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OUTUBRO 06

Galeria Valenciana - Leoni Iório (1939) e 3ª edição definitiva, em 1945, refundida, aumentada e
com um erudito estudo sobre a palavra “América”; Epopéia de
Alcazar de Toledo, outro poema, em 1939; e, em 1940, o
poema histórico intitulado Laguna. Publicou ainda:
“Discurso” de recepção na Academia Fluminense, em 1941;

A rnaldo de Alvernaz Rodrigues Nunes, filho de


João Rodrigues Nunes e de D. Ambrozina de
Alvernaz Nunes, nasceu, na cidade de Valença, Estado do Rio
“Basílio da Gama”, conferência, 1942: “Alma Valenciana”,
1944; “Agnelo França — Poeta dos Acordes”, biografia, 1946;
e os trabalhos inteiramente originais, reveladores da sua alta
de Janeiro, aos 2 de janeiro de 1890. Fez seus primeiros cultura estética e de seu talento de escol, em três fascículos: “A
estudos na cidade natal, nos colégios “Facioti” e “Faceira”. Sílaba Métrica e o Tempo Musical” e “A Cor das Vogais e o
Verso, Membro da Frase Musical”, editados em 1946 e 1947.
Revelou-se poeta aos dez anos de idade. Já nessa idade se
Arnaldo Nunes foi membro da Academia Fluminense
manifestaram suas tendências poéticas, a princípio em versos de Letras, para a qual foi eleito em 6 de dezembro de 1940.
humorísticos. Ocupou a cadeira que pertenceu ao cônego Olímpio de Castro,
Arnaldo Nunes, levando sempre uma vida agitada em patrocinada pelo bispo Dom J. J. da C. de Azeredo Coutinho.
São Paulo, Mato Grosso e Goiás, não demorou a regressar Arnaldo Nunes foi ainda autoridade de renome em
definitivamente ao Rio de Janeiro, onde se dedicou ao contabilidade, de que foi professor, tendo lançado, em 1936,
magistério. Foi professor em vários colégios, diretor e um livro que recebeu o título de “O que é a contabilidade” e,
proprietário dos estabelecimentos de ensino secundário, a rua por último, “A Contabilidade”, trabalho em que lhe estuda a
D. Teresa, 118, e a rua Dias da Cruz, 138, na Capital Federal. formação e desenvolvimento. Fez parte da Associação
Membro fundador do “Grêmio Carioca de Letras e Artes”, Brasileira de Imprensa e também da “Associación de
Escritores y Artistas Americanos”, de Cuba.
que durou alguns anos, nele pos em prática a sua curiosa e
A convite e sob o patrocínio do “Jornal de Valença”,
original idéia da “Festa da Poesia”, lançada pelas colunas de Arnaldo Nunes realizou em sua terra natal, nos dias 27, 28 e 29
“O Globo” em meados de 1930, de parceria com os poetas de junho de 1944, três belíssimas conferências, sendo que a
Luiz Carlos, Moacir Silva e Theodorick de Almeida. primeira — “A Alma Valenciana”, efetuada no salão nobre do
Jornalista, não lhe era estranha a leve crônica, nem o “Lar José Fonseca”, teve intensa repercussão nos meios
comentário político. Foi redator da “Gazeta de Notícias” e da sociais de Valença, onde o poeta recebeu inequívocas
“A Batalha”, do Rio. Colaborou no “Correio da Manhã”, no demonstrações de afeto e de muito carinho.
“O Malho”, na revista ‘O Cruzeiro”, em que teve premiado o Festejado pela limpidez do estilo, pela segurança
conto Enterro na Roça, no “O Globo”, na “Revista do Brasil”, técnica e pela fluência dos versos, tem sido assinalado em
de São Paulo, no “Diário da Manhã” e “Vida Capixaba”, de Arnaldo Nunes o condão de dizer com a maior leveza as coisas
Vitória, no “O Norte”, no “Diário de Notícias”, no “O mais profundas. Um dos exemplos freqüentemente citados é
“O Remanso”, contido em seu livro “Relâmpagos”.
Estado”, de Niterói, etc. Usou, por vezes, o pseudônimo
Arnaldo Nunes teve muitas composições poéticas
Rounald Sena, anagrama de seu nome. Além disso, dedicava- musicadas, entre as quais se destacam: “Hino Valenciano” -
se Arnaldo Nunes ao estudo de assuntos de finanças e música de Agnelo França; “O Coração” - soneto, musicado
economia política, bem como de questões sociais. Como por Francisco Braga; “Hino a Nossa Senhora da Glória de
músico, o seu instrumento predileto era a flauta, que, segundo Valença” - versos, musicados por Luiz Seabra; “Como Nasce
as crônicas da época, era ouvida “em noites lindas, o Amor” - poesia musicada por José Lamarca; “Hino Escolar”
enluaradas, na poética cidade natal”. - música de Agnelo França; “Sonho de Orfeu” opereta,
Na sua vocação pela arte do verso, Arnaldo Nunes música de Domingos Raimundo e Djalma Lopes Guimarães,
tornou-se um verdadeiro artista, data de 1919 com um volume ambos catedráticos do Instituto Nacional de Música.
de “Poesias”, a sua estréia nas letras, livro que logo repudiou, Na literatura, Arnaldo Nunes sempre teve o
por julgá-lo muito fraco, embora bem recebido. Depois dele, o pensamento voltado para a sua terra natal.
que produziu ficou disperso em jornais e revistas, pois que o Foi um dos fundadores da Academia Valenciana de
seu segundo volume só em 1926 apareceu, e, aliás, em prosa. Letras em 1949.
Tem por título A Margem da Crítica. Após outro largo
interregno, surgiram, então, em 1935, nada menos de três Extraído da versão digital de Valença de Ontem e de Hoje
pesquisa de Luiz Francisco
volumes: Escalada, versos. Relâmpagos, versos e Religião da Foto extraída do livro “Agnello França Poeta dos Acordes” de Arnaldo Nunes
Beleza, prosa, com que voltou de novo a arena da publicidade. Imprensa nacional 1947- Data e fotógrafo não mencionados
Vieram depois: Américo, poema —1ª edição (1936), 2ª edição
O CEMITÉRIO DO RIACHUELO ficasse à mesa da Irmandade do
Santíssimo Sacramento a falta de
(Rua do Riachuelo Atual Cel. João Rufino) cumprimento de suas obrigações
por parte do membro por ela
A construção do Cemitério do Riachuelo foi indicado e que desse providências
uma verdadeira via crucis que se iniciou em afim da obra ter andamento. Ainda
1830 e só foi terminar em 1851, quando foi em janeiro a comissão oficia a
f inalmente inaugurado, como podemos câmara o porque do não andamen-
constatar nos registros feitos no livro to da construção. A câmara solicita
História de Valença de Luiz Ferreira ao presidente da comissão que
declarasse qual a quantia existente
Damasceno. e quem estava de posse dessa
quantia. Em 30 de janeiro a
Conde de Baependy
A 06 de abril de 1830, após consultas com o vigário a
respeito da construção de um cemitério fora do recinto
da vila, a câmara deliberou que ele se situasse na chapada adiante da
comissão informa a câmara que
existia a quantia de quinhentos e setenta e cinco mil Réis. A câmara
insiste em saber quem estava de posse dessa quantia.
propriedade de Vitorino Francisco Xavier, no lado esquerdo da Em abril o presidente da comissão comunica a câmara que
estrada que ia ter a Fazenda da Passagem em terreno cedido por em breve seria recolhida ao cofre da mesma a quantia existente
Francisco Elizeu Ribeiro, com 25 braças em quadra*. Logo foram como fora por ela solicitada.
expedidas ordens para limpar o terreno. Desse modo terminou a primeira tentativa de construção
Em 08 de outubro de 1831 foi solicitado que se oficiasse ao do Cemitério do Riachuelo.
vigário e as irmandades para que se demarcasse o terreno e se Em 1849, a câmara envia oficio ao Dr. Joaquim Saldanha
soubesse o porque não se dava andamento a construção do cemité- Marinho pedindo uma planta e orçamento para a construção do
rio. Cemitério do Riachuelo. Em breve espaço de tempo a câmara
Mausoléu do Em 1832 um invasor levantou cercas e recebeu o solicitado.
Visconde de
Ipiabas fez plantações no local e em julho a Em abril de 1850 Chrispim Correa da Silva, firma contrato
detalhe câmara solicitou ao procurador des- com a câmara para a construção, dentro de um ano, do cemitério por
Foto pejalo na forma da lei para depois seis Contos e quinhentos mil Réis.
Luiz Em 07 de Abril de 1851 o Conde de Baependy, então
Francisco dar posse as irmandades.
A 20 de outubro de 1834 Eli- presidente da câmara, comunica em sessão, que achava-se pronto o
cemitério e que no dia seguinte haveria a inauguração com a benção
zeu Ribeiro confirmou que o do vigário Joaquim Claudio Vianna das Chagas.
terreno lhe pertencia e a câ- A construção da capela foi feita por Vicente Ferreira de
mara oficiou ao vigário para de- Abreu conforme contrato de junho de 1851. A pintura foi de Manoel
signar o espaço necessário para Lourenço dos Santos segundo ata da câmara de junho de 1853. O
o cemitério e que solenizasse sino foi oferta de Joaquim Soares Leite em 1856. Em outubro de
1865 Domingos Ferreira Ariosa acerta com a câmara a construção
o ato. Em agosto de 1835 o vi- do altar por um Conto de Réis.
gário comunica a câmara que estava pronto para assistir a demarca- Em maio de 1878 foi feito um aumento de 10 braças e nesta
ção do terreno. mesma época criou-se uma área com grades de ferro para enterra-
Em janeiro de 1837 a câmara oficia às irmandades da Glória mento de suicidas e quem não professasse o catolicismo.
e do Santíssimo Sacramento que tinha a intenção de construir o O cemitério é todo cercado por muralhas de pedra e a
cemitério e as convidada para participarem da despeza da constru- calçada da entrada também foi construída em 1878.
ção. As irmandades respondem se comprometendo a custear a terça Pesquisa de Luiz Francisco
parte da obra desde que se designasse espaço suficiente para * Braça= 2,20m
sepulturas decentes para os membros da irmandade. Foto do Dr. Saldanha Marinho e do Conde de Baependy extraídas do Livro
Como a câmara não dispunha de renda propos que se Valença de Ontem e de Hoje de Leoni Iório
fizesse uma subscrição no município e que cada vereador ficasse Jazigo da família
encarregado de agenciar a quantia de sessenta mil réis e o vereador Pentagna
José da Silveira Vargas fosse o tesoureiro-geral e recebesse as
quantias obtidas.
Em outubro de 1837 a comissão encarregada da obra come- foto
çou os trabalho. Esta comissão era formada pelo vigário Joaquim Luiz francisco
Claudio Vianna das Chagas e João Baptista de Araújo Leite que
mais tarde foi substituido por João Pinheiro de Souza. Em maio de
1838 o vigário envia a câmara duas propostas
para a construção do cemitério. foto
Dr.
Joa Em janeiro de 1839 a câmara verifica que não Luiz francisco
quim fora previsto o embôço do muro nem a cober-
Salda tura do mesmo com telhas e exige que isto seja Jazigo da Família
nha
Marinho feito. É então nomeada uma comissão externa Guião
para apresentar um orçamento para esta parte da
obra.
Em janeiro de 1840 a câmara é oficiada
pela presidência da comissão para que noti-
Igreja de Nossa Senhora da Piedade de Inhomirim* a hegemonia econômica na região. Quando foi criada a
Vila de Iguaçu, em 1833, as elites de Estrela e Inhomirim
Antônio Lacerda de Meneses**
não aceitaram fazer parte do município de Iguaçu,

A Igreja data de 1754. A nave e a torre estão geran-


arruinadas, somente restando a capela-mor e um do intrigas políticas que acabaram
único espaço na sacristia, já que não há mais o piso do por extinguir a Vila de Iguaçu em 1835.
consistório. Iguaçu foi repartida entre as
Seu antigo Vilas de Vassou-
programa ras e Magé.
seguia as Nesta época
Característi- era comum
cas das igre- o dito popu-
jas matrizes ar “Deus Porto de Estrela - Rugendas
Viagens Pitorescas
Igreja de N. S. do Pilar de Inhomirim nos livre da
Foto de Maria da Conceição Rosa IPABH da região,
composto de nave, capela-mor e batistério, obedecendo as política de Iguaçu e das febres de Macacu”.
mesmas relações de proporção que lhes são peculiares. O Comendador Francisco José Soares mobilizou a
A pouca altura da torre sugere uma construção população de Iguaçu para um abaixo-assinado pedindo a
marcada pela horizontalidade. restauração da Vila, fato alcançado em 1836. Comendador
As ruínas das paredes da nave indicam a presença de Soares, o Restaurador da Vila de Iguaçu, faleceu na sua fazenda
seis altares laterais e um púlpito na lateral direita. Morro Agudo em 1873.
A Igreja fazia parte da Freguesia de Inhomirim, Em 1846 é criada a Vila Estrela levando consigo as
habitada por vários negociantes e frequentada pelos freguesias de Inhomirim e Pilar. O desvio do eixo econômico
caminhantes da estrada Geral para a serra. O Rio Inhomirim em 1854, devido a inauguração da 1ª ferrovia brasileira que
era uma importante via fluvial da Baixada. Pelo rio entraram partia do porto de Mauá a Raiz da Serra, fez com que a Vila de
colonos e se estabeleceram em terras planas e férteis. Logo Estrela com seu porto, entrasse em decadência. Em 1891 é
fez-se uma capela dedicada a N. Sª. da Piedade, a data da extinta a Vila de Estrela e a freguesia de N. Sª. do Pilar volta a
fundação e o nome do doador do terreno não se sabe, “em pertencer a Vila de Iguaçu. Inhomirim é anexada a Magé, de
razão da antigüidade deste templo” segundo Monsenhor onde luta até hoje pela sua emancipação política.
**Antônio Lacerda de Meneses É pesquisador da História Religiosa da Baixada
Pizarro visitador pastoral em 1795. Inhomirim significa, em e do IPABH.
tupi-guarani “campo pequeno”, lembrando que antes dos IPAHB - O Instituto de Pesquisas e Análises Históricas e de Ciências Sociais da Baixada
Fluminense (IPAHB) é uma entidade civil sem fins lucractivos. Foi criado em 1997 por um
portugueses esta terra era habitada pelos Tupinambás. grupo de pesquisadores da história e das ciências sociais, comprometidos com as grandes
Com o crescimento do povoado se fazia necessário a mudanças que requer esta microregião. Democratizar os conteúdos sobre a História
Regional é um dos objetivos do IPAHB e neste sentido entendemos que a Baixada
presença constante de um padre, por isso em 1677 é criada a Fluminense carece de informações e dados que façam avançar a consciência crítica do
freguesia (distrito paroquial) de N. Sª. da Piedade do cidadão quanto a sua diversidade etnológica, histórica, geográfica, sociológica e
ecológica. Assim, acreditamos que estamos dando passos de cunho social e educativo na
Inhomirim. O Rio Inhomirim - Rugendas Viagens Pitorescas compreensão do passado. Com a nova proposta curricular da Lei de Reforma do Ensino,
primeiro páro- que estabeleceu os novos parâmetros nos conteúdos do ensino da História e da Geografia,
voltada sobretudo para as realidades locais e regionais, sentiu-se a necessidade de
co foi o Pe. Jo- aprofundar a pesquisa nessas áreas, haja vista que a sua sistematização mostra-se falha,
aquim Moreira sem lógica histórica, sociológica e geográfica, o que dificulta os professores na
transmissão dos conhecimentos sobre a Baixada Fluminense.
que serviu até Endereço: Av. Automovel Clube, 206 – Centro CEP 25515-120 - São João de Meriti - RJ.
falecer a 13
Porto de Estrela Foto de
de outubro de Maria da Conceição Rosa IPABH
1709. A freguesia de Inhomirim era vastíssima, existiam
capelas filiais (comunidades) que ficavam “serra acima” e
“serra abaixo” (hoje Petrópolis e parte de Magé). As capelas
na serra, devido a distância da matriz, tinham direito a pia
batismal, enquanto as da baixada realizavam os batizados na
matriz de N. Sª. da Piedade. Nesta igreja foi batizado Luiz
Alves de Lima, futuro Duque de Caxias, nascido nesta
freguesia em 25 de agosto de 1803.
A freguesia de Inhomirim, com o movimentado porto
da Estrela onde em volta se formara um vistoso arraial com
uma capela dedicada a N. Sª. da Estrela, disputava com Iguaçu

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17:00h – Palestra: “Cristais e a Cura Quântica” Cromoterapia e Reflexologia - Lúcia Távora Léo – Rio das
Palestrante: Isabel Seidl – Terapeuta Holística – R J Flores – RJ
19:00h – Palestra: “As Pedras como Aliadas” Shiatsu e Reiki – Valéria Cristina Souza – Fisioterapeuta
Palestrante: Ana Lucia Fachinetto – Terapeuta Floral, Cinesiologia – Leila Maria Gomes
Numeróloga.- RJ STANDS DE VENDA
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Palestrante: Professor Paulo de Tarso de Aquino – Formado Ordem Rosa Cruz AMORC
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Gestao Empresarial e de Pessoas, Consultor - Valença - RJ Fundação Cultural e Filantrópica Léa Pentagna
21:30h – Apresentaçao de Dança do Birô Cultural Rua Vito Pentagna, 213 Valença - RJ - Tel (24)2453-4178
Valença – RJ Email:lea.pentagna@uol.com.br
22h – Apresentaçao de Dança de Salao – Professor Clébio
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Dia 8 de outubro – domingo
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Palestrante: Aracy Tavares Neves – Psicóloga, Advogada,
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16:00h – Palestra: “Orgânicas: as plantas mais saudáveis para
alimentaçao e tratamento”
Palestrante: Helder Carvalho – Professor de Yoga, Terapeuta
naturalista, Acupunturista, Fitoterapeuta, Nutroterapeuta,
Professor da Universidade Estácio de Sá, atendimento em