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FITOTERAPIA

A Cura através das Plantas


FITOTERAPIA
É um método terapêutico que utiliza as plantas, mais exactamente, a parte activa das
plantas. A sua origem é conhecida desde tempos remotos. Como terapêutica,
empírica tradicional, as plantas foram durante muito tempo o único tratamento posto
pela natureza ao serviço do homem. Este método terapêutico è ainda muito utilizado
na china.
No ocidente o uso das plantas caiu em desuso, no entanto, nos últimos tempos volta-
se a verificar um crescente interesse nestes medicamentos . Isto deve –se aos
avanços que se verificaram na sua obtenção e modo de utilização, sendo estes cada
vez mais científicos e menos empíricos.
Os medicamentos “clássicos” e “químicos” são frequentemente colocados em
oposição à fitoterapia. Existe, contudo, lugar para cada um deles no arsenal
terapêutico que dispomos hoje em dia. Se, por um lado, é verdade que a farmácia
“clássica” ocupou durante quase um século um lugar de destaque, com os excelentes
resultados que ela permitiu obter em numerosos domínios, por outro ,ela foi, pouco a
pouco, deixando aparecer efeitos secundários indesejáveis., por vezes mesmo
nefastos, que incitam hoje em dia à prudência .Eis porque ,poderemos falar
actualmente de dois tipos de medicamentos .Os medicamentos “de doenças”cuja
acção rápida e poderosa ajuda a curar uma forte afecção momentânea e os
medicamentos “de saúde”,resultantes da fitoterapia. O seu papel é propor tratamentos
para manutenção da saúde, cuja acção mais suave ajudará a prevenir as doenças e a
tratar os problemas crónicos tais como, a artrose ou insónias, por exemplo. Assim, a
fitoterapia age em profundidade, sem agredir o organismo e estimulando as defesas
mais do que se substituir a elas. O resultado é uma acção eficaz, duradoura e
sobretudo desprovida de efeitos secundários.
HIPERICÃO
É uma das plantas medicinais que gozavam
de maior reputação na antiguidade clássica,
reputação essa que se tem mantido com o
passar dos séculos. Diz-se que o nome da
planta deriva do grego hyper (sobre) e eikom
(imagem),porque ela está acima de tudo o
que se possa imaginar.
As folhas do hipericão acham-se repletas de
umas pequenas bolsas secretoras, visíveis á
contraluz, que parecem pequenos orifícios.
Daí o nome de perforatum. No renascimento,
os partidários da teoria dos sinais, quiseram
ver nas folhas «perfuradas, mas
cicatrizadas» o sinal que indica as suas
propriedades cicatrizantes.
Em Portugal, é particularmente apreciada a
espécie Hypericum androsaemuml., o
chamado hipericão – do – Gerês,que reúne
excelentes qualidades de grande valor
terapêutico. Frequente na região do Gerês,
seu habitat natural, também se pode
encontrar noutros pontos do Minho ,das
Beiras e mesmo da Estremadura, em locais
frescos e húmidos.
HIPERICÃO- Propriedades e indicações
. As folhas e as flores do hipericão contêm um
óleo essencial, taninos, flavonóides , e um
pigmento vermelho conhecido como
hipericina. O hipericão apresenta as
seguintes propriedades:
Vulnerário (que sara as feridas e contusões),
devido ao seu conteúdo em taninos e à sua
essência. Aplicado localmente, em forma de
óleo, possui interessantes acções que o
tornam um excelente remédio para a cura de
feridas e queimaduras:
-Modera a reacção inflamatória nos tecidos
que rodeiam a ferida ou a contusão.
-Tem efeito analgésico local, pelo que acalma
a dor de forma suave, ainda que persistente.
-É Anti- séptico.
-Estimula a epitelização, ou seja, o
revestimento da lesão por pele regenerada.
Por tudo isto, o hipericão já é utilizado há mais
de dois mil anos para curar toda a espécie
de feridas, chagas e sobretudo
queimaduras.
Preparação e emprego da infusão
• Uso interno: infusão com 30
ou 40 g. de planta seca por
litro de água, de que se toma
uma chávena depois de cada
refeição.

• Precauções

• Evitar a acção directa do sol


sobre a pela enquanto se
estiver a tomar ou a aplicar o
hipericão. A hipericina produz
fotossensibilização, a qual
provoca enrubescimento da
pele a quando exposição ao
sol.
Preparação e aplicação do óleo de hipericão
• Quem quiser seguir os costumes tradicionais, pode preparar o seu próprio
óleo de hipericão da seguinte maneira, recomendada. Metem-se dentro de
um frasco de vidro de boca larga 100 g.de pontas dos ramos, colhidas há
pouco tempo, mas já secas. Acrescentam-se 250 g. de bom azeite de
oliveira. Deixam-se em maceração durante 20 ou 30 dias, remexendo
diariamente o frasco. Passado esse tempo, filtra-se o azeite e coloca-se em
pequenos recipientes que se guardam bem vedados, num lugar fresco e
protegido do sol. Cada vez que se abrir um deles, deve-se deitar fora o
azeite que ficar por utilizar, pois mesmo guardado perde as suas proprieda-
des

• Aplicação do óleo.

• Aplica-se com um pouco de algodão sobre a pele lesionada ou queimada,


que seguidamente se cobre com uma gaze ou ligadura.
A Tília
– São arvores majestosas
que vivem vários séculos,
com 20 m de altura, muito
ramificada na copa. De
folhas caducas, dentadas,
com forma de coração.
As flores são
esbranquiçadas ou
amareladas e exalam um
aroma agradável. Nos
países do norte e centro
da Europa, a tília
simboliza a unidade
familiar e a paz
domestica. O emprego da
popular infusão de flores
como sedativo remonta
ao renascentismo, e é
hoje um dos remédios
vegetais mais utilizados.
PROPRIEDADES E
INDICAÇÕES
.As flores da tília contêm uma
essência aromática rica em
magnésio, com propriedades
sedativas, antiespasmódicas e
vasodilatadoras; mucilagens e
pequenas quantidades de tanino,
que as tornam emolientes e anti-
inflamatórias; e glicósidos
flavonóides, que as tornam
suavemente diuréticas e
sudoríficas.
PREPARAÇÃO E EMPREGO
DE INFUSÕES
• Infusão de flores:20ou 40g por litro de água. Ingerem-se cada dia 3 a4 chávenas
bem quentes; uma delas sempre antes de deitar. A tília pode-se adoçar com mel.

• Cozimento da casca: 30g por litro de água durante 10 ou 15 minutos. Pode-se


misturar com a infusão de flores, para obter um efeito mais completo.
TRATAMENTOS DE
BELEZA
• Banhos de flores de tília:
prepara-se com 300 ou 500g de
flores postas em infusão com 1
ou 2 litros de água que se
acrescentam a do banho quente,
imediatamente antes de o tomar
• Compressas: quer seja para
afecções da pele quer para
beleza embebem-se as
compressas numa infusão de
100g de flores de tília por litro de
água, que se mudam cada 5
minutos aplicam-se duas ou três
vezes ao dia.
Alecrim
• Arbusto muito ramificado, sempre verde,
com hastes lenhosas, folhas pequenas e
finas, opostas, lanceoladas. A parte inferior
das folhas é de cor verde-acinzentada,
enquanto a superior é quase prateada. As
flores reúnem-se em espiguinhas e são de
cor azul ou esbranquiçada. O fruto é um
aquênio. Floresce quase todo o ano e não
necessita de cuidados especiais nos
jardins.
• Toda a planta exala um aroma forte e
agradável. Utilizada com fins culinários,
medicinais, religiosos, a sua essência
também é utilizada em perfumaria, como
por exemplo, na produção da água-de-
colónia, pois contém tanino, óleo de
essência, pinemo, cânfora e outros
princípios activos que lhe conferem
propriedades excitantes, tónicas e
estimulantes.
• A sua flor é muita apreciada pelas abelhas
produzindo assim um mel de extrema
qualidade. Há quem plante alecrim perto de
apiários, para influenciar o sabor do mel.
Alecrim: preparação da infusão
• A medicina popular recomenda o
alecrim como um estimulante para
todas as pessoas atacadas de
debilidade, sendo empregado também
para combater as febres intermitentes
e a febre tifóide.
• Uma tosse pertinaz desaparecerá
com infusões de alecrim, que também
se recomendam a todas as pessoas
cujo estômago seja preguiçoso para
digerir.
• Também apresenta propriedades
carminativas, emenagogas,
desinfectantes e aromáticas.

• Uma infusão de alecrim faz-se com 4


gramas de folhas por uma chávena
de água a ferver. Toma-se depois das
refeições
Alho

É originário da Ásia Central,


região em que se encontram os
homens com mais longevidade do
planeta, o onde a incidência do
cancro é a mais baixa de todas as
que se conhecem.Planta perene
com bolbo composto de bolb
ilhos, caule erecto terminado por
uma inflorescência em umbela
contendo numerosos bolbilhos
entre as flores.
Propriedades

• Toda a planta, mas especialmente o bolbo, contém aliina (glicósido sulfurado), uma
enzima (aliinase), vitaminas A, B1,B2,C e niacina (vitamina do complexo B). A aliina
e o bissulfureto de alilo são substâncias altamente voláteis que se dissolvem com
grandes facilidades nos líquidos e nos gases. Transportadas pelo sangue,
impregnam todos os órgãos e tecidos do organismo. Desta forma actuam por todo o
corpo, ainda que com maior intensidade sobre os órgãos através dos quais se
eliminam: os pulmões e os brônquios, os rins e a pele.
Indicações
Hipotensor: em doses elevadas, o alho provoca uma descida da tenção arterial tanto
da máxima como da mínima. Tem um efeito vasodilatador, pelo que é útil aos
hipertensos, aos arterioscleróticos e aos que sofram do coração (angina de peito ou
enfarte). O alho e um grande amigo do sistema circulatório.

HIpolipemiante: diminui o nível do colesterol LDL (colesterol nocivo) no sangue,


possivelmente devido ao facto de dificultar a sua absorção no intestino. Foi possível verificar
que, nas horas seguintes a um pequeno almoço à base de torradas com manteiga, o
colesterol se eleva em 20%; mas, se se esfregar o pão com bastante alho, mesmo comendo
manteiga, não se produz um tal aumento.
Conclusão

A fototerapia é um método natural utilizado a várias centenas de anos. E


cada vez mais nos dias que correm as pessoas recorrem ao uso das
plantas, buscando a cura fora dos tratamentos convencionais. Pois existe
um grande numero de plantas, que já eram utilizadas pelos nossos avós
as quais hoje em dia voltamos a recorrer.
Para nós é o método mais saudável e recomendado.
• Livro consultado para pesquisa:

• A Saúde pelas Plantas Medicinais


• DE Jorge D. Pamplona Roger

• Elaborado por: Maria Tinoco e Amélia