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FACULDADE ESTÁCIO DO RECIFE
 

FACULDADE ESTÁCIO DO RECIFE

 

CURSO:

 

Aprovação:

DISCIPLINA:

Química Geral

Turma:

 

Coordenação das

 

Engenharias

PROFESSOR:

Revisão:

01

ALUNO:

MATRÍCULA:

APOSTILA DE AULAS PRÁTICAS QUÍMICA GERAL

RECIFE, 2014

INSTRUÇÕES GERAIS PARA O TRABALHO NO LABORATÓRIO E MATERIAIS MAIS USADOS EM LABORATÓRIOS DE QUÍMICA

Um laboratório é um local de trabalho com potenciais riscos de acidente, dado que se manipulam substâncias com periculosidade considerável, que se indevidamente utilizadas, podem causar danos graves de grandes repercussões.

Existem regras básicas, que se impõem a quem trabalha neste meio, nomeadamente o uso de equipamentos de proteção individual. A bata branca de algodão é um instrumento obrigatório, dada à sua reduzida inflamabilidade. O uso de luvas e óculos também é fundamental. Estar num laboratório sozinho não é aconselhado, pois em caso de acidente, ninguém poderá socorrer.

No entanto, a lista de cuidados é muito mais vasta e todos eles carecem de uma atenção especial da parte dos técnicos e todos aqueles que entrem num laboratório:

Não usar anéis ou pulseiras: manuseamento de produtos químicos podem deixar resíduos que não devem entrar em contato com a pele. Além de que se tornam incômodos na manipulação de materiais diversos;

Cabelos quando compridos devem estar presos: podem entrar em contato com produtos químicos, fogo, ou dificultar a observação uma vez que limita o campo de visão;

Atenção ao calçado: não se deve usar sapatilha que não cubra o dorso do pé, sandálias ou sapatos de salto alto. O uso de calças é favorável em relação às saias. Não usar meias de nylon;

Nunca se deve esfregar os olhos nem se deve tocar na pele com as luvas, pois estas contêm resíduos tóxicos e perigosos;

Sempre que se sai de um laboratório devem-se lavar as mãos, para evitar contaminações;

Nunca se deve pipetar líquidos com a boca, mas usar os meios adequados à medição do liquido.

Deve-se analisar/testar sempre os equipamentos e materiais que se vão usar. Verificar o funcionamento e vedação das ampolas de decantação antes de começar a trabalhar. Fazer as montagens de material de modo a que não haja tensão entre as várias peças de vidro;

Não se pode comer, beber ou fumar num laboratório.

Deve existir sistemas de ventilação ou condicionamento de ar, para evitar temperaturas altas e propicias a riscos de incêndio/explosão;

Manipulação de reagentes com tendência a formar vapor tóxico e irritante, deve ser efetuada na capela de exaustão;

Tapar sempre os frascos de reagentes e arrumá-los uma vez usados;

Não acumular material sujo em cima da bancada. Recolher resíduo líquido (se for o caso), lavar com sabão (ou detergente neutro) indicado, submeter à água destilada e colocar para escorrer e secar. A secagem em estufa será apenas para vidrarias que não são indicadas para medição de volumes;

Recolher vidro partido para recipiente adequado. Os cacos grandes são apanhados com pá e escova e os pequenos com algodão humedecido;

Ao diluir um ácido em água verter lentamente o ácido na água e não o inverso;

Rotular todos os recipientes com nome do responsável pelo preparo da solução, data de preparo, nome e concentração da solução e indicação de validade.

Em se tratando de gestões de qualidade com apoio de laboratório de química, na indústria alguns outros cuidados tornam-se bastante relevantes, tais como:

O laboratório deve estar devidamente sinalizado, com mapa geral e plano de emergência interno. A indicação de localização de extintores, chuveiro, balde de areia, saídas, quadro de eletricidade e torneiras de segurança é obrigatória, e deve ser do conhecimento de todos os técnicos.

O armazenamento do material e reagentes deve ser efetuado de modo a minimizar potenciais riscos , de forma acessível e de fácil manipulação, devidamente identificados e armazenados de acordo com as suas propriedades físico-químicas, periculosidade e toxicidade.

No laboratório só devem permanecer as quantidades de soluções/substâncias ou preparações químicas perigosas necessárias aos trabalhos efetuados.

Deve existir um armazém de reagentes/solventes para guardar temporariamente as substâncias que não são utilizadas com frequência. Este espaço deve ser anexo ao laboratório, ventilado e com temperaturas adequadas.

As folhas de segurança devem conter a listagem de todos os produtos químicos existentes e seus riscos, bem como fichas simplificadas de uso diário por parte dos técnicos, com indicação dos cuidados e propriedades desses produtos, bem como a sua periculosidade e toxicidade.

O plano de emergência deve conter toda a informação necessária para garantir a proteção de todos os intervenientes em caso de risco/acidente e deve ser simulado e testado sempre que se justifique. Além do levantamento dos riscos, deve conter a atuação de todo o pessoal em exercício em caso de emergência, indicação de responsáveis pela coordenação e intervenção nas emergências, planos de evacuação, indicação de pontos de concentração, sinais de alarme, listagens de equipamentos moveis de intervenção de segurança e médico, mapas de rede de agua, entre outros.

Num laboratório são produzidos diariamente uma grande variedade de resíduos, que podem representar riscos para a saúde/ambiente, pelo que carecem de uma gestão adequada que garanta o seu destino final face às exigências legais.

Os resíduos devem ser separados segundo a sua natureza (sólidos /líquidos).

Os resíduos sólidos devem ser recolhidos em sacos ou outros contentores apropriados e devidamente identificados.

Os resíduos, resultantes dos solventes orgânicos comuns, devem ser separados em clorados ou não clorados e recolhidos em vasilhame com resistência adequada.

O vasilhame contendo resíduos de solventes deve ser identificado com: clorado ou não clorado ou outra identificação adequada.

Os resíduos aquosos, sem características especiais de periculosidade, devem ser neutralizados antes de enviados para o sistema de saneamento público.

A remoção dos resíduos laboratoriais deve ser efetuada com periodicidade adequada.

Os resíduos especiais (mercúrio, cianetos, benzeno, etc.) devem ser recolhidos separadamente e devem ter inscrito no vasilhame de recolha o nome ou nomes dos componentes do resíduo e as classes de perigo. Deverá existir local de armazenamento especial para eles.

Todo o laboratório deve ser gerido por um responsável ou chefe de laboratório, que lhe está incumbida a missão de gerir o laboratório de modo a garantir a realização dos ensaios com máxima qualidade e segurança. Este deve avaliar as condições de trabalho existentes, face à distribuição de equipamentos e medidas de segurança, bem como garantir a existência e utilização de medidas/equipamentos de proteção individual pela parte dos seus subordinados. A planificação dos trabalhos a executar, é da sua responsabilidade, que deve proceder à sua distribuição de acordo com os técnicos disponíveis e com conhecimentos para a sua realização.

Deve ser efetuado um acompanhamento médico a todos os intervenientes neste processo, a fim de garantir que estes não se encontram expostos a ambientes quimicamente desfavoráveis, que possam inibir as suas capacidades e colocar em risco a sua saúde e a dos outros.

O laboratório deve dispor de procedimentos específicos de suporte aos trabalhos técnicos, bem como bibliografia de apoio, sistemas de suporte informático e de todos os meios necessários à sua funcionalidade.

A formação continua de todos os trabalhadores é fundamental, para o cumprimento de todas as tarefas com a segurança máxima.

A segurança é sem duvida uma questão importante que deve ser cada vez mais da preocupação de todos. Basta um pequeno descuido, para causar danos irreversíveis à saúde/ambiente.

Trabalhar

em

segurança

não

custa,

basta

cumprir

as

desnecessários. Basta ter atenção e consciencialização.

regras

existentes

e

não

proporcionar

acidentes

INTRODUÇÃO AOS PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS E VIDRARIAS

O professor fará a apresentação do material de vidro e demais equipamentos básicos utilizados em laboratório, procurando ressaltar ao aluno suas principais características, a maneira correta de utilizá-los, as ocasiões em que devem ser usados e os cuidados necessários a sua conservação. Posteriormente, aluno terá a oportunidade de entrar em contato com o material, devendo, portanto observar atentamente o que está sendo apresentado e procurar adotar o procedimento que lhe foi transmitido, pois essa técnica é resultado acumulado de muitos anos de uso da aparelhagem.

Nas aulas práticas de Química Geral, o aluno terá oportunidade de manusear os seguintes materiais:

Tubo de ensaio : usado em reações químicas, principalmente em testes de reações.

Tubo de ensaio: usado em reações químicas, principalmente em testes de reações.

Tubo de ensaio : usado em reações químicas, principalmente em testes de reações. Erlenmeyer : usado
Tubo de ensaio : usado em reações químicas, principalmente em testes de reações. Erlenmeyer : usado
 
Erlenmeyer : usado em titulações e aquecimento de líquidos.
Erlenmeyer : usado em titulações e aquecimento de líquidos.

Erlenmeyer: usado em titulações e aquecimento de líquidos.

Copo de Béquer : usado no aquecimento de líquidos, reações de precipitação, etc.
Copo de Béquer : usado no aquecimento de líquidos, reações de precipitação, etc.
 

Copo de Béquer: usado no aquecimento de líquidos, reações de precipitação, etc.

Proveta ou cilindro graduado : usado em medidas aproximadas de volumes de líquidos.

Proveta ou cilindro graduado: usado em medidas aproximadas de volumes de líquidos.

Balão de fundo chato : usado para aquecer e armazenar líquidos. Balão de fundo redondo :
Balão de fundo chato : usado para aquecer e armazenar líquidos. Balão de fundo redondo :
Balão de fundo chato : usado para aquecer e armazenar líquidos. Balão de fundo redondo :
Balão de fundo chato : usado para aquecer e armazenar líquidos. Balão de fundo redondo :
Balão de fundo chato : usado para aquecer e armazenar líquidos. Balão de fundo redondo :
Balão de fundo chato : usado para aquecer e armazenar líquidos. Balão de fundo redondo :
Balão de fundo chato : usado para aquecer e armazenar líquidos. Balão de fundo redondo :

Balão de fundo chato: usado para aquecer e armazenar líquidos. Balão de fundo redondo: usado em reações com desprendimento de gases e também para aquecerem líquidos.

Balão volumétrico : usado para preparar e diluir soluções.

Balão volumétrico: usado para preparar e diluir soluções.

 

Medição de volumes precisos

Pipeta volumétrica: mede volumes fixos de líquidos. Pipeta graduada: usada para medir volumes variáveis de líquidos.

Bureta: usada para medir volumes precisos de líquidos, em análises volumétricas.

Funil de separação (ou decantação): utilizado para separar misturas heterogêneas líquido-
Funil de separação (ou decantação): utilizado para separar misturas heterogêneas líquido-

Funil de separação (ou decantação): utilizado para separar misturas heterogêneas líquido-

líquido quando as substâncias são imiscíveis.

Funil de vidro : usado em transferência de líquidos e em filtrações de laboratório. O funil

Funil de vidro: usado em transferência de líquidos e em filtrações de laboratório. O funil com colo longo de estrias é chamado de funil analítico.

Funil de Büchner : feito de porcelana é usado em conjunto com o kitassato para filtrações
 

Funil de Büchner: feito de porcelana é usado em conjunto com o kitassato para filtrações a

vácuo.

Kitassato : com parede de vidro mais espessa que o erlenmeyer é usado em conjunto com

Kitassato: com parede de vidro mais espessa que o erlenmeyer é usado em conjunto com o funil de Buchner para filtrações a vácuo.

Almofariz e Pistilo : usado para triturar e pulverizar sólidos.

Almofariz e Pistilo: usado para triturar e pulverizar sólidos.

 

Um condensador tem como finalidade condensar vapores gerados pelo aquecimento de líquidos em processos de destilação simples.

 

Ele é dividido em duas partes: Uma onde passa o vapor que se tem interesse em condensar e outra onde passa um líquido (normalmente água) resfriado para baixar a temperatura interna do

condensador.

Um vapor aquecido entra no condensador e encontra uma superfície com uma temperatura

inferior ao seu ponto de ebulição, e então condensa (ou liquefaz).

Condensador de Liebig: é o modelo mais simples de condensador, no tubo interno percorre o vapor a ser condensado e o líquido responsável pelo arrefecimento (água em geral) circula na área entre os dois tubos e sua entrada deverá ser conectada próximo à área onde está o vapor quente está entrando no condensador.

No Condensador Friedrich geralmente um Balão de destilação é acoplado em cada bocal. O vapor gerado
No Condensador Friedrich geralmente um Balão de destilação é acoplado em cada bocal. O vapor gerado
No Condensador Friedrich geralmente um Balão de destilação é acoplado em cada bocal. O vapor gerado
No Condensador Friedrich geralmente um Balão de destilação é acoplado em cada bocal. O vapor gerado
No Condensador Friedrich geralmente um Balão de destilação é acoplado em cada bocal. O vapor gerado
No Condensador Friedrich geralmente um Balão de destilação é acoplado em cada bocal. O vapor gerado
No Condensador Friedrich geralmente um Balão de destilação é acoplado em cada bocal. O vapor gerado
No Condensador Friedrich geralmente um Balão de destilação é acoplado em cada bocal. O vapor gerado

No Condensador Friedrich geralmente um Balão de destilação é acoplado em cada bocal. O vapor gerado no primeiro balão circula na câmara maior e a água resfriada circula na serpentina. Ao entrar em contato com a superfície resfriada da serpentina, o vapor condensa e escorre pelas paredes internas, sendo coletado no segundo balão.

No Condensador Allihn a água, responsável pelo arrefecimento do sistema, circula externamente e o vapor internamente nas "bolhas", escorrendo e sendo recolhido na parte inferior. Nesse tipo de condensador a água deve ser injetada na parte inferior e recolhida na superior para que a câmara mantenha-se sempre cheia de líquido e torne o equipamento mais eficiente

Suporte universal: usado junto com a garra para sustentação de peças.

Dessecador: usado para resfriar substâncias em ausência de umidade.

Manta de aquecimento: Utilizada para aquecimento de reações que se passam em balões de

fundo redondo, ou de fundo chato. A manta permite uma melhor distribuição do calor no

aquecimento.

Diferente da manta, a vidraria aqui empregada poderá ser submetida simultaneamente à

Chapa com aquecimento e agitação: Também utilizada para aquecimento de reações.

agitação magnética.

Bico de Bunsen: usado no aquecimento de laboratório

Estufa: usada para secagem de materiais (até 200º C).

1ª AULA PRÁTICA TÉCNICAS DE PESAGEM E MEDIÇÃO DE VOLUMES LÍQUIDOS

OBJETIVOS

  • Conhecer as principais técnicas para uma boa execução de pesagem

  • Realizar a pesagem de um reagente em pó.

  • Conhecer os principais cuidados na medição de volumes líquidos.

  • Realizar medições em vidrarias distintas para averiguar a precisão na medida.

INSTRUÇÕES GERAIS DE CUIDADOS COM A PESAGEM

Antes de conhecer sobre as técnicas de pesagem é importante definir o local apropriado para a balança.

  • a) O local deve ser livre de correntes de ar.

  • b) A balança deverá estar posicionada em uma bancada livre de trepidações para evitar a descalibração.

  • c) Cada balança deverá estar conectada a rede de alimentação elétrica individualmente considerando sua tensão.

  • d) A balança deverá ser ligada cerca de 30 minutos antes de seu uso.

Existem duas técnicas para pesagens dependendo do tipo de balança. Uma delas é pesar previamente a vidraria e em seguida o reagente químico, determinando a massa deste por diferença. A outra consiste em zerar a balança com a vidraria a ser utilizada na pesagem sobre o prato, obtendo-se diretamente a massa do reagente. Para se fazer as pesagens adotam-se os seguintes procedimentos:

  • 1. Observa-se se a balança está no nível; caso não esteja, deve-se regular girando-se os “pés”.

  • 2. Fecham-se as portas de vidro.

  • 3. Zera-se a balança pressionando o botão “tara”.

  • 4. Abre-se a porta, coloca-se a vidraria que se deseja pesar e fecha-se a porta.

  • 5. Espera-se até que o mostrador digital não flutue mais e zera-se novamente a balança, deixando a vidraria sobre o prato da balança (o mesmo não deverá ser removido antes da finalização da pesagem do reagente).

  • 6. Com o mostrador estabilizado, inicia-se a adição do reagente na vidraria até atingir a massa desejada.

  • 7. Finalizada a pesagem, a vidraria contendo o reagente pode então ser removida da balança, as imediações deverão ser limpas com auxílio de um pincel, as portas de vidro deverão ser fechadas e a balança deverá ser zerada.

1ª AULA PRÁTICA – TÉCNICAS DE PESAGEM E MEDIÇÃO DE VOLUMES LÍQUIDOS OBJETIVOS  Conhecer as
1ª AULA PRÁTICA – TÉCNICAS DE PESAGEM E MEDIÇÃO DE VOLUMES LÍQUIDOS OBJETIVOS  Conhecer as

MEDIÇÃO DE VOLUMES LÍQUIDOS

A técnica de medição do volume de uma amostra depende do estado físico da amostra (líquido ou sólido) e da sua forma (regular ou irregular).

Os resultados obtidos podem ser expressos em unidades SI, metro cúbico (m³), ou em unidades submúltiplas deste, que é o caso mais frequente.

Normalmente, as unidades submúltiplas mais usadas são o mililitro (mL), ou centímetro cúbico (cm³), e o litro (L), ou o decímetro cúbico (dm³).

Medir volumes de líquidos

Para medir volumes de líquidos usam-se diversos instrumentos, consoante o rigor a observar e o volume da amostra. Para medições rigorosas usam-se pipetas, buretas ou balões volumétricos. Para medições menos rigorosas utilizam- se as provetas.

Qualquer um destes instrumentos tem inscritas algumas informações importantes, tais como:

Volume máximo (capacidade);

Graduação da sua escala, normalmente em mililitros;

Tolerância (limite máximo do erro);

Traço de referência, no caso de pipetas ou balões volumétricos;

Temperatura de calibração (temperatura a que deve ser feita a medição e que é, normalmente, 20˚C).

Erros de paralaxe Erros associados à incorrecta posição do observador.

A leitura deverá ser feita de modo a que a direção do olhar coincida com a linha tangente à parte interna do menisco se este for côncavo (ex: água), ou à parte externa do menisco se este for convexo (ex: mercúrio).

MEDIÇÃO DE VOLUMES LÍQUIDOS A técnica de medição do volume de uma amostra depende do estado
INSTRUMENTO CARACTERÍSTICAS COMO UTILIZAR Pipetas Graduadas   Dão medidas rigorosas (exatas) do 1. Lava-se a

INSTRUMENTO

CARACTERÍSTICAS

 

COMO UTILIZAR

 

Pipetas Graduadas

Dão medidas rigorosas (exatas) do

1.

Lava-se

a

pipeta

com

água

Escala graduada;

volume de líquidos.

destilada e, em seguida, com um

Normalmente, em mL.

pouco do líquido a medir.

São de vidro.

2.

Mergulha-se

a

extremidade da

Pipetas Volumétricas Tem um traço de referência

As pipetas são utilizadas

com

a

pipeta no líquido a medir e, com uma pompete, aspira-se o líquido até

na parte superior; Indicador do nível a que deve ficar o líquido, para que

respectiva pêra ou pompete (tipo de pipetador automático).

ligeiramente acima do nível do volume pretendido, com a pipeta sempre na posição vertical.

o volume medido seja o que

 

3.

Deixa-se cair o excesso de líquido

está assinalado na pipeta.

até o nível pretendido, pressionando

a pompete.

 

4.

Deixa-se,

finalmente,

escoar

o

líquido para o recipiente de recolha,

 

com a extremidade da pipeta encostada à parede do recipiente, pressionando do mesmo modo a pompete.

INSTRUMENTO

CARACTERÍSTICAS

 

COMO UTILIZAR

 

Buretas

Dão medidas rigorosas de volumes

1.

Previamente,

lava-se

a

bureta

Escala graduada;

de líquidos.

duas vezes, com um pouco do

Normalmente, em mL.

São de vidro.

liquido a medir, rodando a bureta quase horizontalmente.

2.

Prende-se a bureta num suporte.

Na extremidade inferior têm uma

3.

Com o auxilio de um funil enche-

torneira que permite controlar o

se a bureta até um pouco a cima do

caudal de liquido a medir.

nível desejado.

 
 

4.

Deixa-se

escoar

o

liquido em

excesso, garantindo a eliminação de bolhas de ar que posam existir ao longo da bureta.

5.

Faz-se a leitura do nível inicial do

líquido (Vi).

 

6.

Para

os

destros,

com

a mão

 

esquerda controla-se o caudal do

líquido a escoar através da torneira,

para um

recipiente de recolha, em

geral um erlen-meyer, enquanto que com a mão direita se vai agitando esse recipiente, caso não acha agitador magnético.

   

7.

Faz-se

a

leitura final

do líquido

(Vf). O volume do líquido escoado

será V= Vf-Vi

 
 

INSTRUMENTO

 

CARACTERÍSTICAS

   

COMO UTILIZAR

 

Balões volumétricos

 

Dão medidas rigorosas (exatas) do

1.

Na

preparação

de

soluções

a

Tem um traço de referência

volume de soluções.

partir de sólidos diluem-se os sólidos

na zona tubular

com

o

num pouco de água destilada num

indicativo

do

nível

a

que

São de vidro.

béquer.

deve ficar o líquido a medir;

2.

Aguarda-se que a solução fique à

O

colo

do

balão

(parte

Usam-se na preparação de soluções

temperatura ambiente e só depois se

inferior) contém a indicação

a partir da dissolução de sólidos ou

transfere para o balão com a ajuda

numérica do volume

na diluição

de

soluções

de

de um funil e de um bastão de vidro.

 

correspondente à

concentração conhecida.

 

3.

Lava-se o béquer mais

uma ou

capacidade do balão.

capacidade do balão. duas vezes com um pouco de água
 

duas vezes com um pouco de água

 

destilada que será transferida para o balão do mesmo modo.

4.

Por fim enche-se o balão

cuidadosamente até o traço de referência, com o auxilio de um

 

conta gotas.

 

5.

Tapa-se

o

balão

e

inverte-se

(agita-se) para homogeneizar a solução.

 
 

INSTRUMENTO

 

CARACTERÍSTICAS

   

COMO UTILIZAR

 

Provetas

Dão medidas pouco rigorosas de

1.

Após

a medição

do

volume do

Normalmente graduadas em

volumes de líquidos.

líquido, escoa-se

o

líquido

pela

mL.

proveta, lentamente, com a ajuda de

São de vidro ou de plástico.

 

uma vareta.

 
2. A quantidade de líquido vertida é
 

2.

A quantidade de líquido vertida é

inferior à leitura efetuada, pois fica

sempre um pouco de líquido agarrado à parede da proveta.

METODOLOGIA EXPERIMENTAL

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS

 

VIDRARIAS E ACESSÓRIOS

REAGENTES

01 Erlenmeyer 200mL

Cloreto de potássio KCl (sólido)

01 Béquer de 200mL

01 Funil de vidro

01 Pipeta Volumétrica

EQUIPAMENTOS

01 Pipeta Graduada

01 Pipetador (Pump)

Balança Analítica

01 Proveta

01 Balão volumétrico 100mL ou 200mL

01 Pisseta com água

01 Espátula

01 Vidro de Relógio

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

PROCEDIMENTO A MEDIÇÃO DE VOLUMES LÍQUIDOS

  • 1. Separar na mesa (bancada) as vidrarias recomendadas para medição de volumes.

  • 2. Com o béquer de 100mL, medir 50 ou 60 mL e transferir para proveta e comparar a precisão da medição.

  • 3. Colocar pequena quantidade de água no béquer de 100mL e utilizando a pipeta graduada treinar medição de volumes variáveis.

  • 4. Repetir o procedimento descrito no item 3 utilizando a pipeta volumétrica.

  • 5. Observar volume descrito no balão volumétrico. Em um béquer recolher a mesma quantidade de água e transferir para o balão para verificar a precisão de medida.

PROCEDIMENTO B TÉCNICAS DE PESAGEM

  • 1. Dirigir-se à balança com a ficha de respostas e o vidro de relógio.

  • 2. Verificar se a balança está devidamente limpa e nivelada.

  • 3. Zerar a balança.

  • 4. Posicionar o vidro de relógio no centro da balança.

  • 5. Anotar a massa observada.

  • 6. Zerar a balança com a vidraria.

  • 7. Com auxílio da espátula, transferir com calma o reagente para o centro do vidro de relógio até o mostrador digital mostrar a massa de 1,5000g.

  • 8. Caso a massa tenha sido diferente do valor proposto, anotar o valor indicado no mostrador digital.

C) Para a realização de pesagem, diversos cuidados deverão ser observados uma vez que a balança
 
C) Para a realização de pesagem, diversos cuidados deverão ser observados uma vez que a balança
 
 
C) Para a realização de pesagem, diversos cuidados deverão ser observados uma vez que a balança
  • C) Para a realização de pesagem, diversos cuidados deverão ser observados uma vez que a balança analítica é bastante sensível. Aponte 5 cuidados principais para realizar uma pesagem de maneira cautelosa.

  • B) Existem as vidrarias de medição de volume para transferência e as vidrarias que servem para armazenar soluções, dê o nome de cada vidraria e indique se é utilizada para armazenar ou transferir volumes.

VOLUME FIXO

VOLUME VARIÁVEL

   
   
  • D) Qual o ângulo de visão que se deve deixar a vidraria para aferição de volumes líquidos?

  • E) Qual o nome do erro causado pela observação do menisco no ângulo errado?

  • A) Cite exemplos de vidrarias para medição de volume fixo e volume variável.

C) Para a realização de pesagem, diversos cuidados deverão ser observados uma vez que a balança
C) Para a realização de pesagem, diversos cuidados deverão ser observados uma vez que a balança
C) Para a realização de pesagem, diversos cuidados deverão ser observados uma vez que a balança

2ª AULA PRÁTICA PREPARO DE SOLUÇÕES

OBJETIVOS

  • Compreender e realizar cálculos de concentração de soluções.

  • Preparar uma solução com concentração definida.

INTRODUÇÃO

Uma solução, no sentido amplo, é uma dispersão homogênea de duas ou mais espécies de substâncias moleculares ou iônicas. No âmbito mais restrito, entretanto, denominamos soluções as dispersões que apresentam as partículas do disperso (soluto) com um diâmetro inferior a 10 Å. Quando este diâmetro situa-se entre 10 e 1000 Å, temos dispersões coloidais. Exemplos: gelatina, goma arábica, fumaça entre outras. Quando por sua vez, as partículas possuem diâmetro superior a 1000 Å, temos dispersões grosseiras. Exemplo: leite de magnésia, dispersão grosseira de magnésio em água.

Nas soluções, as partículas do soluto não se separam do solvente sob ação de ultracentrífugas, não são retidos por ultrafiltros e não são vistas através de microscópios potentes. Os instrumentos citados conseguem separar, reter e visualizar as partículas do soluto numa dispersão coloidal. Já na dispersão grosseira, as partículas do soluto são separadas, retidas e visualizadas com auxílio de instrumentos comuns. Portanto, numa solução, o soluto e o solvente constituem uma única fase e toda mistura homogênea constitui uma solução.

Classificação das soluções com relação à quantidade de soluto dissolvido.

De acordo com a quantidade de soluto dissolvido, as soluções podem ser não saturadas, saturadas e supersaturadas. A solubilidade de um soluto é a quantidade máxima deste que pode dispersar-se numa certa massa de solvente a uma dada temperatura.

Solução insaturada: contém, numa dada temperatura, uma quantidade de soluto dissolvido MENOR que a sua solubilidade nesta temperatura. Exemplo: a solubilidade do acetato de sódio é igual a 123,5g/100g de água a 20ºC. Uma solução que contém 80 g desse sal dissolvidos em 100 g de água a 20ºC, constitui uma solução não saturada.

Solução saturada: contém, numa dada temperatura, uma quantidade de soluto dissolvido IGUAL que a sua solubilidade nesta temperatura. Ex.: 123,5 g de acetato de sódio em 100 g de água a 20ºC.

Solução supersaturada: contém, numa dada temperatura, uma quantidade de soluto dissolvido MAIOR que a sua solubilidade nesta temperatura (solução metaestável). Ex.: 124,0 g de acetato de sódio em 100 g de água a 20ºC.

Unidades de concentração das soluções

Concentração de uma solução é a relação entre a quantidade do soluto e a quantidade do solvente ou da solução. Uma vez que as quantidades de solvente e soluto podem ser medidas em massa, volume ou quantidade de matéria (número de moles), há diversas unidades de concentração de soluções. As mais utilizadas são:

Concentração em gramas por litro

Esse termo é utilizado para indicar a relação entre a massa do soluto (m), expressa em gramas, e o volume (V), da solução em litros:

Unidades de concentração das soluções Concentração de uma solução é a relação entre a quantidade do

Concentração em quantidade de matéria (Molaridade)

É a relação entre a quantidade de matéria, ou números de moles, do soluto (n) e o volume da solução (V), expresso em litros.

Composição percentual (título)

Um método bastante usual de expressão da concentração baseia-se na composição percentual da solução. Essa unidade de concentração relaciona a massa (m) ou o volume (V) do soluto com a massa ou o volume do solvente ou da solução, conduzindo a notações tais como:

10% (m/m);

10% (m/V);

ou 10% (V/V)

METODOLOGIA EXPERIMENTAL

METODOLOGIA EXPERIMENTAL

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS

VIDRARIAS E ACESSÓRIOS

REAGENTES E EQUIPAMENTOS

01 Balão volumétrico 250mL

Cloreto de Potássio (KCl P.A.)

01 Béquer 200mL

01 Espátula inox

01 Pisseta com água destilada

01 Bastão de vidro

01 Funil de vidro

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

  • 1. Dirigir-se à balança portando o béquer e a ficha resposta para anotações das massas.

  • 2. Antes de iniciar a pesagem, verificar as condições da balança.

  • 3. Tarar a balança com o béquer.

  • 4. Transferir com auxílio da espátula, o hidróxido de sódio para o béquer até obter a massa aproximada de 1,00XXg.

  • 5. Anotar a massa indicada no mostrador digital da balança analítica.

  • 6. Encerrar pesagem tomando os devidos cuidados com a balança.

  • 7. Dirigir-se à bancada com o béquer contendo o reagente e acrescentar água até aproximadamente a marca dos 150-160mL.

  • 8. Com auxílio do funil de vidro transferir a solução para o balão volumétrico e completar o volume com água destilada, observando a marca do tração de aferição. *Cuidado com o erro de paralaxe!

  • 9. Homogeneizar a solução pronta e identificar com nome da solução, concentração, data e nome de alguém do grupo.

   

FICHA DE AULA PRÁTICA

 

Número: QG02

LAB-PAP-02

LAB-PAP-02

CURSO:

 

Aprovação:

DISCIPLINA:

Química Geral

Turma:

 

Coordenação das

 

Engenharias

PROFESSOR:

DATA:

Revisão:

01

ALUNO:

MATRÍCULA:

Esta ficha contendo as respostas deverá ser entregue ao professor no final da aula para constar como atividade de participação e frequência diária.

Só serão aceitas as fichas respondidas no dia da aula.

QUESTIONÁRIO

C) Quando estamos próximo do traço de aferição, qual o procedimento mais seguro que pode ser
C) Quando estamos próximo do traço de aferição, qual o procedimento mais seguro que pode ser
  • C) Quando estamos próximo do traço de aferição, qual o procedimento mais seguro que pode ser adotado para que não se ultrapasse o volume correto?

Massa de KCl obtida na pesagem

   

Volume da solução

0,25L

Peso molecular do KCl

74,551 g/mol

Concentração real

 

  • B) Quando o professor solicitar que o grupo prepare uma solução de KCl 0,01M (g/mol), qual deverá ser a pergunta que o aluno deverá fazer ao professor antes de iniciar os cálculos?

  • D) Cite 03 cuidados que você considera essenciais para o bom preparo de soluções.

  • A) Anotar no quadro abaixo os dados do experimento. CÁLCULO DA CONCENTRAÇÃO DA SOLUÇÃO DE KCl

C) Quando estamos próximo do traço de aferição, qual o procedimento mais seguro que pode ser
C) Quando estamos próximo do traço de aferição, qual o procedimento mais seguro que pode ser
C) Quando estamos próximo do traço de aferição, qual o procedimento mais seguro que pode ser

3ª AULA PRÁTICA ESTEQUIOMETRIA DO BICARBONATO DE SÓDIO

OBJETIVOS

  • Verificar a reação envolvida na efervescência de um comprimido antiácido em água e calcular o teor de bicarbonato de sódio a partir da massa de dióxido de carbono produzida

INTRODUÇÃO

Os comprimidos antiácidos são utilizados para aumentar o pH de suco gástrico. A acidez elevada no estomago, pH muito baixo, recebe o nome de azia. O comprimido age no estomago retirando íons H + do meio proveniente de ionização do ácido clorídrico, existente no suco gástrico. (Gomes & Moita Neto, 2005). A identificação de carbonatos pode ser realizada utilizando métodos simples como pesagem por diferença, titulação (Baccan et al., 2001), analise gravimétrica. O bicarbonato de sódio é o nome comercial do hidrogenocarbonato de sódio. A fórmula de hidrogenacarbonato de sódio é NaHCO 3 . Da reação do hidrogenocarbonato de sódio com o ácido clorídrico forma-se cloreto de sódio dissolvido em solução (íons cloreto e sódio), moléculas de água e dióxido de carbono que se liberta na forma de gás.

A reação é a seguinte:

HCl(aq) + NaHCO 3 (aq) NaCl(aq) + H 2 O(l) + CO 2 (g)

Na forma iônica:

H + (aq) + Cl - (aq) + Na + (aq) + HCO 3 - (aq) Na + (aq) + Cl - (aq) + H 2 O(l) + CO 2 (g)

O Cálculo estequiométrico é usado para determinar a quantidade de reagentes que devem ser usados e, consequentemente, de produtos que serão obtidos em uma reação química, ou seja, constitui-se na base para o estudo quantitativo das reações e substâncias químicas, apoiando-se nas equações químicas representativas do processo considerado, permitindo com isso a possibilidade de se calcular, com base nas Leis Ponderais, os rendimentos (eficiência) das transformações investigadas.

METODOLOGIA EXPERIMENTAL

METODOLOGIA EXPERIMENTAL

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS

VIDRARIAS E ACESSÓRIOS

REAGENTES E EQUIPAMENTOS

01 Becker de 100mL

EQUIPAMENTOS

01 Becker de 200mL

Balança analítica

Erlenmeyer de 125mL ou balão de

Chapa de agitação

fundo chato de 250mL Bureta

REAGENTES

Barra magnética

Fenolftaleína

Bicarbonato de sódio (NaHCO 3 ) ou

 

Comprimido efervescente

Ácido clorídrico (HCl) 0,1M

Hidróxido de Sódio (NaOH) 0,1M

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

  • 1. Pese na balança 10 g de água destilada em um Becker;

  • 2. Pese em outro Becker 0,5000 g de bicarbonato de sódio (NaHCO 3 ) [ou o comprimido efervescente], e quando estabilizar retire o Becker sem zerar a balança;

  • 3. Adicione a água já pesada ao Becker com bicarbonato de sódio (NaHCO 3 );

  • 4. Dissolva cuidadosamente a solução com o bastão de vidro;

  • 5. Após a dissolução total do bicarbonato de sódio e o gás parar de ser desprendido, pese novamente o Becker;

  • 6. Transferir a solução quantitativamente para um Erlenmeyer de 125 mL;

  • 7. Acrescente 50 mL de uma solução padrão de HCl 0,1 M, deverá haver um novo desprendimento de gás;

  • 8. Agite a solução por 5 minutos, em chapa com agitação magnética, para que o gás seja todo desprendido;

  • 9. Acrescente dez gotas de fenolftaleína (instantes antes de proceder a titulação), a solução deverá

permanecer incolor devido ao excesso de ácido adicionado; 10. Titule o excesso de ácido com uma solução padrão de NaOH 0,1 M até que a coloração mude de

incolor para levemente rósea;

NOTA: Na dissolução do comprimido, apenas parte do bicarbonato de sódio é decomposta. Afim de que todo o bicarbonato fosse decomposto adicionou-se 50 mL solução padrão de HCl 0,10 mol.L -1 . Nem todo CO 2 formado é liberado para a atmosfera, por esta razão tornou-se necessário após a adição do ácido deixar a solução resultante por 30 minutos na agitação. A presença de H + + HCO 3 - (aq) CO 2 (g) + H 2 O. A adição de 50 mL de ácido 0,10 mol.L -1 é suficiente para a total decomposição do bicarbonato de sódio a CO 2 e H 2 O. O excesso foi titulado com NaOH padrão 0,10 mol.L -1 . Assim a diferença entre o número de mols adicionados com o número de mols titulados com a solução padrão de NaOH nos dará o número de mols de HCl que reagiu com o bicarbonato de sódio resultante da solução. Com a adição de ácido em excesso, a titulação passa a ser de um ácido forte com uma base forte, ou seja, o ponto de equivalência desta titulação é em pH=8, por tanto a fenolftaleína é o melhor indicador. A massa de bicarbonato é dada pela soma da massa obtida pela decomposição inicial na dissolução do comprimido, que é calculada a partir da massa de CO 2 liberado, com a massa de bicarbonato resultante que reage com o HCl adicionado.

   

FICHA DE AULA PRÁTICA

 

Número: QG03

LAB-PAP-03

LAB-PAP-03

CURSO:

 

Aprovação:

DISCIPLINA:

Química Geral

Turma:

 

Coordenação das

 

Engenharias

PROFESSOR:

DATA:

Revisão:

00

ALUNO:

MATRÍCULA:

Esta ficha contendo as respostas deverá ser entregue ao professor no final da aula para constar como atividade de participação e frequência diária.

Só serão aceitas as fichas respondidas no dia da aula.

QUESTIONÁRIO

  • A) Preencha o quadro a seguir:

   

Massa da água Massa do bicarbonato de sódio

 
   

Massa da água + Bicarbonato Massa de CO 2

 

nHCl

 

nNaOH

 
  • B) Calcular o número de mols de HCl que reagiu com o bicarbonato de sódio (NaHCO 3 ) restante da solução a partir da diferença do número de mols adicionados com o número de mols em excesso titulado. Em seguida a massa de NaHCO 3 restante. _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________

  • C) Qual a função da fenolftaleína? _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________

  • D) A diferença entre as massas de água e o bicarbonato de sódio antes e depois da dissolução corresponde à massa de CO 2 liberado? Justifique sua resposta. _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________

4ª AULA PRÁTICA PROCESSOS DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS E CÁLCULO DE RENDIMENTO

OBJETIVOS

  • Distinguir os sistemas homogêneos e heterogêneos.

  • Definir fases de um sistema.

  • Executar os principais processos de separações utilizados num laboratório.

INTRODUÇÃO

Na natureza, a maior parte da matéria é encontrada formando misturas de substâncias. O ar que respiramos e a água que bebemos são bons exemplos de misturas, embora numa primeira observação esses sistemas nos pareçam formados por uma única substância. É necessário, portanto, distinguirmos dois tipos de sistemas:

  • I. Sistema homogêneo

II.

Sistema heterogêneo

Os sistemas homogêneos são formados por duas ou mais substâncias e apresenta-se em uma única fase; por exemplo, o ar que respiramos é uma mistura de vários gases (O2, N2, CO2, He, vapor d’água, etc a água que recebemos para consumo contém ainda alguns sais dissolvidos em pequenas concentrações.

...

);

Os sistemas heterogêneos são compostos por duas ou mais substâncias que apresentam duas ou mais fases; por exemplo, areia em suspensão nas águas dos rios; resíduos de óleos combustíveis sobre a superfície das águas e outras espécies de poluentes.

É conveniente, muitas vezes, separarmos esses sistemas em seus componentes, seja para purificar determinadas substâncias ou mesmo obtê-las a partir de suas fontes. De acordo com o tipo de misturas e com o estado físico dos componentes, aplicamos métodos específicos de separação; assim veremos alguns desses métodos aplicados a alguns sistemas mais comuns.

FIGURA 1 Dobra do papel de filtro para encaixe em funil
FIGURA 1 Dobra do papel de filtro para encaixe em funil
FIGURA 2. Aparato para filtração simples
FIGURA 2. Aparato para filtração simples

Existem outros métodos de separação de misturas, dos quais podemos citar:

 FILTRAÇÃO A VACUO - Na filtração a vácuo,

FILTRAÇÃO

A

VACUO

-

Na

filtração

a

vácuo,

 

utilizamos

 

um

funil

diferente, denominado

diferente,

denominado

funil de Büchner. Este funil

é

conectado

a

um

equipamento

de

vidro

denominado

kitassato,

sobre

o

qual

se

aplica

pressão reduzida. Com a

redução

 

da

pressão,

o

líquido da mistura escoa

 

mais

rapidamente

pelo

funil,

promovendo

uma

filtração mais acelerada e

mais

eficiente

para

a

maioria das filtrações.  DESTILAÇÃO – A destilação é o modo de separação baseado no fenômeno

maioria das filtrações. DESTILAÇÃO A destilação é o modo de separação baseado no fenômeno de equilíbrio líquido-vapor de misturas. Em termos práticos, quando temos duas ou mais substâncias formando uma mistura líquida, a destilação pode ser um método para separá-las. Basta apenas que tenham volatilidades razoavelmente diferentes entre si. Um exemplo de destilação que remonta à antiguidade é a destilação de bebidas alcoólicas. A bebida é feita pela condensação dos vapores de álcool que escapam mediante o aquecimento de um mosto fermentado. Como o ponto de ebulição do álcool é menor que o da água presente no mosto, o álcool evapora, dando-se assim a separação da água e o álcool. Um exemplo disto também é a aguardente, com compostos de cana de açúcar, possibilitando a separação devido aos diferentes pontos de ebulição.

DECANTAÇÃO – A decantação é um processo de separação que permite separar misturas heterogêneas. Utilizada principalmente
DECANTAÇÃO – A decantação é um
processo de separação que permite separar
misturas heterogêneas.
Utilizada principalmente em misturas bifásicas,
como sólido-líquido (areia e água), sólido-gás
(poeira-gás), líquido-líquido (água e óleo) e
líquido-gás (vapor d’água e ar). Sendo esse
processo fundamentado nas diferenças existentes
entre as densidades dos componentes da mistura,
e na espera pela sua decantação. A mistura é
colocada em repouso num recipiente, de
preferência fechado. Após a separação visual
(fases), o processo pode ser feito através de
vários métodos, que podem mudar o nome
decantação por sifonação ou funil de decantação:

METODOLOGIA EXPERIMENTAL

METODOLOGIA EXPERIMENTAL

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS

VIDRARIAS E ACESSÓRIOS

 

REAGENTES E EQUIPAMENTOS

01 Suporte Universal

 

Solução de Iodeto de Potássio 5%

01 Garra para funil de vidro

Solução de Nitrato de Chumbo 5%

01 Funil de vidro

01 Erlenmeyer

01 Papel de filtro

01 Béquer

contendo

10mL

de

solução de nitrato de chumbo 5%

01 Béquer

contendo

10mL

de

solução de iodeto de potássio 5%

01 Béquer de 100mL

01 Pisseta com água destilada

01 Bastão de vidro

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

PROCEDIMENTO

  • 1. No béquer limpo de 100mL, transferir com cuidado as soluções de nitrato de chumbo e iodeto de potássio e observar a formação de uma coloração amarela turva. *A turbidez indica formação de um composto no estado sólido que lentamente se deposita no fundo do recipiente e recebe o nome de precipitado.

  • 2. Após preparar devidamente o papel de filtro no funil de vidro, transferir com auxílio de um bastão de vidro, a mistura para o interior do funil fazendo escoar através do papel e observar separação.

   

FICHA DE AULA PRÁTICA

 

Número: QG04

LAB-PAP-04

LAB-PAP-04

CURSO:

 

Aprovação:

DISCIPLINA:

Química Geral

Turma:

 

Coordenação das

 

Engenharias

PROFESSOR:

Data:

Revisão:

00

ALUNO:

MATRÍCULA:

Esta ficha contendo as respostas deverá ser entregue ao professor no final da aula para constar como atividade de participação e frequência diária.

Só serão aceitas as fichas respondidas no dia da aula.

QUESTIONÁRIO

Itens

Massa (em gramas)

Papel de filtro seco

 

Papel de filtro + precipitado

 

Precipitado formado

 

Considerando que foram utilizados 5g de iodeto de potássio e 5 g de nitrato de chumbo para uma solução de 100mL. Tomando apenas 10 mL, teremos apenas 0,5 g de iodeto de potássio e 0,5g de nitrato de chumbo disponíveis pra reagir. Sabendo disso, calcular a massa prevista de iodeto de chumbo prevista.

SÓLIDO-LÍQUIDO

LÍQUIDO-LÍQUIDO

   
   
   
  • C) Considerando que a massa teórica prevista nos cálculos corresponde a 100% de rendimento, calcule o percentual de rendimento da sua reação.

  • B) Considerando a equação química balanceada a seguir que representa a reação vista hoje:

  • D) Qual o critério estabelecido para escolha de filtração simples e filtração a vácuo?

  • E) Cite exemplos de separações de misturas líquido-líquido e sólido-líquido:

As massas (já balanceadas) que participam desta reação são:

  • F) O que é uma reação de precipitação?

  • A) Tabela de pesagens:

= 269,21 g/mol = 140,22 g/mol = 461,00 g/mol

= 332,00 g/mol

Itens Massa (em gramas) Papel de filtro seco Papel de filtro + precipitado Precipitado formado Considerando
Itens Massa (em gramas) Papel de filtro seco Papel de filtro + precipitado Precipitado formado Considerando
Itens Massa (em gramas) Papel de filtro seco Papel de filtro + precipitado Precipitado formado Considerando
Itens Massa (em gramas) Papel de filtro seco Papel de filtro + precipitado Precipitado formado Considerando
Itens Massa (em gramas) Papel de filtro seco Papel de filtro + precipitado Precipitado formado Considerando
   

FICHA DE AULA PRÁTICA

 

Número: QG04

LAB-PAP-04

LAB-PAP-04

CURSO:

 

Aprovação:

DISCIPLINA:

Química Geral

Turma:

 

Coordenação das

 

Engenharias

PROFESSOR:

Data:

Revisão:

00

ALUNO:

MATRÍCULA:

Esta ficha contendo as respostas deverá ser entregue ao professor no final da aula para constar como atividade de participação e frequência diária.

Só serão aceitas as fichas respondidas no dia da aula.

F ICHA DE AULA PRÁTICA Número: QG04 LAB-PAP-04 CURSO: Aprovação: DISCIPLINA: Química Geral Turma: Coordenação das

5ª AULA PRÁTICA TERMOQUÍMICA

 

OBJETIVOS

Abordar o conceito de reações que liberam ou absorvem energia em forma de calor.

 

INTRODUÇÃO

Espontaneidade das reações

Muito dos processos que ocorrem à sua volta são espontâneos, isto é, uma vez iniciados prosseguem sem a necessidade de ajuda externa. A dissolução do sal em água, a queima de carvão são exemplos de processos espontâneos.

Os processos espontâneos são aqueles que apenas são possíveis através do fornecimento contínuo de energia do meio ambiente. O cozimento de alimentos, a obtenção de metais, são exemplos de processos não espontâneos.

A constatação de que a maioria dos processos espontâneos ocorre com liberação de energia, levou à ideia de que apenas processos exotérmicos, que ocorriam com diminuição de energia do sistema, eram espontâneos.

Entretanto, a Química Moderna afirma que não se pode tomar esse preceito como uma regra geral: há reações endotérmicas espontâneas (como a reação entre amônia e água formando a base fraca hidróxido de amônio NH 4 OH); assim como há reações exotérmicas que não ocorreriam se uma fonte de ignição não fosse adicionada (como a reação entre hidrogênio e oxigênio gasosos formando água).

METODOLOGIA EXPERIMENTAL

METODOLOGIA EXPERIMENTAL

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS

VIDRARIAS E ACESSÓRIOS

 

REAGENTES E EQUIPAMENTOS

01 Cadinho de porcelana

 

Permanganato de potássio (KMnO 4 )

01 Espátula

Glicerina (C 3 H 5 (OH) 3 )

01 Pipeta

Hidróxido de bário octahidratado (Ba(OH) 2 .8H 2 O)

01 Béquer 100mL

Cloreto de amônio (NH 4 Cl)

01 Placa de Petri

02 Bastões de vidro

01 Pisseta com água destilada

01 Termômetro

02 Vidros

de relógio

contendo os

reagentes

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

  • 2. Colocar 2g de permanganato de potássio dentro de uma cápsula de porcelana.

  • 1. Colocar uma fina camada de água numa placa de Petri.

PARTE 2:

  • 4. Tome nota do que será observado.

  • 3. Fazer uma cavidade no permanganato para adicionar 4 gotas de glicerina.

  • 2. Colocar um béquer em cima da água.

  • 1. Medir a temperatura de cada um dos reagentes.

  • 3. Medir a temperatura de cada um dos reagentes.

  • 4. Colocar cerca de 8g hidróxido de bário octahidratado dentro do béquer. Depois adicionar cerca de 5g de cloreto de amônio dentro do béquer.

  • 5. Agitar os sólidos com um bastão de vidro.

  • 6. Após um certo tempo de iniciada a reação suspender o béquer e observar o que acontece (anote).

  • 7. Pesquise sobre a variação de entalpia e espontaneidade dessas reações.

 

Temperatura inicial dos reagentes (ºC)

Temperatura mínima atingida (ºC)

KMnO 4

   

C

3 H 5 (OH) 3

 
 

Temperatura inicial dos reagentes (ºC)

Temperatura mínima atingida (ºC)

Ba(OH) 2 .8H 2 O

   

NH 4 Cl

 

PARTE 1:

   

FICHA DE AULA PRÁTICA

 

Número: QG05

LAB-PAP-05

LAB-PAP-05

CURSO:

 

Aprovação:

DISCIPLINA:

Química Geral

Turma:

 

Coordenação das

 

Engenharias

PROFESSOR:

DATA:

Revisão:

00

ALUNO:

MATRÍCULA:

Esta ficha contendo as respostas deverá ser entregue ao professor no final da aula para constar como atividade de participação e frequência diária.

Só serão aceitas as fichas respondidas no dia da aula.

QUESTIONÁRIO

Classifique as transformações a seguir quanto a EXOTÉRMICA [1] e ENDORTÉRMICA [2], em seguida justifique cada
Classifique as transformações a seguir quanto a EXOTÉRMICA [1] e ENDORTÉRMICA [2], em seguida justifique cada
Classifique as transformações a seguir quanto a EXOTÉRMICA [1] e ENDORTÉRMICA [2], em seguida justifique cada
Classifique as transformações a seguir quanto a EXOTÉRMICA [1] e ENDORTÉRMICA [2], em seguida justifique cada
Classifique as transformações a seguir quanto a EXOTÉRMICA [1] e ENDORTÉRMICA [2], em seguida justifique cada
Classifique as transformações a seguir quanto a EXOTÉRMICA [1] e ENDORTÉRMICA [2], em seguida justifique cada
Classifique as transformações a seguir quanto a EXOTÉRMICA [1] e ENDORTÉRMICA [2], em seguida justifique cada

Classifique as transformações a seguir quanto a EXOTÉRMICA [1] e ENDORTÉRMICA [2], em seguida justifique cada resposta. [ ] DEGELO DE UM "FREEZER".

Explique onde se encontrava armazenada a energia liberada ou absorvida em cada uma das reações em relação aos produtos e reagentes

As equações abaixo representa as duas transformações realizadas experimentalmente.

] FORMAÇÃO DE UMA NUVEM DE CHUVA A PARTIR DO VAPOR D'ÁGUA DO AR.

Como podemos então classificar a reação da PARTE 2? Explique.

Como podemos então classificar a reação da PARTE 1? Explique.

14KMnO 4 + 4C 3 H 5 (OH) 3 → 7K 2 CO 3 + 7Mn 2 O 3 + 5CO 2 + 16H 2 O Ba(OH) 2 + 8H 2 O + 2NH 4 NO 3 → Ba(NO 3 ) 2 + 2NH 3 + 10H 2 O

]COMBUSTÃO DO ÁLCOOL COMUM.

] SUBLIMAÇÃO DA NAFTALINA.

Classifique as transformações a seguir quanto a EXOTÉRMICA [1] e ENDORTÉRMICA [2], em seguida justifique cada
Classifique as transformações a seguir quanto a EXOTÉRMICA [1] e ENDORTÉRMICA [2], em seguida justifique cada
Classifique as transformações a seguir quanto a EXOTÉRMICA [1] e ENDORTÉRMICA [2], em seguida justifique cada
Classifique as transformações a seguir quanto a EXOTÉRMICA [1] e ENDORTÉRMICA [2], em seguida justifique cada

6ª AULA PRÁTICA CINÉTICA QUÍMICA 01

 

OBJETIVOS

Verificar os fatores que podem alterar a velocidade das reações.

 

INTRODUÇÃO

A Cinética Química estuda a velocidade que as reações químicas acontecem e os fatores que a influenciam. Podemos definir reações químicas como sendo um conjunto de fenômenos nos quais duas ou mais substâncias reagem entre si, dando origem a diferentes compostos. As reações químicas ocorrerem com velocidades diferentes e podem ser alteradas por alguns fatores, como: temperatura, concentração dos reagentes, superfície de contato, presença de catalisador e pressão.

METODOLOGIA EXPERIMENTAL

METODOLOGIA EXPERIMENTAL

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS

VIDRARIAS E ACESSÓRIOS

REAGENTES E EQUIPAMENTOS

03 Béqueres 100mL

03 comprimidos efervescentes

01 Proveta de 100mL

Água gelada

01 Termômetro

Água à temperatura ambiente Água aquecida próximo à fervura

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

  • 8. Identificar os béqueres com 01, 02 e 03.

  • 9. ANTES DE REALIZAR TODAS AS DISSOLUÇÕES, VERIFICAR AS TEMPERATURAS DAS

AMOSTRAS DE ÁGUA. 10. Adicionar ao béquer 01 cerca de 50mL de água à temperatura ambiente, acrescentar um comprimido efervescente e anotar o tempo de dissolução. 11. Ao béquer 02 acrescentar cerca de 50mL de água gelada, adicionar outro comprimido efervescente e anotar o tempo gasto na dissolução. 12. Ao béquer 03 repetir o procedimento com água próxima à fervura.

   

FICHA DE AULA PRÁTICA

 

Número: QG06

LAB-PAP-06

LAB-PAP-06

CURSO:

 

Aprovação:

DISCIPLINA:

Química Geral

 

Coordenação das

 

Engenharias

PROFESSOR:

DATA:

Revisão:

00

ALUNO:

MATRÍCULA:

Esta ficha contendo as respostas deverá ser entregue ao professor no final da aula para constar como atividade de participação e frequência diária.

Só serão aceitas as fichas respondidas no dia da aula.

QUESTIONÁRIO

TEMPERATURA (ºC) TEMPO DE DISSOLUÇÃO Água à temp. ambiente Água gelada Água próximo à fervura Poderíamos
 

TEMPERATURA (ºC)

TEMPO DE

DISSOLUÇÃO

Água à temp. ambiente

   

Água gelada

   

Água próximo à fervura

   
TEMPERATURA (ºC) TEMPO DE DISSOLUÇÃO Água à temp. ambiente Água gelada Água próximo à fervura Poderíamos
TEMPERATURA (ºC) TEMPO DE DISSOLUÇÃO Água à temp. ambiente Água gelada Água próximo à fervura Poderíamos
TEMPERATURA (ºC) TEMPO DE DISSOLUÇÃO Água à temp. ambiente Água gelada Água próximo à fervura Poderíamos

Poderíamos combinar dois ou mais fatores para aumentar a velocidade dessa dissolução? Cite mais dois fatores que somados ao anterior poderiam aumentar a velocidade da dissolução.

Caso houvesse em cada béquer 02 comprimidos efervescentes, o resultado dos tempos de dissolução seriam diferentes? A que fator pode estar atribuída a mudança no tempo de dissolução?

Em qual ambiente a dissolução foi mais rápida? Justifique indicando qual o fator que influenciou diretamente o aumento/diminuição da velocidade de dissolução.

Anotar no quadro abaixo a temperatura e o tempo gasto para conclusão de cada experimento.

Como o estudo da cinética química podem auxiliar nos processos industriais?

TEMPERATURA (ºC) TEMPO DE DISSOLUÇÃO Água à temp. ambiente Água gelada Água próximo à fervura Poderíamos
TEMPERATURA (ºC) TEMPO DE DISSOLUÇÃO Água à temp. ambiente Água gelada Água próximo à fervura Poderíamos
TEMPERATURA (ºC) TEMPO DE DISSOLUÇÃO Água à temp. ambiente Água gelada Água próximo à fervura Poderíamos
TEMPERATURA (ºC) TEMPO DE DISSOLUÇÃO Água à temp. ambiente Água gelada Água próximo à fervura Poderíamos

7ª AULA PRÁTICA CINÉTICA QUÍMICA 02

 

OBJETIVOS

Verificar os fatores que podem alterar a velocidade das reações.

 

INTRODUÇÃO

A Cinética Química estuda a velocidade que as reações químicas acontecem e os fatores que a influenciam. Podemos definir reações químicas como sendo um conjunto de fenômenos nos quais duas ou mais substâncias reagem entre si, dando origem a diferentes compostos. As reações químicas ocorrerem com velocidades diferentes e podem ser alteradas por alguns fatores, como: temperatura, concentração dos reagentes, superfície de contato, presença de catalisador e pressão.

METODOLOGIA EXPERIMENTAL

METODOLOGIA EXPERIMENTAL

MATERIAIS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS

VIDRARIAS E ACESSÓRIOS

REAGENTES E EQUIPAMENTOS

02 Provetas de 100mL

Detergente líquido

01 Espátula inox

Água oxigenada 10 volumes

02 Bastões de vidro

Água oxigenada 30 volumes Iodeto de potássio P.A.

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

  • 13. Identificar as provetas com 01 e 02.

  • 14. Na proveta 01 colocar 15 mL de água oxigenada a 10 volumes.

  • 15. Na proveta 02 colocar 15 mL de água oxigenada a 30 volumes.

  • 16. Adicionar em cada proveta cinco gotas de detergente e agitar com auxílio de um bastão de vidro. *Reservar um bastão para cada proveta!

  • 17. Em seguida, adicionar um pouco de iodeto de potássio com a espátula em cada proveta e agitar novamente. *Realizar em uma proveta por vez e anotar o tempo gasto para então iniciar a segunda proveta.

  • 18. Observar o tempo de reação em cada condição.

   

FICHA DE AULA PRÁTICA

 

Número: QG07

LAB-PAP-07

LAB-PAP-07

CURSO:

 

Aprovação:

DISCIPLINA:

Química Geral

 

Coordenação das

 

Engenharias

PROFESSOR:

DATA:

Revisão:

00

ALUNO:

MATRÍCULA:

Esta ficha contendo as respostas deverá ser entregue ao professor no final da aula para constar como atividade de participação e frequência diária.

Só serão aceitas as fichas respondidas no dia da aula.

QUESTIONÁRIO

Em qual ambiente a dissolução foi mais rápida? Justifique indicando qual o fator que influenciou diretamente
Em qual ambiente a dissolução foi mais rápida? Justifique indicando qual o fator que influenciou diretamente
Em qual ambiente a dissolução foi mais rápida? Justifique indicando qual o fator que influenciou diretamente

Em qual ambiente a dissolução foi mais rápida? Justifique indicando qual o fator que influenciou diretamente o aumento/diminuição da velocidade de formação da espuma.

O que ocorre se não adicionarmos iodeto de potássio na água oxigenada? Qual é a função do iodeto de potássio?

 

TEMPO DE FORMAÇÃO DA ESPUMA

Proveta 01

 

Proveta 02

 

Anotar no quadro abaixo o tempo gasto para conclusão de cada experimento.

A reação observada é endotérmica ou exotérmica?

Em qual ambiente a dissolução foi mais rápida? Justifique indicando qual o fator que influenciou diretamente
Em qual ambiente a dissolução foi mais rápida? Justifique indicando qual o fator que influenciou diretamente
Em qual ambiente a dissolução foi mais rápida? Justifique indicando qual o fator que influenciou diretamente
Em qual ambiente a dissolução foi mais rápida? Justifique indicando qual o fator que influenciou diretamente

CONTEÚDO TEÓRICO CINÉTICA QUÍMICA

A cinética é o estudo dos fatores que afetam a velocidade de uma reação e o mecanismo pelo qual a reação ocorre. Nas indústrias e institutos de pesquisa seu conhecimento é muito importante para viabilizar processos de interesse, que podem ser realizados mais rapidamente ou mais lentamente.

CONTEÚDO TEÓRICO – CINÉTICA QUÍMICA A cinética é o estudo dos fatores que afetam a velocidade

A redução da temperatura diminui a velocidade das reações de decomposição dos alimentos pelos micro-organismos. Um aumento da temperatura favorece o aumento da velocidade dessas reações.

A medida que uma reação ocorre, os reagentes vão sendo consumidos, e os produtos vão sendo formados. Podemos então definir a velocidade de uma reação como sendo a rapidez com que os reagentes são consumidos ou a rapidez com a qual os produtos são formados.

Vamos tomar como exemplo a reação genérica:

No início

a concentração de A

é máxima e a concentração

de

B

é

zero.

A medida que

a reação

se

desenvolve, a concentração de A vai diminuindo e a de B vai aumentando. No instante que A for quase complemente

consumido, a concentração de B será máxima, de acordo com os gráficos a seguir:

CONTEÚDO TEÓRICO – CINÉTICA QUÍMICA A cinética é o estudo dos fatores que afetam a velocidade

Para reagentes, um sinal negativo é um indicativo de diminuição na concentração do reagente;

CONTEÚDO TEÓRICO – CINÉTICA QUÍMICA A cinética é o estudo dos fatores que afetam a velocidade
Tempo N2 H2 NH3 Inicial (0) 0,40 3x0,40=1,20 0 Final (5) 0,20 3x0,20=0,60 2x0,20=0,40 Variação (∆)
Tempo N2 H2 NH3 Inicial (0) 0,40 3x0,40=1,20 0 Final (5) 0,20 3x0,20=0,60 2x0,20=0,40 Variação (∆)
Tempo
N2
H2
NH3
Inicial (0)
0,40
3x0,40=1,20
0
Final (5)
0,20
3x0,20=0,60
2x0,20=0,40
Variação (∆)
0,20-0,40= -0,20
0,60-1,20= -0,60
0,40-0= 0,40

LEI DE VELOCIDADE

A Velocidade de uma reação, como já mencionado, pode ser investigada otimizando as colisões entre os reagentes, de forma que sua expressão matemática deve ser descrita pela proporcionalidade entre o aumento da velocidade e a concentração dos reagentes.

Considerando a reação a seguir:

Conclui-se que:

[

]

[

]

Eliminando a proporcionalidade tem-se:

 

[

][

] onde k é a constante de velocidade

Para uma reação geral com lei de velocidade:

[

]

[

]

os expoentes m e n são chamados

de ordem da reação. Os valores de m e n só podem ser determinados experimentalmente e não estão simplesmente relacionados com a estequiometria. A ordem global da reação é m +n + ...

Uma reação é de ordem zero em um reagente se a variação da concentração daquele reagente não produz nenhum efeito;

Uma reação é de primeira ordem se, ao dobrarmos a concentração, a velocidade dobrar.

Uma reação é de segunda ordem se, ao dobrarmos a concentração, a velocidade quadruplicar.

Uma reação é de terceira ordem se, ao triplicarmos a concentração, a velocidade aumentar em nove vezes.

Exemplo 1:
Exemplo 1:

Considere a reação a seguir:

. Foram realizados 5 experimentos usando os

reagentes A, B e C, e os dados das variações de concentração e velocidade em cada experimento foram

anotados e encontram-se na tabela a seguir:

LEI DE VELOCIDADE A Velocidade de uma reação, como já mencionado, pode ser investigada otimizando as

Após analisar esses dados, determine a lei de velocidade, a ordem da reação global e o valor de k.

Experimentalmente, existem quatro fatores importantes que afetam as velocidades das reações:

Superfície de Contato

Quanto maior a superfície de contato entre as substâncias reagentes, maior o número de colisões e consequentemente maior a velocidade das reações.

A figura a seguir, ilustra essa situação:

No primeiro copo, o comprimido efervescente foi triturado e no segundo copo, o comprimido foi colocado

No primeiro copo, o comprimido efervescente foi triturado e no segundo copo, o comprimido foi colocado inteiro. No copo com o comprimido triturado, a velocidade de efervescência será maior devido o maior contato com a água

O estado físico do reagente (natureza);

Ligações se rompem e novas ligações se formam durante as reações. As diferenças fundamentais entre as velocidades das reações, portanto, encontram-se nos próprios reagentes, nas tendências herdadas dos átomos, moléculas ou íons que sofrem mudanças nas ligações químicas. Temos, neste caso, a classificação das reações em lentas e rápidas. Uma reação química pode ser lenta, se os produtos são formados em um longo intervalo de tempo, como ocorre na corrosão ou no apodrecimento de material orgânico, por exemplo. Sabemos que uma reação química é rápida se os produtos são formados rapidamente, ou seja, se ocorrem em um curto intervalo de tempo, como acontece, por exemplo, em uma reação de precipitação ou em uma explosão.

As concentrações dos reagentes;

As velocidades das reações químicas são afetadas pelas concentrações dos reagentes. Quanto maior a concentração dos reagentes, maior a probabilidade das moléculas colidirem entre si.

A temperatura na qual a reação ocorre;

A maioria das reações químicas ocorre mais rápida em temperaturas mais elevadas do que em temperaturas mais baixas. Por exemplo, os insetos se movem mais lentamente quando a o ar está frio. Um inseto é uma criatura de sangue frio, o que significa que a temperatura do corpo é determinada pela temperatura do meio. À medida que o ar esfria, os insetos esfriam da mesma forma, e então a velocidade de seu metabolismo química cai, provocando geralmente o óbito. Por isso que em países frios, como na Europa, não se vê insetos, enquanto em países tropicais a presença desses é um grande problema: dengue, por exemplo.

A presença de um catalisador.

Os catalisadores são substâncias que aumentam a velocidade das reações químicas, SEM SEREM CONSUMIDOS. Os catalisadores afetam cada momento de nossas vidas. Isso acontece porque as enzimas que direcionam a química de nosso corpo são todas catalisadores. Da mesma forma, são muitas as substâncias usadas nas indústrias químicas para produzir, por exemplo, a gasolina, os plásticos, os fertilizantes e outros produtos que tem se tornado necessários à nossa vida.

A habilidade dos reagentes se encontrarem (se colidirem):

A maioria das reações envolve dois ou mais reagentes (átomos, moléculas, íons) que devem colidir uns com os outros para a reação ocorrer. Por isso, as reações são realizadas frequentemente em solução ou em fase gasosa, estados em que a s espécies reagentes são capazes de colidirem umas com as outras mais facilmente.

As moléculas devem se chocar com uma ORIENTAÇÃO ESPACIAL favorável e possuir ENERGIA CINÉTICA suficiente para romper as ligações das moléculas;

Considere o recipiente ao lado. Nele existem moléculas de substâncias que podem reagir e produzir outras
Considere o recipiente ao lado. Nele existem moléculas de substâncias que podem reagir
e produzir outras novas.
COLISÃO EFETIVA E NÃO EFETIVA
Ao Comparar as três representações podemos
perceber que, na colisão efetiva, o choque entre
as moléculas ocorre de maneira frontal e, nas
colisões não efetivas, o choque ocorre de uma
forma que não proporciona o rompimento das
ligações.
Na colisão efetiva após o choque ocorre a
formação de novas moléculas como no exemplo
ao lado.

A teoria das colisões é baseada na ideia que partículas reagentes devem colidir para uma reação ocorrer, mas somente certa fração do total de colisões tem a energia para conectar-se efetivamente e causar a transformação dos reagentes em produtos. Isto é porque somente uma porção das moléculas tem energia suficiente e a orientação adequada (ou ângulo") no momento do impacto para quebrar quaisquer ligações existentes e formar novas.

As moléculas devem se chocar com uma ORIENTAÇÃO ESPACIAL favorável e possuir ENERGIA CINÉTICA suficiente para
A quantidade mínima de energia necessária para isto ocorrer é conhecida como energia de ativação .

A quantidade mínima de energia necessária para isto ocorrer é conhecida como energia de ativação.

Essa energia é o incremento necessário para a formação do COMPLEXO ATIVADO, que é o estado mais energético de uma reação, onde as ligações são rompidas e novas ligações são formadas.

A quantidade mínima de energia necessária para isto ocorrer é conhecida como energia de ativação .

Essa quantidade de energia pode ser mensurada com base na construção de um gráfico.

A quantidade mínima de energia necessária para isto ocorrer é conhecida como energia de ativação .
A quantidade mínima de energia necessária para isto ocorrer é conhecida como energia de ativação .

Após o incremento de energia para chegar ao complexo ativado, a reação devolverá a energia recebida, total ou parcialmente, justificando as reações que mudam a temperatura. Esses comportamentos podem ser mostrados nos gráficos a seguir:

39
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RELAÇÃO ENTRE CONCENTRAÇÃO E TEMPO

RELAÇÃO ENTRE CONCENTRAÇÃO E TEMPO Com base nas equações ao lado, é possível estimar em intervalos
RELAÇÃO ENTRE CONCENTRAÇÃO E TEMPO Com base nas equações ao lado, é possível estimar em intervalos
RELAÇÃO ENTRE CONCENTRAÇÃO E TEMPO Com base nas equações ao lado, é possível estimar em intervalos

Com base nas equações ao lado, é possível estimar em intervalos de tempo conhecidos, qual o comportamento do decaimento da concentração dos reagentes. O cálculo do tempo de meia vida é útil para descrever o quão rápidas ou lentas são as reações, é muito utilizada no cálculo das estimativas de tempo de degradação de poluentes ou de materiais radioativos