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Satanás ou Satã (do hebraico ‫ןָטָש‬, adversário/acusador,[1] no koiné Σατανάς  


ás; o r m ico ‫אנטצ‬, em árabe ) é um termo originário da tradição judaico-
cristã e geralmente aplicado à encarnação do Mal em religiões ditas monoteístas.
São Jerônimo traduziu a palavra hebraica Elohim (‫םיִהֹולֱא‬, ‫ )םיהלא‬para o latim com
o Deus
Os ateus não creem na existência de Deus algum, portanto para eles qualquer ensi
namento religioso, venha da Bíblia ou do Alcorão é falso, desnecessário e até me
smo prejudicial. Há também ateus, que aceitam e acreditam no teor filosófico de
tais livros, porém, não atribuem a eles nenhum sentido santo e/ou divino, não os
considerando obra de nenhum deus, mas sim de homens.
Nas religiões monoteístas atuais (judaísmo, zoroastrismo, cristianismo, islamism
o, sikhismo e a Fé Bahá'í), o termo "Deus" refere-se à idéia de um ser supremo,
infinito, perfeito, criador do universo, que seria a causa primária e o fim de t
odas as coisas. Os povos da mesopotâmia o chamavam pelo Nome, escrito em hebraic
o como ‫( הוהי‬o Tetragrama YHVH). Mas com o tempo deixaram de pronunciar o seu no
me diretamente, apenas se referindo por meio de associações e abreviações, ou at
ravés de adjetivos como "O Salvador", "O Criador" ou "O Supremo", e assim por di
ante.
Outros especulam que as religiões e mitos são derivados do medo. Medo da morte,
medo das doenças, medo das calamidades, medo dos predadores, medo do desconhecid
o. Com o passar do tempo, essas religiões foram subjugadas sob a tutela das auto
ridades dominantes, as quais se transformaram em governantes divinos ou enviados
pelos deuses.
Dessa forma, a religião é simplesmente um meio para se dominar a massa. Napoleão
Bonaparte disse que: "o povo não precisa de Deus, mas precisa de religião", o q
ue quer dizer que a massa necessita de uma doutrina que lhe discipline e lhe est
abeleça um rumo, sendo que Deus é um detalhe meramente secundário.
Eu fui expulso de todas as comunidades religiosas do Orkut que participei… O pov
o lá me aturava, no máximo, um mês. Bem mais que minha última namorada católica
foi capaz de aguentar: três semanas. Mas, enfim… Ponto. Parágrafo.
Estado laico é aquele que não sofre influência ou controle por parte de alguma r
eligião. Democracia não é a ditadura da maioria. 51% da população não podem escr
avizar os 49% restantes, é certo. Existem cláusulas pétreas, como a liberdade re
ligiosa, respeito a todas as crenças e à descrença. O juiz William cria um espan
talho para depois esgrimi-lo. Afirmar que aqueles que são contra crucifixos em p
aredes de repartições públicas entendem a laicidade como dever de eliminar símbo
los religiosos é uma pueril falácia da pressuposição. Paredes nuas da Câmara de
Vereadores de uma cidade qualquer significam intolerância religiosa? Se o juiz q
uiser ter um crucifixo sobre sua mesa, pendurado no pescoço, tudo bem. Mas o pod
er público não pode estar associado a uma religião específica.
Hitchens defende que a religião envenena tudo quer pelas suas consequências quer
pelos seus princípios. Não há nenhum acto que se reconheça como bom que seja ex
clusivo dos religiosos e, para ser uma pessoa boa e ter valores louváveis, não é
preciso ter religião. Por outro lado, facilmente nos ocorrem actos e valores co
ndenáveis associados a práticas religiosas, desde os sacrifícios humanos e a inq
uisição aos ataques bombistas e à mutilação genital de raparigas. Ele não o menc
ionou mas, antecipando já as criticas costumeiras, saliento que isto não quer di
zer que todos os ateus sejam boas pessoas. O ponto aqui é que a religião é desne
cessária para se ser bom e é motivo para muitos actos condenáveis. Pesando os pr
ós e os contras, mais vale não a ter.
Mesmo entre os que são ateus, num sentido estrito, o mau comportamento instituci
onalizado vem da aceitação acrítica de superstições e ideologias estranhas ao at
eísmo. Na Coreia do Norte, um exemplo comum dos terrores do ateísmo, a Constitui
ção foi alterada em 1998 para nomear Kim Il-Sung o Presidente Eterno da Repúblic
a. O homem já tinha morrido quatro anos antes. O estalinismo, o maoismo e a dita
dura em Cuba, apesar de não seguirem algo que oficialmente seja considerado divi
no, assentam também numa teimosia ideológica que o ateísmo não exige mas que é f
undamental em qualquer religião. As religiões consideram-se acima das limitações
, da falibilidade e até da contestação humana, e é essa atitude que facilmente t
em consequências trágicas.
Além disso, as religiões declaram-nos todos servos dos deuses. Não somos donos d
e nós próprios nem os responsáveis pelos nossos valores. Somos instrumentos cria
dos por outrem para servir os seus propósitos e cujo mérito é função da submissã
o a esse desígnio. Isto desumaniza as pessoas.

Questions to Ask
For many years, I have used the following questions in pamphlets because of thei
r simplicity and effectiveness:
Why are webeing
 punished for Adam's
 sin? After all, he ate the forbidden fruit
, we didn’ . I ’s his problem o ours – especi lly i ligh of Deu. 24;16 whic
     
h s ys h  childre sh ll o be puished for he sis of heir f  hers.

     mus fi he crime. No m er how m y b d


For jus ice o exis , he puishme
   
deeds
 oe commi s i hisworld, here is  limi . Ye , Hell’s puishme is if
ii e. o where’s he jus ice?

 gs 8:26 (which s ys Ah zi h beg  o rule  ge 22) be recociled
 c  2 Ki
How
wi h 2 Chro. 22:2 (which s ys he w s 42)?

   
While o he cross, Jesus is supposed o h ve s id, “My God, my God, why h s  h

ou fors ke me?” (M rk 15:34). How could Jesus be our s vior whe  
he could ’ e
ve s ve himself? Those re’ he words of  m  volu rily dyig for our sis
  
. Those re he words of  m  who c  hik of  hudred pl ces he would r  her
be!

      
How could Jesus be  rue prophe whe  he wro gly predic
 ed (i M  . 12:40)
 h
he would be buried hree d ys  d hree igh s, jus s Jo h w s i he wh le
    
hree d ys d hree igh s? Frid y f eroo o e rly ud y morig is  d y

 d  h lf  bes .

 
How could
 Jesus
 be our model of siless perfec
 io whe he de  he is mor lly
ies
perfec i M  . 19:17? (“A d Jesus s id u o him, Why c lles hou me good? The
  
re is oe good bu oe, h  is God”)?

      o wh 
While
 o he cross, Jesus is m de o s y, “Forgive
   hem F  her hey k ow  

 hey do.” To whom ws he spe kig? Biblicis
 s  urlly s y “God.” Bu
 I houg
h he w s god. How c  god spe k o god if here is o ly o e god? Th  ’s wo go
ds.
 
Kow Your Apologis ’s Argume s
     
Needless
 o s y, some pologis
 s for he Bible h vespe  iordi  e mou o
     i geer l
f ime
  devisi g  wide  v rie y ofr io liz io s o defe d religio 
 d he Bible i p r icul r g i s heseki ds of problems.
 I  y ecou er w
 

i h he Bible’s defe ders, kowi g pologe ic rgume s beforeh d is very impor

 , bec use few bibliciss re k owledge ble d c  h dle hemselves  be e
 
r h  mos . A heis s  d o herfree hi kers    
mus o o ly k ow heir m  eri l
bu  lso be w re of he rgume  s mos ofe used o  regul r b sis by he opp

osi io. o be prep red for he followig defeses:

    
The “You re kig verses ou of co ex ” rgume

   imes. Freehikers
If his oe h s bee 
 used oce, i h s bee used  millio 
re supposedly       
    ex r ci g o e verse, 
while ig ori g ll hose
    i he immedi  e
vici iy. No  rue  is he oly se reply! O e eed o ly go o Proverbs, for ex 
 m y is ces. The  rr ive is jus 
mple, o see h   here  is o co
   ex i   
series
 of urel  ed s  eme s h  le p from opic  o opic.   
  O e eed o ly re 
d he verses verb  im o see wh  is bei  g s id, o see h  o hi g is beig  
ke ou -of-co ex. Th ’s  grossly ujusified d i ccur e criicism i hu

    
dreds of i s  ces.  M y coflic s be wee he books of muel, Kigs, d Chro
icles, oci e  o her  ex mple,

  i volve 
o hig more h  umbers d figures wh
  
   io or he co ex u l rgume . If yoe re lly i
 re
ich ’ ope oi erpre 
s kig verses ou -of-co
 ex i is biblicis s, who fid scores of prophecies o
    
f Jesus i he Old Tes me by selec ively

 quo ig d isol ig cer i  pss
 g
es. Ayoe  who h s de l wi hbiblicis s over y period of ime kows h  he
y re f r be er  eisogesis h  exegesis.

 
The copyis defese rgume
        
Biblicis s will co cede “The Book” h sco rdic ios bu co e d h  ’s bec use 
 heorigi l m uscrip s. O p ge
somebody i correcly copied    15 of All Abou
he Bible biblicis id ey Colle s ys, “Bu i spi e of ll his p i ful c re,
mis kes did creep i , s he documes ow i exisece show; for his work of
       
copyi g w s f er llhum  . Perh ps o e of he mos s riki  g c ses
 of  copyis
’s error is fou d i he ge of Ah zi h, 2 Ki gs 8:26 s  i g h  he w s 22 ye
 he beg  o reig, while 2 Chro. 22:2 s ys he w s 42. Now oe of
rs old whe       
he origi
 l docume s i our possessio help us  i his  ll, so h  i is e
 
vide ly due o  error of  very e rly copyis ....”
   
To his oe c  oly reply, Wh  origi ldocume s? How does he kow  here we
  
re docume s of his ki d? A d where re hese origi l docume   s h  re ow
   
i our possessio? No doub hudreds of schol rs would like o h ve h  ques io
 swered cosiderig he f c h  viru lly ll reli ble uhoriies gree h
    
 here re o ex  m uscrip   
 s of  y llegedly origi l Bible. O pge 94 o
f I’m Gl d you Asked, pologis s Bo   dMoody sy, “Errors h ve crep i o he
biblic l ex hrough scrib l mis  kes  d moder iz  io . For ex mple, 1 Kigs 4
      
:26 s  es h  olomo h d 40,000 s lls of horses for his ch rio s, bu 2 Chro
. 9:25 s ys h  he figure is 4,000. The ex gger ed figure i 1 Kigs is  co
   
mmo scrib  l error due o simil ri y i umeric l o  io (Also comp re 2 m.
10:18 wi h 1 Chro. 19:18).”
    e grees we h ve o copies of h
Bu how does he kow h  ’s rue – sice everyo
      
e origi ls? Ay hig we h ve, y r sl  io, be i he KJ , he R , he NA B
     
, he NI , e c. is o hig more
  h  book
 composed by  group ofpeople
  looki

g   collec  
io of docume s h  purpor o be ccur  e represe  io s of or
igi ls h  o loger exis. We h ve hous ds of documes d o bsoluely c
    
er i w y of kowi  
 gwhich o esh ve  copyis errors
 d which
 re correc
 . I
  
oo m  y c ses, es im  es, “guess im  es,”  d vo es h ve de ermi ed he ou come.

    
The “Free hikers re uqu lified o cri icize bec use hey do’ kow Greek d
/or Hebrew” rgume 
        
Biblicis s cl im you  h ve o k ow hese l  gu ges i order ouders d he ori
   
gi l me  i g. I ru h, you do’ h ve o be  
  schol
 r i ei her. O p ge 20 of
d dmis s much whe
 work e i ledBible Difficul ies fud me lis , W. Ar    
he s ys,   
  “Wi h he v rious   revisedversio s  h  d, wi h    ly ic l co cord
 ce, wi h reli ble comme ries,   d wi h he help of dic io ries of he Bible
l gu ge, he re der eed o kow Greek or Hebrew o verify he origi l me i
g of  give p ss ge. He h s i his moher ogue he me s whereby he m y dee
rmi         
r  sl io s.” Moreover, o 
 e he  correc
  ess ofmos of he obscure    e does
o eed o k ow hese l  gu ges i order o sk ques io s like mos of hose pos
ed e rlier.
     
Of equ l impor ce is he f c h  schol rs do 
’ eve gree o how verses sho

uld be r  sl  ed. You 
 could be heworld’s gre   es Greek  d/or Hebrew schol r
s. o who is correc? I
d s ill h ve exper  s dis gree  wi h your i erpre  io   
f schol rs greed, here would’ be so m y versios o he m rke wi h m jor d
iffereces.

 
The “  ur l m ” rgume
  ur l m  receiveh o he higs of he piri of
Firs Cor.  2:14 s ys, “The    
God for hey re foolishess u  o him: ei her c  he kow hem, bec use hey 
   
re spiri ullydiscer
 ed.” I o her  u il you dop  p r icul rmi d se
 words,
,  cer i me li y, you will o see he Bible is rue. All biblicis s re s 
yig wi h his circul r rgume  is h  if you ccep i s rue, you ll see i
   
’s rue; d if you see i ’s rue, you’ll ccep i s rue.

    
The “Le crip ure i erpre crip ure” ploy
  . Accordig o his you c  ol
Thisis scircul
 r s he “  ur l m ” rgume
   
y i erpre he Bible ccur  ely by seei g “ he overridig heme.” Bu his defe
 
se is ohig more h   self-fulfillig sr egy of pickig d choosig p ss
  
ges which
  suppor
  precoceived o io while igorig d r  io lizig w y

hose h  do ’ .

The defese employig P sc l’s W ger


   
Ao her of -ivoked
 defese flls uder he l belof wh iskow s P sc l s W

ger – You’d be er believe i . You everk ow,   ke y
   i migh be rue. Do ’
  ces; beo  he s fe side.
ch  I goes wi hou s yi g h  hosewho believed
 so

me hig for h  re so, d h  re so loe, would be hypocri es
 of
 he firs
m gi ude.
 Moreover, pp re ly hey re   
 u der he impressio h  hey c  “f 
ke ou ” his    
 om iscie bei g  i which
  hey believe
 soferve ly. He is co scio
us of every hig excep heir  emp o se k hrough he pe rly g  es by s e l

h.
      
Bu eve more 
  impor  ly, you’d h ve o believe hous  ds of religio s simul 

eously  jus  obe “o he s fe side,” bec use you could ever be sure which o e
ly o Chrisi iy uless, of course, you h ve lr
ugh he ru h. Why  focus
 o   
e dy bee idoc ri   ed o believe i is  somehow superior o ll o hers? M  y b


eliefs of differe religio  s re dime ric lly opposed. How,  for ex mple,
 could 
I be  Moslem d  Chris i  simul eously, whe oe of hem sys h  Trii

ri  s re guil y of    
 bl sphemy  d re co dem ed Bec use  dicho omy is prese
 void ble. All Chrisi s re g mbli
, doe excludes he o her,  g mble is u
g o oly wih respec o which deomi io is correc bu wih respec o wh
  
e her or o oe should be  Chris i , period. They re lso ivolved i  eve
 more serious g mble from heir perspecive.

Ayo         
h he Old Tes me kows h he godof he Bible

is oe
 e cqu  i ed wi     
of he mos  pp lligbei gs im gi ble.  Af er  ci i g  lis of his  rocious c
s s rew hroughou he Old Tes me (  lis ofwhich c  befou 
d i issues 1
15-120 of Biblic l Err cy), oe would be well wi hi his righ s o sk, “Now c 
 you im gie y beig s yig, “Yes h ’s my book, h  represes me, h ’s
   
hew y I m” – especi lly  supposedly  perfec bei 
g? No oly does o o e i
 
his
 ory  h ve  worse record, bu  he devilcomes ou of crip ure looki g much b
e er h  “god.” Ye , biblicis s re por r yig, sellig, spre dig, d prop 
g  i g he Bible  s HI Book. From heir perspec ive, oe c  oly shudder  h
       
e f  e h  w is heir  rriv l. The god iwhich heybelieve is o doub w i
ig for  oppor u 
i y o eve he score! Af er ll wh  would you do o  group
of people who wro e  book describi g you i such  rocious m er d he
     
l beled d dissemi ed i s your book? Ad o hik h  Jews dChris i s
chide A heis s d o her Free hikers for kig  g mble. Biblicis s re eg g
ed i more w gers h   L s eg s high roller!

  
The “Cri ics re over-usig he li er l ppro ch” defese
   
“You h ve o re lize here re symbolic me i  gs d me phors” is hecommo 
  re
     
fr i.This defe se is usu lly employed
 whe he commo se se i erpre  io of
 obvious i ccur cy or bsurdiy. Al
he  ur l me ig of he words cre  es 
hough  v lid        for o o

  se i  few i s  ces, i is e rly lw ysemployed
 defe  
her re so h  o esc pe  mess. A excelle ex mple is  he begi i g of h
e Bible, i he hirdch p er of Geesis. God ells Ad m d Eve o o e  he
     
forbidde
  frui “les you die.”  Theye  he frui ,bu do hey die? No, of co
urse
 o . I f c ,Ad m lives o be o eof  he oldes me i he  Bible ccordi g
oGe. 5:5. Is e d of dmi ig h  heir god deceives i his my hic l cc
ou, pologis s will seek o i erpre he verse “spiriu lly” by s yig h  
         
lier  l de h ws o ie ded. Bu wh  does he verse s y? I is cle r o ll
bu he mos i r  sige .

         
The “Th  ’s wh  i s ys bu h  ’s o wh  i me s” rgume
           
To h  oe c ’ help bu sk: If h  ’s o wh  i me s, he why w s i r
sl ed h  w y? Advoc es of his  cic re cu lly s yig hey could h ve c
         
os ruc ed  more ppropri 
   e versio of he ex h   p  el

of expers  d, 

i so f r s he ex u der co sider  io is co cer ed, he l  er re i compe e
. I effec, dheres o his defese re coedig hey kow Greek d Hebr
      
ew be er h   dis  i guished group of schol rs. ir u lly every versioof he
Bible o he m rke w s composed by group of Greek  d Hebrew  r sl  ors wh
   
 mi ed  wide
o ex  v rie y of
 m  uscrip
 s  d chose he wordi g hey deemed  mos
sui ble. For his defese o meri serious cosider  io i would h ve o em  
       
e from someoe who w s o oly exceedigly dep i
 he
 r of r sl  ig bu
ex remely well versed i Greek d/or Hebrew. Ufor u  ely, hose who rely upo
 i mos re ofe yhig bu.

 
The rgume ivokig cul ur l differeces.
  ohig more h   duck- d-dodge sr egy of cl imig we d
Esse i lly hisis      
o ’ door sy i  ow d ys he w y hey did b ck he. Ufor u  ely his
 
 ploy
    
wo ’ s  d he s ri – o o ly bec use of i s very limi ed pplic bili y,bu
bec use i s dvoc
  es re g i llegi  
 g h  hey k owGreek, Hebrew,

 d he

culur l co ex of words be er h  hose who did  
 he r  sl
  i g. If he r 
sl  ors of  moder versio chose  E glish word o represe  word used hous
ds of ye rs go d  pologis co eds he word chose coveys he wrog im
pressio  or ide , i is icumbe upo him o provide  more ccur e versio. A
        
ll oo of e he de r c or is ei her uwillig or uqu lified o offer l er  i
ves.

 
The defese ccusig cri ics of pe iess
    
A defese of e relied upo
 ccuses
 cri ics of pe iess. Pe iess  is  m  er 
of opiio,  dwh  ispe y o some is jus ifi  bly serious o o hers. Effec i
ve l wyers of e use de ils deemed
  “pe y”by heir opposi io . Iroic lly, f
 
er ll iss id  d do e, Chris i  pologis Rich rd isso provides s poig 

 
 comme
 o hese pologe ic defeses s yo
  
e, whe he s yso p ges
 55  d

    
56 i heseco dvolume of Asweri g Chris i  i y’s Mos Puzzli g Ques io s, “Pe
ople do s r ge higs whe hey re cor ered by f c s. Whe evidece c o be

deied, me who c re o hig for he ru h simply become illogic l. Mids become
willfully igor  d emo ios ur hos ile.”
  
How relev  , how prev le , d how coge !

UMMARY
     
I summ ry, Aheis s d o her Free 
 hi kers should be re so bly well cqu i ed
wi h pologe  
ic works  d rgume s. O e should 
       prep re s would  ge er l goi
g i o b  le. A yo e who i e ds o fire some hi g over o he o her side shoul
d kow wh  could re ur i respose! All e ms i spors sed ou scous o ev 
      
lu  e he  opposi io . Busiesses
 buy d  lyze heir compe iors’ produc s;  

      
d ll  io s spy o o e  o her co s  ly. E ch k owshe mus  discover wh  re
sides i he o her’s rse  l before success is  re lis ic opio. Those who e
      
g ge i di loguewi hou h vigdoe heir homework c  expec o be hi wi h u

f mili r rgume s, hrow off    
r ck,  d eve u erved o some ex e . o, kow

         
i g wh  liesi he  oppo e ’s i ve oryprior  o  e cou eris bo h prude 

 d wise.  
Th  ’s o o s y he opposi io wo ’ score some poi s. A o e ime 
or oher, every Freehiker h s o f red s well s he would h ve liked. Bu
       
, he secre
   is o do your rese rch, be  prep red, be logic l,  re ur o he fr 
ce.
y,  d do’ qui . If you h ve do e wh  is required,  hey wo ’ h ve  ch 
  
I is o so much 
 h  sciece,

 logic, df c s resuperior o supers i io ,

f i h,  d revel  io . I ’s h  hey re ’ eve i he s me le gue.


A p l vr  imu ável de Deus

L ur  chlessiger é um  perso lid de do rádio meric o que dis ribui coselho
s p r  pesso s que lig m p r  seu show. Rece emee el  disse que  homossexu l
 
id de é um  bomi  ção de cordo  com Leví icos 18:22  e 
ão pode ser perdo do em
qu lquer circu  s â ci . O ex o b ixo é um  c r  ber  p r  Dr . L ur , escri
 
 por um cid dão meric o e mbém dispoibiliz d    I ere .
    
"C r  Dr
 . L ur : Obrig do por   er feio  o p r  educ r s pesso  s o que diz

respei o à Lei de
  Deus.Eu  e ho pre dido mui o com seushow, e e ocomp ri
lh r o co hecime o com  s pesso s qu  s posso. Qu  do lguém e  defe d
er o homossexu  lismo, por exemplo, eu simplesme e o lembro que Levíicos 18:22
 
cl r me e firm  que isso é um  bomi ção. Fim do deb  e.
   
M s eu preciso de su  jud , e re  o, o que diz respei o  lgum s leis espe
cífic s e como seguí-l s:
 
) Qu do eu queimo um ouro o l r como s crifício, eu sei que isso cri  um o

dor gr dável p r  o e hor (Leví icos 1:9). O problem  são 
  os meus vizi hos. El
es recl m m que o odor ão é gr dável p r  eles. Devo m  á-los por heresi  ?
 
b) Eu gos ri de veder mih  filh  como escr v , como é permi ido em Êxodo 21:
7. N  époc   u l, qu l você ch  que seri  um preço jus o por el  ?
     
c) Eu sei que ão é permi ido er co  o com um  mulher equ  o el  es á em se

u período de impurez   me  sru l (Leví icos 15:19-24). O problem   é: como eu digo
isso  el  ? Eu eho e do, m s  m iori  d s mulheres om  isso como ofes 
.
   
d) Leví icos 25:44 firm  que eu posso possuir escr vos,  o homes qu  o mul
heres, se eles forem compr dos de  ções vizi 
h s. Um migo meu diz que isso se
   
plic   mexic  os, m s ão  c  de ses. ocê pode escl recer isso ? Por que eu
ão posso possuir c  deses ?
      
e) Eu e ho um vizi ho que i sis  e em r b lh r os sáb dos. Êxodo  35:2 cl r me
e firm  que ele deve ser mor o. Eu sou mor lme e obrig do  m  á-lo eu mesmo?

f) Um migo meu ch  que mesmo que comer moluscos sej  um  bomi ção (Leví
 icos
11:10), é um  bomi ção meor que  homossexu lid de. Eu ão cocordo. ocê po
de escl recer esse po o ?
   
 firm  que eu ãoposso me proxim r do
g) Leví icos 21:20 l r de Deus se eu

iver lgum defei o  visão. Eu dmi o que uso óculos p r  ler. A mi h  visão e
m mesmo que ser 100%, ou pode-se d r um jei iho?

h) A m iori  dos meus migos homes p r   b rb , iclusive  o c belo d s êmpor

s, mesmo que isso sej  express me e proibido em Leví icos 19:27. Como eles dev
em morrer ?
  
i) Eu sei que oc r  pele de um porco mor o me f z impuro (Leví icos  11:6-8), m
s eu posso jog r fu ebol meric  o se us r luv s ? ( s bol s de fu ebol meric 
o são fei s com pele de porco)
      
j)Meu io em
  um f ze d . Ele viol  Leví icos  19:19 pl   do  dois ipos difer
e es de vege is  o mesmo cmpo. u  espos  mbém viol  Leví icos 19:19, porqu
e us  roup s fei s de dois ipos diferees de ecido ( lgodão e polieser). El
   
e mbém ede  xig r e bl sfem r mui o. É re lme e ecessário que eu ch me
od   cid de p r  pedrejá-los (Leví icos 24:10-16) ? Nós ão 
 poderí mos simples
me equeimá-los em um  cerimôi  priv d , comodeve ser fei o com s pesso s qu
e m  êm rel ções sexu is com seus sogros (Leví icos 20:14)?
   
Eu sei que você es udou  ess s cois s  fudo, e ão es ou cofi  e que poss  j
ud r. Obrig do ov me e por os lembr r que  p l vr  de Deus é e er  e imu áv
el.
eu discípulo e fã rdoroso."
--- XXXX ----
 
P r  quem pes  em rgume r que Jesus veio p r  mud r udo isso, é sempre bom
 r o que o Filho f lou
lembr  sobre mud r p l vr  do P i: "Não peseis que vim d

es ruir  lei ou os profe s; ão vim des ruir, m s cumprir. " (M  eus 5:17)

Evi do por Pe rius Melo