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Aula 2 – 31/10/2014 12. Tipos de Forças 13.Características de Uma Força 14. Alavancas 15. Biomecânicawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-0-2" src="pdf-obj-0-2.jpg">

Aula 2 31/10/2014

  • 12. Tipos de Forças

13.Características de Uma Força

  • 14. Alavancas

  • 15. Biomecânica do Tecido Ósseo - Osteologia

  • 16. Biomecânica Articular - Artrologia

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Noções Básicas de Física Matéria: tudo o que tem massa e ocupa espaço. Corpo: quantidade limitadawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-1-2" src="pdf-obj-1-2.jpg">

Noções Básicas de Física

Matéria: tudo o que tem massa e ocupa espaço.

Noções Básicas de Física Matéria: tudo o que tem massa e ocupa espaço. Corpo: quantidade limitadawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-1-9" src="pdf-obj-1-9.jpg">

Corpo: quantidade limitada de matéria num determinado espaço ..

Massa (m): quantidade de matéria que compõe um corpo, unidade Kg.

Volume (V): espaço ocupado por um corpo nas 3 dimensões (altura, comprimento e largura), unidade m3, cm3 e L (1L=1000cm3)

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Densidade ( ρ ): quantidade de massa por unidade de volume, unidade Kg/m3, Kg/l ou g/ccwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-2-2" src="pdf-obj-2-2.jpg">
Densidade ( ρ ): quantidade de massa por unidade de volume, unidade Kg/m3, Kg/l ou g/ccwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-2-4" src="pdf-obj-2-4.jpg">

Densidade (ρ): quantidade de massa por unidade de volume, unidade Kg/m3, Kg/l ou g/cc

Densidade ( ρ ): quantidade de massa por unidade de volume, unidade Kg/m3, Kg/l ou g/ccwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-2-11" src="pdf-obj-2-11.jpg">

Pressão : força por unidade de àrea sobre a qual é aplicada, unidade Pascal (Pa) = N/m 2 ou Bar =10 -5 Pa.

Densidade ( ρ ): quantidade de massa por unidade de volume, unidade Kg/m3, Kg/l ou g/ccwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-2-20" src="pdf-obj-2-20.jpg">

Peso: força de atração que a gravidade exerce no centro de gravidade de um corpo (g = 9,8m/s 2 ). P = m x g. Como o peso é uma força, a sua unidade é o Newton (N) ou Quilograma Força (KgF)

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Exemplo : Se considerarmos que o valor de g na superfície da Terra é de aproximadamentewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-3-2" src="pdf-obj-3-2.jpg">

Exemplo: Se considerarmos que o valor de g na superfície da Terra é de aproximadamente 9,8 m/s 2 , arredondando para 10 m/s 2, teremos então que um corpo com a massa de 1 kg pesa 10 N ou 1 kgF.

Qual é o teu peso em KgF e em Newton?

Exemplo : Se considerarmos que o valor de g na superfície da Terra é de aproximadamentewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-3-19" src="pdf-obj-3-19.jpg">

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Centro de Gravidade: o ponto exato em que o corpo poderia ser teoricamente rodado livremente emwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-4-2" src="pdf-obj-4-2.jpg">

Centro de Gravidade: o ponto exato em que o corpo poderia ser teoricamente rodado livremente em todas as direções; o centro em

torno do qual o corpo deveria ter o mesmo peso e o ponto de

interseção dos três planos cardinais do corpo: o sagital, o frontal e o transverso.

Centro de Gravidade: o ponto exato em que o corpo poderia ser teoricamente rodado livremente emwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-4-14" src="pdf-obj-4-14.jpg">

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Centro de Gravidade do Corpo Humano: na posição anatómica, fica aproximadamente, anteriormente a S2. A posiçãowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-5-2" src="pdf-obj-5-2.jpg">

Centro de Gravidade do Corpo Humano: na posição anatómica, fica aproximadamente, anteriormente a S2.

A posição precisa do CG para uma pessoa depende de suas

proporções e tem a magnitude igual ao peso da mesma.

Em outras posições do corpo humano o CG altera. A quantidade de mudança no CG depende do grau de desproporção em que o segmento se desloca.

Centro de Gravidade do Corpo Humano: na posição anatómica, fica aproximadamente, anteriormente a S2. A posiçãowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-5-13" src="pdf-obj-5-13.jpg">

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Base de Sustentação: ou a base de apoio é a área formada abaixo do corpo pelawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-6-2" src="pdf-obj-6-2.jpg">

Base de Sustentação: ou a base de apoio é a área formada abaixo do corpo pela conexão com a linha contínua de todos os pontos em

contato com o solo.

.

Base de Sustentação: ou a base de apoio é a área formada abaixo do corpo pelawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-6-12" src="pdf-obj-6-12.jpg">

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Inércia : resistência que um corpo oferece a qualquer tentativa de variação do seu estado dewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-7-2" src="pdf-obj-7-2.jpg">

Inércia: resistência que um corpo oferece a qualquer tentativa de variação do seu estado de movimento ou de repouso. O corpo que

está em repouso, tende a ficar em repouso e o que está em

movimento tende a ficar em movimento, com velocidade e direção constantes.

Inércia : resistência que um corpo oferece a qualquer tentativa de variação do seu estado dewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-7-13" src="pdf-obj-7-13.jpg">

.

Inércia : resistência que um corpo oferece a qualquer tentativa de variação do seu estado dewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-7-19" src="pdf-obj-7-19.jpg">

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Aceleração (a): é a taxa de variação da velocidade em relação ao tempo, ou seja, éwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-8-2" src="pdf-obj-8-2.jpg">

Aceleração (a): é a taxa de variação da velocidade em relação ao

tempo, ou seja, é a rapidez com que a velocidade de um corpo varia.

É uma grandeza vetorial que como tal possui uma direção e um sentido. A unidade de aceleração é o metro por segundo ao quadrado (m/s 2 ).

No movimento retilíneo uniforme (MRU) a velocidade é sempre constante, sendo assim, esse tipo de movimento não possui aceleração, ou melhor, sua aceleração é nula (a = 0).

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No movimento retilíneo uniformemente variado (MRUV), a velocidade varia de forma uniforme em todos os instanteswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-9-2" src="pdf-obj-9-2.jpg">

No movimento retilíneo uniformemente variado (MRUV), a

velocidade varia de forma uniforme em todos os instantes do

movimento. Assim, a aceleração do movimento é constante e pode ser determinada da seguinte forma:

No movimento retilíneo uniformemente variado (MRUV), a velocidade varia de forma uniforme em todos os instanteswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-9-10" src="pdf-obj-9-10.jpg">

a m é a aceleração média; ΔV é a variação de velocidade: ΔV= V 2 V 1 Δt é o intervalo de tempo que ocorre a variação da velocidade: Δt = t 2 t 1 .

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Torque: efeito rotacional de uma força num segmento com um ponto fixo, observado no momento angularwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-10-2" src="pdf-obj-10-2.jpg">

Torque: efeito rotacional de uma força num segmento com um

Torque: efeito rotacional de uma força num segmento com um ponto fixo, observado no momento angularwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-10-8" src="pdf-obj-10-8.jpg">

ponto fixo, observado no momento angular ou cinético.

Momento Cinético ou Angular: acontece quando uma força F é aplicada a uma distância d de um ponto fixo que se converte num centro de rotação e produz um momento M = F x d. Usa-se para determinar as forças nas superfícies articulares e nos tendões.

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12. Tipos de Forças No corpo humano, o movimento representa a distribuição das forças nas articulaçõeswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-11-2" src="pdf-obj-11-2.jpg">

12. Tipos de Forças

No corpo humano, o movimento representa a distribuição das forças nas articulações através do tempo e do espaço.

12. Tipos de Forças No corpo humano, o movimento representa a distribuição das forças nas articulaçõeswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-11-8" src="pdf-obj-11-8.jpg">

Internas Aplicadas músculos

Internas de Compressão peso do corpo

Externas Gravidade, atrito do ar, etc

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13. Características de uma Força Ponto de aplicação Direcção Intensidade ou Magnitude (N) F = mwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-12-2" src="pdf-obj-12-2.jpg">

13. Características de uma Força

Ponto de aplicação

Direcção

Intensidade ou Magnitude (N)

F = m x a

13. Características de uma Força Ponto de aplicação Direcção Intensidade ou Magnitude (N) F = mwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-12-14" src="pdf-obj-12-14.jpg">

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Força: uma Grandeza Vetorial A composição de vectores com a mesma direcção resultam na soma desseswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-13-2" src="pdf-obj-13-2.jpg">

Força: uma Grandeza Vetorial

A composição de vectores com a mesma direcção

resultam na soma desses vectores.

A composição de vectores com direcções opostas resultam da subtracção das suas magnitudes.

A adição de forças para cálculo da Força Resultante (Fr) pode ser feita através do método do polígono ou do paralelogramo (graficamnete)

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14. Sistema de Alavancas Ponto de Apoio ou Eixo (PA): ao redor do qual uma alavancawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-15-2" src="pdf-obj-15-2.jpg">

14. Sistema de Alavancas

Ponto de Apoio ou Eixo (PA): ao redor do qual uma alavanca pode ser rodada. No corpo humano é representado pela articulação. É o

ponto onde se apoia a alavanca para realizar um trabalho.

14. Sistema de Alavancas Ponto de Apoio ou Eixo (PA): ao redor do qual uma alavancawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-15-14" src="pdf-obj-15-14.jpg">

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Potência (P): é a força que aplicamos na alavanca, para mover ou equilibrar o sistema. Nowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-16-2" src="pdf-obj-16-2.jpg">

Potência (P): é a força que aplicamos na alavanca, para mover ou equilibrar o sistema. No corpo humano é representada quase

sempre pela ação dos músculos. Pode ser chamada também de força motriz.

Potência (P): é a força que aplicamos na alavanca, para mover ou equilibrar o sistema. Nowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-16-10" src="pdf-obj-16-10.jpg">

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Resistência (R): peso de uma carga quase sempre representado pelo peso do segmento ou carga externa.www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-17-2" src="pdf-obj-17-2.jpg">

Resistência (R): peso de uma carga quase sempre representado pelo

peso do segmento ou carga externa. É a força que deve ser vencida.

O próprio segmento corporal representa uma resistência natural à alavanca.

Resistência (R): peso de uma carga quase sempre representado pelo peso do segmento ou carga externa.www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-17-11" src="pdf-obj-17-11.jpg">

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Braço de Potência (BP): distância perpendicular da aplicação da força ao eixo de rotação. Ou seja,www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-18-2" src="pdf-obj-18-2.jpg">

Braço de Potência (BP): distância perpendicular da aplicação da

força ao eixo de rotação. Ou seja, á a distância entre o Ponto de

Apoio até ao local de aplicação da força. Por isso pode ser chamado também de Braço de Força (BF)

Braço de Potência (BP): distância perpendicular da aplicação da força ao eixo de rotação. Ou seja,www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-18-11" src="pdf-obj-18-11.jpg">

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Tipos de Alavancas A classificação de alavancas é definida pela relação entre o Ponto de Apoiowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-19-2" src="pdf-obj-19-2.jpg">

Tipos de Alavancas

A classificação de alavancas é definida pela relação entre o Ponto de Apoio, a Resistência e a Potência do sistema em causa. Elas podem ser de 3 tipos:

1ª Classe - Interfixas: Equilíbrio

2ª Classe - Inter Resistentes: Vantagem Mecânica/Força

3ª Classe - Interpoptentes: Desvantagem Mecânica/Velocidade

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14.1. Alavancas de Primeira Classe Pode ser chamada também de Interfixa ou de Equilíbrio. O Pontowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-20-2" src="pdf-obj-20-2.jpg">

14.1. Alavancas de Primeira Classe

Pode ser chamada também de Interfixa ou de Equilíbrio.

O Ponto de Apoio fica situado entre a Resistência(R) e a Potência (P). As alavancas interfixas podem ser utilizadas para ganhar força ou distância, frequentemente é utilizada para manutenção da postura ou equilíbrio.

14.1. Alavancas de Primeira Classe Pode ser chamada também de Interfixa ou de Equilíbrio. O Pontowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-20-18" src="pdf-obj-20-18.jpg">

A força necessária para vencer a resistência depende do

comprimento dos braços de potência e resistência.

14.1. Alavancas de Primeira Classe Pode ser chamada também de Interfixa ou de Equilíbrio. O Pontowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-20-24" src="pdf-obj-20-24.jpg">

P=R ou R =P e RxBR=PxBP

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14.2. Alavancas de Segunda Classe Pode ser chamada também de Inter Resistente. A Resistência (R) ficawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-21-2" src="pdf-obj-21-2.jpg">

14.2. Alavancas de Segunda Classe

Pode ser chamada também de Inter Resistente.

A Resistência (R) fica situada entre o Ponto de Apoio (PA) e a Potência (P). As alavancas inter resistentes, podem ser chamadas de alavancas de força, pois o Braço de Potência (BP) é maior que o Braço de Resistência (BR).

14.2. Alavancas de Segunda Classe Pode ser chamada também de Inter Resistente. A Resistência (R) ficawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-21-17" src="pdf-obj-21-17.jpg">

Fornecem a vantagem de força, de modo a que grandes

14.2. Alavancas de Segunda Classe Pode ser chamada também de Inter Resistente. A Resistência (R) ficawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-21-21" src="pdf-obj-21-21.jpg">

pesos podem ser suportados ou movidos por uma pequena força.

BP>BR ou BR<BP

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14.3. Alavancas de Terceira Classe Pode ser chamada também de Interpotente. A Potência (P) fica situadawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-22-2" src="pdf-obj-22-2.jpg">

14.3. Alavancas de Terceira Classe

Pode ser chamada também de Interpotente.

A Potência (P) fica situada entre o Ponto de Apoio (PA) e a Resistência (R). As alavancas inter potentes são projetadas para proporcionar velocidade ao segmento distal e mover um pequeno pesos numa longa distância.

14.3. Alavancas de Terceira Classe Pode ser chamada também de Interpotente. A Potência (P) fica situadawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-22-17" src="pdf-obj-22-17.jpg">

A inserção dos músculos próximos das articulações permite

14.3. Alavancas de Terceira Classe Pode ser chamada também de Interpotente. A Potência (P) fica situadawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-22-21" src="pdf-obj-22-21.jpg">

a produção de maior velocidade, porém a força é diminuída.

BP<BR ou BR>BP

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Vantagem Mecânica Resulta da relação entre o Braço de Potência (BP) e o Braço de Resistênciawww.ipnaturologia.com VM = BP/BR Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-23-2" src="pdf-obj-23-2.jpg">

Vantagem Mecânica

Resulta da relação entre o Braço de Potência (BP) e o Braço de Resistência (BR)

A eficiência mecânica de uma alavanca em movimentar uma

resistência pode ser enunciada quantitativamente como na sua vantagem mecânica, que é a relação entre o braço do momento de força e o braço do momento de resistência.

VM = BP/BR

Vantagem Mecânica Resulta da relação entre o Braço de Potência (BP) e o Braço de Resistênciawww.ipnaturologia.com VM = BP/BR Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-23-16" src="pdf-obj-23-16.jpg">

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Equilíbrio de Alavancas Para haver equilíbrio, numa alavanca, entre a Potência e a Resistência, é necessáriowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-24-2" src="pdf-obj-24-2.jpg">

Equilíbrio de Alavancas

Para haver equilíbrio, numa alavanca, entre a Potência e a Resistência, é necessário que o produto da intensidade da Potência

pelo Braço da Potência seja igual ao produto da intensidade da

Resistência pelo Braço de Resistência.

Equilíbrio de Alavancas Para haver equilíbrio, numa alavanca, entre a Potência e a Resistência, é necessáriowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-24-12" src="pdf-obj-24-12.jpg">

PxBP = RxBR

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Para que um corpo esteja em equilíbrio estático tem que respeitar as três condições seguintes: 1.www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-25-2" src="pdf-obj-25-2.jpg">

Para que um corpo esteja em equilíbrio estático tem que respeitar

as três condições seguintes:

  • 1. A soma de todas as forças verticais (ou componentes de força)

que atuam sobre o corpo deve ser igual a zero.

  • 2. A soma de todas as forças horizontais (ou componentes de força)

que atuam sobre o corpo deve ser igual a zero.

  • 3. A soma de todos os torques deve ser igual

a zero.

Para que um corpo esteja em equilíbrio estático tem que respeitar as três condições seguintes: 1.www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-25-20" src="pdf-obj-25-20.jpg">

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15. Biomecânica do Tecido Ósseo ou… Osteologia: O termo “osteologia” deriva do grego “ osteon ”www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-26-2" src="pdf-obj-26-2.jpg">

15. Biomecânica do Tecido Ósseo ou…

Osteologia: O termo “osteologia” deriva do grego “osteon, que significa osso, e “Logus, que significa estudo. Então, podemos dizer

que Osteologia é a parte da Anatomia que estuda os ossos, isto é, as

diferentes partes constituintes do esqueleto.

15. Biomecânica do Tecido Ósseo ou… Osteologia: O termo “osteologia” deriva do grego “ osteon ”www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-26-22" src="pdf-obj-26-22.jpg">

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15.1. Funções do Esqueleto O esqueleto possui funções muito importantes do ponto de vista mecânico ewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-27-2" src="pdf-obj-27-2.jpg">

15.1. Funções do Esqueleto

O esqueleto possui funções muito importantes do ponto de vista mecânico e biológico. Entre elas podemos destacar as seguintes:

Funções Mecânicas: protecção e sustentação das partes moles do corpo (sistema nervoso central, coração e pulmões), conformação do corpo (dá forma ao corpo) e auxílio no sistema de alavancas biológicas para a realização dos movimentos;

Funções Biológicas: o esqueleto é responsável pela hematopoiese e nele ficam armazenados os iões de cálcio, fósforo e zinco.

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15.2. Generalidades Os ossos são estruturas rígidas, esbranquiçadas, constituídas por tecido conjuntivo mineralizado e que nowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-28-2" src="pdf-obj-28-2.jpg">

15.2. Generalidades

Os ossos são estruturas rígidas, esbranquiçadas, constituídas por tecido conjuntivo mineralizado e que no seu conjunto constituem o

esqueleto.

O nosso corpo possui 206 ossos, contudo, esse número pode variar quando dois factores são levados em consideração.

O primeiro é o factor etário, em que o indivíduo pode apresentar ossos que não se fundem, permanecendo separados na vida adulta.

Por exemplo, o osso frontal pode permanecer separado por uma

sutura na vida adulta

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O segundo factor é o critério de contagem usado, neste caso, o anatomista pode ou nãowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-29-2" src="pdf-obj-29-2.jpg">

O segundo factor é o critério de contagem usado, neste caso, o anatomista pode ou não considerar alguns ossículos como parte da constituição do esqueleto. O exemplo mais comum são os ossículos do ouvido médio, que apenas para alguns anatomistas são

considerados durante a contagem dos ossos do corpo.

O segundo factor é o critério de contagem usado, neste caso, o anatomista pode ou nãowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-29-12" src="pdf-obj-29-12.jpg">

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15.3. Arquitetura do Osso 15.3.1. Estrutura: o osso é uma estrutura dinâmica em constante modelação ewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-30-2" src="pdf-obj-30-2.jpg">

15.3. Arquitetura do Osso

15.3.1. Estrutura: o osso é uma estrutura dinâmica em constante modelação e remodelação resistente e leve.

15.3.2. Funções Mecânicas e Biológicas iguais à do esqueleto.

Quais são?

15.3. Arquitetura do Osso 15.3.1. Estrutura: o osso é uma estrutura dinâmica em constante modelação ewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-30-16" src="pdf-obj-30-16.jpg">

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15.3.3. Composição e Estrutura do Tecido Ósseo Carbonato de cálcio e fosfato de cálcio (60% awww.ipnaturologia.com - Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-31-2" src="pdf-obj-31-2.jpg">

15.3.3. Composição e Estrutura do Tecido Ósseo

Carbonato de cálcio e fosfato de cálcio (60% a 70%) (dão rigidez ou seja, resistência à compressão)

Colagénio (é uma proteína) (dá flexibilidade isto é, resistência à tração)

H2O (25% a 35%) ( importante nos mecanismos de transporte de nutrientes)

Sódio, magnésio, flúor (em ≠s percentagens de acordo com a localização no corpo, idade e saúde óssea)

-

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Nos ossos podem encontrar-se dois tipos de substância óssea, a substância óssea compacta e a substânciawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-32-2" src="pdf-obj-32-2.jpg">

Nos ossos podem encontrar-se dois tipos de substância óssea, a substância óssea compacta e a substância óssea esponjosa.

Nos ossos podem encontrar-se dois tipos de substância óssea, a substância óssea compacta e a substânciawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-32-10" src="pdf-obj-32-10.jpg">

A substância óssea compacta é mais resistente, constituída por lamelas concêntricas de osteóide

mineralizado

firmemente aderentes umas às

outras (parte externa dos ossos).

Já a substância óssea esponjosa é mais elástica, constituída por trabéculas ósseas afastadas entre si, dando um aspecto de rede (extremidades dos ossos longos e na parte interna dos ossos, de uma

forma geral).

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15.3.4. Organização Estrutural A composição interna do osso é porosa. O grau de porosidade depende dowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-33-2" src="pdf-obj-33-2.jpg">

15.3.4. Organização Estrutural

A composição interna do osso é porosa. O grau de porosidade

depende do índice de concentração dos minerais, principalmente do

carbonato de cálcio e do fosfato de cálcio.

2 tipos de osso:

Osso cortical (denso, de baixa porosidade) É mais forte, consegue suportar maiores pressões.

Osso trabecular (esponjoso ou reticular) Por ser mais esponjoso, consegue suportar maiores cargas de deformação (é mais flexível).

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Localização do Tipo de Tecido Ósseo Osso cortical: encontra-se nos corpos dos ossos longos (diáfises), parawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-34-2" src="pdf-obj-34-2.jpg">

Localização do Tipo de Tecido Ósseo

Osso cortical: encontra-se nos corpos dos ossos longos (diáfises), para suportar cargas mais elevadas (peso corporal ou ação

muscular), no exterior das extremidades dos ossos longos e nos

ossos curtos ou irregulares.

Osso trabecular: encontra-se no interior dos ossos longos (excepto no corpo) adaptando-se, a sua estrutura, às linhas de força que atuam sobre o osso, tornando-o resistente e leve.

O colagénio organiza-se ao longo do eixo trabecular do osso esponjoso, dando-lhe resistência (compressiva e tensiva)

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15.3.5. Classificação dos Ossos: Localização e Forma Segundo a localização topográfica dos ossos, podemos classificá-los emwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-35-2" src="pdf-obj-35-2.jpg">

15.3.5. Classificação dos Ossos: Localização e Forma

Segundo a localização topográfica dos ossos, podemos classificá-los em ossos axiais e apendiculares.

15.3.5. Classificação dos Ossos: Localização e Forma Segundo a localização topográfica dos ossos, podemos classificá-los emwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-35-15" src="pdf-obj-35-15.jpg">

Os ossos axiais são aqueles que formam o eixo principal do corpo, é o caso dos ossos da cabeça,

do pescoço, do tronco e da pélvis.

Os ossos apendiculares formam os apêndices do corpo, isto é, estão localizados nos membros superiores e nos membros inferiores.

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A classificação feita a seguir leva em consideração a forma (morfologia) dos ossos, ou seja, owww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-36-2" src="pdf-obj-36-2.jpg">

A classificação feita a seguir leva em consideração a forma (morfologia) dos ossos, ou seja, o fato de eles apresentarem características morfológicas diferentes.

Por isso, eles são classificados quanto à sua forma em: longos, alongados, planos, irregulares e curtos.

Existem ainda alguns ossos que, pelas suas características funcionais, podem ser classificados à parte. É o caso dos ossos pneumáticos e dos ossos sesamóides.

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Ossos Longos: são aqueles ossos em que o comprimento é muito maior do que a largurawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-37-2" src="pdf-obj-37-2.jpg">

Ossos Longos: são aqueles ossos em que o comprimento é muito maior do que a largura e a espessura, além disso, eles apresentam como característica principal a presença de um canal

medular. Outras características que encontramos nos ossos longos são a presença de um corpo (diáfise), de duas extremidades (epífise distal e proximal) , de uma região de transição entre as epífises e a diáfise (metáfise distal e proximal) e de uma cavidade na diáfise que aloja a medula óssea (canal medular). Estes ossos estão situados nos membros superiores e inferiores como o úmero (à esquerda), o rádio, o fémur e atíbia, etc.

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Ossos Alongados: são aqueles ossos em que o comprimento predomina sobre a largura e a espessurawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-38-2" src="pdf-obj-38-2.jpg">

Ossos Alongados: são aqueles ossos em que o comprimento predomina sobre a largura e a espessura. Este tipo de osso não possui canal medular. Estes ossos são representados pelas costelas e

pelas clavículas.

Ossos Alongados: são aqueles ossos em que o comprimento predomina sobre a largura e a espessurawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-38-11" src="pdf-obj-38-11.jpg">

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Ossos planos ou laminares: são aqueles ossos cujo comprimento e largura predominam sobre a espessura .www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-39-2" src="pdf-obj-39-2.jpg">

Ossos planos ou laminares: são aqueles ossos cujo comprimento e largura predominam sobre a espessura. Estes ossos estão localizados principalmente na abóboda craniana, como é o caso do

osso parietal, e nas raízes dos membros superiores e inferiores,

como é o caso do osso da escápula (em baixo) e o osso ilíaco,

respectivamente.

Ossos planos ou laminares: são aqueles ossos cujo comprimento e largura predominam sobre a espessura .www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-39-17" src="pdf-obj-39-17.jpg">

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Ossos Curtos: são aqueles ossos em que o comprimento, alargura e a espessura se equivalem .www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-40-2" src="pdf-obj-40-2.jpg">

Ossos Curtos: são aqueles ossos em que o comprimento, alargura e a espessura se equivalem. A figura em baixo mostra exemplos desses ossos distribuídos principalmente na mão e no pé.

Ossos Curtos: são aqueles ossos em que o comprimento, alargura e a espessura se equivalem .www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-40-9" src="pdf-obj-40-9.jpg">

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Ossos Irregulares: são ossos que apresentam uma forma diferente de qualquer figura geométrica conhecida . Ossoswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-41-2" src="pdf-obj-41-2.jpg">

Ossos Irregulares: são ossos que apresentam uma forma diferente de qualquer figura geométrica conhecida. Ossos localizados na coluna vertebral (vértebras) e na cabeça (mandíbula), são exemplos.

Ossos Irregulares: são ossos que apresentam uma forma diferente de qualquer figura geométrica conhecida . Ossoswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-41-11" src="pdf-obj-41-11.jpg">

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Ossos Pneumáticos: são aqueles ossos que apresentam uma cavidade interna contendo ar. Essa cavidade é revestidawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-42-2" src="pdf-obj-42-2.jpg">

Ossos Pneumáticos: são aqueles ossos que apresentam uma cavidade interna contendo ar. Essa cavidade é revestida de mucosa e denominada seio. Encontramos esses ossos adjacentes à cavidade nasal. É o caso dos ossos: frontal, maxilar, etmóide e esfenóide, todos localizados no crânio e na face.

Ossos Pneumáticos: são aqueles ossos que apresentam uma cavidade interna contendo ar. Essa cavidade é revestidawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-42-15" src="pdf-obj-42-15.jpg">

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Ossos Sesamóides: são pequenos ossos que se desenvolvem dentro de tendões ou da cápsula articular. Ossoswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-43-2" src="pdf-obj-43-2.jpg">

Ossos Sesamóides: são pequenos ossos que se desenvolvem dentro de tendões ou da cápsula articular.

Ossos que se desenvolvem na substância dos tendões são denominados de intratendíneos, e os que se desenvolvem na substância da cápsula articular são chamados periarticulares.

A patela, na figura em baixo, é um exemplo específico de um osso

sesamóide intratendíneo. O pé e a mão são os locais mais comuns onde se encontram ossos sesamóides periarticulares.

Ossos Sesamóides: são pequenos ossos que se desenvolvem dentro de tendões ou da cápsula articular. Ossoswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-43-21" src="pdf-obj-43-21.jpg">

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15.3.6. Crescimento e Desenvolvimento Inicia-se no desenvolvimento fetal Crescimento longitudinal: que se processa ao nível daswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-44-2" src="pdf-obj-44-2.jpg">

15.3.6. Crescimento e Desenvolvimento

15.3.6. Crescimento e Desenvolvimento Inicia-se no desenvolvimento fetal Crescimento longitudinal: que se processa ao nível daswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-44-6" src="pdf-obj-44-6.jpg">

Inicia-se no desenvolvimento fetal

Crescimento longitudinal: que se processa ao nível das epifises (extremidades ósseas), nas placas epifisárias (placas de crescimento).

As placas epifisárias são o centro do crescimento normal do osso, através da produção de tecido ósseo.

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Uma placa epifísária consiste num disco cartilaginoso que, do lado diafisário (corpo do osso) produz continuamentewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-45-2" src="pdf-obj-45-2.jpg">

Uma placa epifísária consiste num disco cartilaginoso que, do lado diafisário (corpo do osso) produz continuamente tecido ósseo.

Uma placa epifísária consiste num disco cartilaginoso que, do lado diafisário (corpo do osso) produz continuamentewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-45-8" src="pdf-obj-45-8.jpg">

No final da adolescência ou no inicio da idade adulta , dá-se o encerramento total deste espaço, ocorrendo assim a fusão óssea definitiva.

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Crescimento circunferencial: decorre ao longo de toda a vida, com maior acentuação antes da idade adulta.www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-46-2" src="pdf-obj-46-2.jpg">

Crescimento circunferencial: decorre ao longo de toda a vida, com maior acentuação antes da idade adulta.

Processa-se na camada interna do periósteo, através da produção de camadas concêntricas de novo tecido ósseo, depositado por cima do já existente (Osteoblastos).

Crescimento circunferencial: decorre ao longo de toda a vida, com maior acentuação antes da idade adulta.www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-46-15" src="pdf-obj-46-15.jpg">

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Osteócitos: São osteoblastos maduros que pararam de segregar matéria orgânica. Os osteócitos estão localizados em cavidadeswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-47-2" src="pdf-obj-47-2.jpg">

Osteócitos: São osteoblastos maduros que pararam de segregar matéria orgânica.

Os osteócitos estão localizados em cavidades ou lacunas (Howship) dentro da matriz óssea.

Destas lacunas formam-se canais que se dirigem para outras lacunas, tornando assim a difusão de nutrientes possível graças à comunicação entre os osteócitos.

Os osteócitos têm assim um papel fundamental na manutenção da integridade da matriz óssea.

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Em simultâneo decorre o processo de reabsorção óssea ao redor da cavidade medular ( Osteoclastos ).www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-48-2" src="pdf-obj-48-2.jpg">

Em simultâneo decorre o processo de reabsorção óssea ao redor da cavidade medular (Osteoclastos).

Em simultâneo decorre o processo de reabsorção óssea ao redor da cavidade medular ( Osteoclastos ).www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-48-10" src="pdf-obj-48-10.jpg">

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15.3.6.1. Periósteo: é a membrana de tecido conjuntivo fibroso que envolve externamente o osso, excepto naswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-49-2" src="pdf-obj-49-2.jpg">

15.3.6.1. Periósteo: é a membrana de tecido conjuntivo fibroso que envolve externamente o osso, excepto nas suas superfícies articulares. Ele possui uma camada fibrosa mais externa e uma

camada osteogénica mais interna, responsável pelo crescimento

ósseo em espessura e pela formação do calo ósseo na reparação das

fracturas.

15.3.6.1. Periósteo: é a membrana de tecido conjuntivo fibroso que envolve externamente o osso, excepto naswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-49-15" src="pdf-obj-49-15.jpg">

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15.3.6.2. Endósteo: é a camada de tecido conjuntivo que reveste internamente o canal medular. É tambémwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-50-2" src="pdf-obj-50-2.jpg">

15.3.6.2. Endósteo: é a camada de tecido conjuntivo que reveste internamente o canal medular. É também uma camada osteogénica, isto é, que produz tecido ósseo responsável pelo crescimento do

osso, em espessura.

15.3.6.2. Endósteo: é a camada de tecido conjuntivo que reveste internamente o canal medular. É tambémwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-50-9" src="pdf-obj-50-9.jpg">
15.3.6.2. Endósteo: é a camada de tecido conjuntivo que reveste internamente o canal medular. É tambémwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-50-13" src="pdf-obj-50-13.jpg">

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15.3.6.3. Medula Óssea: é a responsável pela produção do sangue que corre dentro dos vasos sanguíneoswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-51-2" src="pdf-obj-51-2.jpg">

15.3.6.3. Medula Óssea: é a responsável pela produção do sangue que corre dentro dos vasos sanguíneos (artérias e veias). Ela está situada dentro do canal medular e na substância óssea esponjosa dos ossos. Possuímos dois tipos de medula óssea: a medula óssea vermelha, hematopoiética, e em alguns ossos, a medula óssea amarela, adipogénica,que substitui gradualmente a medula vermelha ao longo da vida.

15.3.6.3. Medula Óssea: é a responsável pela produção do sangue que corre dentro dos vasos sanguíneoswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-51-15" src="pdf-obj-51-15.jpg">

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15.3.6.4. Vascularização e Inervação dos Ossos Os ossos, assim como a maioria das partes do corpowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-52-2" src="pdf-obj-52-2.jpg">

15.3.6.4. Vascularização e Inervação dos Ossos

Os ossos, assim como a maioria das partes do corpo humano,

necessitam de sangue para serem nutridos.

Os ossos recebem o seu suprimento arterial proveniente das artérias nutritivas que estão no periósteo.

Além delas, as artérias metafisárias e epifisárias nutrem, também, as extremidades dos ossos.

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A inervação dos ossos é feita pelos nervos periostais . Eles possuem fibras que transmitem awww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-53-2" src="pdf-obj-53-2.jpg">

A inervação dos ossos é feita pelos nervos periostais. Eles possuem fibras que transmitem a sensação de dor, acompanham os vasos sanguíneos e inervam os ossos.

O periósteo é assim sensível à lesão ou à tensão, o que explica a dor aguda nas fracturas ósseas.

A inervação dos ossos é feita pelos nervos periostais . Eles possuem fibras que transmitem awww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-53-14" src="pdf-obj-53-14.jpg">

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15.3.6.5. Drenagem Linfática e Venosa dos Ossos Os resíduos metabólicos que não servem mais aos ossoswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-54-2" src="pdf-obj-54-2.jpg">

15.3.6.5. Drenagem Linfática e Venosa dos Ossos

Os resíduos metabólicos que não servem mais aos ossos precisam ser eliminados. Os sistemas venoso e linfático são os responsáveis directos pela drenagem dos resíduos metabólicos dos ossos. As veias que drenam os ossos acompanham as artérias, e muitas vezes recebem o mesmo nome.

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16. Biomecânica do Articular ou… Artrologia: O termo “ artrologia ” deriva do grego “ arthronwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-55-2" src="pdf-obj-55-2.jpg">

16. Biomecânica do Articular ou…

Artrologia: O termo “artrologia” deriva do grego “arthron, que significa articulação, e “logus”, que significa ramo do conhecimento (estudo). Portanto, Artrologia é a parte da Anatomia que estuda as articulações.

Podemos definir articulações como a relação entre dois ou mais ossos que se mantêm em contato devido à existência de um aparelho ligamentar.

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16.1. Generalidades As articulações proporcionam aos segmentos do corpo, movimentos amplos ou limitados. Esta ideia auxiliaráwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-56-2" src="pdf-obj-56-2.jpg">

16.1. Generalidades

As articulações proporcionam aos segmentos do corpo, movimentos amplos ou limitados. Esta ideia auxiliará o estudante a descrever,

classificar e exemplificar os tipos de articulações, os elementos

constantes e inconstantes dessas articulações, os movimentos, a forma das superfícies ósseas articulares e ainda os ligamentos do corpo humano.

16.1. Generalidades As articulações proporcionam aos segmentos do corpo, movimentos amplos ou limitados. Esta ideia auxiliaráwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-56-20" src="pdf-obj-56-20.jpg">

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16.2. Classificação das Articulações A forma de classificar os vários tipos de articulações depende: da suawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-57-2" src="pdf-obj-57-2.jpg">

16.2. Classificação das Articulações

A forma de classificar os vários tipos de articulações depende:

da sua complexidade

do número de eixos de movimento

da sua geometria(forma)

da sua capacidade de realizar movimento (mobilidade)

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De acordo com a o critério mobilidade elas podem ser: 16.2.1.Articulações Imóveis ou Sinartroses 1. Suturaswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-58-2" src="pdf-obj-58-2.jpg">

De acordo com a o critério mobilidade elas podem ser:

16.2.1.Articulações Imóveis ou Sinartroses

  • 1. Suturas ou Sinfibroses

  • 2. Sindesmoses ou Sincondroses

16.2.2.Articulações Semimóveis ou Anfiartroses

  • 1. Sínfises

  • 2. Gonfoses

16.2.3. Articulações Móveis ou Diartroses

  • 1. Concordantes

  • 2. Discordantes

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16.2.1.Articulações Imóveis ou Sinartroses: não possuem movimentos, as superfícies articulares aderem pelas margens, havendo a interposiçãowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-59-2" src="pdf-obj-59-2.jpg">

16.2.1.Articulações Imóveis ou Sinartroses: não possuem movimentos, as superfícies articulares aderem pelas margens, havendo a interposição de um tecido fibroso ou cartilaginoso.

1. Suturas ou Sinfibroses apresentam tecido fibroso interposto entre as superfícies articulares. Podem considerar-se quatro tipos de suturas ou sinfibroses: as suturas serráteis, as escamosas, as harmónicas e as esquindileses.

16.2.1.Articulações Imóveis ou Sinartroses: não possuem movimentos, as superfícies articulares aderem pelas margens, havendo a interposiçãowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-59-20" src="pdf-obj-59-20.jpg">

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As suturas serráteis são formadas por superfícies que apresentam dentes que se engrenam reciprocamente, como awww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-60-2" src="pdf-obj-60-2.jpg">
As suturas serráteis são formadas por superfícies que apresentam dentes que se engrenam reciprocamente, como awww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-60-4" src="pdf-obj-60-4.jpg">

As suturas serráteis são formadas por superfícies que apresentam dentes que se engrenam reciprocamente, como a sutura fronto-parietal.

As suturas serráteis são formadas por superfícies que apresentam dentes que se engrenam reciprocamente, como awww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-60-10" src="pdf-obj-60-10.jpg">

As suturas escamosas são constituídas por contactos em forma de bisel como a sutura entre o parietal e a escama do temporal.

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As suturas harmónicas são constituídas por superfícies que contactam por margens lisas como a sutura entrewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-61-2" src="pdf-obj-61-2.jpg">
As suturas harmónicas são constituídas por superfícies que contactam por margens lisas como a sutura entrewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-61-4" src="pdf-obj-61-4.jpg">

As suturas harmónicas são constituídas por superfícies que contactam por margens lisas como a sutura entre os ossos nasais.

As suturas harmónicas são constituídas por superfícies que contactam por margens lisas como a sutura entrewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-61-10" src="pdf-obj-61-10.jpg">

As esquindileses são suturas formadas por superfícies em forma de crista que se introduzem num sulco, como aquela entre a base do vômer e

uma crista no corpo do esfenóide, a sutura esfeno-

vomeriana.

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2. Sindesmoses ou Sincondroses: são articulações imóveis ou sinartroses que também aderem por margens, apresentando tecidowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-62-2" src="pdf-obj-62-2.jpg">

2. Sindesmoses ou Sincondroses: são articulações imóveis ou sinartroses que também aderem por margens, apresentando tecido cartilaginoso interposto entre as superfícies articulares, como a

sincondrose esfeno-occipital, entre o dorso da sela do esfenóide e o

clivo do occipital.

2. Sindesmoses ou Sincondroses: são articulações imóveis ou sinartroses que também aderem por margens, apresentando tecidowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-62-11" src="pdf-obj-62-11.jpg">

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16.2.2.Articulações Semimóveis ou Anfiartroses: possuem movimentos com pequena amplitude, e as superfícies articulares podem ser planaswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-63-2" src="pdf-obj-63-2.jpg">

16.2.2.Articulações Semimóveis ou Anfiartroses: possuem movimentos com pequena amplitude, e as superfícies articulares podem ser planas ou curvas.

16.2.2.Articulações Semimóveis ou Anfiartroses: possuem movimentos com pequena amplitude, e as superfícies articulares podem ser planaswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-63-7" src="pdf-obj-63-7.jpg">
16.2.2.Articulações Semimóveis ou Anfiartroses: possuem movimentos com pequena amplitude, e as superfícies articulares podem ser planaswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-63-9" src="pdf-obj-63-9.jpg">
  • 1. Sínfises são articulações que aderem por

superfícies planas possuindo, além de ligamentos periféricos, uma fibrocartilagem interóssea, como a

sínfise púbica ou como nas articulações entre os

corpos vertebrais.

  • 2. Gonfoses são articulações que aderem por

superfícies curvas, como as articulações alvéolo- dentárias.

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16.2.3.Articulações Móveis ou Diartroses: possuem grande amplitude de movimentos. As superfícies articulares podem adaptar-se perfeitamente, constituindowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-64-2" src="pdf-obj-64-2.jpg">

16.2.3.Articulações Móveis ou Diartroses: possuem grande amplitude de movimentos. As superfícies articulares podem adaptar-se perfeitamente, constituindo as articulações móveis ou diartroses concordantes, ou não se adaptar, constituindo as articulações móveis ou diartroses discordantes.

Concordantes:

  • 1. Planas ou Artrodias

  • 2. Esferoideias ou Enartroses

  • 3. Cilíndricas ou Trocartroses

  • 4. Gínglimos ou Trócleartroses

  • 5. Elipsoideias ou Condilartroses

  • 6. Selares ou Efipiartroses

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Discordantes: 1. Móveis ou Diartroses Discordantes Corrigidas 2. Móveis ou Diartroses Discordantes Não Corrigidas <a href=www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-65-2" src="pdf-obj-65-2.jpg">

Discordantes:

  • 1. Móveis ou Diartroses Discordantes Corrigidas

  • 2. Móveis ou Diartroses Discordantes Não Corrigidas

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Articulações Móveis ou Diartroses – Concordantes 1. Planas ou Artrodias: apresentam superfícies articulares planas, sendo oswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-66-2" src="pdf-obj-66-2.jpg">

Articulações Móveis ou Diartroses Concordantes

1. Planas ou Artrodias: apresentam superfícies articulares planas, sendo os movimentos efectuados por deslizamento, e com pequenas

amplitudes como a maioria das articulações entre os ossos do carpo.

Articulações Móveis ou Diartroses – Concordantes 1. Planas ou Artrodias: apresentam superfícies articulares planas, sendo oswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-66-16" src="pdf-obj-66-16.jpg">

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Articulações Móveis ou Diartroses – Concordantes 2. Esferoideias ou Enartroses: apresentam superfícies articulares aproximadamente esféricas, possuindowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-67-2" src="pdf-obj-67-2.jpg">

Articulações Móveis ou Diartroses Concordantes

2. Esferoideias ou Enartroses: apresentam superfícies articulares aproximadamente esféricas, possuindo movimentos extensos e

variados, efectuados em volta de uma infinidade de eixos que

passam pelo centro geométrico das superfícies esféricas, como as articulações do ombro ou da anca.

Articulações Móveis ou Diartroses – Concordantes 2. Esferoideias ou Enartroses: apresentam superfícies articulares aproximadamente esféricas, possuindowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-67-18" src="pdf-obj-67-18.jpg">

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Articulações Móveis ou Diartroses – Concordantes 3. Trocartroses: apresentam superfícies articulares com dois segmentos de cilindro,www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-68-2" src="pdf-obj-68-2.jpg">

Articulações Móveis ou Diartroses Concordantes

3. Trocartroses: apresentam superfícies articulares com dois segmentos de cilindro, um convexo e outro côncavo, possuindo

movimentos de rotação em volta de um eixo e movimentos de

deslizamento muito reduzidos, como as articulações rádio-ulnar superior e rádio-ulnar inferior.

Articulações Móveis ou Diartroses – Concordantes 3. Trocartroses: apresentam superfícies articulares com dois segmentos de cilindro,www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-68-18" src="pdf-obj-68-18.jpg">

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Articulações Móveis ou Diartroses – Concordantes 4. Gínglimos ou Trocleartroses: apresentam superfícies articulares em forma dewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-69-2" src="pdf-obj-69-2.jpg">

Articulações Móveis ou Diartroses Concordantes

4. Gínglimos ou Trocleartroses: apresentam superfícies articulares

em forma de tróclea ou roldana, isto é, resultantes da reunião de

dois cones truncados, como a articulação úmero-ulnar do cotovelo.

Articulações Móveis ou Diartroses – Concordantes 4. Gínglimos ou Trocleartroses: apresentam superfícies articulares em forma dewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-69-15" src="pdf-obj-69-15.jpg">

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Articulações Móveis ou Diartroses – Concordantes 5. Elipsoideias ou Condilartroses: apresentam superfícies articulares em forma dewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-70-2" src="pdf-obj-70-2.jpg">

Articulações Móveis ou Diartroses Concordantes

5. Elipsoideias ou Condilartroses: apresentam superfícies articulares em forma de côndilo, ou seja, superfícies arredondadas

com contorno elíptico e convexo em todos os sentidos, como a

articulação fémuro-tíbial.

Articulações Móveis ou Diartroses – Concordantes 5. Elipsoideias ou Condilartroses: apresentam superfícies articulares em forma dewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-70-16" src="pdf-obj-70-16.jpg">

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Articulações Móveis ou Diartroses – Concordantes 6. Selares ou Epifiartroses: apresentam superfícies articulares em forma dewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-71-2" src="pdf-obj-71-2.jpg">

Articulações Móveis ou Diartroses Concordantes

6. Selares ou Epifiartroses: apresentam superfícies articulares em forma de sela, isto é, uma superfície articular côncava num sentido e

convexa no outro, e a concavidade de uma opõe-se à convexidade da

outra, como a articulação trapézio-primometacarpica

Articulações Móveis ou Diartroses – Concordantes 6. Selares ou Epifiartroses: apresentam superfícies articulares em forma dewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-71-18" src="pdf-obj-71-18.jpg">

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Articulações Móveis ou Diartroses – Concordantes 7. Selares ou Epifiartroses: apresentam superfícies articulares em forma dewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-72-2" src="pdf-obj-72-2.jpg">

Articulações Móveis ou Diartroses Concordantes

7. Selares ou Epifiartroses: apresentam superfícies articulares em forma de sela, isto é, uma superfície articular côncava num sentido e

convexa no outro, e a concavidade de uma opõe-se à convexidade da

outra, como a articulação trapézio-primometacarpica

Articulações Móveis ou Diartroses – Concordantes 7. Selares ou Epifiartroses: apresentam superfícies articulares em forma dewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-72-18" src="pdf-obj-72-18.jpg">

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Articulações Móveis ou Diartroses – Discordantes 1. Corrigidas: são as discartroses ou meniscoartroses, que apresentam awww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-73-2" src="pdf-obj-73-2.jpg">

Articulações Móveis ou Diartroses Discordantes

1. Corrigidas: são as discartroses ou meniscoartroses, que

apresentam a sua correcção pela interposição de um disco, como na

articulação têmporo-mandibular, ou um menisco, como na articulação do joelho.

Articulações Móveis ou Diartroses – Discordantes 1. Corrigidas: são as discartroses ou meniscoartroses, que apresentam awww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-73-17" src="pdf-obj-73-17.jpg">

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Articulações Móveis ou Diartroses – Discordantes 2. Não Corrigidas: são as heteroartroses que não apresentam qualquerwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-74-2" src="pdf-obj-74-2.jpg">

Articulações Móveis ou Diartroses Discordantes

2. Não Corrigidas: são as heteroartroses que não apresentam

qualquer formação entre as superfícies articulares, como no caso da

articulação atlanto-axial lateral.

Articulações Móveis ou Diartroses – Discordantes 2. Não Corrigidas: são as heteroartroses que não apresentam qualquerwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-74-17" src="pdf-obj-74-17.jpg">

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16.3. Elementos Constituintes de Uma Articulação Móvel ou Diartrose 1. Superfícies Articulares 2. Cartilagem Articular ouwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-75-2" src="pdf-obj-75-2.jpg">

16.3. Elementos Constituintes de Uma

Articulação Móvel ou Diartrose

  • 1. Superfícies Articulares

  • 2. Cartilagem Articular ou de Revestimento

  • 3. Debruns Articulares

  • 4. Discos e Meniscos Articulares

  • 5. Meios de União

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1. Superfícies Articulares: são as porções ósseas que vão entrar em contacto, para fazerem parte dewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-76-2" src="pdf-obj-76-2.jpg">

1. Superfícies Articulares: são as porções ósseas que vão entrar em contacto, para fazerem parte de uma articulação.

1. Superfícies Articulares: são as porções ósseas que vão entrar em contacto, para fazerem parte dewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-76-9" src="pdf-obj-76-9.jpg">

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2. Cartilagem Articular ou de Revestimento: é uma cartilagem do tipo hialino que reveste a superfíciewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-77-2" src="pdf-obj-77-2.jpg">

2. Cartilagem Articular ou de Revestimento: é uma cartilagem do tipo hialino que reveste a superfície articular. Quanto maior for a pressão exercida, mais desenvolvida se tornará a cartilagem. A cartilagem de revestimento estabelece ainda a concordância entre as superfícies articulares, sendo avascular e nutrida por intermédio de líquido sinovial ou sinóvia.

2. Cartilagem Articular ou de Revestimento: é uma cartilagem do tipo hialino que reveste a superfíciewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-77-9" src="pdf-obj-77-9.jpg">

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3. Debruns Articulares ou Lábios Articulares: são formações fibro- cartilaginosas destinadas a aumentar ou a diminuirwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-78-2" src="pdf-obj-78-2.jpg">

3. Debruns Articulares ou Lábios Articulares: são formações fibro- cartilaginosas destinadas a aumentar ou a diminuir as superfícies articulares. Podem encontrar-se na superfície articular, em todo o

contorno, constituindo um lábio articular completo, como nas articulações do ombro ou da anca, ou só em parte do contorno, constituindo um lábio articular incompleto, como nas extremidades

posteriores de todas as falanges do pé.

3. Debruns Articulares ou Lábios Articulares: são formações fibro- cartilaginosas destinadas a aumentar ou a diminuirwww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-78-13" src="pdf-obj-78-13.jpg">

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4. Discos e Meniscos Articulares: Em certas articulações móveis ou diartroses, as superfícies articulares não sewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-79-2" src="pdf-obj-79-2.jpg">

4. Discos e Meniscos Articulares: Em certas articulações móveis ou diartroses, as superfícies articulares não se adaptam completamente, sendo a concordância estabelecida por tecido fibro- cartilaginoso, que constitui os meniscos articulares.

4. Discos e Meniscos Articulares: Em certas articulações móveis ou diartroses, as superfícies articulares não sewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-79-10" src="pdf-obj-79-10.jpg">

Os meniscos articulares aderem por intermédio dos seus cornos anterior e posterior, as faces são lisas e estão livres, assegurando uma boa adaptação às superfícies articulares, e a sua margem lateral adere à cápsula articular.

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<a href=www.ipnaturologia.com Em certos casos, os meniscos articulares podem ocupar toda a superfície articular, apresentando a forma de um disco, constituindo os discos articulares , como os discos intervertebrais, existentes entre as faces dos corpos vertebrais de duas vértebras adjacentes. Em certas articulações os discos articulares são incompletos, apresentando a forma de um anel, como pode acontecer na articulação têmporo-mandibular. Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-80-2" src="pdf-obj-80-2.jpg">
<a href=www.ipnaturologia.com Em certos casos, os meniscos articulares podem ocupar toda a superfície articular, apresentando a forma de um disco, constituindo os discos articulares , como os discos intervertebrais, existentes entre as faces dos corpos vertebrais de duas vértebras adjacentes. Em certas articulações os discos articulares são incompletos, apresentando a forma de um anel, como pode acontecer na articulação têmporo-mandibular. Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-80-4" src="pdf-obj-80-4.jpg">
<a href=www.ipnaturologia.com Em certos casos, os meniscos articulares podem ocupar toda a superfície articular, apresentando a forma de um disco, constituindo os discos articulares , como os discos intervertebrais, existentes entre as faces dos corpos vertebrais de duas vértebras adjacentes. Em certas articulações os discos articulares são incompletos, apresentando a forma de um anel, como pode acontecer na articulação têmporo-mandibular. Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-80-6" src="pdf-obj-80-6.jpg">

Em certos casos, os meniscos articulares podem ocupar toda a superfície articular, apresentando a forma de um disco,

constituindo os discos articulares, como os discos intervertebrais, existentes entre as faces dos corpos vertebrais de duas vértebras

adjacentes.

Em certas articulações os discos articulares são incompletos, apresentando a forma de

um anel, como pode acontecer na

articulação têmporo-mandibular.

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5. Meios de União: as superfícies articulares são mantidas em posição por intermédio de formações fibrosaswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-81-2" src="pdf-obj-81-2.jpg">

5. Meios de União: as superfícies articulares são mantidas em posição por intermédio de formações fibrosas muito resistentes e praticamente inextensíveis, conhecidas por cápsulas articulares e ligamentos articulares.

A Cápsula Articular encontra-se nas articulações móveis ou diartroses, estendendo-se entre as superfícies articulares.

A sua espessura e resistência variam de uma articulação a outra e,

na mesma cápsula articular, podem a sua espessura e resistência ser variáveis.

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A Cápsula Articular (revestida pela membrana sinovial) pode apresentar foramenes que deixam passar prolongamentos sinoviais extra-articulares.www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-82-2" src="pdf-obj-82-2.jpg">

A Cápsula Articular (revestida pela membrana sinovial) pode apresentar foramenes que deixam passar prolongamentos sinoviais extra-articulares. As cápsulas articulares são pouco espessas e laxas, nas faces da articulação onde se produzem os movimentos, sendo tensas e resistentes nas faces onde os movimentos são limitados ou nulos.

A Cápsula Articular (revestida pela membrana sinovial) pode apresentar foramenes que deixam passar prolongamentos sinoviais extra-articulares.www.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-82-8" src="pdf-obj-82-8.jpg">

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Os Ligamentos Articulares podem ser Ligamentos de Reforço e Ligamentos Interósseos . Os Ligamentos de Reforçowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-83-2" src="pdf-obj-83-2.jpg">

Os Ligamentos Articulares podem ser Ligamentos de Reforço e Ligamentos Interósseos.

Os Ligamentos Articulares podem ser Ligamentos de Reforço e Ligamentos Interósseos . Os Ligamentos de Reforçowww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-83-12" src="pdf-obj-83-12.jpg">

Os Ligamentos de Reforço possuem inserções semelhantes aos da cápsula e podem ser ligamentos intrínsecos, resultantes de um espessamento da cápsula

articular, ou ligamentos extrínsecos que se inserem nos ossos, afastados da inserção capsular, mas que ajudam a manter os ossos

em posição, como os ligamentos ílio-femoral

e o ligamento ísquio-femoral da articulação da anca.

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Os Ligamentos Interósseos localizam-se no espaço compreendido entre as superfícies articulares, sendo muito curtos, resistentes ewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-84-2" src="pdf-obj-84-2.jpg">

Os Ligamentos Interósseos localizam-se no espaço compreendido entre as superfícies articulares, sendo muito curtos, resistentes e dispostos irregularmente, como os ligamentos cruzados do joelho ou o ligamento da cabeça do fémur.

Os Ligamentos Interósseos localizam-se no espaço compreendido entre as superfícies articulares, sendo muito curtos, resistentes ewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-84-8" src="pdf-obj-84-8.jpg">
Os Ligamentos Interósseos localizam-se no espaço compreendido entre as superfícies articulares, sendo muito curtos, resistentes ewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-84-12" src="pdf-obj-84-12.jpg">

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A Membrana Sinovial A membrana sinovial é uma membrana de tecido conjuntivo que atapeta a facewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-85-2" src="pdf-obj-85-2.jpg">

A Membrana Sinovial

A membrana sinovial é uma membrana de tecido conjuntivo que atapeta a face interna da cápsula articular e as superfícies ósseas intracapsulares, não articulares, isto é que não se encontram

revestidas pelas cartilagens articulares.

A Membrana Sinovial A membrana sinovial é uma membrana de tecido conjuntivo que atapeta a facewww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-85-12" src="pdf-obj-85-12.jpg">

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Denomina-se de cavidade articular o espaço limitado pelas cartilagens articulares e pela superfície interna da membranawww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-86-2" src="pdf-obj-86-2.jpg">

Denomina-se de cavidade articular o espaço limitado pelas cartilagens articulares e pela superfície interna da membrana sinovial.

No estado normal, esta cavidade contém uma pequena quantidade de líquido claro, muito viscoso, denominado líquido sinovial ou sinóvia que, além de lubrificar a parede da cavidade articular, também facilita o movimento das superfícies articulares e nutre a cartilagem.

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As membranas sinoviais podem apresentar prolongamentos que podem ser intra-articulares ou extra-articulares . Os prolongamentos sinoviaiswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-87-2" src="pdf-obj-87-2.jpg">

As membranas sinoviais podem apresentar prolongamentos que podem ser intra-articulares ou extra-articulares.

Os prolongamentos sinoviais intra-articulares encontram-se na cavidade articular flutuando livremente, e são vulgarmente

conhecidos por pregas sinoviais, com dimensões variáveis.

A estrutura das pregas é variável: apenas com tecido conjuntivo, as pregas fibrosas; com predomínio de vasos, as pregas vasculares; ou com predomínio de tecido adiposo, muito volumosas, as pregas adiposas.

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Os prolongamentos sinoviais extra-articulares situam-se em volta dos tendões, favorecendo o seu deslizamento, constituindo as bolsaswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-88-2" src="pdf-obj-88-2.jpg">

Os prolongamentos sinoviais extra-articulares situam-se em volta dos tendões, favorecendo o seu deslizamento, constituindo as bolsas serosas, como o prolongamento da membrana sinovial da articulação do ombro, que se relaciona com o tendão da porção do músculo bicípete braquial, situado no sulco intertubercular do

úmero.

Os prolongamentos sinoviais extra-articulares situam-se em volta dos tendões, favorecendo o seu deslizamento, constituindo as bolsaswww.ipnaturologia.com Departamento de Técnicas Manuais " id="pdf-obj-88-14" src="pdf-obj-88-14.jpg">

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