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ESCOLA NÁUTICA INFANTE D. HENRIQUE DEPARTAMENTO DE MÁQUINAS MARÍTIMAS M418 – AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION

ESCOLA NÁUTICA INFANTE D. HENRIQUE

DEPARTAMENTO DE MÁQUINAS MARÍTIMAS

M418 – AUTOMAÇÃO NAVAL

ESCOLA NÁUTICA INFANTE D. HENRIQUE DEPARTAMENTO DE MÁQUINAS MARÍTIMAS M418 – AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION

INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO

Elementos compilados por:

Prof. Luis Filipe Baptista

E.N.I.D.H. – 2006/2007

AUTOMAÇÃO NAVAL

INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO

INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO 1

(VERSÃO 3.0 / 3.05)

  • 1. REQUISITOS MÍNIMOS DO EQUIPAMENTO INFORMÁTICO

Sistema

MS-DOS (versão 5.0 ou superior) e Microsoft

Operativo

Windows (versões 3.1, 95, 98, NT ou ME)

Processador

 

RAM

486 ou superior Mínimo de 16 MB

Disco rígido

 

Monitor

Mínimo de 10 MB disponíveis VGA ou SVGA; Mínimo de 256 cores

Rato

Microsoft ou compatível

  • 2. MODO DE FUNCIONAMENTO DO PROGRAMA 2

Após a instalação do Automation Studio estar concluída, seleccionar o ícone “Atalho para Astudio” para aceder ao programa e iniciar a sua utilização.

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO (VERSÃO 3.0 / 3.05) 1. REQUISITOS

Abrindo a janela do Automation Studio, é possível aceder a um dos ícones representados ao lado, que possibilitam a iniciação de um novo projecto ou a abertura de um projecto já existente.

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO (VERSÃO 3.0 / 3.05) 1. REQUISITOS
AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO (VERSÃO 3.0 / 3.05) 1. REQUISITOS

1 - Estes apontamentos foram elaborados com base no relatório realizado pelos alunos do 3º ano do curso de Bacharelato em EMM - DANIEL DUARTE, DINIS RODRIGUES, JOÃO BOIM e JOÃO GASPAR, no decorrer do ano lectivo de 2001/2002. 2 - Este documento está disponível na página Web da disciplina. Para mais detalhes, consulte igualmente a apresentação em PowerPoint disponível no mesmo endereço.

AUTOMAÇÃO NAVAL

INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO

Activando no ícone Projecto novo, acede-se à janela ao lado representada, a partir da qual é possível iniciar um projecto segundo um modelo pré-definido ou iniciar o projecto sem o recurso a nenhuma pré-definição de modelos.

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO Activando no ícone Projecto novo , acede-se à janela ao

Para iniciar-se o projecto dever-se-á iniciar um novo diagrama e uma nova lista de componentes. No diagrama serão representados todos os elementos do esquema; simultaneamente esses componentes serão adicionados à lista de componentes de forma a que no final exista uma listagem exacta do tipo e número de elementos utilizados.

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO Activando no ícone Projecto novo , acede-se à janela ao

Depois de efectuados todos os procedimentos anteriormente descritos é possível iniciar um novo projecto sendo possível a qualquer momento possível aceder à janela “Relatório“ a partir da janela “Esquema de ligação“ e vice-versa.

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO Activando no ícone Projecto novo , acede-se à janela ao

Seleccionando o símbolo ao lado indicado na janela do Automation Studio acede-se à Biblioteca de símbolos.

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INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO

Na Biblioteca principal estão disponíveis os mais diversos símbolos, para utilização pelo Automation Studio. É possível projectar e simular circuitos com as mais diversas tecnologias disponíveis no programa. Na parte inferior da janela, é possível observar o aspecto do último componente seleccionado. Na Barra de Ferramenta “Lay-out” é possível alterar a posição relativa do componente. Encontra-se também o item Simulação”, que como o nome indica permite simular o circuito anteriormente projectado. Para que tal aconteça, é necessário que o circuito esteja construído correctamente e que todas as ligações tinham sido efectuadas. É possível também, como na grande maioria dos mais diversos programas, ajustar o Zoom, Copiar, e Colar componentes. À semelhança do que acontece, por exemplo no AutoCad é possível criar blocos com os elementos que são mais utilizados, minimizando assim posteriormente o tempo perdido, por exemplo a configurar uma válvula 3/2 NA, de comando manual e retorno por mola.

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO Na Biblioteca principal estão di sponíveis os mais diversos símbolos,

Existe um símbolo que nos permite aceder a uma barra de tarefas que possibilita a edição de pequenos comentários bem como de esquemas simples. As simulações são efectuadas pelo recurso aos símbolos representados ao lado. É possível também, entre outras opções, simular em câmara lenta, passo-a-passo, e fazer pausa à simulação. Para que a simulação se possa efectuar é necessário que todas as ligações estejam efectuadas de forma correcta. Para se certificar que nenhuma ligação ficou por realizar, verifique se junto a um qualquer componente não existe nenhum círculo a vermelho.

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO Na Biblioteca principal estão di sponíveis os mais diversos símbolos,
AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO Na Biblioteca principal estão di sponíveis os mais diversos símbolos,

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INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO

3. DESCRIÇÃO DOS PRINCIPAIS COMPONENTES DA BIBLIOTECA DE SÍMBOLOS (NORMA ISO-CETOP 1219)

VÁLVULAS

No caso das válvulas direccionais, estão pré-definidas uma série de válvulas 2/2, 3/2, 4/2, 5/2, 5/3, etc. É também possível configurar válvulas com diferentes números de vias e estados. Aqui reside uma das peculiaridades do Automation Studio, pois as válvulas 3/2 que nos é possível representar são diferentes daquelas que são apresentadas em grande parte da bibliografia.

A válvula “A” é aquela que é apresentada no Automation Studio e a válvula “B” é aquela que é mais comum encontrar em grande parte da bibliografia. Apesar de aparentemente diferentes elas desempenham a mesma função e têm as mesmas potencialidades, sendo apenas necessário trocar as posições entre a fonte de alimentação e o escape.

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO 3. DESCRIÇÃO DOS PRINCIPAIS CO MPONENTES DA BIBLIOTECA DE SÍMBOLOS

Ainda em relação ás válvulas e particularizando para o caso das válvulas de comando pneumático é necessário ter algum cuidado, pois tem-se linhas de pressão e linhas de pilotagem. As linhas de pressão são representadas a cheio e as linhas de pilotagem são representadas a tracejado. Num esquema, apresentado neste programa, é possível que o circuito funcione representando todas as linhas de pressão, mas no caso da implementação prática de um circuito pneumático este factor pode levar à inoperacionalidade do circuito ou a avaria de componentes, sobretudo quando houver uma grande diferença de pressões entre os dois tipos de linhas.

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO 3. DESCRIÇÃO DOS PRINCIPAIS CO MPONENTES DA BIBLIOTECA DE SÍMBOLOS

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INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO

CILINDROS

No caso dos cilindros é possível regular uma série de factores inerentes ao seu funcionamento. Em primeiro lugar e para que se possa observar a movimentação do cilindro é necessário configurar o item extensão para um valor diferente de zero, é também possível regular a força oposta, a força de atrito tanto no avanço como no retorno, o diâmetro do embolo, o diâmetro da haste do embolo e o curso, que mais não é do que o comprimento da haste do cilindro No caso de cilindros com retorno por mola é possível regular a força máxima da mola.

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO CILINDROS No caso dos cilindros é possível regular uma série

COMPRESSORES

Neste caso é possível definir a pressão e orientação do eixo que o liga ao motor responsável pelo seu funcionamento.

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO CILINDROS No caso dos cilindros é possível regular uma série

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INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO

MOTORES

No caso dos motores, quer estes sejam de combustão interna ou eléctricos, tem que se definir a potência e a velocidade de rotação.

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO MOTORES No caso dos motores, quer estes sejam de combus

TEMPORIZADORES

Nos temporizadores é possível regular a temporização, entre um valor mínimo de zero e um máximo de 99.

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO MOTORES No caso dos motores, quer estes sejam de combus

AUTOMAÇÃO NAVAL

INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO

ESTRANGULADORES DE FLUXO

Nestes componentes a regulação é percentual, variando entre os 0% (totalmente fechada) e os 100% (totalmente aberta), existindo um sem número de regulações intermédias.

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO ESTRANGULADORES DE FLUXO Nestes componentes a regulação é percentual, variando

AUTOMAÇÃO NAVAL

INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO

4. ESQUEMAS DE COMANDO PNEUMÁTICO

4.1. CIRCUITOS PNEUMÁTICOS

Vamos seguidamente construir um circuito de comando pneumático que já foi previamente testado nas aulas práticas. Deste modo, foram testados no Automation Studio os circuitos de arranque, paragem e emergência, com memórias monoestável e biestável. Estes dois circuitos são muito parecidos apenas diferindo no tipo de memória utilizada, o que torna o circuito mais ou menos complexo. O caso monoestável é caso mais complexo pois necessita de um maior número de componentes, pois a válvula de memória é do tipo 3/2 com retorno por mola, apesar de ter menos equações estas apresentam uma maior complexidade aquando da sua implementação. Deve-se notar que o recuo do cilindro é temporizado devido à acção de um temporizador pneumático à operação.

Circuito de Arranque, Paragem e Em ergência (memória biestável)

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO 4. ESQUEMAS DE COMANDO PNEUMÁTICO 4.1. CIRCUITOS PNEUMÁTICOS Vamos seguidamente

O circuito de comando é constituído por um cilindro de duplo efeito, dois sensores de fim de curso, que são válvulas 3/2 com comando por rolete e retorno por mola, três válvulas 3/2 com comando por botoneira e retorno por mola, uma válvula 3/2 (memória biestável), uma válvula 5/2, dois estranguladores de fluxo, para controlar a velocidade de avanço e recuo do cilindro, um temporizador que tem como função temporizar o recuo do cilindro e dois blocos lógicos “OU”.

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INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO

Circuito de Arranque, Paragem e Emergência (memória monoestável)

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO Circuito de Arranque, Paragem e Emer gência (memória monoestável) Este

Este circuito de comando é constituído por um cilindro de duplo efeito, dois sensores de fim de curso com comando por rolete e retorno por mola, uma válvula 5/2, duas válvulas 3/2 com comando por botoneira e retorno por mola, uma válvula 3/2 com retorno por mola, uma válvula 5/2 com comando por botoneira e retorno por mola, dois blocos lógicos “OU” e dois blocos lógicos “E”.

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO Circuito de Arranque, Paragem e Emer gência (memória monoestável) Este

COMPONENTES UTILIZADOS

Para realizar este trabalho recorreu-se á simbologia CETOP. Para construir este circuito recorre-se à biblioteca de simbologia pneumática. Aqui estão presentes os componentes mais comuns à simbologia pneumática, sendo possível construir e simular os mais diversos circuitos. É ainda possível visualizar, durante o processo de simulação o esquema em corte de vários componentes em funcionamento.

AUTOMAÇÃO NAVAL

INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO No quadro de cima, estão representados os co mponentes com

No quadro de cima, estão representados os componentes com as designações que lhes são atribuídas pelo programa.

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO No quadro de cima, estão representados os co mponentes com

AUTOMAÇÃO NAVAL

INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO

4.2. CIRCUITOS ELECTRO-PNEUMÁTICOS

Considere-se o seguinte esquema de comando eléctrico em simbologia CEI:

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO 4.2. CIRCUITOS ELECTRO-PNEUMÁTICOS Considere-se o seguinte esquema de comando eléctrico

Este esquema representa um dos circuitos eléctricos estudados nas aulas práticas de Automação, e que pode ser construído no Automation Studio. Optou-se pela implementação de circuitos já conhecidos de modo a facilitar esta introdução ao programa. O circuito é basicamente constituído por três Botões NA (START, STOP E EMERGÊNCIA), três Contactos NA (X e K), uma Bobina de activação (relé biestável), uma Bobina de desactivação (relé biestável), uma Bobina (relé monoestável), dois Fins de curso NA, e duas Bobinas (EXT-A e EXT-B) que são os comandos da válvula 5/2. Temos também uma Fonte de tensão 24V e a Terra. Para ligar todos estes componentes, são utilizadas Ligações ou cabos eléctricos. Os contactos A0 e A1 são accionados por dois Sensores de posição mecânicos. Nesta montagem optámos por um Cilindro DW (cilindro de duplo efeito) e por uma válvula 5/2 com comando por electroíman (ou Bobina como vem referenciada no programa).

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO 4.2. CIRCUITOS ELECTRO-PNEUMÁTICOS Considere-se o seguinte esquema de comando eléctrico

AUTOMAÇÃO NAVAL

INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO

COMPONENTES UTILIZADOS

Para realizar este circuito recorre-se à simbologia de controlo eléctrico (EU), (simbologia europeia, existindo também a simbologia norte-americana EUA). Estão presentes vários componentes que poderão ser utilizados na execução de um qualquer circuito.

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO COMPONENTES UTILIZADOS Para realizar este circuito recorre-se à simbologia de
AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO COMPONENTES UTILIZADOS Para realizar este circuito recorre-se à simbologia de

Existem diferenças entre a nomenclatura utilizada no Automation Studio e aquela que é mais usual encontrar na bibliografia. A tabela anterior evidencia as diferenças entre as duas nomenclaturas, estando sobre o símbolo aquela que é apresentada pelo Automation Studio, e sob os símbolos a nomenclatura utilizada na maioria da bibliografia disponível.

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5. CIRCUITOS DE COMANDO HIDRÁULICO

A simbologia apresentada nesta secção destinada à hidráulica, poderia ser englobado num único ponto juntamente com a pneumática. A simbologia é similar, existindo apenas algumas particularidades, consoante a tecnologia a implementar. Este esquema é uma representação de um circuito hidráulico bastante simples. Temos presente um cilindro hidráulico de duplo efeito e um outro cilindro hidráulico de retorno por mola. O circuito é constituído por uma bomba de cilindrada variável que é accionada por um motor de combustão interna. À saída da bomba está uma válvula 4/3 de comando manual com encravamento, Depois da válvula, está uma válvula estranguladora de caudal e uma válvula reguladora de pressão. Antes do óleo retornar ao tanque, passa por um filtro de forma a limpar as impurezas contidas no fluído.

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO 5. CIRCUITOS DE COMANDO HIDRÁULICO A simbologia apresentada nesta secção

Para construir o circuito acima representado é necessário recorrer à biblioteca de componentes hidráulicos. Nesta biblioteca, estão representados os componentes mais usuais dos esquemas hidráulicos, sendo possível construir e simular os mais diversos tipos de circuitos. É ainda possível visualizar, durante o processo de simulação o esquema em corte de vários componentes em funcionamento.

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO 5. CIRCUITOS DE COMANDO HIDRÁULICO A simbologia apresentada nesta secção

AUTOMAÇÃO NAVAL

INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO

É necessário ter os seguintes cuidados na construção de circuitos hidráulicos:

i) No caso das bombas, elemento essencial para o funcionamento é necessário configurar a posição do
i)
No caso das bombas, elemento essencial para o funcionamento é necessário
configurar a posição do eixo de ligação ao motor que acciona a bomba, o caudal, a
pressão e diversos factores no funcionamento da mesma.
ii) Dado que as bombas são normalmente accionadas por motores eléctricos ou de
combustão interna, é necessário definir alguns parâmetros, nomeadamente a
potência e a velocidade de rotação do motor.
iii)
As válvulas direccionais apresentam-se como sendo os componentes com maior
variedade de configurações, sendo possível escolher de entre um elevado número
de soluções que permitem obter a solução mais indicada. É possível escolher a sua
configuração e o tipo de comando desejado.
iv)
Na válvula estranguladora de caudal, é possível configurar a abertura da
válvula, variando entre os 0 % (totalmente fechada) e os 100% (totalmente aberta).
v)
No caso das válvulas reguladoras de pressão regula-se a pressão a montante da
válvula.
vi)
No caso dos cilindros é possível configurar a força oposta ao cilindro, a força de
atrito de avanço e de retorno, o diâmetro do pistão e do pistão, a extensão inicial
do cilindro e o curso do cilindro.

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INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO

AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO ENIDH/DMM – 4º ANO DA LEMM 15
AUTOMAÇÃO NAVAL INTRODUÇÃO AO AUTOMATION STUDIO ENIDH/DMM – 4º ANO DA LEMM 15