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Ferrovias Lista de Exercícios_Geometria (Superelevação)

  • 1. Determine a superelevação máxima admissível que não provocará o tombamento de um trem para o lado interno de uma curva quando este estiver parado sobre ela. Considere as seguintes situações:

    • a. Via de bitola larga e trem com as seguintes características (d = 10 cm, H = 2m). Coeficiente de segurança: 3

    • b. Via de bitola métrica e trem com as seguintes características (d = 10 cm, H = 2m). Coeficiente de segurança: 2

  • 2. Para as situações acima, determine as máximas velocidades com que os trens podem fazer uma curva de raio R.

    • a. Segundo o critério do conforto.

    • b. Segundo o critério da segurança. (n = 5)

  • 3. O raio mínimo para uma via férrea é estabelecido por normas e deve permitir a inscrição da base rígida dos truques dos carros e locomotivas, além de limitar o escorregamento entre roda e trilho. Usualmente, adota-se como raio mínimo o valor de 300 metros para que as condições de inscrição do veículo sejam cumpridas. Considerando o tráfego de veículos a uma velocidade de 80 km/h, determine, para uma via férrea com bitola métrica que atenderá aos sistemas de cargas e passageiros.

    • a. A superelevação teórica que equilibra a força centrífuga e a resultante do peso.

    • b. A superelevação prática máxima que não permita o tombamento do trem para dentro da curva. (H = 2,0 m; d = 0,1 m; n = 2)

    • c. A superelevação prática que não provoque desconforto nos passageiros. (η = 0,45 m/s 2 ).

    • d. A superelevação prática que não provoque o tombamento do trem para o lado externo da curva. (n = 5)

    • e. A superelevação a ser adotada na curva.

    • f. A superlargura a ser adotada na curva.

  • 4. Para as mesmas condições do exercício 3, considere agora uma via com bitola larga. (η = 0,65 m/s 2 )

  • 5. Para uma via com bitola larga e raio crítico de 500 metros, determine.

    • a. A superelevação máxima que não provoque o tombamento do trem para dentro da curva. (H=2 e n=2)

    • b. As velocidades máximas com que um trem poderá fazer esta curva crítica, pelos critérios da segurança e do conforto.

    • c. A superlargura adotada na seção.

    • d. Qual será a superelevação para uma curva de raio 800 metros?

    • 6. A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) determina em seus projetos um raio mínimo de 400 metros para curvas horizontais e vias de bitola larga. Sabe-se que os trens têm altura do centro de gravidade de 2 metros e deslocamento do mesmo CG de 10 centímetros. Considerando que os trens da CPTM trafeguem a uma velocidade de 90 km/h e adotando um coeficiente de segurança 5, determine, considerando o compartilhamento dos sistemas de passageiros e cargas.

      • a. A superelevação teórica.

      • b. A superelevação prática pelo critério do conforto.

      • c. A superelevação prática pelo critério da segurança.

      • d. A superlargura adotada na curva.

  • 7. A velocidade máxima com que um trem pode percorrer uma curva é função do raio da curva e da superelevação dada a esta curva. A esta velocidade denominamos velocidade limite. Se, nas expressões já deduzidas para a superelevação prática colocarmos o valor da superelevação máxima (h máx. ), a velocidade correspondente será a velocidade limite. Utilizando as expressões para cálculo da velocidade limite em curvas, determine as expressões que relacionam a velocidade máxima (limite) com o raio (R) das curvas. Adote os seguintes parâmetros de projeto:

  • Coeficiente de segurança: 5 Altura do centro de gravidade do veículo: 2 metros Descolamento do centro de gravidade: 10 centímetros Bitola métrica (h máx. = 10 cm) Bitola larga (h máx. = 18 cm)

    Faça os cálculos pelos critérios de segurança e conforto.