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Estórias Clássicas

Efigênio Nobre.
Índice de Estórias Clássicas.

Ordem: Titulo ou Tema: Nº da pagina:

X1. Índice. 001.

01. O Maior Dom... 002.


02. A Águia. 002.
03. Voe Mais Alto! 002.
04. A Casa Queimada. 003.
05. A Sala. 004.
06. A Loja do Pai Celestial. 005.
07. A Rocha. 006.
08. E Se Não! 007.
09. "João 3:16". 008.
10. Nasci Para Ser Rei. 009.
11. Pregos na Cerca. 009.
12. O Desertor. 010.
13. Os Dez Mandamentos do Marido e da Esposa. 010.
14. O Toque da Mão do Mestre - Myra Brooks Welch. 011.
15. Pegadas na Areia. 012.
16. 20 Dicas para ter Sucesso na Vida. 012.
17. Retrato de Jesus - Públio Lentulus - Presidente da Judéia. 013.
18. As Três Peneiras. 014.
19. Visita de Natal. 015.
20. Corte a Corda! 016.
21. Sorte e o Encentro da Oportunidade com a Preparação. _ 017.
22. A História do Rei, O que o Medo Faz ! _ 018.
23. A Nota de Matemática. _______ 019.
24. A Derrota do Monte Everest. _______ 020.
25. A Fé e a Corda. 999.
26. A Menina do Vestido Azul. 888.
27. O que é vencer? 000.

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O Maior Dom Que Eu
Poderia Te Dar, Seria Se
Você Pudesse Se Ver 3

A Maneira Que Eu Te Vejo!


1. O Maior Dom Que Eu Poderia Te Dar, Seria Se Você
Pudesse Se Ver A Maneira Que Eu Te Vejo!

01. Alma 5:14. Haveis nascido espiritualmente de Deus? Havei


recebido
sua imagem em vosso semblante?
02. Mateus 22:37-40. Ama a teu próximo como a ti mesmo
02. Mateus 5:43-44. Amai vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem
orai pelos vos maltratam...
04. João 3:16. Deus Amou o mundo de tal maneira que deu o seu
filho...
para que todo aquele que nele crê não pereça...
05. João 13:34-35. Amai-vos uns aos outros como eu vos amei a
vos...
06. Efési. 5:21-25,28. Maridos, Amai vossas esposas, como Cristo amou a
Igreja
e se entregou pore-la. (Colos. 3:19).
07. I João 4:11. Amados se Deus assim nos amou também nos
devemos amar uns aos outros
08. João 14:15, Se me amardes guardareis meus mandamentos!
(João 14: 21, 23; 15: 14).
09. João 15:13. Ninguém tem maior amor do que este: de dar a sua
vida
pela de seus amigos
10. Gênesis 1:26-27. E criou Deus o Homem a Sua imagem e
semelhança...
11. 3 Néfi 27:27. Que classe de homens devereis ser?
12. Mateus 5:48. Sede vós perfeito como é vosso pai que está no
céu.
(3 Néfi 12:48; Morône 10:32-33).
13. Roma. 8:16-17. Nós Somos Filhos de Deus. (Mateus. 5:48; I
João 3:1-2; 4:4).
14. At. 17:26, 28-29. Nós Somos Geração de Deus.
15. Salmos 82:6. Vos sois deuses e vos outros sois todos filhos
do Altíssimo
16. Mosias 3:19. O homem natural e inimigo de Deus...

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17. Mat. 11:28-30. Vinde a mim todos que estais cansados e
oprimidos
e eu vos aliviarei.
18. Lucas 15:11-32. A parábola do filho pródigo.

2. A Águia.

A águia é uma ave muito especial !


É a que mais tempo vive, cerca de 70 anos, e é a que voa mais alto.
Mas, para que isso aconteça, é necessário que ela passe por uma
grande transformação. Nem todas têm coragem de se renovar, então
não sobrevivem.
Quando chegam aos 35 anos, estão com as penas velhas, seus canos
grossos o que as impedem de voar, as unhas e o bico estão
cumpridos demais, curvados, impedindo-as de agarrar o alimento e
de se alimentar.
Então, numa atitude instintiva e de coragem pela sobrevivência,
algumas águias procuram um lugar alto, próximo a uma rocha, onde
fazem, um novo ninho para o processo que virá.
Começando o processo de renovação, batem as unhas contra a
rocha até que se quebrem e fiquem em carne viva. Em seguida o
bico, batida após batida, até cair. Enquanto isso, a águia é
alimentada por outras do grupo, para que sobreviva.
Quando as unhas começam a crescer, ela vai arrancando as penas
uma a uma. Após aproximadamente 150 dias, está completo o
processo. Então ela parte para o tão famoso vôo de renovação, com
mais 35 anos de vida pela frente.
Parabéns às pessoas que, como as águias, têm a coragem de se
olhar no espelho e de provocar essa transformação, que embora
dolorida, traz de volta a vida.

3. Voe Mais Alto!

Logo após a 2ª Guerra Mundial, um jovem piloto inglês que


experimentava

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o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do
mundo.
Pouco depois de levantar vôo de um dos pequenos e improvisados
aeródromos da Índia, ouviu um estranho ruído que vinha de trás de
seu assento.
Percebeu logo que havia um rato a bordo e que poderia, roendo a
cobertura de lona,
destruir o seu frágil avião.
Poderia voltar ao aeroporto para se livrar de seu incomodo,
perigoso e inesperado passageiro. Lembrou-se, contudo, de que os
ratos não resistem
a grandes alturas.
Voando cada vez mais alto, pouco a pouco, cessaram os ruídos que
quase punham
em perigo a sua viagem.
Se o ameaçarem destruir por inveja, calunia ou maledicência,
VOE MAIS ALTO...!!! Se o criticarem, VOE MAIS ALTO...Se
fizerem injustiças a você, VOE MAIS ALTO!!! Lembre-se
sempre que os “ratos” não resistem às alturas.

4. A CASA QUEIMADA

Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem


temente a Deus, e sabia que Deus o protegeria. Durante a viagem,
quando sobrevoavam o mar um dos motores falhou e o piloto teve
que fazer um pouco forçado no oceano. Quase todos morreram, mas
o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse
em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até
que chegou a uma ilha não habitada. Ao chegar à praia, cansado,
porém vivo, agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso da
morte.Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas. Conseguiu
derrubar algumas arvores e com muito esforço conseguiu construiu
uma casinha para ele.
Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas.
Porém significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez
agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos
animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.
Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado
muitos peixes. Assim com comida abundante, estava satisfeito com
o resultado da pesca. Porém, ao voltar-se na direção de sua casa,
qual tamanha não foi sua decepção, ao ver sua casa toda
incendiada. Ele sentou-se em uma pedra chorando e dizendo em
prantos:
“Deus! Como é que o Senhor pode deixar isto acontecer comigo?”.
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O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me
abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar todinha!
Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?
Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu
uma voz dizendo:
“Vamos rapaz?”
Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi
sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado
e dizendo:
“ Vamos rapaz, nós viemos te buscar.”
“ Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?”
Ora, amigo! Vimos seus sinais de fumaça pedindo socorro.
O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar
naquele barco ali adiante.
Os dois entraram no barco e assim o homem foi para o navio que o
levaria em segurança de volta para os seus queridos.
Quantas vezes nossa “casa se queima” e nós gritamos como aquele
homem gritou?
Em Romanos 8:28 lemos que todas as coisas contribuem para o bem
daqueles que amam a Deus.
Às vezes,é muito difícil aceitar isto, mas é assim mesmo.
É preciso crer e confiar!!

5. A SALA

Em algum lugar entre acordado e sonhando, encontrei-me em uma


sala.
Não havia características distintas em exceção de um numero muito
grande de fichários, de fichas pautadas. Eram como aquelas usadas
na biblioteca para arquivar assuntos, ou títulos de autores em ordem
alfabética. Esses fichários, que cobriam a parede inteira, do chão
atem o teto, intermináveis em ambas as direções, tiveram títulos
muito diferentes. Aproximei-me e o primeiro a chamar minha
atenção, estava escrito: PESSOAS QUE ME APAIXONEI. Abri a
gaveta e comecei a olhar as fichas e rapidamente fechei a gaveta,
maravilhado, pois reconheci os nomes escritos em cada uma delas.
Então sem ninguém dizer-me, sabia exatamente onde estava. Essa
sala sem vida, com seus fichários, era um sistema para arquivar
MINHA VIDA.
Neste sistema estavam escritas as ações de cada momento que
passei, grandes e pequenos todos estavam ali, com uma riqueza de
detalhe que minha memória não pode igualar. Um senso de
maravilha e curiosidade, acompanhado de horror, tomou conta de
mim, enquanto comecei a abrir casualmente as gavetas e explorar
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seu conteúdo de acordo com minha curiosidade. Algumas
trouxeram-me alegria e lembranças muito doces, outras um senso
de vergonha e remorso tão intenso que eu olhava para trás, para ver
se ninguém estava olhando. Numa dessas gavetas estava marcado:
AMIGOS QUE TRAÍ. Não tive coragem de abrir.
Os títulos variavam do mundano ao estranhíssimo do espiritual ao
abominável; como por exemplo: “BONS LIVROS QUE LI”, fiquei
surpreso por saber que li tão poucos bons livros “MENTIRAS QUE
CONTEI”, tive medo de olhar o tamanho dela “CONFORTO QUE
DEI”, “PIADAS QUE ACHEI ENGRAÇADA”. Alguns quase
engraçados pela sua exatidão: “COISAS QUE GRITEI PARA MEUS
IRMÃOS”. E outros temas que não tiveram nada de engraçado:
“COISA QUE FIZ QUANDO ESTAVA COM RAIVA”, “COISAS QUE
RESMUNGUEI BAIXINHO PARA MEUS PAIS”, etc...
Nunca parei de ficar surpreso a respeito dos temas e conteúdo.
Freqüentemente existiam mais fichas do que pensei. Às vezes menos
do que esperei.
Fiquei assolado pelo imenso volume da vida que vivi. Seria possível
que tive tempo nestes vinte anos para escrever cada uma desses
milhares ou até milhões de fichas? Sim, pois cada ficha confirmou
essa verdade. Cada uma delas foi escrita com minha letra. Assinadas
com minha assinatura.
Quando abri a gaveta marcada “MÚSICAS QUE ESCUTEI”, percebi
que as gavetas aumentavam para caber seu conteúdo. As fichas
estavam colocadas apertadamente. E ainda depois de 3 ou 4 metros
não achei o fim. Eu a fechei, envergonhado, não por causa da
qualidade das músicas, mas a enorme quantidade de tempo que a
gaveta representava.
Quando encontrei com a gaveta marcada “COISAS QUE EU
COBIÇEI” senti um frio em meu corpo. Abri a gaveta só um pouco,
sem vontade de saber o seu tamanho, retirei uma ficha e estremeci
com seu conteúdo detalhado. Passei mal em saber que todos
aqueles momentos tenhão sido registrados.
Uma raiva quase incontrolável venceu-me. Um pensamento dominou
minha mente, “Ninguém deveria ver aquelas fichas! Ninguém
deveria ver essa sala, tenho que destruí-la”. Num frenesi insano tirei
a gaveta. O tamanho não importava mais, tinha que esvaziá-las,
batia-as no chão, mas não dava conta de evasialas as fichas pos
eram muitas. Fiquei desesperado e tirei uma, quando tentei rasgá-la
era forte como aço. Derrotado e sem esperança, coloquei a gaveta
de volta no seu lugar. Encostando minha cabeça na parede, soltei
um suspiro de piedade próprio. Foi então que a vi. Li seu titulo,
“PESSOAS COM QUEM COMPARTILHEI O EVANGELHO”. A
maçaneta era mais brilhante de todas as demais, mais nova e quase
nem usada. Puxei-a, uma caixa pequena de 7 cm de comprimento
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caiu mas minhas mãos. Dava para contar as fichas nos dedos de
uma só mão.
Então veio as lágrimas, comecei a chorar tão profundo que a dor
tomou conta do meu ser e fez-me tremer. Caí de joelhos e chorei,
chorei de vergonha, da vergonha mais assoladora que tudo. As
fileiras de fichários desfiguraram-se nos meus olhos cheios de
lágrimas. Ninguém nunca deve saber dessa sala! Eu devo trancar e
esconder a chave! Então, ao enxugar os olhos eu o vi!
Não por favor, não ele, não aqui!
Puxa, qualquer pessoa além de JESUS! Eu assisti indefeso enquanto
Ele começou a abrir as gavetas e ler as fichas, não agüentei ver sua
reação. E no momento em que criei coragem para olhar no rosto
Dele, pude ver uma tristeza mais profunda que a minha. Pareceu-me
que Ele por intuição qual eram as piores gavetas. Então me
perguuntei Por que Ele precisa ler cada uma?
Finalmente ele virou-se e olhou-me do outro lado da sala. Ele olhou-
me com piedade nos olhos. Mas essa piedade que não me fez sentir
raiva. Abaixei a cabeça. Cobri meu rosto com as mãos e comecei a
chorar novamente. Ele aproximou-se e abraçou-me. Poderia ter dito
tantas coisas...Mas Ele não disse nada, nem uma palavra, só chorou
comigo. Então levantou-se e voltou para os fichários. Começando em
um lado da sala, ele tirou uma gaveta e então uma por uma Ele
começou a ASSINAR NAS FICHAS, Seu nome por cima do meu.
“NÃO”! Eu gritei correndo para Ele. Somente encontrava para dizer
“NÃO” e “NÃO”, enquanto tirava de Sua mão a ficha. O nome Dele
não deveria ser escrito nestas fichas. Mas estava, escrito em
vermelho tão intenso, tão vivo. O nome de JESUS CRISTO cobria o
meu. Estava escrito com Seu sangue! Com gentileza Ele tomou a
ficha de volta. Sorriu, com um sorriso triste e voltou a assinar as
fichas. Acho que nunca conseguirei entender como Ele fez tão
rapidamente, mas no próximo instante eu ouvi-o fechar a última
gaveta e voltou em minha direção. Colocou sua mão no meu ombro
e disse: “ESTÁ ENCERRADO”. Levantei-me e Ele levou-me para
fora da sala. NÃO HAVIA FECHADURA NA PORTA, ETÃO ELE
DISSE “A MUITAS FICHAS AINDA PARA SEREM ESCRITAS”.

6. A Loja do Pai Celestial

Um certo dia ao Caminhar por uma pequena rua viu uma


lojinha que se com a inscrição “A Loja do Pai Celestial.”

Entrei na loja e vi que avia um anjo atendendo no balcão.


Maravilhado, perguntei:
- Santo anjo do Senhor, o que vendes aqui?
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- Todos os dons de Deus – respondeu o anjo.
- E custa muito caro? – perguntei.
- Não custa nada. Tudo é de graça na Loja do Pai Celestial. –
respondeu o anjo sorrindo.
- Contemplei a loja e vi o que havia: jarros de amor verdadeiro,
vidros de fé e esperança, perdão divino, caixinhas de sabedoria,
felicidade, bondade,
salvação eterna e muitos outros dons de Deus.
- Por favor! clamei ao anjo: Quero todo o amor de Deus e todo o seu
perdão, vários vidros de fé e esperança, bastante felicidade,
bondade, muitas caixas de sabedoria e salvação eterna, para mim e
para minha família.
Então o anjo preparou tudo e entregou-me um pequeno embrulho,
que cabia na palma da minha mão.
Sem entender perguntei-lhe:
- Santo anjo do Senhor, Mas como é possível colocar tanta coisa
nesse pequeno embrulho?
Mais uma vez Sorrindo o anjo me respondeu :
- Meu querido irmão, na loja do Pai Celestial não oferecemos frutos
apenas às sementes.
Plante-as!

Que possamos aprender que todos esses dons não se


encontram em uma loja nem em uma caixinha ou vidrinho,
mas que são sementes plantadas e nossos corações por
Deus, através do seu Santo Espírito, e que só podem se
desenvolver regadas palas orações e jejum, freqüência às
reuniões,praticando o Amor ao próximo, aceitando e
magnificando um chamado na Igreja, leituras das escrituras e
freqüência às reuniões do Seminário e Instituto...

7. A ROCHA

Existe uma história de um homem Justo que queria servir a Jesus


Cristo Uma Certa noite quando estava dormindo quando o seu
quarto se encheu de luz e o Salvador apareceu para ele. O Senhor
disse-lhe que ele tinha uma obra para ele fazer, e mostrou-lhe uma
grande rocha explicando que era para ele a empurrar a rocha com
toda a sua força.
O homem obedeceu, e por muitos dias ele trabalhava o dia
inteiro empurrando a rocha, ele usava seus ombros e costas para
empurrar a rocha, usando toda a força que possuía Mais ele não
conseguia mover a rocha.

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Cada noite ele voltava para casa dolorido e cansado, ele achava
que todos os dias de seu trabalho eram em vão. Porque não
conseguia mover a rocha. Satanás viu que o homem estava
desanimado e, começou a colocar pensamentos Negativos na sua
mente como, “porque se mata fazendo isso? Você Jamais vai
conseguir mover a rocha e etc” Dando ao homem a impressão que
sua tarefa era impossível, e que ele não era digno nem capaz de ser
um servo do Senhor porque não conseguia mover a rocha.
Estes pensamentos desanimaram o homem e ele começou a
diminuir seus esforços e ele pensou, porque me matar? Mais assim
mesmo ele continuou a empurrar a rocha e satanás continuou a
tentá-lo a não mais empurrar a rocha. E quando ele estava prestes a
desistir, ele decidiu perguntar ao Senhor.“Senhor” ele disse, “eu
tenho trabalhado arduamente na tua obra, fazendo tudo que eu
podia, mas ainda assim com meus desejos e diligência eu não
consigo mover a rocha! Porque estou falhando?”.
O Senhor respondeu com compaixão e disse, “meu amigo
quando Eu te pedi que Me servisse, Eu falei empurra a rocha e assim
você tem feito. Eu nunca mencionei que Eu esperava que você
movesse a rocha sozinho. Sua tarefa era apenas empurrar. E agora
você veio Amim, sem forcas pensando que falhou e está pronto para
desistir. Porém realmente é assim? Olhe para si, e seus braços são
fortes e em forma, suas costas são bronzeadas, suas mãos são mais
fortes por causa de tanto trabalho e suas pernas são maiores e
duras. Através da oposição você cresceu muito e sua habilidade é
maior do que era anteriormente. Seu chamado era para empurrar A
Rocha, ao exercer sua fé e confiar em minha sabedoria. E assim você
tem feito,
VOCÊ NÃO FALHOU! D&C 107:99.

8. E SE NÃO!

Ao estudar o Livro de Daniel fiquei muito impressionado com alguns


eventos. Primeiro, quando os jovens Misael, Ananias e (Azarias)
Asael, que receberam os nomes babilônicos: Sadraque, Mesaque e
Abdenêgo, ao negarem-se a adorar uma estátua de ouro puro de 30
metros de altura e mais ou menos 3 a 4 metros de largura, foram
ameaçados de serem lançados numa fornalha ardente. Fiquei
imaginando se colocassem uma estátua desta na maior praça da
cidade, esta estátua de ouro puro, maior que um edifício, reluzindo,
e alguém discursando em alta voz dizendo: adorem as riquezas,
adorem o dinheiro, adorem o ouro, olhem para esta estátua e
deixem que a ambição penetre em suas veias, se fizerem isto vocês
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ficarão ricos, esta estátua dará poder, para vocês ficarem ricos,
venham se ajoelhem, adorem o poder, a riqueza, a conquista, a
glória! Pergunto eu: Quantos a adorariam? Imaginem?
O rei indignado, disse aos rapazes: Se vocês não adorarem,
aumentarei o poder de calor da fornalha sete vezes e lançarei vocês
lá dentro e então veremos se o seu Deus poderá lhes livrar.
Fiquei pensando no que nós faríamos. Por que ser punidos por ser
fiel? Por que ter problemas tão sérios por guardar os mandamentos?
Por que ser jogado no fogo por não ter outros deuses além do
Senhor? Por que?
A resposta dos três poderosos jovens é digna de ser mencionada:
Nosso Deus nos livrará! E se não, fica sabendo ó Rei que não
adoraremos a sua estátua.
O que quer dizer e se não? Quer dizer falta de fé? Não, de maneira
alguma, pois na próxima frase eles disseram; não adoraremos a sua
estátua. Quer dizer o quê?
Na minha maneira de entender eles disseram: Nosso Deus nos
livrará, contudo se o Senhor achar que não deve nos salvar deste
forno ardente, ou seja: e se não nos salvar, mesmo assim, sujeitar-
nos-emos à vontade Dele, seremos queimados, mas não adoraremos
a sua estátua.
Que grande fé!
É como se nós disséssemos assim:
Deus me abençoará se eu for para a missão e se não me abençoar
irei igual.
Deus me abençoará se pagar o dízimo e se não, pagarei o dízimo da
mesma forma.
Bom, eles foram jogados na fornalha ardente! Os soldados que os
levaram foram queimados somente pelo calor exterior, nas
proximidades da porta.
O rei foi olhar e lá dentro viu quatro homens iluminados, um deles
era como o Filho de Deus, evidentemente; Jesus Cristo.
O rei após perguntar a si mesmo: não eram Três que jogamos nesta
fornalha? Mandou retirá-los e nem cheiro de fumaça havia em suas
vestes. (Daniel # 3)
Isaías disse: Eu vos escolhi na fornalha da aflição.(1Néfi 20:10;
Isaías 48:10)
Isto quer dizer: quanto mais fiel, mais rápido será jogado nesta
fornalha. Não há como impedir isto, o que pode ser impedido é que o
fogo tenha poder sobre você e lhe queime. O que pode acontecer é
que Cristo caminhará ao seu lado e te exaltará, pois ele escolhe seus
fiéis dentro da fornalha.
O mesmo aconteceu a Daniel quando por ser tão fiel, tão capaz
mesmo o melhor de todo o reino, foi jogado na cova dos leões.

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Parece que os fiéis são jogados na fornalha ardente ou na cova dos
leões, mas Deus escolhem seus fiéis nestas horas de tribulação e
retidão.
Não quero dizer com isto que a missão é uma cova de leões ou
fornalha ardente, mas que muitas vezes o missionário passa por
muitas dificuldades. Mas quero dizer que quanto mais fiel mais prova
terá e é justamente nas provas que a pessoa é escolhida e
confirmada. Será que não é na missão aonde os habitantes do Reino
Celestial são escolhidos? Será que muitas vezes a missão não é
como uma fornalha onde os justos são jogados para serem testados,
e onde Cristo caminhará ao lado deles e eles nem mesmo terão
cheiro de fumaça. Ouro é refinado no fogo. Sou ouro?
Bom, que possamos estar preparados para dizer: E se não! Ou ir
aos nossos aposentos, abrir as janelas e orar três vezes ao dia. D&C
(95:1).

9. "João 3:16".

Na cidade de Chicago, numa noite fria, escura, havia uma forte


névoa. Um garotinho estava vendendo jornais na esquina, as
pessoas estavam fugindo do frio. O garotinho estava com tanto frio
que ele não poderia ficar vendendo jornais. Ele caminhou até um
policial e disse:
- Senhor, saberia me dizer onde um pobre garoto poderia encontrar
um lugar quente para dormir esta noite? Sabe, eu durmo em uma
caixa na esquina logo abaixo e o frio é terrível à noite. Como seria
bom eu ter um lugar quente para ficar.
O policial olhou para o garotinho e disse:
- Você desce a rua até aquela grande casa branca e bata na porta.
Quando alguém vier abrir a porta você apenas diz "João 3:16", eles
deixarão você entrar.
Então o garotinho caminhou até a casa e bateu na porta e uma
senhora o atendeu.
Ele olhou para ela e disse:
- "João 3:16".
A senhora disse:
- Entre, filho. Ela o levou para dentro da casa e o sentou numa
poltrona em frente a uma grande lareira, e se retirou.
Ele ficou ali sentado e pensou: "João 3:16. Eu não entendi isto, mas
isto é certo que aquece um menino que sentia frio." Mais tarde a
senhora voltou e perguntou-lhe:
- Você está com fome?
Ele respondeu:
- Bem, um pouco. Eu não como há alguns dias. A senhora o levou até
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a cozinha e sentou-o numa mesa cheia de comida. Ele comeu até
não poder mais.
Então ele pensou: "João 3:16... Eu não entendi isto, mas isto é certo
que sacia a fome de um menino." Ela o levou até o banheiro onde
tinha uma enorme banheira cheia de água quente e ele entrou na
banheira e molhou-se.
Ainda molhado, ele pensou, "João 3:16... É certo que eu não entendi
isto, mas isto fez um menino sujo, limpo. Você sabe, eu nunca tinha
tido um banho de verdade em toda a minha vida. O único banho que
eu tive foi quando eu fiquei em frente a um grande hidrante de
incêndio que estava esguichando água."
A senhora o levou até o quarto e o colocou em uma grande cama
antiga e cobriu-o com um cobertor até o seu pescoço, deu-lhe um
beijo de boa noite e apagou as luzes. Assim que ficou no escuro e
olhou para a janela, a neve começou a cair naquela noite fria e ele
pensou, "João 3:16... Eu não entendi isto, mas isto fez com que um
menino cansado, descansasse."
Na manhã seguinte, a senhora voltou até o quarto e o levou para a
mesma mesa cheia de comida. Depois que ele comeu, ela o levou de
novo para mesma poltrona em frente à lareira e pegou uma Bíblia
grande e sentou em frente a ele.
Ela o olhou e perguntou:
- Você entendeu João 3:16? Ele disse:
- Não, senhora. A primeira vez que eu ouvi foi na noite passada
quando um policial disse-me para usar isto.
Ela abriu a Bíblia em João 3:16, e começou a explicar para ele sobre
Jesus.
Ali mesmo em frente à grande lareira, ele deu seu coração e vida
para Jesus.
Ele sentou e pensou, "João 3:16. Eu não entendi isto, mas isto faz um
menino perdido ser salvo." Você sabe, eu tenho que te confessar, eu
não posso entender, como Deus enviou seu próprio Filho para morrer
por mim, e como Jesus concordou em fazer tal coisa? Eu não entendi
isto, mas é certo que isto faz a vida valer a pena.

“ Porque Deus amou tanto o mundo, que deu seu único Filho, e
aquele que acredita nele não morrerá, mas terá vida eterna.” (João
3:16)
(Autor desconhecido)

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10. NASCI PARA SER RE!

Há muitos anos, ouvi a historia do filho do rei Luis XVI, da França. O


rei Luis havia sido destronado e levado à Bastilha. Os revolucionários
pegaram o príncipe, seu filho e o levaram para outro lugar. Eles
pensavam que, embora o jovem fosse o herdeiro do trono, se
pudessem destruí-lo moralmente, ele jamais conheceria o grandioso
e notável destino que a vida lhe preparara.
E assim, carregaram-no para uma cidade distante, onde deixaram o
rapaz exposto às coisas mais sórdidas que o mundo podia oferecer.
Fizeram com que desfrutasse de iguarias cujo requinte em pouco
tempo o tornaria escravo do apetite. Os que viviam a seu redor
usavam da linguagem mais baixa possível. Forçaram-no a conviver
com mulheres obscenas e depravadas. Expuseram o rapaz à desonra
e desonestidade. Dia e noite ele ficou cercado pelas mais terríveis
circunstâncias, que poderiam arrastar a alma do homem ao pior
nível de degradação possível. O príncipe recebeu este tratamento
por mais de seis meses – mas nem uma só vez cedeu à pressão que
lhe impunham. Finalmente, depois de expô-lo a todo tipo de
tentação, seus captores e inquiriram. Por que se recusara a ceder
aos apetites – e não participara de nada que lhe ofereceram? Eram
coisas que lhe dariam prazer, satisfar-lhe-iam os desejos e estavam
todas a seu alcance. O jovem respondeu: ‘Não posso fazer o que me
pedem, pois nasci para ser rei’.
Todos nós nascemos para ser reis no reino de Deus.
Nosso Pai é um rei, e assim como filho do rei esteve exposto às
coisas vis e corruptas desta vida, também nós temos que conviver
com a imundície e degeneração de nossa época. Mas os portadores
do Sacerdócio Aarônico e as moças nasceram para ser reis e rainhas,
sacerdotes e sacerdotisas.
(“The King`s Son”, New Era, November de 1975, p. 35)

11. Pregos na Cerca

Uma vez havia um garoto que tinha um temperamento muito difícil.


O pai desse garoto lhe deu um saco com pregos e disse que, toda
vez que ele perdesse sua paciência, ele deveria martelar um prego
atrás da cerca.
No primeiro dia o garoto enfiou 37 pregos na cerca. Em algumas
semanas, conforme ia aprendendo a controlar seu temperamento, o
numero de pregos martelados por dia foi reduzindo gradativamente.
Ele descobriu que ra mais fácil controlar seu temperamento do que
martelar todos aqueles pregos na cerca...

15
Finalmente chegou o dia em que o garoto não perdeu a paciência.
Então, ele contou ao seu pai e este sugeria que ele retirasse um
prego por cada dia que ele conseguisse controlar sua irritação.
Finalmente chegou o dia em que o garoto havia retirado todos os
pregos da cerca. Então, seu pai segurou sua mão e levou-o até a
cerca.
Seu pai disse:
Você foi muito bem meu filho, mas olhe os buracos na cerca. A cerca
jamais será a mesma. Quando você diz coisas com raiva, tais coisas
deixam cicatrizes exatamente como estas. Você pode enfiar ema
faca em um homem e retirar. Não vai importar quantas vezes você
peça desculpas, o buraco vai estar lá do mesmo jeito.
Um ferimento verbal é tão ruim quanto um físico. Amigos são jóias
muitíssimo raras. Eles fazem você sorrir e lhe dão apoio para que
você tenha sucesso. Eles emprestam um ouvido, eles lhe elogiam e
tem o coração sempre aberto para você.

12. O DESERTOR

Não muito distante de Jerusalém, um fogo se queima na floresta. O


Desertor do Exército Romano está esquentando suas mãos,
tremendo não só por causa do frio da noite, mas também por causa
do tumulto interno. Um estrangeiro está chegando na rua e o
desertor acena-lhe, o estrangeiro achega-se e senta-se.
O estrangeiro senta-se perto do fogo e tira a sua capa, enquanto o
desertor começa a expressar seus sentimentos e diz:
-- Senhor, eu posso ver que você é um estrangeiro aqui devido a
poeira nas sandálias e talvez não saibas o que aconteceu em
Jerusalém estes dias passados, mas nós matamos um Deus.
Eu fui chamado como oficial, nós prendemos este homem, Jesus.
Levamos ele diante de um Tribunal falso. Eu estava ali quando ele foi
marcado. Eu estava indo para Galdotha. Eu queria tirara a cruz
pesada de seus ombros, mas eu não podia.
Ali no monte eu fui chamado para segurar os seus pulsos enquanto
eles o pregavam. Eu senti o sangue dele manchar minhas mãos. Eu
olhei nos olhos dele e senti seu amor que fez meu coração quebrar.
Eu vi a cruz sendo levantada e deixada cair no buraco. Eu quase
pude ouvir a carne se rasgar.
E durante aquele dia horrível que assisti, na tarde ele exclamou:
-- Está consumado!
E ele morreu na cruz.
Eu sabia que matamos um Deus. Eu corri até onde estou agora.
-- Senhor, nós matamos um Deus! Nós matamos um Deus!

16
O desertor desviou os olhos do fogo e olhou para o rosto do
estrangeiro. O estrangeiro estava sorrindo. O desertor reclamou:
-- Senhor, não existe nada de engraçado nesta história.
Mas o estrangeiro continuou a sorrir enquanto tirava as mãos de
baixo da capa e as colocou perto do fogo. E ali na luz do fogo, o
desertor viu as mascas dos cravos nas mãos e pulsos, e ele caiu
ajoelhado dizendo:
-- O Senhor, meu Deus!!!

13. Os Dez Mandamentos do Marido e da Esposa.

Os dez Mandamentos do Marido.

01. Lembre-se de que sua esposa é sua companheira, e não sua


propriedade.
02. Não espere que a esposa seja esposa e provedora ao mesmo
tempo.
03. Não pense que suas contas não são da conta de sua esposa.
04. Conserve o amor de sua esposa com os mesmos meios com que
o conquistou.
05. Faça da edificação do lar o seu negócio mais importante.
06. Coopere com sua esposa para estabelecer a disciplina da família.
07. Entre em casa levando alegria.
08. Não permita que pessoa alguma critique sua esposa na sua
frente, nem seu pai, nem sua mãe, nem seus irmãos, nem qualquer
de seus parentes.
09. Não deixe de dar valor à sua esposa.
10. Lembre-se do lar e o santifique.

Os dez Mandamentos da Esposa.

01. Honre a sua condição de mulher, para que seus dias se


prolonguem com alegra, na casa que seu marido provê para você.
02. Não espere que seu marido lhe dê os mesmo luxos que seu pai
lhe dava, depois de haver trabalhado e economizado por tantos
anos.
03. Não se esqueça da virtude do bom humor, pois, na verdade, tudo
o que um homem tem, ele dará pelo sorriso da mulher.
04. Não seja implicante.
05. Mime seu marido, pois todo homem gosta de receber atenção
especial.
06. Lembre-se de que a aprovação franca de seu marido significa
mais para a sua felicidade do que os olhares de aprovação de
muitos estranhos.
07. Não se esqueça das virtudes da limpeza e do bem vestir.
17
08. Não permita que pessoa alguma a convença de que é difícil viver
com seu marido, nem sua mãe, nem sua irmã, nem sua tia solteira,
nem qualquer de seus parentes, pois o juiz não terá por inocente a
esposa que deixar que seu marido seja desacreditado...
09. Mantenha o seu lar com toda a diligência, pois dele virão as
alegrias da sua velhice.
10. Siga os caminhos do Senhor de Deus, e seus filhos se levantarão
e a chamarão “bem aventurada”.

14. O Toque da Mão do Mestre

Myra Brooks Welch

Tão maltratado estava o antigo violino Que o leiloeiro pensa:


“Isto é desatino”.
Perder meu tempo, aqui, com um velho instrumento “. Mas mesmo
assim levanta-o por um momento”.
“Quanto me dão por isto, meus amigos,” brada “Quem dá o primeiro
lance, quem dele se agrada?
Um dólar! Um somente? Alguém me dará dois? Dois dólares! Dou-lhe
uma, dou-lhe duas, pois...”
São três! Três dólares e dou-lhe uma, dou-lhe, Duas, dou-lhe... Mas
não, a voz quase faltou-lhe
Um homem já grisalho, ao fundo, levantando-se, Tomou o violino e o
arco, empertigou-se,
Do velho instrumento a poeira limpando, E as cordas frouxas, meio
rotas, afinando.
Tocou a mais suave e pura melodia, Nem mesmo um coro de anjos
mais belo seria.
A música cessou e, limpando a garganta, Com voz embargada, o
leiloeiro levanta!
O violino e pergunta, com certa emoção:, “Por esta velha peça,
quanto é que me dão?”
“Mil dólares! Alguém me oferece dois? Dois mil, dois mil, dou-lhe
uma, dou-lhe duas, dois...”.
Três mil! Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três! Vendido!” E o
martelo bate desta vez.
O público sorria, alguns, porém, choravam; O que teria mudado o
preço? Perguntavam
Então veio a resposta e ninguém discordou: “Seu valor é maior
porque o mestre o tocou!”
E assim muitos homens, vivendo em desatino, Em muito se
assemelham a esse violino;

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Ninguém lhes dá valor, o mundo os maltrata, No vício e no pecado
arrastam a vida ingrata.
No prato um caldo ralo, no copo uma bebida. Um carteado...assim
transcorre-lhes a vida.
“E dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhes três...” E o martelo quase
bate de uma vez!
Mas eis que o Mestre vem, e a cega multidão. Jamais alcançará a
plena compreensão
Do quanto vale a alma e da transformação, Que ocorre quando nela
o Mestre põe a mão.

15. Pegadas na Areia

Uma noite eu tive um sonho.


Sonhei que estava andando na praia com o Senhor
e através do céu, passavam cenas da minha vida.
Para cada cena que se passava, percebi que eram
deixados dois pares de pegadas na areia;
um era meu e o outro era do Senhor.
Quando a última cena da minha vida passou
diante de nós, olhei para trás, para as pegadas
na areia e notei que muitas vezes, no caminho da
minha vida havia apenas um par de pegadas na areia.
Notei também, que isso aconteceu nos momentos
mais difíceis e angustiosos do meu viver.
Isso entristeceu-me deveras, e perguntei
então ao Senhor:
"- Senhor, Tu me dissestes que, uma vez
que resolvi Te seguir, Tu andarias sempre
comigo, todo o caminho mas, notei que
durante as maiores atribulações do meu viver
havia na areia dos caminhos da vida,
apenas um par de pegadas. Não compreendo
porque nas horas que mais necessitava de Ti,
Tu me deixastes."
O Senhor respondeu:
"- Meu precioso filho. Eu te amo e
jamais te deixaria nas horas da tua prova
e do teu sofrimento.
Quando vistes na areia, apenas um par
de pegadas, foi exatamente aí, que EU,
nos braços... Te carreguei."

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16. 20 Dicas Para Ter Sucesso na Vida.

01. Tenha um aperto de mão firme;


02. Olhe as pessoas nos olhos;
03. Gaste menos do que ganha;
04. Saiba perdoar a si mesmo e principalmente os outros;
05. Trate os outros como gostaria de ser tratado;
06. Faça sempre novos amigos e nunca inimigos;
07. Saiba guardar segredo;
08. Não adie uma alegria;
09. Surpreenda aqueles que você ama com presentes inesperados;
10. Sorria sempre mesmo se as coisas não andem muito bem;
11. Aceite sempre uma mão estendida;
12. Pague suas contas em dia;
13. Não ore apenas para pedir coisas. Ore para agradecer e pedir
sabedoria e coragem;
14. Dê as pessoas uma segunda chance;
15. Não tome nenhuma decisão quando estiver cansado ou nervoso;
16. Respeite as coisas vivas, principalmente as indefesas;
17. Dê o melhor de sí no seu trabalho;
18. Seja sempre humilde, especialmente nas vitórias;
19. Jamais prive uma pessoa de esperança, possa ser que ela só
tenha isso;
20. Ame a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti
mesmo.

17. RETRATO DE JESUS

Em Roma, no arquivo do Duque de Cesadini, foi encontrada


uma carta de Publio Lentulus, então Presidente da Judéia
dirigida a César e que é um retrato de Jesus. Ei-la:

Sabendo que desejais conhecer quanto vou narrar, existindo nos


nossos tempos um homem o qual vive de grandes virtudes chamado
Jesus que pelo povo é inculcado profeta da verdade, e seus
discípulos dizem que é o Filho de Deus, Criador do céu e da terra e
de todas as coisas que nela se acham e que nela tenham estado; em
verdade ó César, cada dia se ouvem coisas maravilhosas desse
Jesus; ressuscita os mortos, cura os enfermos, em uma só palavra: é

20
um homem de justa estatura e é muito belo no aspecto, e há tanta
majestade no rosto, que aqueles que o vêem são forçados a amá-lo
ou a temê-lo. Tem os cabelos da cor da amêndoa bem madura, são
distendidos até as orelhas, e das orelhas até às espáduas, são da cor
da terra porém mais reluzentes.
Tem no meio da fronte uma linha separando os cabelos, na forma
em uso dos nazarenos; o seu rosto é cheio, o aspecto é muito
sereno, nenhuma ruga ou mancha se vê em sua face de uma cor
moderada; o nariz e a boca são irrepreensíveis.
A barba é espessa, mas semelhantes aos cabelos não muito longos,
mas separado pelo meio; seu olhar é muito especioso e grave; tem
os olhos graciosos e claros; o que surpreende é que resplandecem
no seu rosto como os raios do sol, porém ninguém pode olhar fixo o
seu semblante, porque quando resplende, apavora e quando
ameniza chora; faz-se amar e é alegre com gravidade.
Diz-se que ninguém o viu rir, mas antes chorar. Tem os braços e as
mãos muito belos; na palestra contenda muito, mas o faz raramente,
e quando dele alguém se aproxima, verifica que é muito modesto na
presença e na pessoa. É o mais belo homem que se possa imaginar,
muito semelhante à sua mãe, a qual é de uma rara beleza não se
tendo jamais visto por estas partes, uma donzela tão bela; porém se
a Majestade Tua, ó César, deseja vê-lo como no aviso passado
escreveste, dá-me ordens que não faltarei de manda-lo o mais
depressa possível.
De letras faz-se admirar de toda a cidade de Jerusalém; ele sabe
todas as ciências e nunca estudou nada. Ele caminha descalço e sem
coisa alguma na cabeça. Muitos se riem vendo-o assim, porém em
sua presença falando com ele tremem e admiram.
Dizem que um tal homem nunca fora visto por estas partes. Em
verdade segundo me dizem os hebreus, não se ouviram jamais tais
conselhos de grande doutrina como ensina este Jesus; muitos
judeus o têm como Divino e muito me querelam, afirmando que é
contra a lei de tua Majestade. Eu sou grandemente molestado por
estes malignos hebreus.
Diz-se que este Jesus nunca fez mal a quem quer que seja, mas ao
contrário aqueles que o conhecem e com ele tem praticado afirmam
ter dele recebido grande benefício e saúde, porém à tua obediência
estou prontíssimo; aquilo que Tua Majestade ordenar será cumprido.
Vale, da Majestade Tua, fidelíssimo e obrigadíssimo.

Públio Lentulus - Presidente da Judéia.

21
18. A Importância das Três Peneiras

Uma jovem chegou ao sei pai, que sempre foi o grande mestre da
sua vida e disse-lhe:
- Pai, você não sabe da última sobre a “fulana”?
- Filha, antes de você me contar, faca o teste das três peneiras, que
vou lhe ensinar...Antes de contar qualquer coisa a alguém, passe o
assunto pelas três peneiras.

A 1ª peneira que e a peneira da VERDADE e então respondenda:


- Você tem certeza de que tudo que você vai me contar é a mais
Absoluta verdade?
- Você tem que o que você vai me contar e um fato; ou apenas um
boato ou fofoca?

Se tudo que você for me falar for a mais absoluta verdade então
passe a pela 2ª peneira que e a peneira da BONDADE e então
respondenda:
- O que você vai me contar e uma coisa boa? Vai ajudar a pessoa em
alguma coisa?
- Você gostaria que falasse de você o que vai falar a respeito desta
pessoa?
- Você falaria a mesma coisa na frente da pessoa e quem você que
falar?

E udo que você for me falar a mais absoluta verdade e for uma coisa
boa, então passe
Pela 3ª peneira que e a peneira da NECESSIDADE então
respondenda:
- Você tem certeza de que eu tenho necessidade de saber sobre isto
que você vai me contar?
- Quando eu soube vou poder ajudar essa pessoa e alguma coisa?

- Após ter passado o assunto pelas três peneiras: VERDADE,


BONDADE,
NECESSIDADE, você terá contribuído para que possamos viver num
mundo melhor.
Mas e aí, minha filha, o que você ia me contar mesmo?
- Nada não, pai. Só queria te agradecer a lição.
22
“ Depois de ter passado palas três peneiras não sobrou nada
para contar ”

19. VISITA DE NATAL.

Certa vez, em um dia de natal, um homem visitou um amigo de


muito tempo. O seu amigo – Conrad, ele estava em sua casa que era
bem pequena e pobre. Conrad estava sentado com um grande
sorriso. Ele parou por um momento e então disse: meu amigo,
quanto tempo! Amigo, ontem à noite o Senhor apareceu em meu
sonho e Ele falou: eu vou fazer uma visita de natal á você, Conrad.
Então ele falou para seu amigo: por isso tenho limpado tudo e estou
feliz, tudo isso em preparação para a visita do Senhor. A comida está
até pronta para o jantar, e agora estou apenas esperando pelo
Senhor.
Logo após contar sobre o sonho, seu amigo foi embora, e ele ficou
só. Conrad têm passado muitos dias de natal sozinho, porquê ele não
tem nenhuma família, pois todos eles faleceram. Mas até então, este
natal será o melhor Conrad, pois eis que o Senhor estaria em sua
casa.
Depois de aguardar por alguns minutos, ouviu um barulho e correu
em direção à porta pensando que o Senhor havia chegado. A porta
bateu e ao abrir, deparou-se com um mendigo, que tinha roupas
rasgadas e sapatos gastos. Conrad foi tocado ao vê-lo nesta
situação, inclusive tremendo de frio, então convidou-o para entrar.
Conrad deu novos sapatos para o mendigo e também um casaco.
Com muita gratidão, o mendigo saiu com os novos presentes.
O tempo passando e nada do Senhor chegar, e isto trazia
preocupação á Conrad.
A porta bate novamente e então ele corre bem ansioso, mas, mais
uma vez não era quem ele esperava (Senhor), era uma mulher
estrangeira, bem velhinha, com um grande peso nas costas. A
mulher só pediu para descansar por alguns minutos, mas Conrad
estava preocupado com a chegada do Senhor, e mesmo assim,
entretanto, não queria mandá-la embora no dia de natal. Ele deixou
ela entrar para descansar, ele deu para ela um pouco de chá e por
alguns minutos ela descansou, e enquanto isso Conrad estava triste
por o Senhor não haver chegado e as horas estarem passando e
cada vez mais ficando mais tarde.
23
A mulher já havia ido embora, quando então mais uma vez, ele ouviu
uma batida na porta, e pensou que com certeza seria o Senhor, mas
para sua surpresa, foi uma menininha. Ela estava chorando e perdida
numa noite de natal. Conrad ficou triste, pois mais uma vez não era
o Senhor, mas ele sabia que tinha que ajudá-la. Ele enxugou as
lágrimas dela e a ajudou a encontrar a família. Quando ele entrou na
sua casa, imaginando que o Senhor não mais apareceria. As horas já
haviam se passado.
Conrad entrou em seu quarto, ajoelhou-se e começou a orar, falou:
“Senhor, por quê não me visitaste? Eu queria tanto ver o
Senhor!”Conrad ouve uma voz dizer: “Levanta tua cabeça, pois eu
guardei minha palavra. Três vezes eu te visitei.eu fui o mendigo que
você deu os sapatos, eu fui a velhinha que você me recebeu, eu fui a
menina que você ajudou a encontrar a família. Eu bati três vezes sua
porta, e três vezes fui recebido, senti o amor de um amigo. De
todos os dons, amor é o maior. Então o Senhor complementa: Eu
fui honrado em ser sua visita de natal”.
Durante esta época de natal, vamos lembrar de que todos somos
filhos e filhas do Pai Celestial e nos devemos mostrar o verdadeiro
amor de Cristo a todos.
“Quando fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a
Mim o fizeste”. Mateus 25:40

20. CORTE A CORDA!

Esta é a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e


mais desafios. Ele resolveu, depois de muitos anos de preparação,
escalar o Anconcágua. E ele queria a glória somente para si.
Resolveu então escalar sozinho sem nenhum companheiro, o que
seria natural no caso de uma escalada dessa dificuldade. Ele
começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde, porém ele não
havia se preparado para acampar e resolveu seguir a escalada,
decidido a atingir o topo.
Escureceu, e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha, e
não era possível mais enxergar um palmo à frente do nariz, não se
via absolutamente nada. Tudo era escuridão, zero de visibilidade,
não havia lua e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens. Subindo
por uma "parede", a apenas 100 metros do topo, ele escorregou e
caiu...
Caia a uma velocidade vertiginosa, somente conseguia ver as
manchas que passavam cada vez mais rápidas na escuridão. Sentia
apenas uma terrível sensação de estar sendo sugado pela força da
gravidade. Ele continuava caindo e, nesses angustiantes momentos,
passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes que ele
24
já havia vivido em sua vida.
De repente ele sentiu um puxão forte que quase o partiu pela
metade.... Shack! Como todo alpinista experimentado, havia cravado
estacas de segurança com grampos presos a uma corda comprida
que fixou em sua cintura.
Nesses momentos de silêncio, suspenso pelos ares na completa
escuridão, não sobrou para ele nada além do que gritar: "Oh, meu
Deus! Me ajude!”.
De repente uma voz grave e profunda respondeu: "O que você quer
de mim, meu filho?” - Me salve, meu Deus, por favor!
- Você realmente acredita que Eu possa te salvar?
- Eu tenho certeza, meu Deus.
- Então corte a corda que mantém você pendurado...
Houve um momento de silêncio e reflexão.
- A voz falou novamente corte a corda que mantém você
pendurado...
O homem se agarrou ainda mais a corda e refletiu que se cortasse a
corda morreria...
- A voz falou novamente corte a corda que mantém você
pendurado...
No outro dia as pessoas do resgate encontraram o alpinista
congelado, morto, agarrado com as duas mãos a uma corda a não
mais de dois metros do chão.

E você...? Está segurando a corda...? Por que você não a corta e


deixa
Deus te guiar...?

21. Sorte e o Encentro da Oportunidade com a


Preparação

“É melhor estar preparado para uma oportunidade e não ter


nenhuma, do que ter uma oportunidade e não estar
preparado”.

Whitnay Young Jr.

Les Brown e seu irmão gêmeo foram adotados por Mamie


Brown, funcionária de cozinha e empregada doméstica, logo depois
de seu nascimento, num bairro miserável de Miami.
Devido à sua hiperatividade e tagarelice incessante, Les foi
colocado em classe de educação especial para deficientes durante
todo o segundo grau.
25
Depois da formatura, tornou-se funcionário do departamento de
saneamento em Miami Beach. Porém sonhava ser disc-jóquei.
À noite, levava um rádio transsístor para a cama, onde ouvia
DJ’s locais e seus jargões. Criou uma estação de rádio imaginária em
seu pequeno quarto de piso gasto e vinil. Uma escova de cabelos lhe
servia de microfone enquanto ele praticava sua gíria, apresentando
discos para seus ouvintes fantasmas.
Sua mãe e seu irmão podiam ouvi-lo através das paredes finas
e gritavam para ele que parasse de tagarelar e fosse dormir. Mas Les
não os ouvia. Estava envolvido em seu próprio mundo, vivendo um
sonho.
Certo dia, Les foi à estação local de rádio durante seu horário
de almoço de serviço de cortador de grama da cidade. Entrou no
escritório do gerente da estação e disse a ele que queria ser disc-
jóquei.
O gerente observou aquele jovem desalinhado de macacão e
chapéu de palha e perguntou:
- Tem alguma experiência em radiodifusão?
Les respondeu:
- Não, senhor.
- Bem, filho, então temo que não tenhamos um trabalho para você.
Les agradeceu-o educadamente e saiu.
O gerente da estação supôs ter visto aquele rapaz pela primeira
e última vez. Mas substimou a profundidade do compromisso de Les
Brown e sua meta. Veja bem, Les tinha um propósito maior do que o
simples desejo de ser disc-jóquei. Queria comprar uma casa melhor
para sua mãe adotiva, a quem amava profundamente. O trabalho
como disc-jóquei era somente um passo em direção a seu objetivo.
Mamie Brow ensinara Les a perseguir seus sonhos, e ele tinha
certeza de que conseguiria um emprego naquela estação de rádio, a
despeito do que o gerente havia dito.
Assim, Les voltou à estação todos os dias durante uma semana,
perguntando se havia alguma vaga. Finalmente o gerente da
estação desistiu e contratou-o como contínuo – sem salário. No início
ele servia café ou comprava almoço e jantar para os DJ’s que não
podiam sair do estúdio. Finalmente, seu entusiasmo pelo trabalho
dos dics-jóqueis acabou conquistando sua confiança e ele começou a
dirigir os Cadillacs que buscavam celebridades como The
Temptations, Diana Ross ou The Supremes. Mal sabiam eles que o
jovem Les não tinha carteira de motorista.
Les fazia tudo que lhe pedissem da estação – e mais. Quando
estava com os DL’s, imitava seus movimentos de mão no painel de
controle. Permanecia nas salas de controle e aprendia o que podia,
até que lhe pedissem para sair. Então, de volta ao seu quarto, à

26
noite, praticava e se preparava para a oportunidade que sabia que
surgiria.
Numa tarde de sábado, enquanto Les estava na estação, um DJ
chamado Rock estava bebendo no ar (durante a programação). Les
era a única outra pessoa no prédio, e percebeu que Rock estava se
embriagando e certamente arranjaria problemas. Les ficou por perto.
Andava de um lado para o outro em frente à janela da cabine de
Rock. E, enquanto espreitava, dizia a si mesmo: “Beba, Rock, beba!”
Les estava faminto, e estava pronto. Teria corrido rua abaixo
procurando por mais bebida se Rock tivesse pedido. Quando o
telefone tocou, Les se lançou sobre ele. Era aquele gerente da
estação, como sabia que seria.
- Les é o Sr. Klein.
- Sim – disse Les. – Eu sei.
- Les acho que Rock não conseguirá terminar seu programa.
- Sim, senhor eu sei.
- Poderia ligar para um dos outros DJ’s e pedir-lhe que o substitua?
- Sim, senhor. Vou ligar.
Mas, quando desligou o telefone, Les disse a si mesmo:
“Ele deve achar que sou maluco”.
Les discou o telefone, mas não para chamar outro DJ, telefonou para
sua mãe e para sua namorada.
- Vocês todos, vão para a varanda da frente e liguem o rádio porque
estou entrando no ar! – disse ele.
Esperou quinze minutos antes de ligar para o gerente-geral.
- Sr. Klein, não consigo encontrar ninguém – disse Les.
O Sr. Klein então perguntou:
- Rapaz sabe usar os controles no estúdio?
- Sim, senhor – respondeu Les.

Les voou para dentro da cabine, afastou delicadamente Rock para o


lado e sentou-se em frente ao toca-discos. Estava pronto. E ávido.
Ligou o botão do microfone e disse:
- Atenção! Aqui quem fala é LB, o fera do Disco. Não houve ninguém
e não haverá ninguém depois de mim. Isso faz de mim o único,
eterno. Jovem e solitário, cheio de amor para dar. Registrado, de boa
fé, indubitavelmente qualificado para trazer-lhe satisfação e muita
ação. Preste atenção benzinho, eu sou seu amoo-o-or!
Com essa estréia, Les estava pronto. Surpreendendo o público e o
gerente-geral. Daquele começo fervoroso, Les partiu para uma
carreira de sucesso na radiodifusão, em política, oratória e televisão.
Jack Canfield

27
22. A HISTÓRIA DO REI
O que o Medo Faz!

Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto.


Sempre fazia prisioneiros, nunca matava.

Levava-os a uma sala onde havia um grupo de arqueiros de um


lado, e uma imensa porta de ferro do outro sobre a qual viam-se
gravadas figuras de caveiras cobertas de sangue.

Nesta sala ele os fazia enfileirar-se em um círculo e dizia-lhes:


- Vocês podem escolher entre morrerem flechados por meus
arqueiros ou passarem por aquela porta e por mim serem lá
trancados.
- Todos escolhiam serem mortos pelos arqueiros.

Ao terminar a guerra um soldado que por muito tempo servira


ao rei dirigiu-se ao soberano.

- Senhor, posso lhe fazer um pergunta?


- Diga soldado.
- O que havia por de trás daquela assustadora porta?
- Vá e veja você mesmo!

O soldado então, abre vagarosamente a porta e, a medida em que o


fazia, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente. E
finalmente ele descobre surpreso, que …
A porta se abria sobre um caminho que conduzia a liberdade!

O soldado admirado apenas olhava para o rei, que diz:


- Eu dava a eles a escolha, mas preferiam morrer a arriscar-se abrir
esta
porta.
Quantas portas deixamos de abrir por medo de arriscar?
Quantas vezes perdemos a liberdade e morremos por dentro, apenas
por
sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?
Pense Nisso!

23. A Nota de Matemática

“Um garoto de 10 anos, aluno da rede escolar pública, descobriu que


a matemática da quinta série estava se tornando o desafio da sua
vida. Ciências? Moleza! Geografia? Fácil demais. Gramática? Ahaa!
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Simples! Mas Matemática? Era devastadora! Não que seus pais não
estivessem fazendo todo o possível para ajudar o filho: professores
particulares, colegas de classe, CDs, livros - nada funcionava”.
Finalmente, diante da insistência de um amigo da família, os pais
decidiram matricular o filho numa escola particular. Não uma escola
particular qualquer, mas uma escola particular católica. Chegou
então o primeiro dia de aula na nova escola. Trajando uma camisa
branca, o jovenzinho se aventurou rumo ao grande desconhecido.
Quando voltou para casa naquela tarde, o garoto passou direto por
seus pais e entrou em seu quarto, fechando a porta. Durante duas
horas, o menino trabalhou arduamente em suas tarefas. Ele saiu do
quarto bem a tempo para o jantar, após o que subiu novamente as
escadas e
continuou estudando diligentemente até a hora de dormir.
Este mesmo padrão se repetiu dia após dia, até que chegou o
momento do primeiro boletim. Naquele dia, o garoto chegou em
casa, deixou o envelope sobre a mesa de jantar e novamente se
encaminhou para o seu quarto para fazer seu dever de casa. Seus
pais abriram o envelope e, para sua surpresa,
Viram uma nota "10" em Matemática. Super felizes, eles correram
para o quarto do filho, entusiasmados com o seu progresso.
- "Isto se deve às freiras?", perguntou o pai. "Não", respondeu o
menino.
- "Foram às orações antes das aulas?", perguntou a mãe. "Não".
- "Os novos livros? O professor? O currículo?", perguntou novamente
o pai.
"Nada disso".
- "Bem, então, o que foi?", perguntou a mãe.
- "Olhe, foi assim. Quando eu cheguei naquele primeiro dia
de aula e vi aquele homem pregado no sinal de mais (+),
Perguntei a uma freire qual era o significado daquilo, ela
disse que aquele era Jesus e que ele foi um Exemplo para
todos, então entendi que eles ali falavam a sério!”.

O menino achou que se não estudasse matemática seria


pregado em uma cruz
Ele entendeu certo se não nos arrependermos de nossos
pecados teremos que sofrer como Cristo sofreu D&C. 19:

24. A Derrota do Monte Everest

Edmund Hillary foi o primeiro homem a subir o Everest, a


montanha mais alta do mundo. Seu feito coincidiu com a

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coroação da Rainha Elizabeth, a quem dedicou a conquista, e
de quem recebeu o título de "Sir".
Um ano antes, Hillary já havia tentado a escalada, e
fracassara por completo. Mesmo assim, os ingleses
reconheceram seu esforço, e o convidaram a falar para uma
numerosa platéia.
Hillary começou a descrever suas dificuldades, e, apesar dos
aplausos, dizia sentir-se frustrado e incapaz. Em dado
momento, porém, largou o microfone, aproximou-se da
enorme gravura que ilustrava seu percurso, e gritou:
- Monte Everest, você me venceu esta primeira vez. Mas eu
irei vence-lo no próximo ano, por uma razão muito simples:
você já chegou ao máximo de sua altura, enquanto eu ainda
estou crescendo!

25. A Fé e a Corda!
Esta é a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e
mais desafios. Ele resolveu, depois de muitos anos de preparação,
escalar o Anconcágua. E ele queria a glória somente para si.
Resolveu então escalar sozinho sem nenhum companheiro, o que
seria natural no caso de uma escalada dessa dificuldade. Ele
começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde, porém ele não
havia se preparado para acampar e resolveu seguir a escalada,
decidido a atingir o topo.
Escureceu, e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha, e
não era possível mais enxergar um palmo à frente do nariz, não se
via absolutamente nada. Tudo era escuridão, zero de visibilidade,
não havia lua e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens. Subindo
por uma "parede", a apenas 100 metros do topo, ele escorregou e
caiu...
Caia a uma velocidade vertiginosa, somente conseguia ver as
manchas que passavam cada vez mais rápidas na escuridão. Sentia
apenas uma terrível sensação de estar sendo sugado pela força da
gravidade. Ele continuava caindo e, nesses angustiantes momentos,
passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes que ele
já havia vivido em sua vida.
De repente ele sentiu um puxão forte que quase o partiu pela
metade.... Shack! Como todo alpinista experimentado, havia cravado
estacas de segurança com grampos presos a uma corda comprida
que fixou em sua cintura.
Nesses momentos de silêncio, suspenso pelos ares na completa
escuridão, não sobrou para ele nada além do que gritar: "Oh, meu
Deus! Me ajude!” .

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De repente uma voz grave e profunda respondeu: "O que você quer
de mim, meu filho?"
- Me salve, meu Deus, por favor!
- Você realmente acredita que Eu possa te salvar?
- Eu tenho certeza, meu Deus.
- Então corte a corda que mantém você pendurado...
Houve um momento de silêncio e reflexão.
O homem se agarrou ainda mais a corda e refletiu que se largasse a
corda morreria...
Conta o pessoal de resgate que no outro dia encontraram um
alpinista congelado, morto, agarrado com as duas mãos a uma corda
a não mais de dois metros do chão.
E você...? Está segurando a corda...??? Por que você não a solta e
deixa
Deus te guiar...???

26. A Menina do Vestido Azul.

Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha


muito bonita.
Acontece que essa menina freqüentava as aulas da escolinha local
no mais lamentável estado: suas roupas eram tão velhas que seu
professor resolveu dar-lhe um vestido novo. Assim raciocinou o
humilde mestre: "é uma pena que uma aluna tão encantadora venha
às aulas desarrumada desse jeito. Talvez, com algum sacrifício, eu
pudesse comprar para ela um vestido novo”.
O professor se escorçou bastante e lhe comprou um lindo vestidinho
azul.
Quando a garota ganhou a roupa nova, sua mãe sentiu que era pena
se, com aquele traje tão bonito, a filha continuasse a ir ao colégio
suja como sempre, e começaram a dar-lhe banho todos os dias,
antes das aulas. Ao fim de uma semana, disse o pai: “Mulher, você
não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem
arrumada, more num lugar como este, caindo aos pedaços. Que tal
você ajeitar um pouco a casa, enquanto eu, nas horas vagas, vou
dando uma pintura nas paredes, consertando a cerca, plantando um
jardim?”.
E assim fez o pobre casal. Até que sua casa ficou muito mais bonita
que todas as casas da rua e os vizinhos se envergonharam e se
puseram também a reformar suas residências. Desse modo, todo o
bairro melhorava a olhos vistos, quando por isso passou um religioso
que, bem impressionado, disse: "é lamentável que gente tão
esforçada não receba nenhuma ajuda do governo". E dali saiu para ir

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falar com o prefeito, que o autorizou a organizar uma comissão para
estudar que melhoramentos eram necessários ao bairro.
Dessa primeira comissão surgiram muitas outras e hoje, por todo o
país, elas ajudaram os bairros pobres a se reconstruírem.
E pensar que tudo começou com um vestido azul.
Não era intenção daquele obscuro professor consertar toda a rua,
nem criar um organismo que socorresse os bairros abandonados de
todo o país. Mas ele fez o que podia, ele deu a sua parte, ele fez o
primeiro movimento, do qual se desencadeou toda aquela
transformação.
Historinha para criança? Talvez... Mas não será necessário
acreditarmos, de vez em quando ao menos, em historinhas para
crianças, para que possamos ser felizes e realizar algo de bom?
Não, que não aceitamos o mundo como está, fazemos as nossas
parte (pequena embora) a fim de que o mundo seja melhor? Não,
que repudiamos as gerações anteriores, porque construíram a
guerra, estamos construindo a paz em volta de nós, nos lugares em
que vivemos e nem sempre convivemos?
Porque é difícil varrer toda a rua, mas é fácil varrer a nossa calçada.
Porque é difícil reconstruir um bairro, mas é possível dar um vestido
azul.

27. O que é vencer?

Há alguns anos atrás, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, nove


participantes,
todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para a largada
da corrida dos 100 metros rasos.
Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com
vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar.
Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu
rolando e começou a chorar.
Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para
trás.
Então eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas com
Síndrome de Down ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse:
"Pronto, agora vai sarar". E todos os nove competidores deram os
braços e andaram juntos até a linha de chegada.
O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos. E
as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa
história até hoje.
Porque? Por que, lá no fundo, nós sabemos que o que importa nesta
vida é mais do que ganhar sozinho.

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O que importa é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso
signifique diminuir o passo e mudar de curso.

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