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Escola de Engenharia de Piracicaba.

Tecnologia em fabricação mecânica.

Laboratório de química.

Profª Drª Maria Cristina de Almeida.

Determinação de fenômenos físicos e


químicos.

Nome: Marcio Adriano Alves


Nome: Mauricio Fernando Vichieti
Nome: Adilson Batista Mendes
Nome: Marcelo Luiz Nunes

20/04/2009.
I – Objetivo:
 Verificar diferenças entre transformações físicas e transformações químicas
através de procedimentos experimentais.

II – Introdução teórica.

Transformação significa modificação, mudança, alteração. O primeiro passo


quando se estuda uma espécie de matéria com a finalidade de verificar se ela esta se
transformando é isolá-la para podermos observá-la melhor.
Para que possamos descrever uma transformação decorrida é necessário observá-
la em dois momentos diferentes, um estado inicial e um estado final.
Ao compararmos as propriedades especificas da matéria no estado inicial com as
propriedades no estado final e percebemos alguma diferença, dizemos que ocorreu uma
transformação na espécie de matéria observada.
Transformação Física é aquele que não altera a estrutura das substâncias, ou
seja, não altera sua composição química. Já transformação Química é aquele que altera
a estrutura das substâncias modificando a sua composição química.
Enquanto na transformação física a identidade química da matéria envolvida e
preservada, na transformação química a identidade química da matéria envolvida e
completamente alterada.
Preocupado em determinar a composição do ar atmosférico e explicar a reações
da combustão, o químico francês Antoine Laurent Lavoisier, no ano de 1777(séc
XVIII), observou certa regularidade nas muitas reações por ele efetuadas.
Em um relato do próprio Lavoisier a respeito de uma de suas experiência “Eu
tomei os 2,38g de Óxido vermelho de mercúrio que tinha obtido anteriormente e os
introduzi numa pequena retorta de vidro. Quando aqueci a retorta e esta se tornou
incandescente, o material vermelho começou a perder pouco a pouco seu volume, e, em
alguns minutos desapareceu completamente. Ao mesmo tempo surgiram 2,19g de
mercúrio e foi recolhido um gás que, uma vez pesado, forneceu uma massa igual a
0,19g. Esse gás e melhor que o ar da atmosfera para a respiração dos animais e para a
conservação da combustão”.
Tal gás já havia sido descoberto, em 1744, pelos cientistas Scheele e Priestley,
porém foi Lavoisier quem o denominou gás oxigênio, Em suas experiências Lavoisier
se preocupava em medir as massas totais do sistema antes e depois de ocorrer à reação.
O que nos introduz a uma das leis ponderais das reações, as massas dos
reagentes, tanto em reações químicas quanto em reações físicas, são iguais as dos
produtos obtidos.
Em generalização ficou conhecida como a lei da conservação das Massas ou Lei
de Lavoisier, “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.

.
III – Materiais Reagentes.
 Sete tubos de ensaio  Água de cal, Ca(OH)2
 Estante para tubos  Solução de iodeto de potássio, KI
 Um bico de Bunsen, tripé e tela de amianto.  Solução de nitrato de chumbo, Pb(NO3)2
 Uma pinça de madeira  Hidróxido de sódio, NaOH
 Um béquer de 600 mL com vidro de  Nitrito de sódio, NaNO2
relógio
 Um béquer de 100 mL  Sulfato de cobre pentaidratado,
CuSO4.5H2O
 Uma Pipeta graduada  Fita de magnésio
 Uma Pinça metálica  Espátulas
 Um Fotômetro de chama qualitativo  Soluções de íons (Na+; K+; Ca2+; Sr2+;
Cu2+; Li+)

IV – Procedimento experimental.

IV.1 – Fusão e polimerização do enxofre

 Em um tubo de ensaio seco, coloque uma espátula de enxofre sólido. Segure-o


com uma pinça de madeira, aqueça-o pouco a pouco, sacudindo-o
constantemente até que o enxofre se funda (como o enxofre possui baixa
condutibilidade térmica, demora muito tempo para se fundir).
 Rapidamente verta o tubo de ensaio sobre um béquer contendo água, deixando
o enxofre em ebulição entrar em contato com água fria. Retire o enxofre que
agora se encontra sólido em formato próximo ao esférico do fundo do béquer.
Observe a sua plasticidade.

IV.2 – Sublimação do Iodo


 Coloque 3 cristais de iodo em um béquer de 600 mL, Cubra-o com um vidro de
relógio. Preencha o vidro de relógio ate um pouco mais da metade com água fria
 Adapte o béquer sobre um tripé com tela de amianto e inicie o aquecimento
lento.
 Observe a sublimação do sólido, após os 3 cristais de iodo terem
completamente desaparecido apague a chama. Os fenômenos observados são
físicos ou químicos?
IV. 3 – Aquecimento do magnésio

 E realizado o aquecimento direto na chama de um bico de Bunsen de uma fita


de magnésio ate ocorrer emissão de luz.

IV. 4 – Mistura entre iodeto de potássio (KI) e nitrato de


chumbo

 Pegue 2 tubos de ensaio. Coloque em um deles alguns mililitros (cerca de 1 cm


de altura do tubo) de solução de nitrato de chumbo 0,25%. Em outro tubo
coloque igual volume de solução de iodeto de potássio, KI, 0,25%. Em seguida
verta o conteúdo de um tubo no outro. Escreva a reação química que representa
o processo e explique o fenômeno.
 Em seguida, aqueça até a ebulição do líquido. Tome muito cuidado para que não
haja projeções de líquido para fora do tubo de ensaio.

IV.5 – Dissolução de sólidos

 Em 2 tubos de ensaio distintos, coloque água destilada até a metade de sua


capacidade. Em seguida, coloque uma de espátula de hidróxido de sódio em um
dos tubos. Agite, houve alguma variação de temperatura?
 No outro tubo, acrescente uma espátula de nitrito de sódio. Agite e verifique se
houve qualquer variação de temperatura.

IV.6 – Identificação de gás carbônico


 Coloque água de cal (Ca (OH)2) em um tubo de ensaio até cerca de 1/3 de sua
capacidade. Utilizando uma pipeta graduada, sopre ar expirado na solução
contida no tubo durante 30 segundos.
 O que observou? Explique o processo ocorrido por meio de equações químicas.

IV.7 – Perda de água de cristalização

 Coloque uma pequena porção de sulfato de cobre pentaidratado em um tubo de


ensaio. Aqueça em um bico de Bunsen, quando observar alguma alteração no
aspecto da substância, interrompa o aquecimento. O que ocorreu?
 Após o resfriamento do tubo, adicione 1 ou 2 gotas de água destilada ao tubo. O
que observou?
IV.8 – Teste de Chama

 Observe a coloração desenvolvida na chama oxidante do bico de Mecker quando


se aproximam amostras de soluções de Soluções de íons (Na+; K+; Ca2+; Sr2+;
Cu2+; Li+). Descreva o ocorrido para cada íon nebulisado sobre a chama do
bico de Mecker.

V – Resultados e discussão.

V.1 – Fusão e polimerização do enxofre

 Apos aquecer uma pequena quantidade de enxofre em pó, em um tubo de ensaio,


nota-se a eliminação de uma substancia no estado gasoso de odor desagradável e
a fusão do pó com ocorrência de bolhas e mudança de coloração (de amarelo-
claro a amarelo-âmbar), surgindo um líquido pouco viscoso (movediço),
 Prosseguido o aquecimento ate que o enxofre entre em ebulição, logo em
seguida foi vertido o enxofre fundido em um béquer com água fria e de
imediato o enxofre fundido tomou formato irregular no estado sólido, mostrando
aparência similar a de polímeros plásticos, o fenômeno observado foi físico, pois
apenas ouve mudança no estado físico, de sólido para liquido e novamente para
sólido , tendo ocorrido apenas variação na aparência física do enxofre.

V.2 – Sublimação do Iodo

 Os cristais de iodo, inicialmente de coloração rosa-acinzentada, sublimam. Os


vapores de iodo, de cor violeta e odor irritante, ao atingirem a face inferior do
vidro de relógio, resfriam-se e re-sublimam.
 O iodo re-sublimado na face convexa do vidro de relogio possui aspectos
acinzentados e brilhantes, assumindo forma cristalina geométrica semelhante a
uma ponta de lança. Como não ocorreram transformações na composição
química do iodo, ocorreram apenas mudanças de estado físico (sublimação e re-
sublimação) caracteriza-se a sublimação do iodo como um fenômeno físico.

V.3 – Aquecimento do magnésio

 O pedaço de fita de magnésio, ao ser aquecido diretamente na chama do bico de


bunsen, realiza combustão e libera luz, transformando-se em Oxido de magnésio
um sólido branco em forma de pó, segundo a reação a seguir:
2Mg(s) + O2(g) → 2MgO(s) + luz.

 Por se tratar de uma combustão, ocorre alteração na composição química da fita de


magnésio, seu aquecimento caracteriza um fenômeno químico.

V.4– Mistura entre iodeto de potássio (KI) e nitrato de


chumbo

 Apos a preparação dos tubos de ensaio com as soluções de iodeto de


potássio (KI) e nitrato de chumbo (Pb(NO3)2), mistura-se o conteúdo dos dois. Ocorre
uma reação, quase instantânea. Os cátions de potássio (K+) unem-se aos anions nitrato
(NO3-) formando o nitrato de potássio (KNO3), enquanto os cátions de chumbo,
Pb2+ unem-se aos Anions iodeto I para formar o precipitado amarelo,
Iodeto de chumbo, PbI2. A solução formada possui coloração amarelada.

2 KI (aq) + Pb(NO3)2 (aq) → 2 KNO3 (aq) + PbI2 (aq)

Como ocorrem reações químicas, o experimento caracteriza um Fenômeno químico.

V.5– Dissolução de sólidos


 Ao acrescentar e agitar vigorosamente Hidróxido de sódio em água foi observado
um aumento da temperatura do tubo de ensaio provando que a reação e exotérmica,
e ao fazer o mesmo procedimento com nitrito de sódio a temperatura do tubo de
ensaio abaixou provando que a reação e endotérmica.
 No caso do Hidróxido de sódio e do nitrito de sódio a ligação é iônica, portanto, eles
apenas se dissociam em água ocasionando uma reação física e não química.

V.6 – Identificação de gás carbônico

 Soprada a pipeta, com a ponta imersa na solução de água de cal (Ca (OH)2)
por cerca de 30 segundo foi observado que a água adquiriu cor esbranquiçada , tal cor
proveniente da não dissolução do carbonato de cálcio formado pelo contato do gás
carbônico , proveniente da respiração, e do cálcio da água de cal, a reação a seguir
descreve o fenômeno químico realizado.

Ca(OH)2 (aq) + CO2 (g) → CaCO3 (s) + H2O ( l )

IV. 7 – Perda de água de cristalização


 Aquecendo uma pequena porção de sulfato de cobre pentaidratado
(CuSO4·5H2O) dentro de um tubo de ensaio, percebe-se uma mudança em sua
coloração, de azul vivo para uma cor branca acinzentada. Isso é resultado de sua
desidratação. A energia térmica transferida da chama do bico de Bunsen para o sal
hidratado causa a perda de suas moléculas de água, que evaporam.

CuSO4·5H2O (s) + Δ → CuSO4 (s) + 5 H2O (g)

 Após adição de água, o sal retorna à sua cor original. Liberando calor para o meio
externo. Considerando que houve alteração na formula química do sal, concluísse
que ocorreu um fenômeno químico.

V.8 – Teste de Chama

Ao nebulizar íons sobre o bico de Mecker observou-se que cada íon muda a coloração
da chama de forma expressiva , e que como trata se de uma reação de combustão o
fenômeno observado e químico
As colorações obtidas foram:
Na+ cor Laranja
K+ cor Laranja intenso
Ca2+ incolor
Sr2+ cor Vermelho intenso
Cu2+ cor Verde
Li+ cor Rosa Avermelhado

VI - Observações

Considerações sobre o desenvolvimento da espectroscopia atômica

A apresentação da evolução histórica sobre o conteúdo abordado é recomendada pelas


razões já citadas. No caso da espectroscopia atômica, devido à sua grande relevância
para o avanço das ciências naturais, há vários textos relacionados com o tema,
destacando-se os de Jarrell, que apresenta um histórico da análise por emissão atômica
entre 1660-1950, o livro de Lajunen sobre análise espectroquímica por emissão e
absorção atômicas e o artigo de Filgueiras sobre as relações da espectroscopia e a
química, entre inúmeros outros. Os parágrafos abaixo são um resumo do que citam estes
autores.

Tais textos destacaram a teoria corpuscular da luz de Isaac Newton (1666), que foi o
primeiro a observar a decomposição da luz branca ao incidir em um prisma, resultando
no aparecimento de diferentes cores, o que o levou a supor que a luz seria composta de
partículas minúsculas, que se deslocariam em altas velocidades.

Já Christian Huygens, físico holandês, apresentou em 1678 a teoria ondulatória da luz


que, atualmente, é mais aceita.
A construção das grades de difração, iniciada em 1786, pelo astrônomo americano
David Rittenhouse possibilitou avanços tecnológicos que permitiram a construção de
um espectroscópio por Joseph Fraunhofer, entre 1814 e 1824. O espectroscópio é um
instrumento ótico que possibilita a separação de radiações com distintos comprimentos
de onda.

Um dos desenvolvimentos interessantes ao longo do século XIX é a observação de


linhas escuras no espectro contínuo da luz solar. Essas linhas escuras foram observadas
por William Hyde Wollaston em 1802, porém só posteriormente foram explicadas como
causadas por processos de auto-absorção gerados por nuvem de átomos frios, presentes
na periferia solar. Ressalta-se que o termo frio aqui utilizado se justifica
comparativamente às temperaturas observadas no núcleo do sol.

Em 1859, Bunsen desenvolveu um queimador no qual se observava a intensidade de


emissão dos elementos de forma mais evidente. Kirchhoff reconheceu que as linhas
negras do espectro contínuo, descritas por Wollaston e posteriormente também
observadas por Fraunhofer, coincidiam com as linhas de emissão de sais introduzidos
em uma chama.

Trabalhando juntos Robert Bunsen, químico, e Gustav Kirchhoff, físico, estudaram o


espectro de emissão de uma amostra cujas linhas espectrais não correspondiam a
nenhum elemento conhecido. Eles o denominaram césio, do grego caesius = azul-
celeste, pois o espectro de emissão apresentava linhas azuis. No ano seguinte, um novo
elemento foi descoberto, o rubídio, do grego rubidus, pois o seu espectro de emissão
continha linhas vermelhas, da cor de um rubi. Esses pesquisadores deram um passo
decisivo para a espectroscopia de emissão em chama, ao reconhecer que linhas
espectrais emitidas por metais ocorrem em comprimentos de onda definidos,
independente dos ânions que estão em solução.

Em 1860, Bunsen e Kirchhoff demonstraram para um grupo de geólogos como


identificar elementos como ferro, cobre, chumbo, sódio e potássio em minérios, através
da coloração da chama em um queimador especialmente designado e, atualmente,
denominado bico de Bunsen. A amostra sólida era dissolvida em água e as soluções
resultantes, introduzidas em uma chama. Podem-se estimar as concentrações dos
elementos pela comparação da intensidade das cores de soluções de concentrações
conhecidas com a intensidade das soluções de amostra sólida de minérios

A espectrometria de emissão atômica por chama (fotometria de chama) é uma


alternativa instrumental de baixo custo para determinação de Li+, Na+, K+ e Ca2+ em
diferentes amostras simples e que requerem tratamento prévio mínimo. Isso pode ser
útil para cursos com tempos de aula reduzidos ou escolas com laboratórios didáticos
sem recursos instrumentais sofisticados, como espectrômetros de absorção atômica,
para introdução à análise instrumental. Também pode representar uma alternativa
interessante para alunos de cursos como farmácia e outras áreas, dado o apelo exercido
pelas amostras.
VII - Conclusão
Ao final deste trabalho observou-se que para definir uma reação como química
ou física e necessário confrontar dados antes da reação e depois da reação tendo em
vista que caso os reagentes tenham sofrido apenas mudanças em sua aparência física,
como cor e brilho ou tenham seu estado alterado, de sólido para liquido isso não
caracteriza uma reação como química. Para que uma reação seja química e necessário
que as identidades químicas dos reagentes sejam distintas as dos produtos.

VIII – Bibliografia.

 http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-
40422004000500026 20/04/019 as 16:58

 Peruzo, Tito Miragaia


Canto, Eduardo Leite.
Química na abordagem do cotidiano , Volume 1 ° edição 1996