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Universidade Universidade Federal Federal de de Santa Santa Catarina Catarina Departamento Departamento de de Engenharia Engenharia
Universidade
Universidade Federal
Federal de
de Santa
Santa Catarina
Catarina
Departamento
Departamento de
de Engenharia
Engenharia Elétrica
Elétrica
Instituto
Instituto de
de Eletrônica
Eletrônica de
de Potência
Potência
Projeto de Fontes Chaveadas
Prof.
Prof. Alexandre
Alexandre Ferrari
Ferrari de
de Souza,
Souza, Dr.
Dr.
Programa Programa 1 a Semana: • Introdução • Capítulo I – Retificador e Filtro de Entrada
Programa
Programa
1 a Semana:
• Introdução
• Capítulo I – Retificador e Filtro de Entrada
• Capítulo II – Fontes Chaveadas do Tipo Flyback
• Capítulo III – Fontes Chaveadas do Tipo Forward
• Capítulo IV – Fontes Chaveadas do Tipo Half-Bridge, Full Bridge e
Push-Pull
• Capítulo V – Transistores de Potência
Programa Programa 2 a Semana: • Capítulo VI – Circuitos de Comando para Transistores de Potência
Programa
Programa
2 a Semana:
• Capítulo VI
– Circuitos de Comando para Transistores de Potência
• Capítulo VII – Circuitos de Comando para Fontes Chaveadas
• Capítulo VIII – Resposta Transitória e Estabilidade
• Capítulo IX
• Capítulo X
– Interferência Eletromagnética em Fontes Chaveadas
– Considerações de Projeto
Introdução Introdução aa Fontes Fontes Chaveadas Chaveadas - Computadores e microcomputadores; - Periféricos (impressoras, terminais, ...
Introdução
Introdução aa Fontes
Fontes Chaveadas
Chaveadas
-
Computadores e microcomputadores;
-
Periféricos (impressoras, terminais, ...
);
-
Telecomunicações;
Rede CA
Fonte de
Alimentação
CC
-
Equipamentos médicos e militares;
-
Aviões e satélites;
-
Fontes de alimentação para circuitos de
comando de conversores.
Fonte de Alimentação: - Linear
- Chaveada
Introdução Introdução aa Fontes Fontes Chaveadas Chaveadas Fonte Linear: Transformador de baixa freqüência, ponte retificadora, filtro
Introdução
Introdução aa Fontes
Fontes Chaveadas
Chaveadas
Fonte Linear: Transformador de baixa freqüência, ponte retificadora,
filtro capacitivo e regulador linear série.
• Elevada robustez e confiabilidade.
• Baixo custo.
• Simplicidade de projeto e operação.
• Elevado peso e volume.
• Baixo rendimento (reguladores lineares).
• Limitação na regulação.
• Geração de componentes harmônicas na corrente de entrada,
resultando um baixo fator de potência.
• Atualmente limitam-se à aplicações de baixa potência (simplicidade
e baixo custo).
Introdução a Fontes Chaveadas Fontes Chaveadas : Utilizam interruptores de potência na região de saturação (chave
Introdução a Fontes Chaveadas
Fontes Chaveadas : Utilizam interruptores de potência na região de saturação
(chave com estados aberto e fechado).
• Início do desenvolvimento: década de 60 em programas
espaciais.
• Avanço da microeletrônica e a necessidade de compactação dos
equipamentos aliado a baixo consumo difundiu o uso das fontes
chaveadas.
• Substituiu as Fontes Lineares.
Introdução a Fontes Chaveadas • Características das Fontes Chaveadas: - Maior rendimento; ! - Elevada densidade
Introdução a Fontes Chaveadas
• Características das Fontes Chaveadas:
-
Maior rendimento; !
-
Elevada densidade de potência: menor volume e peso; !
-
Grande capacidade de regulação; !
-
Possibilidade de operar com fator de potência unitário; !
-
Menos robusta e resposta transitória lenta; "
-
Ondulação na tensão de saída; "
-
Interferência radioelétrica e eletromagnética; "
-
Maior número de componentes; "
-
Componentes mais sofisticados. "
Introdução a Fontes Chaveadas • Esforços dos pesquisadores para diminuir as desvantagens das Fontes Chaveadas: -
Introdução a Fontes Chaveadas
• Esforços dos pesquisadores para diminuir as desvantagens das Fontes Chaveadas:
-
Nível teórico (topologias, comutação, controle, modulação,
...
);
-
Otimização dos projetos;
-
Fabricantes de componentes (circuitos integrados dedicados, semicondutores,
...
).
• Avanço dos semicondutores:
-
Década de 70: Transistor Bipolar com freqüências de até 20kHz;
-
Década de 80: MOSFET (baixa potência) e diodo ultra-rápido com freqüências de até
100kHz;
-
Recentemente: Fontes com comutação suave podendo operar na faixa dos MHz,
rendimento próximo a 90%, e pouco ruído radioelétrico.
Introdução a Fontes Chaveadas • Configuração usual de uma Fonte Chaveada: - Retificador Rede AC Filtro
Introdução a Fontes Chaveadas
• Configuração usual de uma Fonte Chaveada:
- Retificador
Rede AC
Filtro de
Rádio Freqüência
- Filtro
Interruptor
IGBT/ MOSFET
Transformador de
Isolamento
- Retificadores
- Filtros
- Proteções
-
Comando
Circuitos de
-
Proteção
Controle
- Fonte Auxiliar
Introdução a Fontes Chaveadas • Desenvolvimento de uma Fonte Chaveada: - Técnicas p/ redução da interferência
Introdução a Fontes Chaveadas
• Desenvolvimento de uma Fonte Chaveada:
-
Técnicas p/ redução da interferência eletromagnética gerada;
-
Métodos p/ a correção do fator de potência;
-
Conversores CC-CC;
-
Teoria de controle e modelagem de conversores estáticos;
-
Projeto de indutores e transformadores de alta freqüência;
-
Semicondutores de potência e circuitos integrados dedicados;
-
Projeto térmico;
-
Circuitos de comando e proteção;
-
Simulação de conversores estáticos.
Introdução a Fontes Chaveadas • Etapas de Projeto 1. Especificar: - Tensão de entrada e saída;
Introdução a Fontes Chaveadas
• Etapas de Projeto
1. Especificar: - Tensão de entrada e saída;
-
Freqüência da rede;
-
Tensões nominais, máxima e mínima da rede;
-
Ondulação de 120Hz na saída;
-
Ondulação da saída na freqüência de comutação;
-
Hold-Up time;
-
Temperatura ambiente;
-
Proteções exigidas;
-
Rendimento;
-
Regulação de carga;
-
Regulação de linha;
-
Resposta transitória;
-
Tensão de isolamento;
-
Nível de interferência radioelétrica e eletromagnética;
-
Normas aplicáveis (IEC 61000-3-2, CISPR 22, IEC950).
Introdução a Fontes Chaveadas • Etapas de Projeto 2. Definir: - Topologia do conversor; - Freqüência
Introdução a Fontes Chaveadas
• Etapas de Projeto
2.
Definir:
- Topologia do conversor;
-
Freqüência de comutação;
-
Interruptor principal (IGBT, MOSFET, etc.);
-
Isolamento (transformador de comando de base/gatilho,
isolador ótico ou sensor hall no laço de realimentação);
3.
Cálculo de Estágio de Entrada:
- Retificador;
-
Capacitor de filtragem;
-
Limitação de corrente de pré-carga do
capacitor de filtragem.
4.
Projeto do Conversor
5.
Cálculo do Transformador de Isolamento de Alta Freqüência
6.
Cálculo de Estágio de Saída
Introdução a Fontes Chaveadas • Etapas de Projeto 7. Circuito de comando de base ou gate
Introdução a Fontes Chaveadas
• Etapas de Projeto
7.
Circuito de comando de base ou gate
8.
Projeto do circuito de compensação (estabilidade e resposta transitória)
9.
Escolha do CI-PWM e cálculo dos componentes externos
10.
Projeto dos circuitos de proteção
11.
Cálculo da fonte auxiliar
12.
Cálculo do filtro de rádio freqüência
Introdução a Fontes Chaveadas 1. Retificadores não Controlados (baixo FP) 1.1 Monofásico v V pk C
Introdução a Fontes Chaveadas
1. Retificadores não Controlados (baixo FP)
1.1 Monofásico
v
V pk
C
v C
i
i
2
D
D
C
V Cmin
1
2
1
1
v AC
220V
2
Conversor
t
t
1
2
ωωωωt
S
110V
0
tc
ππππ
2π2π2π2π
i
I p
D
D
C
3
4
2
ωωωωt
92.5%
83.2%
74.0%
64.7%
TDH = 148%
55.5%
46.2%
Desl. = 1,48 o
37.0%
27.7%
FP = 0,553
18.5%
9.2%
0.0%
3
5
7
9 11 13 15 17 19 21 23 25 27 29 31 33 35 37 39 41 43 45 47 49 51
Introdução a Fontes Chaveadas 1. Retificadores não Controlados (baixo FP) 1.2 Trifásico V C D 1
Introdução a Fontes Chaveadas
1. Retificadores não Controlados (baixo FP)
1.2 Trifásico
V C
D 1
D 2
D 3
+
V 1
V 1
V 2
C
V C
R
π
ωt
i 1
V 3
_
-
D 4
D 5
D 6
Introdução a Fontes Chaveadas 2. Retificadores Controlados (FP elevado) 2.1 Monofásicos: BOOST, BUCK, ... retificador V
Introdução a Fontes Chaveadas
2. Retificadores Controlados (FP elevado)
2.1 Monofásicos: BOOST, BUCK, ...
retificador
V
s
CONVERSOR
carga
controle
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada Retificador Monofásico com Filtro Capacitivo v C
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
Retificador Monofásico com Filtro Capacitivo
v
C
i
i
2
D
D
C
1
2
1
1
v AC
220V
2
Conversor
S
110V
D
D
C
3
4
2
•• Operação
Operação emem 220
220 VV ee 110
110 VV ((dobrador
dobrador de
de tensão
tensão))
••220
220 VV
C
C
W
1
P
1
2
(
2
2
in
)
in
C =
=
C V
V
W
=
in
pk
C min
C
+
C
2
2
f
1
2
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada V pk v C V = V
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
V
pk
v C
V
=
V
cos( 2 π
ft
)
C min
pk
c
V Cmin
t
t
1
2
ωt
(
)
π
arccos V
V
0
t c
C min
pk
i
t
=
I p
c
2
π
f
ωt
tt cc == intervalo
intervalo de
de condu
conduçãçãoo dos
dos diodos
diodos ouou tempo
tempo de
de recarga
recarga de
de CC (equivalente)
(equivalente)
•• Carga
Carga transferida
transferida para
para CC
C . ∆ V
C ( V − V
)
pk
C min
Q
=
I t
=
C V
I
=
=
p c
p
t
t
c
c
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada P P in 2 2 in C
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
P
P
in
2
2
in
C =
CV
(
V
)
=
pk
C min
2
2
f
fV (
V
)
pk
C min
Seja
Seja
II C1ef C1ef -- valor
valor eficaz
eficaz da
da componente
componente alternada
alternada da
da corrente
corrente ii
II med med -- valor valor mméédio dio
da
da corrente
corrente ii
--valor
valor eficaz
eficaz da
da corrente
corrente ii
II ef ef
2
t
2
2
2
c
I
= I
+ I
2
2
I
=
I
− I
I
=
I
ef
med
C ef
1
med
p
C 1ef
ef
med
T
2
2
t
2
t
2 t
c
I
= I
2
2
c
c
I
=
I
− I
 
 
2
ef
p
C ef
1
p
p
I
= I
2t
f
− ( 2t
f )
T
T
T
C ef
1
p
c
c
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada •• Est Estáágio gio de de entrada
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
•• Est
Estáágio
gio
de
de entrada
entrada éé ligado
ligado aoao conversor
conversor CCCC--CCCC operando
operando emem alta
alta
freq
freqüê
üência
ncia
P
=
I
V
D
i
2
in
2 pk
C min
I
2pk
Onde:
Onde:
T
ω t
on
D =
T
on
T
T
s
P
2
P
in
in
I
=
Para
I
=
Para DD max max =0,5
=0,5
2 pk
2 pk
V
D
V
C min
C min
P
I
P
out
Logo:
Logo:
2 pk
in
P
=
I
=
=
2
2
in
I
=
I
+
I
2 ef
η
2
V
C
2 ef
C ef
1
ef
C min
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada •• Grandezas Grandezas El Eléétricas tricas nos
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
•• Grandezas
Grandezas El
Eléétricas
tricas nos
nos Diodos
Diodos das
das Pontes
Pontes Retificadoras
Retificadoras
P
in
I
=
Dmed
2 V
C min
t
c
I
=
I
Def
p
T
V
= V
D
max
pk
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada •• Exemplo Exemplo Num Numéérico rico VV
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
•• Exemplo
Exemplo Num
Numéérico
rico
VV ACAC == 117V
117V ;; VV ACmin ACmin == 99V
99V ;; VV ACmax ACmax == 135V
135V
ff == 60Hz
60Hz ;; VV Cmin Cmin == 100V
100V
;;
ηηηηηηηη == 0,7
0,7 ;; PP out out == 70W
70W
P
70
out
a)
P
=
== 100 W
a)
in
η
0 7
,
P
100
in
b)
b)
C =
C =
≅ 203 µ F
2
2
2
2
fV (
V
)
pk
C min
60
(
135
100
)
VV
=
2
=
2 ⋅=
99
140
V
pk
AC min
C
=
C
= 406 µF
V pk = 135
V
1
2
∆VV
=
V
=−=
135
100
35
V
pk
C min
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada ( ) arc cos V V (
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
(
)
arc
cos
V
V
(
100 135
)
C
min
pk
arc cos
c)
c)
t
=
=
= 1 , 954 ms
c
2 π
f
2
π
60
− 6
C
V
203 10
35
d)
d)
I
=
=
= 3 , 64 A
p
t
− 3
c
1 , 954 10
3
e)
e)
2
t
f =⋅
2 1 954 10
,
60
=
0,2345
c
2
2
I
=
I
2
t f
( 2
t f
)
=
3,64
0, 2345
0, 2345
=
1,54
A
C 1 ef
p
c
c
P
100
in
f)f)
I
=
=
1A
2 ef
V
100
C
min
2
2
2
2
I
=
I I
+
=
1
+
1,54
=
1,84
A
g)
g)
C
2
ef
C 1 ef
ef
− 3
t
1 954 10
,
c
h)
h)
I
=
I
=⋅
3 64
,
= 1 25 A
,
Def
p
T
− 3
16 666 10
,
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada P 100 in i)i) I = =
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
P
100
in
i)i)
I
=
=
= 0 , 5 A
Dmed
2 V
2 100
C min
j)j)
VV
=
=
2
V
=⋅≅
2
135
191
V
D max
pk max
AC max
k)
k)
II
=
= 3, 64
A
Dp
p
UFA
UFA !!!!
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada •• Simula Simulaçãçãoo Num Numéérica rica v
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
•• Simula
Simulaçãçãoo Num
Numéérica
rica
v
C
v
t
2 ⋅ 99
sen
( 377 )
t
AC () =
i
i
R
D
D
i
1
2
C
v AC
RR == 100
100ΩΩ
C
R
CC == 203
203µµFF
D
D
3
4
140V
VV pk pk ≅≅≅≅≅≅≅≅ 140V
140V
v C
V pk
VV Cmin Cmin ≅≅≅≅≅≅≅≅ 102V
130V
102V
tt cc == 2,1ms
2,1ms
120V
≅≅≅≅≅≅≅≅ 8,0A
8,0A
110V
II pico pico
V Cmin
≅≅≅≅≅≅≅≅ 1,0A
1,0A
100V
II med med
t
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada •• Corrente Corrente Capacitor Capacitor ++ Carga
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
•• Corrente
Corrente Capacitor
Capacitor ++ Carga
Carga
•• Corrente
Corrente de
de Carga
Carga
10A
1,4A
i
i
R
8A
1,3A
∆Q
6A
4A
1,2A
2A
1,1A
0A
t c
1,0A
-2A
t
t
•• Corrente
Corrente nono Capacitor
Capacitor
•• Corrente
Corrente de
de Entrada
Entrada
10A
10A
i
i C
v AC
8A
5A
6A
4A
0A
2A
-5A
0A
-2A
-10A
t
t
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada •••••••• VV Cmin Cmin ,, VV pk
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
••••••••
VV Cmin Cmin ,, VV pk pk ,, tt cc ,, ∆∆∆∆∆∆∆∆QQ ee II med med possuem
possuem praticamente
praticamente os
os mesmos
mesmos valores;
valores;
I
≅ 2 I
••••••••
pico
p
•• An
Anáálise
lise Detalhada
Detalhada
V
(θ )
= V
⋅ senθ
C
pk
V C
dV
(
θ
)
i
(
C
θ
)
= ω
C
V Cmín
C
V pk
d
θ
S 1
V 1
)
S 3
i
= ωCV
cos θ
S 2
C
pk
π
π
ω t
θ
θ
3
θ 1
2
2
2
i
()
θ
= i
()
θ
C
2
R
2
α
i C
β
γ
V
(
θ
)
pk
π
i
= −
sen
θ
R
2
2
R
V
pk
− 1
ωCV
⋅ cos θ
= −
sen
θ
tg
θ
= − ω
RC
θ
=
π
− tg
(ωRC )
pk
2
2
2
2
R
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada •• An Anáálise lise Detalhada Detalhada V
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
•• An
Anáálise
lise Detalhada
Detalhada
V
=
V
sen
− π )
C min
pk
1
V C
V
C
min
sen θ
(
− π
)
=
1
V Cmín
V
V pk
pk
S 1
V 1
V
S 3
− 1
C
min
S 2
θ
= π + sen
1
V
π
π
ω t
pk
θ
θ
3
θ 1
2
2
2
α
i C
3
π
π
β
γ
α =
− θ
β = θ
1
2
2
2
π
S
= S
+ S
θ
θ
α
+ β + γ = π
1
2
1
2
3
V
(
θ
)
π
C
S
=
⋅ d
θ
2
2
R
i
(
θ
)
⋅ β
S
=
i
(
θ
)
d
θ
C
2
1
C
ο
θ
S
=
3
π
2
− α
V
()
θ
=
V
(
cos
β
)
e
ω
RC
2
C
pk
S
= ωCV
(1 − cos α )
β ⋅
V
cos
β
1
pk
pk
S
=
ω
RC
V
cos
β
1
2
3
pk
θ − θ
ω RC
2
R
S
=
1
e
2
R
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada •• An Anáálise lise Detalhada Detalhada V
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
•• An
Anáálise
lise Detalhada
Detalhada
V C
V Cmín
V pk
S 1
V 1
S
= S
+ S
S 3
S 2
1
2
3
π
π
ωt
θ
θ
3
θ 1
2
2
2
α
i C
β
γ
π
80
72
64
56
48
ω RC
40
32
24
16
8
0
0.2
0.28
0.36
0.44
0.52
0.6
0.68
0.76
0.84
0.92
1
V Cmin
/ V p
k
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada •• An Anáálise lise Detalhada Detalhada V
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
•• An
Anáálise
lise Detalhada
Detalhada
V C
V Cmín
V pk
S 1
V 1
S
= S
+ S
S 3
S 2
1
2
3
π
π
ωt
θ
θ
3
θ 1
2
2
2
α
i C
β
γ
π
4
3.6
3.2
2.8
.
R
I Cef
2.4
V pk
2
1.6
1.2
0.8
0.4
0
0
10
20
30
40
50
60
70
ω
R
C
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada •• Dobrador Dobrador de de Tensão Tensão
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
•• Dobrador
Dobrador de
de Tensão
Tensão (110
(110 V)
V)
i
i
+
+
v
v
D
D
C1
C
+
D
D
C1
C
+
1
2
1
1
2
1
v
-
v
AC
AC
-
_
_
+
+
Conversor
v
Conversor
v
C
C
+
+
-
-
D
v
C2
C
D
v
D 4
C2
C
3
D 4
2
3
2
-
-
v AC
V
+
V
C 2
C 2
min
pk
V
=
V
+
ωt
C min
C1
min
2
V
= V
V
= V
C1
C 2
min
min
C1
C 2
pk
pk
v
C
V
Cpk
2 V
V
P
C min
C1
in
pk
C
=
C
=
V
=
V Cmin
1
2
V
2
2
V C2
C1 pk
v C2
pk
C1
min
3
f V
(
− V
)
C
1
C 1
pk
min
V
C1 min
V C2 min
v C1
ωt
0
π
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada •• Dobrador Dobrador de de Tensão Tensão
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
•• Dobrador
Dobrador de
de Tensão
Tensão (110
(110 V)
V)
(
)
arccos V
V
V
=
V
cos( 2
π
f t
)
C1
C1
min
pk
C1
C1
c
t
=
min
pk
c
2
π
f
C
( V
V
)
C
V
I
=
I
t
f
1
C1
C1
1
1
pk
min
I
=
=
med1
p1
c
p1
t
t
c
c
II ef1 ef1 == valor
valor eficaz
eficaz da
da corrente
corrente ii
t
c
1
t
2
2
2
c
I
=
I
t
f
I
=
I
dt
=
I
ef 1
p1
c
ef 1
p1
p1
T
T
0
II Cef1 Cef1 == valor
valor eficaz
eficaz da
da corrente
corrente (alternada)
(alternada) emem umum capacitor
capacitor
2
2
2
2
2
I
=
I
I
I
=
I
t
f
( t
f )
I
=
I
+ I
C
ef 1
med1
C
p1
c
c
Cef
Cief 1
2 ef
1
ef
1
ef
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada •• Dobrador Dobrador de de Tensão Tensão
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
•• Dobrador
Dobrador de
de Tensão
Tensão (110
(110 V)
V) -- Projeto
Projeto
VV ACAC == 117V
117V ;; VV ACmin ACmin == 99V
99V ;; VV ACmax ACmax == 135V
135V
ff == 60Hz
60Hz ;; VV Cmin Cmin == 100V
100V ;; ηηηηηηηη == 0,7
0,7 ;; PP out out
== 70W
70W
a)
a)
V
=
2
99
=
140V
C1
pk min
2 V
V
C min
C1
2
200
135
pk
V
=
135V
V
=
=
= 88,33V
C1
C1
pk min
min
3
3
P
100
P
1,667
in
in
b)
b)
W
=
=
= 1,667 J
C
=
C
=
=
160
µ
F
1
2
in
2
2
2
2
f
60
f ( V
V
)
135
88,33
C1
C1
pk
min
C
≅ 80µF
(
)
arccos V
V
C1
C1
arccos 88,33 135
(
)
min
pk
c)
c)
t
=
=
= 2, 275 ms
c
2
π
f
2
⋅ π ⋅
60
C
( V
V
)
− 6
1
C1
C1
160
10
(135
88,33)
d)
pk
min
d)
I
=
=
= 3, 28 A
p1
− 3
t
2, 275 10
c
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada •• Dobrador Dobrador de de Tensão Tensão
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
•• Dobrador
Dobrador de
de Tensão
Tensão (110
(110 V)
V) -- Projeto
Projeto
− 3
e)
e)
t
f
=
2, 275 10
60
=
0,1365
c
2
2
I
=
I
t
f
( t
f )
=
3, 28
0,1365
( 0,1365)
=
1,126A
C
p1
c
c
1ef
P
100
f)f)
in
I
=
=
=
0,5A
2 ef
V
200
C min
g)
g)
2
2
2
2
I
=
I
+
I
=
1,126
+
0,5
=
1, 23A
Cef
C1ef
2 ef
h)
h)
V
=
2
2 V
=
2
2
135
382 V
Dp max
CA max
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada •• Resultados Resultados Experimentais Experimentais Tensão Tensão
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
•• Resultados
Resultados Experimentais
Experimentais
Tensão
Tensão ee Corrente
Corrente de
de Entrada
Entrada
Transitório
Transitório de
de Partida
Partida
100V/
100V/div
div ee 500mA/
500mA/div
div
100V/
100V/div
div ee 1010 A/
A/div
div
100V/
100V/div
div ee 55 A/
A/div
div -- com
com resistor
resistor de
de 2222 ΩΩΩΩΩΩΩΩ emem sséérie
rie..
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada ••Prote Proteçãçãoo de de InIn--rush rush V
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
••Prote
Proteçãçãoo de
de InIn--rush
rush
V
pk
S
I
<
p
R 1
R
1
ττττττττ == 25ms
v C
25ms
v AC
-
+
i
i
ττττττττ 11 == RR 11 CC == 1010⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅1000
1000⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅⋅1010 --66 == 10ms
10ms
R
i C
ττττττττ == 33ττττττττ 11 == 3R3R 11 CC
C
Carga
A =
5.
τ ≅
15.R .C
1
400V
v C
200V
RR == 22ΩΩΩΩΩΩΩΩ
0V
100A
i C
50A
0A
0ms
10ms
20ms
30ms
40ms
50ms
60ms
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro de Entrada ••Circuito Circuito de de disparo disparo para
Capítulo I – Estágio Retificador com Filtro
de Entrada
••Circuito
Circuito de
de disparo
disparo para
para umum Triac
Triac
R 1
v
C
v
AC
-
+
N T
C
T
D
Capítulo II - Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK Vce D 1 + - i + s
Capítulo II - Fontes Chaveadas do Tipo
FLYBACK
Vce
D
1
+
-
i
+
s
-
-
+
BUCK-BOOST
S
Vin
i
C
R
L
L
L
V out
-
+
+
-
V
D
CE
1
+
-
T
R
i
i
+
P
D
+
1
+
T
FLYBACK
C
R
Vout
Vin
-
-
i
C
-
N
N
P
S
Funções do Transformador:
- isolamento entre a fonte e a carga
-
acumulação de energia quando T está fechada
-
adaptar a tensão necessária no secundário
Capítulo II - Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK • Conversor CC-CC do Tipo Buck-Boost Etapas de
Capítulo II - Fontes Chaveadas do Tipo
FLYBACK
• Conversor CC-CC do Tipo Buck-Boost
Etapas de Funcionamento e Formas de Onda Básicas para Condução Descontínua:
V
L
1 a Etapa
( Vin )
( Ip )
Vce
D
1
+
-
i L
+
i s
-
-
+
To
S
C
R
Vin
L
i L
L
V out
( Vout )
-
+
T1
T2
+
T
-
V
CE
( Vin+Vout )
2 a Etapa
( Vin )
Vce
D
1
+
-
-
i s
-
i
+
-
s
S
Vin
C
R
L
i L
L
V out
+
-
+
i
D
+
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK • Equacionamento V L ( Vin ) ( Ip ) i
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK
• Equacionamento
V L
( Vin )
( Ip )
i
L
a) Corrente de Pico na entrada
To
di
T
( Vout )
1
V
L
D =
T1
T2
L =
T
dt
T
V CE
( Vin+Vout )
V
V
in
in
I
D T
I
=
D
( Vin )
p =
p
L
f L
.
i
s
V
in
I
=
D
D
=
0 45
,
p
max
max
max
f L
.
i
D
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK b) Tensão de Carga I . T p 1 P =
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK
b) Tensão de Carga
I
.
T
p
1
P
=
V
.
I
=
V
.
1
in
1md
in
2T
2
2
2
V
.
T
V
in
1
out
P
=
=
P
=
1
2
2 L T
.
.
R
L
2
2
R
.
V
.
T
R . f
L
in
1
L
V
=
= V
.
T
.
out
in
1
2 L T
.
.
2 L
.
V
.
D
R . f
R . f
in
L
L
V
=
.
= V
.
D
.
out
in
f
2 L
.
2 L
.
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK c) Indutor P 1 out 2 P = P = =
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK
c) Indutor
P
1
out
2
P
=
P
=
=
.
L I
.
.
f
in
L
p
η
2
2
2
P
1
V
.
D
out
in
max
=
.
L f
.
.
2
2
η
2
f
.
L
2
2
1
V
.
D
.
in
max η
L =
.
2
P
. f
out
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK • Conversor CC-CC do Tipo Flyback Etapas de Funcionamento e Formas
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK
• Conversor CC-CC do Tipo Flyback
Etapas de Funcionamento e Formas de Onda Básicas para Condução Descontínua:
V
P
( Vin )
1 a Etapa
V
CE
D
1
+
-
T1
i
i
P
T
N P
Vout .
+
-
+
T
N S
V S
C
R
N S
L
Vout
Vin
V
Vin .
P
L
S
-
N P
-
+
To
( Vout )
V
CE
N P
( Vin+Vout ) .
N S
( Vin )
( Vin )
2 a Etapa
T1
To
D
V CE
1
+
-
T2
i
=
P
i T
Ip
i
D
+
-
+
T
i
V
R
Vout
Vin
V
S
C
P
L
-
N P
i
I
.
=
S
i D
P
-
+
C
N S
L
S
T1
To
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK • Conversor CC-CC do Tipo Flyback Flyback com Múltiplas Saídas V
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK
• Conversor CC-CC do Tipo Flyback
Flyback com Múltiplas Saídas
V
D1
1
C1
N
R
S1
L1
+
D2
V
2
Vin
-
C2
N
R
N
P
L2
S2
D3
V
3
T
C3
N
R
L3
S3
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK • Conversor CC-CC do Tipo Flyback Características gerais: - baixo custo
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK
• Conversor CC-CC do Tipo Flyback
Características gerais: - baixo custo
-
saídas múltiplas
-
aceita grande variação da resistência de carga
-
isolamento entre a entrada e a saída
-
boa regulação cruzada
-
dispensa indutor de filtragem
-
permite uso de diodos lentos na saída (cond. desc.)
-
resposta rápida
-
fácil de ser estabilizada
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK • Equacionamento VL a) Corrente de Pico no Primário Vin di
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK
• Equacionamento
VL
a) Corrente de Pico no Primário
Vin
di
V
L
L =
t
dt
-Vo
T1=DT
T2
V
in
I
D T
iL
p =
L
Ip
2 P
out
I
=
p
t
η V
D
in
max
T
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK • Equacionamento Vin b) Tensão na Carga Ip T1 1 t
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK
• Equacionamento
Vin
b) Tensão na Carga
Ip
T1
1
t
I
T
p
1
I
=
I
dt
=
1
p
md
T
T
2 T
s
1
s
t
T1
0
Ts
2
2
V
T
in
1
V
I
=
P 1 =
in
1
md
2 L T
s
η
L
V
=
V
D
out
in
2
V
R
2 L f
out
s
P 1 η =
P
=
o
R
L
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK • Equacionamento c) Cálculo da Indutância 2 2 dw ∆ w
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK
• Equacionamento
c) Cálculo da Indutância
2
2
dw
∆ w
1
P
2
1
V
D
η
out
in
max
P
=
=
=
L I
f
=
L =
L
p
s
dt
∆ t
2
η
2
P
f
out
s
d) Razão Cíclica Crítica
V
V
out
in
D
=
crit
1
+
(
V
V
)
out
in
para DCM D ≤≤≤≤ Dcrit
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK • Equacionamento e) Esforços nos Semicondutores D max V = −
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK
• Equacionamento
e) Esforços nos Semicondutores
D
max
V
= −
V
=
V
+
V
=
V
1
+
 
ce
D
in
o
in
1 − D
   
max
 
T
2
3
1
 I
p
V
D
in
I
=
t
dt =
ef
T
T
T
f L
3
1
0
2
2
V
D
in
I
=
D
md
2 f L V
out
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK • Equacionamento f) Capacitor de Saída I o + + V
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK
• Equacionamento
f) Capacitor de Saída
I
o
+
+
V
V
V
R
R
C
o
L
V o
i S
C
L
-
-
C
C
dV
I
D
c
o
max
i
C
C
=
c =
dt
f
V
s
c
2
∆ V
T
 I
T
c
2
2
o
s
o
R
<
I
=
I
I
=
I
− 
SE
C
ef
s
o
s
ef
I
3 T
2 T
s
s
s
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK • Equacionamento g) Transformador A w A e δ 2 4
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK
• Equacionamento
g) Transformador
A
w
A
e
δ
2
4
11
,
P
10
out
A
A
=
e
w
k
k
J
B f
p
w
s
Kp - fator de utilização do primário (0,5)
kw - fator de utilização da área do enrolamento (0,4 )
J - densidade de corrente ( 250 - 400A/cm 2 )
∆∆∆∆B - variação de fluxo eletromagnético (0,2-0,3T)
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK • Equacionamento g) Transformador 2 µ ∆ W o δδδδ -
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK
• Equacionamento
g) Transformador
2
µ
∆ W
o
δδδδ - entreferro (metros)
µµµµ o - 4ππππ 10 -7
δ =
2
∆ B
A
e
A e - área da secção transversal do núcleo (metros 2 )
∆∆∆∆W - energia (joule)
∆∆∆∆B - variação de fluxo eletromagnético (0,2-0,3T)
B
δ
N
=
p
0 , 4 π
I
p
N p - número de espiras do primário
δδδδ - entreferro (centímetros)
∆∆∆∆B - variação de fluxo eletromagnético (Gauss=10 4 T)
(
V
+
V
) (
1 - D
)
out
n
F
nom
N s - número de espiras do secundário
N
=
N
sn
p
V
D
V F - queda de tensão no diodo
in
nom
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK • Característica de Saída em CCM e DCM 4 Condução Descontínua
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK
• Característica de Saída em CCM e DCM
4
Condução Descontínua
V
R
η
D
3
out
L
= D
=
V
2 L f
I ′
in
s
o
0.7
Vout
____
2
Vin
0.6
Condução Contínua
1
0.4
V
D
out
=
V
1 - D
D=0.2
in
0
0.2
0.4
0.6
0.8
1
Io´
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK • Procedimento de Projeto para o Buck-Boost em Cond. Desc. 1.
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK
• Procedimento de Projeto para o Buck-Boost em Cond. Desc.
1.
Especificar: V in , V out , P out , f s , ∆∆∆∆V o , ηηηη.
2.
Calcular a razão cíclica crítica e definir a nominal.
V
V
out
in
D
=
crit
→ para DCM Dnom ≤ Dcrit
1
+
(
V
V
)
out
in
→ tempo de condução chave =D nom T s
3.
Calcular a indutância.
2
2
1
V
D
η
in
max
L =
2
P
f
out
s
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK • Procedimento de Projeto para o Buck-Boost em Cond. Desc. 4.
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK
• Procedimento de Projeto para o Buck-Boost em Cond. Desc.
4.
Calcular a corrente de pico máxima.
V
in
I
=
D
p
nom
f
L
s
5.
Calcular a resistência de carga.
2
V
out
R
=
o
P
out
6.
Calcular a capacitância.
I
D
o
max
C =
f
V
s
c
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK • Procedimento de Projeto para o Flyback em Cond. Desc. 1.
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK
• Procedimento de Projeto para o Flyback em Cond. Desc.
1.
Especificar: V in , V out , P out , f s , ∆∆∆∆V o , ηηηη.
2.
Calcular o produto A e A w e definir o núcleo.
4
1,1 P
10
out
A
A
=
e
w
k
k
J
B f
p
w
s
2 P
out
I
=
3. Calcular a corrente de pico no primário.
p
η V
D
in
max
P
out
4. Calcular a energia acumulada no transformador.
W
=
η f
s
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK • Procedimento de Projeto para o Flyback em Cond. Desc. 5.
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK
• Procedimento de Projeto para o Flyback em Cond. Desc.
5. Calcular o entreferro.
2
µ
W
o
δ =
2
∆ B
A
e
6. Calcular o número de espiras do primário e secundário (s).
B
δ
(
V
+
V
) (
1 - D
)
N
=
out
n
F
nom
p
N
=
N
0,4
π
I
sn
p
p
V
D
in
nom
7. Calcular a indutância magnetizante do primário e secundário.
2
2
1
V
D
η
in
max
L =
2
P
f
out
s
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK • Procedimento de Projeto para o Flyback em Cond. Desc. 8.
Fontes Chaveadas do Tipo FLYBACK
• Procedimento de Projeto para o Flyback em Cond. Desc.
8. Calcular a(s) corrente(s) de pico no(s) secundário(s).
I
= I
a
s
n
p
n
9. Calcular a(s) resistência(s) de carga(s).
2
V
out n
R
=
o
n
P
out n
10. Calcular a(s) capacitância(s).
I
D
out
n
nom
C
=
o
n
f
V
s
out
n
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD L V i R i + i C T i L
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD
L
V
i R
i
+
i C
T
i L
+
T
+
+
V
E in
R
Vo
V C
i D
C
BUCK
-
-
-
-
R L
D
1
L
V P
V S
V 1
V out
N
D
+
-
V F
N
N
P
C
R
S
L
D
+
2
V in
FORWARD
-
T
D
D
N P - enrolamento primário
N S - enrolamento secundário
N D - enrolamento de desmagnetização
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD • Conversor CC-CC do Tipo Buck (E ) in V D
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD
• Conversor CC-CC do Tipo Buck
(E
)
in
V D
1 a Etapa
L
T1
T2
T
i
i
i
L
L
i
+
T
L
T
+
i T
R
i D
i T
E in
L
D
C
-
-
V
(E
)
CE
in
2 a Etapa
L
V CE
+
-
(E
)
V
in
D
i
L
+
T
+
R
E in
L
D
C
-
-
V
C
V C
0
T1
T
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD • Conversor CC-CC do Tipo Buck a) Tensão Média na Carga
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD
• Conversor CC-CC do Tipo Buck
a) Tensão Média na Carga
T
V
= 0 ⇒ V
= V
1
V
=
V
= V
D
L
md
out
D
md
out
in
in
T
b) Corrente no Indutor e Cálculo da Indutância
V
V
(
1 - D D
L
)
in
i
=
in
i
D
=
0,5
i
=
L
L
max
L
max
4 f
L
s
f
s
V
in
L =
4 f
i
s
L
max
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD • Conversor CC-CC do Tipo Buck c) Corrente de Pico ∆
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD
• Conversor CC-CC do Tipo Buck
c) Corrente de Pico
∆ i
V
V
(
1 - D D
)
L
out
in
I
=
I
+
=
+
p
o
2
R
2 f
L
L
s
d) Tensão no Capacitor
∆ i
1
∆ i
L
L
i
sen(
2
π
f .t )
V
=
i
.dt
=
cos (2 π f
t )
C
CA
C
s
2
C
2 π f
2 C
s
∆ V
∆ i
∆ i
L
C
L
=
C =
V
=
R
i
RSE
SE
L
2 π
f
V
2
4 π f
C
s
c
s
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD • Conversor CC-CC do Tipo Buck e) Esforços nos Semicondutores V
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD
• Conversor CC-CC do Tipo Buck
e) Esforços nos Semicondutores
V
= V
V
= − V
CE
in
D
in
V
V
(
1 −
D D
)
out
in
I
=
I
=
+
T
D
p
P
R
2 f
L
L
s
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD • Conversor CC-CC do Tipo Buck Procedimento de Projeto p/ o
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD
• Conversor CC-CC do Tipo Buck
Procedimento de Projeto p/ o Buck em Cond. Contínua:
1.
Especificar: V in , V out , P out , f s , ∆∆∆∆V o, ∆∆∆∆i L .
2.
Calcular a razão cíclica nominal.
V
out
D
nom =
V
in
3. Calcular a indutância.
V
in
L =
4 f
i
s
L
max
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD • Conversor CC-CC do Tipo Buck Procedimento de Projeto p/ o
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD
• Conversor CC-CC do Tipo Buck
Procedimento de Projeto p/ o Buck em Cond. Contínua:
4. Definir o capacitor.
∆ i
V
L
C =
R
=
SE
∆ i
2 π
f
V
L
s
c
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD • Conversor CC-CC do Tipo Forward 1 a Etapa D 1
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD
• Conversor CC-CC do Tipo Forward
1 a Etapa
D
1
L
V P
V S
1
V out
N
D
V D
i
L
(I
)
M
N
N
P
C
R
S
L
D
+
2
i
M
V in
-
i
T
T1
T D
T
D
D
T2
T
I M + i L
i
T
i T
2 a Etapa
D
1
L
i
L
. N P
N
N
R
V in + V in
P
C
S
L
V CE
D
+
2
N D
V in
N
-
D
(V
)
i T
in
+
i M
T
V CE
D
D
-
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD • Conversor CC-CC do Tipo Forward a) Tensão Média na Carga
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD
• Conversor CC-CC do Tipo Forward
a) Tensão Média na Carga
N
T
N
s
1
s
V
= 0 ⇒ V
= V
V
=
V
= V
D
L
md
out
D
md
out
in
in
N
T
N
p
p
b) Corrente no Indutor e Cálculo da Indutância
(
V
a
)(
1 - D D
L
)
V
a
in
in
i
D
=
0,5
i
=
i
=
L
L
max
L
max
4 f
L
f
s
s
N
V
p
in
L =
a =
4 f
i
a
N
s
L max
s
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD • Conversor CC-CC do Tipo Forward c) Corrente de Pico no
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD
• Conversor CC-CC do Tipo Forward
c) Corrente de Pico no Secundário e Primário
∆ i
1
∆ i
L
L
I
=
I
+
I
=
I
+
P
o
S
o
p
p
a
2
2
d) Cálculo da Capacitância
∆ i
L
C =
V
=
R
i
RSE
SE
L
2 π
f
V
s
c
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD • Conversor CC-CC do Tipo Forward e) Transformador A w A
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD
• Conversor CC-CC do Tipo Forward
e) Transformador
A
w
A
e
δ
2
4
2 P
10
out
A
A
=
e
w
k
k
J
B f
η
p
w
s
K p - fator de utilização do primário (0,5)
k w - fator de utilização da área do enrolamento (0,4 )
J - densidade de corrente ( 250 - 400A/cm 2 )
∆∆∆∆B - variação de fluxo eletromagnético (0,2-0,3T)
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD • Conversor CC-CC do Tipo Forward e) Transformador V in N
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD
• Conversor CC-CC do Tipo Forward
e) Transformador
V
in
N
=
p
2 A
B f
e
s
N p - número de espiras do primário
A e – área efetiva da perna central do núcleo (metros)
∆∆∆∆B - variação de fluxo eletromagnético (Tesla)
(
)
V
+
V
D
out
n
F
nom
N
=
N
1,1
sn
p
V
D
N s - número de espiras do secundário
V F - queda de tensão no diodo
in
nom
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD • Conversor CC-CC do Tipo Forward Procedimento de Projeto p/ o
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD
• Conversor CC-CC do Tipo Forward
Procedimento de Projeto p/ o Forward em Cond. Contínua:
1.
Especificar: V in , V out , P out , f s , ∆∆∆∆V o, ∆∆∆∆i L , ηηηη.
2.
Definir a razão cíclica nominal, lembrando que D máx =0,5.
3.
Calcular a(s) corrente(s) de carga, a(s) corrente(s) de pico no(s) secundário(s) e
a(s) resistência(s) de carga.
P
∆ I
V
o
o
out
I
=
n
n
o
I
=
I
+
R
=
n
s
o
o
V
p
n
n
n
2
I
out
n
out
n
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD • Conversor CC-CC do Tipo Forward Procedimento de Projeto p/ o
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD
• Conversor CC-CC do Tipo Forward
Procedimento de Projeto p/ o Forward em Cond. Contínua:
4.
Calcular a(s) capacitância(s).
∆ i
V
L
C =
R
=
SE
2 π
f
V
∆ i
s
c
L
5.
Calcular o produto A e A w e definir o núcleo do transformador.
4
2
P
10
out
A
A
=
e
w
k
k
J
B f
η
p
w
s
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD • Conversor CC-CC do Tipo Forward 6. Calcular o número de
Fontes Chaveadas do Tipo FORWARD
• Conversor CC-CC do Tipo Forward
6.
Calcular o número de espiras do primário e secundário(s).
V
(
)
V
+
V
D
in
out
n
F
nom
N
=
p
N
=
N
1,1
sn
p
2 A
B f
V
D
e
s
in
nom
N
p
7.
Calcular as relações de transformação.
a
=
n
N
s
n
8.
Calcular a(s) indutância(s).
V
in
L
=
n
4 f
i
a
s
L
max
n
Conversores Half Bridge, Bridge e Push-Pull + T R 1 D 3 L Vin/2 D V
Conversores Half Bridge, Bridge e Push-Pull
+
T R 1
D
3
L
Vin/2
D
V a
V out
-
1
V S
i
L
C
R
L
N
Half Bridge (Meia Ponte)
S
i
T R1
V P
N P
N
S
+
D
2
+
Vin/2
D
V
L
3
V
-
CE2
1
T R2
-
D
4
i
L
R
N
N
L
P
S
C
N
S
Push Pull
V
in
D
4
T R
T R
1
2
D
1
D
2
V
in
T R
T R
1
3
D
1
D
3
D
L
5
C
C
R
L
Full Bridge (Ponte Completa)
D
6
T R
T R
2
4
D
2
D
4
Conversor Half Bridge, Bridge e Push-Pull V P • Conversor Half Bridge (Meia Ponte) Vin/2 T
Conversor Half Bridge, Bridge e Push-Pull
V P
• Conversor Half Bridge (Meia Ponte)
Vin/2
T R 1
T1
+
T R 2
T R 1
1 a Etapa
D
Vin/2
3
T
D
-
1
2T
+
i
L
+
-
V a
N
+
S
V
.
-
in
N
P
Vin
i T
-
i
L
i
L
D
4
D
3
L
i
L
V
out
R
L
C
V
C
2 a Etapa
N P
i
T R1
D
3
L
D
4
-
i
T
L
V
CE
1
R
Vin
L
D =
C
-
+
T
Vin/2
-
+
T = período da tensão de entrada do filtro de
saída
+
+
3 a Etapa
Vin/2
D
-
2
T S = 2T = período de funcionamento do conversor
T R2
D
4
Conversor Half Bridge, Bridge e Push-Pull • Conversor Half Bridge (Meia Ponte) V N E T
Conversor Half Bridge, Bridge e Push-Pull
• Conversor Half Bridge (Meia Ponte)
V
N
E
T
P
P
T
1
in
S
1
out
out
V
=
V
V
=
D
P
=
. i
=
i
=
.
.
CE
in
out
in
TR
TR
máx
2
N
2
T
η
η
T
V
P
1
in
Capacitor série: impede a circulação de corrente contínua no trafo
4
N S
C ≥
I 0 .
2
N P
i C
2
2
P
V C
π
f
L
s
C
T S
    N N
S
  
0
T S
T S
4
2
N
I
P
0
C ≥
×
N
2 f
V
S
S
C
Conversor Half Bridge, Bridge e Push-Pull • Conversor Full Bridge (Ponte Completa) V in T T
Conversor Half Bridge, Bridge e Push-Pull
• Conversor Full Bridge (Ponte Completa)
V
in
T
T R
R
1
3
D
1
D
3
D
L
5
C
C
R
L
D
6
T R
T R
2
4
D
2
D
4
V
=
V
CE
in
máx
Conversor Half Bridge, Bridge e Push-Pull • Conversor Push-Pull D 3 V L 1 i L
Conversor Half Bridge, Bridge e Push-Pull
• Conversor Push-Pull
D
3
V
L
1
i
L
R
N
N
L
P
S
C
N
S
V
in
D
4
T R
T R
1
2
D
1
D
2
T R 1
T1
T
T R
2
T3
V 1
V
= 2
V
CE
in
máx
(2V
)
in
V CE1
(V
)
in
Conversor Half Bridge, Bridge e Push-Pull • Transformador V N 3 in p N = 1
Conversor Half Bridge, Bridge e Push-Pull
• Transformador
V
N
3
in
p
N
=
1 5
.
P
10
p
a
=
out
=
2 A
n
A
A
B f
e
s
N
e
w
s
k
k
J f
B
n
w
p
s
(
)
V
+
V
D
out
n
F
nom
N
=
N
1,1
sn
p
V
D
• onde: k w =0.4 e k p =0.41
in
nom
• para as mesmas condições, o transformador é menor que o do conversor Forward.
• Filtro de Saída
V
∆ i
V
in
L
L
=
C
=
R
=
n
n
SE n
4 f
i
a
2 π
f
V
i
s
L
max
n
s
c
L
Aspectos de Comutação MOSFET • Tempos de comutação curtos, • Alta impedância de entrada entre GS
Aspectos de Comutação
MOSFET
• Tempos de comutação curtos,
• Alta impedância de entrada entre GS (potência de comando baixa),
• Fácil de ser associado em paralelo (coef. de temperatura positivo).
D
I
D
Características em Condução:
+
V
G
DS
• R DSon ,
+
D
i
-
• I D e I DM ,
• V GS ,
V
GS
-
S
• V GS(th) ,
• V DS(on) =R DSon x I D .
Características Estáticas MOSFET • A = Região de resistência constante • B = Região de corrente
Características Estáticas
MOSFET
• A = Região de resistência constante
• B = Região de corrente constante
Características Estáticas • MOSFET Parâmetros importantes a) R Dson – O MOSFET “saturado” comporta-se como uma
Características Estáticas
MOSFET
Parâmetros importantes
a)
R Dson – O MOSFET “saturado” comporta-se como uma resistência;
b)
I D – máxima corrente contínua que o componente pode conduzir;
c)
I DM – máxima corrente pulsada de dreno que o MOSFET pode conduzir;
d)
V GS – máxima tensão entre gate e source que pode ser aplicada (positiva ou
negativa);
e)
V GS(th) – a tensão de gate suficiente para iniciar a condução (≈≈≈≈ 4,0 V);
f)
V DC(on) = R DS(on) .I D – tensão dreno-source com o MOSFET conduzindo;
g)
O MOSFET bloqueado é caracterizado pela tensão de avalanche entre dreno e
source – V (BR)DS
Aspectos de Comutação MOSFET Características Dinâmicas: • C iss =C gd +C gs (carregado e descarregado
Aspectos de Comutação
MOSFET
Características Dinâmicas:
• C iss =C gd +C gs (carregado e descarregado pelo circ. gatilho),
• C oss =C gd +C ds (capacitância de saída),
• C rss =C gd (capacitância de transferência).
D
C
gd
G
C
ds
C
gs
S
Aspectos de Comutação V DD I D RL MOSFET Comutação com Carga Indutiva: D R G
Aspectos de Comutação
V
DD
I
D RL
MOSFET
Comutação com Carga Indutiva:
D
R
G
S
50
tt d(on) d(on) == 3030 ns
ns
(on) == 5050 ns
ns
tt rr(on)
tt d(off) d(off) == 1010 ns
ns
tt ff == 5050 ns
ns
Perdas em um MOSFET P = P + P cond com t on 2 2 2
Perdas em um MOSFET
P = P
+ P
cond
com
t
on
2
2
2
P
=
.
r
.
i
=
r
.
i
.
D
=
r
. i
cond
ds on
(
)
d on
(
)
ds on
(
)
d on
(
)
ds on
(
)
d ef
(
)
T
f
P
=
.(
t
+
t
).
i
.
V
com
r
f
d on
(
)
ds off
(
)
2
t
≅ t
t
≅ t
f
on
r
off
Perdas na Comutação a) Conversor Flyback Entrada em condução E E D + - V E
Perdas na Comutação
a) Conversor Flyback
Entrada em condução
E
E
D
+
-
V
E
V
L
out
(
V CE
I
)
p
-
+
i C
N
P
L
!
L
!
V
(
)
out
= E
N
S
+
T
V
T
CE
-
i
C
Perdas na Comutação Conversor Flyback - Bloqueio • L llll = 0 E E 1 +
Perdas na Comutação
Conversor Flyback - Bloqueio
• L llll = 0
E
E
1
+
´
E
=
I E t
.
.
S
f
E
I
E
I
1
2
-
i C
i C
+
+
t
= t
+ t
f
rv
fI
V
CE
V CE
-
-
(a)
(b)
(0 < t <
t
)
(
t
< t <
t
)
1
1
2
P
= E
. f
1
S
i C = I
V CE = E´
1
0
V
< E´
I
<
0
CE
i C
´
P
=
0 5 I E t
,
.
.
.
.
f
( E )
1
f
i C
(
I
)
t
1
t 2
t rv
t fI
t f
(c)
Perdas na Comutação Conversor Flyback - Bloqueio • L llll ≠≠≠≠ 0 - V L E
Perdas na Comutação
Conversor Flyback - Bloqueio
• L llll ≠≠≠≠ 0
-
V
L
E
+
L !
+
V
CE
-
Aspectos de Comutação Snubber RCD • Comutação com carga indutiva e com Snubber. E 1 fI
Aspectos de Comutação
Snubber RCD
• Comutação com carga indutiva e com Snubber.
E
1
fI
v
( )
t
=
∫ t
i
( )
t dt
off
CS
C
0
S
I
I
. t
i
( ) =
t
C
S
t
fI
I
. t
fI
V
=
off
2C
S
L
!
2
2
t
I
.
t
.
f
i
( t ) =
I
1
fI
C
P
=
I
t
1
C
fI
24C
Q5
D S
R S
I
CS
L
1
1
C
2
2
l
S
L
. I
=
C
.
V
V
. I
l
S
CEmáx
CEmáx =
2
2
C
S
Aspectos de Comutação Snubber RCD t V I t on in P fi min R ≥
Aspectos de Comutação
Snubber RCD
t
V
I
t
on
in
P
fi
min
R
• Flyback (Cond. Desc.):
C
=
R
s
s
s
I
2
V
3 C
Cs
off
s
p
1
2
P
=
C
.
E
.
f
R
S
2
t fi – tempo de decrescimento da corrente (fabricante),
t rv – tempo de crescimento da tensão (fabricante),
V off – arbitrado,
ton min – tempo mínimo de condução da chave.
Aspectos de Comutação Snubber RCD • Forward (Cond. Contínua): 1 1 P = 0,5 .V I.f
Aspectos de Comutação
Snubber RCD
• Forward (Cond. Contínua):
1
1
P = 0,5 .V
I.f . t
(
+ t
)
E
=
I . E
=
I E t
.
.
.
f
P 2
in
r
f
S
r
2
2
2
I
(
t
+
t
)
t
on
P
fi
rv
V
min
in
C
=
R
R
s
s
s
V
3 C
I
s
1n
Cs
p
1
2
P =
.
C V
.
.
f
in
2
Perdas em um Diodo • Perdas de Condução: 2 P = P + P P =
Perdas em um Diodo
• Perdas de Condução:
2
P = P
+ P
P
= r .i
+ V .i
P
=
V
.
i
.
t
.
f
cond
com
cond
ef
F
Fmd
cond
F
F
on
• Perdas de Comutação:
1
P
=
0 5 V
,
.
i
.
t
.
f
E
=
V
.
i
.
t
com
RM
RM
b
com
RM
RM
b
2
Perdas em um Diodo • Efeito da Recuperação Reversa do Diodo no Transistor V CE (E)
Perdas em um Diodo
• Efeito da Recuperação Reversa do Diodo no Transistor
V
CE
(E)
I
RM
i
T
t
rI
t
a
W
=
0 5 t
,
.
.
I
.
E
P
=
0 5 t
,
.
.
I
.
E f
.
a
RM
a
RM
2 . t
t
.
I
.
E f
.
rr
t
=
rr
RM
P =
a
3
3
Cálculo Térmico T T T j C D T a R R jC R CD Da
Cálculo Térmico
T
T
T j
C
D
T a
R
R jC
R CD
Da
••TT jj –– temperatura
temperatura da
da jun
junçãçãoo ((°°C)
C)
••TT CC
–– temperatura
temperatura dodo encapsulamento
encapsulamento ((°°C)
C)
••TT DD –– temperatura
temperatura dodo dissipador
dissipador ((°°C)
C)
••RR jcjc –– resist
resistêência
ncia ttéérmica
rmica jun
junçãçãoo--ccáápsula
psula ((°°C/W)
C/W)
••RR CDCD –– resist
resistêência
ncia ttéérmica
rmica de
de contato
contato entre
entre oo componente
componente ee oo dissipador
dissipador ((°°C/W)
C/W) ==
0,2
0,2 °°C/W.
C/W.
••RR Da Da –– resist resistêência ncia ttéérmica rmica
dissipador
dissipador ambiente
ambiente
••TT aa –– temperatura
temperatura ambiente
ambiente ((°°C)
C)
T
T
j
a
T − T
= P
.(
R
+ R
+ R
)
R
=
R
R
j
a
jc
cd
da
Da
jc
CD
P
Circuitos de Comando de MOSFETs • Princípio Básico D S R 1 g G I g
Circuitos de Comando de MOSFETs
• Princípio Básico
D
S
R
1
g
G
I g
+
V
S
C
2
iss
C
-
S
∆ V
t
= t
= 2,2R
.C
I
=
C
.
f
r
g
iss
g
iss
•C iss = 700 pF
•V C = 15 V
•∆∆∆∆t = 40 ns
∆ t
− 9
− 12
t
40
x
10
700
x
10
.
15
f
R
=
=
I
=
= 0 , 26
A
g
− 12
g
2 2
,
.C
2 2 700
,
.
x
10
− 9
40
x
10
iss
R
≅ 25Ω
g
Circuitos de Comando de MOSFETs • Circuitos de Comando não-isolado +V C +V C R 1
Circuitos de Comando de MOSFETs
• Circuitos de Comando não-isolado
+V C
+V
C
R
1
D
T 1
T 2
R
g
R g
T p
D
G
R
T 1
T 3
2
S
T
R
2
3
R
2
D = 1N914
R 2 = 4,8 kΩ
R g = 50 Ω
T 2 = MPS 2907
R 3 = 10 kΩ
Circuitos de Comando de MOSFETs • Circuito de Comando Isolado +V C R =100 D 1
Circuitos de Comando de MOSFETs
• Circuito de Comando Isolado
+V C
R =100
D
1
D
2
G
D
1
S
V P
V S
T
R
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas • A questão do isolamento T 1 RETIFICADORES RETIFICADOR V Rede
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas
• A questão do isolamento
T
1
RETIFICADORES
RETIFICADOR
V
Rede
SAÍDA
E
CONVERSOR
E
FILTRO DE ENTRADA
FILTRO DE SAÍDA
T
2
T
3
CIRCUITOS
FONTE
DE
AUXILIAR
COMANDO
•Massa de alta tensão (chaves) e massa de baixa tensão (saída, comando, fonte
auxiliar).
• Isolamento: T1 (transformado principal), T2 (transformador p/ comando), T3
(transformador da fonte auxiliar).
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas • A questão do isolamento T 1 V Rede RETIFICADOR E
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas
• A questão do isolamento
T
1
V
Rede
RETIFICADOR
E
FILTRO DE ENTRADA
SAÍDA
CONVERSOR
RETIFICADOR
E
FILTRO DE SAÍDA
CIRCUITOS
FONTE
ISOLAMENTO
CIRCUITO
DE
DE
AUXILIAR
ÓTICO
COMANDO
CONTROLE
• Massa de alta tensão (chaves, comando, fonte auxiliar) e massa de baixa tensão
(saída, controle).
• Isolamento: T1 (transformado principal) e isolador ótico.
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas • Fonte Auxiliar Carga + - Rede Fonte Convencional com Isolamento
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas
• Fonte Auxiliar
Carga
+
-
Rede
Fonte Convencional com Isolamento
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas • Fonte Auxiliar Rede R 1 C 1 T 1 Z
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas
• Fonte Auxiliar
Rede
R
1
C
1
T
1
Z
D
D
1
D
2
3
Carga
+
C
C
2
N S
3
-
Circuito de
Comando
M
Conversor Flyback com Fonte Auxiliar sem Isolamento
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas • Circuitos Integrados PWM Dedicados S 1 V Ref + V
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas
• Circuitos Integrados PWM Dedicados
S
1
V
Ref
+
V
erro
-
A
V
C
Comparador
S
2
-
V
Real
+
V
T
Q
F/F
OSC.
Q
Conversores CC-CC: UC3524
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas • Circuitos Integrados PWM Dedicados V T V erro V C
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas
• Circuitos Integrados PWM Dedicados
V
T
V
erro
V
C
Q
Q
S 1
S
2
T 1
T
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas • Circuitos Integrados PWM Dedicados L T P R D C
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas
• Circuitos Integrados PWM Dedicados
L
T P
R
D
C
R
5
RC
L
+
V
in
C
R
1
3
15
R
-
6
16
1
-
R
1
R
4
A 1
2
+
9
12
-
R
2
S
1
COMP
4
+
+
5
A 2
11
-
FF
S
2
R
13
Sh
10
14
7
6
OSC
3
8
UC3524
C
R
T
T
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas • Controlador de tensão Z 2 V Z 1 in 1
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas
• Controlador de tensão
Z 2
V
Z 1
in
1
-
9
V out
A 1
2
+
V
Ref
Z
2
V
=
. V
(
− V
)
out
in
REF
Z
1
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas • Soft-Start (Partida Progressiva) • Quando se energiza a fonte chaveada
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas
• Soft-Start (Partida Progressiva)
• Quando se energiza a fonte chaveada a razão cíclica deve progredir
lentamente, evitando a destruição do interruptor, saturação do
transformador e overshoot de saída.
Z
2
Z
1
V
out
1
-
V
9
A
-
1
9
+
COMP
V
2
Ref
+
+V
OSC.
D
2
R 1
+
D 1
C
-
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas • Circuitos para Limitação de Corrente • Curto-circuito na carga: desativar
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas
• Circuitos para Limitação de Corrente
• Curto-circuito na carga: desativar a fonte e reativar após o
desligamento e religamento do equipamento.
+10V
+5V
T R1
UC3524
9
R 4
10
T 2
R 5
R
6
T P
R 2
I
T h
E
C
N
1
R 3
R 1
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas • Utilização de Isolador Ótico V 2 +12V V = V
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas
• Utilização de Isolador Ótico
V
2
+12V
V
= V
− R .I
9
2
2
2
I 2
R 2
R g
R 1
V
− 1
V
1
16
15
V
1
9
I
=
I 1
9
13
1
R
4N26
1
UC3524
14
I
= βI
2
1
1
2
4
5
8
6
7
470 k
4 V
R
2
V
=
V
R
β
.
I
=
V
β
.(
V −
1)
9
2
2
1
2
1
R
1
R
R
0,6 V
2
2
V
= V
β
.
V
+
9
2
1
R
R
1
1
∂ V
R
9
2
Se R 2 = R 1
⇒⇒⇒⇒
G = β
G =
= −
∂ V
R
1
1
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas • Utilização de Isolador Ótico
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas
• Utilização de Isolador Ótico
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas • Utilização de Isolador Ótico +VCC D 1 V out R
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas
• Utilização de Isolador Ótico
+VCC
D
1
V
out
R
1
N
R
P
C
1
L
R
2
R
4
R
C
5
3
R
3
R
6
-
A
+
V
Ref
C
Z
2
1
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas • Proteção contra Sobretensão na Saída • Sobretensão: a fonte é
Circuitos Auxiliares das Fontes Chaveadas
• Proteção contra Sobretensão na Saída
• Sobretensão: a fonte é colocada em curto e o circuito de proteção contra sobre-
corrente é acionado e desativa a fonte.
+
+
Z
V
Z
C
SCR
-
A
V
R
out
+
G
V
R
C
GK
A
-
-
• Isolação da tensão de saída quando o comando do transistor não é
isolado: Isolador ótico (após o controlador de tensão) ou sensor hall
de tensão.
Resposta Transitória e Estabilidade • Estrutura Simplificada de uma Fonte Chaveada L V C V out
Resposta Transitória e Estabilidade
• Estrutura Simplificada de uma Fonte Chaveada
L
V
C
V out
S
I
2
L
C
R
R
1
2
V
.D = V
in
1
• Supõe-se que L seja suficientemente grande para que não ocorra
variação significativa em I L , quando do fechamento de S 2
V
C
V out
S
2
I
L
C
R
R
1
2
I
C
Resposta Transitória e Estabilidade R .R 1 2 R = R + R 1 2 •
Resposta Transitória e Estabilidade
R .R
1
2
R =
R
+
R
1
2
• Antes do transitório
V
=
R .I
C
0
1
L
• Após o transitório
V
= R.I
Cf
L
[
t / RC
(
t / RC
)]
• Transitório
V
=
I
R e
+
R
1 −
e
C
L
1
Resposta Transitória e Estabilidade • Corrente no Capacitor durante o transitório V C 0 − t
Resposta Transitória e Estabilidade
• Corrente no Capacitor durante o transitório
V
C 0
− t / RC
i
= −
.e
C
R
2
R
1
− t / RC
i
= −
.I .e
C
L
R
2
• Sem RSE
Resposta Transitória e Estabilidade • Com RSE S 2 C I R R 1 2 RSE
Resposta Transitória e Estabilidade
• Com RSE
S
2
C
I
R
R
1
2
RSE
V
= V
+ V
out
C
RSE
R
1
− t / RC
V
=
RSE.i
= −
RSE.
.I .e
RSE
C
L
R
2
[
R
t / RC
]
1
− t / RC
V
=
I
R
+
(
R
R .e
)
RSE.
.I .e
out
L
1
L
R
2
Resposta Transitória e Estabilidade S 2 I C 2 R R 1 2 RSE H(s) +V
Resposta Transitória e Estabilidade
S
2
I
C
2
R
R
1
2
RSE
H(s)
+V REF
1 – A amplitude do desvio de tensão depende somente da RSE do capacitor.
2 – A natureza da resposta (tipo de amortecimento e tempo de recuperação)
dependem somente do tipo de controlador empregado.
Resposta Transitória e Estabilidade • Equação Característica e função de transferência I(s) + ε (s) O(s)
Resposta Transitória e Estabilidade
• Equação Característica e função de transferência
I(s)
+
ε (s)
O(s)
G(s)
-
H(s)
O ( s ) = G ( s ).ε ( s )
O s
(
)
G s
(
)
=
= F s
(
)
I s
(
)
1
+ G s H s
(
).
(
)
Resposta Transitória e Estabilidade • Critérios de Estabilidade I(s) + ε (s) O(s) G(s) - H(s)
Resposta Transitória e Estabilidade
• Critérios de Estabilidade
I(s)
+
ε (s)
O(s)
G(s)
-
H(s)
1
+ G ( s ).H ( s ) = 0
Instabilidade
G ( s ). H ( s ) = − 1
(
)
[
]
G(
ω
).H(
ω
)
= 20
. log G(
ω
).H(
ω
)
= 0
dB
o
Φ = −180
Resposta Transitória e Estabilidade • Critérios de Estabilidade • Margem de fase entre 45 o e
Resposta Transitória e Estabilidade
• Critérios de Estabilidade
• Margem de fase entre 45 o e 90 o
Resposta Transitória e Estabilidade • Critérios de Estabilidade • Margem de fase entre 45 o e
Resposta Transitória e Estabilidade
• Critérios de Estabilidade
• Margem de fase entre 45 o e 90 o
Resposta Transitória e Estabilidade • • • Para erro estático pequeno - Ganhos elevados em baixa
Resposta Transitória e Estabilidade
Para erro estático pequeno - Ganhos elevados em baixa
freqüência
Pólo na origem
Freqüência de cruzamento por zero o mais alta possível
f
s
f
c
4
Resposta Transitória e Estabilidade • Representação fonte tipo Forward L V 2 V out V in
Resposta Transitória e Estabilidade
Representação fonte tipo Forward
L
V 2
V out
V in
V ST
C
R
L
N
S
N
P
N
S
V
=
V
.
D V
=
. D
2 md
ST
in
N
P
T
V
1
C
(
V
)
D =
=
S
T
V
S
N V
V C
S
C
V
=
V
.
.
2 md
in
N V
P
S
T 1
V
V N
2 md
in
S
T
=
.
V
V N
C
S
P
Resposta Transitória e Estabilidade • Representação fonte tipo Forward L V 2 V out V in
Resposta Transitória e Estabilidade
Representação fonte tipo Forward
L
V 2
V out
V in
V ST
C
R
L
N
S
N
P
V
(
s
)
1
V
(
s
)
1
out
out
=
=
2
V
(
s
)
2
V
(
s
)
s
LC + 1
2 md
2 md
+ 1
2
    w s
   
0
V
(
s
)
1
out
=
4
G ( w) dB = −20 log
1 + ( w / w
)
2
V
(
s
)
0
2 md
  jw  
+ 1
w
 
 
0
Resposta Transitória e Estabilidade • Representação fonte tipo Forward V L 2 V out V in
Resposta Transitória e Estabilidade
Representação fonte tipo Forward
V
L
2
V out
V in
V ST
C
R
L
N
S
N
P
Com RSE:
V
(
s
)
(1
+ s . C . RSE
)
out
=
V
(
s
)
V
(
s
)
V
(
s
)
2
2
V
(
s
)
(1
+ s
/
w
)
out
2 md
out
.
=
2
md
0
V
(
s
)
V s
(
)
V s
(
)
2 md
C
C
V
(
s
)
(1
+ s w
/
)
out
Z
=
2
2
V
(
s
)
(1
+ s w
/
)
2
md
0
V
(
s
)
V N
1
out
in
S
=
.
.
V
(
s
)
V N
(1
+ s / w
)
2
2
out
in
S
Z
V s
(
)
V N
(
s
/
w
+
1)
=
.
.
C
S
P