Anda di halaman 1dari 14

ANÁLISE DAS DEFORMAÇÕES

Estado uniaxial de deformação

Um corpo esta submetido a um estado uniaxial de deformação quando a ele só é permitido deformar-se segundo uma direção.

Define-se a deformação convencional unitária deste corpo como sendo

l − l ∆ l ε = o = l l o o
l
l
∆ l
ε =
o
=
l
l
o
o
Estado uniaxial de deformação Um corpo esta submetido a um estado uniaxial de deformação quando a
Equação 1
Equação 1
Figura 1
Figura 1

Estado plano de deformação

Considere o plano xy pertencente a um sólido que vai se deformar.

Admita também que as deformações lineares e angulares, em todos os pontos do plano, sejam iguais.

Esta condição permite dizer que elas são uniformes.

Neste sólido e neste plano isola-se uma fibra de comprimento dL, como na FIG.2.

dx é a projeção de dL sobre o eixo x e, dy é a projeção de dL sobre o eixo y.

Estado plano de deformação Considere o plano xy pertencente a um sólido que vai se deformar.
Figura 2
Figura 2

Estado plano de deformação

A variação do comprimento linear AB é representado por na FIG.3.

Da geometria da FIG.3, sendo o ângulo de rotação α x do segmento AB muito pequeno, pode ter boa aproximação por:

∆ = duCosθ + dvSenθ

Estado plano de deformação A variação do comprimento linear AB é representado por ∆ na FIG.3.
Figura 3
Figura 3

As deformações mostradas na FIG.3 são exageradas comparadas com as da realidade

Estado plano de deformação

Para facilitar o estudo, será considerado separadamente os vários tipos de deformação que podem ocorrer no segmento.

  • 1. Influência de uma deformação linear horizontal.

Neste caso B sofre apenas um deslocamento horizontal, du.

O objetivo é encontrar a influência deste deslocamento sobre o comprimento AB’.

Considerar θ positivo no sentido anti-horário.

BB 1 Cos θ = ⇒ BB 1 = duCos θ du dx dx Cos θ
BB 1
Cos
θ
=
BB
1
=
duCos
θ
du
dx
dx
Cos
θ
=
dL
=
dL
Cos
θ
Deformação na direção x
..
..
..
du
ε
=
x
dx
Deformação na direção
..
..
..
θ
2
Cos
θ
BB 1 duCos θ du ε = = = Cos Cos θ θ = ε θ
BB 1
duCos
θ
du
ε
=
=
=
Cos Cos
θ
θ
=
ε
θ
x
dL
dx
dx
Cos
θ
2
ε
=
ε
Cos
θ
θ
x
Equação 2

Estado plano de deformação

2. Influência de uma deformação linear vertical

Neste caso B sofre apenas a influência de um deslocamento vertical, dv.

O objetivo é encontrar a influência deste deslocamento sobre o comprimento AB’.

Estado plano de deformação 2. Influência de uma deformação linear vertical Neste caso B sofre apenas
Figura 4
Figura 4
dy dy Sen θ = ⇒ dL = dL Sen θ B 2 B 3 B
dy
dy
Sen
θ
=
dL
=
dL
Sen
θ
B
2
B
3
B
2
B
3
Sen
θ
=
=
B
2
B
'
dv
B
2
B
3 =
dvSen
θ
Deformação na direção de y
..
..
..
..
dv
ε
=
y
dy
Deformação na direção
..
..
..
θ
B
2
B
3
dvSen
θ
dv
2
Sen
θ
ε = = = θ dL dy dy Sen θ 2 ε = ε Sen θ
ε
=
=
=
θ
dL
dy
dy
Sen
θ
2
ε
=
ε
Sen
θ
θ
y
Equação 3

6

Estado plano de deformação

3. Influência de uma deformação angular, γ xy , na deformação linear do segmento dL.

Figura 5
Figura 5

γ x e γ y são positivos, pois diminuem o ângulo inferior esquerdo

Estado plano de deformação

Sob a influencia de uma deformação de cisalhamento, o retângulo dxdy transforma-se num paralelogramo, cujos lados fazem ângulos γ x e γ y com os eixos x e y.

Para estudos dos deslocamentos relativos dentro do próprio elemento, nada se altera se o paralelogramo for girado como um corpo rígido até γ x ser anulado.

Figura 6 Equação 4
Figura 6
Equação 4
γ = γ + γ xy x y Triangulo BB B .. ′ ′′ BB ′
γ
=
γ
+
γ
xy
x
y
Triangulo BB B
..
′′
BB ′
tg
γ
=
⇒ BB
′ =
BB tg
′′
γ
xy
xy
BB ′′
BB
′ = ∆
=
dytg
γ
=
dy
γ
x
xy
xy
= dy
γ
1
x
xy
Triangulo BB B
..
′′′
B B
′′′
Cos
θ
=
⇒ B B
′′′ =
BB Cos
θ
= ∆
Cos
θ
x
BB ′
2
B B
′′′ = ∆
L
= ∆
Cos
θ
γ
xy
x
L
=
dy
γ
Cos
θ
3
γ
xy
xy
Triangulo .. ABB ′′
BB ′′
dy
dy
Sen
θ
=
=
dL
=
4
AB
dL
Sen
θ
∆ L
dy
γ
Cos
θ
γ
xy
xy
ε
=
=
=
γ
Sen Cos
θ
θ
θ
xy
dL
dy
Sen
θ
ε
=
γ
Sen Cos
θ
θ
θ
xy

8

Estado plano de deformação

Soma dos efeitos individuais

Se o corpo é solicitado simultaneamente pelos esforços que provocam as deformações mostradas em 1, 2 e 3, pode-se escrever:

2 2 ε = ε Cos θ + ε Sen θ + γ Sen Cos θ
2
2
ε
=
ε
Cos
θ
+
ε
Sen
θ
+
γ
Sen Cos
θ
θ
θ
x
y
xy
Estado plano de deformação Soma dos efeitos individuais Se o corpo é solicitado simultaneamente pelos esforços

Equação 5

Estado plano de deformação Soma dos efeitos individuais Se o corpo é solicitado simultaneamente pelos esforços

Deformação angular

Deformação linear horizontal

Deformação linear vertical

Estado plano de deformação

Deformações Principais : Grandeza e Orientação

Qualquer que seja o estado de deformação no plano, existe sempre um par de eixos ortogonais que continuam ortogonais após a deformação.

Tais eixos definem as direções das deformações principais que são, por definição, os valores máximo e mínimo da deformação existente no ponto.

A EQ.5 pode ser escrita em função do ângulo 2θ.

γ 2 2 ε xy = ε Cos θ + ε Sen θ + Sen 2
γ
2
2
ε
xy
=
ε
Cos
θ
+
ε
Sen
θ
+
Sen 2
θ
θ
x
y
2
γ
2
2
2
2
ε
=
ε
Cos
θ
+
ε
Sen
θ
ε
Sen
θ
+
ε
Sen
θ
+
xy
Sen 2
θ
θ
x
x
x
y
2
γ
2
2
2
ε
=
ε
(
Cos
θ
+
Sen
θ
)
Sen
θ ε
(
ε
xy
)
+
Sen
2
θ
θ
x
x
y
2
γ
2
ε
=
ε
xy
Sen
θ ε
(
ε
)
+
Sen
2
θ
θ
x
x
y
2
ε
ε
ε
ε
ε
ε
ε
ε
y
y
y
y
γ
ε
x
x
2
x
x
xy
=
+
+
Sen
θ
[(
+
)
(
+
)]
+
Sen
2
θ
θ
2
2
2
2
2
2
2
2
2

Estado plano de deformação

ε + ε ε − ε  ε − ε  ε − ε  γ
ε
+
ε
ε
ε
ε
ε
ε
ε
γ
x
y
x
y
2
x
y
2
x
y
xy
ε
=
+
− Sen
θ
Sen
θ
 
Sen 2
θ
θ
2
2
2
2
2
  
   −
 
   +
ε
+
ε
ε
ε
ε
ε
γ
x
y
x
y
(
2
)
2
x
y
xy
ε
=
+
1 −
Sen
θ
Sen
θ
Sen 2
θ
θ
2
2
2
2
  
   +
ε
+
ε
ε
ε
ε
ε
γ
x
y
x
y
2
x
y
2
xy
ε
=
   Cos
θ
Sen
θ
+
Sen 2
θ
θ
2
2
2
2
+   
−   
  
ε
+
ε
ε
ε
γ
x
y
x
y
xy
ε
=
   Cos
2
θ
+
Sen 2
θ
θ
2
2
2
+   
Estado plano de deformação ε + ε ε − ε  ε − ε  ε

Equação 6

Estado plano de deformação

Derivando a EQ.6, em relação a θ tem-se a

EQ.7.

Estudos similares aos apresentados para o caso das tensões planas conduz às EQs. 8 e 9.

d

ε

θ

d

θ

= −

2

(

ε

x

2

ε

y

)

Sen

θ

2

+

2

γ

xy

2

Cos 2

θ

   

d

ε

θ

= 0

 

d

θ

Tg 2

θ

 

γ

xy

   

Equação 7

   

=

   

ε

x

ε

   
 

y

 

ε

x

 

+

ε

y

ε x + ε y ( ε x − ε y ) 2 + γ xy

(

ε

x

ε

y

)

2

+

γ

xy

2

 

=

+

 

ε

max

2

 

2

 
 
( ε 2 2

(

ε

 

2

 

2

ε

min

=

ε

x

 

+

ε

y

x

ε

y

)

+

γ

xy

 

2

 

2

 

Equação 8

Equação 9

Estado plano de deformação Derivando a EQ.6, em relação a θ tem-se a EQ.7. Estudos similares
Estado plano de deformação Derivando a EQ.6, em relação a θ tem-se a EQ.7. Estudos similares

12

Estado plano de deformação

Note-se pelas soluções obtidas para a EQ.7, que ε max e ε min estão defasadas de 90º. Se ε x > ε y o ângulo determinado pela EQ.7 correspondera a ε max. Se ε x < ε y o ângulo determinado pela EQ.7 correspondera a ε min.

Estado plano de deformação

Deformação tangencial, devido a deformação normal simples e a deformação tangencial simples

A deformação tangencial devido

à ação simultânea de ε

e γ xy é dada pela EQ.10.

x ,, , ε y

 

γ

θ

=

γ

max

(

ε

max

=

(

ε

ε

max

min

)

Sen 2

ε

min

)

θ

 

2

2

γ

max

=

γ max = ( ε x − ε y ) + γ γ θ = −

(

ε

x

ε

y

)

+

γ

γ

θ

= −

(ε x

ε

y

)

Sen

θ

2

γ max = ( ε x − ε y ) + γ γ θ = −

xy

+

γ

xy

Cos

θ

2

     

Equação 10