinâmica, pois o receptor, ao


responder, passa a atuar como emissor da nova mensagem e vice-
versa. Assim a comunicação, uma iniciada, estabelece quaisquer tipos
de relacionamentos entre duas ou mais pessoas:

Segundo o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, oratória é


conceituada como “a arte de falar em público” ...ou seja, comunicar-
se bem, com um número maior de pessoas, é conseqüência da
preparação e do conhecimento do assunto e, principalmente, da
utilização de linguagem compatível com o público ao qual se destina
a mensagem. Como qualquer outra arte, a oratória só pode ser
aprimorada pela prática constante das suas técnicas.

• A INTERNET- Não temos uma linguagem universal, e que acompanhe a


evolução tecnológica. Enquanto o ser humano não desenvolver uma
comunicação mais eficiente, os canhões continuarão a falar mais alto.

• As Organizações Humanas – nesse contexto, as empresas e


associações continuam promovendo infindáveis e improdutivas reuniões
nas quais, ao invés de se discutir o que foi feito e o que se deve fazer,
as pessoas ocupam-se em discorrer sobre tudo o que não fizeram e
porquês de não terem feito.

• As Organizações Humanas – nesse contexto, as empresas e


associações continuam promovendo infindáveis e improdutivas reuniões
nas quais, ao invés de se discutir o que foi feito e o que deve-se fazer,
as pessoas ocupam-se em discorrer sobre tudo o que não fizeram e
porquês de não terem feito.

• Nesse contexto, as empresas e associações continuam promovendo


infindáveis e improdutivas reuniões nas quais, ao invés de se discutir o
que foi feito e que deve-se fazer as pessoas.

• A falta de uma comunicação clara, no ambiente do lar, gera conflitos


físicos e psicológicos imensuráveis, diante dos quais a tendência natural
é o isolamento cada vez maior, extinguindo as raras oportunidades de
se estabelecer um diálogo saudável e construtivo.

• Poder – É possível defini-lo como a capacidade que um ser humano tem


de influenciar e convencer outras pessoas a fazerem aquilo que ele quer
que elas façam.

• Comunicação Interna: O pensamento é a primeira fonte de


comunicação. Tudo aquilo que a pessoa imagina e pensa.

• Comunicação Externa: A comunicação interna (pensamento) processa-


se de forma ininterrupta e manifesta-se exteriormente através de gestos,
expressões faciais, postura corporal, atitudes e pela tonalidade da Voz.

• Busque um lugar tranqüilo para escrever;

• Recorra à bibliografia para buscar exemplos de discursos,


apresentações.

• Veja os exemplos e use sua criatividade. Não copie; aperfeiçoe.

• Acrescente sua versão pessoal;

• Use a imaginação. Anote tudo. Deixe as idéias fluírem. Não se censure;

• Faça um esboço da palestra;

3 PREPARAÇÃO PARA ASSUNTO CENTRAL


• Sempre estruturar os quatro blocos de modo lógico. Estabeleça relações
entre os blocos. Confira unidade de raciocínio e coerência de idéias;
• 08. Construa parágrafos com um assunto de cada vez. Não misture
idéias num mesmo parágrafo, para não confundir o ouvinte;
• 09. Nunca esqueça as perguntas:
• - O que os ouvintes lucrarão com meu discurso?
• - O que pretendo que aprendam?
• - As informações são realmente úteis?

• Faça uma apresentação “voltada para a platéia”.
• Faça um discurso interessante.
• Vale mais a preferência da platéia do que as nossas;
• 10. Se necessário, busque mais conteúdo para aprofundar o discurso.
Cuidado com o tempo da apresentação; não o ultrapasse;
• 11. Cronometre a apresentação. Ensaie todas as etapas;
• 12. Corte o que for necessário. Fale pouco e fale tudo.
• 13. Melhor falar bem sobre três assuntos do que falar superficial e
corrido sobre oito.
• 14. Atenção para o tempo de preparação da palestra; Pergunte-se:
• - Quantos dias tenho?
• - Quantas horas:
• - Não diga ao iniciar seu discurso: “não tive tempo”. Quando
administramos as coisas, temos tempo.
• 15. Não faça apresentações de última hora, sem preparação. Cuidado
com sua imagem.
• 16. Não acredite na sorte, no improviso;
• 17. Treine bastante antes de se apresentar;
• 18. Se em casa não se sair, na frente da platéia se sairá pior;

Os Problemas de apresentar-se em público

Dúvias/medos: surgem em razão de nosso reflexos, tendo pr base os


fracassos. ‘Será que posso fazer?”
• Crenças limitadoras: pensamentos e sentimentos negativos que estão
no inconsciente.

• Recursos corporais: aparência, vestuário, gestos e postura

• Voz: variação vocal, emoção, boa dicção.

• Conteúdo: claro, objetivo, coerente.

• Recursos audiovisuais: saber lidar com equipamentos.

• Etiqueta: comportamentos adequados, cerimonial.

• Organização/ eficiência: tempo, horário, planejamento, preparação.


• Cultura geral: leituras freqüentes, livros, revistas.

• Marketing pessoal: projetar boa imagem pessoal.

• Psicologia: saber lidar com situações difíceis.

• Ética: moral, bons princípios.

• Didática: saber ensinar e ser criativo.

• Estude bem o assunto da apresentação, assim você se sente mais


seguro e é claro, evita falar bobagem.

• Resuma seu objetivo em uma frase. Isso vai ajudá-lo a manter o foco.

• Informe-se sobre o público: número de pessoas, sexo, faixa etária, nível


cultural e conhecimento do assunto. Nada como conhecer bem o
“inimigo”.

• Ensaie que você vai falar. De preferência em frente a um espelho em


que consiga se ver por inteiro e possa avaliar sua expressão.

• Nada de ultrapassar o tempo programado. Se a apresentação estiver


longa, reduza o conteúdo para não ter de encarar bocejos
constrangedores.

• Divida a apresentação em etapas. Para não se perder, leve um


roteiro.

• Faça um check-list dos equipamentos que vai utilizar. A falta de


um fio pode comprometer todo o trabalho.

• Para relaxar, apele para a respiração abdominal. Inspire durante


5 segundos, sentindo o ar inflar a barriga; segure a respiração por
outros 5 segundos e expire, vagarosamente, pelo mesmo tempo.
Na apresentação (sem a contagem de 5 segundos), essa técnica
ajuda você a conseguir reserva de ar para falar sem problemas.

• Você também pode relaxar esfregando as mãos.

• Apresente-se com toda calma e determinação, mesmo que você esteja


tremendo por dentro.
• Envolva as pessoas. Sorria, olhe-as nos olhos (sem encarar ninguém),
faça perguntas.

• Desvie o olhar se notar que alguém não está receptivo ao que você diz.

• Fique de olho no relógio. Divida o tempo total em quatro e confira o


tempo gasto em cada fase. Assim, fica mais fácil controlar o ritmo e
guardar alguns minutos para uma boa conclusão.

• Levante a cabeça de maneira a deixar o queixo na linha do horizonte.

• Faça gestos para acompanhar a fala. Evite deixar as mãos paradas,


suspensas no ar ou cruzadas na frente do corpo. Alguns estudos
comprovam que 55% da atenção do público é captada pela expressão
corporal. A voz corresponde a 38% e conteúdo apenas 7%.

• Deixe fluir a emoção em sua voz. Mas fale com clareza e evite acelerar
ou reduzir demais a velocidade da voz.

• Se estiver de paletó use-o fechado, deixando apenas o botão de debaixo


aberto.

• Colocar uma das mãos no bolso é até tolerável.

• Nem pense em cruzar os braços.

• Seja coerente. A platéia pode aceitar uma idéia adversa, mas não vai
tolerar um discurso sem lógica.

• Evite gírias.

• Prefira microfone de paleta. Com as mãos livres, a expressão corporal


fica bem melhor.

• Seja claro e simpático, respeite sua platéia.

• Guarde as perguntas para o final. Se alguém o interromper com uma


dúvida, comente que a questão é interessante no final da apresentação.

• Confie no seu taco e limite-se a levar um simples roteiro com os tópicos


da apresentação.
• Não peça para distribuir material enquanto estiver falando. Tira
completamente a concentração das pessoas e a sua também.

• Fique com as mãos livres. Não segure nada, nem pincel atômico, giz,
folha de papel ou caneta.

• Finalize com expressões com “por fim”, “finalizando” ou “concluindo”. Em


cerca de um minuto faça um resumo do que falou e, de preferência,
inclua a platéia na história. Desafie o público. “Convido vocês a pensar
sobre esse assunto e, mais ainda, a fazer sua parte para que o
problema seja resolvido.

• Ao terminar, fique na sala e atenda quem lhe procurar.

• Aproveite para fazer o seu networking. Troque cartões e faça breves


anotações.

• Convide o próximo palestrante para o palco, quando terminar sua


apresentação. Espere-o subir, cumprimente-o com um aperto de mão e
volte para seu lugar.

• Depois de ocupar seu espaço no palco, cumprimente as pessoas.


Apresente-se, conte qual será o teor da palestra, quanto tempo você vai
falar e quantos minutos dedicará às perguntas.
• Não peça desculpas, principalmente se for causa de seu nervosismo.
Você vai piorar a situação.
• Caso erre alguma palavra, corrija-se imediatamente e continue. Não há
necessidade de se desculpar pelo engano.
• Evite improvisos. Inicie a apresentação da forma como foi planejada. A
não ser que você tenha muita experiência para essa ousadia.
• Agradeça a atenção, seja simpático e mostre-se disponível. É essa a
impressão que as pessoas vão levar de você.
• Aprenda a dizer não. É comum alguém solicitar o material apresentado
durante a palestra. Se não for possível atender o pedido, responda
“não”educadamente e explica a razão.
• Procure aprender com seus erros e acertos. Use os comentários e
críticas para melhorar sua performance.