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Universidade Anhanguera Uniderp Centro de Educação a Distância Curso:Administração CONTABILIDADE INTERMEDIARIA Autores Tutor Presencial: Disciplina: Contabilidade

Universidade Anhanguera Uniderp Centro de Educação a Distância Curso:Administração

CONTABILIDADE INTERMEDIARIA

Autores

Tutor Presencial:

Disciplina: Contabilidade Geral Professor EAD:

Aluno:

Alessandra

RA:

Aluno:

RA:

Aluno:

RA:

Aluno:

RA:

Aluno:

RA:

Pólo Presencial Valparaiso - SP 4º Série /Ano 2014

Universidade Anhanguera Uniderp Centro de Educação a Distância Curso:Administração 4º SÈRIE CONTABILIDADE INTERMEDIARIA . Atividade Pratica

Universidade Anhanguera Uniderp Centro de Educação a Distância Curso:Administração 4º SÈRIE

CONTABILIDADE INTERMEDIARIA

.

Atividade Pratica Supervisionada apresentada ao Curso de Administração do Centro de Educação a Distância- CEAD da Universidade Anhanguera UNIDERP como requisito obrigatório para cumprimento da disciplina de

Contabilidade Intermediaria.

Pólo Presencial Valparaiso - SP 4º Série /Ano 2014

2

SUMÁRIO INTRODUÇÃO................................................................................................. ETAPA 1 04 PASSO 1- Reorganização das contas 05 PASSO 2 – Classificação dos

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO................................................................................................. ETAPA 1

04

PASSO 1- Reorganização das contas

05

PASSO 2 Classificação dos

08

PASSO 3 Valor do Patrimônio Líquido...............................................................09

PASSO 4- Empresa pesquisada Gerdau S.A ETAPA 2

...........................................................

09

PASSO 1- Estrutura do Balanço

Patrimonial...............................................................

10

PASSO 2 Valor do Capital

Social.......................................................................

12

PASSO 3 - Verificação do Balanço Patrimonial da Gerdau

12

PASSO 4- Resenha sobre

13

ETAPA 3

PASSO 1- Contas que NÃO SÃO de

14

PASSO 2- Custo das Mercadorias Vendidas

15

PASSO 3- Demonstração do Resultado do ETAPA 4

16

PASSO 1 - Plano de

Contas...................................................................................

18

PASSO 2- Balancete de verificação e apuração do resultado do exercício ( ARE ).....20

CONCLUSÃO.....................................................................................................

22

REFERÊNCIAS

BIBLIOGRAFICAS......................................................................

23

3

INTRODUÇÃO O presente trabalho tem como objetivo a elaboração do Balanço Patrimonial e da Demonstração do

INTRODUÇÃO

O presente trabalho tem como objetivo a elaboração do Balanço Patrimonial e da Demonstração do Resultado do Exercício da empresa fictícia Inovação & Desafio Com. Ltda. Buscando ao final termos a competência de estruturar as contas do balanço patrimonial de uma empresa assim como identificar as contas que compõem este demonstrativo para melhor compreender as legislações vigentes.

4

ETAPA 1

1.1 Balancete de Verificação

ETAPA 1 1.1 Balancete de Verificação O balancete de verificação é um demonstrativo contábil que agrupa

O balancete de verificação é um demonstrativo contábil que agrupa todas as contas em movimento na empresa e seus respectivos saldos (saldos de débito/saldos devedores e saldos de crédito/saldos credores) através dele é possível chegar a diversos resultados importante num dado período de tempo, bem como elaborar outros demonstrativos contábeis importantes, como por exemplo, Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) e Balanço Patrimonial (BP). No balancete o saldo de cada conta é representado de acordo com sua natureza (devedora ou credora), e não apenas de acordo com o grupo a que pertence. Para elaborar um balancete, cada Conta será transferida do razonete para ele, com seu respectivo saldo. Se a conta no razonete apontar saldo final devedor (lado esquerdo), este saldo será

transportado para a coluna do saldo devedor do balancete se apresentar saldo final credor (lado direito), este será transportado para a coluna do saldo credor do balancete. Contudo a soma dos saldos devedores deve ser igual à soma dos saldos credores pois, se existir desigualdade, é sinal de que há erros na Contabilidade da empresa.

1.2 Elaborar o balancete de verificação da Companhia Beta.

Razonete da Companhia Beta

Receita de serviços

477000

477000

Despesas com depreciação

37500

37500

Despesas com Impostos

52500

52500

Despesas com vendas

27000

27000

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Despesas com Salários

Despesas com Salários 189000 189000 Tabela 1 – Companhia Beta Balancete de Verificação Contas Movimento Devedor

189000

189000

 
 

Tabela 1 Companhia Beta

 
 

Balancete de Verificação

Contas

Movimento

 

Devedor

Credor

Receita de Serviços

   

477.000,00

Duplicatas Descontadas (Curto Prazo)

 

57.000,00

Fornecedores (Curto Prazo)

   

90.000,00

Duplicatas a Receber (Curto Prazo)

 

180.000,00

 

Veículos

45.000,00

 

Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa

 

33.000,00

Despesas com Vendas

 

27.000,00

 

Duplicatas a Pagar (Curto Prazo)

   

54.000,00

Empréstimos (Longo Prazo)

   

45.000,00

Reserva de Lucros 60.000

   

60.000,00

Despesas de Depreciação

 

37.500,00

 

Despesas com Salários

 

189.000,00

 

Despesas com Impostos

 

52.500,00

 

Capital Social

 

294.000,00

Dividendos a Pagar (Curto Prazo)

   

6.000,00

Móveis e Utensílios

 

285.000,00

 

Equipamentos

270.000,00

 

Disponível

30.000,00

 

Total

1.116.000,00

1.116.000,00

Fonte: Autores da ATPS

1.3 - Lucro da Companhia Beta, antes do Imposto de Renda e da contribuição social sobre o lucro.

A apuração do Resultado do Exercício tem como finalidade encerrar as contas de resultado (receitas e despesas) e apurar o resultado (lucro ou prejuízo) obtido pela empresa no período.

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Tabela 2 – Apuração do Resultado do Exercício Companhia Beta Apuração do Resultado do Exercício Contas

Tabela 2 Apuração do Resultado do Exercício Companhia Beta

Apuração do Resultado do Exercício

 

Contas

Movimento

 

Devedor

Credor

Receita de Serviços

 

477.000,00

Despesas com Vendas

27.000,00

 

Despesas de Depreciação

37.500,00

 

Despesas com Salários

189.000,00

 

Despesas com Impostos

52.500,00

 

Total

306.000,00

477.000,00

Lucro Antes dos Impostos

 

171.000,00

1.4-Total do Ativo Circulante em 31/12/2010.

O Ativo Circulante é o grupo de contas contábil que registra as disponibilidades (caixa, bancos conta movimento e aplicações financeiras), os título negociáveis (como duplicatas a receber), os estoques e outros créditos de realização a curto prazo (que ocorrerá no exercício seguinte 12 meses), como adiantamento a fornecedores e empregados. Na companhia em que o ciclo operacional tiver duração maior que o exercício social, a classificação no circulante ou longo prazo terá por base o prazo desse ciclo. As aplicações financeiras (como CDB) e os créditos que vencerem além do exercício social subsequente são classificáveis no Ativo Não Circulante.

Ativo Circulante

Duplicatas Descontadas (Curto Prazo)

57.000,00

Duplicatas a Receber (Curto Prazo)

180.000,00

Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa

33.000,00

Disponível

30.000,00

Total

210.000,00

7

ETAPA 2

ETAPA 2 2. 1-Resolução CFC N.º 1.282/10, de 28/05/2010 A Resolução CFC nº 750, de 29

2. 1-Resolução CFC N.º 1.282/10, de 28/05/2010

A Resolução CFC nº 750, de 29 de dezembro de 1993, em sua redação original

adotava a denominação “Princípios Fundamentais de Contabilidade”. No entanto, com a

edição da Resolução CFC nº 1.282, de 28 de maio de 2010, esse título foi trocada por

“Princípios de Contabilidade”, expressão que, segundo o Conselho Federal de Contabilidade, é “suficiente para o perfeito entendimento dos usuários das demonstrações contábeis e dos profissionais da Contabilidade”.

Em sua nova redação à Resolução CFC nº 750/93, deixou de constar o princípio da

atualização monetária, revogado pela Resolução CFC nº 1.282/10. Contudo a atualização monetária não foi revogada pela resolução citada, apenas passou a ser tratada, dentro do princípio do registro pelo valor original, como uma das espécies das variações do custo histórico. A atualização monetária perdeu o status de princípio, mas permanece a ter aplicação como elemento das bases de mensuração dos componentes patrimoniais.

2.2- Regime de Competência e Regime de Caixa

O Regime de Competência considera o registro do documento na data do fato gerador (ou seja, na data do documento, não importando quando vou pagar ou receber), podendo este evento ser uma entrada (venda) ou uma saída (despesas e custos). Ou seja, as Receitas ou Despesas têm os valores contabilizados na data da realização do serviço, compra do material, da venda, do desconto, não importando para a Contabilidade quando vou pagar ou receber, mas sim quando foi realizado o ato. A contabilidade utiliza este regime para realizar a medição dos resultados de uma empresa, pois ele além de considerar as vendas efetuadas e as despesas realizadas, também considera a depreciação, que no Regime de Caixa não é considerada. No entanto, o Regime de Caixa também é muito importante, Pois é por meio dele que são confeccionados os demonstrativos financeiros da empresa, como por exemplo, o

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Demonstrativo de Fluxo de Caixa (DFC), outro dos três demonstrativos essenciais para gestão. Porém no Regime

Demonstrativo de Fluxo de Caixa (DFC), outro dos três demonstrativos essenciais para gestão. Porém no Regime de Caixa é considerado o registro dos documentos na data que foram pagos ou recebidos, como se fosse uma conta bancária.

Sobra de dinheiro em caixa não é sinônimo da obtenção de lucro. Muitas vezes a companhia pode ter um grande volume de vendas, e produtos com boas margens, apresentando lucro no DRE. Porém pode ter seus processos de pagamentos e recebimentos mal dimensionados, ficando assim sem disponibilidade de dinheiro em caixa, e isso é obtido exatamente pela leitura do DFC. Outro casos que podemos citar são como no caso de venda a vista de itens comprados a prazo, venda de itens disponíveis em estoque e que já tenham sido pagos em períodos anteriores,recebimentos em datas inferiores aos pagamentos (quando o prazo para pagamento da compra é superior ao do recebimento das vendas) ,entrada de dinheiro originada em outras fontes que não seja a venda (venda de um bem imobilizado, empréstimos, etc ) ..

1.3-Contabilização a operação de acordo como regime de competência.

A companhia Beta contratou, em 01/08/2010, um seguro contra incêndio para sua

fábrica, com prazo de cobertura de três anos e vigência imediata. O prêmio foi de R$ 27.000,00, pago em 3 parcelas iguais mensais, sem juros, sendo a última paga em 01/11/2010. Com base nas informações acima, responder:

a)

De acordo com o Regime de Competência, a Companhia Beta deverá ter lançado em 31/12/2010, o total de R$ 3.750,00. Justifique sua resposta.

Como vimos anteriormente pelo Regime de Competência são registradas as receitas geradas e as despesas incorridas no período, as próximas parcelas serão beneficiadas nos anos posteriores a outros exercícios, pois deverão ser mantidas no ativo circulante, por ser tratar de uma despesa ainda não incorrida. Assim, sendo deverá ter lançado como despesa de seguro o valor de R$ 3.750,00, sendo referente a R$ 750,00, lançados mensalmente, de agosto á dezembro de 2010.

9

Elaborar os lançamentos das seguintes operações: a) Pelo registro do seguro (01/08/2010). Contas Debito Credito Seguro

Elaborar os lançamentos das seguintes operações:

  • a) Pelo registro do seguro (01/08/2010).

Contas

Debito

Credito

Seguro a pagar

27.000

Seguro a vencer

27.000

Total:

R$ 27.000

  • b) Pelo pagamento da 1º parcela deverá ser pago em (01/09/2010);

Contas

Debito

Credito

Seguro a pagar

9.000

Banco

9.000

Total:

R$ 9.000

  • c) Por apropriação como despesa da 1º parcela deverá ser pago em (31/08/2010).

Contas

Debito

Credito

Despesa com seguro

750.00

Seguro a vencer

750.00

Total:

R$ 750.00

ETAPA 3

10

3.1- Contas Retificadoras no Passivo São chamadas de contas retificadoras ou redutoras as contas que, apesar

3.1- Contas Retificadoras no Passivo

São chamadas de contas retificadoras ou redutoras as contas que, apesar de aparecer num determinado grupo patrimonial nesse caso Passivo, têm saldo contrário em relação às demais contas desse grupo. Assim uma conta retificadora do Passivo terá natureza devedora uma vez que reduzem o saldo total do grupo em que aparecem.Podemos citar como exemplo de contas retificadoras do passivo,juros a vencer,deságio a amortizar,capital a Integralizar / Realizar, é redutor do passivo. As contas Redutoras do Passivo costumam ter características do Ativo mas com função inversa as do Ativo, estas contas ficam do lado direito do balanço e devem sempre apresentar saldos devedores.

3.2- Fazer o cálculo e contabilização da exaustão, amortização e depreciação acumuladas no final de 2010.

A mineração do Brasil iniciou suas atividades de exploração em janeiro de 2010. No fim do ano, seu contador apresentou, conforme abaixo, os seguintes custos de mineração (não incluem custos de depreciação, amortização ou exaustão).

Material

.................................................. Mão de obra

............................................

R$ 122.500,00 R$ 1.190.000,00

Diversos

..................................................

R$ 269.640,00

Os dados referentes ao Ativo usados na mineração de ouro são os seguintes:

Custo de aquisição da mina (o valor residual da mina é estimado em R$

210.000,00

capacidade estimada da jazida é de 5 mil toneladas)

.......

R$ 1050.000,00.

  • Equipamento (valor residual estimado em R$ 21.000,00; vida útil estimada: 06 anos)

.............................................................

R$ 168.000,00

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 (sem Benfeitorias nenhum valor residual, vida útil estimada: 15 anos) ................................................................................ R$ 92.400,00  Durante
  • (sem

Benfeitorias

nenhum

valor

residual,

vida

útil

estimada:

15

anos)

................................................................................

R$ 92.400,00

  • Durante o ano de 2010, foram extraídas 400 toneladas (8%), das quais 300 toneladas foram vendidas.

Exaustão

Valor da Mina R$ 1.050.000,00

Valor Residual

R$ 210.000,00

Valor Exaustado

R$ 840.000,00

Calculo:

400 toneladas x100/5.000 = 8% R$ 840.000,00 x 8% = R$ 67.200,00

Lançamento:

D-Exaustões de Recursos Minerais C-Exaustão Acumulado Pela apropiação exaustão no ano de 2010 R$ 67.200,00

Depreciação

Valor Equipamento

R$ 168.000,00

Valor Residual

R$ 21.000,00

Valor a ser Depreciado

R$ 147.000,00

Calculo:

100% / 6 = 16,66667% R$ 147.000,00 x 16,66667% = 24.500,00

12

Lançamentos:

Lançamentos: D- Depreciação C- Depreciação acumulada Pela apropriação da depreciação no ano de 2010 R$ 24.500,00

D- Depreciação C- Depreciação acumulada Pela apropriação da depreciação no ano de 2010 R$ 24.500,00

Amortização

Valor Benfeitorias

R$ 92.400,00

Sem Valor Residual Valor amortizado

R$ 92.400,00

Calculo:

100 % : 15 = 6,6666% R$ 92.400,00 x 6,6666% = 6.159,93

Lançamentos:

D- Amortização C-Amortização Acumulado Pela apropriação da amortização no ano de 2010 R$ 6.159,93

3.3 Contabilização no Livro Razão

Classe de

A receber

PCLD

Liquido

% de PLCD

devedor

Classe A

110.000

550

109.450

0,50%

Classe B

93.000

930

92.070

1,00%

Classe C

145.000

4.350

140.650

3,00%

Classe D

80.000

8.000

72.000

10%

Total

428.000

13.830

414.170

3,34%

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a) Os Clientes da Classe A pagaram R$ 109.450 dos R$ 110.000 que deviam. 1-Recebimento de
  • a) Os Clientes da Classe A pagaram R$ 109.450 dos R$ 110.000 que deviam.

1-Recebimento de clientes - Classe A D- Caixa C- Contas a Receber Classe A Rec. dos clientes no exercício R$ 109.450

2-Baixa serem incobráveis da provisão Classe A

  • D - Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa

  • C - Contas a Receber Classe A

Pela baixa incobrável do PCLD no exercício R$ 550

b) Os Clientes da Classe B pagaram integralmente o valor devido, sem perda com a

PCLD.

Recebimento de clientes - Classe B D- Caixa C- Contas a Receber Classe B Rec. dos clientes no exercício R$ 93.000

Reversão do PCLD Classe B

  • D - Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa

  • C Outras Receitas Operacionais (ou Recuperação de Despesas)

Pela Reversão total da apropriação do PCLD R$ 930

  • c) Os Clientes da Classe C pagaram R$ 130.000; portanto, PCLD foi insuficiente.

Recebimento de clientes - Classe C D- Caixa C- Contas a Receber Classe C Rec. dos clientes no exercício R$ 130.000

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Baixa serem incobráveis da provisão Classe C D - Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa C

Baixa serem incobráveis da provisão Classe C

  • D - Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa

  • C - Contas a Receber Classe C

Pela baixa incobrável do PCLD no exercício R$ 4.350

Reconhecimento das perdas dos clientes Classe C D- Perdas com incobráveis C- Contas a Receber Classe C Pelo reconhecimento da perda

............................................

R$ 10.650

d) O Cliente da Classe D entrou em processo de falência; portanto, não há expectativa de recebimento do valor de R$ 80.000.

Baixa serem incobráveis da provisão Classe D

  • D - Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa

  • C - Contas a Receber Classe D

Pela baixa incobrável do PCLD no exercício R$ 8.000

Reconhecimento das perdas dos clientes Classe D D- Perdas com incobráveis C- Contas a Receber Classe D Pelo reconhecimento da perda

............................................

R$ 72.000

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ETAPA 4

4.1 INSALUBRIDADE

ETAPA 4 4.1 INSALUBRIDADE Segundo as normas do TEM para que uma atividade ou operação seja

Segundo as normas do TEM para que uma atividade ou operação seja considerada insalubre é necessário que seja feita uma perícia que pode ficar a cargo do médico, engenheiro

do trabalho. Segundo a CLT em seu artigo 189:

são consideradas atividades ou operações insalubres aquelas que, por sua natureza, condições ou métodos de trabalho, exponham os empregados a agentes nocivos à saúde, acima dos limites de tolerância fixados em razão da natureza e da intensidade do agente e do tempo de exposição a seus efeitos( CLT art.189).

O exercício de trabalho em condições insalubres, acima dos limites de tolerância estabelecidos pelo Ministério do Trabalho, assegura a percepção de adicional de 40% (quarenta por cento), 20% (vinte por cento) e 10% (dez por cento),sobre o salário mínimo e que se classifiquem nos graus máximo, médio e mínimo, respectivamente, conforme prevê artigo 192 da CLT.

4.1.2 PERICULOSIDADE

Ao contrario do Adicional de insalubridade, que afeta a saúde do trabalhador, o Adicional de Periculosidade, tem como finalidade "indenizar" o empregado que desenvolve sua atividade em risco eminente de vida. Considera-se que um trabalhador desenvolve uma atividade perigosa quando esta causa risco a sua vida ou a sua incolumidade física. Segundo a CLT em seu Artigo 193:

“São consideradas atividades ou operações perigosas, na forma da regulamentação aprovada pelo Ministério do Trabalho, aquelas que, por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem o contato permanente com inflamáveis ou explosivos em condições de risco acentuado”.(CLT art. 193)

Estão inclusos nesta definição os empregados em contato com energia elétrica que têm direito ao recebimento do Adicional de Periculosidade por força da lei 7.369/85, também por

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força da portaria 518/2003 expedida pelo Ministério do Trabalho, recentemente, os empregados em contato com substancias

força da portaria 518/2003 expedida pelo Ministério do Trabalho, recentemente, os empregados em contato com substancias radioativas e radiação ionizante. Somente terá direito ao Adicional de Periculosidade se comprovado que uma atividade é perigosa se esta, por sua natureza ou método de trabalho, implicar ao trabalhador o contato permanente com inflamáveis, explosivos, substâncias radioativas, ou radiação ionizante, ou energia elétrica, em condição de risco acentuado. O Adicional de Periculosidade, também é um direito constitucional, previsto, atualmente, no artigo 7º, inciso XXIII de nossa Constituição Federal. Artigo 7º .... XXIII - Adicional de remuneração para as atividades penosas, insalubres ou perigosas, na forma da lei; Em nossa CLT, o Adicional de Periculosidade também encontra previsão legal, sobretudo em seu capítulo V (Da segurança e medicina do Trabalho), que na seção XIII, trata das atividades insalubres ou perigosas, artigos 193 e seguintes. A CLT em seu Artigo 193 estabelece o adicional a ser pago:

1º - O trabalho em condições de Periculosidade assegura ao empregado um Adicional de 30% (trinta por cento) sobre o salário sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participações nos lucros da empresa.

A CLT rege que o Adicional de Periculosidade não poderá ser pago cumulativamente com o Adicional de insalubridade, se o funcionário tiver direito a percepção dos dois adicionais, deverá optar por um deles. Estes adicionais também não podem ser incorporados ao salário, pois uma vez que cesse a causa que o justifique, cessará o direito ao respectivo adicional.

4. 2-Folha de Pagamento.

A folha de pagamento é uma declaração mensal e coletiva dos créditos de remuneração a que fazem jus todos os funcionários sejam da rede publica ou privada, ela

resume os registros efetuados no mês de referência no cadastro financeiro. Geralmente os seguintes cálculos são realizados na folha de pagamento:

Nos Vencimentos que correspondem aos Créditos são lançados:

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 Valor bruto do vencimento atribuído ao cargo ocupado pelo servidor;  Gratificações pessoais reconhecidas, discriminadas
  • Valor bruto do vencimento atribuído ao cargo ocupado pelo servidor;

  • Gratificações pessoais reconhecidas, discriminadas por titulo (adicionais por tempo de serviço, vantagem incorporada etc.);

  • Gratificações de serviço (horas extras, gratificações outras);

  • Adicionais de insalubridade, periculosidade etc.;

  • Salário família;

  • Outras vantagens legais;

  • Total bruto, representando a soma dos valores indicados nos itens acima.

Descontos

  • Contribuição previdenciária;

  • Faltas injustificadas ao serviço;

  • Imposto de Renda na fonte;

  • Outros descontos legais;

  • Total das parcelas a serem descontadas.

Liquido a Receber Subtrai-se do total bruto o total das parcelas a serem descontadas, obtendo-se, desta forma, o valor liquido devido ao trabalhador.

Horas Extras Segundo a CLT art. 59º “A duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares, em número não excedente de 2 (duas), mediante acordo escrito entre empregador e empregado, ou mediante contrato coletivo de trabalho”. Hora extra,suplementar ou hora extraordinária é todo período de trabalhado excedente à jornada contratualmente acordada. Podendo ocorrer antes do início, no intervalo do repouso e alimentação, após o período, dias que não estão no contrato (sábado, domingo ou feriado).

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Não se faz necessário o exercício do trabalho, mas estar à disposição do empregador ou de

Não se faz necessário o exercício do trabalho, mas estar à disposição do empregador ou de prontidão, configura-se à hora extra. A Constituição Federal de 1988 consagrou as horas extras quando dispôs no inciso XVI art.7º “remuneração do serviço extraordinário superior, no mínimo, em cinqüenta por cento à do normal” .Permitindo assim que o empregado pudesse executar horas extras, mediante o pagamento de 50% a mais do valor da hora normal nos dias úteis. Contudo a execução das horas extras deverá está vinculada à autorização previamente acordada entre as partes empregador e empregado ou ainda estar previsto no acordo ou convenção coletiva da categoria a qual o empregado pertence. Entretanto mesmo com o acordo nenhum empregado é obrigado a exercer horas extras, sendo nulo o contrato que estipular tal obrigação. Exceção é a necessidade imperiosa do empregador fundamentada no art. 61 da CLT.

“Art. 61 - Ocorrendo necessidade imperiosa, poderá a duração do trabalho exceder

do limite legal ou convencionado, seja para fazer face a motivo de força maior, seja para atender à realização ou conclusão de serviços inadiáveis ou cuja inexecução

possa acarretar prejuízo manifesto”.

Adicional Noturno

A CLT preceitua no art. 73 § 2º que o horário noturno é aquele praticado entre as 22:00 horas e 05:00 horas, caracterizando assim para o trabalhador urbano, já em outra relação de trabalho, exemplo rural ou advogado, este horário sofre alteração, porém a legislação, entendendo haver um desgaste maior do organismo humano, criou algumas variantes em relação à hora diurna. A legislação define que às 7 (sete) horas noturnas trabalhadas equivalem a 8 (horas). Nesse caso um trabalhador só pode ter mais 1 (uma) hora acrescida à sua jornada, visando o

período para descanso ou refeição. Assim sendo o empregado trabalha 7 (sete) horas, mas recebe 8 (oito) horas para todos os fins legais. Segundo a CLT em seu art.73 a remuneração será paga da seguinte forma:

Art. 73 - Salvo nos casos de revezamento semanal ou quinzenal, o trabalho noturno terá remuneração superior à do diurno e, para esse efeito, sua remuneração terá um acréscimo de 20% (vinte por cento),

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pelo menos, sobre a hora diurna. (Redação dada pelo Decreto-lei nº 9.666, 28.8.1946) § 1º -

pelo menos, sobre a hora diurna. (Redação dada pelo Decreto-lei nº 9.666, 28.8.1946) § 1º - A hora do trabalho noturno será computada como de 52 (cinqüenta e dois) minutos e 30 (trinta) segundos. (Redação dada pelo Decreto-lei nº 9.666, 28.8.1946)

§ 2º - Considera-se noturno, para os efeitos deste artigo, o trabalho executado entre as 22 (vinte e duas) horas de um dia e as 5 (cinco) horas do dia seguinte.(Redação dada pelo Decreto-lei nº 9.666,

28.8.1946)

§ 4º - Nos horários mistos, assim entendidos os que abrangem períodos diurnos e noturnos, aplica-se às horas de trabalho noturno o disposto neste artigo e seus parágrafos. (Redação dada pelo Decreto- lei nº 9.666, 28.8.1946)

§ 5º - Às prorrogações do trabalho noturno aplica-se o disposto neste Capítulo. (Incluído pelo Decreto-lei nº 9.666, 28.8.1946)(cltonline).

Vale-Transporte

A Lei Nº 7.418, de 16 de Dezembro de 1985 institui o Vale-Transporte e dá outras

providências. Em seu 1º artigo estabelece que o empregador, pessoa física ou jurídica, antecipará ao empregado para utilização efetiva em despesas de deslocamento residência- trabalho e vice-versa, através do sistema de transporte coletivo público, urbano ou intermunicipal e/ou interestadual com características semelhantes aos urbanos, geridos diretamente ou mediante concessão ou permissão de linhas regulares e com tarifas fixadas pela autoridade competente, excluídos os serviços seletivos e os especiais. (Redação dada pela Lei nº 7.619, de 30.9.1987),além de instituir que o empregador participará dos gastos de deslocamento do trabalhador com a ajuda de custo equivalente à parcela que exceder a 6% (seis por cento) de seu salário básico.

20

Salário-família: , Benefício pago aos segurados empregados fornecido pela Previdência Social, exceto os domésticos, e aos

Salário-família:, Benefício pago aos segurados empregados fornecido pela Previdência Social, exceto os domésticos, e aos trabalhadores avulsos com salário mensal de até R$ 915,05, para auxiliar no sustento dos filhos de até 14 anos de idade ou inválidos de qualquer idade. (Observação: São equiparados aos filhos os enteados e os tutelados, estes desde que não possuam bens suficientes para o próprio sustento, devendo a dependência econômica de ambos ser comprovada). Para a concessão do salário-família, a Previdência Social não exige tempo mínimo de contribuição. O benefício será encerrado quando o(a) filho(a) completar 14 anos, em caso de falecimento do filho, por ocasião de desemprego do segurado e, no caso do filho inválido, quando da cessação da incapacidade.

Previdência Social: A Previdência Social é o seguro social para a pessoa que contribui a renda transferida pela Previdência Social é utilizada para substituir a renda do trabalhador contribuinte, quando ele perde a capacidade de trabalho, seja pela doença, invalidez, idade

avançada, morte e desemprego involuntário, ou mesmo a maternidade e a reclusão. Sua base de cálculo depende do evento que comporá a remuneração. O valor descontado é recolhido aos cofres públicos da União, através da guia GPS, no dia 02 do mês seguinte de referência da folha de pagamento. As alíquotas vigentes (atualmente) são de 7,65%, 8,65%,9% ou 11%. A redução das alíquotas deve ser aplicada para salário-de-contribuição de até 03 salários Mínimos.

Imposto de Renda

É um imposto existente em vários países, onde pessoas ou empresas são obrigadas a deduzir

certa percentagem de sua renda média anual para o governo é também um desconto compulsório determinado pelo Governo sobre o rendimento assalariado depende do evento pago no recibo de pagamento, após o desconto, o valor é recolhido aos cofres públicos da União no terceiro dia útil da semana seguinte ao pagamento, através da guia DARF. Para cálculo do Imposto de Renda é importante verificar as verbas que sofrem incidências, que podem ser verificadas na Instrução Normativa SRF nº 15 de 6 de fevereiro de 2001.

21

FGTS O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço regulamentado pela Lei nº 9.491, de 1997,

FGTS O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço regulamentado pela Lei nº 9.491, de 1997, foi criado na década de 60 para proteger o trabalhador demitido sem justa causa, no início de cada mês, os empregadores depositam, em contas abertas na CAIXA, em nome dos seus empregados e vinculadas ao contrato de trabalho, o valor correspondente a 8% do salário de cada funcionário.

Contribuição Confederativa: A Contribuição Confederativa, prevista no art. 8º da CF/88, é fixada em assembléia geral da categoria profissional e é devida por todos os sindicalizados. Não sendo o empregado filiado ao sindicato, este terá que manifestar expressamente o seu interesse em contribuir para o custeio do sistema confederativo da representação sindical, conforme entendimento dos tribunais.

Art. 8º. É livre a associação profissional ou sindical, observado o seguinte:

[ ] ...

IV - a assembléia geral fixará a contribuição que, em se tratando de categoria profissional, será descontada em folha, para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva, independentemente da contribuição prevista em lei;

[

...

](Art.

8º da Constituição Federal)

Contribuição Sindical: Segundo o Art.580 e 582(CLT)é devida pelo empregado a contribuição de 01 dia de trabalho no exercício anual de sua atividade, normalmente ocorre o desconto em março de cada ano, porém caso não tenha sido descontada deverá ser feita no mês seguinte à admissão. Faltas: são os dias que efetivamente o empregado não compareceu e não houve nenhuma forma que autorizasse o pagamento. Esses dias são utilizados para dedução da base de cálculo do INSS, IRRF e FGTS, também prejudicam no escalonamento das férias e 13º salário, podendo sofrer o desconto dos feriados e domingos em razão da falta. Contudo a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) enumera no seu artigo 473 faltas admissível que o funcionário poderá ter, sem desconto de seus proventos são eles:

22

O empregado poderá deixar de comparecer ao serviço sem prejuízo do salário. Até 2(dois) dias consecutivos

O empregado poderá deixar de comparecer ao serviço sem prejuízo do salário. Até 2(dois) dias consecutivos em caso de falecimento do cônjuge, ascendente, irmão ou pessoa que, declarada em sua carteira de trabalho e previdência social, viva sob sua dependência econômica; Até 3(três) consecutivos, em virtude de casamento;

Por 5(cinco) dias, em caso de nascimento de filho, no decorrer da primeira semana.

Pensão Alimentícia: A pensão alimentícia é um valor que deverá ser pago todos os meses por alguém que tem a obrigação de auxiliar no sustento de outra pessoa. O artigo 5º inciso I da Constituição Federal declara que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações. A obrigação de prestação de alimentos é tanto do pai quanto da mãe. Normalmente, a pensão é fixada em 20% da renda do pai quando tem apenas um filho. O percentual de 30% é usual quando existem dois ou mais filhos, podendo ser superior no caso de prole numerosa. Se forem dois filhos de mães diferentes, costuma ser em 15% para cada um. Se forem três, 10% cada; porém, percentual inferior a esse somente tem sido admitido quando o valor representa quantia razoável.

Passo 3- Modelo de folha de pagamento para implantação na empresa Aliança

 

LTDA

Funcionário

 

Filhos

H. Extras

Adc. De

Adc. de

Pensão

Vale

Faltas

Salário base

menores de

Insal.

pericul.

Alimento

Transporte

14 anos

1

R$ 3.500

 
  • 2 Grau

10

Máximo

Não

Não

Não

0

2

R$ 2.850

 

5

  • 1 Não

 

Sim

25%

Não

0

3

R$ 800

   
  • 15 Não

  • 1 Não

 

Não

6%

0

4

R$ 4.500

   
  • 2 Sim

    • 10 Grau

 

30%

Não

3

Máximo

5

R$ 2.350

 
  • 1 Não

6

 

Não

Não

Não

1

6

R$ 5.350

 
  • 0 Não

Não

 

Não

Não

Não

0

7

R$ 510

 

15

  • 1 Não

 

Não

Não

6%

0

 

Tabela INSS e IRRF

 
 

INSS

 
 

Rendimentos

 

De

Até

Alíquota

 

23

R$ 965,67 8,0% R$ 1.609,45 9,0% R$ 3.218,90 11,0% IRRF Rendimentos De Até Alíquota Parc. Ded.

R$

-

R$

965,67

8,0%

   

R$

911,71

R$ 1.609,45

9,0%

R$ 1.519,51

R$ 3.218,90

11,0%

 
 

IRRF

 

Rendimentos

 

De

Até

Alíquota

Parc. Ded.

 

R$

-

R$ 1.499,15

0,0%

R$

-

R$ 1.499,16

R$ 2.246,75

7,5%

R$

107,59

R$ 2.246,76

R$ 2.995,70

15,0%

R$

268,84

R$ 2.995,71

R$ 3.743,19

22,5%

R$

483,84

R$

3.743,20

Até o fim

27,5%

R$

662,94

 

Valor por dependente

 

R$

150,69

 

Folha Pagamento Aliança Ltda. Ref. 03/2011

 
 

Funcionário 1

   
 

Proventos

   

Descontos

Histórico

 

Valor

 

Histórico

Valor

Salário Base 30

   

3500,00

 

INSS

443,11

Ad. Insal.

   

289,6

 

IRRF

229,65

Ad. Pericul.

     

Faltas

 

Hora extra 10,0

   

238,64

 

Pensão Alimento.

 

Sal. Família

     

Contr. Sindical

126,32

     

Vale Transp.

 
       

24

Total Vencimentos 4028,24 Total Descontos 799,08 Base de Calculo FGTS Valor Deposito FGTS Liquido a Receber

Total Vencimentos

4028,24

 

Total Descontos

799,08

       

Base de Calculo FGTS

Valor Deposito FGTS

 

Liquido a Receber ►

4028,24

322,26

 

3229,16

 

Funcionário 2

Proventos

Descontos

Histórico

Valor

Histórico

Valor

Salário Base 30

2850,00

INSS

418,24

Ad. Insal.

 

IRRF

403,4

Ad. Pericul.

855,00

Faltas

 

Hora extra 5,0

97,16

Pensão Alimento.

957,83

Sal. Família

 

Contr. Sindical

123,5

   

Vale Transp.

 
       

Total Vencimentos

3802,16

Total Descontos

1902,97

     

Base de Calculo FGTS

Valor Deposito FGTS

Liquido a Receber ►

3802,16

304,17

1899,19

 

Funcionário 3

Proventos

Descontos

Histórico

Valor

Histórico

Valor

Salário Base 30

800,00

INSS

70,55

Ad. Insal.

 

IRRF

 

Ad. Pericul.

 

Faltas

 

Hora extra 15,0

81,82

Pensão Alimento.

 

Sal. Família-----2 cotas

23,36

Contr. Sindical

26,67

   

Vale Transp.

50,00

25

Total Vencimentos 905,18 Total Descontos 147,22 Base de Calculo FGTS Valor Deposito FGTS Liquido a Receber
       

Total Vencimentos

905,18

Total Descontos

147,22

     

Base de Calculo FGTS

Valor Deposito FGTS

Liquido a Receber ► 757,96

881,82

70,55

 

Funcionário 4

Proventos

Descontos

Histórico

Valor

Histórico

Valor

Salário Base 30

4500,00

INSS

457,49

Ad. Insal.

 

IRRF

1079,84

Ad. Pericul.*

1350,00

Faltas-------- 3

585,00

Hora extra 10,0

306,82

Pensão Alimento.

1687,19

Sal. Família

 

Contr. Sindical

195,00

   

Vale Transp.

 
       

Total Vencimentos

6156,42

Total Descontos

4004,52

     

Base de Calculo FGTS

Valor Deposito FGTS

Liquido a Receber►2152,30

5571,82

445,45

* Visto que o funcionário não pode receber periculosidade e insalubridade junto optou-se por pagar o maior a Periculosidade.

 

Funcionário 5

Proventos

 

Descontos

Histórico

Valor

 

Histórico

Valor

Salário Base 30

2350,00

 

INSS

260,46

Ad. Insal.

   

IRRF

29,74

Ad. Pericul.

   

Faltas-------- 1

78,33

Hora extra 6,0

96,14

 

Pensão Alimenta.

 

Sal. Família

   

Contr. Sindical

78,33

26

Vale Transp. Total Vencimentos 2446,14 Total Descontos 446,86 Base de Calculo FGTS Valor Deposito FGTS Liquido
   

Vale Transp.

 
       

Total Vencimentos

2446,14

Total Descontos

446,86

     

Base de Calculo FGTS

Valor Deposito FGTS

Liquido a Receber

2367,81

189,42

►1999,28

 

Funcionário 6

Proventos

Descontos

Histórico

Valor

Histórico

Valor

Salário Base 30

5350,00

INSS

457,49

Ad. Insal.

 

IRRF

554,86

Ad. Pericul.

 

Faltas

 

Hora extra

 

Pensão Alimento.

 

Sal. Família

0

Contr. Sindical

178,33

   

Vale Transp.

 
       

Total Vencimentos

5350,00

Total Descontos

1190,68

     

Base de Calculo FGTS

Valor Deposito FGTS

Liquido a Receber ►

5350,00

428,00

4159,32

 

Funcionário 7

Proventos

 

Descontos

Histórico

Valor

 

Histórico

Valor

Salário Base 30

510,00

 

INSS

44,97

Ad. Insal.

   

IRRF

 

Ad. Pericul.

   

Faltas

 

Hora extra 15,0

52,16

 

Pensão Alimento.

 

Sal. Família---- 1 cota

33,16

 

Contr.Sindical

17,00

27

Vale Transp. 40,8 Total Vencimentos 595,32 Total Descontos 102,77 Base de Calculo FGTS Valor Deposito FGTS
   

Vale Transp.

40,8

       

Total Vencimentos

595,32

Total Descontos

102,77

     

Base de Calculo FGTS

Valor Deposito FGTS

Liquido a Receber ► 492,55

562,16

44,97

CONCLUSÃO

28

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS Ativo Circulante. Disponível em: http://www.portaldecontabilidade.com.br/tematicas/ativo- circulante.htm. Acesso em: 26 ago.2014. Apuração e demonstração do

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

Ativo Circulante. Disponível em: http://www.portaldecontabilidade.com.br/tematicas/ativo- circulante.htm. Acesso em: 26 ago.2014.

Apuração

e

demonstração

do

resultado

do

exercício.

Disponível

em:

http://www.professorleo.com.br/blog/apostilas/curso-contabilidade/apuracao-e-demonstracao-

do-resultado-do-exercicio/.Acesso em: 26 ago.2014.

Balancete

de

Verificação

do

Livro

Razão.

Disponível

em:

http://www.socontabilidade.com.br/conteudo/balancete.php.Acesso em: 26 ago.2014.

CLT

Disponível

http://cltonline.blogspot.com/2010/02/art-

- 73.html#ixzz3CGzochHW. Acesso em: 30 ago.2014.

em:

Entendendo a diferença entre Regime de Caixa e Regime de Competência. Disponível em: http://www.treasy.com.br/blog/diferenca-entre-regime-de-caixa-e-regime-de- competencia. Acesso em: 26 ago.2014.

Horas

Extras.

Disponível

em:

http://www.professortrabalhista.adv.br/Horas%20Extras/horas_extras.htm.

Acesso

em:

30

ago.2014.

29

O que é folha de pagamento. Disponível em: http://www.ouvidoriageral.ba.gov.br/tag/o-que-e-folha-de-pagamento/. Acesso em: 30 ago.2014. Princípios de Contabilidade.

O

que

é

folha

de

pagamento.

Disponível

em:

http://www.ouvidoriageral.ba.gov.br/tag/o-que-e-folha-de-pagamento/.

Acesso

em:

30

ago.2014.

Princípios

 

de

Contabilidade.

Disponível

 

em:

http://professorjoaorafael.blogspot.com.br/2012/11/principios-de-contabilidade.html.

Acesso

em: 26 ago.2014.

 

OSÓRIO.

José

Antonio.

Periculosidade

X

Insalubridade.

Disponível

em:http://sbhci.org.br. Acesso em: 26 ago.2014.

30