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Cap.

9 Centro de Gravidade e Centróide
PLT pag. 164
Objetivos
Desenvolver um método para determinação
do momento de inércia para uma área;
Introduzir o produto de inércia e mostrar
como determinar os momentos de inércia
máximo e mínimo de uma área;
Discutir momento de inércia de massa.

O projeto de um elemento estrutural, tal como uma
viga ou uma coluna, requer o cálculo do momento de
inércia de sua seção reta.
Prof. Edney Rejowski

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Prof. isto é. e o momento externo aplicado M. σ = kz. tal como ∫ x2 dA. ou força por unidade de área que atua na seção transversal de uma viga elástica. isto é. Edney Rejowski 2 .Cap. Da teoria da mecânica dos materiais. O momento de inércia de uma área tem origem sempre que é feita a relação entre tensão normal. σ (sigma). pode-se mostrar que a tensão na viga varia linearmente com a sua distância de um eixo que passa pelo centróide C da área da seção transversal da viga. que causa curvatura da viga. determinamos o centróide de uma área considerando o primeiro momento da área em relação a um eixo. Uma integral do segundo momento de inércia de uma área. é chamada de momento de inércia da área. para determina-lo calculamos uma integral da forma ∫ x dA. 10 Momentos de inércia DEFINIÇÃO DE MOMENTOS DE INÉRCIA DE ÁREAS No capitulo anterior.

Prof. 10 Momentos de inércia DEFINIÇÃO DE MOMENTOS DE INÉRCIA DE ÁREAS A intensidade da força atuante no elemento de área dA. Nesse caso a integral representa o momento de inércia da área em relação ao eixo y.Cap. como consequência. portanto dF = σ dA = kz dA. Como essa força está localizada à distância z do eixo y. mostrado na figura. M = k ∫z2 dA. O momento resultante de toda a distribuição da tensão é igual ao momento M aplicado. Edney Rejowski 3 . o momento de dF em relação ao eixo y é dM = dFz = kz2 dA. é.

Esse momento é denominado momento polar de inércia. 10 Momentos de inércia DEFINIÇÃO DE MOMENTOS DE INÉRCIA DE ÁREAS Momento de inércia: Considere a área A da figura ao lado que se encontra no plano x-y. dJo = r2 dA. Por definição. Edney Rejowski JO = ∫A r2 dA = IX + IY 4 . r é a distância perpendicular do pólo (eixo z) à área infinitesimal dA. y são dIx = y2 dA e dIy = x2 dA Ix = ∫A y2 dA Iy = ∫A x2 dA Podemos também formular o segundo momento de dA em relação ao pólo O ou eixo z.Cap. Para a área total. Nesse caso. o momento polar de nércia e: Prof. os momentos de inércia de uma área plana infinitesimal dA em relação aos eixos x.

as unidades para o momento de inércia envolvem comprimento elevado à quarta potencia. m4. Alem disso. Ix e Iy. já que r2 = x2 + y2 Das formulações anteriores. Prof. pode-se verificar que Ix e Iy e Jo serão sempre positivos. 10 Momentos de inércia DEFINIÇÃO DE MOMENTOS DE INÉRCIA DE ÁREAS É possível relacionar Jo. Edney Rejowski 5 .Cap. uma vez que envolve o produto do quadrado da distancia e área.ou pés4. por exemplo. pol4. mm4.

enquanto a distancia fixa entre os eixos paralelos x e x’ é definida por dy. é conveniente determinar o momento de inércia da área em relação a um eixo paralelo correspondente.Cap. Nesse caso. como é o caso na maioria das vezes. Como o momento de inércia de dA em relação ao eixo x é dIx = (y’ + dy)2 dA. vamos determinar o momento de inércia da área sombreada da figura ao lado em relação ao eixo x. Para derivarmos esse teorema. 10 Momentos de inércia TEOREMA DOS EIXOS PARALELOS PARA UMA ÁREA Se o momento de inércia de uma área em relação a um eixo passa pelo seu centróide. utilizando o teorema dos eixos paralelos. que passa pelo centróide. para toda a área: Ix = ∫A (y’ +dy)2 dA = ∫A y’2 dA + 2dy ∫A y’ dA + dy2 ∫A dA Prof. então. o elemento infinitesimal dA esta localizado a uma distancia arbitrária y’ do eixo x’. Edney Rejowski 6 .

isto é: Iy = Iy’ + Ad2x E. finalmente. para o momento polar de inércia em relação a um eixo perpendicular ao plano x-y que passa pelo pólo O (eixo z). Sabendo que a terceira integral representa a área total A. A segunda integral é zero. Edney Rejowski 7 . Ix’.Cap. o resultado final é portanto: Ix = Ix’ + Ad2y Uma expressão similar pode ser escrita para Iy. ∫ y’ dA = y ∫ dA = 0. já que y = 0. isto é. temos: JO = JC + Ad2 Prof. uma vez que x’ passa através do centróide C da área. 10 Momentos de inércia TEOREMA DOS EIXOS PARALELOS PARA UMA ÁREA A primeira integral representa o momento de inércia da área em relação ao eixo que passa pelo centróide.

dx) x2 dA = b. y dIx = (b.dy x b Jo = Ix + Iy Prof.dy) y2 h dIy = (h. calcular os momentos de inércia no plano x-y. 10 Momentos de inércia DEFINIÇÃO DE MOMENTOS DE INÉRCIA DE ÁREAS Exercício Para a seção retangular abaixo com comprimento de base “b” e comprimento de altura “h”. Edney Rejowski 8 .Cap.

Edney Rejowski 9 .Cap. 10 Momentos de inércia DEFINIÇÃO DE MOMENTOS DE INÉRCIA DE ÁREAS Exercício Alterando o sistema de eixos sobre o centróide do retângulo determinamos os momentos de inércia centrais da figura em relação ao plano x’-y’ y y’ dy’ h/2 y’ C x’ h/2 x b/2 b/2 De forma similar ao que foi feito para Ix’ Prof.

Cap. Edney Rejowski 10 . 10 Momentos de inércia DEFINIÇÃO DE MOMENTOS DE INÉRCIA DE ÁREAS Exercício Calcular utilizando o teorema dos eixos paralelos o momento de inércia do retângulo abaixo em relação aos eixos x-y conhecendo-se Ix’ = bh3/12 e Iy’ = hb3/12 y y’ dy’ h/2 y’ C x’ h/2 x b/2 b/2 Prof.

10 Momentos de inércia FORMULÁRIO – MOMENTO DE INÉRCIA y y’ h y’ C x’ x b Prof. Edney Rejowski 11 .Cap.

Cap. 10 Momentos de inércia FORMULÁRIO – MOMENTO DE INÉRCIA y y y’ y’ h x’ h x’ C C x b x b Prof. Edney Rejowski 12 .

10 Momentos de inércia FORMULÁRIO – MOMENTO DE INÉRCIA Prof. Edney Rejowski 13 .Cap.

2 cm.Cap.5 cm Prof. Y = 10.5 PLT Pag. Edney Rejowski 14 . 10 Momentos de inércia Exemplo 10. 225 Calcule o momento de inércia da área composta mostrada abaixo em relação ao eixo x Resp.: X = 8.

5 cm Prof. Edney Rejowski 15 .6 PLT Pag.2 cm. 10 Momentos de inércia Exemplo 10. Y = 10.: X = 8.Cap. 226 Determine o momento de inércia da área da seção reta da viga mostrada abaixo em relação aos eixos x e y que passam pelo seu centróide Resp.

Johnsoton Jr. Russel Charles. Prof. 2ª ed. P. Edney Rejowski 16 . Estática. F.Cap. 141-163. Beer & E. São Paulo: Pearson. R. Mecanica Geral – Estática. pag. 9 Centro de Gravidade e Centróide Referências HIBBELER. 2009.